Antequam noveris, a laudando et vituperando abstine. Tutum silentium praemium.

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Cão vê alunos comprando lanche em cantina e entrega folha para ganhar biscoito

De tanto observar os alunos entregarem dinheiro e saírem com comida, o cachorro passou a oferecer folhas de árvore aos funcionários da cantina

Cachorros podem ser ensinados a fazer várias coisas. Não é raro ver casos de animais que deitam, rolam ou fingem de mortos apenas com um comando humano. Mas eles também são capazes de aprender sozinhos. Na cidade de Monterrey, na Colômbia, um cão que ‘trabalha’ como vigilante de uma instituição de ensino aprendeu a comprar lanches na cantina.

De tanto observar os alunos entregarem dinheiro e saírem com comida, o cachorro passou a oferecer folhas de árvore aos funcionários da cantina. Em troca, tem recebido biscoitos.

A história foi divulgada no Facebook pela professora Angela Garcia Bernal. Na publicação — que, até a noite desta sexta-feira (27/4) contava com mais de 27 mil reações e 32 mil compartilhamentos —, a docente relata que o cão, que se chama Negro, chega na cantina, abana o rabo e pede o biscoito.

“Não é fiado, nem doado. Negro vê que os estudantes levam notas e recebem algo em troca. Então, pega uma folha do chão e, muito decentemente, se aproxima para fazer a compra”, disse a professora.

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FONTE: Estado de Minas.


Lanche criado há 46 dias é o mais pedido da casa, que fica em Betim: são cerca de 150 pedidos por noite; dono precisou contratar mais funcionários para dar conta da demanda

X-Cristão 2

Na onda dos hambúrgueres artesanais, uma lanchonete que abriu as portas há 46 dias em Betim, na região metropolitana de Belo Horizonte, faz sucesso nas redes sociais com o seu X-Cristão, lanche de quase 1kg. A página do estabelecimento no Facebook já ultrapassou 170 mil curtidas. O local recebe cerca de 150 pedidos do sanduíche por noite.

“Sinceridade, eu não esperava por este sucesso. A maionese, os nossos molhos, são os diferenciais. E compramos os produtos todos os dias, eu não estoco alimentos, uso tudo fresco”, garantiu o empresário Richard Costa dos Reis, 40.

O lanche é feito com pão, duas carnes, dois ovos, dois presuntos, duas mussarelas, o dobro de bacon, o dobro de frango, alface, tomate, milho, batata palha, molho rosé e molho especial. Este é o carro-chefe de um cardápio de dez opções de lanches, macarrão na chapa e porções de batatas-frita. O X-Cristão custa R$ 17,99, incluindo uma lata de refrigerante.
X-Cristão

“Este é um preço de inauguração, que estamos conseguindo manter, porque o lanche sai bastante. O valor dele mesmo seria em torno de R$ 25”.

Na noite dessa quarta-feira (27), o Espaço do Cristão vendeu 500 lanches. Com o aumento da demanda, o dono precisou contratar mais funcionários e agora dez pessoas trabalham no comércio. “Hoje vou levar mais duas pessoas para me ajudar a dar conta”, comemorou Reis.

O espaço possui mesas e também realiza entregas, apenas na cidade. Pelo Facebook, internautas pedem para que o lanche seja mandado para outras cidades.

X-Cristão 3

Clientes querem ampliação da entrega
Espaço Cristão
Endereço: Praça das Rosas, 47, bairro Alterosa – Betim
Aberto: 18h às 0h

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FONTE: O Tempo.


 

 

 

 

Em fevereiro de 2011 vocês ingressaram no curso de Direito da Universo, campus de Belo Horizonte, com tantos sonhos e desejos!!

Participaram da Aula Inaugural com a Gestora, do Tribunal do Júri Interdisciplinar, do Julgamento de Nuremberg, da Visita técnica ao Sistema Carcerário, das Semanas Jurídicas, dos Seminários Temáticos, dos Julgamentos Itinerantes do Conselho de Contribuintes, do Dia do Advogado, da Universo de Amigos, das Visitas Técnicas às Aldeias Indígenas, criaram o blog do curso de Direito, das Capacitações Discentes, participaram do estágio extracurricular do Juizado Especial Federal, apresentaram o Trabalho de Conclusão do Curso, participaram do ENADE 2015, muitos já aprovados no Exame de Ordem e encerraram o curso com a apresentação da metodologia ativa Role Play na aula do prof. Igor!!!

Primeira Foto Auditório

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Confiaram no nosso trabalho!! Lembrando de cada ingressante, de como vocês iniciaram o percurso ansiosos pelo conhecimento, pelo aprendizado, acreditamos no potencial de cada um de vocês!! Obrigada pela oportunidade de dividir estes cinco anos da vida de vocês!!

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Agora, no final de 2015, o tapete vermelho desfez a última dobra para que vocês possam por ele passar e brilhar na profissão!! Fazer a diferença no mercado de trabalho, com competência, ética, respeito e honestidade!! Parabéns!!! Sucesso!! Deus os abençoe e proteja sempre!!!!

Professora Inês Campolina, gestora.

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Sem divulgar, McDonald’s vende arroz e feijão no Brasil

Prato tradicional é oferecido nas lojas próprias da rede desde 2010.

Segundo rede, prato não é anunciado por não fazer parte da ‘estratégia’.

 

Prato com arroz e feijão vem acompanhado de farofa, hambúrguer, salada e fruta (Foto: Anne Barbosa/G1)Prato com arroz e feijão vem acompanhado de farofa,
hambúrguer, salada e fruta

Praticamente ninguém sabia, mas é possível comer arroz e feijão nas lojas McDonald’s do Brasil desde 2010, informou nesta terça-feira (13) a Arcos Dorados, controladora dos restaurantes da rede no Brasil e na América Latina.

O “item secreto” do cardápio foi confirmado pela empresa após reportagem da “Bloomberg” revelar que a rede possui uma lista de pratos executivos com arroz e feijão que fica escondida embaixo do balcão somente para os clientes que solicitarem.

Procurado pelo G1, o McDonald’s informou que os pratos executivos com arroz e feijão são comercializados desde 2010 nos restaurantes próprios da rede, desde que solicitados pelo cliente.

“Servimos para o cliente o que servimos internamente e vice-versa. O prato, no entanto, não é e nem deve ser anunciado pela loja, já que não faz parte da ‘estratégia de marketing’ e nem é a especialidade do McDonald’s”, disse, em comunicado, Ana Apolaro, diretora de recursos humanos do McDonald’s.

Com o título “O lanche feliz brasileiro que o McDonald’s não quer mostrar”, a reportagem da Bloomberg afirma que o McDonald’s passou a fornecer o prato depois que funcionários rejeitaram o cardápio regular de hambúrgueres e batata frita nos intervalos do expediente e apresentaram uma denúncia ao Ministério Público do Trabalho.

Segundo a agência de notícia, ainda que os pratos executivos sejam mantidos em segredo, eles estão à venda para evitar as críticas de que a rede esteja servindo refeições especiais aos funcionários que os clientes não podem comprar.

Além do arroz com feijão, cada prato executivo vem com a opção dos hambúrgueres de frango, peixe ou carne bovina servidos no cardápio regular e uma salada. Segundo o McDonald’s, a refeição custa R$ 23.

A reportagem da Bloomberg lembra que, em 2012, um termo de ajuste de conduta com o Ministério Público do Trabalho exigiu que a operadora Arcos Dorados fornecesse refeições tradicionais sem custo a seus funcionários para solicitar a redução do imposto de renda.

Presente em mais de 100 países, o McDonald’s tem procurado oferecer comida adaptada aos gostos locais. Na China, por exemplo, são oferecidos pratos com arroz. Em Hong Kong, o cardápio inclui bolo de feijão vermelho. Veja exemplos

Como patrocinadora da Copa do Mundo, o McDonald’s lançou neste mês uma linha de sanduíches com ingredientes para homenagear 7 países participantes: Brasil, Argentina, Espanha, França, Itália, Alemanha e Estados Unidos.

VEJA AQUI A ORIGEM (COMO NASCEU O PRATO)!

FONTE: G1.

Vídeo: testamos o pê-efe do McDonald’s

Repórter  foi a uma unidade da rede de fast food para comprar e experimentar o desconhecido (mas existente) prato feito; veja o que nós achamos da refeição

 

Se a mão pesa no sal das clássicas batatas fritas, carecem de tempero, cozimento ideal e sabor o tão misterioso prato de arroz com feijão do McDonald’s. Missão dada, nossa reportagem foi à unidade da rede na avenida General David Sarnoff, na Cidade Industrial, em Contagem – bem pertinho da sede do jornal, para testar o produto. Se o atendimento é bom e ‘rápido’, o produto é caro e peca no sabor.

A compra
Pedi o pê-efe à primeira atendente de caixa que vi. Ela não conhecia (me indicou um McDonald’s Premium Salad Grill) e eu insisti no prato simples. A moça chamou um moço, que chamou um gerente. Esse sim deu andamento ao pedido, que se chama Break e é composto, além do arroz e feijão, por farofa, batata frita, salada e carne (varia; na quarta é Fish – o peixe empanado). Para compensar a ausência de acompanhamento de refrigerante ou suco, a refeição vem com uma banana. Saudável, né?

O preparo
Durante a espera entre o pedido e a entrega (exatos nove minutos; a loja estava vazia às 14h30), fiz algumas perguntas, sem me identificar como jornalista. Descobri que em um ano e sete meses de funcionamento daquela franquia, apenas cinco ou seis pessoas pediram a comidinha. É pouquíssimo para uma empresa que quase não fecha as portas e ainda tem drive-thru. Enquanto preparavam o prato, no fundo da loja, os outros atendentes me olhavam como se eu fosse um ET: afinal, quem é esse cara que pede um pê-efe no McDonald’s?

O mistério
O desconhecimento do prato executivo (como ele é chamado pelos funcionários) não é por acaso: nem no site oficial da rede há a informação sobre a existência do tal Break. O preparo, aliás, só pode ser feito pela gerente geral, seja para clientes ou para os funcionários. Esse, inclusive, é o motivo para a existência da refeição: ele passou a existir, em 2010, porque os colaboradores reclamaram na Justiça que não queriam almoçar ou fazer lanches com hambúrgueres.

O McDonald’s afirmou, em nota, que não divulga e nem divulgará o prato pois não “faz parte da ‘estratégia de marketing’ e nem é a especialidade” da empresa.

A entrega e a conclusão
Com o prato pronto, trouxe para a redação para experimentar. O peso da refeição nenhum funcionário soube informar, mas é pesadinho. O preço, salgado: R$ 23,00. E o sabor? Assista ao vídeo!

Por esse preço, eu realmente preferiria comprar um pê-efe em outros lugares. No Mixido, na Savassi, na região Centro-Sul de BH, o ‘mineiro’ sai por R$ 19,00, com lombo, linguiça, ovo, arroz, feijão e couve com alho. Já no Chopp da Fábrica, o ‘mixidão’ vem com arroz, feijão, couve, ovo, carne desfiada, linguiça especial e torresmo e é vendido por R$ 16,30. Outra opção é o Bolão, em Santa Tereza, na região Leste: o pê-efe lá vem com arroz, feijão, macarrão (espaguete), carne (à escolha) e ovo. O valor? R$ 18,50.

Serviço

McDonald’s (filial visitada)
Avenida General David Sarnoff, 1000, Cidade Industrial – Contagem

Mixido Bar e Restaurante
Avenida do Contorno, 5602, Savassi – (31) 3221-0886

Chopp da Fábrica
Avenida do Contorno, 2736, Santa Efigênia – (31) 3241-1766

Bolão de Santa Tereza
Praça Duque de Caxias, 288, Santa Tereza – (31) 3482-4433

FONTE: O Tempo.


ANTES DO CHECK-IN » Preços em Confins levantam voo

Gastos com alimentação no aeroporto são muito maiores na comparação com restaurantes de outros locais. Valores dos aluguéis são justificativa para pão de queijo custar até R$ 4,10

Quem frequenta o Aeroporto Internacional Tancredo Neves, em Confins, sabe o quão salgado é o preço da alimentação. Lanchar um pão de queijo com um refrigerante, que custam até R$ 4,10 e R$ 5,30, respectivamente, representa uma despesa de R$ 9,40.

Mas a explicação, segundo lojistas, está no alto custo do aluguel cobrado pela Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero). Levantamento feito pelo Estado de Minas mostra que o metro quadrado de uma lanchonete no terminal pode ser até 24 vezes mais alto que o de uma loja frontal em um bairro de luxo de Belo Horizonte. Quando o imóvel considerado é um casa comercial em um bairro classificado como popular, pelo mesmo valor seria possível alugar um espaço 94 vezes maior.

O comparativo considera quatro licitações feitas pela Infraero neste ano para compor o rol de 12 empreendimentos de alimentação e os valores pedidos por imobiliárias, segundo pesquisa feita pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas Administrativas e Contábeis de Minas Gerais (Ipead/UFMG). A licitação com valores mais exorbitantes refere-se ao espaço de 67,36 metros quadrados para a instalação de uma rede de sanduíche fast food. Pela área, a Infraero vai receber R$ 76 mil durante 84 meses (tempo do contrato assinado em abril). Ou seja, o aluguel do metro quadrado sai a R$ 1.128,26.

Na outra ponta, na locação de uma loja de frente em um bairro de luxo de BH (área e tipo de imóvel mais caros entre os pesquisados pelo Ipead-UFMG) o metro quadrado sai por R$ 45,92. Considerando a mesma área proposta pela Infraero, o aluguel sairia por R$ 3.093 ao mês. Mas, se a preferência for por alugar um imóvel em um bairro popular, é possível achar casas comerciais com o metro quadrado de R$ 11,94. Repetindo a comparação, desta vez o valor mensal da locação sairia por R$ 804,27.

ANALISANDO O ‘CASO’ DO PÃO DE QUEIJO – E SÓ ELE
O preço de custo do pão de queijo DE QUALIDADE é de R$ 0,18 (dezoito centavos) por unidade (congelado), R$ 9,00 por quilo. Se a qualidade for deixada de lado, cai para R$ 0,10 (dez centavos), R$ 5,00 por quilo.
Explicando a questão da qualidade: para baratear o custo muitas fábricas usam na receita fécula de mandioca, essência de queijo (e não o próprio queijo) e ovos de casca mole (rejeitados pelo mercado e adquiridos a preços mais baixos). Na padaria aqui perto, sai por R$ 1,50 cada um, já pronto.

A explicação, segundo o diretor de Relações Institucionais da Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop), Luís Augusto Ildefonso, é que “a velocidade de vendas é absurdamente maior”, devido ao grande fluxo de passageiros e também ao fato de que é quase certo o consumo de boa parte deles, uma vez que são obrigados a chegar com certa antecedência para o voo e a maioria dos terminais são distantes das regiões centrais. É o caso de Confins – terminal mais distante do Centro entre os principais aeroportos do país.

A consequência: à espera de um voo, a professora Ana Paula Montandon de Oliveira não teve escolha e foi obrigada a pagar R$ 20 por uma lata de suco e um croissant recheado com presunto. “É três vezes mais caro que em qualquer lugar. O passageiro sai de casa mais cedo para voar; no avião, a empresa cobra pela comida e ainda é ruim”, diz.

DESEQUILÍBRIO

Segundo a Alshop, que representa lojas como Lacoste e Pizza Hut, até o ano passado a loja do McDonald’s no aeroporto de Guarulhos era a que mais vendia do país. Mesmo assim, acaba que o custo de operação faz com que a receita líquida seja bem menos interessante que as de shoppings. Tanto que em nome dos lojistas a associação já tentou negociar com a Infraero a redução dos custos. “O valor é definido de acordo com o interesse do passageiro naquela loja, mas a Infraero acaba se tornando um ‘importante sócio’ do negócio”, reclama Ildefonso, que classifica o investimento como “brutalmente desfavorável”.

No caso das redes internacionais de fast food, a explicação para a alta de vendas se dá também pelo fato de que elas são obrigadas a manter os preços vigentes em outras lojas. Por outro lado há os lojistas que criam empresas para operar somente nos aeroportos e colocam preços altos para cobrir os custos operacionais. O resultado é que muitos preferem comer sanduíches e pizzas em detrimento de outros alimentos.

Na tentativa de acirrar a concorrência entre os estabelecimentos, e por consequência reduzir os preços de alimentos, a Infraero criou no ano passado um formato de lanchonete popular. As sete primeiras já operam nos aeroportos de Curitiba e Londrina (PR), Recife (PE), Porto Alegre (RS), Natal (RN), Congonhas (SP), Salvador (BA) e Santos Dumont (RJ).

A gerente comercial e de logística de cargas da Superintendência Regional do Sudeste da Infraero, Eliana Marcia dos Santos Abreu, afirma que os valores usados nas licitações são baseados no mercado, considerando o volume de pessoas que circula diariamente no aeroporto. “Por dia, passam 30 mil pessoas por ali. Não dá para comparar com loja de bairro.” Ela diz que os parâmetros são os shoppings, onde, segundo ela, a média de valor para locação varia de R$ 180 a R$ 200 por metro quadrado, levando em conta o fluxo de 35 mil pessoas/dia. Mesmo com movimento menor, a Infraero adota em seus editais a média de R$ 288 – 44% superior à média citada como base. “É bem pé no chão. O mercado que dita a regra”, diz Eliana.

Mas desde o início do ano duas licitações terminaram desertas – de uma cafeteria e do restaurante “popular”. Depois de conversas com o “mercado”, novos editais devem ser publicados ainda este ano com valores novos, menores que os anteriores. Segundo a Infraero, são casos isolados. Como argumento é citado o ágio obtido em uma confeitaria. A pedida inicial era de R$ 12 mil pelo espaço, mas os interessados assinaram contrato pagando R$ 52 mil – 333% a mais.

Por dentro as contas

Por se tratar de um aeroporto com baixo fluxo de voos internacionais, a receita não tarifária (valor que exclui as taxas cobradas de companhias aéreas e passageiros) de Confins fica abaixo da média mundial. Em 2012, 32,6% do faturamento veio de receitas como aluguéis, estacionamento, lojas francas e propagandas, entre outros, totalizando R$ 56,5 milhões, segundo o estudo de concessão disponibilizado pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Em contrapartida, a compensação pode ser sentida no setor de alimentos e bebidas.

A média de gasto por passageiro é de US$ 3,42, superior à média mundial de US$ 3,31, segundo a empresa de consultoria norte-americana LeighFisher. No Galeão, onde a frequência de voos para outros países é bem maior, a média é menos que a metade – US$ 1,57.

A categoria alimentos e bebidas é a quarta com maior faturamento em Confins, atrás dos rendimentos com o estacionamento (31,1%), aluguéis (13,9%) e tarifas de combustível (10,7%). No ano passado, o setor rendeu R$ 5,8 milhões à Infraero – o montante não considera o valor pago por bancas de revista, farmácias, tabacarias e outros empreendimentos incluídos na categoria aluguéis. A concessão das operações à iniciativa privada deve aumentar essa participação, com crescimento da gama de serviços.

Diz o texto do relatório de avaliação econômico-financeira disponibilizado pela agência reguladora: “Consideramos que o novo operador do aeroporto desenvolverá concessões de restaurante adicionais e melhorará a variedade de serviços disponíveis nas áreas de embarque”.

A perspectiva traçada estabelece que em 2043 (último ano do contrato de concessão) a receita gerada por alimentos e bebidas será de R$ 67,2 milhões.

Para isso, a Anac cita três fatores a serem considerados: expansão do terminal, o que representa mais áreas disponíveis para locação; implementação de plano abrangente de alimentos e bebidas, e melhoria da seleção de inquilinos e práticas de contratação. A projeção é de certa forma modesta. De 2008 até o ano passado, a receita variou 866%, enquanto em três décadas a expectativa é de 1.058%.

FONTE: Estado de Minas.


 

Empresa não poderá mais proibir que funcionários levem a própria alimentação para consumir nos intervalos

Empresa não poderá mais proibir que funcionários levem a própria alimentação para consumir nos intervalos

O McDonald’s terá de regularizar a jornada de trabalho de todos os funcionários do País, segundo decisão da Justiça divulgada pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) nesta terça-feira. De acordo com a ação, movida pelo MPT, a empresa também não poderá mais proibir que os funcionários levem sua própria alimentação para consumir no refeitório, sob pena de pagamento de multa mensal de R$ 3 mil por trabalhador. Cabe recurso da decisão, que atinge – de acordo com o MPT – as 600 lojas da rede e cerca de 42 mil funcionários.Segundo o MPT, os funcionários da rede de restaurantes eram obrigados a consumir apenas os lanches do McDonald’s no horário das refeições.
A ação ainda pede dano moral coletivo de R$ 50 milhões.De acordo com o MPT, o McDonald’s pratica jornada variável de trabalho – a empresa não delimita a jornada dos trabalhadores, estabelecendo que até o limite constitucional (oito horas/dia) a remuneração será feita de acordo com a hora normal estipulada. O ministério afirma que esta prática não permite que o trabalhador tenha qualquer outra atividade, já que durante uma mesma semana de trabalho, ocorrem variações no que diz respeito ao horário de início e término do expediente.Segundo o MPT, na quinta-feira representantes do McDonald’s e o MPT se reunirão em Recife para discutir um acordo antes da audiência, que ocorrerá às 14h do mesmo dia. O objetivo principal é definir o termo para o pagamento de dano moral coletivo.
Terra entrou em contato com a Arcos Dourados, dona da marca McDonald´s no Brasil, que afirmou que “a empresa tem plena convicção da legalidade das práticas laborais adotadas, sendo reconhecida por suas boas práticas trabalhistas e por cumprir todas as normas e legislações do País”. Além disso, a empresa ressaltou que “cumpre rigorosamente todas as determinações da legislação trabalhista vigente e vem mantendo um diálogo de mútua colaboração com o Ministério Público do Trabalho”.
FONTE: Terra.
VEJA AQUI EXATAMENTE COMO É O PRATO E COMO ELE É SERVIDO (REPORTAGEM E VÍDEO)!


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