Antequam noveris, a laudando et vituperando abstine. Tutum silentium praemium.

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Dupla sequestra jovem e usa máquina de cartão de crédito para roubá-lo

Segundo relatado pela vítima, os criminosos efetuaram 12 transações, totalizando R$ 7.700

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Um morador do bairro Dona Clara, na região da Pampulha, sofreu um sequestro-relâmpago na madrugada do último. O jovem de 27 anos foi levado por dois criminosos armados e forçado a fazer uma série de pagamentos em uma máquina de cartões pertencente à dupla. Ao todo, a vítima efetuou 12 pagamentos, que, juntos, totalizaram R$ 7.700.

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Depois de deixar a namorada em casa, segundo relato do jovem à Polícia Militar, ele seguiu para casa e, por volta de meia-noite, enquanto abria o portão da garagem, foi abordado por dois homens. “Um deles, armado, bateu no vidro e mandou abrir o carro”, contou o jovem. Um dos criminosos ficou no banco da frente e outro sentou atrás do motorista, mandando ele dirigir sem destino.

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Depois de algum tempo, os bandidos direcionaram o rapaz. À PM, ele disse acreditar que seguiu para Contagem, perto da Praça da Cemig. Em certo momento, os criminosos ordenaram ao motorista que entrasse em um beco de uma favela. Lá, parou o carro e um dos bandidos entrou em um imóvel e saiu em posse de uma máquina de cartão de crédito. Segundo a vítima, os dois sequestradores cheiravam cocaína constantemente e era quase impossível entender as gírias usadas por eles.

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“Mandaram eu não errar a senha”, segundo relato feito pelo rapaz e registrado em boletim de ocorrência. A partir daí teve início a sequência de compras. A primeira no valor de R$ 1 mil. A seguinte: R$ 500. Depois foram feitas duas compras de R$ 400, uma de R$ 300, uma de R$ 200 e uma de R$ 100. Com a aprovação da operadora de cartão de crédito, eles ainda fizeram outras compras, sendo uma de R$ 700, uma de R$ 2.000, outra de R$ 250 e uma de R$ 350. A última custou R$ 1.500. A cada transação, ele recebia uma mensagem no celular com os valores e a confirmação do pagamento.

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Com medo, o jovem disse não ter conseguido ver como eram os criminosos. Segundo o boletim de ocorrência, depois das compras forçadas, o jovem foi liberado e pôde sair de carro. “Pedi para levarem o carro porque não tinha seguro”, disse o jovem à PM. Ainda tenso, ele seguiu pelo caminho errado, rumo à BR-381. No caminho, viu uma placa indicando Petrobras e seguiu até lá, onde finalmente conseguiu pedir ajuda.

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FONTE: O Tempo.


Autor de estudo que critica os métodos de seleção de funcionários públicos no País, professor da FGV propõe o fim das provas de múltipla escolha e das taxas de inscrição

Fernando Fontainha, professor de direito da FGV: sistema é voltado para quem tem tempo e dinheiro para pagar um bom cursinho

Os concursos públicos no Brasil não foram feitos para escolher os melhores candidatos. Essa é a opinião do professor de Direito da FGV Rio, Fernando Fontainha, crítico voraz do sistema que filtra os ocupantes de cargos públicos no País.

Para o acadêmico, a ideologia concurseira que se firmou ajuda a alimentar uma “indústria milionária de cursos preparatórios e um sistema de arrecadação que desvirtuou os processos seletivos”.

Boa parte destas críticas está no livro recém-lançado “Processos Seletivos para a Contratação de Servidores Públicos: Brasil, o País dos Concursos”, fruto de uma pesquisa do Centro de Justiça e Sociedade da FGV Direito Rio em parceria com a Universidade Federal Fluminense (UFF). Na obra, Fontainha propõe criar um marco regulatório para mudar radicalmente os critérios de seleção de funcionários públicos no Brasil.

O professor propõe, entre outras ideias, abolir as provas de múltipla escolha e acabar com as taxas de inscrição. No estudo, aparecem exemplos de provas em 20 órgãos federais, entre eles Banco Central, INSS, Polícia Federal e Receita. Para selecionar os candidatos com as competências mais adequadas, Fontainha sugere que a experiência profissional prévia seja requisito básico para inscrever-se no concurso.

iG – Por que, na sua opinião, os concursos públicos não são capazes de selecionar os melhores candidatos?

Fernando Fontainha – Os concursos no Brasil são autocentrados, voltados para si mesmos. Neles, impera a ideologia concurseira, que acontece em enorme prejuízo do serviço público brasileiro, sem dúvida alguma. Eles servem para selecionar os que mais se prepararam para as provas, e não os mais competentes. Isso reflete na qualidade dos serviços públicos no Brasil.

Como você sugere mudar esse sistema?

Existem duas maneiras de se averiguar os candidatos mais competentes: de forma profissional ou acadêmica. Criamos propostas provocativas de um novo marco regulatório, com 10 itens que passam pelo fim das provas de múltipla escolha e pela necessidade de expor as habilidades e competências exigidas pelas carreiras já no edital.

Você propõe acabar com as provas de múltipla escolha. Por quê?

Com certeza, esse tipo de prova não avalia bem o candidato, é uma prova cheia de macetes. Ela averigua capacidades completamente desligadas das competências acadêmicas. Não são provas de múltipla escolha que os alunos estão acostumados a fazer na faculdade e não elas não vão definir o que farão na carreira. As questões de múltipla escolha não avaliam nem competências acadêmicas, nem profissionais. Esse é o problema. Todo mundo sabe como se treina para essas provas em cursinhos. Você pega os truques e técnicas para escapar das pegadinhas.

Deveria haver uma prova prática para substituir o método atual?

Nós sugerimos que sim. Ou prova prática ou requisitos de experiência prévia. O médico do Ministério da Saúde faz apenas uma prova de múltipla escolha para ser admitido. A única exigência é de que ele seja bacharel em medicina. Isso é no mínimo questionável. Mas não quero parecer elitista.

“Pra fazer cursinho, você precisa ter tempo. E ter tempo é poder não trabalhar. O brasileiro que sai do ensino médio e precisa trabalhar estará concorrendo em desvantagem com alguém que pode ficar só em cursinhos”

O cargo de técnico do INSS, que pede ensino médio, e que em 2012 recebeu quase um milhão de candidatos, é alguém que fica atrás do balcão atendendo pessoas. Ele é avaliado por uma prova de múltipla escolha, com questões de direito previdenciário, português, informática. Mas a competência fundamental pra prestar um bom atendimento público não é avaliada, apesar de ser fundamental.

A ideia seria selecionar apenas pessoas com alguma experiência prévia?

Seria uma solução muito simples pra diminuir essa quantidade alucinante de inscritos e, com certeza, aumenta as chances de contratar pessoas que vão prestar um bom serviço. Exige que, para se inscrever, a pessoa comprove que tem cinco anos de experiência com atendimento ao público. Isso não é elitista, pelo contrário. Você exige que a pessoa demonstre que durante cinco anos ela foi caixa de supermercado ou balconista de farmácia por exemplo. Aquele sujeito que hoje tem condições de ser liberado para se preparar para os cursinhos não vai poder concorrer ao cargo, por exemplo.

Na sua opinião, os concursos públicos favorecem pessoas de nível social mais elevado?

O concurso público hoje é uma máquina de exclusão social, e não de inclusão. Esse sistema é voltado para quem tem tempo e dinheiro para pagar um bom cursinho. Pra quem pode pagar um bom colégio, que já no ensino médio ministra disciplinas para preparar o seu filho para os concursos da administração pública. Esse é um dos reflexos perversos da ideologia concurseira. Pra fazer cursinho, você precisa ter tempo. E ter tempo é poder não trabalhar. O brasileiro que sai do ensino médio e precisa trabalhar estará concorrendo em desvantagem com alguém que pode ficar só em cursinhos. É uma máquina de injustiça social.

Por que vocês acham necessário eliminar as taxas de inscrição dos concursos?

No Brasil, se acha natural pagar para fazer um concurso público. Mas não é assim em todos os países do mundo. Temos um capítulo no livro que mostra uma comparação com a França, onde ninguém nem compreende dizer que você vai pagar uma taxa para prestar um concurso. É um verdadeiro absurdo por lá, mas aqui é normal.

Mesmo com a taxa, os concursos recebem um grande número de candidatos…

Para essa máquina poder funcionar, é preciso haver um contingente enorme de pessoas que não param de fazer provas, uma atrás da outra. A ideia de vocação, de desejo de um cargo desaparece diante da ideia de que se vai sair fazendo vários concursos por aí, até passar em algum. Isso é ser um concurseiro profissional, faz parte da sua ideologia se inscrever para todos os cargos que puder. Ele não sabe se gostaria de trabalhar com previdência ou ser policial. Mesmo que não queira fazer aquilo da vida, vai pelo salário, pela estabilidade e por outras vantagens que a vida de funcionário público oferece.

Por isso vocês propõem também que o candidato não possa prestar mais de três vezes o mesmo concurso?

Sim. Isso acontece na França. Você só vai se inscrever se achar que tem condições reais de passar. Vai acabar com essa coisa de prestar por prestar. E inverte essa relação de cliente que existe nos concursos. Quando você instaura uma taxa, está privatizando a relação. Por isso é um problema grave no Brasil. O que se discute hoje não é a qualidade do serviço público e do recrutamento, mas o rol de direitos dos concurseiros. Acho que tem que haver esses direitos, mas o foco do concurso é pensar num recrutamento que vai ampliar a qualidade da prestação do serviço público. Esse deveria ser o foco principal.

As bancas examinadoras também precisariam mudar?

Sim. Dependendo do foco, dizemos que todo serviço público precisa ter uma escola profissional. Se você recrutou o candidato, agora tem que formá-lo. A menos que seja um concurso que já recrute profissionais gabaritados no mercado. Pela nossa proposta, metade da banca tem que ser formada por acadêmicos da área. Existem até membros de banca profissionais. A gente propõe que isso acabe. O profissional vai pra a banca e publica um livro que deve ser lido pelos candidatos. O ideal é que se ele participou de uma banca, tem que ficar dois anos sem participar de novo. No caso de um concurso de vocação profissional, que a banca seja composta por profissionais não acadêmicos com pelo menos 10 ou 15 anos de experiência comprovada na área

FONTE: iG.


 

Vistoria nos prédiosApartamentos vizinhos ao Viaduto Batalha dos Guararapes vão passar por inspeções a partir de hoje.
Alça norte está sendo monitorada e escorada

VEJA AQUI A MATÉRIA COMPLETA SOBRE A TRAGÉDIA!

VEJA AQUI A HISTÓRIA DA SOBREVIVENTE DE DUAS TRAGÉDIAS!

Defesa Civil avalia se alça norte, que está de pé, sofreu impacto com a queda de outra pista




Apartamentos vizinhos ao Viaduto Batalha dos Guararapes, que desabou parcialmente no dia 3, na Avenida Pedro I, na Pampulha, serão vistoriados a partir de hoje por uma empresa contratada pela Cowan, responsável pelas obras do elevado. As inspeções dão prosseguimento aos trabalhos de demolição da alça sul do viaduto, que desmoronou. De acordo com o engenheiro Eduardo Augusto Pedersoli, gerente técnico da Defesa Civil Municipal, amanhã uma empresa especializada em demolição, contratada pela Cowan, inicia teste com um equipamento que fará a retirada dos escombros sem causar grandes impactos aos moradores do residencial.

“Será usada uma máquina de corte com fita diamantada. Com isso, o tabuleiro do viaduto será fatiado e os pedaços serão retirados com uso de guindastes. Dessa forma, não terá poeira, trepidação e o barulho será menor”, explicou Pedersoli. Segundo o gerente, as vistorias vão apontar se há necessidade de retirada dos moradores. Ele acrescentou que o terceito pilar da estrutura que afundou será mantido isolado para os trabalhos da perícia. Os outros pilares não serão demolidos.

“O objetivo é avaliar possíveis danos causados às moradias pela queda da alça sul do viaduto”, informou o gerente operacional da Defesa Civil, coronel Waldir Figueiredo. O órgão municipal ainda não sabe se a alça norte, que continua de pé, sofreu deslocamento significativo, embora avalie que não apresenta indício de estar comprometida.

As vistorias servirão para que a Cowan compare a situação atual dos apartamentos com a encontrada em 2011, quando inspecionou as moradias antes do começo da obra do viaduto, segundo Figueiredo. “Eles (Cowan) vão fazer uma comparação entre os resultados. A cautelar de 2011 era obrigatória. A nova foi solicitada por causa do acidente”, afirmou. Ele reforçou que o órgão vistoriou o Edifício Antares e não constatou dano. 

MOVIMENTAÇÃO O monitoramento topográfico da alça norte começou às 20h30 do dia 3, cerca de cinco horas após a alça sul ruir. Nilson Luiz divulgou ontem uma planilha com os dados registrados por aparelhos . O documento mostra que não houve afundamento, mas aponta alterações de milímetros em sentido horizontal, que já eram esperadas, segundo o engenheiro. “Existe uma variação média de dois milímetros, aceitável dentro das normas de segurança. A estrutura está submetida à dilatação e retração do concreto por causa da temperatura. Além disso, o viaduto está apoiado em base móvel.”

Nilson afirmou não haver “nenhum risco identificado” de queda da alça norte, mas explicou que o escoramento está sendo reforçado até que se tenha total segurança sobre a situação. “Fizemos um escoramento emergencial logo após o acidente”, disse.

A demolição do trecho da alça sul vizinho ao Antares ainda não tem data para começar, segundo a Defesa Civil. Em reunião na noite de anteontem, moradores dos condomínios Antares e Savana, também próximos ao viaduto, decidiram encaminhar ao órgão municipal um pedido para que os trabalhos sejam realizados no máximo por quatro horas diárias, divididas em dois períodos. “Poderia ser, por exemplo, entre as 9h e as 11h e das 14h às 16h. Os moradores não merecem ficar expostos por muito tempo a um barulho tão alto”, disse a advogada Ana Drummond, que representa os moradores dos Antares. A proposta do órgão é que as obras sejam feitas das 8h às 17h. Na noite de ontem, eles fizeram um culto com música e balões brancos bem perto do viaduto. 

Eduardo Pedersoli disse também que amanhã a pista mista da Avenida Pedro I, sentido Centro/bairro, e a busway devem sejam liberadas para o trânsito normal. Ele disse que a Cowan realizou escoramento adicional na outra alça e afirmou que não há riscos de um novo desabamento.

 

FONTE: Estado de Minas.


Atraso

Magazine Luiza deve pagar R$ 99 mil por demora de um ano em troca de produto

Valor corresponde à multa diária fixada pela sentença.

astreintes

A loja Magazine Luiza foi condenada e indenizar em R$ 99 mil consumidora que comprou máquina de lavar com defeito e recorreu à justiça para garantir o direito à troca do produto. O valor corresponde à multa diária fixada na sentença, que determinou a entrega do novo produto. Ação que tramitou no JEC da de Sombrio/SC.

A mulher adquiriu a máquina, no valor de R$ 2 mil, em abril de 2009, que desde o início apresentou problemas. Foram diversas tentativas de solução junto à loja que, irredutível, negou-se a substituir o produto. Assim ela entrou com a ação em outubro do mesmo ano.

Na sentença, prolatada em 2010, foi determinado que a loja deveria realizar a troca, sob pena de multa diária no valor de R$ 200. Como a entrega da nova máquina só foi feita em 2011, a consumidora executou a sentença.

Luíza

O valor da condenação foi liberado através de alvará em nome da autora da ação.

  • Processos: 069.09.003362-9 e 069.09.003362-9/001

 

FONTE: Migalhas.


Erro de atualização - Sr. Computador/Divulgação
O upgrade disponibilizado pela Microsoft deixa a máquina em “loop” (sequência) de reinicialização

Os últimos dois dias dos usuários da versão 32 bits do sistema operacional Windows 7 não têm sido dos mais tranquilos. Isso porque quem baixou a atualização de código KB2823324 teve problemas na inicialização de seu computador. O upgrade disponibilizado pela Microsoft deixava a máquina em “loop” (sequência) de reinicialização permanente, o que gerou inúmeros transtornos.

Em nota, divulgada na quarta-feira (10), a empresa afirmou que está trabalhando para a solução do erro. Porém, se você não está com muita paciência para esperar uma atitude da empresa norte-americana, pode seguir os conselhos do diretor de operação da Sr. Computador, Rogério Mendes Pereira. Ele dá dicas para que sua máquina volte à normalidade.

Antes de mais nada, Rogério afirma que os usuários do sistema operacional da Microsoft não precisam entrar em pânico e desativarem suas atualizações. “O Windows tem como padrão as atualizações automáticas. E isso é bom, pois deixa o sistema protegido contra vírus. Porém, infelizmente, esta atualização trouxe malefícios, pois gerou um bug”, explicou.

“A atualização desta versão afetou somente usuários do Windows 7, na versão 32 bits, em língua portuguesa. Era para reparar uma falha nos arquivos de extensão .sys, mas trouxe esse transtorno. Quem tiver esse sistema operacional, aconselho deixar desatualizado por uns 10 dias, até que seja solucionado o problema. Depois, basta voltar ao automático ”, afirma o especialista.

Rogério Pereira especialista em TI - Sr. Computador/Divulgação

Rogério Pereira afirma que os usuários do Microsoft 7 não precisam desativar as atualizações 

Quando ficou ciente do bug gerado pela atualização, logo na manhã de quarta-feira, Rogério e seus colegas da empresa desenvolveram um passo a passo para solucionar o problema, que pode ser conferido abaixo:

1 – Reinicie a máquina

2 – Enquanto a máquina estiver reiniciando, antes de entrar na tela do Windows, pressione seguidamente a tecla F8 até aparecer o menu de boot com as opções de inicialização.

3- Aparecerá uma tela de múltiplas escolhas. Clique em: “recuperar seu computador”.

4 – Aparecerá uma outra lista, clique em “Prompt de comando”.

5 – Digite o comando echo %systemdrive% e, em seguida, clique enter.

6 – Digite qual é a letra do drive do sistema, que geralmente é a C:.

7- Digite o segundo comando “dism.exe /image:C:\ /cleanup-image /revertpendingactions”, no qual o C: é a letra em que saiu a partir do primeiro comando.

8 – A partir deste momento, o computador é reiniciado e entrará no Windows.

9 – Após entrar no Windows, a primeira coisa que a pessoa deve fazer é ir no Windows Update e desligar a atualização automática. Para isso, entre em meu computador e clique com o botão direito em propriedades. Será aberta uma tela e no canto inferior esquerdo aparecerá Windows Update.

10 – Clique em Windows Update e, logo após, clique em alterar configurações, atualizações importantes.

11 – Deixe ticada a opção: procurar atualizações, mas permitir que eu possa escolher quando baixá-la e instalá-la, para que não baixe automaticamente.

12 – O último passo é clicar em confirmar. A partir deste ok, o Windows não vai mais realizar a atualização automaticamente.

Segundo Rogério, a solução está funcionando na grande parte dos casos. Porém, quando o computador possui algum um outro problema, a última saída é formatar.

 FONTE: Hoje Em Dia.



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