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Por que as mulheres falam mais do que os homens?

Ao analisar estudos sobre o cérebro de primitivos, pesquisador da Turquia conclui que as mulheres falam mais porque precisaram desenvolver a habilidade com a linguagem enquanto os pares saíam para caçar

A partir das diferenças na anatomia do cérebro de homens e mulheres, Güvendir decidiu estudar como os processos distintos de comunicação podem ter surgido entre grupos tribais (Banco de imagens / sxc.hu)

A partir das diferenças na anatomia do cérebro de homens e mulheres, Güvendir decidiu estudar como os processos distintos de comunicação podem ter surgido entre grupos tribais
Quando elas dizem que querem discutir a relação, eles se assustam. Reza a lenda que, nesses casos, as mulheres quase sempre têm razão, mas falam muito. Os homens confessam que, muitas das vezes, são vencidos pelo cansaço. Mas que mecanismos físicos estão por trás dessa suposta tagarelice? O pesquisador Emre Güvendir, da Universidade de Trakya, na Turquia, traz uma explicação evolutiva. As diferenças estruturais relacionadas ao sexo nas áreas de linguagem do cérebro podem ser resultado de adaptações às diferentes pressões ambientais e sociais que homens e mulheres foram sofrendo ao longo do tempo.A partir das diferenças na anatomia do cérebro de homens e mulheres, Güvendir decidiu estudar como os processos distintos de comunicação podem ter surgido entre grupos tribais. Segundo ele, a história evolutiva pode explicar a diversidade no órgão. Tumbas de caçadores-coletores com crânios esmagados, antebraços quebrados ou ausentes, que foram tomados como troféus, e os pontos de pedra embutidas nos ossos contam uma história de violência na Pré-história. Levando em conta estudos anteriores, o pesquisador sugere que os homens eram os agentes da violência entre os grupos.

Enquanto eles eram mais envolvidos com a caça e as brigas tribais, as mulheres eram o principal espólio de guerra. As férteis eram valiosas moedas de troca nessas comunidades. Escravizadas ou doadas para manter a paz, acabavam garantindo a sobrevivência das tribos. A mudança de grupo, que, entre outros fatores, demandava a compreensão de um idioma diferente resultou em uma evolução da capacidade cognitiva, assim como a responsabilidade de cuidar da prole. “Nos tempos primitivos, cabia às mulheres o cuidado com os filhos e a manutenção do grupo coeso. Nesse sentido, desenvolver a linguagem pode ter trazido benefícios na medida em que isso ampliou a capacidade de argumentação, de comunicação e de ponderação das mulheres”, avalia Marcus Vinicius Minucci, professor adjunto da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio).

Fisiologicamente, segundo Güvendir, foram constatadas diferenças nos volumes absolutos e proporcionais do giro temporal superior (área Wernicke) e de suas subdivisões; e do giro frontal inferior (área de Broca) do polo frontal — região que não é associada à linguagem. “A partir de imagens obtidas com ressonância magnética, estudos anteriores verificaram que as mulheres tinham 23% a mais de massa na área de Broca, 13% a mais na área de Wernicke e 11% mais neurônios do que os homens nas áreas relacionadas à linguagem”, diz o pesquisador.

A área de Wernicke, segundo Minucci, está relacionada à compreensão da linguagem; e a área de Broca, à expressão motora da linguagem, a fala propriamente dita. As mulheres têm representação cerebral bilateral da linguagem, enquanto os homens possuem essa representação apenas no hemisfério esquerdo. O neurologista acredita que essas diferenças explicam a maior habilidade das mulheres, de forma geral, com o manuseio da linguagem, inclusive em seus aspectos subjetivos, não racionais e até mesmo não verbais.

Isso acontece porque o hemisfério direito é sintético, artístico, musical, intuitivo e não racional, ao passo que o esquerdo é objetivo, concreto, linear e “matemático”. “Em resumo, mulheres falam e interpretam a linguagem com os dois lados do cérebro, e homens apenas com o lado esquerdo. Isso pode explicar a dificuldade eventual que os homens têm de compreender as nuances de linguagem das mulheres”, conclui Minucci.

Especialista brasileiro alerta para o perigo das generalizações (CB/ DA Press)

Especialista brasileiro alerta para o perigo das generalizações
Ricardo Afonso Teixeira, neurologista do Instituto do Cérebro de Brasília e doutor em neurologia pela Universidade de Campinas (Unicamp), ressalta que, apesar das questões evolutivas e fisiológicas, homens e mulheres são criados em uma cultura que impulsiona a diferença de comportamentos. “As meninas começam a falar mais precocemente, leem e escrevem melhor. As brincadeiras de boneca e de casinha estimulam essas capacidades. Já os meninos são mais ativos fisicamente e chegam à idade adulta com uma melhor capacidade de orientação visuo-espacial”, sugere o médico. “Pensando na evolução, nossos ancestrais homens cuidavam mais da caça do que as mulheres. É bem razoável dizer que essa atividade seja ainda mais estimulante do que as esportivas.”

Volume

De acordo com Minucci, em geral, o cérebro dos homens tem um volume 10% maior e é de 11% a 12% mais pesado. Além disso, tem cerca de 4% a mais de células no córtex cerebral, que é a camada externa onde estão localizadas as funções cognitivas do ser humano. O neurologista Ricardo Afonso Teixeira, reforça que, embora o cérebro feminino seja menor, isso não faz delas menos inteligentes ou em posição de desvantagem. “Entretanto, o cérebro feminino tem fluxo sanguíneo e proporção de substância cinzenta mais avantajados”, ressalta.Segundo Minucci, a mielina — substância branca que envolve os axônios dos neurônios — é mais abundante nas mulheres, assim como a quantidade de fibras nervosas no corpo caloso, estrutura que une os dois hemisférios do cérebro. “Essas diferenças podem explicar a maior capacidade de processamento de informações apresentada pelas mulheres, que é uma observação do senso comum, no sentido de que elas sejam mais capazes de desempenhar varias tarefas, eventualmente até de forma concomitante.”

Teixeira completa que as mulheres têm maior hipocampo e amígdala cerebral menor. As duas são estruturas vizinhas, sendo o hipocampo uma das principais regiões do cérebro responsável pela memória e a amígdala pode ser comparada a uma válvula de regulação das emoções. Independentemente do gênero, o cérebro humano alcança o maior volume por volta dos 15 anos e, aos poucos, vai diminuindo. “Nos homens, a redução de volume é relativamente maior nas regiões frontais e temporais, enquanto, nas mulheres, isso é mais expressivo no hipocampo e nas regiões parietais”, diferencia Teixeira.

O neurologista destaca ainda que elas têm maior capacidade de se lembrar de eventos autobiográficos e de reconhecer fisionomias. Mulheres e homens também apresentam diferenças quando a tarefa é orientação espacial. “Temos dois sistemas neuronais que se complementam para esse fim. Um deles usa pistas visuais, como placas de trânsito e árvores, enquanto o outro usa direção e distância. Os homens tendem a se guiar mais pelo primeiro e as mulheres por pistas visuais. No mato, os homens têm menos chance de se perder, mas, em compensação, no shopping, as mulheres são imbatíveis.”

 (Soraia Piva / EM / DA Press)

O risco das generalizações

“As mulheres falam mais do que os homens e, em geral, isso pode ser o resultado de todas as diferenças estruturais existentes nas áreas relacionadas à linguagem. Entretanto, generalizações são sempre perigosas. Isso porque, apesar das influências genéticas e hormonais, existem outros fatores que também imprimem efeitos, até mesmo físicos, no cérebro humano. E é graças a essa complexa rede de interações entre o cérebro e o mundo que a humanidade produziu escritores como Shakespeare e Dostoiévski, e guerreiras como Joana d’Arc.”

Marcus Vinicius Minucci, professor da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro

FONTE: Estado de Minas.

Ex-beatle abriu a turnê mundial em Belo Horizonte.
Músico irá se apresentar ainda em Goiânia e Fortaleza.
Paul McCartney durante o show em Belo Horizonte (Foto: Marcos Hermes / Divulgação)Paul McCartney durante o show em Belo Horizonte

Toda a expectativa do povo mineiro desde que Belo Horizonte foi anunciada a primeira cidade a receber a turnê “Out There” de Paul McCartney acabou precisamente às 21h24 com a música “Eight days a week”. Durante todo o show, o público, formado por fãs de todas as idades, cantou as músicas e aplaudiu o ídolo no Mineirão. Não é para menos, com 70 anos, o inglês nunca esqueceu como manter todos entretidos e arrancar risadas com expressões engraçadas e danças bem espontâneas. No piano, violão, guitarra – não importa qual instrumento – ele renova a força das canções tidas como ícones de uma geração de cantores e a cada show mostra a performance de um rockstar.

Durante o show, o músico chamou quatro jovens, que tinham feito uma petição na internet pedindo que Paul viesse para Belo Horizonte falar “uai”, ao palco. Ele falou em inglês que estava na cidade para atender o pedido. Ele ainda autografou a tatuagem de uma das meninas.

O ex-beatle conversou com o público em português (Foto: Marcos Hermes / Divulgação)
O ex-beatle conversou com o público em português

Paul McCartney conversou com os fãs em português várias vezes durante a apresentação, outra marca do músico, sempre interessado em fazer um show com elementos únicos, moldando a apresentação ao local. No intervalo entre uma música e outra, fez a alegria dos mineiros ao perguntar “Vocês estão gostando, uai”.

O cantor ainda fez várias outras referências ao jeito peculiar de quem vive em Minas Gerais, como as expressões “Ô trem bão sô” e ao dizer “Finalmente, o Paul veio falar uai”. Em um dos momentos do show ele disse “que ótimo estar de volta ao Brasil”.

Turma de amigos com mensagem ao ídolo (Foto: Pedro Triginelli / G1)
Turma de amigos com mensagem ao ídolo

Daniel Assunção, de 30 anos, se encantou com as músicas do britânico enquanto a família as ouvia. “A paixão pelo Paul vem de pai para filhos”, contou o mineiro de Uberaba. Este é o primeiro show o qual presencia. Para garantir um lugar perto do ex-beatle, Assunção foi precavido e chegou ao estádio por volta das 16h. Ele e os amigos prepararam uma bandeira para saldar a chegada de McCartney e pedir ao ídolo para dizer “uai”. “Minas Gerais interinha está aqui”, disse.

Da Paraíba e do Rio de Janeiro, a família de Porthos Lima, de 51 anos, se uniu em Belo Horizonte para aplacar a paixão por Paul McCartney. Ele comprou um pacote, tendo chegado cedo e assisto à passagem de som no Mineirão, na tarde deste sábado. O filho dele, Pedro Lima, de 13 anos, sabe tocar algumas canções dos Beatles na guitarra e começou a ouvir quando era mais novo sob influência da mãe.

Já Karla Lima, de 45 anos, veio a Minas reencontrar o ídolo. Em 1990, ele assistiu ao show no Maracanã. Perguntada desde quando é fã de Paul, ela afirma acompanhar a carreira dele desde à época dos LPs.

Dentre as músicas escolhidas para este primeiro show da turnê, ele cantou “Here today” em homenagem a John Lenon e “Something” para George Harrison. Antes de tocar “Paperback writer”, Paul lembrou que estava usando a guitarra original da primeira gravação da música. Ele ainda fez referência à esposa Nancy antes de tocar “My valentine”, música que escreveu para ela. Com duas horas de show, McCartney se despediu do público e saiu do palco. Instantes depois, ele retornou com uma bandeira do Brasil.

Para os fãs brasileiros, Paul anunciou a estreia nos palcos de uma nova música. E o aviso foi em português. Às 23h, quando Paul cantava “Band on the run” o som falhou por poucos segundos. O músico não notou e continuou até que o a música e o som dos instrumentos retornaram abruptamente. O que não foi suficiente para diminuir o entusiasmado e manter os fãs aos berros todas vez que o ex-beatle entoava o refrão da música.

Ralf Joenjes veio do Rio de Janeiro para ver o show (Foto: Pedro Triginelli / G1)
Ralf Joenjes veio do Rio de Janeiro para ver o show

O público mineiro aprovou o show. E teve até sósia de Paul MacCartney que veio do Rio de Janeiro apenas para ver a apresentação. “O tempo todo me param para pedir autógrafo. Vim para tentar fazer o teste de DNA”, brincou Ralf Joenjes, de 21 anos.

No fim, o ex-beatle agradeceu o público e disse “Até a próxima vez”. Os próximo shows no Brasil vão ser em  Goiânia, no dia 6 de maio, e em Fortaleza, no dia 9.

Veja abaixo o set list do show:
Eight days a week
Junior Farm
All my loving
Listen to what the man said
Let me roll it
Paperback writer
My valentine
1985
Long and winding road
Maybe I’m amazed
Hope of deliverance
We can work it out
Another day
And I love her
Blackbird
Here today
Mother should know
Lady Madonna
All together now
Mrs Vanderbilt
Eleanor Rigby
Mr. Kite
Something
Obla di obla da
Band on the run
Hi hi hi
Back in the USSR
Let it be
Live and let die
Hey Jude
Day tripper
Lovely Rita
Get back
Yesterday
Helter Skelter
Golden Slumbers

BH ANTES DO SHOW.

FONTE: G1.


7: 55 - O avião trazendo o cantor aterrissa no aeroporto internacional de Confins (Ramon Lisboa/EM/D.A Press)
7: 55 – O avião trazendo o cantor aterrissa no aeroporto internacional de Confins

Beatlemania. O termo cunhado para definir o frenesi dos fãs dos Beatles mundo afora deixou ontem de ser apenas uma palavra distante para se misturar à paisagem de Belo Horizonte. E ela chegou na bagagem do astro inglês Paul McCartney, que aterrissou ontem no aeroporto internacional de Confins arrastando consigo a adoração de fãs não apenas mineiros, mas de gente que veio de longe para assistir à abertura mundial da turnê Out there, hoje, às 21h30, no Mineirão. Maníacos de todo o Brasil, de outros países, contemporâneos do auge do quarteto de Liverpool, seus filhos, sobrinhos, ou apenas gente que não precisou da família para aprender a gostar deles. E, claro, de Paul.

E o astro não se fez de rogado. Em todas as suas movimentações pela cidade, não deixou de fazer a alegria de fãs e fotógrafos, profissionais ou amadores. Ente eles Eduardo Franzato, de 17 anos, que reinventa o fanatismo por Paul. De Cianorte, na Região Noroeste do Paraná, ele enfrentou cerca de 1.200 quilômetros para ver o músico pela quarta vez. Mesmo se hospedando no mesmo hotel do ídolo, o sonho de vê-lo de perto nunca havia se concretizado. Até ontem. Persistente, depois de três horas de plantão o jovem conseguiu avistá-lo. “Não tem como não se arrepiar”, vibra ele, já com entrada garantida no segundo e último ensaio: pagou US$ 1.300 para acompanhar a passagem de som, além dos R$ 600 do ingresso para a pista premium.

Veja, ouça, cante junto:

A retribuição de Paul à adoração dos fãs foi demonstrada logo cedo. Britanicamente, cinco minutos antes do previsto o avião trazendo o astro inglês tocava solo mineiro, às 7h55, procedente de Luton, na Inglaterra. Às 8h52, o comboio com três veículos de luxo cedidos pela montadora Chrysler para a turnê do Brasil partiu em direção ao hotel, no Bairro Palmares, Nordeste da capital. Paul não deixou os jornalistas na mão e mudou de lado no veículo para acenar para os fotógrafos. Com a mulher, Nancy Shevell, ele apareceu na janela usando óculos escuros.

Logo que chegou ao Hotel Ouro Minas, o cantor preferiu a entrada da Avenida Bernardo Vasconcelos, driblando muitas pessoas que aguardavam na Cristiano Machado. Outro aceno para o público, gesto que o músico repetiria ao deixar o hotel rumo ao primeiro ensaio no Mineirão e ao chegar ao estádio para a passagem de som.

Horas depois da chegada do comboio, surgiu o boato de que Paul estaria andando de bicicleta pela cidade. Porém, ele não foi encontrado e apenas duas pessoas do staff foram vistas testando bicicletas ao redor do hotel. A equipe do EM conversou com um deles, que confirmou ser amigo do beatle e elogiou a cidade. Perguntado se faria companhia ao astro britânico em um passeio, se esquivou. “Não posso dizer se ele virá. Estou apenas testando a cidade.”

Teve fã que se hospedou no próprio Ouro Minas para ficar mais perto do ídolo. Foi o que fez Anderson Alves, com Luana Ferreira e o marido dela, Hugo Alves. O grupo fica até domingo, pagando ao todo R$ 1,5 mil – isso sem falar dos ingressos de US$ 1,3 mil que Anderson e Luana comparam para ficar na chamada hot sound, que dá direito a assistir também a um ensaio de Paul na tarde de hoje.
Com 19 anos e três shows do astro no currículo, Gustavo Luiz Ferreira não pensou no mesmo. Havia chegado ao hotel pouco antes das 7h e ficou satisfeito ao ver o ídolo de perto. O estudante de sistemas de informação da USP chegou a BH na terça-feira e foi direto acampar diante do Mineirão, onde se orgulha de ser o segundo da fila. Depois de ver Paul, Gustavo tentou, de todo jeito, conseguir uma vaga no hotel, sem sucesso: tudo lotado.

PERSEVERANÇA Mas quem ficou na vigília não desanimou. Um fã que não arredou pé da porta do hotel foi Ricardo Perez. O professor, de 45 anos, veio de Muriaé, portando banner com um desenho de Paul. O objeto é reprodução de um quadro, feito em 1997 pelo artista Virgílio Tavares. De acordo com Ricardo, ele conseguiu entregar a obra para o ídolo em Recife, onde o músico se apresentou no ano passado.

O grupo foi crescendo até o fim da tarde, quando começou a movimentação para a partida do cantor rumo ao Mineirão, para o primeiro ensaio. Os músicos da banda saíram pela porta da frente. Às 17h30, em uma manobra, Paul saiu pelos fundos do hotel, protegido por escolta. Pouco depois o comboio já chegava ao estádio. A passagem relâmpago foi suficiente para emocionar Milena Megre, de 15 anos. E a primeira coisa que ela fez foi ligar para o pai, Oswaldo: “Eu vi o Paul. Estou dizendo: eu o vi e ele é lindo!”.

No fim do ensaio, uma multidão já aguardava a saída do beatle do Mineirão, na Avenida Abrahão Caram, entre eles Marcelo Bueno, de 39, de São José dos Campos (SP), que veio com o filho Matheus Bueno, de 11, para se hospedar na casa do sogro. “Este é o terceiro show a que eu vou. A música do Paul é inigualável”, disse o garoto, que aprendeu com o pai a ouvir Beatles desde cedo e sabe tocar algumas músicas do quarteto inglês ao violão. Às 20h15, os fãs começaram a gritar em coro “hey, Jude”, quando passou uma van, possivelmente com a equipe da produção, tirando fotos do público. Minutos depois, o delírio com a esperada passagem do astro. Simpático, ele saiu dando adeus pela janela do carro. Um até breve para milhares de fãs que esgotaram ontem os últimos ingressos para a inédita oportunidade de ver e ouvir o ídolo, contando os minutos para Out there. Serão os primeiros do mundo a ter esse privilégio.

Paul

Confira o mapa do show: COMO ENTRAR NO MINEIRÃO.

Paul 2

FONTE: Estado de Minas.


Ainda não sabe como será o esquema para entrar no Mineirão hoje (sábado, 4), no show de Paul McCartney?

Confira no mapa abaixo!

A organização aconselha que público utilize as linhas de ônibus  (64; 67; 503; 504; 2004) para chegar ao local. Outra opção são os táxis: são dois pontos, nas avenidas Oscar Paschoal e na Presidente Carlos Luz (Catalão) esquina de avenida Antonio Abraão Caram.

Confira no mapa qual sua portaria de acesso ao show de McCartney
Veja mais: BH BEATLEMANÍACA.

FONTE: Hoje Em Dia.



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