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Dia de jogos terá recesso escolar e ponto facultativo na Grande BH.

copa das confederações

A promulgação da Lei da Copa pelo Governo de Minas Gerais vai permitir aos belo-horizontinos o consumo de bebidas alcoólicas dentro do Mineirão e também o uso de ônibus gratuitos para o transporte dos torcedores nos jogos da Copa das Confederações e do Mundial de 2014. No dia das partidas também vai haver recesso escolar e ponto facultativo, informou a Secretaria Estadual Extraordinária da Copa (Secopa). A determinação em relação às competições foi publicada nesta quarta-feira (12) no Diário Oficial dos Poderes do Estado e é válida provisoriamente para o período dos jogos.

copa

De acordo com a norma, haverá a venda de cerveja dentro do estádio, antes proibido por decisão municipal. Mas não é permitida a entrada com bebidas e alimentos, que devem ser adquiridos apenas nos bares e restaurantes do Mineirão, informou a Fifa.

copa cerveja

Outra determinação, de acordo com a Secopa, é a de oferecer aos torcedores com ingressos o transporte gratuito para os jogos. Cada um terá direito a duas viagens diárias, de ida e de volta. Os ônibus especiais vão sair de cinco pontos diferentes de Belo Horizonte.

Quanto ao valor dos ingressos, o desconto de 50% é válido para estudantes, pessoas com 60 anos ou mais e participantes de programas federais de transferência de renda, mas a redução no preço é deliberada pela Fifa.

Ainda conforme a lei, a segurança nos locais oficiais de competição, como o Mineirão e os centros de treinamento, assim como vias no entorno, hotéis onde as seleções vão se hospedar e aeroportos é de responsabilidade do poder público. A medida prevê a possibilidade de segurança privada para o estádio, contratada pela Fifa ou pelo Comitê Organizador Local (COL).

Durante o torneio, o governo estadual deve promover campanhas de sensibilização contra a exploração de crianças e adolescentes, e ainda de combate às drogas e à violência, como previsto pela legislação.

De acordo com a Secopa, a lei prevê também, que o acesso aos locais de competição é restrito a pessoas autorizadas pela Fifa.

Determina ainda que o preço dos ingressos para as competições será deliberado pela entidade, que concederá desconto de 50% nos ingressos apenas para estudantes, pessoas com idade igual ou superior a 60 anos e participantes de programa federal de transferência de renda.

Ponto facultativo
Segundo a Secopa, as repartições públicas estaduais vão ter ponto facultativo a partir das 12h desta segunda-feira (17), em decorrência do jogo entre Taiti e Nigéria. Isto é válido para toda a Região Metropolitana de Belo Horizonte. Também foi definido recesso escolar para os dias 17 e 19 de junho. A Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) não terá aulas.

FONTE: G1.


Seleção de estudantes será feita agora pelo Enem e pelo Sisu.
Mudança não afeta aprovados no Vestibular 2013.

 

A Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) anunciou, no início da noite desta terça-feira (19), que o processo seletivo da institutição passará a adotar o Sisu – SIstema de Seleção Unificada. Com a mudança, o vestibular da UFMG, o mais tradicional de Minas Gerais, deixa de ser realizado. “É um avanço que o país está fazendo, dá uniformidade ao tratamento de todas as pessoas independente da região em que moram e da condição social”, afirmou o reitor Clélio Campolina. Além de ressaltar que o Sisu permite uma seleção mais democrática, ele disse que a mudança nas universidades aproxima o Brasil do sistema adotado por outros países, adeptos do vestibular unificado.

De acordo com a assessoria de imprensa, o Conselho Universitário decidiu pela adesão ao Sisu em uma reunião nesta tarde. Ainda segundo a assessoria, os estudantes aprovados para começar cursos em 2013 não serão afetados. Já os candidatos ao Vestibular 2014 já sofrerão a alteração, e vão ter que fazer o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e concorrer às vagas do Sisu.

Ainda segundo o reitor, também não haverá alterações no sistema de cotas, que no próximo vestibular terá 25% das vagas reservadas. Os cursos que exigem provas específicas, como música, teatro e belas artes, não estarão disponíveis no Sisu, mas o candidato deve fazer o Enem e, em seguida, os testes de aptidão na instituição.

Com relação à perda da receita originária da taxa de inscrição para o processo seletivo, o reitor explicou que o dinheiro era para arcar com os custos do vestibular. Quando sobrava alguma verba, ela era direcionada para assitência estudantil. Dessa forma, a universidade não terá prejuízos com o fim do vestibular da instituição, afirmou Campolina.

FONTE: G1.


Prefeitura e blocos são contra proposta que tiraria caráter popular do evento

 

O bloco Baianas Ozadas atraiu milhares de pessoas às ruas da região Centro-Sul da capital; PM quer evitar aglomeração
Em vez de pensar em estratégias para garantir a segurança do Carnaval em Belo Horizonte, que atraiu milhares de pessoas neste ano, a Polícia Militar quer criar uma forma de limitar o público para evitar aglomerações. O Comando de Policiamento da Capital (CPC) decidiu acionar o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) para cobrar uma forma de restringir a entrada de pessoas nos blocos de rua em 2014, seja por meio de abadás ou ingressos. A prefeitura e os blocos são contrários à proposta.

A ideia da corporação é que os grupos cadastrados na prefeitura tenham um número limitado de foliões para evitar aglomerações acima do esperado, como aconteceu neste ano. “A cidade não tinha estrutura para receber tantas pessoas nas ruas. Foi sorte não termos tido nenhuma ocorrência grave”, afirmou a tenente Débora Santos, da assessoria de comunicação do CPC. Ela não soube informar quantos crimes foram registrados durante a folia.

O diretor de desenvolvimento de novos negócios da Belotur, Gelton Pinto Coelho, não aprovou a ideia da PM. “Se colocar abadá, o Carnaval de BH vai virar o Carnaval baiano. O ingresso também caracteriza a manifestação popular como evento”, avaliou Coelho.

Pelas regras da Empresa Municipal de Turismo de Belo Horizonte (Belotur), os blocos de rua são considerados manifestações populares livres e podem receber até 2.500 pessoas – contando que não haja perturbação do sossego e fechamento de via pública. Neste ano, a maioria dos blocos planejou atrair entre cem e 500 pessoas, segundo o órgão, no entanto, teve lugar com 11 mil foliões. “Queremos que exista um controle, seja por meio de ingressos ou abadás para o público não ultrapassar o limite estabelecido”, sugeriu a tenente. A proposta não inclui instituir a cobrança da entrada.

Sobre a limitação de 2.500 pessoas, Coelho afirmou que precisa ser repensada em virtude da ascensão do evento. “Faremos reuniões para discutir se é necessário mudar a legislação nesse sentido. O importante é a gente construir um Carnaval livre e que tenha segurança”.

Até o fim deste mês, a Polícia Militar (PM) enviará um relatório ao MPMG apontando falhas de organização que prejudicaram o policiamento. Uma delas é a alegação da corporação de só ter sido avisada de cerca de 30 eventos carnavalescos, sendo que, só de blocos, 72 se cadastraram na prefeitura e foram às ruas. “Muitas vezes, a PM não é avisada com antecedência para se planejar”, ressaltou Débora. Já a Belotur informou ter repassado à PM a lista de todos os blocos cadastrados.

Ontem, durante a apuração dos desfiles das escolas de samba e blocos caricatos, o presidente da Belotur, Mauro Werkema, prometeu planejar o Carnaval de 2014 até agosto deste ano. “Temos que nos preparar para a grandiosidade que virou a folia daqui”, afirmou.

LIBERDADE
População condena alteração na festa
A proposta da PM de restringir a entrada de público nos blocos não agradou os foliões. “O abadá tiraria a liberdade das pessoas de escolher o que vão vestir. E o ingresso, mesmo gratuito, obrigaria o folião a passar pelo controle de um órgão. Isso tiraria a característica da festa”, disse Paula Miranda, 25, do bloco Então Brilha, que atraiu cerca de 4.000 pessoas neste ano.

Paula contou que o grupo até produz camisetas e saias, que são vendidas a R$ 20 para os foliões que se interessarem. “É uma forma de dar identidade ao grupo, mas usa quem quer”, afirmou.

O organizador do bloco do Peixoto, Nian Pissolati, 29, também não vê a limitação de público como solução. “Os blocos são uma oportunidade de as pessoas vivenciarem os espaços públicos de maneira livre. O que a PM está querendo é cercear a liberdade da população”, disse Pissolati.

Já a Belotur, embora também seja contrária à ideia, informou que a PM é uma parceira e que vai se reunir com o órgão na semana que vem para discutir o tema.

FONTE: O Tempo.


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