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Em meio à crise nacional, PM mineira ameaça fazer greve

Militares exigem volta do pagamento integral no quinto dia útil e 20% de reajuste salarial

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Salários. A remuneração inicial da Polícia Militar mineira é de R$ 4.098, sétima maior do país

Em meio à tensão dos movimentos no Espírito Santo e no Rio de Janeiro, os policiais militares mineiros agora ameaçam cruzar os braços em março caso o governo não ceda a suas reivindicações. Eles exigem a volta do pagamento integral dos salários no quinto dia útil (os vencimentos de todo o funcionalismo estão sendo parcelados desde janeiro de 2016) e 20% de reajuste para compensar perdas inflacionárias dos dois últimos anos.

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O salário inicial dos PMs de Minas dobrou de 2011 para 2015, chegando a R$ 4.098, o sétimo maior do Brasil. Espírito Santo tem o pior vencimento (R$ 2.646), e o Rio de Janeiro tem valor próximo (R$ 2.992). Além disso, os militares de Minas aposentam com salário integral e recebem benefícios por tempo de serviço.

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Nessa terça-feira (14), três deputados ligados à categoria e cinco entidades de classe se reuniram e lançaram uma agenda de mobilizações no Estado. A primeira ação prevista é a convocação das mulheres dos PMs para uma reunião na Assembleia Legislativa (ALMG), na sexta-feira. No Espírito Santo, foram elas que fecharam batalhões – já que, pela Constituição, eles não podem fazer greve, com pena inclusive de prisão. A programação inclui ainda o lançamento da campanha “A segurança pública de Minas vai parar porque o governo está descumprindo a lei”. O objetivo é obter o apoio da população em caso de paralisação.

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A outra ação é uma assembleia da categoria em 7 de março. Se não houver acordo com o governo até lá, haverá greve, segundo o deputado estadual Sargento Rodrigues e o presidente da Associação dos Praças Policiais e Bombeiros Militares de Minas Gerais (Aspra), sargento Marco Antônio Bahia.
“Não vamos falar quais foram todas as estratégias deliberadas na reunião, mas vai ter paralisação”, disse o deputado. A reunião teve a presença dos deputados federal subtenente Gonzaga e estadual Coronel Piccinini.

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Coincidência. Embora o momento coincida com a crise nos Estados vizinhos, os mineiros dizem que não estão se aproveitando do cenário para pressionar o governo. Eles estariam apenas dando continuidade à pauta de reivindicações iniciada em outubro, data-base da categoria.

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Segundo a Aspra, o governador Fernando Pimentel (PT) tem descumprido duas leis: o artigo 37 da Constituição, que assegura a revisão geral anual a todos os servidores públicos estaduais, e o artigo VII da Lei 19.973, de 2011, que determina a data-base em 1º de outubro. “O governo vem ainda reduzindo drasticamente os recursos da segurança pública, trazendo prejuízos logísticos para as condições de trabalho”, declararam as entidades, em nota.

SAIBA MAIS

Mobilizações. A Aspra informou que fez ao menos cinco mobilizações no ano passado para cobrar o reajuste e o pagamento integral, mas que não houve nenhum sinal de acordo com o governo.

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Comparação. Sobre o salário dos PMs em Minas ser bem superior ao pago em Estados vizinhos, como o Espírito Santo, o presidente da Aspra, Marco Antônio Bahia, disse que não se pode comparar, pois “cada Estado tem sua economia e seu tamanho”.

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Campanha. O deputado sargento Rodrigues disse que a campanha de apoio ao movimento dos policiais militares terá panfletos e divulgação também nas redes sociais e na mídia, a partir da próxima semana,

CRISE – Governo descarta reajuste

A Secretaria de Estado de Fazenda informou ontem que “não é possível, no momento, atender às reivindicações referentes às questões salariais”. O motivo é a crise financeira – o governo decretou estado de calamidade financeira – e o cumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal.

 

.O órgão declarou ainda que a atual gestão fez reajustes mesmo sem previsão no orçamento, como os 15% no vencimento básico da PM em abril de 2015. No Sul de Minas, o governador Fernando Pimentel disse que repudia ajustes fiscais feitos às custas dos trabalhadores. “Jamais faremos qualquer ajuste fiscal que fira os direitos dos trabalhadores do setor público até porque, sem trabalhadores do serviço público, não tem serviço público”, destacou. (LC)

“Queremos diálogo com o governo, mas, se não houver, vamos até as últimas consequências, que é a greve. Não se deve duvidar de nossa capacidade de nos revoltarmos.” Marco Antônio Bahia, presidente da Aspra

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FONTE: O Tempo.


Mineiros estão em pânico com violência no Espírito Santo

Foto enviada via WhatsApp por morador que pediu anonimato mostra cena atípica na Praia do Morro, em Guarapari, na noite de ontem: asfalto e areia desertos

Foto enviada via WhatsApp por morador que pediu anonimato mostra cena atípica na Praia do Morro, em Guarapari, na noite de ontem: asfalto e areia desertos

Mineiros que se programaram para passar o Carnaval no Espírito Santo estão repensando a viagem e os que moram no Estado vizinho seguem desesperados com a onda de violência que emergiu desde a última sexta-feira, quando a Polícia Militar capixaba entrou em greve. Entre o fim de semana esta segunda (6), 52 homicídios foram registrados, ou 17 por dia. Quatro vezes mais que a média.

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O caos nas ruas devido à ação orquestrada de bandidos, que se aproveitam da falta de policiamento para promover saques e arrastões, levou o governo federal a anunciar o envio de 200 homens da Força Nacional ao Estado. Desde a noite desta segunda, o Exército atua em Vitória e arredores.

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Devido à violência, a Vale suspendeu as partidas do trem de passageiros de Belo Horizonte para a capital capixaba. Pessoas com viagem marcada para amanhã poderão remarcar o bilhete ou pedir o reembolso.

Sem controle

“Nunca vi nada parecido. As lojas estão sendo saqueadas, não tem mais nada nas vitrines. É tiroteio para todos os lados”, lamenta Mariana Araújo, chefe de enfermagem de um grande hospital em São Mateus, a 213 km de Vitória.

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Mineira de BH, Mariana conta que baleados não param de chegar à unidade de saúde. “Os assaltantes já trocaram tiros até dentro do hospital. Nossas equipes estão preparadas para o pior”.

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Vídeos que mostram a ousadia dos criminosos viralizaram. Em um deles, pessoas se trancam em uma loja de departamento de um shopping, enquanto ladrões saqueiam o mall. Em outro, dezenas de motoqueiros se reúnem para um arrastão. Em um terceiro, homens trocam tiros no meio da rua.

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Prédios invadidos

Uma mineira que mora em Vila Velha e que pediu anonimato afirmou que a cidade está abandonada à própria sorte. “Parece uma cidade fantasma”, diz. “Estamos presos em casa e agora estão invadindo os prédios”. Com medo, moradores foram orientados a não pedir alimentos nem remédios por telefone, para evitar que estranhos entrem nos condomínios.

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Os pais da universitária Déborah Matos moram em Jacaraípe, praia no município de Serra, a 20 km de Vitória, onde ela costuma passar os feriados. Este ano, porém, pode ser uma exceção.

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“Meu pai tem um quiosque na praia e não está abrindo o comércio por causa da violência. Ele falou que há muitos assaltos e tiroteios. Se não melhorar, não irei para lá este ano. Estou com medo”.

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Também preocupada está a empresária Fernanda Lana, que vai passar o Carnaval em Meaípe, próximo a Guarapari. No entanto, ela acredita que tudo se resolverá a tempo do feriado. “Parece que a violência não chegou lá”, diz.

 

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FONTE: Hoje Em Dia.


Metrô de BH se aproxima das três décadas ainda esperando para chegar aos lugares para os quais foi projetado. Diante das limitações, EM convida leitores a idealizar saídas para o serviço

Sofrendo com superlotação, sistema tem nova ameaça de paralisação nesta semana (Marcos Vieira/EM/D.A Press)

Sofrendo com superlotação, sistema tem nova ameaça de paralisação nesta semana
Às vésperas do aniversário de 30 anos do metrô de Belo Horizonte, o colapso é a ameaça mais presente. Enquanto cortes orçamentários emperram o funcionamento do trem urbano na capital, os metroviários prometem cruzar os braços mais uma vez, em paralisação marcada para amanhã. Considerando a realidade dos 210 mil passageiros que se espremem nos vagões a cada dia, o Estado de Minas prepara reportagem transmídia especial para relembrar o 1º de agosto de 1986, quando uma composição da Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU) transportou passageiros pela primeira vez na cidade.

Leitores do jornal, convocados por meio da hashtag #metroimaginario, vão usar as redes sociais e o WhatsApp para apontar caminhos para o sistema (veja abaixo como participar). A proposta da reportagem é coletar e tabular as participações e, junto a especialistas, traçar o mapa e as estruturas do que seria o metrô ideal no imaginário da população. As obras do sistema começaram em 1981, com conclusão prevista para  1986 do trecho definido como prioritário, de 37 quilômetros. Passadas três décadas, após frustradas inúmeras promessas de ampliação, a ligação entre Eldorado e Vilarinho não ultrapassa 28,1 quilômetros.

A única maneira de romper o ciclo vicioso que transformou técnica e transporte em jogo político é a cobrança e o envolvimento da população, segundo o professor Márcio Aguiar, coordenador de engenharia, transporte e trânsito da Universidade Fumec. “Falta vontade política. Acompanho isso desde os anos 1980, com reduções sucessivas nas linhas dos projetos. Precisamos levar isso mais a sério, porque o metrô é um modal mais caro, mas bem mais eficiente, porque não concorre com o trânsito. Soluções como o monotrilho por exemplo seriam economicamente mais viáveis, correspondendo a 50% do valor, com a mesma eficiência do metrô”, sugere o especialista.

“Na última sexta-feira, operamos com 17 trens nos horários de pico, quando o ideal seriam 21. Para esta segunda-feira, não teremos 15 trens, o mínimo considerado seguro”, critica Alda Santos, presidente do sindicato dos metroviários. Segundo ela,  a impossibilidade da renovação de contratos com empresas terceirizadas também gera problemas de segurança e limpeza, devido à falta de repasses e cortes orçamentários. Ainda de acordo com Alda, dos R$ 120 milhões previstos inicialmente para o metrô de BH este ano, só seriam liberados R$ 78 milhões, montante que voltou a ser cortado. A liberação de R$ 40 milhões ainda estaria pendente.

Segundo a sindicalista, assembleia de amanhã tem indicativo de paralisação por questão de segurança, devido à falta de trens. “Com as plataformas cheias, seria preciso fechar as estações. Hoje, na manutenção, no almoxarifado, temos falta de aproximadamente 1 mil itens, desde artigos simples do setor administrativo até pastilhas de freio. Na soma dos contratos contínuos, a CBTU tem hoje dívida de 8 milhões”, estima. Procurada pela reportagem, a CBTU não se pronunciou até o fechamento desta edição.

Escolha como participar

Deixe um comentário em http://www.em.com.br/metroimaginario

Envie um WhatsApp para o Estado de Minas: (31) 99918-4155

Use a hashtag #metroimaginario em posts públicos no Facebook, Instagram ou Twitter

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FONTE: Estado de Minas.


Metrô volta a circular nesta terça-feira em Belo Horizonte

Metrô

O metrô de Belo Horizonte voltará a funcionar nesta terça-feira normalmente. Os metroviários decidiram na noite desta segunda-feira, em assembleia, suspender a paralisação após a Companhia Brasileira de Trens Urbanos apresentar uma proposta de 9,28% de reajuste salarial. A proposta foi feita em reunião entre estatal e sindicato mediada pelo Tribunal Regional do Trabalho (TRT). Os metroviários pedem aumento real de 10% e cobertura da inflação, que fechou 2015 com 10,7%.

Segundo a diretora administrativa de Sindimetrô, Sumara Ribeiro, a categoria deu um prazo para que a direção da CBTU concretize a proposta feita. “Demos um voto de confiança para a empresa juizar o dissídio coletivo da categoria até o fim da semana. Queremos também que a proposta seja oficializada no papel”, contou a dirigente.

Os metroviários voltarão a se reunir nesta quinta-feira (19) para avaliar o andamento das negociações com a empresa. Caso o processo não esteja satisfatório, a categoria adotará nova paralisação, desta vez com escala mínima, como orientou a Justiça do Trabalho, com os trens circulando somente nos horários de pico.

FONTE: Hoje Em Dia.


Motoristas e cobradores fazem paralisação nesta segunda-feira em Belo Horizonte

Protesto é contra Projeto de Lei que elimina a função de cobradores. Sindicato da categoria estima perda de 3 mil empregos

greve ônibus
Cobradores e motoristas do transporte público de Belo Horizonte vão paralisar as atividades a partir das 3h desta segunda-feira. O protesto, por tempo indeterminado, é contra um projeto de lei que está nas mãos do prefeito Marcio Lacerda, visto pela categoria como uma ameaça de extinção do cargo de cobrador. De acordo com o diretor do Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários de Belo Horizonte (STTR-BH), Denilson Dorneles, haverá mobilização nas garagens de todas as 48 empresas de ônibus da capital.

O movimento começará a partir das 3h nas portas das garagens. Às 14h, está previsto um ato na prefeitura, quando também haverá assembleia para definir os próximos passos do movimento, como a duração da paralisação. O protesto atinge todas as linhas convencionais que operam na capital, além do sistema BRT/Move.

De autoria do vereador Autair Gomes (PSC), o Projeto de Lei 1881, aprovado em segundo turno na Câmara dos Vereadores de BH no início da semana passada, autoriza a instalação de “mecanismos que facilitem o pagamento com créditos eletrônicos, em especial no que se refere aos procedimentos de aquisição de cartões e recarga de créditos”. A medida é válida para todas as linhas convencionais e do sistema BRT. A lei ainda revoga o artigo 3º da Lei 8224/2001, que garante que “cada veículo destinado ao transporte coletivo regular de passageiros será operado, em todo seu itinerário, no mínimo, por um motorista e um agente de bordo”, e ainda suprime outro artigo que previa a manutenção do emprego do cobrador quando nova tecnologia for implantada.

Na avaliação do diretor do sindicato dos rodoviários, a medida é uma ameaça ao emprego dos seis mil agentes de bordo que atuam nas 48 empresas da capital. Ele estima que ao menos três mil vagas devem ser extintas caso o prefeito sancione a lei. “Nós não concordamos com esta ideia. Já estamos vivendo uma crise econômica e colocar o emprego de mais de três mil pessoas em risco é inaceitável”, argumenta Denilson Dorneles.

Ainda segundo o sindicalista, o movimento deve ter adesão de 98% da categoria. Segundo Denilson, a expectativa de adesão é alta porque os motoristas também são contra o fim da presença do agente de bordo. “Além do problema do desemprego, este acúmulo de função prejudica o trabalho do motorista, que tem que prestar a atenção no embarque e desembarque dos passageiros”.

FONTE: Estado de Minas.

Servidores do TJMG e TJMMG entram em greve e fazem manifestação em BH
Entre as reivindicações, está a exigência de um reajuste de salário com inflação e o envio ao Poder Legislativo de Anteprojeto de Lei instituindo o Auxílio-Saúde para os servidores ativos e aposentados

tj

Os servidores do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) e do Tribunal de Justiça Militar (TJMMG) entraram em greve nesta quarta-feira (23). Para marcar a decisão, os profissionais realizaram uma manifestação em frente ao tribunal na avenida Raja Gabáglia, no bairro Luxemburgo, na região Centro-Sul da capital.

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Segundo informações do Sindicato dos Servidores da Justiça de 2ª Instância do Estado de Minas Gerais (Sinjus-MG), os profissionais exigem um reajuste de salário com a inflação e o envio ao Poder Legislativo de Anteprojeto de Lei instituindo o Auxílio-Saúde para os servidores ativos e aposentados.

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Além disso, a categoria também pede a formalização de acordo para compensação/anistia dos dias parados durante a greve de 2011, com a devolução dos valores descontados.
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Outra exigência dos grevistas é a suspensão dos processos administrativos contra os serventuários. A reportagem tentou contato com o TJMG, mas ninguém foi encontrado para falar sobre o assunto.

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FONTE: O Tempo.


Empresas de ônibus poderão reajustar passagens em 12,83%, indica estudo

Levantamento feito pela Ernst & Young analisou dados de período de dois anos. Com mudança, viagens poderão custar R$ 3,50

Usuários de ônibus de Belo Horizonte deverão arcar com um reajuste ainda maior que a última alteração no valor das passagens. Um estudo divulgado nesta segunda-feira pela BHTrans indica um aumento de 12,83% no preço unitário, o que elevaria a passagem de R$ 3,10 para R$ 3,50 – arredondando o valor que, com o reajuste, ficaria em R$ 3,497. Na última variação, em dezembro de 2014, as passagens que antes custavam R$2,85% passaram a valer R$ 3,10, o que representou um reajuste de 8,5%. O valor foi sugerido em um levantamento realizado a pedido do Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros de Belo Horizonte (Setra-BH).
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O estudo, feito pela Ernst & Young Assessoria Empresarial Ltda., comparou valores de custos, receitas, investimentos e resultados, assim como elaborou uma projeção para os próximos 13 anos a partir dos dados apresentados pelos quatro consórcios concessionários (Pampulha, BHLeste, Dez e Dom Pedro II), pelo Setra e pela BHTrans. Um dos elementos que mais influenciou o reajuste foi os gastos com o BRT/Move. Como dispunha somente de dois anos de dados coletados na capital mineira, a empresa elaborou projeções com base na análise econômica apresentada e em modelos próximos de outras cidades.
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Outro ponto de impacto no resultado do levantamento foi a comparação das receitas tarifárias informadas pela BHTrans, pelo Setra, IBGE e informações financeiras de companhias do setor de transporte. Na trajetória inversa aos gastos, as receitas tarifárias caíram mais de 10% nos últimos dois anos. Os dados apontaram que em maio de 2013, os relatórios apontavam uma receita de cerca de R$ 90 mil. Já em fevereiro de 2015, o valor ficou próximo de R$78 mil. Ainda conforme o estudo, a receita tarifária das empresas de transporte coletivo de BH representa cerca de 95% da receita total, contabilizando todas as outras fontes somente 5%.
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Conforme o documento, os termos contratuais das concessões preveem a execução de estudos de revisão tarifária a cada quatro anos. Os reajustes tarifários ocorrem anualmente em 29 de dezembro e as revisões contratuais podem ser requeridas por qualquer das duas partes a qualquer momento ao longo da vigência da concessão.
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A reivindicação de aumento ganhou força após uma greve dos trabalhadores rodoviários, no início de junho. Os grevistas alegavam não ter recebido pagamentos de direitos trabalhistas. As empresas e o Setra afirmam não ter como pagar o prometido por estar operando no vermelho. A Defensoria Publica de Minas Gerais ajuizou, na segunda-feira passada, no Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), um pedido de medida cautelar em caráter de liminar, pedindo o impedimento de qualquer reajuste nas tarifas de transporte público de Belo Horizonte.

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FONTE: Estado de Minas.



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