Antequam noveris, a laudando et vituperando abstine. Tutum silentium praemium.

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Quem faz percurso de ida e volta na linha metropolitana 3992, entre Itaguara e a capital, passa mais de quatro horas e meia dentro do ônibus, no trajeto mais longo da Grande BH

 

O dia ainda está amanhecendo quando os passageiros embarcam em Itaguara. O trajeto só 
será concluído depois das 8h, na capital (Túlio Santos/EM/D.A. Press)O dia ainda está amanhecendo quando os passageiros embarcam em Itaguara. O trajeto só será concluído depois das 8h, na capital
Itaguara – Joana D’Arc Cássia faz mesmo jus ao nome de guerreira, inspirado na heroína francesa que lutou contra os ingleses na Guerra dos 100 anos. Mãe de uma adolescente, ela acorda às 4h15, prepara o café para a família e caminha 20 minutos até o ponto inicial do ônibus. A diarista é uma das passageiras da linha mais longa do transporte público metropolitano. Os 100 quilômetros de Itaguara, na região metropolitana, onde mora, a Belo Horizonte, onde trabalha, são percorridos, quando não há imprevistos, em duas horas e 15 minutos.

Diariamente, levando-se em conta a ida e a volta, os usuários passam pelo menos quatro horas e meia no 3992. “O ônibus parte às 5h30. Chego em casa por volta das 21h. Converso com minha filha, arrumo coisas… Por isso, durmo tarde. Às 4h15, no entanto, estou em pé novamente. Não é fácil dormir poucas horas”, contou a diarista. Ela aproveita a longa viagem para repôr parte do sono.

Os passageiros da linha mais extensa do transporte público metropolitano convivem com várias situações estranhas aos passageiros da capital. Começa pelo preço da passagem: R$ 16,20. O valor é 338% maior que o da principal tarifa na capital: R$ 3,70. A diferença pesa no orçamento de Joana D’Arc. Quase R$ 720 mensais.

No ponto de embarque em BH, na Rua Tupinambás, usuários convivem com lixo e falta de sinalização
 (Túlio Santos/EM/D.A. Press)
No ponto de embarque em BH, na Rua Tupinambás, usuários convivem com lixo e falta de sinalização

“Ainda assim vale a pena. O preço da diária no interior é em torno de R$ 70. Em Belo Horizonte, R$ 140”, comparou. Descontando-se os R$ 32,40 com as passagens de ida e volta, ela fica com R$ 107,60 – 54% a mais do que ganharia em Itaguara. Já a cozinheira Maria da Conceição se rendeu ao preço da tarifa e ao tempo das viagens e não faz o itinerário de todo dia entre a capital e a cidade onde mora..

Para economizar parte do salário e não se cansar diariamente com as longas viagens, ela optou por alternar as noites entre BH e Itaguara. “Tenho três filhos. Gostaria de ter a companhia deles todos os dias, mas, infelizmente, não posso. Durmo uma noite no local em que trabalho e a seguinte, em minha casa”, disse a mulher enquanto observava seu José, um aposentado que ganha a vida negociando roupas, embarcar no coletivo.

O lamento dele é impensável para os usuários do transporte público nas grandes cidades. “Quem perde o coletivo das 5h30 precisa embarcar numa linha que vai para Contagem, mas que parte depois das 9h. Nesse caso, para chegar à capital, a pessoa terá de completar a viagem no metrô ou em outro ônibus lá de Contagem”, reclamou, ponderando que, às sextas-feiras, devido à demanda, o 3992 faz uma viagem extra.

MUSEU SAGARANA O local de embarque em Itaguara fica em frente a um dos cartões-postais da cidade, o Museu Sagarana, inaugurado, em 2012, em homenagem à memória do escritor Guimarães Rosa (1908-1967). O autor de Grande sertão: veredas exerceu a medicina no município antes de migrar para a diplomacia e ganhar fama internacional com a literatura. O museu dá um charme especial ao ponto inicial do 3992.

Por sua vez, a situação é completamente oposta no principal ponto da linha em BH. Os coletivos estacionam num quarteirão da Rua Tupinambás em que não há sequer uma placa informativa. “Quem usa o ônibus pela primeira vez fica perdido. A pessoa procura o ponto, mas não encontra porque a sinalização faz falta mesmo. O poder público precisa resolver isso”, cobra dona Ivone, que divide a semana entre sua casa em BH e o sítio da família, em Itaguara.

Ela gosta de apreciar a vista ao longo do trajeto, sobretudo quando o coletivo sobe e desce as serras próximas a Igarapé e Rio Manso, na Grande BH. O mesmo percurso que proporciona a dona Ivone uma vista agradável a faz ficar sempre em alerta. É que a maior parte do caminho é na Fernão Dias, uma rodovia duplicada, mas com curvas perigosas e palco de constantes acidentes.

“Já vi muitos”, disse Donizete Albano, motorista da linha há três anos. Mas o que o mais o irrita é a lentidão ao longo da Avenida Amazonas. Na ida e na volta, o ônibus 3992 passa pelo corredor no horário de pico, quando as retenções são comuns. “Não tem outro jeito. É ter paciência!”, recomendou o condutor. Pelo menos nesse caso, o problema dos usuários do 3992 é o mesmo enfrentado pelos passageiros da maioria das linhas da capital.

O motorista Donizete Albano trabalha na linha há três anos e reclama principalmente da lentidão do trânsito na Avenida Amazonas (Túlio Santos/EM/D.A. Press)
O motorista Donizete Albano trabalha na linha há três anos e reclama principalmente da lentidão do trânsito na Avenida Amazonas

• Bons amigos de viagem

Mais de duras horas em cada viagem é tempo suficiente para uma pessoa a bordo do 3992 puxar assunto com outra. Cris, cobradora há 13 anos na linha, está sempre disposta a papear com quem gosta de ouvir bons casos. Carismática, ela recebe agrado de vários passageiros. “Acabei de ganhar um pão de queijo”, mostrou a funcionária.

Ela faz questão de dizer bom dia às pessoas e oferecer ajuda ao motorista em algum imprevisto, como limpar o vidro dianteiro sujo durante a viagem. “A gente acaba conhecendo quase todos os passageiros. Tem gente que me presenteia com laranja, mexerica…”.

O volume das conversas, muitas vezes, é baixo, pois parte dos usuários aproveita a longa viagem para dormir, sobretudo aqueles que embarcam no coletivo das 5h30.

Mas nem toda lembrança de Cris a faz sorrir. Ela estava no ônibus que, em 2013, foi parado por três criminosos armados. Eles jogaram gasolina no interior do veículo e o incendiaram.

“A ordem partiu de um presídio. Havia umas 20 pessoas no ônibus. Ninguém se feriu, mas foi assustador. Colocaram fogo com a gente dentro”. Em outras duas ocasiões, recorda a cobradora, o dinheiro da bilheteria foi levado por assaltantes.

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FONTE: Estado de Minas.


Moradores da região Nordeste terão nova linha de ônibus a partir de domingo

A partir do próximo domingo (21), uma nova linha de ônibus atenderá os moradores da região Nordeste de Belo Horizonte. Conforme a BHTrans, a linha 825 entrará em operação e fará o trajeto Estação São Gabriel/Vitória II via UPA, instalada no bairro São Paulo.
A autarquia responsável por gerenciar o trânsito na capital informou que a criação da linha atende demanda da comunidade. “Com a opção de transbordo, diversos bairros atendidos pelas linhas alimentadoras na Estação São Gabriel também poderão utilizar a linha 825, em uma segunda viagem e sem pagar mais por isso, e também acessarem a UPA Nordeste”, destacou a empresa.

Itinerário

Rua dois Mil Quatrocentos e Sessenta e Nove, 141 (Condomínio Figueira, ponto final), R. Dois Mil Quatrocentos e Sessenta e Oito, R. Osmir Venuto da Silva, R. Amélia Moretzsohn da Silva, R. Luiz Romualdo da Silva, R. Augusta Sacchetto Scalzo (antiga R. 714), R. dos Borges (à direita), R. Dois Mil Quatrocentos e Sessenta e Seis, R. Berenice Ribeiro de Miranda (retorno no Residencial Esplêndido), R. Berenice Ribeiro de Miranda, R. Dois Mil Quatrocentos e Sessenta e Seis, R. dos Borges, R. Dona Chiquinha, Rod. Anel Rodoviário Celso Mello Azevedo, R. São Gregório, R. Jacuí (à esquerda), R. Angiroba, R. Joaquim Gouveia (UPA Nordeste), R. Angola, Av. Cristiano Machado (Estação São Gabriel-Setor Oeste).

Av. Cristiano Machado (Estação São Gabriel-saída via 240), Pça. Corpo de Bombeiros Militar, Viaduto Um Mil Novecentos e Setenta e Nove, R. Jacuí (à direita), R. Andiroba, R. Manoel Alexandrino, R. Angola, R. Joaquim Gouveia (UPA Nordeste), R. Andiroba, R. Agrelos, Rod. Anel Rodoviário Celso Mello Azevedo, R. dos Borges, R. Dois Mil Quatrocentos e Sessenta e Seis, R. Berenice Ribeiro de Miranda (retorno no Residencial Esplêndido), R. Berenice Ribeiro de Miranda, R. dois Mil Quatrocentos e Sessenta e Seis, R. dos Borges, R. Augusta Sacchetto Scalzo, R. Luiz Romualdo da Silva, R. Amélia Moretzsohn da Silva, R. Osmir Venuto da Silva, R. Dois Mil Quatrocentos e Sessenta e Oito, R. Dois Mil Quatrocentos e Sessenta e Nove (retorno na rotatória após o Condomínio Figueira), R. Dois Mil Quatrocentos e Sessenta e Nove (Ponto Final).

 

horário de ônibus da linha 825

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FONTE: Hoje Em Dia.


Linhas 5502-C, 5503-A e 5503-B têm itinerário alterado no Centro de BH

Ônibus atendem aos bairros Pousada Santo Antônio e Goiânia.
Pontos foram desativados e um novo criado na Avenida dos Andradas.

 5503-a

As linhas 5502-C, 5503-A e 5503-B, que atendem aos bairros Pousada Santo Antônio e Goiânia, na Região Nordeste de Belo Horizonte, tiveram o itinerário alterado no Centro. A mudança comecou nesta terça-feira (12).

Segundo a Empresa de Transportes e Trânsito de Belo Horizonte (BHTrans), dois pontos na Rua Espírito Santo foram desativados e um novo foi criado na Avenida dos Andradas, entre as ruas dos Tupinambás e dos Caetés.

De acordo com a BHTrans, a mudança é para melhorar o trânsito na região central e reduzir o tempo das viagens.

Mais informações pelo telefone 156 ou no site da BHTrans.

FONTE: G1.


BRT/Move 100% operacional
Com a entrada em operação de oito linhas nas estações Vilarinho e Venda Nova, primeira etapa do sistema está concluída.
Meta é transportar 440 mil passageiros por dia em BH

brt

ITINERÁRIOS DOS ÔNIBUS DE BH – CLIQUE AQUI!

Mais de cinco meses depois da inauguração do BRT/Move, a BHTrans concluiu ontem a implantação da primeira fase do sistema de transporte rápido por ônibus. Para finalizar esta etapa, faltava entrar em operação a parte relativa à Região de Venda Nova, atrasada por conta do desabamento do Viaduto Batalha dos Guararapes, em 3 de julho. Sete linhas troncais foram incorporadas pelo Move, sendo cinco na Estação Vilarinho e duas na Estação Venda Nova. Uma linha diametral também passou a fazer parte do sistema.

 

Com a conclusão da primeira etapa, o sistema passa a transportar a partir de amanhã 440 mil passageiros por dia útil. Desde 8 de março, data da inauguração, o número de ônibus que circulavam nos horários de pico nas faixas mistas teve redução de 67%, passando de 880 para 293 coletivos. Já nas faixas de concreto exclusivas do Move ,estão rodando 450 ônibus, entre veículos articulados e padrons. 

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Assim como aconteceu nos terminais São Gabriel e Pampulha, a inauguração da plataforma de embarque do BRT na Estação Vilarinho, ontem, mostrou que ainda há muitos ajustes a serem feitos, como conclusão do meio-fio e instalação de grades na área de circulação dos ônibus, uma escada rolante desligada e uma bilheteria ainda em fase de construção. Também faltaram informações para os usuários.

 

A entrada em operação do Move transformou a estação em um imenso terminal multimodal de transporte de passageiros. O local agora conta com uma estação do metrô, do BRT/Move e um pavilhão do BRT Metropolitano, além de um shopping.

A desempregada Carla Amanda Martins, de 25 anos, ficou perdida na estação. Nem com a ajuda do informativo da BHTrans conseguiu se orientar. “Acho que as coisas não estão claras. Está muito bagunçado, faltando informação. Onde pego o ônibus da linha 65?”, questionou a jovem, que queria ir ao Centro.

 

A empregada doméstica Mônica Souza Dias, de 31, foi uma das pessoas que testaram um itinerário que começou a operar ontem: a linha 68 (Estação Vilarinho/Lagoinha). “Achei que demora demais nas paradas. Tem muita estação vazia e para mesmo assim”, disse. A faxineira Lourdes do Carmo Gonçalves, de 46, reclamou muito da demora da baldeação. “Antes, para ir do Bairro Minas Caixa (Venda Nova) ao Centro, gastava em torno de 40 minutos. “Hoje gastei 50. Esse tempo entre descer de um ônibus e esperar o outro atrapalhou muito”, diz ela.

Além da linha 68, começaram a operar no BRT/Move as linhas 65 (Vilarinho/Centro Direta), 66 (Vilarinho/Centro/Hospitais Via Cristiano Machado), 67 (Vilarinho/Santo Agostinho Via Carloz Luz) e 6350 (Vilarinho/Estação Barreiro Via Anel Rodoviário). Na Estação Venda Nova, o Move já operava com as linhas 61 (Venda Nova/Centro Direta) e 63 (Venda Nova/Lagoinha). Ontem foram integradas as linhas 62 (Venda Nova/Savassi Via Hospitais) e 64 (Venda Nova/Assembleia Via Carlos Luz).

ADAPTAÇÃO O presidente da BHTrans, Ramon Victor Cesar, afirma que é normal as pessoas sentirem a mudança quando deixam  de usar um único ônibus e passam a fazer a baldeação. “Quando você introduz o transbordo, isso causa apreensão, mas rapidamente a população se adapta e verifica depois que é uma solução muito melhor para o seu trajeto”, diz Ramon.

 

Expansão para a Região Oeste
BHTrans já busca recursos do governo federal para implantar corredor do BRT/Move na Avenida Amazonas, até a Estação Barreiro. Modelo seria mais light, sem desapropriações

 

Conseguir recursos financeiros do governo federal para implantar o corredor do BRT da Avenida Amazonas. Concluída a primeira fase de operação do novo sistema de transporte coletivo na capital, este passa a ser o principal objetivo da BHTrans, segundo informou ontem o presidente da empresa municipal, Ramon Victor Cesar. “Já existem estudos iniciais sobre este novo corredor, que seria implantado sem desapropriações, em uma versão mais light, circulando pelas avenidas Amazonas e Tereza Cristina até chegar à Estação Barreiro”, informou Ramon.

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“Estamos com uma carta consulta em Brasília para tentar os recursos que seriam usados no detalhamento de projetos e na execução da obra. Não faremos desapropriações, por isso é uma versão mais simplificada, provavelmente com uma faixa em cada sentido”, explicou. O presidente da BHTrans disse que o terminal que nortearia o corredor é a Estação Barreiro. Dessa forma, o corredor iria do Centro pela Avenida Amazonas até o Bairro Gameleira, na Região Oeste, de onde seguiria pela Avenida Tereza Cristina até o terminal de integração, na área central do Barreiro.
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Ramon acrescentou que o percurso teria uma grande extensão na Amazonas, possivelmente num trecho que iria até a Cidade Industrial, em Contagem, na Grande BH.É bem provável que, mesmo sem desapropriações na Amazonas, a implantação do novo corredor demande intervenções viárias importantes na Região do Barreiro. Uma obra recente de canalização do Ribeirão Arrudas e ligação de duas pontas da Tereza Cristina entre BH e Contagem, na região da Vila São Paulo, tornaram mais fácil a iniciativa, mas ainda será necessário fazer a conexão da avenida com a estação. Hoje, um viaduto que opera em mão dupla viabiliza a passagem por cima da linha férrea entre as avenidas Tereza Cristina e Afonso Vaz de Melo, local do terminal. 
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OUTROS AJUSTES 
A BHTrans também está com as atenções voltadas para ajustes pontuais nos corredores já implantados e para a integração de novas linhas ao sistema. O alvo são as linhas diametrais, que ligam dois bairros passando pelo Centro. Ao interligar esse tipo de itinerário ao Move, a empresa possibilitará que usuários de outros bairros passem a usar a baldeação, pagando apenas uma passagem.
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O planejamento inicial, que contempla as integrações de novas linhas diametrais ao Move, mostra que há muitas linhas que podem migrar para a busway, fazendo parte do chamado BRT intermediário
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.Já foram incorporadas as linhas 5401 (Dom Cabral/São Luiz), 8101 (Santa Cruz/Alto Santa Lúcia), 5106 (Bandeirantes/BH Shopping), que substituiu a antiga 2004, e 5201 (Buritis/Dona Clara). Conforme o planejamento anterior à implantação do sistema, ainda restam a 9502 (São Geraldo/São Francisco via Esplanada), 8207 (Maria Goretti/Estrela Dalva), 8108 (Cidade Nova/Savassi), 4205 (Ermelinda/Salgado Filho), 4102 (Aparecida/Serra), 5104 (Suzana/Cruzeiro), que substituiria as linhas 5101 e 5031, e 5103 (UFMG/Mangabeiras), que atenderia o público que hoje usa a 5102 e a 9502. 
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De acordo com a demanda nas novas linhas, a BHTrans pode fazer modificações, como incremento no quadro de horários, mudanças em itinerários ou até mesmo criação de novos roteiros. “Vamos entrar numa fase de ajustes pontuais em diversas linhas. São coisas que podemos fazer nos próximos meses para adequar a estrutura básica às necessidades que vão aparecendo na prática do dia a dia”, concluiu Ramon Victor.

 

Linhas 66 e 67, que atendem a Cidade Administrativa, são incorporadas ao Move

 

move
BHTrans conclui neste sábado mais uma etapa da implantação do Move

A partir deste sábado (16), as linhas 66 e 67, que tinham pontos finais na Cidade Administrativa, passarão a integrar o sistema Move. Com isso, os funcionários dos órgãos do Governo que utilizam esses veículos, terão que desembarcar agora na Estação Vilarinho e embarcar nos ônibus da linha 642 (Estação Venda Nova/Estação Vilarinho, Cidade Administrativa) para chegar ao local de trabalho.

A BHTrans está concluindo a implantação do sistema Move nas Estações Vilarinho e Venda Nova, oferecendo à população mais linhas. Nessa etapa, os usuários contarão com novos destinos através da troca entre linhas nas Estações de Integração e de Transferência, sem ter que o usuário tenha que desembolsar mais por isso. Na Estação Vilarinho, a atual linha 65 passará a oferecer aos usuários um serviço direto até o centro, a partir da região da Pampulha.

A nova linha 68 (Estação Vilarinho/Lagoinha), criada nesta etapa, irá operar com ônibus articulado, atendendo aos usuários que têm os bairros do entorno do corredor Antônio Carlos como destino. A linha 64 (Estação Venda Nova/Assembleia via Carlos Luz) também será incorporada ao sistema Move, assim como a 62 (Estação Venda Nova/Savassi via Hospitais), que atenderá às Estações de Transferência das Avenidas Vilarinho e Cristiano Machado.

Alteração

Nesta sexta-feira, as estações Cristiano Guimarães e Planalto, que estavam fechadas desde a queda do viaduto, voltaram a funcionar normalmente. No entanto, muita gente ainda não estava sabendo da novidade. Motoristas e usuários continuaram utilizando os pontos de ônibus improvisados nas pistas centrais.

“Não há nenhuma placa, nenhuma informação. A gente fica aqui no ponto como faz todos os dias e daí eles alteram e não comunicam. Só descobri porque vi o ônibus parar na estação e quando corri para alcançá-lo já não dava mais tempo”, protestou a empregada doméstica Maria do Socorro Oliveira, 39 anos.

FONTE: Estado de Minas e Hoje Em Dia.


Ônibus é a prioridade
Plano de trânsito desestimula uso de carros e disponibiliza 400 coletivos na Copa.
Expectativa é de que 70% dos torcedores cheguem ao Mineirão via transporte público

Corredor Antônio Carlos do BRT/Move terá as linhas 50, 51 e 52 disponíveis para os torcedores que forem ao Mineirão (GLADYSTON RODRIGUES/EM/D. A PRESS)

Corredor Antônio Carlos do BRT/Move terá as linhas 50, 51 e 52 disponíveis para os torcedores que forem ao Mineirão



Quem não abre mão do carro particular pode começar a repensar essa escolha se quiser ir ao Mineirão acompanhar os jogos da Copa do Mundo. Chegar ao campo no próprio veículo está entre as opções menos recomendadas pela BHTrans. A orientação do presidente da empresa que gerencia o transporte e trânsito em BH, Ramon Victor Cesar, é para que moradores e turistas priorizem o transporte coletivo. Esta opção, no entanto,  exigirá fôlego, pois quem for de BRT/Move terá de enfrentar, a pé, um trecho de subida de 1,4 quilômetro entre a Avenida Antônio Carlos e o estádio. Se a escolha for pelos cerca de 400 ônibus especiais que farão os trajetos entre a Savassi, o Expominas (Gameleira), o Centro e o Minas Shopping, (Bairro União), a caminhada chegará a dois quilômetros.

RESUMO

Os caminhos do torcedor ao MineirãoPlano da BHTrans em dias de jogos dá prioridade ao transporte coletivo, com ônibus especiais a R$ 15 (ida e volta) e linha Confins-Pampulha a R$ 10 (o trecho). Confira as vantagens e desvantagens de cada meio de transporte.

Expresso Copa

Cinco locais de embarque e venda de bilhete antecipada

Pista normal de ônibus e ponto a até 2km do estádio

BRT/Move

Passagens a R$ 2,85 e corredor exclusivo de ônibus

Rota de possíveis protestos e ponto a 1,4km do Mineirão

Táxi

Comodidade e economia para quem for em grupos

Volta para casa vai exigir uma caminhada de até 1,8km

Carro

Desembarque poderá ser feito a cerca de 500 metros

Estacionamento proibido em vários bairros da região

VEJA TAMBÉM:
MEDO: ESTABELECIMENTOS BLINDADOS

Ir de táxi também está fora do objetivo da BHTrans. Diferentemente da Copa das Confederações, quando puderam trafegar pelas antigas busway – que hoje se tornaram corredores exclusivos do BRT/Antônio Carlos –, os táxis dividirão espaço nas pistas normais com carros e coletivos durante a Copa. Muda também o número de pessoas atendidas pelo transporte público. Enquanto no ano passado, 28 mil pessoas usaram ônibus para chegar ao Mineirão, o planjeamento agora é superior. “A expectativa é que 70% dos torcedores cheguem ao estádio pelo transporte público”, espera o secretário municipal Extraordinário para a Copa do Mundo, Camilo Fraga, referindo-se a 42 mil passageiros entre os 60 mil torcedores que vão ao Mineirão.
 
Táxis também terão restrições de acesso e não poderão ultrapassar a área limite permitida apenas para veículos credenciados. Enquanto na chegada a vantagem pode ser o conforto da viagem e a proximidade do campo – de cerca de 500 metros  – a volta fica complicada. Se não quiser se aventurar nas ruas do entorno na tentativa de conseguir o serviço, o torcedor precisará andar até 1,8 quilômetro para chegar a um dos dois pontos de embarque: na orla da lagoa, perto do Iate, ou em frente à Usiminas, na Avenida Carlos Luz. “Eventos dessa natureza em todo o mundo são operados com transporte público. Temos o serviço especial de ônibus e todo o serviço do BRT capazes de transportar grande massa de pessoas até o Mineirão”, diz Ramon Cesar.

Os ônibus especiais dividem com o BRT o topo da lista recomendada pela BHTrans. Se a opção for pelos coletivos do ‘expresso Copa’, os torcedores já podem comprar os bilhetes a R$ 15 para ida e volta. Os ônibus que sairão das regiões Oeste (Expominas), Centro-Sul (Centro e Savassi) e Nordeste (Minas Shopping) chegarão em pontos batizados de Terminais Copa, nas imediações do Mineirão. Os três primeiros ficam na Praça dos Esportes e na Avenida Fleming, no Bairro Ouro Preto, enquanto os passageiros que saírem do Minas Shopping desembarcarão na Avenida das Palmeiras e farão uma caminhada mais leve, de 500 metros.

As linhas que operam o BRT na Antônio Carlos também têm esquema especial. Cinco horas antes e três horas depois das partidas, os itinerários 50, 51 e 52 receberão reforço no quadro de horários. A 50, que é direta do Centro à Estação Pampulha, fará paradas nas estações de transferência UFMG e Mineirão. De lá, os passageiros seguirão a pé até o estádio, uma caminhada de 1,4 quilômetro, aproximadamente. 

Idosos, grávidas, pessoas com crianças de colo ou com mobilidade reduzida poderão usar um serviço de traslado da prefeitura até os portões do estádio. O esquema também funcionará para esse público nos terminais da Copa. Para chegar ou sair do estádio, os pedestres poderão usar rotas exclusivas, sinalizadas, e separadas com grades, desde os terminais do expresso Copa ou das estações do BRT até o Mineirão. A avenida, no entanto, está na rota dos protestos, e na Copa das Confederações ficou horas fechada, antes e depois dos jogos. 

Apesar de afirmar que a cidade está preparada para transportar torcedores com tranquilidade, Ramon admite que manifestações, como ocorreu durante a Copa das Confederações, podem causar prejuízos ao planejamento da BHTrans. “Qualquer fechamento tem impactos negativos. Mas, mesmo com as manifestações da Copa das Confederações, transportamos cerca de 28 mil pessoas e ninguém chegou atrasado ao Mineirão”, informa. Além disso, o presidente garantiu que a empresa tem esquemas de contingência preparados. 

CONFINS Quem desembarcar em Confins e for para o Mineirão terá opção de transporte direto. Uma linha especial foi criada, com taxa de R$ 10 por trecho. A expectativa é de que o trajeto dure 50 minutos e que, com partidas programadas de 15 em 15 minutos, cerca de 1 mil passageiros sejam transportados a cada hora. As saídas ocorrerão seis horas antes dos jogos e até três horas depois das partidas. Além do reforço nas linhas de ônibus regulares que saem do aeroporto para BH, o terminal terá atendimento especial de táxi, com 531 veículos, e 16 carros adaptados para pessoas com mobilidade reduzida. 

Enquanto isso…

…BH tem o 6º pior
trânsito do país


Belo Horizonte ocupa a sexta posição entre as capitais que têm o pior trânsito do país, segundo pesquisa divulgada ontem pela empresa de tráfego TomTom. O levantamento mediu a densidade dos engarrafamentos, comparando o número de ruas da cidade e quantas estão congestionadas. A densidade também foi analisada nos horários de maior movimento e fora deles, um indicativo de questões relacionadas à infraestrutura, segundo o gerente de vendas da empresa, Julio Quintela. BH chega a ter 42% de ruas e avenidas comprometidas nos momentos de pico. São Paulo, conhecida pelas longas filas de veículos, ficou logo à frente, na quinta posição, com 46%. A capital mais congestionada é Recife, com lentidão em 60% de suas vias nos horários de pico.
FONTE: Estado de Minas.

Ônibus Flecha Azul faz última viagem e vira peça de museu

Após rodar 24 mil quilômetros e transportar 2.561 passageiros, coletivo da Cometa é aposentado em grande estilo. Fãs guardam muitas histórias e até tatuagem do ônibus

Motoristas com uniforme de época e banda para receber os últimos passageiros (Viação Cometa/Divulgação)
Motoristas com uniforme de época e banda para receber os últimos passageiros

O último ônibus Flecha Azul concluiu nesta semana a derradeira viagem e agora vai ganhar aposentadoria em lugar de destaque na garagem da empresa. O trecho ida-e-volta entre São Paulo e Campinas foi o escolhido para a última das 65 viagens comemorativas do aniversário da Viação Cometa. O percurso inaugural foi entre São Paulo e Belo Horizonte, em agosto.

O Flecha Azul prefixo 7455, ano 1999, modelo 1976, foi o último fabricado pela Companhia Manufatureira Auxiliar (CMA), empresa criada pela Cometa para produzir os próprios veículos. Após ser vendida ao grupo JCA, os antigos “Dinossauros”, um dos apelidos dos ônibus, foram pouco a pouco sendo retirados da frota. Esse foi totalmente reformado, ganhou ar-condicionado, Wi-Fi e bancos de couro, mas manteve todo o charme e atração de um ônibus clássico, típico de filmes “On The Road” americanos. Os dois motoristas escolhidos para conduzir o Flecha Azul usavam uniforme de época, com direito a quepe e óculos Ray Ban.O veículo foi colocado em atividade normal, com passagens vendidas no mesmo valor de uma viagem em ônibus executivo equivalente. A cada partida, uma miniatura do Flecha Azul foi sorteada entre os passageiros. Para o trecho final, 15 pessoas com acompanhtes foram selecionadas num concurso cultural que recebeu 193 participações. Os “busólogos”, como são conhecidos os fãs de ônibus, e admiradores da empresa paulista contaram uma história de vida envolvendo o Cometa. O grupo ganhou uma passagem ida-e-volta com direito a almoço, além de muita história para contar.

André Accarini possui três tatuagens com relação à Cometa (Viação Cometa/Divulgação)
André Accarini possui três tatuagens com relação à Cometa

Segundo balanço feito da empresa, foram mais de 24.000 km rodados entre 24 de agosto e 23 de outubro, com 2.561 passageiros transportados em destinos nas regiões Sudeste e Sul do Brasil. Foram 19 cidades: São Paulo, Belo Horizonte, Juiz de Fora, Poços de Caldas, Caxambu, Rio de Janeiro, Volta Redonda, Curitiba, além dos municípios paulistas de São José do Rio Preto, Franca, Araraquara, Ribeirão Preto, Lorena, Itapetininga, Santos, Sorocaba, Jundiaí, Campinas e Praia Grande.

Um dos condutores do ônibus é Marcos Ernesto, com 11 anos de casa. Ele e Ricieri Antunes foram selecionados entre outros 1.200 motoristas da Cometa. De acordo com Ernesto, uma das viagens mais marcantes foi o primeira até Belo Horizonte. “O Flecha Azul praticamente fechou a rodoviária na capital mineira, com passageiros e busólogos abraçando e beijando a lateral e a frente do ônibus”, revela.

VEJA FOTOS DO FLECHA AZUL!

O veículo tem motor de seis cilindros em linha com injeçaõ direta de diesel e 360 cavalos de potência. “O bom de dirigir especificamente este ônibus é poder sentir a ‘pegada’ da troca de marchas e sintonia somente pelo ronco do motor”, conta orgulhoso o condutor.

Ar-condicionado, bancos de couro e Wi-Fi para os viajantes  (Viação Cometa/Divulgação)
Ar-condicionado, bancos de couro e Wi-Fi para os viajantes

O jornalista André Accarini, 43 anos, de São Paulo, foi um dos passageiros da última viagem do Flecha Azul. “Desde que me conheço por gente, já gostava dos onibus da Cometa. E o que me mais me marcou foi o patrimônio humano: os motoristas e funcionários sempre foram muito atenciosos”, conta. A paixão é tanta, que André possui três tatuagens com símbolos da empresa: um enorme cometa Halley no braço direito, o logotipo antigo no outro braço e um “estrelão”, outra marca clássica da Cometa.

Além do trecho final, André ainda viajou entre São Paulo e Araraquara (SP) e Campinas a Santos, relembrando bons tempos de infância e adolescência. “Eu acho interessante ver a reação das pessoas nas estradas. Ao viajar no lado esquerdo, é possível notar os carros passando com pessoas fotografando o ônibus”, diz. O jornalista, que não se define como “busólogo”, mas fã da empresa, filmou trechos da viagens e publicou na internet. Um dos vídeos já passou de duas mil visualizações. “Você fica maravilhado ao andar. Gosto muito do ronco do motor, dos bancos, da suspensão”, conta.

Desde os 8 anos de idade que o engenheiro Francisco Araújo admira ônibus clássicos (Arquivo Pessoal)
Desde os 8 anos de idade que o engenheiro Francisco Araújo admira ônibus clássicos

Outro passageiro que reviveu lembranças a bordo da última viagem do Flecha Azul é o engenheiro eletricista Francisco Carlos de Araújo, 58 anos, de São Paulo. Devido compromissos de trabalho, por quase trinta anos viajou pelo estado, quase sempre em ônibus da empresa. Mas a relação com os coletivos vem ainda de mais tempo e valeu uma das histórias escolhidas.

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Aos oito anos, no então pacato bairro de Vila Guilherme, Francisco teve os primeiros contatos com os ônibus. Devido obras para construção da marginal, o trânsito foi desviado para a rua da família, num trajeto em que os ônibus iam da garagem da empresa até a antiga rodoviária de São Paulo, na Estação da Luz. Na época a Cometa operava o GM Coach PD-4104, importado dos Estados Unidos e apelidado de “Morubixaba”.

Vestido com uniforme da companhia, Rubens de Farias exibe ônibus tatuado (Viação Cometa/Divulgação)
Vestido com uniforme da companhia, Rubens de Farias exibe ônibus tatuado

“Posso dizer que foi uma das minhas felicidades da infância. Os ônibus passavam por ali, causavam um certo congestionamento e faziam um ronco forte do motor. Durante os quase dois anos do desvio, sempre pedia meu pai para andar naquele ônibus”, relembra. Mais tarde, quando teve um filho, a situação se repetiu e foi a vez de Francisco levar o rebento para um passeio de onibus.

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O engenheiro fez uma viagem ida-e-volta de São Paulo a São José do Rio Preto a bordo do último Flecha Azul, ainda sem saber se seria um dos escolhidos para o passeio final. Além de ter sido selecionado, ainda ganhou a última miniatura do ônibus rumo a Campinas. “O mundo está hipertecnológico, mas perdeu muito do romantismo daquela época. Os motoristas tinham uniformes completos, com quepe. Existiam todos aqueles códigos entre os condutores nas estradas, com acenos e piscadas de faróis e setas. Com a pressa do dia-a-dia ninguém percebe mais a máquina, pensa apenas na chegada e partida. Existem ônibus modernos e confortáveis, como o Marcopolo G7. Ele é bonito, mas ninguém o admira”, analisa.

Destino do Flecha Azul

Após cumprir a jornada de 65 viagens e 24 mil quilômetros, o Flecha Azul 7455 será guardado no acervo histórico da Cometa, na capital paulista,  que conta inclusive com veículos mais antigos. Ainda não há informações para outras viagens, mas o modelo será exibido entre 9 e 10 de novembro na exposição Viver, Ver e Rever (VVR) de veículos antigos, no Memorial da América Latina, em São Paulo. A empresa não tem planos de comercializar as miniaturas que foram sorteadas nas viagens.

“É muito gratificante ver o reconhecimento e a afeição de nossos clientes, as publicações nas redes sociais, o entusiasmo a cada post na Fan Page. Nos aproximamos muito de nossos clientes com essa campanha, e este é um canal que pretendemos manter ativo”, afirma Carlos Otávio Antunes, presidente da Cometa e do grupo JCA.

Busólogos e admiradores da marca na última viagem (Viação Cometa/Divulgação)
Busólogos e admiradores da marca na última viagem

Veja mais:

https://universobh.wordpress.com/2013/08/24/cometa-flecha-azul-de-volta/

https://universobh.wordpress.com/2013/08/26/cometa-flecha-azul-faz-sucesso/

FONTE: Estado de Minas.


Trânsito será alterado na Pampulha para show do “Black Sabbath”

Show deve reunir cerca de 20 mil pessoas em Belo Horizonte
 Show do Black Sabbath altera trânsito na região da Pampulha

Mudanças começam a valer já nesta segunda-feira (14)

O show do Black Sabbath, que acontece nesta terça-feira (15), no Mineirão, vai causar mudanças no trânsito da região, segundo a BHTrans. Para o evento, que deve reunir cerca de 20 mil pessoas, será interditado o cruzamento das avenidas Cel Oscar Paschoal com av. Antônio Abrahão Caram a partir de 1h de terça-feira. Além disso, a partir das 19h de hoje (14), serão implantadas reservas de áreas no entorno do estádio para garantir a fluidez no tráfego.

Faixas de tecido serão afixadas para orientação aos condutores. Agentes da Unidade Integrada de Trânsito (BHTrans, Polícia Militar e Guarda Municipal) irão operar o tráfego na região. Para a segurança de todos, a empresa orienta os motoristas a redobrarem a atenção e respeitarem a sinalização implantada durante a operação e os agentes de trânsito.

Estacionamento

O entorno do Mineirão terá área de estacionamento para o público. As pistas externas das avenidas Abraão Caram, Cel. Oscar Paschoal, Carlos Luz e C estarão disponíveis para estacionamento, porém alguns trechos serão reservados para vagas para ônibus, vans, pontos de táxi e veículos de imprensa.  Não será possível estacionar nas pistas internas que são dedicadas ao acesso/saída do estacionamento do estádio. Desta maneira, os torcedores devem ficar atentos e respeitar a sinalização de trânsito.

Transporte coletivo
Veja a relação de linhas que passam próximo ao Mineirão:

– 2004 (Bandeirantes /Pilar via Olhos D’água);
– 5401 (São Luiz /Dom Cabral);
– 64 (Estação Venda Nova /Santo Agostinho via Carlos Luz );
– Circulares 503 e 504 (Santa Rosa /Aparecida /São Luís);
– Suplementares 51 e 52 (Circular Pampulha), 53 (Confisco /Pampulha /São Gabriel), 54 A e 54 B (Dom Bosco /Shopping Del Rey );

Desvio

Em virtude do evento, as linhas S51 (Circular Pampulha) e 2004 (Bandeirantes/Olhos D’Água) farão o seguinte desvio, a partir das 7h de terça-feira (15), até às 2h de quarta-feira (16): Av. Otacílio Negrão de Lima, Av. Alfredo Camarate, Av. Pres. Carlos Luz (retorno Praça da USIMINAS), Av. Pres. Carlos Luz, Av. Abraão Caram (a direita).

Motoristas que costumam passar pela região do Estádio Mineirão, na Pampulha, em BH, precisam ficar atentos para as mudanças no trânsito nesta terça-feira (15). As alterações são por causa do show da banda “Black Sabbath”.

De acordo com a BHTrans, empresa que gerencia o tráfego na capital mineira, a partir das 19 horas desta segunda-feira (14), será proibido estacionar no entorno do estádio, onde serão implantadas reserva de áreas.

Para facilitar o acesso ao estacionamento, a avenida Cel. Oscar Paschoal será interditada no cruzamento com a avenida Abrahão Caram, a partir das 15 horas de terça.

Quem utiliza o transporte coletivo também deve verificar mudanças em desvios das linhas S51 (Circular Pampulha) e 2004 (Bandeirantes/Olhos D’Água), entre às 7 horas de terça e 2 horas de quarta (16).

Os ônibus seguirão pela Av. Otacílio Negrão de Lima, depois passarão pela Alfredo Camarate, Pres. Carlos Luz (retorno na Praça da Usiminas), voltando à  Pres. Carlos Luz e, então, continuando a rota pela Abraão Caram (à direita).

FONTE: Hoje Em Dia/Santa Luzia Net.



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