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Italianos doam 300 livros à Biblioteca Luiz de Bessa; saiba como doar

Dia nacional do imigrante italiano é comemorado com festa e reunião da comunidade ítalo-mineira na Praça da Liberdade


Biblioteca Luiz de Bessa

Obras raras dos séculos XVII, XVIII e XIX, que fazem parte do acervo em língua italiana da biblioteca
Vários cidadãos da colônia italiana em Belo Horizonte visitaram a Biblioteca Pública Estadual Luiz de Bessa no último sábado (21) para celebrar o Dia Nacional do Imigrante Italiano. Para comemorar a data, mais de 300 exemplares de livros em língua italiana foram doados à Biblioteca pelo consulado daquele país, na pessoa da cônsul da Itália em Belo Horizonte, Aurora Russi. As obras foram reunidas pelos esforços de doadores italianos e ítalo-brasileiros.Os títulos doados abarcam a literatura italiana e mundial, livros didáticos e obras infantojuvenis, e vêm incrementar os cerca de 35 mil exemplares estrangeiros já existentes na biblioteca, 1.300 destes em língua italiana. Na ocasião, estavam expostas algumas obras raras dos séculos XVII, XVIII e XIX, que fazem parte desse acervo.

A iniciativa de doar os livros à instituição partiu do Comitê de Italianos Residentes no Estrangeiro (Comites) que, na solenidade, esteve representado por sua presidente, Sílvia Alciati. “É uma honra para o Comites ser considerado o idealizador desse nobre ato. Nosso colega Gianfranco Zavalloni, que nos deixou enorme legado, foi o autor da iniciativa e nos instigou a fazer essa doação anualmente à instituição. Achamos que podemos fazer da Biblioteca a nossa casa que nos aproxima da nossa língua”, explicou Sílvia.

O secretário de Estado de Cultura, Angelo Oswaldo, salientou a importante e indissociável relação entre Minas e Itália. “Belo Horizonte nasceu em livro e pelas mãos dos italianos que colaboraram muito para a construção da capital entre 1893 e 1897, quando o município foi inaugurado. É uma das poucas cidades do mundo que está refletida na literatura desde os seus primeiros momentos. Quem escreveu o primeiro livro sobre Belo Horizonte, contando exatamente a história do nascimento da capital, foi um descendente de italiano, Avelino Fóscolo, de Sabará”, contou o secretário.

Dia Nacional do Imigrante Italiano

No dia 21 de fevereiro, celebra-se o dia nacional do imigrante italiano no Brasil, instituído pela Lei Federal n. 11.687 de 2/6/2008.

Como doar

Qualquer cidadão pode doar livros à Biblioteca Pública Estadual Luiz de Bessa. Basta comparecer ao local (praça da Liberdade, 21, bairro Funcionários, Belo Horizonte) com os exemplares e registrar a doação. Livros didáticos não são aceitos. Mais informações pelo telefone (31) 3269-1166.

FONTE: O Tempo.


trocatroca
Prezado(a) Aluno(a),
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Na  próxima semana ocorrerá a Feira de livros usados dos alunos do curso de Direito.
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O objetivo é realizar a troca de obras entre os alunos.
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Gentileza repassar este e.mail aos demais colegas para que possam trazer as obras que não precisam mais com a oportunidade de adquirir outras que serão necessárias neste semestre.
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Esclareço que não ocorrerá venda de livros e sim apenas a troca.
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A negociação é por conta dos alunos.
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Atenciosamente,
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Prof.Inês Campolina
Gestora do Curso de Direito
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Universo Campus-BH
Email:inescampolina@bh.universo.edu.br Telefone: (31) 2138-9053

Tipo de crime cometido não é levado em conta para beneficiar condenados – repórter Mônica Miranda – Itatiaia

Detentos que trabalham ou estudam nas penitenciárias brasileiras recebem o benefício de redução penal. Os que leem livros também podem ganhar liberdade antes do previsto. Em Minas, 13 mil presos, ou 23% do total de 55 mil, trabalham em setores como construção civil, fabricação de móveis e artesanato.
População Carcerária MG
O presidente da Comissão de Assuntos Penitenciários da OAB, Adílson Rocha, explica os critérios usados para a redução penal. De acordo com ele, a cada três dias trabalhados, o preso tem um dia da pena descontado. O mesmo vale para cada 12h de estudo em três dias.
“Se o preso frequentar a escola três horas por dia e trabalhar nesses três dias, terá dois dias descontados. Se ele receber o certificado de conclusão do ensino fundamental ou de curso superior, ganha remissão de um terço da pena”.
Uma portaria do Departamento Penitenciário Nacional autoriza a diminuição de quatro dias da pena a cada livro lido pelo detento, explica Rocha. “Ele pode ler até 12 livros por ano. Essa portaria não é lei, ela orienta os juízes de execução penal nesse sentido e vale para os presídios da União”, ressalta.
O direito penal brasileiro também adota o sistema progressivo de penas, que estabelece três regimes de cumprimento: o fechado, cumprido em estabelecimento de segurança máxima ou média; o semiaberto, cumprido em colônia agrícola ou similar; e o aberto, cumprido em casa de albergado ou estabelecimento adequado.
“O condenado por crime hediondo, sendo ele primário, terá que cumprir dois quintos do total da pena em regime fechado. Se o crime não for hediondo, cumprirá um sexto da pena no mesmo regime”, afirma Adílson Rocha.

FONTE: Itatiaia.


O TJ/SP, por meio da Corregedoria Geral da Justiça, instituiu a remição de pena pela leitura. A minuta foi aprovada pelo corregedor-Geral, desembargador José Renato Nalini, que adotou os fundamentos apresentados pelos juízes assessores da CGJ, Durval Augusto Rezende Filho, Jayme Garcia dos Santos Júnior e Paulo Eduardo de Almeida Sorci.

preso

O documento apresentado pelos magistrados afirma que após a mudança do artigo 126 da lei 7.210/84, a remição de pena, que antes era possível somente pelo trabalho, possa ser adotada também pelo estudo.

A iniciativa visa a estimular os juízes de Execução Criminal, respeitados o livre convencimento e a independência no exercício da jurisdição, a conceder remição de pena pela leitura.

A contagem de tempo para fins de remição será feita à razão de 4 dias de pena para cada 30 dias de leitura, conforme critérios estabelecidos na portaria conjunta 276, do Departamento Penitenciário Nacional (Depen). Serão formadas oficinas de leitura, na qual os cientificará da necessidade de alcançar os objetivos propostos para que haja a concessão da remição de pena. O juízo, após a oitiva do Ministério Público e da defesa, decidirá sobre o aproveitamento do participante e a correspondente remição.

A minuta, com detalhes e condições do procedimento, está disponível no site, no tópico Minuta de Portaria – Remição pela leitura.

FONTE: Migalhas.



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