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Chuva forte provoca alagamentos, deixa motoristas ilhados e arrasta carros em BH

O Rio Cachoeirinha transbordou, inundou a via e arrastou carros. Na Avenida Cristiano Machado também teve alagamentos e uma viatura do Samu ilhada


 


 

Uma chuva forte provocou inundações, arrastou carros e deixou motoristas em pânico, na tarde deste sábado em Belo Horizonte. A Região Nordeste da capital foi a mais atingida. O Rio Cachoeirinha transbordou, arrastou carros e alagou vários estabelecimentos comerciais na Avenida Bernardo Vasconcelos.

Na Avenida Cristiano Machado também teve vários pontos de alagamentos. Na altura do Bairro São  Gabriel, a água tomou conta da pista, deixou pessoas ilhadas na Estação de metrô e impediu que os ônibus do Move deixassem a estação. Logo à frente, próximo ao Minas Shopping, também teve inundação. Carros ficaram com água quase até o teto. No Bairro Cidade Nova, uma viatura do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) ficou ilhada.

O sinal do temporal que atingiu a cidade começou por volta das 15h, quando nuvens escuras cobriram a capital e até postes de iluminação das ruas foram ligados.

O Institudo PucMinas/Tempo Clima já havia alertado nessa sexta-feira (23), que os mineiros deviam se preparar para chuva neste fim de semana. A frente fria que atua no estado desde o início da semana vai continuar deixando o tempo instável. Pancadas de chuva estão previstas para este sábado e domingo e o céu permanecerá nublado em todo o estado, de acordo com o instituto.

A instabilidade se estende ao início da próxima semana, também com previsão de precipitações. Na Região Metropolitana de Belo Horizonte, as temperaturas variam entre 17 e 26 graus e a umidade relativa do ar fica em torno de 65% durante o fim de semana.

Grande BH

Em Betim, na Grande BH, a chuva forte fez com que pessoas ficassem alagadas com a repentina elevação das águas de enxurradas e de córregos. Só o Corpo de Bombeiros chegou a registrar 17 chamadas relativas a pessoas cercadas pela água. Contudo, tão rápido quanto o nível d’água subiu, ele desceu e não foi preciso resgatar nenhuma dessas pessoas.
Em Nova Lima e na região do condomínio Alpha Ville, no caminho para Ouro Preto, a chuva forte obrigou os motoristas das BRs 040 e 356 a reduzir sua velocidade e conduzir os veículos com cuidados redobrados.

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FONTE: Estado de Minas.


Chuva forte atinge Belo Horizonte e Região nesta terça-feira

Av. Vilarinho ficou alagada e pessoas ilhadas sobre carros, diz Defesa Civil.
Órgão emitiu alerta para chuvas até a manhã desta quarta-feira.

Chuva alagou a Avenida Vilarinho, em Belo Horizonte, no início da noite desta terça-feira em Belo Horizonte (Foto: Fabiana Cortes Oliveira/ Arquivo Pessoal)
Chuva alagou a Avenida Vilarinho, em Belo Horizonte, no início da noite desta terça-feira em Belo Horizonte

Belo Horizonte e cidades da Região Metropolitana foram atingidas por uma forte chuva no fim da tarde e noite desta terça-feira (27). A região mais afetada foi a de Venda Nova, segundo a Defesa Civil da capital mineira.

Segundo o meteorologista Arthur Chaves, da Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig), a média de chuva em outubro, em Belo Horizonte, é de 141 milímetros. O volume registrado na Região de Venda Nova é de cerca de 40 por cento do esperado.

Os militares também receberam um chamado sobre uma casa alagada no bairro Céu Azul, na Região da Pampulha. No local, uma mulher de 68 anos foi resgatada e uma criança, segundo os bombeiros.

A Defesa Civil emitiu um alerta para chuvas localizadas com raios e rajadas vento previstos para até a manhã desta quarta-feira (28). Ainda de acordo com o órgão, pode chover de 20 a 40 milímetros neste período.

A chuva atingiu vários outros pontos da capital, deixando o trânsito ruim na volta para a casa. Segundo a Defesa Civil, choveu 35,6 mm na Região da Pampulha, 24,2mm na Nordeste e 16mm na Leste.

Recordes de temperatura

Belo Horizonte teve dias de muito calor nas últimas semanas. Dois recordes de temperatura nos últimos 105 anos foram quebrados. No dia 22, a temperatura registrada foi de 33,7°C segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). No mesmo dia, houve queda de Granizo.

Anteriormente, no dia 16, os termômetros chegaram a 37,4°C. Neste dia, a umidade chegou a níveis semelhantes ao Deserto do Saara: 12%. O recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) é 60%.

FONTE: G1.


 

Temporal transborda córregos, alaga aeroporto e provoca o caos em BHNa Avenida Bernardo Vasconcelos, a enxurrada arrastou carros e a água invadiu casas e comércios. Pelo menos outros três pontos da cidade ficaram alagados

 

 

Carros foram arrastados pela enxurrada na Avenida Bernardo Vasconcelos (Josiane Melgaço)
Carros foram arrastados pela enxurrada na Avenida Bernardo Vasconcelos


A chuva que caiu nesta quarta-feira em Belo Horizontes e região metropolitana já causa transtornos para moradores. Vários pontos da cidade estão alagados por causa de córregos que transbordaram. Carros foram arrastados pela enxurrada, mas ainda não há informações sobre feridos. O Aeroporto da Pampulha também alagou. Foram registrados acidentes e o trânsito é lento na capital mineira. 


A chuva começou por volta das 17h. A situação mais complicada é na Avenida Bernardo Vasconcelos. O Córrego Cachoeirinha transbordou e arrastou veículos no Bairro Ipiranga, na Região Nordeste de Belo Horizonte. O Corpo de Bombeiros foi acionado e não soube precisar se havia pessoas dentro dos carros. 


Vários comerciantes e moradores tiveram prejuízos. “A água começou a subir às 17h25 e chegou a avançar uns 50 centímetros para dentro da minha loja. Ainda está alagando toda a pista e o canteiro, não passa nada. Como isso já aconteceu outras vezes, guardei todo o material nos fundos, para evitar prejuízos”, relata o proprietário de uma loja de ar-condicionado automotivo, Ronaldo Francisco Campos.

“A situação ficou feia por aqui. A água chegou a subir um metro e quebrou várias chapas de mármore e granito que tinha aqui, um prejuízo de pelo menos R$ 25 mil”, afirma o empresário Lourival Augusto Soares, proprietário de uma marmoraria na avenida. “Todo ano é a mesma coisa. A gente vê o tempo fechar e já corre para a porta da loja para vigiar o leito do rio”, diz Lourival, que diz ter visto pelo menos três carros sendo arrastados pela enxurrada no fim da tarde desta quarta-feira.

Congestionamento na Avenida Raja Gabáglia (Alessandro Lê-lê)
Congestionamento na Avenida Raja Gabáglia

No cruzamento entre as avenidas Amazonas e Francisco Sá, no Bairro Gutierrez o alagamento chegou a impedir que pedestres atravessassem a rua. “As pessoas ficaram ilhadas e muitos carros não conseguiram seguir pela Amazonas”, afirma Swerda Barcelos, funcionária de uma concessionária no local.

Segundo ela, o ponto sempre sofre com os alagamentos nas chuvas, mas a enxurrada desta quarta-feira foi a pior do ano. “Esta esquina costuma alagar sempre, mas desta forma não. Agora mesmo temos um caminhão parado na Francisco Sá e interrompendo o trânsito”, diz Swerda. “Ele parou e não consegue mais subir.”

A mesma situação aconteceu em outros dois pontos da capital. Na Rua Itabira, no cruzamento com Rua Ponte Nova, um carro foi arrastado. Já na Avenida Antônio Carlos, um micro-ônibus também foi levado pelas águas. Os bombeiros não sabem se há vítimas. Ambas as ocorrêncas foram no Bairro Lagoinha. 

O KM 12 da rodovia MG-020, no sentido Santa Luzia/BH, próximo ao Bairro Ribeiro de Abreu, Região Nordeste da capital, foi completamente tomado pela enxurrada e os motoristas não se arriscaram a atravessar. Com isso, o trânsito no local ficou complicado e a fila de carros, ônibus e caminhões é de aproximadamente dois quilômetros.
Ainda no Bairro Ribeiro de Abreu, o Ribeirão do Onça transbordou e várias casas na Rua Antônio Ribeiro de Abreu foram alagadas. O trânsito no local também ficou prejudicado. 

Motociclistas tiveram coragem de passar pelo alagamento na Avenida Cristiano Machado (Tamara Santos)
Motociclistas tiveram coragem de passar pelo alagamento na Avenida Cristiano Machado



Estragos no Aeroporto da Pampulha (Reprodução/WhatsApp)
Estragos no Aeroporto da Pampulha

Aeroporto

No Aeroporto Carlos Drummond de Andrade, na Pampulha, a água invadiu o saguão do terminal, o que causou transtornos. Por meio do twitter, o internauta Victor Marcondes contou a situação. “Chuva forte em BH. Acabamos de ser removidos para o segundo piso do aeroporto da Pampulha por, literalmente, alagamento do aeroporto!!!”, disse. 

A Coordenadoria Municipal de Defesa Civil (Comdec) já havia emitido um alerta para a possibilidade de chuva forte nesta quarta-feira. O aviso vale até a 0h de quinta-feira. A previsão é de pancadas de chuva com acumulado de 20 a 30 milímetros de água. 

Queda de árvores e acidentes


O Corpo de Bombeiros registrou duas quedas de árvores devido a forte chuva que atingiu a capital. Uma das plantas caiu em um carro na Rua São Marcos, Bairro Sagrada Família, Região Leste de Belo Horizonte, e outra na Rua Oeste, Bairro Prado. Militares foram deslocados aos locais para retirar os troncos e os galhos que ficaram espalhados pela rua. Nos dois casos, ninguém ficou ferido.

Na Avenida do Contorno, próximo ao Viaduto Leste, uma mulher ficou ferida após um acidente envolvendo uma motocicleta. Ela estava na garupa do veículo, quando o condutor se desequilibrou com a forte correnteza que estava na via. De acordo com o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), a vítima foi encaminhada para o Hospital João XXIII consciente, mas se queixando de dores no fêmur esquerdo. A BHTrans informou que o trânsito é intenso na região.

 

Chuva do mês inteiro em uma horaTemporal atinge BH e paralisa a cidade: ruas ficaram alagadas, carros foram arrastados, o Córrego Cachoeirinha transbordou e o saguão do aeroporto da Pampulha ficou debaixo dágua



Rua Borba Gato, no Bairro Lagoinha, foi um dos 41 pontos de alagamento registrados pela Defesa Civil (Gladyston Rodrigues/EM/D.A Press )
Rua Borba Gato, no Bairro Lagoinha, foi um dos 41 pontos de alagamento registrados pela Defesa Civil



No primeiro temporal do ano da Região Metropolitana de Belo Horizonte, despencou quase a totalidade do volume de água previsto para o mês inteiro. Em uma hora de tempestade, aproximadamente entre 17h e 18h de ontem, a meteorologia registrou a queda de 55 milímetros de água, contra os 61 mm previstos para todo o mês de abril. Foi o bastante para alagar vários pontos da cidade e arrastar carros ao longo da Avenida Bernardo Vasconcelos, no Bairro Ipiranga, na Região Nordeste da capital. As regiões Norte e Nordeste da capital mineira foram as mais afetadas. Segundo balanço do Corpo de Bombeiros, foram 11 pessoas presas em veículos e, para a Defesa Civil, foram 41 pontos alagados.

O Aeroporto Carlos Drummond de Andrade, na Pampulha, teve o saguão totalmente alagado. Por volta das 17h30, passageiros que estavam no primeiro andar, subindo nas cadeiras para fugir das águas, foram transferidos para o segundo andar do terminal. Segundo a Infraero, a água subiu 1 metro e nenhum voo precisou ser cancelado. Por meio do Twitter, o internauta Victor Marcondes contou a situação. “Chuva forte em BH. Acabamos de ser removidos para o segundo piso do aeroporto da Pampulha por, literalmente, alagamento do aeroporto”, disse. 

Na Avenida Bernardo Vasconcelos, diversos comerciantes e moradores do Bairro Ipiranga tiveram prejuízos. O córrego Cachoeirinha não suportou o volume de chuva e transbordou. A enxurrada levou tudo o que havia pela frente. “A água começou a subir às 17h25 e chegou a avançar uns 50 centímetros para dentro da minha loja. Ainda está alagando toda a pista e o canteiro. Como isso já aconteceu outras vezes, guardei todo o material nos fundos para evitar prejuízos”, relata o proprietário de uma loja de ar-condicionado automotivo, Ronaldo Francisco Campos.

“A situação ficou feia. A água chegou a subir um metro e quebrou várias chapas de mármore e granito que tinha aqui, um prejuízo de pelo menos R$ 25 mil”, afirma o empresário Lourival Augusto Soares, proprietário de uma marmoraria na avenida. “Todo ano é a mesma coisa. A gente vê o tempo fechar e já corre para a porta da loja para vigiar o leito do rio”, diz Lourival, que diz ter visto pelo menos três carros sendo arrastados pela enxurrada no fim da tarde de ontem.

CONGESTIONAMENTO O trânsito ficou complicado na Avenida Francisco Sá, no Prado, Região Oeste de BH. O nível da água subiu e uma van e um caminhão que passavam pela via estragaram, atrapalhando a passagem de carros no quarteirão próximo à Avenida Amazonas. De acordo com um funcionário da padaria Tempão Dionísio Figueiredo, a enxurrada foi forte na rua. “Foram cerca de 40 minutos de chuva forte. Não houve prejuízos como de outras vezes, mas o clima foi de alerta e o trânsito ficou inoperante”, disse.

A mesma situação aconteceu em outros dois bairros da capital. Na Rua Itabira, no cruzamento com Rua Ponte Nova, um carro foi arrastado. Já na Avenida Antônio Carlos, um microônibus também foi levado pelas águas. O KM 12 da rodovia MG-020, no sentido Santa Luzia/BH, próximo ao Bairro Ribeiro de Abreu, Região Nordeste da capital, foi completamente tomado pela enxurrada e os motoristas não se arriscaram a atravessar. Com isso, o trânsito no local ficou complicado e a fila de carros, ônibus e caminhões era de aproximadamente dois quilômetros. Ainda no Bairro Ribeiro de Abreu, o Ribeirão do Onça transbordou e várias casas na Rua Antônio Ribeiro de Abreu foram alagadas. O trânsito no local também ficou prejudicado.

O Corpo de Bombeiros registrou duas quedas de árvores. Uma das plantas caiu em um carro na Rua São Marcos, Bairro Sagrada Família, Região Leste de Belo Horizonte, e outra na Rua Oeste, Bairro Prado. Militares foram deslocados para retirar os troncos e os galhos que ficaram espalhados pela rua. Em ambos os casos ninguém

ACIDENTE Na Avenida do Contorno, próximo ao Viaduto Leste, uma mulher ficou ferida ao cair da garupa de uma moto. O condutor se desequilibrou com a forte correnteza. A probabilidade de chover hoje na capital é menor, segundo o meteorologista do MG Tempo Ruibran dos Reis. “Foi uma chuva de verão, só que fora de época, no outono. Veio para encerrar a estação de chuvas.” As altas temperaturas permanecem até o fim de semana. Ontem, BH registrou 29,1 °C que, devido à umidade acentuada, chegou a 33°C.

FONTE: Estado de Minas.

Chuva alaga parte do Pronto-Socorro João XXIII e prejudica atendimento de urgênciaSala de raio-X e tomografia, de reanimação e corredores foram atingido pela água. Problema pode ter sido causado pela incapacidade de escoamento das calhas

 

 

 

A sala de raio-X e de tomografia foi tomada pela água após a chuva em BH
A sala de raio-X e de tomografia foi tomada pela água após a chuva em BH


Parte do Hospital de Pronto-Socorro João XXIII, em Belo Horizonte, ficou alagada após a chuva que caiu no início da noite desta terça-feira na capital. Por causa de infiltrações no telhado, a água invadiu vários setores do HPS. Na sala de raio-X e de tomografia, no primeiro andar, um grande volume de água atingiu vários aparelhos usados para realização de exames. Segundo informações de funcionários do hospital que pediram anonimato, alguns aparelhos foram danificados e o atendimento de urgência a pacientes foi prejudicado. Um vídeo feito por uma fonte do jornalmostra o momento em que o local foi tomado pela água.

 
 

 

A chuva também provocou estragos na sala de reanimação, onde parte do teto caiu. O vazamento de água ocorreu ainda em alguns corredores e na sala de observação, segundo informou a fonte dentro do hospital. Funcionários do HPS disseram que o problema foi causado pelo acúmulo de folhas nas calhas, que impediu o escoamento da água. Com isso, ela ficou acumulada e vazou para vários setores do HPS.

A reportagem esteve na porta do HPS no fim da noite dessa terça-feira e constatou que pacientes não estavam sendo recebidos na unidade. As viaturas que chegavam ao local eram orientadas a seguir para a Unidade de Pronto-Antendimento (UPA) Centro ou para o Hospital Municipal Odilon Behrens, já que não era possível realizar exames de raio-X. A reportagem também recebeu informações de que funcionários da portaria foram acionados para desobstruir as calhas.

A assessoria de imprensa do HPS confirmou o incidente e disse que está apurando o que provocou o vazamento. Ainda segundo o hospital, o problema afetou somente a sala de raio-X e de tomografia, e foi contornado após ação da equipe de engenharia da unidade. A assessoria afirma também que o atendimento a pacientes não chegou a ser interrompido.


A chuva na noite dessa terça-feira não trouxe problemas somente parao HPS. O prédio do Serviço de Urgência Psiquiátrica da Santa Casa, na Região Hospitalar, também inundou.

ESTRAGOS »Chuva provoca transtornos em BHCarros foram arrastados e famílias ficaram desalojadas perto do Anel. Vazamento na urgência do HPS prejudicou pacientes

 

Rua São Gregório, no São Gabriel, ficou debaixo d`água. Moradores dizem que lixo impede escoamento (Marcos Michelin/EM/D.A Press)
Rua São Gregório, no São Gabriel, ficou debaixo d`água. Moradores dizem que lixo impede escoamento



A chuva de ontem à noite em Belo Horizonte causou alagamentos, deixando pelo menos oito famílias desalojadas e carros foram arrastados pelas enchentes. Houve queda de árvores e faltou energia elétrica em vários pontos da cidade e, na área central, o trânsito ficou praticamente parado, com semáforos desligados. Até o fim da noite, o Corpo de Bombeiros não tinha um balanço dos estragos. No Hospital de Pronto-Socorro João XXIII, parte do teto da sala de raio-X caiu e o espaço ficou alagado. Outros vazamentos prejudicaram o atendimento na área de urgência. 

Na Rua São Gregório, no Bairro São Gabriel, Região Nordeste da capital, famílias tiveram que abandonar suas casas depois que a água subiu cerca de um metro. A diarista Irene Pereira Neves, de 46 anos, moradora do local há 13 anos, disse que foi a primeira vez que ocorreu o alagamento na rua. “Depois que iniciaram as obras da nova rodoviária, com a retirada de parte dos moradores, o serviço de coleta de lixo foi suspenso. Muita gente passou a jogar o lixo no espaço entre a rua e o Anel Rodoviário, impedindo o escoamento da água”, explicou.

Uma equipe do Corpo de Bombeiros esteve no local. Os militares conseguiram desobstruir o acesso à rede pluvial para que a água abaixasse. No mesmo local, do outro lado do Anel Rodoviário, houve alagamento na Rua Lídia, que dá acesso ao Bairro São Paulo, e cerca de 10 carros ficaram retidos depois de levados pela correnteza. Ainda na via, parte do telhado de um galpão foi arrancada pelo vento. Na Rua Angola, na Vila São Paulo, três pessoas ficaram ilhadas numa casa.

A Região Leste de BH também foi castigada. Na Avenida Conceição do Pará, a rede pluvial que fica sob o viaduto do metrô, no Boa Vista, não deu conta de escoar o volume de água. Pelo menos três carros que passavam pela avenida foram arrastados e os ocupantes ficaram ilhados. No Nova Vista, bairro vizinho, bombeiros atenderam ocorrência na Rua Honório Bicalho, em que uma família ficou ilhada num imóvel alagado.

O trânsito na área central  ficou caótico. Houve lentidão na Avenida Amazonas próximo a Praça Raul Soares. O tráfego ficou lento nas avenidas Contorno com Raja Gabaglia e na esquina com Prudente de Morais. A Cemig confirmou que alguns bairros ficaram sem luz por causa de problema em subestação no Bairro Palmares, mas por volta das 20h a situação estava controlada.

 

Em estado de emergênciaMaior pronto-socorro da América Latina, Hospital João XXIII sofre com chuvas, apesar da reforma recente. Infiltração de água destruiu forro, interditou salas e ameaçou aparelhos

 

 

A principal unidade de atendimento de urgência de Belo Horizonte passou por obras que foram concluídas em 2012. Fhemig diz que os últimos problemas ocorreram devido a entupimento em calhas (Marcos Michelin/EM/D.a Press</p>
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A principal unidade de atendimento de urgência de Belo Horizonte passou por obras que foram concluídas em 2012. Fhemig diz que os últimos problemas ocorreram devido a entupimento em calhas

Os temporais desta semana deixaram evidentes problemas no maior pronto-socorro da América Latina, o Hospital João XXIII, em Belo Horizonte. O último deles ocorreu na cobertura do prédio da Avenida Alfredo Balena, na região hospitalar da capital, e resultou na inundação de pelo menos quatro salas da unidade. Os setores de politraumatizados, reanimação, raio-x e tomografia foram invadidos pela água, que se infiltrou e causou o comprometimento das placas de revestimento térmico e acústico do teto, feitas com fibras de vidro. Ontem houve vistoria no telhado para atestar as condições da estrutura. A assessoria da Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig) garantiu que os pacientes estão sendo atendidos normalmente, mas funcionários sustentam que alguns transtornos persistiam e que falhas, principalmente estruturais e hidráulicas, vêm sendo registradas há pelo menos três anos.

No episódio desta semana, dois tomógrafos foram atingidos e precisaram secar antes de serem usados novamente. A expectativa é de que até amanhã a situação esteja normalizada. Enquanto isso, pacientes que precisam fazer tomografia estão sendo levados de ambulância a outros quatro hospitais de BH e, depois do exame, retornam ao HPS. Um vídeo gravado na unidade durante o temporal de terça-feira mostra a água jorrando do teto. Fotos também revelam a infiltração em salas como a de tomografia e de reanimação, onde partes do forro cederam. A Fhemig informou que houve entupimento nas calhas, fazendo com que a água ficasse represada. A pressão sobre o telhado teria contribuído para que algumas placas que cobrem as salas não suportassem o peso e cedessem, abrindo buracos e fazendo com que as salas fossem alagadas. 

Na manhã de ontem as salas foram higienizadas e placas foram repostas para recompor a cobertura do setor de exames de imagem e do atendimento de urgência. A Fhemig informou que a chuva da tarde não causou novos transtornos, mas enfermeiros garantiram que a água voltou a pingar do teto.

Na sala de reanimação, panos foram usados na tentativa de secar o piso (Fotos: Anônimo/divulgação)
Na sala de reanimação, panos foram usados na tentativa de secar o piso

O diretor do Sindicato dos Trabalhadores em Hospitais do Estado de Minas Gerais (Asthemg)  Carlos Augusto dos Passos Martins informou que trabalhava no João XXIII no momento do incidente, anteontem. “A sorte é que não havia pacientes. Para nós ficou evidente que não há um programa de contingência. Não temos como acionar um determinado setor para tomar providências e evitar o agravamento da situação. Ficamos sem saber o que fazer, com medo de curto-circuito”, sustenta. 

Martins afirma que em 2012 o teto cedeu na sala de emergência clínica. No fim do ano passado, no ambulatório 6, diz, também houve infiltração na parede. O sindicalista alega que são constantes também interdições em banheiros, devido a entupimentos, e que pisos trocados recentemente precisaram ser repostos algumas vezes. 

A última grande reforma do HPS foi concluída em 2012, depois de oito anos de obra. Foi a maior intervenção desde a inauguração da unidade, em 1973, e custou R$ 51 milhões. A Fhemig negou que a equipe de engenharia tenha demorado a chegar ao HPS após o incidente relatado pelos funcionários. A assessoria informou que os profissionais saíram imediatamente da sede da fundação, na Avenida Álvaro Celso, também na região hospitalar, acompanhados de integrantes de toda a direção do hospital. Acrescentou que, em relação aos banheiros, estão em constante manutenção, por causa do grande número de pessoas que frequenta a unidade. Disse ainda que as reclamações sobre o piso não procedem. 

Sobre o episódio de 2012, a fundação confirmou que houve rompimento de um cano de água, mas sem atingir pacientes, que foram removidos para outra sala. Em relação ao episódio do ano passado, a assessoria relatou que os doentes foram levados para outro setor. Houve interdição do local durante um dia, pois foram necessários reparos em um encanamento que passa pelo posto de enfermagem.

Na tomografia, cascata desceu das luminárias
Na tomografia, cascata desceu das luminárias

ELEVADOR Um dos principais recursos para apressar o atendimento a pacientes graves está parado no HPS: um elevador construído especialmente para transportar quem chega de helicóptero ao hospital, no quarto andar, direto até a sala de politraumatizados. Segundo o sindicato dos trabalhadores, o equipamento está parado por não atender a normas técnicas que exigiriam saídas em todos os andares, para serem usadas em caso de pane. Segundo a entidade, no segundo e no terceiro pavimentos não há portas. 

A Fhemig rebateu a informação, dizendo que não é obrigatório haver saída em todos os andares. Sem esclarecer os motivos, a fundação informou que o elevador não está sendo usado porque foi feita opção por outro equipamento que faz o atendimento regular no hospital. Quando uma vítima chega ao heliponto, a aparelhagem é reservada exclusivamente para atendê-la.

FONTE: Estado de Minas.


Escoceses criam cerveja com teor alcoólico de 67,5%

Brewmeister, responsável pela “Armageddon”, ex-cerveja “mais forte do mundo”, cria a “Snake Venom”, com teor alcoólico de 67,5%. Aviso na garrafa pede que bebedores evitem doses com mais de 35 ml de uma só vez

 

Cerveja Snake Venom tem teor alcoólico de 67,5%

A Armageddon perdeu o título de “cerveja mais forte do mundo”, mas ele segue com os mesmos proprietários de antes. O recorde pertence agora à Snake Venom, produzida pela Brewmeister, da Escócia, com um teor alcoólico de 67,5%, superando os 65% da “Fim do Mundo”. Reveja aqui a notícia sobre a Armageddon no final de 2012.

De acordo com os fabricantes, ingredientes como malte de turfa defumada e dois tipos de levedura ajudam a garantir o alto teor alcoólico da bebida, que ao contrário da Armageddon, não mascara tanto o gosto do álcool.

“O álcool é muito forte, mas a cerveja ainda tem mais gosto de cerveja do que de um destilado”, informa o site oficial da cervejaria. Para alertar os clientes, um aviso amarelo na garrafa avisa do teor da bebida e pede que eles evitem beber doses com mais de 35 ml de uma só vez. A Veneno de Cobra de 275 ml custa 50 libras esterlinas (cerca de R$ 179).

* Bebidas alcoólicas são proibidas para menores de 18 anos. Se beber, não dirija.

FONTE: iG.


Armageddon é mais potente do que o uísque ou conhaque. Quem não é forte para o álcool, tem uma arma letal na mão

Para aqueles que se consideram “Highlanders” na rodada das happy hours, eis um desafio vindo dos campos de Aberdeenshire, na Escócia: Armageddon, a cerveja mais forte do mundo com 65% de teor alcoólico, ou seja, é comparada na força “para derrubar” com o uísque e o conhaque, por isso o nome sugestivo, que significa “fim do mundo”.

Brewmeister

A fabricante Brewmeister justifica a criação “da bomba alcoólica” devido à cultura local, uma vez que os escoceses consomem 20% a mais de álcool que os ingleses, por exemplo.

Vale lembrar que aquela cervejinha que pedimos no bar tem 5% de álcool, por isso aconselha-se beber a Armageddon em doses, nunca uma garrafa de uma vez, do contrário suas chances de conhecer um pronto socorro podem aumentar em 100%.

A cerveja é amarga, propicia para ser degustada como um malte, o líquido é um pouco mais viscoso que o normal e a receita leva malte caramelo, trigo, aveia em flocos e água de nascente.

A quantidade ignorante de álcool não está nos ingredientes e sim no processo de fabricação: a mistura toda vai para o freezer e como a água congela, mas o álcool não, o excesso de água é retirado, fazendo com que a porcentagem de álcool dispare.

A ideia da marca é para pessoas acostumadas consumir como um bom brandy, em pequenas quantidades, e não sentadas no bar pedindo várias rodadas de cerveja jogando papo fora com os amigos. “São garrafas para serem partilhadas”, sacramenta o fabricante.

Ela é feita em uma escala muito pequena: apenas 40 garrafas por lote. É possível encomendar a cerveja pelo site da fabricante, ao preço de 50 dólares a garrafa de 330 ml. A Armageddon será lançada oficialmente mês que vem, durante o Inverness Beer Festival, na Escócia.

FONTE: AREAH.



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