Antequam noveris, a laudando et vituperando abstine. Tutum silentium praemium.

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Saiba como foram criadas as receitas mais típicas de Belo Horizonte e como sua história se relaciona com a da cidade
Pratos típicos

GastronomiaUm feijão-tropeiro modificado por truques de uma cozinheira de pensão. Um caldo de mocotó que faz flanelinhas e desembargadores dividirem o mesmo balcão. Uma refeição como outras tantas na cidade e que virou a matadora de fome oficial da madrugada. A comida de funcionário que ganhou apelido e virou o prato feito mais famoso da cidade. A improvável mistura de fígado de boi e jiló que não era para ser mais do que um petisco de feirantes. Eis as cinco receitas mais típicas de Belo Horizonte, que, despretensiosamente, ajudam a contar a história da capital mineira e a formar sua identidade cultural.

“Minha tia Lola tinha uma pensão onde ela mesma cozinhava. Quando foi convidada para ter um bar no Mineirão, no fim dos anos 1960, ela incrementou o tropeiro com o molho de tomate e o ovo frito inteiro, em vez de mexido. As pessoas pediam assim na pensão, como complemento da carne”, lembra Eliane Assis, que foi permissionária de bares (o de número 13 tornou-se o mais famoso) que serviram o prato no estádio até a reforma de 2010. Prevendo as mudanças que vieram em seguida, ela abriu o restaurante Tropeiro do 13 em 2005, no Bairro Planalto. Tudo para não deixar morrer a tradição, o que inclui o molho de tomate.

Tropeirão

Afinal, por que colocá-lo sobre o tropeiro, já que é um ingrediente sem qualquer relação com esse prato clássico mineiro? “Esse molho minha tia já fazia na pensão e era bem aceito. Como não havia como refogar couve para milhares de tropeiros no mesmo dia, ela punha o molho por cima da verdura crua para melhorar o sabor da couve”, revela Eliane. E com um detalhe: a chapa funcionava apenas para fritar os bifes de lombo, e Lola a raspava o tempo inteiro, acrescentando essas crostas saborosas ao molho. “O sabor era apurado ao longo do dia”, completa ela. Com a transferência para o Planalto essa técnica se perdeu. Quem comeu, comeu.

 Bolão se afastou do comando da cozinha e lamenta mudanças na receita de seu espaguete, que é parte do Rochedão, refeição que pesa 800g (ALEXANDRE GUZANSHE/em/d.a press)

Bolão se afastou do comando da cozinha e lamenta mudanças na receita de seu espaguete, que é parte do Rochedão, refeição que pesa 800g

LATINHA “Lá no Mineirão tinha alegria, contato com o torcedor. Quando o time virava o jogo, mudava o astral, mudava tudo. Era uma coisa doida, uma magia”, lembra Eliane, que ficava no caixa, enquanto a mãe, Vina, comandava a cozinha. Essa mágica tinha a ver também com o volume de trabalho: chegar às 5h para começar a vender tropeiro às 10h era comum. O recorde foi de 4,3 mil pratos servidos no mesmo dia, ocasião em que havia cerca de 90 mil torcedores no estádio. Mesmo com a considerável diminuição de fregueses, uma coisa não mudou: ainda vale como medida da farinha de mandioca a amassada e arranhada lata de castanha de caju dos anos 1970.

A sequência de preparo é: gordura de porco na panela, alho batido com sal, linguiça calabresa, torresmo sem pele frito, feijão carioquinha cozido (com um pouco do próprio caldo), deixa ferver, apaga o fogo, mistura a farinha, põe a cebola crua cortada fininha e a cebolinha e mexe tudo. “Mas com jeitinho, com o garfo, senão vira tutu”, ensina ela. E arremata: “Nosso tropeiro é mais molhado, vai com um pouco mais de caldo. Não que aquele mais seco seja ruim, mas aqui não vende, pois o pessoal gosta dele mais molhado”.

Você pode, querendo, experimentar a receita do blog AQUI!

CANECA DE MOCOTÓ  “A receita é a mesma, não mudamos praticamente nada”, garante Dênio Corrêa, o caçula dos cinco irmãos que se revezam há anos no preparo do caldo mais popular da cidade, o de mocotó do Nonô, com 51 anos de existência. Ele começou a ser servido no Barreiro, na época em que a instalação da siderúrgica Mannesmann ajudou a desenvolver a região. Era só uma barraquinha, mas a grande aceitação entre os operários encorajou Raimundo de Assis Corrêa, o Nonô, a abrir um bar ali perto, no Clube Colina, e, depois, no Centro, onde funciona até hoje.

É das poucas casas da cidade que funcionam 24 horas: abre segunda, às 6h, e só fecha sábado, à 0h. Três turmas de funcionários passam pela casa ao longo do dia. O caldo é feito até quatro vezes por dia, de acordo com a demanda. Faça frio ou calor, sempre há fregueses encostados no balcão para tomá-lo. “Está meio quente, então estamos usando 1,2 tonelada de mocotó para esta semana. Quando esfria, vendemos uns 60% a mais”, conta Corrêa. A cerveja preta Caracu é o acompanhamento tradicional, sendo que o bar é o maior vendedor da marca no país – são cerca de 5 mil latas por mês.

Sobre o caldo, é importante dizer que mocotó não é simplesmente mocotó. Na cozinha do local, esse corte bovino é separado de acordo com três categorias: unha, canela e panturrilha. Cada caneca leva um pouco de cada (esses pedacinhos são chamados de “barranco”) e cebolinha picada por cima. “Se a gente cozinhasse tudo direto, o gosto ficaria muito forte. Por isso fritamos o mocotó antes, o que elimina parte da própria gordura. O pessoal da roça não come assim, mas o da cidade não tem estômago para isso”, explica ele. A versão completa ainda leva dois ovos de codorna crus, que cozinham no calor do caldo.

TÁXI Refeições fartas, com arroz, feijão, batata frita, ovo, bife e macarrão existem aos montes pela cidade. Por que, então, a versão do Bolão, em Santa Tereza, tornou-se tão famosa? “Os taxistas foram os primeiros a comer isso e pode saber que lugar em que vai muito taxista é bom. Eles é que foram fazendo o boca a boca. Ficou famoso por causa disso e por funcionar de madrugada, apesar de hoje a casa fechar mais cedo. A gente acompanhava o funcionamento do cinema, que ficava do outro lado da praça, e fomos esticando o horário”, conta o fundador da casa, José Maria Rocha, o Bolão.

Ele é criador do Rochedão, servido desde o início dos anos 1980. Tudo começou com o espaguete. “Aqui no bairro tinha um bar que servia espaguete e, quando fechou, os fregueses pediram para que eu fizesse. Já era servido assim, com o molho separado da massa”, lembra. Com o crescimento da casa, o cardápio passou a ter, além de petiscos, refeição, que sempre chegou à mesa com a massa à parte. As batatas fritas (nunca das congeladas) foram o último item a ser acrescentado a um prato que totaliza cerca de 800g.

Atualmente afastado da direção do bar por problemas de saúde, Bolão se queixa das mudanças que a receita do espaguete sofreu com o tempo. O principal problema, diz, foi a troca da massa com ovos pela de grano duro: “Gosto dela mais macia, e hoje ela é mais firme. Além disso, o molho não gruda nela direito”. Também lamenta que o molho não seja mais feito da forma como o concebeu: sem tomate fresco (só o extrato enlatado), com “tempero normal” (alho batido com sal) e acém moído. Mesmo assim, ele ainda gosta de ficar sentado na porta do restaurante cumprimentando clientes praticamente sem parar.

Operário-padrão
Pratos improvisados para atender os funcionários do café palhares (Kaol) e feirantes do Mercado central (Fígado com Jiló) acabaram se tornando clássicos da cidade
O boteco Valadarense, no Mercado Central, que serve fígado com jiló há mais de 40 anos. Receita surgiu para atender trabalhadores do local (Alexandre Guzanshe/EM/D.A Press)
O boteco Valadarense, no Mercado Central, que serve fígado com jiló há mais de 40 anos. Receita surgiu para atender trabalhadores do local

Nenhum dos pratos tipicamente belo-horizontinos é resultado de uma ação premeditada ou uma grande ideia que de repente foi colocada em prática na cozinha. Nesse sentido, chamam a atenção as origens de dois deles, o Kaol, do Café Palhares, e o fígado de boi com jiló do Mercado Central. Definitivamente, não era para se tornarem as duas mais emblemáticas receitas da cidade, mas quis o destino (e a freguesia) que fosse assim. A primeira surgiu como comida de funcionários; a segunda, um petisco improvisado de feirantes.

“Nos anos 1960 e 1970, o mercado era o principal centro abastecedor da cidade, com um abatedouro em funcionamento. Abria cedo e não havia restaurantes no entorno. Os feirantes pegavam os miúdos e levavam para os bares”, conta José Agostinho Oliveira Quadros, presidente do Mercado Central e comerciante por lá há 50 anos. O jiló, diz ele, provavelmente entrou no petisco por ser dos ingredientes mais baratos na época. Assim, tornou-se o tira-gosto mais famoso da capital mineira, servido por praticamente todos os bares do local.

Já Ronaldo Marques, gerente do bar Fortaleza, um dos vários balcões onde se pode comer essa combinação de sucesso, conta versão um pouco diferente. “A história que sei é que dois açougueiros do mercado chegaram num dos bares com jiló e pediram para prepará-la com carne de porco. O fígado foi sacada do dono do bar, com certeza, por ser mais barato que a carne de porco. Era um prato de açougueiro para açougueiro”, relata ele, que já vendeu de quase tudo no local e há 15 anos comanda a chapa em que é preparado o petisco.

KAOL O fato de ter sido batizado pelo jornalista e compositor Rômulo Paes confere pompa ao Kaol, o prato feito que ajudou a construir a fama do Café Palhares, inaugurado em 1938, no Centro. Entretanto, originalmente, ele era a comida dos empregados que trabalhavam no bar à noite, na década de 1950. “De madrugada, eles faziam um prato com arroz, ovo e linguiça. Como o bar era pequeno, comiam por perto e todo mundo via. Os fregueses começaram a querer também e foi assim que começou”, conta João Lúcio Ferreira, um dos proprietários.

Funcionário do Palhares prepara o Kaol, que inclui arroz, farofa de feijão, couve, ovo, linguiça, torresmo e molho (Alexandre Guzanshe/EM/D.A Press)

Funcionário do Palhares prepara o Kaol, que inclui arroz, farofa de feijão, couve, ovo, linguiça, torresmo e molho

Inicialmente, o prato era servido só à noite. Na década seguinte, passou a ser oferecido também no almoço. “Nessa época, era servido num prato de papelão e o pessoal sentava no meio-fio para comer. Aqui só foi ter lugar para sentar depois da reforma, nos anos 1970”, lembra ele. O público boêmio aprovou a receita, frequentemente pedindo cachaça para acompanhar. Por motivo que segue desconhecido por Ferreira, o “c” virou “k” na hora de usar as iniciais dos ingredientes para batizar o prato. Ele aproveita para esclarecer que, na verdade, esse apelido foi criado com a participação de seu pai, João.Hoje, são nada menos que 400 pratos servidos por dia. Com o tempo, outras guarnições pedidas por fregueses foram adicionadas definitivamente ao prato, como couve, farofa de feijão, torresmo e molho de tomate. O molho da casa não leva tomate fresco, mas extrato enlatado, e ajuda a deixar o prato menos seco, a exemplo do que é feito também em outro clássico da cidade, o feijão-tropeiro do Tropeiro do 13.

“A gente colocava um tomate por cima do prato e depois resolveu trocar por esse molho. Na época, servíamos muito sanduíche de pernil e de linguiça, sempre com esse mesmo molho. Já o tínhamos pronto na casa. Muita gente disse que não tinha nada a ver, mas que tinha ficado gostoso”, resume Ferreira. O orgulho maior da casa é a linguiça, produzida diariamente na sobreloja, desde a década de 1970, e que faz com que um certo freguês pague a conta, dê uma volta no quarteirão e volte para sentar-se na outra ponta do balcão para comer um segundo Kaol, tentando não se passar por guloso diante dos garçons.

FONTE: Estado de Minas.


Prato feito com mini cones com ragu de linguiça calabresa e molho de gorgonzola deu ao bar Patorroco o bicampeonato
koninguiça
Durante 30 dias, 45 botecos de Belo Horizonte mostraram ao público criativos pratos que levam a liguiça e a mandioca em sua essência. Hoje, todos os envolvidos se reuniram no largo da Saideira o para revelar o grande campeão do festival.O primeiro lugar foi para o Patorroco, que neste ano apresentou o Koningüiça. O prato consiste em mini cones com ragu de linguiça calabresa e molho de gorgonzola. Bicampeão consecutivo, em 2012, o boteco levou o título com o prato Sheik de Minas.

Clique aqui e veja todos os pratos concorrentes

Os pratos concorrentes neste ano puderam usar os dois ingredientes combinados (linguiça e a mandioca), ou apenas um deles, junto com outros quitutes. Os preços foram estabelecidos entre R$ 20,90 e R$ 22,90.

Encerramento

A festa de encerramento aconteceu no Largo da Saideira, na Av. Cristiano Machado (ao lado do Minas Shopping), e contou com os shows de Mart’nália, Aline Calixto e Skank. No local, todos os bares participantes venderam seus petiscos concorrentes ao título de 2013, ótima oportunidade para experimentar o máximo deles em um só dia.

Show com Mart'nália animou a saideira do Comida Di Buteco 2013 (Jair Amaral/EM/D.A PRESS)

Show com Mart’nália animou a saideira do Comida Di Buteco 2013

A organização do evento divulgou que para a próxima edição do Comida Di Buteco, os bares poderão concorrer livremente, sem nenhum ingrediente indicado.

Confira os cinco primeiros colocados:

1- Patorroco

2- Recanto da Macaca

3- Bar do Rei

4- Café Palhares

5- Bar da Lora

FONTE: Estado de Minas.

Comida di Buteco

 

Eis a tão esperada lista desta edição do Comida di Buteco , que começa nessa sexta em45 bares de BH e vai até dia 12 do mês que vem. Desta vez, as casas terão de preparar petiscos com mandioca e/ou linguiça . Achou banal, né? Aí é que mora o perigo : é fácil desagradar pela falta ou excesso de criatividade . Vamos aguardar para ver o que o público e os jurados vão achar dos tira-gostos. Cada um custa entre R$ 20,90 e R$ 22,90. Esse é o Eduardo Maya , um dos organizadores do CdB, que este ano acontece simultaneamente em 16 cidades de quatro regiões brasileiras (com o mesmo tema!):


Força, minha gente ! Preparem-se, pois são 45 bares em 31 dias !

ESTREANTES 

Bar do Tonho
Rua Demétrio Ribeiro, 50, Vera Cruz. (31) 3483-7560. Aberto de segunda a sexta, das 17h às 0h; sábado e feriado, das 12h às 21h.
Prato concorrente : Mandioca na ponta da Língua (língua de boi recheada com bacon e cenoura vermelha ao próprio molho; acompanha creme de mandioca).

Bar Dona Suíça
Avenida João Samaha, 390-A, São João Batista (Venda Nova). (31) 3457-4156. Aberto de segunda a sábado, das 17h à 0h; domingo, das 11h às 22h.
Prato concorrente : Lombo amarradinho com maria gondó (lombinho recheado com linguiça caseira e acompanhado por farofa de maria gondó).

Cervejaria Seu Romão
Rua São Romão, 192, Santo Antônio. (31) 3786-4929. Aberto de segunda a sexta, das 17h à 0h; sábado, das 12h à 0h; domingo, das 12h às 22h.
Prato concorrente : Linguiça à 7 chaves difamada na cachaça (linguiça de carne de sol suína, bolinho de mandioca recheado e costelinha).

Gabiroba Butiquim
Avenida Padre Vieira, 319, Minas Brasil. (31) 3413-2927. Aberto de segunda a sexta, das 17h à 0h; sábado e domingo, das 14h à 0h.
Prato concorrente : Komi – keto (linguiça de pernil defumada e empanada acompanhada por molho de laranja e mandioca cozida puxada na manteiga de garrafa com carne cozida no molho de vinho).

João da Carne
Rua Sabinópolis, 172, Carlos Prates. (31) 3462-4899. Aberto de terça a sexta, das 17h à 0h; sábado, das 12h à 0h; domingo, das 12h às 20h.
Prato concorrente : Sonho de Noiva (linguiça de carne de sol recheada com queijo coalho e linguiça de pernil, mandioca cozida no açafrão com creme de cebola, geléia e pimenta biquinho).

Koqueiro’s Bar
Avenida Silviano Brandão, 1.293, Sagrada Família. (31) 8749-5372. Aberto de terça a sexta, das 18h à 0h; sábado, das 13h à 0h; domingo, das 13h às 18h.
Prato concorrente : Tudo junto e misturado (bolinho de mandioca recheado com mini jiló e bolinhas de linguiça empanada na farinha de mandioca acompanhados por dois molhos).

O Pulo do Gato
Rua Outono, 523, Cruzeiro. (31) 3282-6751. Aberto de segunda a quinta, das 18h à 0h; sexta, das 18h às 2h; sábado, das 12h às 2h; domingo, das 12h às 22h.
Prato concorrente : Jeca Ragu (ragu de linguiça à moda toscana na cama de polenta branca, envolvido em fogueira junina feita com palitos mandioca gratinada com queijo).

Tanganica Art Bar
Rua Padre Demerval Gomes, 380, Coração Euscarístico. (31) 3376-7047. Aberto de segunda a sexta, das 18h à 0h; sábado, das 12h à 0h.
Prato concorrente : Donna Angélica (bolinhas de mandioca recheadas com queijo e acompanhadas por linguiça de porco e molho de mexerica).

VETERANOS
Adega & Churrasco
Rua Maura, 120, Palmares. (31) 3088-1555. Aberto de terça a sexta, das 17h à 0h; sábado, das 10h às 20h; domingo e feriado, das 10h às 16h.
Prato concorrente : Coisas de Minas (barriga de porco assada no bafo, acompanhada por mandioca especial envolvida em brócolis, linguiça defumada e pimenta biquinho, embriagada no molho nobre).

Agosto Butiquim
Rua Esmeralda, 298, Prado. (31) 3337-6825. Aberto de segunda a sábado, das 17h à 0h.
Prato concorrente : Parada 298 – O melhor pão com linguiça da cidade (dueto de linguiças com maxixe, mini pão e dedos de mandioca frita, acompanhados por trio de molhos).

Ali Ba Bar
Rua Matias Cardoso, 345, Santo Agostinho. (31) 3337-9114. Abeto de segunda a sexta, das 16h à 0h; sábado, das 10h à 0h.
Prato concorrente : Combinado mineiro (dupla de bolinhos acompanhada de pancetta e tapioca mineira).

Armazém do Árabe
Rua Luz, 230, Serra. (31) 3223-1410. Aberto de segunda a sábado, das 17h à 0h.
Prato concorrente : Dibabá (bolinho de carne recheado com linguiça e quibe de mandioca acompanhados por salada espanhola de cebola com azeitona).

Autentico’s Bar
Avenida Professor Mário Werneck, 895, Estoril. (31) 3378-3215. Aberto de segunda a sexta, das 17h à 0h; sábado,d as 16h à 0h; domingo, das 13h às 20h.
Prato concorrente : Tentaçõe’s (linguiça de porco caseira, mandioca cozida especial, cebolinhas empanadas e molho de alho).

Bar da Cida
Rua Numa Nogueira, 287, Floramar. (31) 3434-8715. Aberto de terça a sexta, das 17h à 0h; sábado, das 13h à 0h30; domingo, das 13h às 22h.
Prato concorrente : Dona Língua e seus bolinhos (língua de boi acompanhada por bolinhos de mandioca).

Bar da Claudinha
Rua Joaquim Nabuco, 128, Nova Suiça. (31) 2515-4768. Aberto de segunda a sexta, das 17h às 0h; sábado, das 11h à 0h; domingo e feriado, das 11h às 21h.
Prato concorrente : Prazeres de Minas (linguiça ao molho tropical, guarnecida com mandioca em manteiga composta e salsa criolla).

Bar da Lora
Av. Augusto de Lima, 744, loja 115, Mercado Central (entrada pela Rua Santa Catarina), Centro. (31) 3274-9409. Aberto de segunda a sábado, das 9h às 18h; domingo e feriado, das 9h às 13h.
Prato concorrente : Versões da Lora (molho, mandioca, linguiça, angu, carne de panela e conserva de jiló).

Bar de Minas
Rua São Domingos, 171, Barreiro. (31) 3381-8576. Aberto de segunda a sexta, das 17h à 0h; sábado, das 12h às 23h.
Prato concorrente : Trilinguí com mandiotô (bolinho de linguiça toscana, enrolado de frango com linguiça calabresa, enrolado de carne com linguiça de porco, mandioca assada com queijo parmesão e torresmo, acompanhados por molho de mandioca).

Bar do Antônio (Pé-de-Cana)
Rua Flórida, 15, Sion. (31) 3221-2099. Aberto de segunda a sábado e feriados, das 11h à 1h; domingo, das 11h às 18h.
Prato concorrente : Riquezas de Minas (bolinho de mandioca recheado com ragu de linguiça, coxinha da asa picante e lingüiça ao molho).

Bar do Dedinho
Avenida Deputado Anuar Menhen, 231, Santa Amélia. (31) 3047-1012. Aberto de segunda a quinta, das 17h30 à 0h; sexta, das 17h30 à 1h; sábado, das 13h à 1h; domingo, das 13h às 23h30.
Prato concorrente : Trem das cinco (Linguiça de vitelo ao molho de mostarda com mel, torresmo de barriga, bolinho de mandioca recheado com linguiça e queijo, palitos de queijo empanados e purê de mandioca).

Bar do Doca
Rua Cuiabá, 960, Prado. (31) 8885-0109. Aberto de segunda a sexta, das 17h à 0h; sábado, domingo e feriados, das 14h às 20h.
Prato concorrente : Costela exibida e suas Empadocas (costela de boi com empada de mandioca recheada com lingüiça).

Bar do Júnior
Rua Ouro Fino, 452, lojas 7 e 8, Mercado Distrital do Cruzeiro, Cruzeiro. (31) 3223-5822. Aberto de segunda a sábado, das 9h às 21h; domingo, das 9h às 15h.
Prato concorrente : Mandiocada na costela do leitão (linguiça artesanal de costela de leitão acompanhada por molho com maionese e mandioca cozida).

Bar do Rei
Rua Aladim Correia de Faria, 985, Barreiro/Teixeira Dias. (31) 3381-0125. Aberto de segunda a sexta, das 17h à 0h; sábado e feriados, das 12h às 21h.
Prato concorrente : Quitanda Di Buteco (rosquinha de carne moída com mandioca e rosquinha de frango com calabresa, acompanhadas por molho picante).

Bar do Véio
Rua Itaguaí, 406, Caiçara. (31) 3415-8455. Aberto de segunda a sexta, das 17h à 0h; sábado, das 11h à 0h; domingo e feriado, das 11h às 21h.
Prato concorrente : Tropa mineira (linguiça de arroz carreteiro com croquete de mandioca).

Bar do Zezé
Rua Pinheiro Chagas, 406, Barreiro de Baixo. (31) 3384-2444. Aberto de segunda a sexta, das 17h à 0h; sábado e feriado, das 12h às 22h.
Prato concorrente : Velho Barreiro (tutu com linguiça e pernil, ovo de codorna, torresmo e couve).

Bar Temático
Rua Perite, 187, Santa Tereza. (31) 3481-4646. Aberto de segunda a sexta, das 17h à 0h; sábado, das 11h às 20h; domingo e feriado, das 11h às 18h.
Prato concorrente : Desarrumadinho (linguiça, macaxeira rosa e farofa de feijão de corda).

Barbazul
Avenida Getúlio Vargas, 216, Funcionários. (31) 2535-3527 e (31) 2535-3528. Aberto de segunda a sexta, das 17h à 0h; sábado, das 10h à 0h; domingo, das 10h às 22h.
Prato concorrente : Foi na língua agora é na linguiça (linguiça ao molho de mel com gergelim e brochetes de medalhão).

Barção Moreira
Rua Mombaça, 493, São Gabriel. (31) 3493-2078. Aberto de terça a sexta, das 17h à 0h; sábado, das 11h à 0h; domingo, das 11h às 22h.
Prato concorrente : Rumo à Copa (entremeadas de porco defumado com empanado, linguiça caseira e mandioca ao molho especial da casa).

Bartiquim
Rua Silvianópolis, 74, Santa Tereza. (31) 3466-8263. Aberto de segunda a sexta, das 17h à 0h; sábado, das 11h às 20h; domingo e feriados, das 11h às 18h.
Prato concorrente : Alegria das muié (lagartinho de panela com mandioca cozida).

Café Bahia
Rua Tupis, 369, Centro. (31) 3274-4530. Aberto de segunda a sexta, das 12h à 0h; sábado e feriado, das 10h à 0h.
Prato concorrente : Combinado não sai caro (linguiça de pernil flambada com provolone, torresmo de barriga, medalhão de quiabo e mandioca foguinho, acompanhados por molho de mostarda da casa).

Café Palhares
Rua dos Tupinambás, 638, Centro. (31) 3201-1841. Aberto de segunda a sexta, das 12h às 22h; sábado, das 12h às 21h.
Prato concorrente : Prata da casa (linguiça artesanal do Palhares servida com chucrute brasileiro e batatas cozidas, acompanhada por mostardas clara e escura).

Cantina da Ana
Avenida Silviano Brandão, 2.109, Sagrada Família. (31) 3463-6991 e (31) 3087-6247. Aberto de segunda a quinta, das 18h às 23h; sexta, das 18h à 0h; sábado, das 11h à 0h; domingo, das 12h às 18h.
Prato concorrente : Trem da alegria (linguiça de pernil recehada com azeitona, linguiça de lombo recheada com pimenta biquinho e torresmo de barriga, acompanhados por purê de mandioca e molho de mostarda com laranja e mel).

Carlão Rei do Churrasco
Rua Dom Joaquim Silvério, 859 A, Coração Eucarístico. (31) 3375-9014. Aberto de terça a sexta, das 17h à 0h; sábado, das 12h à 0h; domingo e feriado, das 12h às 22h.
Prato concorrente : Lua de mel (mandioca frita coberta com creme de requeijão, linguiça assada na brasa, ovos de codorna, cebola em flor e molho especial).

Casa Velha
Rua Além Paraiba, 400, Lagoinha. (31) 2551-1953. Aberto de segunda a quinta, das 17h às 23h; sexta, das 17h à 0h; sábado, das 15h à 0h; domingo e feriados, das 13h às 20h.
Prato concorrente : Os três mosqueteiros e suas fiéis manteigas (medalhão de linguiça de vinho com gengibre e pimenta rosa, cupim acebolado e polenta de mandioca com manteigas de alho, de ervas e de pimentão vermelho).

Curin Bar
Rua dos Astecas (Érico Veríssimo), 2.722, Santa Mônica (Venda Nova). (31) 3452-7101. Aberto de segunda à sexta, das 17h às 23h30; sábado, das 14h às 0h; domingo, das 13h às 20h.
Prato concorrente : Caracossol (carne de sol encaracolada na linguiça, acompanhada por molho com maionese e creme de abacaxi apimentado).

Escritório da Cerveja
Avenida General Olímpio Mourão Filho, 800, Planalto. (31) 3491-2258. Aberto de segunda a sexta, das 17h30 à 0h; sábado, das 13h30 à 0h; domingo, das 13h30 às 22h.
Prato concorrente : Costela do chefe (costela de porco no bafo com abacaxi e molho agridoce, acompanhada por mandioca).

Estabelecimento Bar
Rua Monte Alegre, 160, Serra. (31) 3223-2124. Aberto de terça a sexta, das 18h à 1h; sábado, das 13h à 1h; domingo e feriados, das 14h às 22h.
Prato concorrente : Linguinhoca de panela (mix de linguiças cozidas em vinho, cebola, polpa de tomate e pimenta, servido com mandioca cozida e refogada em manteiga de garrafa, maionese, açafrão e ervas finas).

Família Paulista
Rua Luther King, 242, loja 9, Cidade Nova. (31) 3484-4598. Aberto de segunda a sexta, das 18h às 23h; sábado e feriado, das 12h às 21h.
Prato concorrente : R&R (ragu de linguiça com mandioca rösti).

Geraldim da Cida
Rua Contria, 1.459, Grajaú. (31) 3334-9355. Aberto de segunda a sexta, das 16h à 0h; sábado e domingo, das 10h às 23h.
Prato concorrente : Dona Flor e seus dois maridos (pernil ao molho de salsão, alho poró, tomate, ervas; carne de sol no azeite; mandioca cozida no alho; e molho de maçã).

Köbes
Rua Professor Raimundo Nonato, 31 A, Horto. (31) 3467-6661. Aberto de segunda a sexta, das 18h à 0h; sábados, das 12h à 0h; domingos e feriados, das 12h às 18h.
Prato concorrente : Frente e verso (queijocas cervejeiros, rolinhos de linguiça artesanal com queijo e molho da Wowa).

Mulão
Rua Marambaia, 291, Caiçara. (31) 3412-6505. Aberto de segunda a sexta, das 17h à 0h; sábado e feriado, das 11h às 21h.
Prato concorrente : Caipira atolado (linguiça de porco caipira com mandioca cozida e passada na chapa com manteiga).

Patorroco
Rua Turquesa, 865, Prado. (31) 3372-6293. Aberto de segunda a sexta, das 17h à 0h; sábado e feriado, das 12h às 23h.
Prato concorrente : Koninguiça (Minicones com ragu de linguiça calabresa e molho de gorgonzola).

Pé de Goiaba
Rua Alpes, 507, Nova Suissa. (31) 9971-3906. Aberto de segunda a sábado e feriado, das 17h à 0h.
Prato concorrente : Bombom mineiro (bombonzinho de linguiça caramelizada com conserva da casa).

Peixe Frito
Rua Juiz de Fora, 1.242, Santo Agostinho. (31) 3291-1046. Aberto de segunda a sexta, das 18h à 0h; sábado, das 12h à 0h; domingo e feriados, das 12h às 18h.
Prato concorrente : Trilha mineira (bolinho de mandioca, torresminho de peixe e linguiça aperitivo, acompanhados por molhos de limão e picante).

Recanto da Macaca
Rua Guerra Junqueiro, 72, Santa Branca. (31) 3495-4928. Aberto de segunda a sexta, das 17h às 23h30; sábado, das 12h às 23h30; domingo, das 12h às 18h.
Prato concorrente : Macacaxeira da sorte (dadinhos de macaxeira com ragu de linguica e molho especial).

Zoo Bar
Avenida Otacílio Negrão de Lima, 7.844, Pampulha (ao lado da portaria 1 do zoológico). (31) 3491-7455. Aberto de terça a sexta, das 17h às 23h30; sábado, das 13h às 23h30; domingo e feriado, das 13h às 20h.
Prato concorrente : Trem bão, sô! (palitos de mandioca com trio de linguiças – tradicional, picante e de frango com provolone – e molhos especiais da casa).

FONTE: Blog do Girão.



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