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Caso de leão morto no Zimbábue chama a atenção para situação de felinos pelo mundo.
Em Minas, ativistas defendem a saída de animais de zoológicos e a criação de santuários

Rhana é a única leoa do Zoológico de Belo Horizonte: macho morreu há três meses de insuficiência renal (Beto Novaes/EM/D.A PRESS)

Rhana – a única leoa no Zoo de BH

A morte do leão Cecil no Parque Nacional de Hwange (Zimbábue) sensibilizou pessoas em todo o mundo para a importância de proteger os felinos. Um dos mais famosos leões da África, Cecil foi atraído e morto com flechas e tiros por um dentista norte-americano. Em Minas, onde leões são mantidos em cativeiro em zoológicos, há ativistas contrários à manutenção dos animais nesses espaços e a recente transferência de responsabilidade sobre a fauna da esfera federal para a estadual levanta dúvidas sobre a fiscalização das condições dos felinos.

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Com a promulgação da Lei 4.787/13, que proibiu em Minas a manutenção e a apresentação de animais em espetáculos circenses, os leões foram transferidos para zoológicos. O leão Sansão, último a permanecer em um circo no estado, foi levado para um zoológico no Espírito Santo (veja Como Ficou). Nem o Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Renováveis (Ibama) nem o Instituto Estadual de Florestas (IEF) souberam informar quantos leões há em cativeiro em Minas. Recentemente, houve transferência de responsabilidade de fiscalização e cuidado da fauna em Minas do órgão federal para o estadual.

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Ativistas têm dúvidas sobre as vantagens dessa transferência. “O Ibama tem mais técnicos e competência para tratar de animais exóticos, como o leão”, defende Franklin Oliveira, coordenador do núcleo Fauna e Defesa Nacional, grupo que reúne ONGs defensoras dos direitos dos animais. Oliveira defende que leões não sejam mantidos nem em zoológicos. Para ele, o ideal seria a criação de santuários – ambientes parecidos com o habitat natural dos felinos.

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O comerciante Lauro Palhares se apresenta como o maior criado de leões do Brasil. Ele criou em cativeiro 32 animais. Segundo lembra, o primeiro casal foi comprado de circos. Os outros nasceram e foram criados em sua propriedade particular em Pará de Minas. Sem revelar o quanto gastava para cuidar dos felinos, ele garantiu que era possível graças a parcerias para alimentá-los com granjas da cidade. “Muitos foram vacinados e levados para a África”, diz. Em 2007, Palhares tentou estabelecer uma parceria com a prefeitura da cidade para que sua propriedade fosse transformado em zoológico municipal. Na época, eram 10 felinos. No entanto, sem conseguir recursos, o projeto não foi concluído e os leões que restavam foram recolhidos pelo Ibama.

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A ativista Adriana Araujo, que integra o Movimento Mineiro pelos Direitos Animais, também é contrária à criação dos leões em cativeiros. “Os zoológicos não têm nada de educativos”, critica. Para defender a tese, Adriana lembra que, em 2011, dois leões morreram em Pouso Alegre, no Sul de Minas, vítimas de maus-tratos. Uma das principais articuladoras do movimento em apoio à Lei 4.787/13, Adriana atua para a aprovação no Congresso Nacional do substitutivo ao projeto 7.291/06, que proíbe o emprego de animais da fauna silvestre brasileira e exótica na atividade circense. Atualmente, 14 estados já sancionaram leis proibitivas.

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Solidão Em BH, Simba, uma das maiores atrações do Jardim Zoológico, morreu há três meses de insuficiência renal e deixou a companheira Rhana sozinha. A criançada é a primeira a notar a solidão da leoa, de 10 anos. Ela caminha por toda a extensão da jaula sem ter com quem brincar. O chefe da seção de Veterinária da fundação, Herlandes Tinoco, conta que tentou todos os tratamentos para melhorar o quadro de saúde de Simba, mas o leão não resistiu. “A partir dos 15 anos, os leões já são considerados idosos e sofrem com artrite, insuficiência renal e outros problemas de saúde”, diz. Simba tinha 17. A reportagem entrou em contato com o Ibama, na unidade estadual e Em Brasília, mas não obteve resposta sobre a situação dos leões no estado. O IEF informou que ainda não havia recebido os processos do Ibama, por isso não teria também como informar.

 (Ramon Lisboa/EM/D.A Press %u2013 30/1/12)

Como ficou?

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Sansão, atração de circo

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Animal está em zoo do Espírito Santo

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O leão Sansão, de 8 anos, foi, até o ano passado, a principal atração do Circo D’Toros D’La Paz, que viajava pelo interior de Minas. Devido à sanção da Lei 4.787/13, o felino foi resgatado pelo Ibama. Depois de inúmeras buscas, o órgão encaminhou Sansão para um zoológico particular em Marechal Floriano (ES). O antigo dono de Sansão, Geraldo Ésio de Sousa Lima, de 50, diz que o animal era muito bem tratado em seu circo, mas admite que o felino está em melhores condições no zoo.“Fiquei muito satisfeito com o local onde o Sansão está. Eles me chamaram lá, porque ele estava urrando muito. Expliquei que Sansão só come carne de boi e não pode ser a carne de um dia para o outro”, afirmou.

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FONTE: Estado de Minas.


Porte ilegal de arma leva Arnold Schwazenegger à prisão em BH
Porte ilegal de arma leva Arnold Schwazenegger à prisão em BH
Suspeito, que pensava ser o “Vingador do Futuro”, portava uma pistola 9 mm

Pessoas com nomes de celebridades continuam se metendo em confusão na Grande BH. No final da noite deste domingo, câmeras de olho vivo que ficam na rua Guapé, no bairro Bonfim, região Noroeste de Belo Horizonte, flagraram um homem armado. Uma viatura da Polícia Militar esteve no local e prendeu dois suspeitos, um deles era Arnold Schwazenegger Sales Dias, de 21 anos.

O suspeito, que pensava ser o “Vingador do Futuro”, portava uma pistola 9 mm, e ao perceber a aproximação da polícia tentou fugir junto com o comparsa, pouco menos famoso, Paulo Freitas Viana, de 20 anos. Eles tentaram se esconder na Pedreira Prado Lopes, mas acabaram presos.

Aos policiais eles disseram que precisaram se armar, porque vivem em briga pelo tráfico de drogas na região e o local onde estavam havia sido alvo de disparos de arma de fogo de gangues rivais. Segundo Schwazenegger, a intenção era, assim como o ator nos filmes, proteger os aliados.

Os militares foram até a casa de Paulo e lá encontraram munições de 9mm e um revólver calibre 38 com numeração raspada.

Essa não é a primeira vez que pessoas com nomes famosos são presas na RMBH. No início do ano, três John Lennon’s foram detidos por envolvimento com tráfico de drogas, roubos, assaltos e homicídios. Em maio, um homônimo do craque francês, Michel Platiny, com o sobre nome Silva, foi preso por tráfico de drogas.

Releia as prisões dos Jhon Lennon’s AQUI!

FONTE: Hoje Em Dia.



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