Antequam noveris, a laudando et vituperando abstine. Tutum silentium praemium.

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Mãe e filho são presos por falsificação de uísque e vodca em Contagem
Produção das bebidas era feita em um apartamento no bairro Santa Cruz Industrial; produto era vendido para comércios e casas noturnas

Bebida

Mãe e filho foram presos por falsificação de uísque e vodca, produção e venda, na madrugada desta quinta-feira (20), em Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte.

A Polícia Militar (PM) chegou ao local após receber denúncia de tráfico de drogas no Conjunto Columbia, na rua Portugal, no bairro Santa Cruz Industrial, e deparou com um Palio prata nas proximidades, em uma praça, que ao perceber a presença policial tentou fugir para dentro do condomínio.

Os militares conseguiram evitar a fuga e, durante vistoria dentro do veículo, foi encontrado uma caixa com 12 garrafas que seriam de uísque Red Label. Contudo, ao ser questionado, o motorista, de 30 anos, contou que o produto era falsificado e que ele mesmo o produzia em seu apartamento e vendia para vários comércios e casas noturnas.

Os policiais vistoriaram também o apartamento e apreenderam funis, garrafas vazias, álcool, essências, estratos e pigmentadores, além de deterem uma mulher de 59 anos, que estava no local, que servia também de depósito.

O suspeito falsificava ainda uísque da marca Johnnie Walker e vodca Ciroc. O carro também foi apreendido. Ambos foram Mãe e filho foram levados para o delegado de plantão de Contagem.

Conforme a assessoria de imprensa da Polícia Civil, o homem foi autuado em flagrante e enquadrado no artigo 272 do Código Penal, que proíbe manter em depósito material para falsificação de bebida ou gênero alimentício.

O suspeito optou por falar somente em juízo. Ele foi encaminhado para o Presídio de São Joaquim de Bicas, localizado na Grande BH.

Já a mãe dele, foi ouvida e liberada porque não foram encontrados elementos para fazer a prisão dela. Além disso, na delegacia, mulher disse que não sabia que as bebidas eram falsificadas pelo filho.

FONTE: O Tempo.


Polícia apreende calças “Calvin Klein” falsificadas na Grande BH

Foram encontrados 20 fardos com peças de roupa dentro de um caminhão em Contagem

Calças estavam sem nota fiscal

A Polícia Civil apreendeu um caminhão cheio de calças jeans falsificadas e sem nota fiscal em Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte. A apreensão, feita pela 6ª Delegacia Especializada de Investigação de Fraudes, ocorreu na segunda-feira (27/07/2015).

A abordagem ao caminhão foi próximo à praça da Cemig. De acordo com as investigações, o material seria de Goiás com destino a boutiques e lojas de Belo Horizonte e do interior do Estado. Dentre as peças, estão roupas falsificadas das marcas “Patogê”, “Morena Rosa” e “Calvin Klein”.

 

Segundo o delegado que coordenou as investigações, Cláudio Utsch, ainda está sendo apurado quem são os fabricantes e revendedores das roupas. “As investigações irão comprovar quem são os suspeitos envolvidos no esquema”, disse.

Além do material, um caminhão Mercedes Benz, utilizado no transporte das roupas, também foi apreendido. O motorista do veículo foi ouvido e liberado.

FONTE: R7.


Dupla é presa falsificando bebidas em fábrica clandestina no Caiçara

Eles revendiam produto para boites, bares e restaurantes da capita; fábrica tinha garrafas vazias, selos e rótulos falsificados

Uma quadrilha especializada na venda de bebidas falsificadas para casas noturnas de Belo Horizonte foi presa e apresentada na tarde desta quinta-feira (25) pela Polícia Civil.

A fábrica ficava no bairro Caiçara, região Nordeste de BH e dois homens que trabalhavam falsificando as bebidas foram presos em flagrante.

Eles compravam garrafas e embalagens originais em buffets e as enchiam com bebidas que tinham um valor comercial menor, em seguida, selavam e lacravam as garrafas para revenderem.

Na fábrica, foram apreendidas várias garrafas vazias de whiskies das marcas Johnny Walker Red Label Black e Buchanan’s, bem como garrafas vazias de vodka, também de marcas famosas.

Além disso, foram encontrados selos, tampas, lacres, caixas intactas, funil, cola, garrafas de álcool, essências e garrafas cheias, lacradas e encaixotadas, prontas para serem comercializadas.

A apresentação aconteceu na 5ª Delegacia Especializada em Repressão a Organizações Criminosas (Deroc),  Na operação, que foi realizada na manhã desta quinta-feira (25), policiais civis também fecharam uma fábrica, no bairro Caiçara, na região Noroeste da capital, onde era feita a adulteração.

A dupla vinha sendo investigada há cerca de um mês e, segundo o delegado Daniel Balthazar.

 

FONTE: O Tempo.


O maior caso de falsificação da história do vinho

Seis meses após o início do julgamento que teve Aubert de Villaine (Romanée-Conti), Christophe Roumier (Domaine Roumier) e Laurent Ponsot (Domaine Ponsot), três dos maiores nomes da Borgonha, entre as testemunhas, o indonésio Rudy Kurniawan foi condenado a 10 anos de prisão pela Corte Federal de Nova York. A sentença, divulgada na semana passada, determina o ressarcimento das vítimas em US$ 28,4 milhões. O crime: produzir e vender vinhos falsificados. É o maior caso de falsificação da história do vinho.

‘Dr. Conti’. Kurniawan vendeu até um Clos de la Roche 1929 – o vinho surgiu em 1934

Rudy Kurniawan nasceu em Jacarta em 1976, filho de pais chineses. Em 1995 emigrou para os EUA, onde cursou a Cal State Northridge University. Depois de seis anos pediu asilo político, que foi negado. Indeferidos e esgotados os recursos, está ilegal desde 2003, com ordem de deportação emitida. Sua trajetória no mundo do vinho não é menos turbulenta.

A paixão de Rudy Kurniawan pelos grandes vinhos começou em 2000, quando ele provou o Opus One 1995, vinho mítico de Napa Valley. A partir daí passou a investir para participar de famosas confrarias de vinho da costa oeste norte-americana. Não fazia feio nas degustações, tinha ótima memória olfativa, estudava a fundo o tema e teve o paladar treinado por Paul Wasserman, grande conhecedor de Borgonhas que foi seu sócio em uma loja de vinhos anos depois.

Em 2002, já era um degustador em ascensão meteórica, com acesso a figuras importantes do mercado, como o crítico especializado em Borgonha Allen Meadows (Burghound), e o CEO da casa de leilões Acker, Merrall & Condit, John Kapon.

A partir de 2003, Kurniawan, já conhecido como dr. Conti ou Mr. 47 (referência a Romanée-Conti e à safra de 1947 de Cheval Blanc), promovia degustações inimagináveis, como uma prova com 12 diferentes safras de Petrus, todas anteriores a 1970 e em garrafas magnum (1,5 litro). Num aniversário da mãe, abriu uma garrafa jeroboam (3 litros) do mesmo Petrus. E frequentava degustações em Nova York nas quais os ingressos começavam em US$ 250 mil.

O auge da carreira de Kurniawan foi em 2006, quando seu colega de confraria John Kapon ofertou na Acker dois catálogos com seus vinhos. As coleções chamadas The Cellar I e The Cellar II arrecadaram mais de US$ 35 milhões, alçando a casa de leilões ao posto de no.1 em vinhos. The Cellar II movimentou o maior valor já visto em um leilão de vinhos: mais de US$ 24 milhões. Havia suspeitas em alguns de seus lotes, como as sete magnuns de Château Lafleur 1947 ofertadas em The Cellar II – naquele ano, o château produziu apenas cinco garrafas nesse formato. Para transmitir segurança, o indonésio garantia a recompra de qualquer garrafa questionada.

O sistema de Kurniawan começou a desmoronar em 2008, quando Laurent Ponsot, proprietário da vinícola que leva seu nome, foi alertado de que garrafas muito antigas de seu domaine estariam em um leilão da Acker. A lista tinha surpresas: Clos Saint-Denis entre os anos 1945 e 1971 (o vinho só começou a ser engarrafado em 1985) e Clos de la Roche 1929 (produzido a partir de 1934).

Garrafas falsificadas vendidas por Rudy Kurniawan e apresentadas como evidência no julgamento em que ele foi condenado

Laurent Ponsot pediu a John Kapon que retirasse as garrafas do leilão. Depois de pressionar Kurniawan, recebeu dois números de telefone de Jacarta que seriam do anterior dono das garrafas suspeitas. Os números eram de um shopping e de uma empresa aérea…

A má-fé de Kurniawan havia sido desmascarada. Em 2009, Ponsot, apelidado de “Sherlock Holmes da Borgonha” por Jancis Robinson, voltou a Nova York, dessa vez para se reunir com o FBI e dar início a uma cruzada contra Kurniawan.

Em 8 de março de 2012, James Wynne, agente do FBI especializado em crimes relacionados a objetos de arte, diante da notícia de que Kurniawan tentava leiloar seus vinhos em Londres, pediu sua prisão preventiva. Quando chegou à casa de Kurniawan em Los Angeles para prendê-lo encontrou as provas que precisava: rótulos impressos, cápsulas de chumbo, cera e centenas de rolhas, garrafas e fórmulas anotadas para reproduzir rótulos renomados.

Em sua investigação particular, Laurent Ponsot descobriu que Kurniawan era um dos maiores compradores da maison Patriarche, casa que mantém um dos maiores estoques de Borgonhas antigos. E que sommeliers de restaurantes em que o Kurniawan fazia festas eram orientados a mandar as garrafas vazias para a residência do indonésio.

Após as primeiras suspeitas de falsificação, muitas garrafas consignadas por Kurniawan aos leiloeiros, ou vendidas de forma privada, foram devolvidas, conforme a oferta de recompra. Somente a Acker, Merrall & Condit era credora de mais de US$ 8 milhões. Kurniawan não conseguiu honrar devolver o dinheiro dos compradores e leiloar novas garrafas.
A condenação de Kurniawan foi um baque sem precedentes no mercado de leilão de vinhos raros. As consequências, acredita-se, ainda estão por vir.

Ao ser condenado, restou ao indonésio apenas o consolo de ter vendido a história para a indústria cinematográfica. Os credores agradecem.

Ainda em aberto

1. Como dr. Conti obteve empréstimos, abriu empresas e viajou pelos EUA sendo ilegal no país?

2. Difícil acreditar que uma pessoa sozinha tenha conseguido montar e operar um intrincado esquema de falsificação de vinhos.

3. Como especialistas e imprensa não notaram questões básicas, como se o vinho era produzido no ano da safra à venda em leilão?

4. Ainda existem garrafas falsificadas por aí. Além das leiloadas, muitas foram vendidas por Kurniawan a pessoas não identificadas.

5. Esse foi só o caso mais ilustre de falsificação de vinhos. Sabe-se lá quantos outros surgirão.

 

 

FONTE: Estadão.


Quatro homens foram presos na noite desta sexta-feira (18), no bairro Heliópolis, na região Norte da capital, após serem flagrados tentando vender combustível no lugar de uísque. Os detidos assumiram que misturavam etanol com corante, engarrafava o líquido e vendia como a bebida destilada.

VEJA TAMBÉM: FALSIFICAÇÃO DE CERVEJAS!

Conforme informações do boletim de ocorrência da Polícia Militar (PM), militares observaram um Chevrolet Vectra, de cor verde, na rua Juíz Humberto de Paiva. Ao perceber a presença da PM, os suspeitos ainda tentaram deixar o local, mas foram interceptados.

A polícia apreendeu no porta-malas do veículo 31 garrafas de uísque com rótolos falsificados, além de um galão de etanol, um vidro com o líquido semelhante a corante e vários lacres adesivos das marcas de bebidas que eram falsificadas.

Lucas Adriano da Silva, de 26 anos, Davidson Henrique Basílio, de 27, Pedro Henrique Martins de Jesus, de 19, e Euler Francisco Lopes, de 29, foram detidos em flagrante e confessaram que vendiam a bebida para comerciantes da região.

Segundo a Polícia Militar (PM), foram encontradas no porta-malas do carro, 18 garrafas de whisky Johnnie Walker, quatro garrafas de whisky Ballantines e, ainda, um recipiente contendo 10 litros de etanol, que seria misturado às bebidas e comercializado pela quadrilha. Também foi apreendido um corante que seria utilizado para mudar a coloração do suposto whisky. “O álcool era adicionado na bebida, que era vendida de forma adulterada. O corante era utilizado para esconder a falsificação, depois os lacres eram recolocados”, informou um militar.
Ainda segundo a PM, cada garrafa adulterada era vendida por R$30 a comerciantes da região.

Todos foram levados para  a Central de Flagrantes da Polícia Civil de Belo Horizonte (Ceflan 1)

 

FONTE: O Tempo e Hoje Em Dia.



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