Antequam noveris, a laudando et vituperando abstine. Tutum silentium praemium.

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BAIRRO LETÍCIA

Fábrica clandestina de suplementos alimentares é interditada

Polícia Civil recebeu denúncias de que no local eram fabricados anabolizantes; a indústria foi interditada há seis meses pela Vigilância Sanitária e funcionavam clandestinamente


Trecho da avenida Pedro I será interditado para testes de carga no viaduto Montese

 

Viaduto Montese
O trecho da avenida Pedro I, entre a rua Monte Castelo e avenida João Samaha, em Belo Horizonte, em ambos os sentidos, será interditado das 5h deste domingo (16) até às 5h de segunda-feira (17). Conforme a prefeitura de Belo Horizonte, a interdição ocorrerá em virtude dos testes de carga que serão realizados no viaduto Montese (localizado sobre a avenida Pedro I, na rua Montese).
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Agentes da BHTrans vão orientar os motoristas sobre o trânsito no local e haverá faixas de pano com indicações de desvios. Para a segurança de todos, a BHTrans recomenda que os motoristas redobrem a atenção, respeitem a sinalização e as orientações dos agentes.
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Desvios
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Sentido Centro/Bairro: …Avenida Dom Pedro I, Rua Sãozinha Baggio Coutinho, Rua Hermínio Guerra, Rua Monte Castelo, Rua Eng. Vicente Assunção, Rua Honorina Esteves Gianetti, Rua Desembargador Milton dos Reis, Avenida Dom Pedro I…
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Sentido Bairro/Centro: …Avenida Dom Pedro I, Rua João Samaha, Rua Doutor Álvaro Camargos, Rua Ramalho Ortigão, Rua Monte Cassino, Avenida Dom Pedro I…
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Transporte coletivo
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Devido a esta interdição, as linhas 63, 64, 6350, 8550, 617, 717, 719, 644, S70 seguirão os desvios abaixo:
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Sentido Centro/Bairro: …, Av. Dom Pedro I, Rua Sãozinha Baggio Coutinho, Rua Hermírio Guerra (à esquerda), Rua Monte Castelo (à esquerda), Rua Engenheiro Vicente Assunção (à direita), Rua Honorina Esteves Gianetti (à esquerda), Rua Desembargador Milton Reis (à esquerda), Av. Dom Pedro I, …
Sentido Bairro/Centro: …, Av. Dom Pedro I, Av. João Samaha, Rua Nova (à esquerda), Av. Dr. Álvaro Camargos (à direita), Rua Ramalho Ortigão (à esquerda), Rua Monte Cassino (à esquerda), Av. Dom Pedro I.
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O Viaduto Montese, no Bairro Itapoã, na Região da Pampulha, vai passar por testes de carga neste domingo. A Avenida Pedro I, entre a rua que tem o mesmo nome do elevado e a Avenida João Samaha, vai ficar interditada nos dois sentidos, das 5h de amanhã até as 5h de segunda-feira. Em fevereiro, o viaduto sofreu um deslocamento lateral de 27 centímetros, ainda durante a construção, e precisou ser escorado. Depois de concluído, o elevado permaneceu interditado. A estrutura foi erguida pela Construtora Cowan, responsável também pela obra do Viaduto Batalha dos Guararapes, na mesma avenida, que por causa de um erro estrutural desabou em 3 de julho, durante a Copa do Mundo, matando duas pessoas e ferindo 23. 
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Segundo a BHTrans, agentes de trânsito vão orientar os motoristas sobre o trânsito no local e haverá faixas de pano com indicações de desvios. Para a segurança de todos, a empersa recomenda que os condutores redobrem a atenção, respeitem a sinalização e as orientações dos agentes.
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Os motoristas que trafegam sentido Centro/bairro devem entrar na Avenida Pedro I, virar na Rua Sãozinha Baggio Coutinho e seguir pelas ruas Hermínio Guerra, Monte Castelo, Engenheiro Vicente Assunção, Honorina Esteves Gianetti, Desembargador Milton dos Reis e seguir adiante pela própria Pedro I. No sentido bairro/Centro, entrar na Pedro I pegar a Avenida João Samaha e ruas Doutor Álvaro Camargos, Ramalho Ortigão, Monte Cassino e Avenida Pedro I.
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Os ônibus terão itinerários mudados. As linhas 63, 64, 6350, 8550, 617, 717, 719, 644, S70 farão, no sentido Centro/bairro, trajeto pela Avenida Pedro I e ruas Sãozinha Baggio Coutinho, Hermírio Guerra (à esquerda), Monte Castelo (à esquerda), Engenheiro Vicente Assunção (à direita), Honorina Esteves Gianetti (à esquerda), Desembargador Milton Reis (à esquerda) e Pedro I novamente. No sentido Bairro/Centro: Pedro I, Avenida João Samaha, Rua Nova (à esquerda), Doutor Álvaro Camargos (à direita), Ramalho Ortigão (à esquerda), Monte Cassino (à esquerda) e Avenida Pedro I.
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FONTE: Hoje Em Dia e Estado de Minas.

 

 


Burocracia fecha trilha
Parque
Caminhada ecológica será suspensa dia 31 e toda a área pode ser fechada a visitantes, sem data prevista para reabertura, por falta de contrato com empresa de manutenção

Portaria pode ser lacrada

Marcos, Thales e Iago criticam a forma da transição administrativa



Depois de duas décadas de espera e menos de dois anos de funcionamento, a trilha do Parque Serra do Curral, no Bairro Mangabeiras, na Região Centro-Sul de Belo Horizonte, será fechada por tempo indeterminado a partir de agosto. A caminhada, que exige marcação prévia, está sendo oferecida apenas até o dia 31, quando se encerra o contrato de prestação de serviços da empresa responsável pela manutenção e pelos monitores. Ainda não há outra contratada e, se o problema não for resolvido até o fim do mês, toda a área corre o risco de ser fechada a visitantes. 

A Fundação de Parques Municipais informa que recebeu o comunicado de que a empresa não se interessa pela renovação do contrato no dia 12. Acrescenta que um novo processo de licitação está em andamento, mas sem prazo de conclusão, e se a concorrência pública não for encerrada até o dia 31, a fundação vai decidir se manterá o parque aberto. 
A área de cerca de 400 mil metros quadrados – cuja média de visitantes é de 3 mil por mês – tem uma trilha de cerca de 2,3 mil metros de extensão, chamada de Travessia da Serra, que acompanha toda a crista da montanha, tombada como patrimônio histórico. Com grupos de no máximo 10 pessoas e marcação prévia de visita feita no site do parque (www.parqueserradocurral.com.br), o caminho só pode ser percorrido com o acompanhamento de monitores. A trilha está parcialmente fechada desde o início do ano passado, por causa do risco de desmoronamento no fim do percurso, quase chegando ao Parque das Mangabeiras. 

O servidor público Rodrigo André de Almeida, de 31, esteve no parque ontem e lamentou a notícia. A intenção era fazer a trilha, mas chegou depois que o grupo do qual faria parte já havia saído. Ele vai entrar de férias nos próximos dias e quando voltar a BH a caminhada não estará disponível. “Tem que haver planejamento. Isso não é desculpa. As pessoas têm mania de pôr a culpa na burocracia, que sempre existiu e continuará a existir. A melhor maneira de isso não ocorrer é fazer uma provisão.”

O protético Marcos Rodrigues, de 49, fez a caminhada na companhia de dois dos amigos Thales Sena, de 22, e Iago César, de 21. “Foi ótimo e encantador, pena que não podemos ir a té o fim da trilha”, disse. Sobre o fechamento do parque, ele defende outra opção: “Deveria ser feita a troca de pessoal com uma transição. É um absurdo ser dessa forma.”

A belga Sophie Delvaux, de 30, também esteve no Parque Serra do Curral pela primeira vez. Há cinco anos sem vir a BH, onde morou por um ano, ela se encantou com a novidade. Funcionária pública, ela tinha a intenção de fazer uma caminhada simples, mas quando soube que poderia ir além não teve dúvida para se inscrever e acompanhar o grupo. “Há 10 anos, meus amigos vinham à Serra do Curral, mas não havia essa estrutura. Será uma pena se não reabrir.”

O Estado de Minas procurou a empresa BH Forte, por telefone, mas ninguém atendeu as ligações.

FENDA O fechamento parcial da Travessia da Serra ocorreu no início do ano passado, quando houve o alargamento de uma fenda na encosta da Serra do Curral e o deslizamento de terra na área próxima à cava de mineração desativada, situada atrás do maciço. Estimada em R$ 150 milhões – mais de 60 vezes o valor gasto para construir o parque –, a obra de contenção da encosta e recuperação ambiental da Mina de Águas Claras é custeada pela mineradora Vale e tem previsão de conclusão em 2017.

A antiga cava foi desativada em 2002 e dela foram retiradas 300 milhões de toneladas de minério de ferro. O risco geológico levou à interdição de dois dos 10 mirantes do percurso Travessia da Serra, principal atração do parque. Antes, os visitantes podiam cruzar a montanha de ponta a ponta, da Praça Estado de Israel ao Parque das Mangabeiras.

FONTE: Estado de Minas.


BR-381 será interditada para instalação de equipamento em Sabará

BR-381, em Sabará, poderá ficar congestionada nesta terça (15) e quarta (16)
BR-381, em Sabará, poderá ficar congestionada nesta terça (15) e quarta (16)
A BR-381, na altura do km 443, em Sabará, região Metropolitana de Belo Horizonte, será interditada parcialmente, a partir desta terça-feira (15). Serão instalados contadores de tráfego no local pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit). A operação tem previsão para durar 48 horas, terminando, assim, na quarta-feira (16).
De acordo com o Dnit, os contadores de tráfego são sensores usados para reconhecer o tipo e fazer a pesagem dos veículos em movimento. Com a implantação dos equipamentos, os veículos não vão mais, então, precisar parar para fazer a pesagem. Durante a colocação dos equipamentos, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) irá fazer a operação “pare e siga” nos dois sentidos da via.
A ação faz parte do Plano Nacional de Contagem de Tráfego (PNCT) que já acontece em várias rodovias brasileiras, conforme informações do Dnit. Os aparelhos ficaram instalados por três anos e contribuem para traçar um perfil dos veículos que usam a malha rodoviária brasileira. Segundo o Dnit, a partir das informações colhidas pelos sensores, será possível planejar ações para serem colocadas em prática futuramente.

FONTE: Hoje Em Dia.


Churrascaria é reaberta após cumprir exigências de funcionamento em BH

Local havia sido interditado por não se adequar a normas de limpeza.
Desinterdição foi possível após atendimento às regras.

 

Cavalete impedia entrada de clientes, que foram surpreendidos pela interdição do Raja Grill. (Foto: Pedro Triginelli/ G1)Fachada da Churrascaria Raja Grill durante a interdição

A Churrascaria Raja Grill, localizada no bairro São Bento, em Belo Horizonte, foi reaberta ao público nessta quinta-feira (20) após ficar um dia interditada pela Vigilância Sanitária Municipal. Na interdição, a vigilância alegou “condições inadequadas de limpeza”.

O tradicional restaurante, localizado na Avenida Raja Gabaglia, foi interditado nesta quarta e a placa que informava o fechamento estava atrás de uma coluna de madeira, pouco visível. Um cavalete impedia a entrada de clientes.

Segundo o órgão da Prefeitura de Belo Horizonte, uma vistoria realizada nesta quinta-feira (20) verificou que o estabelecimento atendeu às normas de funcionamento.


Padaria Vianney é reaberta após nova vistoria da Vigilância Sanitária

Uma nova vistoria foi feita pela vigilância na manhã desta segunda-feira (17) e os técnicos constataram que os problemas de higiene e estruturais que levaram a interdição do estabelecimento foram sanados

Cidades - Belo Horizonte, Mg. Suspeita de que a  padaria Vianney teria sido fechada pela vigilancia sanitaria. Fotos: Leo Fontes / O Tempo - 13.3.14

A tradicional padaria Vianney, no bairro Funcionários, região Centro-Sul de Belo Horizonte, que estava fechada desde a última quinta-feira (13), foi reaberta nesta segunda-feira (17). O estabelecimento foi fechado pela Vigilância Sanitária por falta de higiene no local de manipulação dos alimentos e no maquinário, pacotes de leite com validade vencida e má conservação de alimentos.

De acordo com a assessoria de imprensa da prefeitura, uma nova vistoria foi feita pela vigilância na manhã desta segunda-feira e constatou que os problemas de higiene  e estruturais que levaram à interdição foram sanados.Por meio de nota, a assessoria de imprensa da padaria informou que “sempre respeitou as normas de produção e comércio de alimentos e está ainda mais atenta às exigências fiscais.” A nota afirma, ainda, que a padaria reconhece as necessidades de melhorias constantes e que continuará a realizá-las para satisfazer os clientes e funcionários.

A prefeitura informou que a fiscalização que interditou a padaria na última quinta-feira (13) foi feita após uma denúncia anônima, que as vistorias são feitas de forma preventiva e as denúncias podem ser feitas por meio do telefone 156 da prefeitura.

A assessoria de imprensa da vigilância informou que a padaria já tinha sido interditada em 2007 por causa de falta de higiene e acondicionamento de alimentos. Dois anos depois, em 2009, o espaço também recebeu auto de infração.

A padaria existe desde 1988 e sempre funcionou na rua dos Aimorés em diversos pontos. O estabelecimento oferece serviços de café da manhã, almoço, delivery e realiza festa e eventos.

FONTE: O Tempo.


Polícia Federal investiga possível esquema fraudulento na Universidade Gama Filho

  • Advogado da família Gama Filho propôs criar e presidiu o Grupo Galileo

gama filho 3

RIO – O descredenciamento da Universidade Gama Filho (UGF) e da UniverCidade pelo MEC, na última segunda-feira, pode acabar revelando um possível esquema de venda fraudulenta de duas instituições sem fins lucrativos, que só agora começa a ser investigado pela Polícia Federal. Com o argumento de que a marca Gama Filho é que estava sendo negociada pela família de mesmo nome — já que, por ser uma entidade filantrópica, não poderia ser vendida —, foi criado, em dezembro de 2010, o Grupo Galileo Educacional, que seria o salvador de uma instituição afogada em dívidas que chegam hoje a R$ 900 milhões. O plano, engendrado pelo próprio advogado da família e primeiro presidente do Galileo, Márcio André Mendes da Costa, consistiu na emissão de cem debêntures (títulos da dívida) simples, no total de R$ 100 milhões. A garantia desses papéis eram as mensalidades do curso de medicina, o mais rentável da UGF. Essa operação mexeu com o futuro de 9.500 alunos.

Além da família Gama Filho, do ex-controlador da UniverCidade Ronald Levinsohn — por trás da bancarrota da Delfin Crédito Imobiliário, em 1983 — e de Márcio André, desconhecido no meio educacional, surge na negociação, em outubro de 2012, o pastor da Aliança Mundial Batista, o reverendo Adenor Gonçalves dos Santos. Este, na última sexta-feira, entrou com uma ação contra os ex-sócios do Galileo e os ex-donos da Gama Filho, a fim de anular as debêntures e reaver o que a família teria recebido indevidamente e não aplicado nas universidades, no total de quase R$ 20 milhões. Esse valor seria uma espécie de indenização pelos serviços prestados pela família Gama Filho. Na petição, a defesa de Adenor alega que todos os personagens formam uma família digna da saga “Poderoso chefão”.

— A negociação foi absolutamente ilegal por envolver a mantença (manutenção) de uma entidade filantrópica. Considero o recebimento da indenização pela família Gama Filho um enriquecimento ilícito — disse o advogado de Adenor, Manoel Messias Peixinho, que abriu a ação citando uma frase de Don Vito Corleone: “Vou fazer-lhe uma oferta que você não pode recusar”.

No último dia 15, o Ministério Público Federal pediu à PF que investigasse o Grupo Galileo, para saber se houve gestão fraudulenta e lavagem de dinheiro durante e após a transferência do controle de UGF e UniverCidade.

Para o MEC, toda a transação foi legal. Mas salta aos olhos o fato de que o servidor responsável pela transferência da mantença seja o mesmo que acaba de descredenciar as duas universidades: o secretário de Regulação e Supervisão da Educação Superior, Jorge Messias. Por e-mail, a assessoria do ministério explicou que “o papel do MEC nesse processo de transferência limitou-se a receber a documentação apresentada em conjunto pelos requerentes, analisar os requisitos legalmente estabelecidos e efetuar o devido registro no cadastro e-MEC, não tendo qualquer ingerência ou participação na escolha ou negociação da propriedade da mantença das instituições”. O GLOBO requisitou os documentos de comprovação de regularidade fiscal, além da demonstração de que os excedentes financeiros foram aplicados na universidade, mas o MEC se negou a fornecê-los.

Fundos estatais na operação

Outro fato que chama atenção na emissão das debêntures é que os fundos de pensão dos Correios (Postalis) e da Petrobras (Petros) adquiriram 97% dos R$ 100 milhões em títulos. Ou seja, há a possibilidade de dinheiro público ter sido usado numa transação suspeita. Os demais 3% ficaram com o Banco Mercantil do Brasil S.A., que comandou a operação. Debêntures são títulos da dívida, e seus compradores se tornam credores da empresa emissora. A ação impetrada pelo pastor tramita na 3ª Vara Cível do Tribunal de Justiça.

O diretor financeiro da Postalis na época era Adilson Florêncio da Costa, indicado para o cargo pelo PMDB. Menos de dois anos depois da operação, ele integrou a diretoria do Grupo Galileo, que recebera os recursos.

Segundo o atual presidente do Galileo, Alex Porto, Adenor foi pouco diligente ao adquirir o controle acionário da empresa, em outubro de 2012:

— Ele não tinha ideia da situação delicada que atravessavam as universidades. Ele nem sabia das debêntures. Ele se interessou pelo negócio porque queria empreender na área de educação. Havia o valor da marca Gama Filho. No entender do pastor, o dinheiro das mensalidades e o investimento com aportes pessoais seriam suficientes para recuperar as duas universidades. Para piorar, o hospital da Gama Filho, na Barra, não era credenciado pelo SUS. Na formação dos alunos, essa experiência é imprescindível, e o pastor tem sociedade na Organização Social Ação Medvida.

A instituição fundada por Adenor não foi aceita pela Secretaria estadual de Saúde e, em novembro de 2012, teve seu contrato com a prefeitura de Maricá rescindido. O pastor também figura como réu em pelo menos 41 processos. Segundo Alex Porto, isso é comum no meio empresarial.

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FONTE: O Globo.



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