Antequam noveris, a laudando et vituperando abstine. Tutum silentium praemium.

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Veja o que muda em BH neste fim de semana de Virada Cultural

Evento que começa amanhã em BH e terá duração de 24 horas mobiliza setores de trânsito, segurança e logística para garantir diversão e tranquilidade. São esperadas 500 mil pessoas


A pretensão é torná-la uma das maiores do país. Na quinta edição, a Virada Cultural de BH mostra que está densa, consolidada e pronta para mais. Em nível de importância, está lado a lado com o carnaval e o Arraial de Belô. Uma megaestrutura está sendo montada no Hipercentro para receber artistas mineiros e convidados nacionais e garantir a diversão do público, estimado em 500 mil pessoas. Mudanças na cidade foram anunciadas ontem para possibilitar a convivência das mais diversas tribos numa festa a céu aberto e gratuita. O evento terá início amanhã, com duração de 24 horas. Começa às 19h e vai até o mesmo horário do domingo. Vários setores da prefeitura da capital e a Polícia Militar estão mobilizados para garantir segurança, mobilidade e atendimento de saúde.
Serão 25 espaços no Hipercentro, 10 palcos, 447 atrações, 2.837 artistas e R$ 2,5 milhões em investimentos. “É um festival com oferta para todos os gostos. Importante para a arte e cultura mineira e uma vitrine fantástica para os artistas”, afirmou o secretário Municipal de Cultura, Juca Ferreira. Trechos de ruas e avenidas da região estarão interditados ao trânsito amanhã, a partir das 14h. A liberação vai ocorrer às 3h de segunda-feira. O bloqueio vai da Avenida Afonso Pena, próximo ao Parque Municipal, até a Rua Guaicurus, avançando na direção das praças Raul Soares e da Estação. Apenas moradores poderão acessar a área interditada.
bloqueio vai afetar ainda 70 linhas de ônibus que terão o itinerário alterado. Os coletivos que vêm das avenidas Pedro II, Antônio Carlos e Cristiano Machado terão pontos na Avenida Olegário Maciel. Já os que vêm das avenidas Amazonas, Afonso Pena, Alfredo Balena, Brasil e do Contorno terão pontos na Rua Timbiras e na Avenida Augusto de Lima. Os motoristas poderão parar para embarque e desembarque de passageiros ao longo do trajeto dos desvios sempre que solicitados.
O presidente da BHTrans, Célio Bouzada, informou que o acesso de moradores estará garantido nas áreas interditadas. “O motorista só não poderá atravessar essa região de um ponto ao outro”, afirmou. O acesso à área hospitalar ficará liberado. Haverá reforço nas linhas do circular SC1, SC4 e do 105, que faz integração com o metrô. Serão criados ainda bolsões de táxi nas vias liberadas ao tráfego e próximo aos palcos.
Linhas do Move também serão reforçadas. Os circulares farão viagens a cada 30 minutos e os ônibus do Move serão “estocados” na Região Central. “À medida que houver demanda, soltamos”, explicou Bouzada. As linhas com embarque e desembarque nas estações Carijós e Rio de Janeiro vão operar normalmente nas avenidas Paraná e Santos Dumont. As estações Tamoios e São Paulo não funcionarão no domingo.

Pela primeira vez, o metrô funcionará na Virada durante 24 horas ininterruptas. A Estação Central ficará aberta para embarque e desembarque durante toda a programação e será alimentada pela linha de ônibus 105. Os trens partirão a cada meia hora. As outras estações estarão abertas no horário habitual (das 5h15 às 23h), com funcionamento em tempo integral durante a Virada apenas para desembarque de passageiros. Não haverá recarga de crédito nos cartões Ótimo e BHBus, apenas venda de bilhetes únicos.
POLICIAMENTO Reforço também na segurança. Mais de 210 policiais militares devem ficar por conta do evento, fora os homens do batalhão dentro da área da Contorno. Eles estarão em maior número na Praça da Estação, onde haverá show de Daniela Mercury, Chama o Síndico e Fernanda Abreu, e no palco em frente à prefeitura. Haverá também policiais à paisana para identificar, principalmente, autores de furto, sobretudo de celulares. Esse crime é de oportunidade e tem a ver com a fragilidade da vítima. As pessoas devem se lembrar de guardar o telefone em local não visível”, alerta o tenente-coronel Micael Henrique Silva, comandante do 1º Batalhão.
A Guarda Municipal também terá efetivo em toda a região, nas estações do Move e nas Unidades de Pronto-Atendimento (UPAs). Ao todo, serão empenhados 700 agentes, 40 motocicletas e 22 viaturas.
FONTE: Estado de Minas.

Transporte de carga excedente vai interditar totalmente a BR-381 nesta quarta-feira

De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o veículo sairá do km 460 do Anel Rodoviário. A previsão é que comece a trafegar por volta das 9h. O material será levado até João Monlevade, na Região Central de Minas


Motoristas que passam pela BR-381, entre Belo Horizonte e o Espírito Santo, devem ter atenção e paciência. O transporte de uma carga com excesso de peso e largura vai interditar a rodovia nesta quarta-feira. O veículo que levará o material começará a trafegar ainda de manhã e vai seguir até João Monlevade, na Região Central de Minas Gerais. Não há previsão para a liberação da via. Os condutores devem evitar trafegar pela estrada.

De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o veículo sairá do km 460 do Anel Rodoviário. A previsão é que comece a trafegar por volta das 9h. Durante o percurso, que será feito com escolta dos agentes da PRF, será necessário o fechamento total da rodovia.

A peça transportada é chamada de “Manifold pré-sal”.  O fechamento da rodovia será necessário devido ao excesso de largura e peso do material. O objeto tem aproximadamente oito metros de largura. Em alguns trechos, é mais larga que a própria pista.

Operação semelhante aconteceu nessa segunda-feira. A BR-381, entre Nova União, na Região Central de Minas, e Belo Horizonte, foi totalmente interditado para o transporte de três cargas com excesso de largura.

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FONTE: Estado de Minas.


BAIRRO LETÍCIA

Fábrica clandestina de suplementos alimentares é interditada

Polícia Civil recebeu denúncias de que no local eram fabricados anabolizantes; a indústria foi interditada há seis meses pela Vigilância Sanitária e funcionavam clandestinamente


 

Elevado encara prova de carga
 
Interditado desde que estrutura teve deslocamento de quase 30cm, Viaduto Montese é submetido a testes com caminhões

Carga pesada

Seis caminhões carregados com areia, pesando 24 toneladas cada um. A carga de 144 mil quilos foi colocada ontem sobre o Viaduto Montese, que liga os bairros Santa Branca e Itapoã, na Região da Pampulha, com o objetivo de testar a estrutura do elevado antes da abertura ao tráfego de veículos. A Prefeitura de BH prometeu informar hoje o resultado das análises feitas durante todo o domingo, mas não adiantou uma data para inaugurar o viaduto. Mês passado, a Secretaria Municipal de Obras e Infraestrutura havia marcado a liberação da estrutura para a primeira semana deste mês. Em fevereiro deste ano, o elevado foi interditado depois de verificado um deslocamento lateral de 27 centímetros na estrutura. Desde então, nada foi informado sobre novos problemas e a indefinição já dura mais de nove meses. O Viaduto Monte Castelo, que fica próximo ao Montese, vem recebendo o trânsito em mão dupla, garantindo a travessia da Pedro I nos dois sentidos. Em julho, quando uma das alças do Viaduto Batalha dos Guararapes desabou, matando duas pessoas e ferindo outras 23, o prefeito Marcio Lacerda prometeu que, antes de abrir o Montese, a PBH faria testes de carga.

Ontem, os trabalhos começaram cedo, segundo a assessoria da PBH. Um a um, os seis caminhões basculantes cheios de areia foram posicionados sobre o elevado. Frequentador do Bairro Santa Branca, o administrador Túlio Pedrosa Gomes, de 27 anos, achou estranha a forma como a prefeitura resolveu testar o viaduto. “Imagina a sensação do motorista do sexto caminhão… E se o viaduto cai no momento que ele está entrando?”, indagou. 

Segundo a assessoria da PBH, o peso somado dos seis veículos usados no teste é maior do que aquele ao qual o viaduto será submetido durante a operação normal do trânsito. Um andaime foi montado em frente ao elevado para posicionar um equipamento de medição das posições. De 30 em 30 minutos, os dados eram colhidos para análise dos técnicos responsáveis. A obra é de responsabilidade da empresa Cowan, a mesma que construiu o Batalha dos Guararapes. 

Se o resultado dos testes indicar que não há problemas estruturais, o trânsito deve ser aberto nos próximos dias. Antes, porém, são necessárias adequações viárias em ruas do entorno. A rua lateral ao viaduto, do lado do Bairro Santa Branca, também precisa de ajustes. A obra na adutora da Copasa que era mencionada em todos os comunicados da PBH como um dos motivos que travavam a liberação já está concluída. Os postes de iluminação também já estão posicionados no elevado. 

FILAS Para viabilizar o teste de carga, o trânsito foi fechado na Pedro I e desviado para os bairros Santa Branca e Itapoã, o que causou retenção, devido ao afunilamento. Ônibus articulados do Move tiveram que fazer o mesmo trajeto dos carros pequenos. No sentido Venda Nova, a retenção no trânsito, que foi desviado para a Rua Sãozinha Baggio Coutinho, chegou até a barragem da Pampulha. Em direção ao Centro, o tráfego teve retenções a partir da Rua João Samaha, mas não foram registradas grandes filas. A previsão para reabertura do tráfego na Pedro I é hoje, a partir das 5h da manhã.

 

FONTE: Estado de Minas.


Trecho da avenida Pedro I será interditado para testes de carga no viaduto Montese

 

Viaduto Montese
O trecho da avenida Pedro I, entre a rua Monte Castelo e avenida João Samaha, em Belo Horizonte, em ambos os sentidos, será interditado das 5h deste domingo (16) até às 5h de segunda-feira (17). Conforme a prefeitura de Belo Horizonte, a interdição ocorrerá em virtude dos testes de carga que serão realizados no viaduto Montese (localizado sobre a avenida Pedro I, na rua Montese).
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Agentes da BHTrans vão orientar os motoristas sobre o trânsito no local e haverá faixas de pano com indicações de desvios. Para a segurança de todos, a BHTrans recomenda que os motoristas redobrem a atenção, respeitem a sinalização e as orientações dos agentes.
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Desvios
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Sentido Centro/Bairro: …Avenida Dom Pedro I, Rua Sãozinha Baggio Coutinho, Rua Hermínio Guerra, Rua Monte Castelo, Rua Eng. Vicente Assunção, Rua Honorina Esteves Gianetti, Rua Desembargador Milton dos Reis, Avenida Dom Pedro I…
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Sentido Bairro/Centro: …Avenida Dom Pedro I, Rua João Samaha, Rua Doutor Álvaro Camargos, Rua Ramalho Ortigão, Rua Monte Cassino, Avenida Dom Pedro I…
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Transporte coletivo
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Devido a esta interdição, as linhas 63, 64, 6350, 8550, 617, 717, 719, 644, S70 seguirão os desvios abaixo:
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Sentido Centro/Bairro: …, Av. Dom Pedro I, Rua Sãozinha Baggio Coutinho, Rua Hermírio Guerra (à esquerda), Rua Monte Castelo (à esquerda), Rua Engenheiro Vicente Assunção (à direita), Rua Honorina Esteves Gianetti (à esquerda), Rua Desembargador Milton Reis (à esquerda), Av. Dom Pedro I, …
Sentido Bairro/Centro: …, Av. Dom Pedro I, Av. João Samaha, Rua Nova (à esquerda), Av. Dr. Álvaro Camargos (à direita), Rua Ramalho Ortigão (à esquerda), Rua Monte Cassino (à esquerda), Av. Dom Pedro I.
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O Viaduto Montese, no Bairro Itapoã, na Região da Pampulha, vai passar por testes de carga neste domingo. A Avenida Pedro I, entre a rua que tem o mesmo nome do elevado e a Avenida João Samaha, vai ficar interditada nos dois sentidos, das 5h de amanhã até as 5h de segunda-feira. Em fevereiro, o viaduto sofreu um deslocamento lateral de 27 centímetros, ainda durante a construção, e precisou ser escorado. Depois de concluído, o elevado permaneceu interditado. A estrutura foi erguida pela Construtora Cowan, responsável também pela obra do Viaduto Batalha dos Guararapes, na mesma avenida, que por causa de um erro estrutural desabou em 3 de julho, durante a Copa do Mundo, matando duas pessoas e ferindo 23. 
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Segundo a BHTrans, agentes de trânsito vão orientar os motoristas sobre o trânsito no local e haverá faixas de pano com indicações de desvios. Para a segurança de todos, a empersa recomenda que os condutores redobrem a atenção, respeitem a sinalização e as orientações dos agentes.
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Os motoristas que trafegam sentido Centro/bairro devem entrar na Avenida Pedro I, virar na Rua Sãozinha Baggio Coutinho e seguir pelas ruas Hermínio Guerra, Monte Castelo, Engenheiro Vicente Assunção, Honorina Esteves Gianetti, Desembargador Milton dos Reis e seguir adiante pela própria Pedro I. No sentido bairro/Centro, entrar na Pedro I pegar a Avenida João Samaha e ruas Doutor Álvaro Camargos, Ramalho Ortigão, Monte Cassino e Avenida Pedro I.
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Os ônibus terão itinerários mudados. As linhas 63, 64, 6350, 8550, 617, 717, 719, 644, S70 farão, no sentido Centro/bairro, trajeto pela Avenida Pedro I e ruas Sãozinha Baggio Coutinho, Hermírio Guerra (à esquerda), Monte Castelo (à esquerda), Engenheiro Vicente Assunção (à direita), Honorina Esteves Gianetti (à esquerda), Desembargador Milton Reis (à esquerda) e Pedro I novamente. No sentido Bairro/Centro: Pedro I, Avenida João Samaha, Rua Nova (à esquerda), Doutor Álvaro Camargos (à direita), Ramalho Ortigão (à esquerda), Monte Cassino (à esquerda) e Avenida Pedro I.
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FONTE: Hoje Em Dia e Estado de Minas.

 

 


ÚLTIMA ATUALIZAÇÃO: 11/08/2014.
Justiça veta demolição da alça norte do Viaduto Batalha dos Guararapes
O juiz determinou que a prefeitura de Belo Horizonte discuta com a população atingida a forma do enfrentamento do problema, resguardada a segurança de toda a comunidade local
O drama de moradores e motoristas que moram ou passam pela Avenida Pedro I, no Bairro São João Batista, em Venda Nova, deve continuar por um longo tempo. O juiz da 4ª Vara da Fazenda Municipal de Belo Horizonte, Renato Luís Dresch, concedeu liminar ao Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), e determinou que a alça note do viaduto Batalha dos Guararapes não seja demolida. A decisão foi proferida na tarde desta segunda-feira. A Prefeitura de Belo Horizonte informou que não tem conhecimento de ação ou decisão referente ao elevado. 

O pedido de liminar foi feito pelo MP na última terça-feira diante de reclamações passadas por moradores dos edifícios Antares e Savana, que ficam próximo ao local onde parte do elevado caiu matando duas pessoas e ferindo outras 23. Conforme a ação da Promotoria de Justiça de Defesa do Patrimônio Público, os prédios tiveram a estruturas comprometidas, “apresentando fissuras nas paredes, além da probabilidade de desabamento”. 

Outro questionamento feito pelo órgão, é sobre a retirada dos moradores depois que o laudo da empresa responsável pela obra apontou o risco de queda da alça norte. O estudo indicou que a estrutura foi feita com um décimo da ferragem necessária e, por isso, sugeriu a demolição do elevado. Conforme o MP, mesmo a prefeitura prometendo remoções rápidas e encaminhando as famílias para hotéis, a saída dos moradores foi feita de forma espontânea. Porém, eles “ainda têm livre acesso às suas casas e às imediações. O que lhe permite concluir que o local não foi formalmente interditado”. 

Em vistoria, os promotores constataram que algumas famílias, dos blocos 01 ao 07 do Edifício Antares, e dos blocos 01 e 02 do Edifício Savana, seguem nos apartamentos. O MP questiona o motivo da não retirada desses moradores, pois “estão na mesma situação fática de riscos. Tal situação causa aos moradores do local desgastante expectativa, sendo que os únicos benefícios recebidos foram alguns ‘tapa ouvidos’”.

Decisão do juiz

Ao analisar o pedido do MP, o juiz observou que a interdição dos prédios não é efetiva, pois não há restrição de acesso aos proprietários das unidades. Ele concluiu também que os afetados pelo desabamento estão desinformados sobre as providências que estão sendo adotadas. O juiz considerou que o Município pode e deve adotar todas as medidas de segurança para garantir a integridade da população, inclusive a interdição de imóveis, e é “imperioso que isso se realize com o mínimo de impacto possível”.

O magistrado determinou que o Município se abstenha de demolir a alça norte do Viaduto Batalha dos Guararapes ou faça qualquer outra movimentação de terras decorrentes da queda da alça sul do viaduto, até que se discuta com a população imediatamente atingida a forma do enfrentamento do problema. A prefeitura terá que apresentar um plano de demolição da alça norte e de remoção dos destroços. Também terá que custear a locação de imóveis para todas as famílias residentes nos condomínios apontados. 

Também determinou a exibição diária do monitoramento do viaduto ameaçado de queda aos síndicos dos condomínios envolvidos; assegurar o cadastramento socioeconômico de todos os habitantes das unidades residenciais envolvidas, por meio de Programa Polos de Cidadania. Em 72 horas, o município terá que prestar assistência aos condôminos dos edifícios com uma equipe de assistente social, psicólogo, engenheiro, arquitetos. Os profissionais devem ficar de prontidão durante 24 horas.

DESVIOS DE EMERGÊNCIA
Indefinição do prazo para demolição de alça do elevado e liberação da Avenida Pedro I obriga a prefeitura a criar rotas alternativas no entorno da via para aliviar transtornos

A esquina das vias Doutor Álvaro Camargos e Eugênio Volpi está sendo alargada para facilitar a conversão dos ônibus do BRT

 

Diante da indefinição de quanto tempo mais a Avenida Pedro I ainda deve ficar interditada – mesmo depois de mais de um mês do desabamento da alça sul do Viaduto Batalha dos Guararapes –, a BHTrans prepara novos desvios emergenciais no entorno da avenida. As mudanças no tráfego devem ser implantadas nos próximos dias e estão previstas para ruas do Bairro São João Batista, em Venda Nova. É mais uma tentativa de melhorar a circulação de carros e do transporte público, inclusive do BRT, que teve quatro estações desativadas na via. Em pronunciamento durante a inauguração do Comitê Metropolitano da Coligação Todos por Minas, o prefeito Marcio Lacerda deixou clara sua preferência pela demolição da alça norte, sob risco de desabamento, segundo a Cowan, empresa responsável pela obra. Lacerda pôs em xeque a possibilidade de recuperação do viaduto, obra que pode demorar um semestre e causar mais transtornos e insegurança. 

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“As obras de recuperação podem levar até seis meses e a população não pode conviver com esse medo. O trânsito também não pode conviver com o transtorno que existe hoje no local”, afirmou o prefeito. Mas Lacerda pretende bater o martelo apenas depois da divulgação da perícia técnica da polícia, que está em andamento. “Estamos preparando a demolição do viaduto e isso vai acontecer quando a polícia técnica liberar o local”, adiantou. 

Uma fonte ligada a Lacerda confirmou que ele não quer esperar um semestre para liberar a avenida, mas precisa do aval para ter amparo legal de que nenhuma prova foi destruída. Ainda segundo a fonte, o prefeito ouviu muitos especialistas e peritos que dizem ser possível recuperar a alça norte. Mas, para isso, o prazo de seis meses seria o mínimo para elaboração de nova licitação, novo projeto e o próprio tempo da obra. 

Há cerca de duas semanas, a Cowan apresentou laudo que atribui o desabamento a erros de cálculo do projeto executivo, feito pela Consol Engenheiros Consultores. O laudo afirma que o bloco que caiu foi projetado como rígido, o que fez a quantidade de aço calculada para sua composição ser inferior ao ideal. A construtora alega que o bloco deveria ter sido flexível, o que exigiria mais ferragens para evitar que a estrutura se flexionasse, torcesse ou rompesse sob o peso do pilar. Segundo a Cowan, o bloco confirma que o bloco foi concebido como rígido, mas, por enquanto, não tem condições de avaliar se essa foi uma escolha errada.

alternativa Enquanto a decisão não é tomada, a população que mora, trabalha ou passa pelo entorno da Pedro I sofre com trânsito congestionado e com riscos nas travessias. A BHTrans confirma que está analisando novos desvios, mas não adiantou quais. A reportagem do Estado de Minas apurou junto a funcionários de uma empresa contratada pela Cowan que as ruas Eugênio Volpini e Doutor Américo Gasparini serão usadas como alternativa para sair da Rua Doutor Álvaro Camargos e acessar a Avenida Pedro I, no sentido bairro. Na direção oposta, com destino ao Centro, a opção é sair da Pedro I,  entrar na Rua Professor Aimoré Dutra até a Rua Doutor Álvaro Camargos e seguir pela Rua São Pedro do Avaí até a Pedro I.

Moradora do Bairro Santa Mônica, em Venda Nova, a diarista Rosilene Moreno, de 50 anos, diz evitar a região, onde só passa quando é realmente necessário. “O trânsito aqui era intenso, mas muito diferente de hoje. Está perigoso, por causa do grande volume de carros, ônibus normais, do BRT e caminhões. A gente tem que atravessar na marra, porque a sinalização está péssima”, reclama.

Funcionária de uma loja na Rua Doutor Álvaro Camargos, vendedora Rosália Macedo, de 48, reclama dos transtornos: “É muito barulho e confusão o dia inteiro. Vários batidas já ocorreram e o risco de atropelamento é grande”, afirma. 

Para o motoboy André Magalhães, de 35, que passa pelas vias que receberam o tráfego da Pedro I, a situação é perigosa: “É um trânsito muito intenso que veio para vias que não comportam tantos carros. A prefeitura precisa adotar uma solução urgente.”

Por meio de nota, a BHTrans informou que os desvios prevêem a liberação de um trecho maior da Pedro I, para melhorar a fluidez e priorizar a segurança dos motoristas e pedestres. Atualmente, a interdição é da Pedro I entre o Viaduto João Samara e a Avenida Cristiano Guimarães – uma extensão de cerca de 10 quarteirões. 

A BHTRANS informou ainda que, para garantir mais segurança à travessia de pedestres, as ruas que tiveram aumento do fluxo de veículos têm recebido reforço da presença de agentes que fazem o monitoramento e a sinalização com cones, com o objetivo de reduzir a velocidade dos veículos. Informou também que uma operação diária é realizada pelos agentes de trânsito com acompanhamento da entrada e saída dos alunos do Centro Universitário Metodista Izabela Hendrix, na região.

FONTE: Estado de Minas.


DESABAMENTO
Duas semanas de agonia
Vizinhos do viaduto Batalha dos Guararapes, na Avenida Pedro I, relatam insegurança após queda de estrutura.
Da janela, acompanham as obras e convivem com barulho e tremores

 

Caminhão que ainda estava debaixo do viaduto foi retirado ontem. Dois veículos da obra, além de um ônibus e um carro, foram atingidos na queda.


Da janela do apartamento onde mora, ao lado do viaduto que desabou na Avenida Pedro I, a dona de casa Juscilane Martins, de 33 anos, observa os trabalhos de remoção dos escombros e a sustentação da outra alça que permanece em pé. Para ela, hoje completam duas semanas de desespero, tormento e insegurança. Denuncia que as paredes do quarto apresentaram trincas depois do acidente que matou duas pessoas e feriu 23 e que a bancada em mármore do banheiro rachou em três partes. “Não houve nenhuma vistoria interna para assegurar se estamos realmente em segurança. Desde sexta-feira, a Defesa Civil Municipal promete a vistoria dentro dos apartamentos e não comparece”, reclama. 
VEJA AQUI A MATÉRIA COMPLETA, COM ATUALIZAÇÕES!


Juscilane disse conviver com o medo o tempo todo. “Eles ligam o trator lá fora, o prédio treme todo. O barulho é insuportável”, disse. Os filhos de 3 e 6 anos também estão assustados e incomodados com o barulho, segundo ela. “Estou tomando remédio para dormir. As crianças acordam de madrugada assustadas. Meu menino está tendo crise de vômitos depois da queda do viaduto”, disse a dona de casa. “A sensação é de que a gente está dentro de um elevador o tempo todo quando as máquinas estão trabalhando”, comparou.

A dona de casa conta que certa vez chegou a colocar um copo d’água na mesa para acompanhar a trepidação do prédio. “A água até derramou do corpo”, disse. Ela reclama que ainda não recebeu os protetores auriculares da empresa responsável pela construção do viaduto, recomendados pela Defesa Civil. “Meu menino de 3 anos não dorme mais depois do almoço. Ele acorda 6h para ir à escola e costumava dormir à tarde”, disse. 

ÁREA DE LAZER As crianças do condomínio também estão impedidas de brincar no pátio do prédio. “Ficam presas no apartamento. Estamos todos estressados”, reclamou. O medo de Juscilane é que a alça que restou do viaduto está cada vez mais sendo escorada e ela interpreta como risco de desabamento. “Minha preocupação só aumenta. Eles têm que demolir isso de vez. Se esse viaduto for mantido em pé, vamos conviver com essa insegurança o tempo todo”, disse. 

Juscilane disse que já pensou em vender o apartamento, mas acha difícil agora. “Até os inquilinos que estão deixando o prédio por medo. Ninguém mais vai querer comprar apartamento aqui”, disse. Outra reclamação dela é com a poeira. “Crianças que sofrem de bronquite estão sofrendo muito. Vivo com as janelas do meu apartamento fechadas. Se lavo roupa, elas ficam sujas e cheirando a poeira”, disse. 

Outra preocupação dos moradores é que há várias nascentes no Parque Ecológico Lagoa do Nado, do outro lado da Avenida Pedro I, e o solo onde o viaduto foi construído e um dois pilares afundou 6 metros, pode não ser tão consistente. 

Ontem à tarde, o último caminhão atingido na queda do viaduto foi retirado. A Cowan, empresa responsável pela obra, informou ontem que a vistoria cautelar foi iniciada à pedido da Defesa Civil e a previsão de duração é de 30 dias.

FONTE: Estado de Minas.


BR-381 será interditada para instalação de equipamento em Sabará

BR-381, em Sabará, poderá ficar congestionada nesta terça (15) e quarta (16)
BR-381, em Sabará, poderá ficar congestionada nesta terça (15) e quarta (16)
A BR-381, na altura do km 443, em Sabará, região Metropolitana de Belo Horizonte, será interditada parcialmente, a partir desta terça-feira (15). Serão instalados contadores de tráfego no local pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit). A operação tem previsão para durar 48 horas, terminando, assim, na quarta-feira (16).
De acordo com o Dnit, os contadores de tráfego são sensores usados para reconhecer o tipo e fazer a pesagem dos veículos em movimento. Com a implantação dos equipamentos, os veículos não vão mais, então, precisar parar para fazer a pesagem. Durante a colocação dos equipamentos, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) irá fazer a operação “pare e siga” nos dois sentidos da via.
A ação faz parte do Plano Nacional de Contagem de Tráfego (PNCT) que já acontece em várias rodovias brasileiras, conforme informações do Dnit. Os aparelhos ficaram instalados por três anos e contribuem para traçar um perfil dos veículos que usam a malha rodoviária brasileira. Segundo o Dnit, a partir das informações colhidas pelos sensores, será possível planejar ações para serem colocadas em prática futuramente.

FONTE: Hoje Em Dia.


Churrascaria no bairro São Bento é interditada, em Belo Horizonte

Sócio do Raja Grill não se identificou e disse que local passará por obras.
Prefeitura ainda não informou o motivo do fechamento.

Depois da Padaria Vianney, semana passada, mais uma renomada casa comercial é fechada pela prefeitura.

A Churrascaria Raja Grill, localizada no bairro São Bento, em Belo Horizonte, foi interditada na manhã desta quarta-feira (19) pela Vigilância Sanitária Municipal. No local, uma placa que informava sobre o fechamento estava atrás de uma coluna de madeira e com pouca visibilidade. Um cavalete impedia a entrada de clientes.

Cavalete impedia entrada de clientes, que foram surpreendidos pela interdição do Raja Grill. (Foto: Pedro Triginelli/ G1)Cavalete impedia entrada de clientes, que foram surpreendidos pela interdição

O restaurante, tradicional e localizado em uma das principais avenidas da capital mineira, ficou fechado para o público, que foi surpreendido. Funcionários não comentaram sobre a interdição e chegaram a justificar para clientes que o local estaria em obra ou passando por limpeza.

Restaurante fica em ponto tradicional de Belo Horizonte (Foto: Pedro Triginelli/ G1)Restaurante fica em ponto tradicional de Belo Horizonte

Um homem que disse ser sócio, mas não se identificou, informou à reportagem que a churrascaria iria passar por obras, que deveriam ser feita com o estabelecimento fechado. Por telefone, o G1 procurou um representante do restaurante para falar sobre a interdição, mas ninguém foi encontrado para falar sobre o assunto.

A assessoria da Prefeitura de Belo Horizonte ainda não informou o motivo da interdição e deve ser posicionar ainda nesta quarta-feira (19).

Outras interdições
A padaria Vianney, localizada no bairro Funcionários, na Região Centro-Sul de Belo Horizonte foi autorizada a reabrir depois de ser vistoriada pela Vigilância Sanitária nesta segunda-feira (17). O estabelecimento estava lacrado desde a última semana, quando uma vistoria apontou uma série de irregularidades.

Após denúncia, a Vigilância Sanitária havia encontrado irregularidades, como falta de higiene na manipulação de alimentos e no maquinário, má conservação de produtos, além de pacotes de leite fora da validade. Segundo a padaria, os problemas foram resolvidos.

FONTE: G1.


Avenida Padre Pedro Pinto será interditada nesta quarta para obras da BHTrans

A avenida Padre Pedro Pinto, entre a rua das Pedrinhas e avenida Dom Pedro I, no sentido bairro/Centro, em Venda Nova, será interditada a partir das 9h30 desta quarta-feira (12). De acordo com a BHTrans, a alteração no tráfego é necessária para obras do BRT/Move.

Ainda conforme a empresa, os locais serão sinalizados com faixas. Além disso, agentes da BHtrans e da Guarda Municipal irão orientar os pedestres e motoristas.
Desvios
Sentido bairro/Centro: rua Padre Pedro Pinto, rua das Pedrinhas, rua Antônio Rocha, avenida Pedro I,…
Sentido Bairro /MG10-Confins: rua Padre Pedro Pinto, avenida Álvaro Camargos, avenida Vilarinho, rua das Melancias, avenida Cristiano Guimarães, avenida Dom Pedro I,…
Transporte coletivo
As linhas 61, 63, 64, 65, 6350, 2207, 2234A, 2234B, 2208B e 2224C terão o itinerário alterado em função da interdição.
Outras informações podem ser obtidas no site da BHTrans
BHTrans/Divulgação
interdição da avenida padre pedro pinto

 FONTE: Hoje Em Dia.


Expositores da Feira do Mineirinho conseguem alvará definitivo

Feira do Mineirinho - Ricardo Bastos/Hoje em Dia
A Feira do Mineirinho funciona as quintas-feiras (17 às 22 horas) e aos domingos ( 8 às 17 horas)
Após uma série de impasses, os expositores da Feira do Mineirinho obtiveram na tarde desta sexta-feira (28) o alvará definitivo para a realização do evento na região da Pampulha. No entanto, o documento é válido apenas até 31 de março, já que depois desse período a arena do Mineirinho passa a integrar o espaço de uso exclusivo da Fifa em função da realização da Copa do Mundo.
Em nota, a Dekkas Promoções e Eventos Ltda, empresa que administra a Feira do Mineirinho, comemorou a liberação  do alvará. “Esta é a primeira vez em nove anos que a Feira obtém um alvará de funcionamento”, pontua Érika Miziara, proprietária da administradora. Segundo ela, o evento nunca tinha tido alvará para funcionar.
Já segundo o primeiro secretário da Associação dos Expositores da Feira de Expositores (Aefem), Taine Cevidanes, a notícia mais importante é a reunião agendada com o Governo de Minas para discutir a publicação de um edital de licitação para a realização de uma feira definitiva no mesmo local do Mineirinho onde acontecia antes das intervenções para a Copa do Mundo.
“Há muito tempo a gente vem tentando marcar essa reunião com o governo e, agora tivemos a confirmação de que este encontro foi marcado para o dia 10 de março. Dessa forma, poderemos discutir a licitação de uma feira definitivamente a partir de agosto porque atualmente a feira é provisória com data para acabar em 30 de março”, afirmou.
Impasse
No dia 2 de feveveiro, a Feira do Mineirinho foi interditada por falta de alvará. Já no dia 6, a prefeitura liberou um alvará provisório, com duração de três meses, para a realização do evento. No dia seguinte, a PBH interditou novamente a feira sob alegação de que a documentação apresentada pela Dekkas estaria incompleta.
No ano passado, a Feira do Mineirinho também ficou fechada por sete meses por conta das obras para a Copa e só foi reaberta em novembro, após várias reuniões entre o Governo de Minas, prefeitura, feirantes e representantes do Copac.
Feira do Mineirinho
A já tradicional Feira do Mineirinho é realizada  às quintas-feiras, das 17 às 22 horas, e aos domingos, das 8 às 17 horas. Ela funciona dentro do Mineirinho, na avenida Antônio Abrahão Caram, 100, bairro São José, na região da Pampulha.
Ao todo, a feira conta com 400 estandes de roupas, acessórios, gastronomia, obras de arte e de artesanato. Além disso tem uma praça de alimentação com 60 barracas e a estrutura foi construída para atender cerca de 3 mil pessoas.
As barracas são montadas em uma área coberta de 9 mil m² no entorno do Mineirinho, na saída da avenida Abrahão Caram e Alameda das Palmeiras.
FONTE: Hoje Em Dia.

Avenida Cristiano Machado está parcialmente fechada para montagem de passarela
A interdição é no trecho entre Rua Zaira de Paula e Rua São Roque no Bairro Sagrada Família, na Região Leste de Belo Horizonte

A Avenida Cristiano Machado está parcialmente fechada para obras na altura do Bairro Sagrada Família, na Região Leste de Belo Horizonte. Até 16h, operários trabalharão na montagem de uma passarela no trecho entre Rua Zaira de Paula e Rua São Roque. Assim, motoristas terão que pegar desvios montados pela BHTras neste domingo. Os locais estão sinalizados com faixas de tecido e agentes da empresa de trânsito estarão no local para orientar os condutores.

Quem segue nos sentido bairro/Centro deve entrar na Rua Zaira de Paula, Rua ilacir Pereira Lima, Rua Ana de Carvalho Silveira, Rua Wania de Carvalho Silveira, Rua Biaggio Polizzi, Rua Juruá, Rua São Roque e voltar para a Cristiano Machado.

Na direção contrária, a opção é seguir pela Rua Geraldo Menezes Soares, Rua Conselheiro Lafaiete, Av. José Cândido da Silveira, para os veículos com destino sentido BH/Sabará, ou retornar pela Av. José Cândido da Silveira até acessar a Av. Cristiano. As informações sobre mudanças no itinerário de ônibus estão no site da BHTrans.

BRT 2
FONTE: Estado de Minas.

Esquina com a rua Jacuí ficará fechada até a tarde de domingo (28)

brt

Interdições começam a valer às 6h deste sábado

Motoristas que passam pela avenida Cristiano Machado devem ficar atentos. O trânsito na via será interditado na esquina com a rua Jacuí, sentido bairro/centro, a partir deste sábado (27) para obras do Sistema Rápido de Ônibus, o BRT. Segundo a BHTrans, a interdição começa às 6h e só termina às 16h do dia seguinte.

De acordo com o órgão, nessa etapa das obras será implantado o pavimento da pista do BRT. Faixas foram afixadas para informações aos condutores. Agentes da Unidade Integrada de Trânsito, BHTrans e da Polícia Militar irão operar o tráfego na região.

A empresa orienta os motoristas que redobrem a atenção e respeitem a sinalização implantada e as orientações dos agentes de durante a operação.

Intervençõesa partir das 6h deste sábado (27) até às 16h de domingo (28):
– Interdição do cruzamento das avenidas Cristiano Machado com Jacuí, sentido bairro/centro.
– O trecho da rua Juacema, entre as ruas Coromandel e Jacuí, terá a mão direcional invertida operacionalmente, possibilitando o acesso à rua Jacuí;
– A rua Itamaracá, entre as ruas Urandi e Jacuí, terá o sentido de circulação alterado durante a operação;
– Serão feitos ajustes na programação semafórica para melhorar a fluidez do trânsito.

Desvios:

Sentido bairro/centro:
– Rua Jacuí, rua Itamaracá, rua Urandi, avenida Cristiano Machado, rua Ciro Borja (retorno sobre o túnel), rua Pitangui, rua Jacuí.

Sentido centro/bairro:
– Rua Jacuí, avenida Cristiano Machado, conversão à esquerda a ser permitida operacionalmente para a rua Augito, rua Juacema, rua Jacuí.

FONTE: R7.


Ana Carolina Brochado Teixeira
Advogada especializada em Direito de Família e Sucessões, professora de Direito Civil no Centro Universitário UNA, diretora do Instituto Brasileiro de Direito de Família (IBDFAM).

familia-modelo

ImóvelAção de dissolução de condomínio

Minha mãe e outros quatro tios meus receberam um apartamento e um sítio de herança do meu avô, que morreu no ano passado. O problema é que alguns dos herdeiros não querem vender os imóveis, alegando que são lembranças do meu avô, e também dizem não ter dinheiro para pagar a parte daqueles que querem vendê-los. Como é possível resolver esse problema?

Luciana, por e-mail

Luciana,

Imagino que todos os bens estejam divididos em partes ideais e iguais entre os herdeiros, o que acaba por instituir um condomínio entre eles. Nesse caso, a alternativa jurídica é a propositura de uma ação de dissolução de condomínio, com posterior alienação judicial dos bens.

A crítica que se faz a essa alternativa é que os bens acabam sendo vendidos por quantias menores do que realmente valem, mas é a via possível quando nem todos os herdeiros/condôminos concordam com a alienação do imóvel.

 

Incapaz

Não há idade mínima para internação

Meu pai tem Alzheimer em estado avançado, embora tenha apenas 58 anos de idade. Sem condições de cuidar dele, eu e minhas irmãs pensamos em colocá-lo em uma casa de repouso. O problema é que, em algumas que já olhamos, nos foi informado que a lei não permite a internação de pessoas com menos de 60 anos. Isso procede? Nesse caso, como fazer, já que não temos como olhá-lo e não temos cuidadoras disponíveis para isso?

Raquel, por e-mail

Prezada Raquel,

O Código Civil não traz nenhuma restrição atrelada à faixa etária para internação. Creio que talvez, o melhor seja ajuizar ação de interdição do seu pai, a fim de obter a curatela dele, já que ele não tem condições de gerir sua vida, em face do estado de saúde deteriorado, causado pelo Alzheimer.

A curatela é um instituto de proteção às pessoas incapazes, com vistas a que um terceiro – denominado curador – possa agir em nome do incapaz, seja em questões pessoais (como tratamentos de saúde, etc.), como patrimoniais, a fim de resguardar, exclusivamente, os interesses do interditando.

Dependendo da situação do seu pai, uma alternativa seria o ajuizamento dessa ação, o que também poderia facilitar a colocação do seu pai na casa de repouso – desde que isso represente maiores cuidados, para que ele tenha um tratamento adequado, etc.

FONTE: Estado de Minas.


 

Mais um trecho da avenida Cristiano Machado foi interditado para a continuidade das obras do BRT (Transporte Rápido por Ônibus). Desde ontem, o tráfego foi interrompido no trecho entre a avenida Silviano Brandão e a rua Guanabara, no Bairro da Graça, região nordeste de Belo Horizonte, no sentido centro. O cruzamento da rua Jacuí continua aberto. A previsão é que a operação dure, ao menos, 60 dias.
Os veículos que estiverem na Silviano Brandão e forem acessar a Cristiano Machado terão que fazer o desvio entrando na rua Augito e depois passar pelas Ruas Uacema, Itapagipe e Tamboril, até retornar à Cristiano Machado. Já quem estiver na rua Jacuí terá que acessar a rua Jataí, entrar na rua Guanabara e seguir até a Cristiano Machado.

A interdição não afeta a pista exclusiva de ônibus, e, portanto, não haverá mudança de itinerários nem de pontos de embarque e desembarque.

Segundo a BHTrans, faixas foram afixadas sinalizando os desvios, e agentes da Guarda Municipal e policiais do Batalhão de Trânsito da Polícia Militar vão orientar motoristas no local.

OS DESVIOS

FONTE: O Tempo.


De acordo com o Corpo de Bombeiros, os dois estabelecimentos colocavam em risco a segurança dos frequentadores

Interdição Boate Up
Boate UP e.music não tinha condições mínimas de segurança e foi lacrada pelos bombeiros

O pente-fino nas boates e casas de show de Belo Horizonte começou nesta sexta-feira com dois dos dez estabelecimentos vistoriados sendo lacrados. São eles a UP E.Music, localizada na Avenida Getúlio Vargas, Bairro Funcionários, Região Centro-Sul da capital, e o salão de festas infantis Yupii!, na Avenida Luiz Paulo Franco, no Belvedere. Apenas duas casas, o Chalezinho, em Nova Lima, e o Barra Beer, na Pampulha, funcionavam com regularidade. Outros seis locais foram notificados para solucionar irregularidades e em um os fiscais não conseguiram entrar.

Militares do Corpo de Bombeiros e agentes da Prefeitura de BH montaram uma operação especial para verificar as condições de segurança em boates e casas noturnas da capital. A expectativa é que até domingo sejam vistoriados 39 estabelecimentos. A prefeitura informou que espera fiscalizar todas as casas do gênero da cidade até a próxima sexta-feira, antes do início do Carnaval.

Ainda nesta sexta-feira serão vistoriadas mais sete casas. Segundo os bombeiros, a Up E.Music e a Yupii! Foram fechadas porque apresentavam risco iminente à segurança aos frequentadores. Os dois locais têm prazo de 60 dias para solucionar as problemas.

Na boate Mary in Hell, na Rua Tomé de Souza, na Savassi, nenhum dos responsáveis ou funcionários foram localizados e, por isso, ela não foi vistoriada nesta sexta-feira. Mas a equipe de fiscais voltará ao local.

Pela segunda vez consecutiva a A Obra, na Rua Rio Grande do Norte, na Savassi, foi notificada por causa de irregularidades e multada. O Corpo de Bombeiros informou que a casa precisa corrigir pendências no sistema de segurança, mas não esclareceu quais são as falhas.

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O Jack Rock Bar também foi notificado porque não apresentou os projetos de uma reforma que está sendo realizada. Já as antigas boates Seven, no Bairro Santa Mônica, e Os Meninos, na Pampulha, foram notificadas porque se transformaram em restaurantes e não apresentaram projeto de mudança.

Apenas o Chalezinho e o Barra Beer, entre as dez primeiras casas vistoriadas, atendem a todos os requisitos de segurança, incluindo as normas estabelecidas pelo Decreto Estadual 44.746, de 2008, que regulamenta a lei sobre a prevenção e combate a incêndio e pânico em Minas Gerais.

A capital mineira viveu, em novembro de 2001, uma tragédia semelhante, mas de menor proporção, que a ocorrida na Boate Kiss, em Santa Maria, no Rio Grande do Sul, que deixou até o momento 236 mortos e mais de 130 hospitalizadas. No Canecão Mineiro, foram sete mortos na noite daquele 24 de novembro e cerca de 300 pessoas sofreram lesões.

Desde o ocorrido, as normas para funcionamento de bares e casas noturnas de BH passaram a ser mais rígidas. No entanto, conforme adiantou o Jornal Estado de Minas, alvarás de funcionamento estavam sendo concedidos pela PBH sem o laudo de vistoria do Corpo de Bombeiros. A prefeitura, diante da repercussão da tragédia sem precedentes no Sul do país, publicou, na edição de quarta-feira do no Diário Oficial do Município (DOM), o Decreto 15.137.

Por meio do decreto, as normas para concessão de alvarás ficaram ainda mais rígidas. A apresentação do Auto de Vistoria de Corpo de Bombeiros (AVCB), documento responsável por certificar que a edificação tem as condições de segurança contra incêndio e pânico, se tornou pré-requisito para a concessão do licenciamento prévio para estabelecimentos cujas atividades dependam de Estudo de Impacto de Vizinhança. Enquadram-se nesse caso os lugares que recebem grande quantidade de pessoas, entre eles boates, casas noturnas, casas de shows e outros estabelecimentos do gênero.

FONTE: Estado de Minas.



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