Antequam noveris, a laudando et vituperando abstine. Tutum silentium praemium.

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A natureza agradece
Primeiro computador feito no Brasil com material reciclável é apresentado ao mercado.
País já tem leis e estudos de logística reversa para amenizar os efeitos do lixo eletrônico

Pátio de separação de uma empresa de reciclagem

 

 

A Dell, tradicional fabricante norte-americana de hardwares, anunciou há poucos dias o lançamento no Brasil do computador All-in-One OptiPlex 3030. Até aí, nada demais, pois os equipamentos do gênero, que integram CPU e monitor em uma só peça, já estão no mercado há anos e são produzidos por todas as empresas do ramo. Mas o modelo apresentado merece realmente um destaque, porque trata-se do primeiro computador produzido a partir de materiais reciclados. E mais: ele é fabricado no Brasil, pela unidade nacional da Dell, em Hortolândia (SP), com plásticos recolhidos nos próprios programas de reciclagem de equipamentos da marca.

Com a produção do All-in-One 3030, a filial brasileira tornou-se a primeira empresa de TI no Brasil a utilizar a certificação da UL-Environment – empresa que analisa e certifica processos de reutilização de materiais. Para a fabricação do modelo, a UL-Environment atestou o uso de mais de 10% de plástico reciclado. Ao reutilizar peças plásticas para produzir o computador, mesmo que ainda de forma tímida, a empresa ajuda a reduzir o lixo eletrônico, a economizar recursos e a diminuir as emissões de carbono em 11%, se comparado ao processo tradicional. 

Para a gerente de Serviços de Reciclagem da Dell para a América Latina, Cintia Gates, o lançamento Optiplex 3030 reforça a preocupação da indústria com o meio ambiente e com a criação de um ecossistema mais sustentável. A fabricante, segundo ela, planeja expandir esse tipo de reuso de materiais, de forma a acelerar sua meta até 2020, de utilizar 22 mil toneladas de materiais reciclados, como plástico e metais, em seus equipamentos. O trabalho da empresa nessa área ambiental faz parte do seu programa global Powering the Possible, por meio do qual ela se compromete a oferecer tecnologia e conhecimento para ajudar pessoas e o planeta. O Relatório de Responsabilidade Corportiva da fabricante divulgou recentemente que, no ano fiscal de 2013, ela reciclou mais de 77 mil toneladas de equipamentos no mundo.


POLÍTICAS De acordo com o estudo Logística Reversa de Equipamentos Eletroeletrônicos – Análise de Viabilidade Técnica e Econômica, encomendado pela Secretaria de Desenvolvimento da Produção do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (SDP/MDIC) e pela Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), o Brasil deve, este ano, gerar cerca de 1,1 mil toneladas de resíduos de equipamentos eletroeletrônicos (REEE) pequenos, número que deve aumentar para 1,247 mil toneladas em 2015. 

O estudo avalia ainda o custo de implantação de um sistema que possa controlar o impacto que o lixo eletrônico causa na natureza e a divisão de responsabilidades entre indústria, comércio, consumidores e governos federal, estadual e municipal, além de nortear a implantação da política de reciclagem e destinação adequada de resíduos eletroeletrônicos no país. Trata-se do primeiro levantamento do tipo realizado pelo governo e vai facilitar a definição de políticas de logística reversa para o segmento, conforme determina a Política Nacional de Resíduos Sólidos. O levantamento considerou como resíduos de equipamentos eletroeletrônicos pequenos os seguintes aparelhos: televisor/monitor de LCD e plasma, DVD/VHS, produtos de áudio, desktop, notebooks, impressoras e celulares.

Reuso

Resíduos de equipamentos eletroeletrônicos (REEE) são compostos por materiais como plásticos, vidros e metais, que podem ser recuperados e reusados como matéria-prima para a indústria de transformação. Já outras substâncias encontradas nos equipamentos, como chumbo, cádmio, mercúrio e berílio são tóxicas e, portanto, devem receber tratamento especial, uma vez que podem causar danos ambientais e à saúde.

tarefas simultâneas

O All-in-O ne 3030 da Dell é voltado às pequenas e médias empresas. Com tela de 19,5 polegadas e touchscreen opcional, é equipado com a quarta geração de processadores Intel Core (i3 até i5) e placa de vídeo Intel HD. Está preparado para executar diversas tarefas simultâneas, contando, para isso, com até 8GB de memória e armazenamento de até 1TB em disco rígido. O preço inicial do modelo é R$ 2.592.

Grande avanço

A Lei 12.305/10, que instituiu a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), é bem atual e conta com instrumentos para permitir ao Brasil o avanço necessário para enfrentar os principais problemas ambientais, sociais e econômicos decorrentes do manejo inadequado dos resíduos sólidos. Ela disciplinou a gestão integrada e o gerenciamento dos resíduos sólidos no país. É importante citar como principais destaques da lei a implantação do sistema de logística reversa; a responsabilidade compartilhada dos geradores de resíduos (fabricantes, importadores, distribuidores, comerciantes, cidadãos e titulares de serviços de manejo dos resíduos sólidos urbanos); e a hierarquia de gestão (não geração, redução, reutilização, reciclagem, tratamento dos resíduos sólidos e disposição final ambientalmente adequada dos rejeitos). Além disso, criou o Comitê Orientador para a Implementação de Sistemas de Logística Reversa. Para mais informações, visite o site do Ministério do Meio Ambiente: http://www.mma.gov.br/política-de-resíduos-sólidos.

Descarte da sucata em BH

Você pode ajudar a amenizar o impacto do lixo eletrônico na vida do planeta descartando-o adequadamente. Na capital, procure um desses endereços:

» Associação Municipal de Assistência Social (Amas)
Aceita qualquer material eletrônico.
Rua Resende Costa, 212, Bonfim. Aberto de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h.
(31) 3277-5158 
amas.org.br

» Centro Mineiro de Referência em Resíduos
Não recebe resíduos, só equipamentos de informática que estejam em condições de recondicionamento. É preciso ligar e marcar com antecedência. Assina-se um termo de doação, se o material for aprovado para a coleta.
Avenida Belém, 40, Bairro Esplanada – Belo Horizonte
(31) 3465-1204 
http://www.cmrr.mg.gov.br

» Centro de Recondicionamento de Computadores (CRC)
Recebe somente equipamento de informática para recondicionamento.
Rua José Clemente Pereira, 440, Bairro Ipiranga – Belo Horizonte
(31) 3277-6259

» ONG Comitê para Democratização em Resíduos (CDR) Minas
Aceita equipamentos de informática e periféricos, inclusive os que não 
estejam funcionando, salvo monitores queimados. É preciso entrar em 
contato antes da doação.
(31) 3280-3313 e 8403-9956
cdimg.org.br

» Empresa Mineira de Lixo Eletroeletrônico (Emile)
Coleta eletrônicos e eletrodomésticos. É só ligar e agendar que a empresa busca o material na sua casa. Há também pontos de doação em shoppings 
de Nova Lima, escolas e universidades de Belo Horizonte.
Rua Maria das Mercês Lima, 256, Bairro Betim Industrial – Betim
(31) 3044-5280 e 9950-3312
emile.net.br

FONTE: Estado de Minas.


ÚLTIMA ATUALIZAÇÃO: 10/06/2014, 04:45.

Bicicletas são alvo de ladrões
Cinco retrovisores foram furtados no primeiro dia útil de funcionamento do serviço em BH.
Usuários aprovam o novo sistema, mas consideram insuficiente a quantidade de ciclovias.
Prefeitura garante que vai aumentar o número.

 

No primeiro dia útil de operação do Programa Bike BH, cinco retrovisores foram furtados ontem, das 6h às 16h, em Belo Horizonte. Outras peças têm dispositivo de segurança que impede o furto, como as rodas e a buzina, mas o retrovisor é preso ao guidom apenas por um pequeno parafuso. O estudante Iago Marques, de 18 anos, alugou uma bicicleta sem o equipamento de segurança e teve dificuldade de circular, principalmente onde não existe ciclovia e foi preciso dividir a pista com os carros. 

Desde sábado, quando o serviço foi implantado, 293 pessoas compartilharam as bicicletas, número considerado bom pela empresa Serttel/Samba Transportes, que administra o sistema, já que apenas 40 estão disponíveis em quatro estações (Mercado Central e as praças da Estação, da Liberdade e Afonso Arinos).

Quem alugou bicicletas aprovou o novo programa de mobilidade urbana da prefeitura, mas aponta falhas que comprometem a segurança do ciclista e de pedestres. Reclama também da falta de ciclovias interligando as estações, de pedestres andando nos espaços destinados às bikes, da falta de respeito com os ciclistas no trânsito e de estações lotadas, sem espaço para devolver a bicicleta. 

Iago testou o serviço domingo, quando o trânsito é tranquilo. Ontem, ele retornou para avaliar se era seguro pedalar durante a semana. “São poucas ciclovias e os motoristas não respeitam o ciclista”, disse o estudante, que teve outro problema. Ao devolver a bicicleta, ele conferiu no smartphone que não constava a devolução no aplicativo do serviço. “Fiquei com medo de pagar multa. A minha sorte é que tinha um técnico por perto, e que me ajudou”, disse. Mesmo assim, ele aprovou o projeto, principalmente a facilidade do pagamento. “Baixei o aplicativo pelo meu smartphone, contratei o serviço e a cobrança será no meu cartão de crédito.”

O estudante Pedro Aguiar, de 22, também gostou, mas reclamou da falta de segurança. Ele conta que foi devolver a bike na estação da Praça Afonso Arinos e não encontrou vagas. “Esperei 10 minutos. Como ninguém apareceu para retirar bicicleta e liberar um espaço, tive que subir a Avenida João Pinheiro para devolver na Praça da Liberdade”, disse Pedro, que contratou o serviço por um mês e vai pagar R$ 9. 

Já a relações públicas Débora Melo, de 25, começou ontem uma dieta e incluiu a bicicleta para tentar perder peso. Ela trabalha em um centro cultural da Praça da Liberdade e no horário de almoço troca de roupas para pedalar. “Eu não pedalava havia quatro anos e adorei. Moro no Bairro Santa Mônica e, quando houver estação do Bike BH na Pampulha, pretendo usar a bicicleta como meio de transporte. Uma pena que não pensaram em ciclovia quando duplicaram a Avenida Antônio Carlos. Vou ter que treinar muito para enfrentar o trânsito, pois é muito perigoso”, disse Débora.

O estagiário Igor Santos, de 19,  mora no Bairro Tupi, na Região Norte, e vai de metrô até a Praça da Estação, onde embarca em um ônibus até a Praça da Liberdade para trabalhar. “Agora, vou trocar o ônibus pela bicicleta, economizar dinheiro, andar mais rápido e ainda fazer exercício físico”, disse.

A Serttel/Samba Transporte  não considera vandalismo o furto de retrovisores. “Com o tempo, a população acaba abraçando o projeto e esse tipo de ocorrência acaba não acontecendo mais”, afirmou, por meio de sua assessoria de imprensa.

MAIS BIKES O projeto prevê 40 estações até o fim do ano, das quais 34 no Centro e seis na Pampulha, com 400 bicicletas disponíveis. Hoje, são apenas 60 quilômetros de ciclovias, mas a prefeitura pretende implantar mais 40 quilômetros até dezembro. 
“A cidade tem potencial para 350 quilômetros de ciclovia”, disse o prefeito Marcio Lacerda, que defende o uso da bicicleta como transporte de integração com o metrô e o BRT.

Para usar o serviço, o usuário deve se cadastrar no site www.mobilicidade.com.br/bikebh, pegar a bicicleta em uma estação usando o aplicativo Bike BH para smartphones ou ligar para o número 4003-9847 (custo de uma chamada local).

FONTE: Estado de Minas.

 

R$ 3,00 A DIÁRIA

BH inaugura projeto de bicicletas compartilhadas

Bike BH começou com falhas na estação Mercado Central, que não estava funcionando por completa; usuários exigem mais segurança e ciclovias espalhadas pelos pontos da capital

O projeto de bicicletas compartilhadas, chamado de Bike BH, começou neste sábado, 7, em quatro estações na capital mineira: praças da Liberdade, Afonso Arinos e Raul Soares e no Mercado Central, nas regiões Centro-Sul e Centro, respectivamente. Por meio dessa ação, a população pode alugar uma bike por R$ 3 a diária. Com esse valor, é possível usar o serviço várias vezes ao dia, desde que se faça o intervalo de 15 minutos a cada uma hora de uso.
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Pela manhã, o serviço não estava funcionando por completo. A estação Mercado Central não tinha bicicletas. O problema foi detectado por uma equipe da própria Empresa de Transportes e Trânsito de Belo Horizonte (BHTRans), que esteve no local por volta das 9h. Segundo a BHTrans, a empresa Serttel/Samba Transportes Sustentáveis (vencedora da licitação), o problema foi resolvido à tarde. A reportagem tentou contato com a assessoria de imprensa da Serttel, em São Paulo, mas não conseguiu localizá-los por telefone.
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Na estação da Praça da Liberdade, era intenso o número de pessoas que se aproximavam do local para pedir informações. As cestas das bicicletas estavam com flores, que eram dadas de cortesia aos usuários no dia da inauguração. “É um projeto sensacional, as bicicletas são novas, tem boa qualidade, banco emborrachado. São melhores dos que as que já usei em outros países, como França e  e Espanha”, disse a engenheira Sophia Piacenza, 35.
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Bike
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Além de moradores, o projeto atraiu turistas que vieram para a Copa, como o venezuelano Rômulo Cabeça, 28, que estava em Belo Horizonte de passagem e seguiria ainda hoje para Salvador, onde assistirá jogos do Mundial. Ele até quis andar de bike, mas como o serviço só estava sendo acessado por um aplicativo de smartphone, ele não pode usufruir. “Falaram que tenho também a opção de ligar para uma central e liberar a bike, mas demora mais tempo e não posso”, relatou.
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Mesmo sem poder usar, o venezuelano aprovou o projeto. “Temos esse sistema em Washington (Estados Unidos), onde moro, e funciona muito bem. Isso mostra que Belo Horizonte é uma cidade moderna”, comentou.
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A necessidade de mais ciclovias na cidade foi um dos pontos abordados pelos interessados e usuários do sistema. Em coletiva na semana passada, o prefeito Marcio Lacerda ressaltou a importância da parceria entre a iniciativa pública e a privada para a concretização do programa e falou sobre o uso desse modal de transporte na capital. “Belo Horizonte tem um potencial de 350 quilômetros de ciclovias, sendo que 60 quilômetros já foram implantados. Até o fim deste ano chegaremos a 100 quilômetros”, disse.
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Serviço 
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Para utilizar as bicicletas, é preciso preencher um cadastro pela internet (www.mobilicidade.com.br/bikebh) e pagar um valor diário de R$ 3, mensal de R$ 9 ou anual de R$ 60. As bicicletas estarão à disposição dos usuários todos os dias da semana, das 6h às 23h para retiradas, e até meia-noite para devoluções.
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O Sistema de Bicicletas Compartilhadas irá permitir a utilização da bicicleta por até 60 minutos ininterruptos, de segunda-feira a sábado (exceto feriados), e por até 90 minutos ininterruptos, aos domingos e feriados, quantas vezes por dia o usuário desejar. Para isso, basta que, após estes prazos, o ciclista devolva o equipamento em qualquer estação por um intervalo de 15 minutos.
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Para continuar utilizando a bicicleta, sem fazer a pausa, serão cobrados R$ 3 pelos primeiros 30 minutos excedidos e, depois, R$ 5 para cada novo intervalo de meia hora. Para destravar a bicicleta, o usuário pode usar o aplicativo Bike BH para smartphones ou ligar, do telefone celular, para o telefone 4003-9847 (custo de uma chamada local).
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Confira os locais das estações:
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• Praça Rui Barbosa (Avenida Santos Dumont, em frente ao número 165, na esquina com a Rua da Bahia)
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• Mercado Central (Avenida Augusto de Lima, em frente ao número 876, entre a Rua Santa Catarina e a Praça Raul Soares)
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• Praça Afonso Arinos (área oposta à Escola de Direito da UFMG, na esquina com a Avenida João Pinheiro).
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• Praça da Liberdade (Avenida João Pinheiro, em frente ao número 607, na Lanchonete Xodó, na esquina com a Rua Gonçalves Dias.
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FONTE: O Tempo.

 

 


Levantamento inédito lista endereços em BH onde é maior a ameaça de desastres. Grandes corredores lideram zonas quentes do tráfego, mas áreas periféricas também têm armadilhas

 (Jair Amaral/EM/D.A Press)

Entre ruas e avenidas de Belo Horizonte, há muito mais que simples cruzamentos: pelo menos 95 pontos de extremo perigo – onde é alto o risco de pedestres serem atropelados e de veículos se envolverem em capotagens e batidas – estão listados em levantamento inédito feito pelo Departamento de Trânsito de Minas Gerais (Detran-MG), ao qual o Estado de Minas teve acesso com exclusividade. A disposição dos trechos mais críticos confirma que grandes corredores, campeões de desastres com mortos e feridos – como as avenidas Cristiano Machado, Antônio Carlos e Amazonas –, também detêm o maior número de zonas críticas.

Mas o trabalho revela também um mapa de perigos disfarçados. São interseções e trechos aparentemente menos violentos, muitos em bairros residenciais de fama tranquila, como o Vera Cruz (Região Leste) e o Jardim América (Região Oeste), que reservam armadilhas tão arriscadas quanto as das grandes avenidas. Para especialistas, a concentração de acidentes aponta a necessidade de investimentos em segurança muitas vezes mais complexos do que a simples alteração na sinalização.

Detentora do fluxo mais intenso de veículos, por ser a área com mais serviços públicos e privados, recebendo a convergência dos principais corredores da capital, a campeã de pontos críticos para pedestres e condutores é a Região Centro-Sul, com 22 trechos de alto registro de acidentes. Em seguida, segundo o Detran, vêm as regiões Nordeste (15), Noroeste (14), Pampulha (11), Venda Nova (10), Barreiro (6), Leste (6), Norte (6) e Oeste (5). Cada ponto demarcado remete a um local onde mais de 10 batidas ou atropelamentos foram registrados na época da coleta de dados, referente a 2011.

A via belo-horizontina que concentra mais trechos de alto risco de acidentes é a Avenida Cristiano Machado, importante ligação entre o Centro da capital e a cidade administrativa do governo do estado, o Aeroporto Internacional Tancredo Neves, em Confins, e as áreas turísticas da Serra do Cipó e da Gruta da Lapinha. São 21 pontos críticos ao longo dos 14,3 quilômetros da via, média de um trecho de extremo perigo a cada 680 metros. Porém, a Avenida Antônio Carlos – uma alternativa de acesso aos mesmos destinos – é a que tem a maior frequência de zonas de perigo, com 13 áreas críticas ao longo dos seus 7,5 quilômetros, proporção de uma a cada 577 metros.

Para o coordenador-geral do Núcleo de Transportes da UFMG (Nucletrans), professor Ronaldo Guimarães Gouvêa, o estudo desses pontos é fundamental para a gestão de tráfego, engenharia de trânsito e segurança dos usuários. “Sabendo que em um ponto ocorrem muitos acidentes é que se investigam as causas. Pode ser um semáforo que fica visível de outra pista e estimula motoristas a arrancarem com o sinal vermelho; curvas mal projetadas; refúgios insuficientes; canteiros muito estreitos”, exemplifica. O especialista acrescenta que esses pontos não mudam significativamente de um ano para o outro e, portanto, deveriam ser alvo de intervenções para aumento da segurança.

FONTE: Estado de Minas.

SOU CONTRA A LEI SECA – porque não vai ao âmago da questão da violência no trânsito (antes que os apressadinhos, caras de pau, aproveitadores e posadores de bom mocistas mostrem as unhas – ui – só bebo em casa, posso me dar a esse luxo – bebo o que quero, com quem eu quero, com o que eu quero, o quanto quero).

Na minha opinião (e estou em muito boa companhia) a tal Lei Seca é apenas e tão somente uma tentativa inócua e ineficaz de o poder público dar uma satisfação à sociedade: “estou fazendo algo”.

Mas sou a favor da inteligência… Isto é tão óbvio que não sei como o Estado ainda não tinha se dado conta… Porém, antes tarde do que nunca. Vamos à matéria…

MARCELO, BH, ACADÊMICO DE DIREITO.

Nova estratégia de blitz da Lei Seca é emboscar motorista
Apenas no último sábado, 357 veículos foram parados no bairro de Lourdes

O velho truque de encontrar rotas alternativas para fugir da fiscalização da Lei Seca está com os dias contados. A Secretaria de Estado de Defesa Social (Seds) adota, a partir deste fim de semana, uma nova estratégia para cercar, de todos os lados, quem ainda se arrisca a dirigir alcoolizado. Desde sexta-feira, policiais e guardas de trânsito fazem blitze em várias ruas onde há muitos bares e restaurantes. A primeira operação aconteceu no bairro de Lourdes, região Centro-Sul de Belo Horizonte.

As ruas Rio de Janeiro, Santa Catarina e Bárbara Heliodora foram cercadas por 80 policiais. Enquanto um grupo de militares e policiais civis parava os carros, um outro vigiava quem tentava escapar da blitz. Em cinco horas, foram parados 237 veículos. Dez motoristas foram autuados por embriaguez.

O subsecretário de Integração de Defesa Social, Daniel Malard, avisa que esse tipo de ação ocorrerá a cada 15 dias. “Nas blitze feitas até agora, constatamos que muitos motoristas descobrem os locais onde os policiais estão e procuram outras ruas de desvio”.

A Seds vai enviar nove pessoas, entre técnicos, policiais civis e militares, para o Rio de Janeiro, na próxima sexta-feira, para um treinamento. O Rio é conhecido por combater com rigor a embriaguez ao volante.

A até setembro, a blitz da Lei Seca será levada para o interior. Segundo o promotor Daniel Malard, estão sendo compradas 15 viaturas, 30 motos, cem bafômetros e 125 mil bocais portáteis para os testes. Estão sendo investidos R$ 4,9 milhões, sendo R$ 600 mil no treinamento das equipes.

Os veículos e equipamentos serão destinados a cidades com mais de 100 mil habitantes, mas poderão ser deslocados para locais com maior registro de acidentes causados por embriaguez.

FONTE: Hoje Em Dia.

EM TEMPO: não está com os dias contados. Porque? Porque não há efetivo nem vontade política para cercar toda a cidade o tempo todo. Há braços (só os fortes entenderão).


Comida di Buteco

 

Eis a tão esperada lista desta edição do Comida di Buteco , que começa nessa sexta em45 bares de BH e vai até dia 12 do mês que vem. Desta vez, as casas terão de preparar petiscos com mandioca e/ou linguiça . Achou banal, né? Aí é que mora o perigo : é fácil desagradar pela falta ou excesso de criatividade . Vamos aguardar para ver o que o público e os jurados vão achar dos tira-gostos. Cada um custa entre R$ 20,90 e R$ 22,90. Esse é o Eduardo Maya , um dos organizadores do CdB, que este ano acontece simultaneamente em 16 cidades de quatro regiões brasileiras (com o mesmo tema!):


Força, minha gente ! Preparem-se, pois são 45 bares em 31 dias !

ESTREANTES 

Bar do Tonho
Rua Demétrio Ribeiro, 50, Vera Cruz. (31) 3483-7560. Aberto de segunda a sexta, das 17h às 0h; sábado e feriado, das 12h às 21h.
Prato concorrente : Mandioca na ponta da Língua (língua de boi recheada com bacon e cenoura vermelha ao próprio molho; acompanha creme de mandioca).

Bar Dona Suíça
Avenida João Samaha, 390-A, São João Batista (Venda Nova). (31) 3457-4156. Aberto de segunda a sábado, das 17h à 0h; domingo, das 11h às 22h.
Prato concorrente : Lombo amarradinho com maria gondó (lombinho recheado com linguiça caseira e acompanhado por farofa de maria gondó).

Cervejaria Seu Romão
Rua São Romão, 192, Santo Antônio. (31) 3786-4929. Aberto de segunda a sexta, das 17h à 0h; sábado, das 12h à 0h; domingo, das 12h às 22h.
Prato concorrente : Linguiça à 7 chaves difamada na cachaça (linguiça de carne de sol suína, bolinho de mandioca recheado e costelinha).

Gabiroba Butiquim
Avenida Padre Vieira, 319, Minas Brasil. (31) 3413-2927. Aberto de segunda a sexta, das 17h à 0h; sábado e domingo, das 14h à 0h.
Prato concorrente : Komi – keto (linguiça de pernil defumada e empanada acompanhada por molho de laranja e mandioca cozida puxada na manteiga de garrafa com carne cozida no molho de vinho).

João da Carne
Rua Sabinópolis, 172, Carlos Prates. (31) 3462-4899. Aberto de terça a sexta, das 17h à 0h; sábado, das 12h à 0h; domingo, das 12h às 20h.
Prato concorrente : Sonho de Noiva (linguiça de carne de sol recheada com queijo coalho e linguiça de pernil, mandioca cozida no açafrão com creme de cebola, geléia e pimenta biquinho).

Koqueiro’s Bar
Avenida Silviano Brandão, 1.293, Sagrada Família. (31) 8749-5372. Aberto de terça a sexta, das 18h à 0h; sábado, das 13h à 0h; domingo, das 13h às 18h.
Prato concorrente : Tudo junto e misturado (bolinho de mandioca recheado com mini jiló e bolinhas de linguiça empanada na farinha de mandioca acompanhados por dois molhos).

O Pulo do Gato
Rua Outono, 523, Cruzeiro. (31) 3282-6751. Aberto de segunda a quinta, das 18h à 0h; sexta, das 18h às 2h; sábado, das 12h às 2h; domingo, das 12h às 22h.
Prato concorrente : Jeca Ragu (ragu de linguiça à moda toscana na cama de polenta branca, envolvido em fogueira junina feita com palitos mandioca gratinada com queijo).

Tanganica Art Bar
Rua Padre Demerval Gomes, 380, Coração Euscarístico. (31) 3376-7047. Aberto de segunda a sexta, das 18h à 0h; sábado, das 12h à 0h.
Prato concorrente : Donna Angélica (bolinhas de mandioca recheadas com queijo e acompanhadas por linguiça de porco e molho de mexerica).

VETERANOS
Adega & Churrasco
Rua Maura, 120, Palmares. (31) 3088-1555. Aberto de terça a sexta, das 17h à 0h; sábado, das 10h às 20h; domingo e feriado, das 10h às 16h.
Prato concorrente : Coisas de Minas (barriga de porco assada no bafo, acompanhada por mandioca especial envolvida em brócolis, linguiça defumada e pimenta biquinho, embriagada no molho nobre).

Agosto Butiquim
Rua Esmeralda, 298, Prado. (31) 3337-6825. Aberto de segunda a sábado, das 17h à 0h.
Prato concorrente : Parada 298 – O melhor pão com linguiça da cidade (dueto de linguiças com maxixe, mini pão e dedos de mandioca frita, acompanhados por trio de molhos).

Ali Ba Bar
Rua Matias Cardoso, 345, Santo Agostinho. (31) 3337-9114. Abeto de segunda a sexta, das 16h à 0h; sábado, das 10h à 0h.
Prato concorrente : Combinado mineiro (dupla de bolinhos acompanhada de pancetta e tapioca mineira).

Armazém do Árabe
Rua Luz, 230, Serra. (31) 3223-1410. Aberto de segunda a sábado, das 17h à 0h.
Prato concorrente : Dibabá (bolinho de carne recheado com linguiça e quibe de mandioca acompanhados por salada espanhola de cebola com azeitona).

Autentico’s Bar
Avenida Professor Mário Werneck, 895, Estoril. (31) 3378-3215. Aberto de segunda a sexta, das 17h à 0h; sábado,d as 16h à 0h; domingo, das 13h às 20h.
Prato concorrente : Tentaçõe’s (linguiça de porco caseira, mandioca cozida especial, cebolinhas empanadas e molho de alho).

Bar da Cida
Rua Numa Nogueira, 287, Floramar. (31) 3434-8715. Aberto de terça a sexta, das 17h à 0h; sábado, das 13h à 0h30; domingo, das 13h às 22h.
Prato concorrente : Dona Língua e seus bolinhos (língua de boi acompanhada por bolinhos de mandioca).

Bar da Claudinha
Rua Joaquim Nabuco, 128, Nova Suiça. (31) 2515-4768. Aberto de segunda a sexta, das 17h às 0h; sábado, das 11h à 0h; domingo e feriado, das 11h às 21h.
Prato concorrente : Prazeres de Minas (linguiça ao molho tropical, guarnecida com mandioca em manteiga composta e salsa criolla).

Bar da Lora
Av. Augusto de Lima, 744, loja 115, Mercado Central (entrada pela Rua Santa Catarina), Centro. (31) 3274-9409. Aberto de segunda a sábado, das 9h às 18h; domingo e feriado, das 9h às 13h.
Prato concorrente : Versões da Lora (molho, mandioca, linguiça, angu, carne de panela e conserva de jiló).

Bar de Minas
Rua São Domingos, 171, Barreiro. (31) 3381-8576. Aberto de segunda a sexta, das 17h à 0h; sábado, das 12h às 23h.
Prato concorrente : Trilinguí com mandiotô (bolinho de linguiça toscana, enrolado de frango com linguiça calabresa, enrolado de carne com linguiça de porco, mandioca assada com queijo parmesão e torresmo, acompanhados por molho de mandioca).

Bar do Antônio (Pé-de-Cana)
Rua Flórida, 15, Sion. (31) 3221-2099. Aberto de segunda a sábado e feriados, das 11h à 1h; domingo, das 11h às 18h.
Prato concorrente : Riquezas de Minas (bolinho de mandioca recheado com ragu de linguiça, coxinha da asa picante e lingüiça ao molho).

Bar do Dedinho
Avenida Deputado Anuar Menhen, 231, Santa Amélia. (31) 3047-1012. Aberto de segunda a quinta, das 17h30 à 0h; sexta, das 17h30 à 1h; sábado, das 13h à 1h; domingo, das 13h às 23h30.
Prato concorrente : Trem das cinco (Linguiça de vitelo ao molho de mostarda com mel, torresmo de barriga, bolinho de mandioca recheado com linguiça e queijo, palitos de queijo empanados e purê de mandioca).

Bar do Doca
Rua Cuiabá, 960, Prado. (31) 8885-0109. Aberto de segunda a sexta, das 17h à 0h; sábado, domingo e feriados, das 14h às 20h.
Prato concorrente : Costela exibida e suas Empadocas (costela de boi com empada de mandioca recheada com lingüiça).

Bar do Júnior
Rua Ouro Fino, 452, lojas 7 e 8, Mercado Distrital do Cruzeiro, Cruzeiro. (31) 3223-5822. Aberto de segunda a sábado, das 9h às 21h; domingo, das 9h às 15h.
Prato concorrente : Mandiocada na costela do leitão (linguiça artesanal de costela de leitão acompanhada por molho com maionese e mandioca cozida).

Bar do Rei
Rua Aladim Correia de Faria, 985, Barreiro/Teixeira Dias. (31) 3381-0125. Aberto de segunda a sexta, das 17h à 0h; sábado e feriados, das 12h às 21h.
Prato concorrente : Quitanda Di Buteco (rosquinha de carne moída com mandioca e rosquinha de frango com calabresa, acompanhadas por molho picante).

Bar do Véio
Rua Itaguaí, 406, Caiçara. (31) 3415-8455. Aberto de segunda a sexta, das 17h à 0h; sábado, das 11h à 0h; domingo e feriado, das 11h às 21h.
Prato concorrente : Tropa mineira (linguiça de arroz carreteiro com croquete de mandioca).

Bar do Zezé
Rua Pinheiro Chagas, 406, Barreiro de Baixo. (31) 3384-2444. Aberto de segunda a sexta, das 17h à 0h; sábado e feriado, das 12h às 22h.
Prato concorrente : Velho Barreiro (tutu com linguiça e pernil, ovo de codorna, torresmo e couve).

Bar Temático
Rua Perite, 187, Santa Tereza. (31) 3481-4646. Aberto de segunda a sexta, das 17h à 0h; sábado, das 11h às 20h; domingo e feriado, das 11h às 18h.
Prato concorrente : Desarrumadinho (linguiça, macaxeira rosa e farofa de feijão de corda).

Barbazul
Avenida Getúlio Vargas, 216, Funcionários. (31) 2535-3527 e (31) 2535-3528. Aberto de segunda a sexta, das 17h à 0h; sábado, das 10h à 0h; domingo, das 10h às 22h.
Prato concorrente : Foi na língua agora é na linguiça (linguiça ao molho de mel com gergelim e brochetes de medalhão).

Barção Moreira
Rua Mombaça, 493, São Gabriel. (31) 3493-2078. Aberto de terça a sexta, das 17h à 0h; sábado, das 11h à 0h; domingo, das 11h às 22h.
Prato concorrente : Rumo à Copa (entremeadas de porco defumado com empanado, linguiça caseira e mandioca ao molho especial da casa).

Bartiquim
Rua Silvianópolis, 74, Santa Tereza. (31) 3466-8263. Aberto de segunda a sexta, das 17h à 0h; sábado, das 11h às 20h; domingo e feriados, das 11h às 18h.
Prato concorrente : Alegria das muié (lagartinho de panela com mandioca cozida).

Café Bahia
Rua Tupis, 369, Centro. (31) 3274-4530. Aberto de segunda a sexta, das 12h à 0h; sábado e feriado, das 10h à 0h.
Prato concorrente : Combinado não sai caro (linguiça de pernil flambada com provolone, torresmo de barriga, medalhão de quiabo e mandioca foguinho, acompanhados por molho de mostarda da casa).

Café Palhares
Rua dos Tupinambás, 638, Centro. (31) 3201-1841. Aberto de segunda a sexta, das 12h às 22h; sábado, das 12h às 21h.
Prato concorrente : Prata da casa (linguiça artesanal do Palhares servida com chucrute brasileiro e batatas cozidas, acompanhada por mostardas clara e escura).

Cantina da Ana
Avenida Silviano Brandão, 2.109, Sagrada Família. (31) 3463-6991 e (31) 3087-6247. Aberto de segunda a quinta, das 18h às 23h; sexta, das 18h à 0h; sábado, das 11h à 0h; domingo, das 12h às 18h.
Prato concorrente : Trem da alegria (linguiça de pernil recehada com azeitona, linguiça de lombo recheada com pimenta biquinho e torresmo de barriga, acompanhados por purê de mandioca e molho de mostarda com laranja e mel).

Carlão Rei do Churrasco
Rua Dom Joaquim Silvério, 859 A, Coração Eucarístico. (31) 3375-9014. Aberto de terça a sexta, das 17h à 0h; sábado, das 12h à 0h; domingo e feriado, das 12h às 22h.
Prato concorrente : Lua de mel (mandioca frita coberta com creme de requeijão, linguiça assada na brasa, ovos de codorna, cebola em flor e molho especial).

Casa Velha
Rua Além Paraiba, 400, Lagoinha. (31) 2551-1953. Aberto de segunda a quinta, das 17h às 23h; sexta, das 17h à 0h; sábado, das 15h à 0h; domingo e feriados, das 13h às 20h.
Prato concorrente : Os três mosqueteiros e suas fiéis manteigas (medalhão de linguiça de vinho com gengibre e pimenta rosa, cupim acebolado e polenta de mandioca com manteigas de alho, de ervas e de pimentão vermelho).

Curin Bar
Rua dos Astecas (Érico Veríssimo), 2.722, Santa Mônica (Venda Nova). (31) 3452-7101. Aberto de segunda à sexta, das 17h às 23h30; sábado, das 14h às 0h; domingo, das 13h às 20h.
Prato concorrente : Caracossol (carne de sol encaracolada na linguiça, acompanhada por molho com maionese e creme de abacaxi apimentado).

Escritório da Cerveja
Avenida General Olímpio Mourão Filho, 800, Planalto. (31) 3491-2258. Aberto de segunda a sexta, das 17h30 à 0h; sábado, das 13h30 à 0h; domingo, das 13h30 às 22h.
Prato concorrente : Costela do chefe (costela de porco no bafo com abacaxi e molho agridoce, acompanhada por mandioca).

Estabelecimento Bar
Rua Monte Alegre, 160, Serra. (31) 3223-2124. Aberto de terça a sexta, das 18h à 1h; sábado, das 13h à 1h; domingo e feriados, das 14h às 22h.
Prato concorrente : Linguinhoca de panela (mix de linguiças cozidas em vinho, cebola, polpa de tomate e pimenta, servido com mandioca cozida e refogada em manteiga de garrafa, maionese, açafrão e ervas finas).

Família Paulista
Rua Luther King, 242, loja 9, Cidade Nova. (31) 3484-4598. Aberto de segunda a sexta, das 18h às 23h; sábado e feriado, das 12h às 21h.
Prato concorrente : R&R (ragu de linguiça com mandioca rösti).

Geraldim da Cida
Rua Contria, 1.459, Grajaú. (31) 3334-9355. Aberto de segunda a sexta, das 16h à 0h; sábado e domingo, das 10h às 23h.
Prato concorrente : Dona Flor e seus dois maridos (pernil ao molho de salsão, alho poró, tomate, ervas; carne de sol no azeite; mandioca cozida no alho; e molho de maçã).

Köbes
Rua Professor Raimundo Nonato, 31 A, Horto. (31) 3467-6661. Aberto de segunda a sexta, das 18h à 0h; sábados, das 12h à 0h; domingos e feriados, das 12h às 18h.
Prato concorrente : Frente e verso (queijocas cervejeiros, rolinhos de linguiça artesanal com queijo e molho da Wowa).

Mulão
Rua Marambaia, 291, Caiçara. (31) 3412-6505. Aberto de segunda a sexta, das 17h à 0h; sábado e feriado, das 11h às 21h.
Prato concorrente : Caipira atolado (linguiça de porco caipira com mandioca cozida e passada na chapa com manteiga).

Patorroco
Rua Turquesa, 865, Prado. (31) 3372-6293. Aberto de segunda a sexta, das 17h à 0h; sábado e feriado, das 12h às 23h.
Prato concorrente : Koninguiça (Minicones com ragu de linguiça calabresa e molho de gorgonzola).

Pé de Goiaba
Rua Alpes, 507, Nova Suissa. (31) 9971-3906. Aberto de segunda a sábado e feriado, das 17h à 0h.
Prato concorrente : Bombom mineiro (bombonzinho de linguiça caramelizada com conserva da casa).

Peixe Frito
Rua Juiz de Fora, 1.242, Santo Agostinho. (31) 3291-1046. Aberto de segunda a sexta, das 18h à 0h; sábado, das 12h à 0h; domingo e feriados, das 12h às 18h.
Prato concorrente : Trilha mineira (bolinho de mandioca, torresminho de peixe e linguiça aperitivo, acompanhados por molhos de limão e picante).

Recanto da Macaca
Rua Guerra Junqueiro, 72, Santa Branca. (31) 3495-4928. Aberto de segunda a sexta, das 17h às 23h30; sábado, das 12h às 23h30; domingo, das 12h às 18h.
Prato concorrente : Macacaxeira da sorte (dadinhos de macaxeira com ragu de linguica e molho especial).

Zoo Bar
Avenida Otacílio Negrão de Lima, 7.844, Pampulha (ao lado da portaria 1 do zoológico). (31) 3491-7455. Aberto de terça a sexta, das 17h às 23h30; sábado, das 13h às 23h30; domingo e feriado, das 13h às 20h.
Prato concorrente : Trem bão, sô! (palitos de mandioca com trio de linguiças – tradicional, picante e de frango com provolone – e molhos especiais da casa).

FONTE: Blog do Girão.



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