Antequam noveris, a laudando et vituperando abstine. Tutum silentium praemium.

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A LUZ DO TANQUE ACENDEU E SE RECUSA A APAGAR…

Boris Feldman
Tanquinho

Leitor da coluna tem um Fiat Siena flex 2011 e diz que passou a acender uma luzinha no painel com o desenho de uma bomba de combustível. Pensou ser aviso do tanque vazio e o reabasteceu. Mas que a danada da luzinha não apaga de jeito nenhum. E pergunta qual pode ser o problema. A resposta é simples: o problema está no dono do carro, que não leu o manual, onde está muito bem explicado que esta luzinha se acende quando falta gasolina não no tanque principal, mas no de partida a frio.

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Se o carro é flex e o tanque principal estiver com etanol, o motor terá dificuldade para pegar nas manhãs mais frias, com temperaturas abaixo de 15 graus. Aliás, só com etanol, sem gasolina no tanquinho, o motor pode é não pegar de jeito nenhum. Por uma questão de característica do etanol: ele não se vaporiza nestas baixas temperaturas e entra em estado líquido no motor. A gasolina não tem este problema.

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Carros mais modernos (não é o caso do Siena 2011) dispensam o tanquinho pois contam com sistemas mais modernos. Ou esquentam o etanol para que ele se vaporize mesmo no frio ou contam com o sistema de injeção direta que trabalha com altas pressões, suficientes para modificar o álcool de líquido para gasoso qualquer que seja a temperatura ambiente.

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Porém, motorista de automóvel que ainda conta com o dispositivo para partida a frio deve prestar atenção na luz de alerta do tanquinho. Outra dica: evitar que a gasolina fique muito velha, pois não funcionará quando necessário. Às vezes, o tanquinho foi acionado no inverno de um ano, ficou quase doze meses inativo e ainda com um pouco de gasolina. Poucos sabem, mas bastam três ou quatro meses para ela não servir para mais nada…

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FONTE: Hoje Em Dia.


PRECÁRIO

Rico ou pobre, turista sofre com a infraestrutura de Guarapari

Dados do IBGE revelam que 33,91% dos domicílios não estão ligados à rede de esgoto

As férias de janeiro chegaram e, a despeito das declarações polêmicas do prefeito Orly Gomes (DEM) nas últimas semanas, Guarapari, no Espírito Santo, está cheia de turistas – muitos deles, como de costume, mineiros. Em entrevista à rádio CBN Vitória no último dia 16, o político afirmou que a cidade precisa de “pessoas que venham com dinheiro para gastar e, assim, justificar os investimentos na cidade”. Na prática, porém, o que turistas e moradores percebem é que os investimentos ainda estão longe de ser suficientes para promover melhorias reais na cidade.

Uma crítica frequente de moradores e visitantes é sobre o tratamento das águas. Segundo dados do IBGE, 33,91% dos domicílios do município não têm conexão com a rede de esgoto nem possuem fossa séptica. Os dejetos domésticos são despejados irregularmente na rede fluvial e pluvial.

O resultado disso são multidões de pessoas doentes, como ocorreu com a família da psicóloga Queli Aparecida Batista da Silva Abreu, 40. Em 2011, ela e a filha Helena, então com 6 anos, viram as férias virarem pesadelo. “Ela passou três dias no hospital tomando soro e medicamento.

Vomitava muito e tinha diarreia forte. No dia em que a levei para casa, voltei para o hospital com os mesmos sintomas”, conta a psicóloga. A “virose”, segundo o médico que a atendeu, pode ter sido contraída pela água. Desde o trauma, a família de Queli nunca mais voltou à cidade. “Nem se me pagarem a passagem e hospedagem no melhor hotel”, diz.

O mestre de obras Gilmar Silva, 40, natural de Congonhas e morador de Guarapari há sete meses, gasta cerca de R$ 50 por mês com água mineral, que usa para beber e cozinhar. “Eu moro na Praia do Morro. Lá, a maioria das pessoas conta com poços artesianos, mas a água é imprópria para consumo. Muitas casas têm poço e fossas irregulares no mesmo terreno”, denuncia.

Na opinião do historiador José Amaral Fernandes Filho, 42, morador de Guarapari, o que falta é um plano de desenvolvimento para o turismo. “Existem ações isoladas, mas não políticas públicas. A prefeitura organiza um evento aqui, outro ali, promove shows, mas nada disso segue uma ordem, um critério”, critica.

Ele, que faz levantamentos históricos da região, afirma ainda que a cidade está engatinhando em um processo que deveria estar muito mais avançado. “Nos anos 50 já havia um turismo interessante na cidade por conta das propriedades terapêuticas das areias de Guarapari. Mas, de uns 30 anos para cá, praticamente cessaram os investimentos em turismo”, diz.

A Prefeitura de Guarapari foi procurada insistentemente na última semana, mas não retornou à reportagem.

Protesto
Seca
. Trinta moradores de Setiba, em Guarapari, fecharam a pista da Rodovia do Sol sentido Sul, na manhã de ontem, em protesto com a falta de água. O congestionamento na cidade foi grande.

O desconforto das filas e do rodízio de água

A falta de infraestrutura de Guarapari gera desconforto para visitantes e moradores. “No dia 31 de dezembro, havia 32 pessoas na minha frente na fila para pegar o pão na padaria”, conta a designer Érica Ranieri. A cidade ainda enfrenta rodízio no fornecimento de água.

Segundo o historiador José Amaral, há uma rixa. “Os moradores culpam os turistas pela falta de água, luz e pelas filas. Os turistas acham injusto, pois são eles que levam dinheiro para a cidade. E a culpa não é de nenhum dos dois”, opina.

 

FONTE: O Tempo.


Ano começa com o índice mais caro de energia elétrica

Bandeira tarifária para o mês de janeiro de 2015 é vermelha, o que significa um acréscimo de R$ 3 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos

 

O consumidor vai começar o ano pagando mais pela energia elétrica. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) fixou a bandeira vermelha em janeiro, o que significa um acréscimo de R$ 3 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos – exceto para os estados do Amazonas, Amapá e Roraima, que não são interligadas ao sistema nacional. A informação foi divulgada pelo órgão nesta sexta-feira.

As bandeiras passam a valer a partir de 1º de janeiro em todos os estados onde vigoram e representará uma cobrança extra na conta de luz pelo uso de energia de termelétricas pelas distribuidoras. As empresas devem arrecadar até R$ 800 milhões a mais já no próximo mês.No primeiro mês, a cobrança será feita proporcionalmente ao dia do fechamento da fatura de cada cliente. Para as contas de luz com fechamento previsto para 10 de janeiro, será cobrada a bandeira tarifária apenas sobre os dez dias de janeiro. Os demais 20 dias referentes a dezembro virão com o valor normal.

A bandeira vermelha já era esperada pelo setor para o começo do ano, uma vez que os reservatórios das usinas hidrelétricas ainda estão longe do ideal e o sistema continua dependente da energia térmica, mais cara. Afora uma bandeira amarela para a Região Sul em julho deste ano, todas as “bandeiradas” no Brasil foram vermelhas desde fevereiro de 2014, significando que o custo da eletricidade permaneceu em seu patamar mais elevado durante todo o ano.

O modelo de bandeiras tarifárias vigorou durante todo o período apenas de forma educativa, sem significar de fato repasse de custo aos consumidores. Em janeiro deste ano, todas as regiões estavam no sinal amarelo. Os consumidores foram informados mês a mês, em mensagens nas contas de luz, sobre a situação do preço da energia no mercado nacional. A partir de 2015, no caso da bandeira amarela, a taxa extra será de R$ 1,50 a cada 100/kwh. Na bandeira vermelha, esse adicional dobra, para R$ 3 por 100/kWh. Na bandeira verde não há qualquer alteração.

O consumo médio do brasileiro é de 163 kWh por residência, segundo a Empresa de Pesquisa Energética (EPE), e a tarifa média do consumidor residencial, de acordo com a Aneel, é de R$ 400 por MWh. Assim, uma conta de R$ 65,20 subiria para R$ 67,65 na bandeira amarela e para R$ 70,09 no caso da bandeira vermelha.

Os valores parecem pouco significativos individualmente. Mas, considerando o universo de 74 milhões de unidades consumidoras no País, em um mês de bandeira amarela, as empresas recolherão R$ 400 milhões a mais em todo o Brasil, valor que chegará a R$ 800 mas aumento deixará de existir.

Aneel fixa ‘bandeira vermelha’ em janeiro e energia elétrica fica mais cara

Bandeira vermelha valerá para todo país em janeiro, exceto AM, AP e RR.
Consumidores pagarão R$ 3 a mais para cada 100 kWh consumidos.

Bandeiras tarifárias arte (Foto: Editoria de Arte/G1)

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) informou nesta sexta-feira (26) que foi fixada para janeiro bandeira tarifária de cor vermelha para os consumidores de todos os estados do país, com exceção do Amazonas, Amapá e Roraima (que ainda não estão interligados com o sistema nacional de energia elétrica).

A definição da bandeira de cor vemelha, lembrou a Aneel, significará um acréscimo de R$ 3,00 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos no mês que vem.

O aumento da energia acontecerá porque, em janeiro de 2015, começará a vigorar o sistema de bandeiras tarifárias – que contará com as cores verde, amarela e vermelha – indicando as condições de geração de energia no país. O sistema funcionará como um “semáforo de trânsito”, sinalizando nas contas de luz o custo de geração de energia para o consumidor.

Com a seca, as hidrelétricas passaram a gerar menos energia e as térmicas, cujo custo de geração é mais caro, foram acionadas. Com isto, a energia ficou mais cara no país.

Atualmente, os custos com compra de energia pelas distribuidoras são incluídos no cálculo de reajuste das tarifas dessas distribuidoras e são repassados aos consumidores uma vez por ano, quando a tarifa reajustada passa a valer para os consumidores. Com as bandeiras tarifárias, uma parte do reajuste anual concedido às distribuidoras será diluído.

Conta de luz de R$ 100 terá acréscimo de R$ 6 em SP
Hoje, um cliente residencial da Eletropaulo, em São Paulo, por exemplo, paga R$ 100 para um consumo mensal de cerca de 240 quilowatts-hora (kWh). Em janeiro, com a bandeira tarifária, a conta de luz para a mesma quantidade de consumo subirá para pelo menos R$ 106.

O que significam as bandeiras?
Segundo o órgão, a bandeira verde significa “custos baixos” para gerar a energia e nenhum acréscimo na tarifa. A bandeira amarela, por sua vez, indica um sinal de atenção, pois os custos de geração estão aumentando e a tarifa sofre acréscimo de R$ 1,50 para cada 100 quilowatt-hora (KWh) consumidos.

Já a bandeira vermelha sinaliza que a oferta de energia para atender a demanda dos consumidores ocorre com maiores custos de geração, como, por exemplo, o acionamento de grande quantidade de termelétricas para gerar energia, que é uma fonte mais cara do que as usinas hidrelétricas. Nesse caso, a tarifa sofre acréscimo de R$ 3,00 para cada 100 KWh consumidos.

Adequar o consumo ao preço
Com as bandeiras, haverá, portanto, uma sinalização mensal do custo de geração da energia elétrica que será cobrada do consumidor, com acréscimo das bandeiras amarela e vermelha. Essa sinalização dá, ao consumidor, a oportunidade de adaptar seu consumo, se assim desejar.

“O sistema de bandeiras é para o consumidor poder reagir ao momento de preço. Para o consumidor conhecer quanto está custando naquele momento e consumir de uma maneira consciente. É uma ferramenta a mais para melhor adequar o consumo. Se estamos em um momento de escassez e custo alto, por exemplo, ele colabora consumindo menos e isso tem um benefício para o sistema”, afirmou o diretor-geral da Aneel, Romeu Rufino, neste mês.

Está prevista para o dia 30 de janeiro a divulgação das bandeiras tarifárias para o período de fevereiro.

Bandeiras já são divulgadas
A Aneel lembrou que, em “caráter educativo” e para facilitar a compreensão do sistema, 2013 e 2014 foram estabelecidos como anos testes e a Agência divulgou mês a mês as bandeiras em funcionamento nesse período.

No ano de 2014, foi acionada a bandeira amarela no mês de janeiro para todos os subsistemas (Norte, Nordeste, Sul, Sudeste/Centro-Oeste), e no restante do ano (com o acionamento das usinas térmicas) a bandeira vermelha para todos os subsistemas, informou a Aneel.

FONTE: Estado de Minas e G1.


 

Lâmpadas mais usadas no país deixam de ser produzidas em julho

Lâmpadas de 60 Watts não poderão ser importadas; vendas vão até 2015. 

Decoradora dá dicas para ‘aquecer’ ambientes com fluorescentes e leds.

 

Lâmpada está acesa há 110 anos nos Estados Unidos. (Foto: BBC)Lâmpada incandescente

As lâmpadas mais usadas pelos brasileiros vão começar a desaparecer das prateleiras a partir de 1º de julho. Por causa da Portaria Interministerial 1007, que fixou índices mínimos de eficiência luminosa, as lâmpadas incandescentes de 60 Watts deixarão de ser produzidas e importadas.

As que atendem às características poderão ser vendidas até junho de 2015, e a substituição por outros modelos será gradativa até 2016. As lâmpadas que não atingirem a eficiência mínima até 2016 serão banidas do mercado, de acordo com cronograma estabelecido pela Portaria 1007, dos Ministérios de Minas e Energia (MME), da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e do Desenvolvimento Indústria e Comércio Exterior (MDIC), publicada em 31 de dezembro de 2010. Nela, estão definidos os níveis mínimos de eficiência por tipo de lâmpada, que levam em conta o fluxo luminoso e a potência elétrica consumida.

A fiscalização sobre essa eficiência está a cargo do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), que publica periodicamente o resultado de testes em seu site.

Ao longo de um ano, os valores economizados com apenas uma lâmpada substituída pode chegar a R$ 25″
Georges Blum

Os modelos de lâmpadas incandescentes de 200W, 150W, 100W e 75W já deixaram de ser comercializadas, e as últimas a saírem das prateleiras serão as de 40W e 25W, em junho de 2016, segundo a Associação Brasileira da Indústria da Iluminação (Abilumi).

“É o final de um ciclo. A lâmpada incandescente foi inventada há cem anos e foi útil até agora, mas com as necessidades modernas, chegou ao fim. Com mais de um século de idade, ela não mudou muito desde que foi criada por Thomas Edison. Ela cumpriu seu papel dignamente”, analisa o presidente da Abilumi, Georges Blum.

“Com as substituições, haverá enormes ganhos para os consumidores que pagarão menos na conta de luz”, afirma Isac Roizenblatt, diretor-técnico da Associação Brasileira da Indústria de Iluminação (Abilux).

Opções mais econômicas
As lâmpadas incandescentes de 60 Watts podem ser trocadas por lâmpadas fluorescentes compactas, incandescentes halógenas ou lâmpadas a led. Segundo a Abilumi, ao longo de um ano, se somados os valores economizados apenas com uma lâmpada substituída, a economia pode chegar a R$ 25.

Em 2013, foram consumidas 250 milhões de lâmpadas incandescentes (Foto: Reprodução / Abilux)Consumo de incandescentes em 2013

“Outra alternativa é substituir o soquete de rosca e instalar conjuntos (luminárias e fontes de luz) mais eficientes como, por exemplo, luminárias com lâmpadas fluorescentes tubulares ou compactas e luminárias com leds”, completa Roizenblatt.

Ainda de acordo com ele, o meio ambiente ganhará com a menor produção de calor, de gás carbônico e, portanto, de efeito estufa. “O país ganhará economizando recursos para gerar e transmitir energia. Há previsões de que no mundo, por volta de 2020, cerca de 70% do faturamento em iluminação será de produtos com led”, afirma o diretor-técnico da Abilux.

Preço alto
No entanto, para Georges Blum, a lâmpada a led ainda não oferece preços atrativos para a maioria dos consumidores. O consumo deste tipo de lâmpada foi de 17 milhões em 2013, contra 250 milhões de incandescentes e 200 milhões de fluorescentes compactas.

Lâmpadas de LED podem reduzir em até 80% no consumo de energia (Foto: Rede Globo)Lâmpada a led

“O preço da lâmpada de led está caindo muito. A cada ano, cai 50%. Hoje, o mercado tem mais ou menos 15% de led e 30% de fluorescente. Estima-se um crescimento de 60, 70% da compacta e led vai crescendo conforme o preço cair. Só que ela [led] vai durar quatro vezes mais do que a compacta, mais ou menos 25 anos, e a compacta, 6 [anos]”, explica Georges Blum, da Abilumi.

“O grande problema é que, no Brasil, a lâmpada de led assusta. Nem todos fazem essa conta [que ela dura até 25 anos, enquanto a compacta dura 6 anos]. Apesar da diferença de preço: a led custa cerca de R$ 40 e a fluorescente, R$ 10, há menos manutenção”, completa Blum.

Luminárias com vidros mais leitosos dão calor à lentes fluorescentes e de led, indicou decoradora. (Foto: Renata Soares / Arteiras Comunicação / Divulgação)Luminárias com vidros mais leitosos dão calor
Luz e decoração

Mais claras que a incandescente, que possui efeito mais amarelado, as lâmpadas fluorescentes compactas e a led podem provocar uma sensação “fria” no ambiente. No entanto, segundo a decoradora carioca Luciana Menezes, que atua no mercado há 10 anos, é possível deixar os espaços quentes mesmo com essas lâmpadas.

“O segredo é o modelo da luminária que será usada no ambiente. A melhor forma para este ambiente não ficar frio é encobrir a luz branca e forte com um abajur ou lustre de vitral e leitoso para criar um clima mais aconchegante e agradável. Outra ideia é restaurar e a customizar luminárias antigas para atender a uma demanda do consumidor contemporâneo”, explica Luciana, que recomenda a lâmpada a led. “Além de ser mais econômica, também é mais consciente”, conclui a decoradora.

 

FONTE: G1.


Encontros de luz

Pela primeira vez, um veículo de comunicação acompanha o trabalho da entidade espiritual Doutor Fritz em Sabará

 

Manifestado na médium Eliane, Doutor Fritz atende mais de mil pessoas por fim de semana

 

Há 14 anos se manifestando em Sabará, o Doutor Fritz jamais permitiu que qualquer veículo de comunicação fizesse uma reportagem ali. Nunca deixou que ninguém fotografasse ou filmasse qualquer procedimento

olhos

O caminho não é tão fácil. Apesar das placas, a estrada sinuosa aumenta a tensão de quem deixou de depositar suas esperanças somente na medicina tradicional. É madrugada e a escuridão da via, cercada de mato por todos os lados, deixa dúvidas se o destino é mesmo certo. Ao longe, logo se veem as luzes. Homens, mulheres e crianças vestidas de branco se reúnem na porta da Fraternidade Olhos da Luz, em Sabará, na Grande Belo Horizonte. Estão à espera e em prece. No mesmo lugar, pacientes já aguardam o Doutor Adolph Fritz e carregam consigo dores físicas e da alma. Esperam pela cura que os médicos terrestres ainda não trouxeram. É mais uma madrugada de sábado de uma rotina que se repete há 14 anos em Sabará, sempre nos fins de semana. Mas, desta vez, há algo novo.

São 4h. Sem nos identificar, entramos no 24º lugar da fila, que, muitas vezes, pode chegar a mais de mil pessoas em um único dia. A médium Eliane, que incorpora o espírito do Doutor Fritz, não chega no horário previsto. Algo inédito para quem a conhece. Um paciente fiel da casa questiona: “Há algo estranho acontecendo. Nunca ela atrasou tanto”. Todos concordam. Três horas depois, em meio a um clima de expectativa, chega a notícia de que Eliane, de 48 anos, passou mal na noite anterior, perdeu um pouco dos movimentos das pernas e, muito debilitada, talvez não atenderia naquele sábado.

O primeiro da fila fecha os olhos e reza, em silêncio. Outros fazem o mesmo, como se, em uma conversa bem íntima, pedissem a Deus por aquele encontro. Às 7h30, voluntários começam a distribuir senhas para cada paciente e os 50 primeiros entram no salão principal. O coordenador da reunião espírita kardecista, Márcio Antônio de Miranda, lê uma carta de Eliane, em que ela pedia a todos que não deixassem o local, pois sabia da dor de cada um. Ela dizia ainda que o Doutor Fritz não se importava em fazer as cirurgias espirituais com o corpo dela em uma cadeira de rodas e, por isso, iria atender.

Uma hora depois, a médium chega no banco de trás do carro de uma voluntária da fraternidade. Muito frágil e abatida, é retirada do veículo com a ajuda de mais três pessoas e colocada na cadeira de rodas. Segue direto para a sala de cirurgia. No salão principal, a reunião prossegue com a leitura de obras espíritas. A casa está lotada. Lá fora são mais de 400 pessoas na fila. Começa o atendimento e à medida que se é chamado, por ordem de chegada, entra-se em uma sala de passe, onde voluntários fazem orações e passam boas energias. É possível já ouvir o sotaque alemão alto e forte do Doutor Fritz, que pede pressa.

“Quando abrir a porta, segure na mão do enfermeiro e entre rápido”, avisa uma das mulheres, e completa: “Há duas entidades espirituais atendendo: Doutor Hélio e Doutor Fritz. Mentalize qual você quer”. Em respeito à fé e às entidades, o Estado de Minas somente poderia fazer esta reportagem com autorização de quem orienta tudo ali: Doutor Fritz, manifestado na médium Eliane. Dentro da sala de cirurgia, um lugar escuro e com 23 voluntários, todos de jaleco, touca, luvas e máscaras, há seis macas. Fui colocada na primeira delas. Tentei achar o Doutor Fritz em meio a tanta gente. Olhava para os lados em busca da cadeira de rodas. Não achei.


Segui os conselhos e mentalizei quem gostaria que me atendesse. Veio o Doutor Fritz, em pé e com um semblante bem diferente de Eliane. A cabeça baixa, os passos firmes e a voz grossa não demonstravam a fragilidade da médium. “O que te aflige?”, perguntou, com um forte sotaque alemão. “Sou repórter, vim fazer uma reportagem sobre seu trabalho. Gostaria de sua autorização.” Com os olhos inquietos e a testa enrugada, ele aceitou meu pedido, mas disse que as “curas e alegrias são obras de Deus”, retirando desse trabalho todo o seu mérito.

PERMISSÃO
Há 14 anos se manifestando em Sabará, o Doutor Fritz jamais permitiu que qualquer veículo de comunicação fizesse uma reportagem ali. Nunca deixou que ninguém fotografasse ou filmasse qualquer procedimento. Ele abriu as portas para nós e não só permitiu que fizéssemos nosso trabalho do lado de fora da fraternidade, mas, também, dentro da sala de cirurgia, acompanhando de perto seus procedimentos espirituais. Permitiu vídeos e fotografias. Essa autorização ao EM chamou a atenção de todos, pacientes, frequentadores e voluntários, que contaram que ele teria dito que somente quando seu trabalho na Terra estivesse no fim permitiria a divulgação. É com essa missão, respeitando o espiritismo e pedindo licença a todas as religiões, que mostramos essa busca pela cura física e espiritual de milhares de pessoas, que dizem ver nesse trabalho algo divino, real e transformador.

 

Veja depoimento de pacientes e colaboradores do Doutor Fritz

Pessoas que fizeram tratamento de tumor, nódulo, depressão, câncer, problema no nervo ciático, entre outros, contam a experiência espiritual. A repórter Luciane Evans também dá o depoimento sobre os momentos que passou junto com Doutor Fritz e a equipe dele

 (Ramon Lisboa/EM/D.A Press.)

“Tenho câncer no pâncreas. Doutor Fritz me orientou a procurar a medicina dos homens. Quando estamos com a saúde debilitada, temos o costume de culpar Deus. Mas com esse tratamento espiritual, há uma abertura de pensamento. Há um sentimento de paz enorme, há um carinho muito especial do Doutor Fritz, há luz e serenidade. É isso que nos faz chorar. Sábado não estava feliz e ele me falou: ‘Viva um dia de cada vez’. Colocou agulhas em meu corpo, que são pontos de energia. Hoje, minhas dores diminuíram e me sinto mais leve e feliz.”
Rubens Caetano de Alburquerque

 (Ramon Lisboa/EM/D.A Press.)

“Em outubro, descobri um tumor no maxilar. Exames informaram ser benigno, mas médicos desconfiaram, pois ele só crescia, chegando ao tamanho de uma laranja. Foram mais de cinco biópsias, até que conheci Doutor Fritz e as coisas começaram a acontecer. Fiz uma cirurgia tradicional e minha recuperação foi rápida, o que surpreendeu até os médicos. O Doutor Fritz disse que me acompanhou em tudo e que só fui curado pelos méritos de Deus e meus. Hoje, continuo o tratamento espiritual. O tumor é benigno – um caso raro, que a medicina tradicional não explicou.”
Bruno André da Silva

 (Ramon Lisboa/EM/D.A Press.)

“Era católica e um amigo me trouxe aqui. Estava com um nódulo grande na mama direita. Fiz a cirurgia espiritual e o Doutor Fritz orientou que procurasse um médico da Terra para fazer meus exames. Até que conseguisse a marcação, demorou algumas semanas. Quando cheguei na médica, o nódulo tinha desaparecido. Nem ela entendeu aquilo. Ele já me curou dos sintomas da menopausa. Outra cura foi quando sofri, em janeiro deste ano, um acidente de carro e fraturei a coluna. Fiz a cirurgia com o Doutor Fritz. Os médicos disseram que era para ter uma fratura mais grave nos ossos e não havia. Ficaram impressionados.”
Célia Borges Bonatti

 (Ramon Lisboa/EM/D.A Press.)

“Meu filho único desencarnou há um ano e sete meses, durante uma cirurgia simples de amígdalas. Quando ele estava no CTI, minha cunhada trouxe a foto dele para o Doutor Fritz e ele respondeu a ela que ela saberia quando voltasse à fraternidade. Ela voltou um mês depois. Lucas já tinha desencarnado. Fritz disse que estava tudo bem e que ele estava sendo tratado no plano espiritual, e, em 20 dias, acordaria. Depois disso, vim aqui pela primeira vez sem minha cunhada. Mostrei a foto e ele disse que Lucas já tinha acordado e tinha sido tratado e curado. Pediu que eu viesse à reunião durante a semana. A médium Eliane apareceu na sala de reunião e disse que vinha a pedido de um menino, deu as características de Lucas. Informou que ele está bem e seu esôfago estava curado. Meu filho nasceu com um problema no esôfago, e na cirurgia de amígdalas o órgão foi perfurado. Ela não sabia disso. Em janeiro, ela psicografou uma carta com expressões dele e disse coisas que só eu e ele sabíamos. Ele pediu que não guardássemos seus brinquedos e os compartilhássemos com outras crianças. Criamos, então, o abrigo Casa Lucas, onde acolhemos, hoje, seis crianças. A casa só existe graças ao apoio que recebi aqui. Venho todos os sábados.”
Marcelo Karam

 (Ramon Lisboa/EM/D.A Press.)

“Vim aqui há nove anos por indicação de um amigo. Sofria de muita depressão, angústia, estava passando por uma fase muito difícil na minha vida. Ele me curou. Primeiro, agradeço a Deus pela cura. Com o tratamento, tive força para ajudar minha família. Quando fiz uma cirurgia na coluna com a medicina tradicional, Doutor Fritz me disse ter estado presente em cada ponto dado, falou sem eu perguntar nada. Por se tratar de uma cirurgia tão complexa, em um mês estava caminhando. Esse trabalho é de uma grandeza sem tamanho.”
Iza Maria Ramos

 (Ramon Lisboa/EM/D.A Press.)

“Cheguei aqui há 14 anos, com um problema no nervo ciático, e não conseguia andar. O Doutor Fritz, com a ajuda do médico Bezerra de Menezes, fez uma cirurgia em mim, que durou 15 minutos. Sentia ele mexer na minha coluna, mas não sentia dor. Voltei a andar , ele me deu como trabalho a coordenação da Campanha do Quilo, e depois a coordenação das reuniões. Vieram outras curas também.”
Márcio Antônio de Miranda,de 52 anos, dirigente das reuniões espíritas aos sábados na fraternidade

 (Ramon Lisboa/EM/D.A Press.)

“Há três anos, minha filha apareceu com um câncer devastador e raro, altamente metastático. Passamos por uma temporada grande em um hospital de Belo Horizonte. Os médicos já estavam desacreditados. O Doutor Fritz, por meio da médium Eliane, foi ao hospital. Quando ele passava, os pacientes que estavam no mesmo corredor da minha filha recebiam alta. Era algo impressionante. Ele foi ao CTI, com a permissão do hospital, e fez a cirurgia. Ficou por duas horas com a mão na barriga dela. Três horas depois, ela foi para o quarto. Agradeço a Deus, à medicina dos homens, ao hospital, ao Doutor Fritz. Hoje, ela está ótima, voltou a estudar e a trabalhar. Meus cinco filhos são voluntários aqui. “
Sônia Cardoso, de 45, tarefeira na fraternidade, trabalha na sala de cirurgia com Doutor Fritz

 (Ramon Lisboa/EM/D.A Press.)

“No dia 25 de abril fez um ano que trabalho aqui. Sou de Conselheiro Lafaiete e conheci o Doutor Fritz quando ele foi atender em um centro espírita, em Belo Vale. Ele me convidou para ajudá-lo. Venho todos os sábados. Minha garganta inflamava muito, e hoje não tenho mais isso.
É tudo muito legal.”
Júlia Fernandes Melo, de 11, tarefeira na fraternidade

 (Ramon Lisboa/EM/D.A Press.)

“Eu e minhas filhas nos dedicamos a esse trabalho. Ana Luiza tem 7 anos e também é voluntária. Fernanda, tem 15, e trabalha auxiliando dentro da sala de cirurgia. Aqui, aprendemos a trabalhar valores, como respeito e tolerância. Nesta casa, descobri meus valores. Quando você acha que já sabe tudo, ele mostra que temos muito a aprender.”
Rodrigo de Oliveira Reis, de 38, tarefeiro na fraternidade

Depoimento da repórter
“Estar cara a cara com o Doutor Fritz não é algo simples. Confesso que tive medo e meu coração parecia sair pela boca, quando, deitada na maca, ele me perguntou o que me afligia. A primeira coisa que me chamou a atenção era o olho diferente da médium incorporada. A sala era escura, mas quando ele chegou perto de mim minha impressão é de que havia muita luz. Depois de dizer a ele que era repórter e gostaria de divulgar seu trabalho, ele retirou do bolso uma grande pinça médica, colocou-a em minhas mãos e disse que sempre lembraria desse encontro. Chorei muito, sem controle. Ele pôs uma agulha no meu peito, disse palavras que não entendi. Não houve sangue, nem dor. No outro dia, quando tirei a gaze, não havia nenhuma marca.”
Luciane Evans

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

FONTE: Estado de Minas.


NO CAMINHO, COM MAIAKÓVSKI

não dizemos nada

Assim como a criança

humildemente afaga

a imagem do herói,

assim me aproximo de ti, Maiakósvki.

Não importa o que me possa acontecer

por andar ombro a ombro

com um poeta soviético.

Lendo teus versos,

aprendi a ter coragem.

Tu sabes,

conheces melhor do que eu

a velha história.

Na primeira noite eles se aproximam

e roubam uma flor

do nosso jardim.

E não dizemos nada.

Na segunda noite, já não se escondem:

pisam as flores,

matam nosso cão,

e não dizemos nada.

Até que um dia,

o mais frágil deles

entra sozinho e nossa casa,

rouba-nos a luz e,

conhecendo nosso medo,

arranca-nos a voz da garganta.

E já não podemos dizer nada.

Nos dias que correm

a ninguém é dado

repousar a cabeça

alheia ao terror.

Os humildes baixam a cerviz:

e nós, que não temos pacto algum

com os senhores do mundo,

por temor nos calamos.

No silêncio de meu quarto

a ousadia me afogueia as faces

e eu fantasio um levante;

mas amanhã,

diante do juiz,

talvez meus lábios

calem a verdade

como um foco de germes

capaz de me destruir.

Olho ao redor

e o que vejo

e acabo por repetir

são mentiras.

Mal sabe a criança dizer mãe

e a propaganda lhe destrói a consciência.

A mim, quase me arrastam

pela gola do paletó

à porta do templo

e me pedem que aguarde

até que a Democracia

se digne aparecer no balcão.

Mas eu sei,

porque não estou amedrontado

a ponto de cegar, que ela tem uma espada

a lhe espetar as costelas

e o riso que nos mostra

é uma tênue cortina

lançada sobre os arsenais.

Vamos ao campo

e não os vemos ao nosso lado,

no plantio.

Mas no tempo da colheita

lá estão

e acabam por nos roubar

até o último grão de trigo.

Dizem-nos que de nós emana o poder

mas sempre o temos contra nós.

Dizem-nos que é preciso

defender nossos lares,

mas se nos rebelamos contra a opressão

é sobre nós que marcham os soldados.

E por temor eu me calo.

Por temor, aceito a condição

de falso democrata

e rotulo meus gestos

com a palavra liberdade,

procurando, num sorriso,

esconder minha dor

diante de meus superiores.

Mas dentro de mim,

com a potência de um milhão de vozes,

o coração grita – MENTIRA!

“No Caminho, com Maiakóvski”

O poema mais popular do autor, “No caminho, com Maiakóvski”, escrito na década de 1960 como manifestação de revolta à intolerância e violência impostas pela ditadura militar, foi envolvido em uma série de equívocos quanto à atribuição de autoria.1 Para alguns, o texto era do poeta russo Vladimir Maiakóvski. Para outros, o verdadeiro autor era o dramaturgo alemão Bertold Brecht.1

Durante a campanha das Diretas Já, o poema virou símbolo na luta contra a ditadura, aparecendo em camisetas, pôsteres, cartões postais, sendo quase sempre associado ao poeta russo ou ao dramaturgo alemão.2 3 Com a introdução da internet no país, o equívoco massificou-se.2 De acordo com Costa, o engano surgiu na década de 1970, quando o psicanalista Roberto Freire incluiu em um de seus livros o poema, dando crédito ao escritor russo e citando Costa como tradutor.3 Entretanto, o autor diz não se arrepender de ter utilizado o nome do autor russo no poema.3

Foi graças à telenovela Mulheres Apaixonadas, originalmente exibida pela Rede Globo em 2003, numa cena em que a personagem de Christiane Torloni lê um trecho do poema, dando o crédito correto, que o mal-entendido foi desfeito.1 3

EDUARDO ALVES DA COSTA

(Niterói RJ 1936) concluiu o curso de Direito na Universidade Mackenzie em 1952, em São Paulo SP. Por volta de 1960 organizou as Noites de Poesia, no Teatro Arena, em São Paulo. Participou no movimento dos Novíssimos, da Massao Ohno, em 1962. Entre 1962 e 1989 publicou a novela Fátima e o Velho, o romance Chongas e o livro de contos A Sala do Jogo. Recebeu, em 1978, o prêmio Anchieta de Teatro para a peça As Campainhas. Em 1994 foi lançado seu livro juvenil Memórias de um Assoviador. Entre 1996 e 1998 foi cronista do jornal paulistano Diário Popular. Seu único livro de poesia, No caminho, com Maiakóvski, foi publicado em 1985. A reedição é de 2003, pela Geração Editorial, com o título No Caminho com Maiakóvski; Poesis Reunida. O editor Luiz Fernando Emediato escreveu sobre o livro:

“EDUARDO ALVES DA COSTA é autor de alguns dos maiores e mais belos poemas da língua portuguesa. O fragmento de um deles, No Caminho, com Maiakóvski, sem dúvida o mais popular — transformado em bandeira contra a ditadura nos anos 70, em pôster, cartões postais, estampa de camiseta da campanha Diretas Já, mensagem massificada na Internet — já foi conhecido, em todo o Brasil, como o poema mais famoso e representativo de… Vladimir Maiakóvski, o poeta russo. O equívoco, que durou muitos anos, é mais uma vez corrigido neste livro” (…)

FONTES: Wikipedia, UOL, Antônio Miranda.


conta

Quem de nós nunca pensou em calcular quanto de energia elétrica gasta cada aparelho ou lâmpada da nossa casa?

Quanto será que custa manter ligado o computador o dia inteiro?

Quanto será que é o gasto mensal com aquela lâmpada que você deixa acesa no quintal durante a noite?

Qual será o custo mensal que pago pelo uso do aspirador de pó por duas horas, uma vez por semana?

Alguns aparelhos trazem estas informações, mas nem sempre precisas.

Os sites abaixo fazem os cálculos para você, a partir de informações do tipo tempo, dias de uso e potência.

Divirta-se descobrindo valores que você nem imaginava…

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