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Dezenas de funcionários do Hospital Risoleta Neves estão com intoxicação alimentar

 

hospital risoleta neves
Hospital é a principal unidade de referência hospitalar do Vetor Norte
Cerca de 50 funcionários do Hospital Risoleta Tolentino Neves, na região de Venda Nova de Belo Horizonte, relataram ter tido intoxicação alimentar, na manhã desta sexta-feira (24). De acordo com a assessoria de imprensa do hospital, a suspeita é que algum alimento ingerido na noite dessa quinta-feira (23) tenha feito mal aos funcionários. A Comissão de Controle de Infecção Hospitalar da instituição irá investigar o caso.
Conforme o hospital, os sintomas são brandos, sendo que a maioria apresentou diarreia.
A assessoria informou também que as pessoas que apresentaram intoxicação procuraram a Medicina do Trabalho do local. Após responder a um questionário, os funcionários receberam orientações sobre hidratação e foi avaliado se têm condições de retornar às funções. “A maioria está aqui ainda, mas quem não está bem para continuar no trabalho está sendo liberado”, afirmou a assessoria.
O hospital informou que, somente após a conclusão da investigação, será possível saber qual alimento provocou o surto. Segundo a instituição, durante o expediente, são oferecidas refeições como almoço, lanche e janta.

FONTE: Hoje Em Dia.


Dezenas de pessoas passam mal após comer em restaurante da Zona Sul de BH

 

Fachada restaurante Ni hao
Dezenas de usuários da rede social Facebook relataram que tiveram intoxicação alimentar depois de comer no restaurante Ni Hao, no bairro Santo Antônio, na região Centro-Sul de Belo Horizonte. O problema, conforme afirmaram os usuários, ocorreu, pelo menos, desde a última quarta-feira (24). Há também relatos de quem tenha ido ao restaurante na quinta-feira (25) e na sexta-feira (26). O restaurante é especializado em comida japonesa e chinesa.
A jornalista Izabella Machado, de 28 anos, disse que foi ao local, na quarta-feira (24), para comemorar o aniversário de uma prima. “Na mesa, tinha sete pessoas e todos passaram mal, menos uma amiga que não quis comer lá. Ela preferiu pedir um hambúrguer de outra lanchonete, pois ouviu falar que fama do Ni Hao não era boa”, disse. Izabella contou que ela e a irmã de 19 anos tiveram diarreia, febre e dores pelo corpo. O caso da sua irmã teria sido ainda mais grave, pois ela chegou a ter diversas alucinações.
Segundo Izabella, os gastos que tiveram com medicação e hospital ultrapassaram o valor de R$ 700. “Mesmo que o restaurante arque com as nossas despesas, não vai pagar o que passamos. Vivemos os piores dias das nossas vidas. Fiquei com medo da minha irmã ter sequelas tamanha foi a gravidade do que teve”, alegou.
Izabella contou que a sua irmã ficou sem comer nada sólido por quatro dias. “Só hoje (29) ela conseguiu comer alguma coisa. Todos esses dias ela perdeu aula porque não tinha forças nem para andar. Evito faltar ao trabalho ao máximo, mas precisei ir embora mais cedo na quinta e na sexta, pois tive muita diarreia, chegando a sair sangue. Nunca mais vamos a esse restaurante”.
A jornalista afirmou que acionou a Vigilância Sanitária para apurar o caso. “Quero acompanhar essa investigação de perto. Uma médica da Vigilância Sanitária entrou em contato com a minha prima e disse que dentro de dois irá iniciar as investigações”, informou.
O servidor público estadual Paulo Henrique de Oliveira também passou mal após jantar no Ni Hao. Oliveira conhece o local há cerca de 8 anos e no último ano tem ido semanalmente ao restaurante. Ele relatou que teve diarreia e febre. Porém, o servidor afirmou que se, comprovado que a intoxicação alimentar foi causada por algo específico, continuará frequentado ao restaurante. “Nunca tive qualquer tipo de problema antes. Acredito que é um caso isolado. Sei que a dona é muito exigente com a questão da limpeza”, afirmou.
Uma das proprietárias do Ni Hao afirmou que esse foi o primeiro caso de intoxicação alimentar do estabelecimento. “Temos um controle de limpeza muito grande, tomamos cuidado na manipulação dos alimentos. Não foi falta de higiene, mas ainda não sabemos o que houve. A gente sempre faz de tudo para o bem estar do cliente”, disse Kiu Chan ao Hoje em Dia.
“Além desses procedimentos diários, temos contrato com a Agencia de Gestão Integrada em Segurança de Alimentos (AGISA), que possuem consultores especializados, que nos visitam semanalmente para checar a qualidade de armazenamento, alimentos e equipamentos, e nos apresenta um relatório semanal sobre todos os assuntos pertinentes a alimentação”, diz uma postagem do Ni Hao em sua página do Facebook.
A reportagem do Hoje em Dia tentou entrar em contato com a Vigilância Sanitária, mas não obteve êxito.

FONTE: Hoje Em Dia.


Fogo 3

Incêndio que queimou carros, intoxicou funcionários de emissora e deixou comunidade acuada foi o mais grave em vale que vem sendo castigado pelas chamas há uma semana

 

Um vale dominado pelo fogo, em uma das áreas mais nobres de Belo Horizonte: em menos de 24 horas, incêndios de grandes proporções consumiram mais de 20 hectares de vegetação nos bairros Santa Lúcia e São Bento, na Região Centro-Sul da capital. Ontem, as chamas destruíram 13 veículos e mandaram pelo menos 30 pessoas para hospitais, por intoxicação pela fumaça. A maioria dos veículos consumidos é de funcionários da TV Band Minas, na Avenida Raja Gabaglia, que usam uma rua sem saída atrás do prédio da emissora como estacionamento. 

Fogo

O incêndio de ontem foi o mais grave de uma série iniciada na semana passada em uma espécie de “vale das chamas” na Zona Sul, quando focos começaram na vegetação seca às margens da BR-365 e por pouco não atingiram casas no entorno do Shopping Ponteio, também no Bairro Santa Lúcia. Na noite de anteontem, o fogo voltou a assustar moradores da região, atingindo um terreno vago entre dois prédios na Rua Saturno. 

De acordo com o Corpo de Bombeiros, incêndios como esses, em vegetação de áreas urbanas, aumentaram 77% no estado durante o primeiro semestre deste ano, em relação ao mesmo período de 2013. Na capital e região metropolitana, os focos tiveram aumento de quase 22% na mesma comparação. Apenas no Parque Estadual Serra Verde, na Região Norte de BH, já foram 17 incêndios do início do ano até o último dia 16. Vinte e oito hectares de vegetação da unidade e quase três hectares no entorno foram consumidos.

Fogo 2Chamas avançaram pela encosta íngreme com rapidez e não houve tempo para a retirada dos veículos. Dezenas foram intoxicados pela fumaça e demora dos bombeiros foi criticada

Incêndio começou na vegetação e atingiu pelos menos seis carros em um estacionamento

Ontem, a fumaça tóxica proveniente dos carros que pegaram fogo devido ao incêndio na vegetação invadiu primeiro o setor administrativo da TV, que fica no segundo andar do prédio da Band na Avenida Raja Gabaglia, e depois a redação, no térreo. Houve pânico e, na correria, funcionários foram pisoteados. A programação local teve de ser interrompida e atrações foram substituídos pela grande nacional da emissora. 

De acordo com o tenente João Gustavo de Souza Cruz, do 1º Batalhão do Corpo de Bombeiros, é muito difícil saber como o incêndio começou. Segundo ele, na região dos bairros Santa Lúcia e do São Bento a vegetação de lotes particulares está muito seca e, como o terreno é muito inclinado, o combate às chamas torna-se mais difícil. “Se o bombeiro em combate perder o equilíbrio, ele pode cair e rolar para dentro das chamas. É um trabalho extremamente perigoso”, afirmou o militar. Ontem, segundo ele, as chamas se alastraram tão rapidamente que as pessoas não tiveram tempo de retirar seus veículos.

O primeiro foco teria surgido às margens da Avenida Raja Gabaglia, onde há uma tela de proteção junto ao passeio, fechando terreno particular que estava com o mato alto. A fumaça foi tanta que os motoristas que passavam pelo local ficaram desnorteados. Em pouco tempo, o fogo chegou ao prédio da emissora, onde a auxiliar de serviços gerais Rosi Aparecida Vieira, de 41, descansava no horário de almoço. “Eu tirava um cochilo e fui acordada pela minha colega aos gritos. Todo mundo começou a sair correndo, tentando tirar os carros do estacionamento”, contou. A copeira Maria Lúcia Moreira, de 57, ainda tentou apagar o fogo usando uma mangueira, mas não suportou a fumaça tóxica que vinha dos veículos em chamas na rua de baixo. “Vinham bolas de fogo na minha direção. Engoli um bocado de fumaça”, disse a copeira. 

Parte do Ford Ka da assistente comercial da TV Lenusa Santos, de 26, foi queimada. Prejuízo maior teve o editor-chefe do programa Brasil Urgente, Josuá Barroso, de 26, que estacionou na rua de baixo e encontrou somente a carcaça queimada do carro, que não tinha seguro. “O fogo chegou tão rápido que não deu tempo de tirar o veículo. A fumaça era tanta, que corremos para o outro lado da Raja Gabaglia e buscamos proteção nas concessionárias”, disse o jornalista. Josuá reclamou da demora dos bombeiros. “O fogo queimou os carros às 12h07 e somente às 12h44 eles chegaram à TV”, disse. Segundo ele, também houve demora na interdição de uma das pistas da avenida.

TENSÃO E ESFORÇO O fogo chegou ao Bairro Santa Maria e a população usou mangueiras, baldes de água e até pás para jogar entulho e impedir que as chamas entrassem nas casas e na Escola de Samba Cidade Jardim. Mesmo assim, o desespero foi geral. As chamas destruíram o bananal no lote da dona de casa Deuzemir Ferreira Lima, de 48, assim como a rede elétrica da moradia, que foi salva na última hora, com a chegada dos bombeiros. 

Um carro estacionado na rua em frente à casa foi salvo pelos moradores, que quebraram o vidro e o empurram para longe das chamas. Na Escola de Samba Cidade Jardim, a salvação foi o sistema de combate a incêndios. A abertura do hidrante impediu uma tragédia maior. “Quem apagou o fogo foi a comunidade. Era para ter queimado tudo”, disse o autônomo Laci Alves, de 40, afirmando que os bombeiros deram prioridade ao incêndio no entorno da Band.

Às 17h de ontem, mais de duas horas depois de o fogo ser controlado, o Hospital Madre Tereza, na Avenida Raja Gabaglia, altura do Bairro Gutierrez, já havia recebido 20 pessoas que inalaram fumaça, e outras continuavam a chegar. Entre os pacientes estava o coordenador de promoções da Band Leandro Nunes, de 35, ainda muito assustado. “Foi muito difícil sair da empresa. A portaria fica em uma área aberta, que recebia toda a fumaça do incêndio e a fuligem dos carros queimando”, contou. 

O tenente João Gustavo de Souza Cruz informou que os bombeiros chegaram ao local dentro do tempo previsto e que oito viaturas partiram de locais diferentes da cidade para enfrentar o fogo. Segundo ele, todo combate a incêndio precisa de um tempo de preparação, em ações como definir pontos por onde começar os trabalhos e avaliar as condições de segurança dos militares.

FONTE: Estado de Minas.


Cerca de 30 passam mal, e expediente do fórum de BH é suspenso

Segundo assessoria, suspeita é que dedetização tenha causado intoxicação.

Prazos que venceriam nesta segunda foram prorrogados.

 

O expediente do Fórum Lafayette, em Belo Horizonte, foi suspenso nesta manhã, após cerca de 30 pessoas passarem mal, com sintomas de intoxicação.  A decisão, tomada pelo diretor do foro, Cássio Azevedo Fontenelle, prorroga os prazos processuais que venceriam nesta segunda-feira (15) para esta terça-feira (16).

A suspeita, de acordo com nota divulgada pela assessoria do Fórum Lafayette, é que a intoxicação tenha sido causada pela dedetização realizada no prédio neste sábado (13). As pessoas que se sentiram mal foram atendidas pelos médicos da Gerência de Saúde do Trabalho, e as oito pessoas com sintomas mais fortes foram encaminhadas para o Hospital de Pronto-Socorro João XXIII. Segundo a assessoria do fórum, elas passam bem.

A direção do foro apura o ocorrido. A assessoria informou ainda que o plantão de habeas corpus e medidas urgentes manterá uma equipe de atendimento no prédio.


Intoxicação alimentar
Pepsico anuncia recall de Toddynho contaminado com bactéria
Em nota divulgada pela Pepsico, o produto em questão estava bloqueado no centro de distribuição e foi equivocadamente distribuído no Estado do Rio Grande do Sul

 

 

A Pepsico do Brasil, fabricante do achocolatado Toddynho, confirmou nesta terça-feira o recolhimento de oito mil unidades do produto do lote com marcações GRU L15 51 (intervalo de 23:04 a 23:46), com data de fabricação 2/6/2014 e data de validade 29/11/2014, que estão impróprias para o consumo. O produto estaria contaminado com a bactéria Bacillus Cereus, que causa intoxicação alimentar, e surge quando os alimentos são mal refrigerados.
Toddynho
Em nota divulgada pela Pepsico do Brasil, “o produto em questão, que estava bloqueado no centro de distribuição, foi equivocadamente distribuído no Estado do Rio Grande do Sul, em sua maioria na Grande Porto Alegre, por uma falha no processo de descarte de produtos fora de especificação. Esse pequeno lote de produtos, que se encontra fora de especificação bacteriológica, apresenta sabor azedo e, eventualmente, pode causar desconforto gastrointestinal”.A empresa orienta os consumidores a não ingerirem os produtos do lote GRU L15 51 e informou que “à exceção do lote mencionado, todos os demais produtos da marca Toddynho se encontram em perfeitas condições para consumo. A causa do problema foi solucionada, as autoridades competentes estão sendo avisadas e os produtos desse lote presentes nos pontos de venda estão sendo recolhidos imediatamente”.

Os consumidores que tenham produtos do lote GRU L15 51 não devem consumi-lo e a entrar em contato com a empresa para solicitar a troca pelo SAC 0800 703 2222, das 8h00 às 20h00 ou pelo e-mail sactoddynho@pepsico.com. O processo que envolve este recall não apresentará qualquer custo ao consumidor.

 

Autor: Marco Pereira
Do que escrevi: tá difícil confiar em alimentos no Brasil…principalmente os de caixa. O negócio é boicotar estes sucos, achocolatados em caixinhas ou vamos ser todos contaminados com bactérias incuráveis…| Denuncie |

Autor: Marco Pereira
ESCREVI DUAS OPINIÕES SOBRE ALIMENTOS E ESSES LÍQUIDOS DE CAIXA…PORQUE NÃO FORAM PUBLICADOS?| Denuncie |

Autor: Marco Pereira
Leite, sucos, verduras, carnes…o que será que estamos consumindo…em? estamos ficando com colesterol, triglicérides, fígado, estomago com problemas que não tínhamos antes…tá danado. Indústrias estão sem responsabilidades nenhuma com o ser humano.TUDO CONTAMINADO.| Denuncie |

Autor: Marco Pereira
Tá difícil confiar em alimentos hoje em dia…por isso estamos adoecendo com rapidez assustador. Tudo o que consumimos está sob suspeita…o negócio é acostumar osso organismo com folhas, capim, ração pra cachorro (que deve estar mais puro) do que o que comemos…

FONTE: Estado de Minas.


 

Cigarro

 

Apontados como uma das soluções mais diretas para diminuir o vício pelos cigarros, os e-cigarretes escondem problemas graves. A nicotina líquida utilizada nos “e-cigarettes” é muito mais perigosa do que o tabaco, já que é absorvida mais rapidamente. Ela é uma neurotoxina e pequenas quantidades – ingeridas ou absorvidas pela pele – podem ser letais.
Vários centros de controle de envenenamento em todo o mundo estão apresentando aumento nas taxas de intoxicação acidentais, especialmente entre as crianças. Segundo informações do Sistema Nacional de Dados sobre Veneno (National Poison Data System- NPDS), divulgadas pelo New York Times (março, 2014), o número de casos ligados aos e-líquidos, em 2013, nos Estados Unidos, teve um crescimento de 300% em relação a 2012. Nos casos ocorridos em 2013, 365 foram encaminhados para hospitais – quase o triplo do ano anterior.
Ainda segundo o New York Times foram constatados 74% de casos de intoxicação decorrentes da “e-nicotina” em 2013. Entre eles, 29 eram crianças com menos de dois anos que, atraídas pelas cores ou aroma (como cereja, chocolate e chiclete) acabaram ingerindo ou colocando o produto na pele. Em Oklahoma, 23 dos 25 casos registrados nos primeiros dois meses de 2014 envolveram crianças de menos de 4 anos de idade.
Principais sintomas do envenenamento
A diretora do Centro Regional de Controle de Envenemanto de Kentucky, Ashley Webb, alerta para os principais sintomas da intoxicação: “Os sintomas são os mesmos: náusea, vômito, palidez, sudorese e salivação. Já encontramos alguns casos de aumento da frequência cardíaca, pressão arterial e convulsões. Temos receio de que em um contato com uma quantidade mais expressiva, acarrete problemas cardíacos e ataque o sistema nervoso”.  A diretora reforça que o produto deve ser tratado como um medicamento, sempre mantido longe das crianças e usado com muito cuidado pelos adultos, principalmente no momento em que estão inserindo a “e-nicotina” no cigarro, para que não entre em contato com a pele.
Percentual de nicotina  nos “e-líquidos”
A quantidade de nicotina nos “e-líquidos” (refil dos cigarros eletrônicos) varia. A maioria possui 1,8 a 2,4%- concentrações que já podem causar doenças ou até a morte. Mas existem percentuais mais altos comercializados na internet- como 7,2 a 10%. Segundo o New York Times, uma colher de sopa já seria letal para uma criança ou mesmo um adulto.
Comercialização proibida no Brasil
No Brasil, a Anivsa proibiu a comercialização, importação e propaganda do cigarro eletrônico. Apesar disso, ele é vendido ilegalmente em alguns sites. Atualmente ele é liberado na Europa e também é comercializado nos Estados Unidos, apesar dos seus ingredientes ainda não terem sido regulamentados pelo órgão responsável pelos alimentos e drogas nos EUA (Food and Drug Administration).

FONTE: Estado de Minas.

 

 


Mais de 100 pessoas procuram hospital com intoxicação alimentar em Alpinópolis

Vítimas fizeram refeições em uma lanchonete da cidade. O estabelecimento foi lacrado nesta terça-feira

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A Vigilância Sanitária da cidade de Alpinópolis, no Sul de Minas, interditou uma das lanchonetes mais antigas da cidade após um caso de intoxicação alimentar. Desde a tarde de segunda-feira, mais de 100 pessoas deram entrada no hospital municipal da cidade após consumirem alimentos do local.A coordenadora de Vigilância Sanitária, Makeline Maria Oliveira Cardoso, conta que os primeiros casos apareceram por volta das 16h. As vítimas procuraram atendimento no Hospital Cônego Ubirajara Cabral com um quadro de diarreia e febre alta, entre 39 e 40 graus. Eles disseram ter feito refeições no “Lanches do Feijãozinho”.

Ainda na segunda-feira, uma equipe do órgão foi até o local e fez uma inspeção, recolhendo amostras de alimentos. A lanchonete não funcionou ontem e foi lacrada nesta manhã. Os alimentos recolhidos e as amostras de fezes dos pacientes serão encaminhadas à Fundação Ezequiel Dias, em Belo Horizonte. Conforme a Vigilância Sanitária, a lanchonete tem mais de 20 anos e possui alvarás sanitário e de funcionamento.

A coordenadora de Vigilância Epidemiológica de Alpinópolis, Eliana Guilhermina da Cruz, acompanha de perto o estado de saúde das vítimas no hospital. Ela informou que a maioria delas são jovens adultos que foram até o estabelecimento no domingo. Eles comeram hambúrgueres, pastéis e maionese caseira. Além dos exames, eles recebem soro de hidratação. Ninguém corre risco de morrer. Ainda segundo ela, o número de vítimas pode aumentar, já que nesta terça-feira mais pessoas deram entrada no hospital com sintomas de intoxicação alimentar.

FONTE: Estado de Minas.


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