Antequam noveris, a laudando et vituperando abstine. Tutum silentium praemium.

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Abre alas, BH
CARNAVAL 2014 » Com aval do mestre

Martinho da Vila celebrou o retorno das promoções populares em BH (GLADYSTON RODRIGUES/EM/D. A PRESS)
Martinho da Vila celebrou o retorno das promoções populares em BH

A invasão dos blocos nas ruas e avenidas de Belo Horizonte entusiasma o cantor e compositor Martinho da Vila, que, na noite de ontem, faria show para milhares de pessoas na Praça Rui Barbosa (Estação), na Região Centro-Sul da capital. “É um fenômeno que está crescendo em todo o país, inclusive no Rio de Janeiro. Durante muito tempo, o carnaval de BH ficou devagar, devagarinho, mas agora está acontecendo de novo com os blocos”, brincou Martinho, ao citar um dos seus grande sucessos. Para o artista de 76 anos e com muito tempo de folia, a sua participação neste ano será dividida entre Minas e Pernambuco, uma forma, segundo ele, de recarregar as baterias.

Na tarde de ontem, num hotel na Avenida Afonso Pena, no Bairro Serra, na Região Centro-Sul, Martinho destacou o clima espontâneo dos blocos carnavalescos, que, na capital, são em número de 200, dos quais 150 cadastrados na Belotur. “Bloco é bom, porque cada um inventa a sua fantasia, não precisa de ensaio. São mais livres, as pessoas saem para se divertir, bem diferente de uma escola de samba, onde cada componente parece um ator”, afirmou.

Martinho lembrou que as escolas cresceram muito: “A minha primeira escola, a Aprendizes da Boca do Mato, tinha 400 integrantes e, hoje, só uma bateria tem esse número”. Na percepção do compositor, os bailes nos clubes também estão voltando a todo vapor, como era moda até por volta dos anos 1980. “No Rio, isso está ocorrendo, principalmente com bailes infantis. O carnaval é assim, um eterno vaievém.”

Depois de uma longa temporada de calor, o tempo mudou na cidade e Martinho sorriu ao ouvir que ele trouxe a chuva. “Deu uma refrescada, mas o show será quente.” Na terça-feira, às 16h, será a vez de Mart’Nália mostrar seu talento no Palco Especial da Savassi (Avenida Cristóvão Colombo com Getúlio Vargas), dentro do Projeto Estação do Samba.


 (Edésio Ferreira/EM/D.A Press)

O bloco Então Brilha (acima) arrastou 1,5 mil pessoas ontem pela manhã em BH. A concentração começou às 9h, na Rua Guaicurus, Centro, para encher de alegria, humor e criatividade a Avenida Santos Dumont e a Praça da Estação. Sinal mais que evidente de que a folia de rua é o tom da cidade no carnaval. Ao longo do dia e à noite, a alegria de Momo correu de norte a sul e de leste a oeste puxada por blocos coloridos, movidos a descontração e muito samba, como o Calixto, que desceu do Bairro São Pedro embalado por cerca de 5 mil foliões.  A animação promete ser mais quente hoje, amanhã e depois.




Briga de gente grande

 ( YASUYOSHI CHIBA/AFP )


O Cordão do Bola Preta (E), do Rio de Janeiro, e o Galo da Madrugada (D), do Recife, não disputam apenas o título do bloco que mais arrasta foliões no planeta, mas também o de beleza e irreverência. Ontem, ficaram empatados no quesito público: 1,5 milhão de seguidores cada.


Interior pega fogo

Diamantina (abaixo), Ouro Preto, Mariana e São João del-Rei encheram suas ruas históricas de alegria e o colorido das fantasias. A promessa é de tempo quente até o último dia de carnaval também em outras cidades.

 (ramon lisboa/em/D.A Press)

CARNAVAL 2014 » Me chama que eu vou

Saindo da velha zona boêmia, vários bloquinhos participaram da folia, que se deslocou para a Praça da Estação  (EDÉSIO FERREIRA/EM/D.A PRESS)
Saindo da velha zona boêmia, vários bloquinhos participaram da folia, que se deslocou para a Praça da Estação

Mais de 1,5 mil pessoas se concentraram ontem na Rua Guaicurus, velha zona boêmia, entre Curitiba e São Paulo, para acompanhar o desfile do bloco carnavalesco Então Brilha!, que seguiu em direção à Avenida Santos Dumont para depois se encontrar com o bloco Praia da Estação, já reunido na Praça da Estação, na Região Central de Belo Horizonte. Os foliões começaram a chegar a partir das 9h e, por volta das 10h30, a bateria estava a pleno vapor. O comando ficava por conta de um pequeno furgão. Se sobrava animação, faltavam banheiros químicos pelo caminho.

A engenheira Ivone Gomes, que mora em BH, comandava um dos blocos secundários. “Fundamos porque gostamos de dançar. Meu filho é regente do Baianas Ozadas. Resolvemos fazer esse grupo de dança baiana com uma ala para acompanhar o carnaval”, explica.

O arquiteto Gregório Fiorotti, de 38 anos, contou que não tem perdido a festa em BH. “Desfilei no domingo passado e hoje resolvi participar de novo”. Morador da capital , ele explica que tem deixado de viajar por causa do risco de acidentes nas estradas. “Ficar e poder participar é maravilhoso”, disse.

Além da diversão, os foliões enxergam nessas promoções uma possibilidade de ocupar as ruas, como observa o belo-horizontino Leonardo Lima, diretor de arte que mora em São Paulo. Essa é a segunda vez que ele volta a BH para passar o carnaval. “É completamente diferente da micareta que toca nas praias. Além disso, é uma oportunidade de as pessoas ocuparem o espaço público. Já que pagamos nossos impostos, temos o direito curtir a rua”, analisa.

A estudante de artes visuais Ana Paula Garcia concorda. É a terceira vez que ela opta por ficar na cidade no feriado, sempre acompanhando a folia. Ontem, ela começou o dia desfilando no Então Brilha! e se juntaria ao Praia da Estação. Hoje, pretende participar do Pena de Pavão e Krishina. “Já são três anos de Carnaval em BH e tem sido muito legal. É uma oportunidade que a gente tem de ocupar a cidade que é nossa. Muitos dos nossos amigos também ficaram por aqui”, disse.

Enquanto o Então Brilha reunia uma multidão, outros blocos que sairiam pela manhã demoraram a atrair foliões. Foi o que ocorreu com o Perigosas da Centro-Sul, na Avenida Álvares Cabral, com o Enche meu Copo, na Esplanada, o Cidade Love, na Cidade Nova, e o Lavô tá Novo e o Impresta 10, de Santa Tereza.

SANTA TEREZA

Inconformadas, várias pessoas usaram o Facebook para protestar com o que chamaram “o pior carnaval de todos” no tradicional bairro de Santa Tereza, em Belo Horizonte. A discussão se iniciou por volta das 19:30 de sábado (01 Mar 2014). Veja os comentários até a madrugada de sábado:

<br>

Parabens aos DONOS do bairro, o carnaval ta sensacional!!!
  • 9 pessoas curtiram isso.
  • Luciana Coelho Onde vc está que tá bom?
  • Ana Lucia Rodrigues É verdade os donos do bairro conseguiram acabar com a festa . Uma pena ….. Vamos ver se amanhã melhorar
  • Fabiola Cerqueira Do Patrocinio Cheguei no bairro e achei q estava na quaresma!!!!! Triste
  • Regina Maria Duarte Sem comentários!
  • Renata Andrade Oq aconteceu gente?
  • Bira Da Quadra a partir de amanha vai melhora. O ano que vem poderá ser maravilhoso. O que precisamos é de nos envolver mais com as coisas do Bairro e participar mais. Eu pessoalmente gosto de carnaval e de festa. Organizada e respeitosa. Podemos ter tudo isto.
  • Fabiano Teixeira UMA BOSTA!!!!!!
  • Regina Maria Duarte Para quem mora no bairro e se envolve no dia a dia, os DONOS Do bairro estão fazendo à maneira deles.
  • Leonardo Augusto Giovanni Chantal, acabando o carnaval vamos fazer a associação dos comerciantes do bairro e resgatar a tradição do bairro. Pode ser?????
  • Leonardo Augusto Associação essa organizada e voltada para os comerciantes e moradores, faremos a vontade de todos e nao de meia duzia , se quizer ja temos 38 comerciantes revoltados com o que fizeram, e querem fazer o melhor . Estamos juntos ?????
  • Patrício Junior Pior carnaval de todos, isso que vocês queriam?
  • Simone Chantal Machado Chantal Machado Concordo Léo …não. tenho comércio. Mas zelo pelo bairro…um absurdo o que fizeram com o povo e o comércio …indignação
    ..
    .
  • Leonardo Augusto O bom é que todo mundo sabe uem fez isso , e na verdade 95% queria e 5% so que não mais foi bom, pois assim descobrimos quem é quem.
  • Ana Lucia Rodrigues Acabar com a música no alto dos piolhos às 18:00 foi um absurdo. Organização é uma coisa, acabar com a festa é outra .
  • Bira Da Quadra Leo é o que começamos a falar hoje. Conversar será o melhor caminho. Acho que temos que reunir todos para chegarmos ao equilibrio. Voce sabe que enquanto alguns queriam abrir totalmente o bairro outros queriam fecha-lo totalmente. E ai……..
  • Leonardo Augusto E ai que como falei 95% queria o caenaval e 5% nao queria , ai prevaleceu a minoria, ridiculo, o bar do Orlando Siqueira, nao poder abrir e ganhar seu dinheiro honesto por causa de meia duzia
  • Bira Da Quadra Leo – Nas tres reuniões tinham mais de 150 pessoas e em todas as tres reuniões, pediram a mesma coisa.Vamos esperar terminar o carnaval para podermos avaliar e imediatamente todos juntos começarem a planejar. Uma coisa é certa. Esta sendo uma tranquilidade com muita gente bonita na praça.
  • Leonardo Augusto Fazer o carnaval acabar as 19horas , alguns levando para o lado politico etc…. sinceramente Bira Da Quadra, estou decepcionado, tomara que melhore amanhã, e que o bar mais tradicional de santa tereza possa trabalhar , pois assim nao precisamos de nenhuma associação existente hoje. Sinceramente vcs nao tem ideia da revolta que criaram .
  • Fabiola Cerqueira Do Patrocinio Estou pensando aqui, só que eu conheço, tem 4 blocos que não vão sair em Santa Tereza, foram para outros bairros! Triste!
  • Rogério Roque Estamos juntos leonardo Augusto.Temos que entrarmos em acordo comum para que não percamos a boa tradição de bairro de bom carnaval e alegria!!!Estava muito além do esperado hoje.
  • Patrício Junior Santa teresa está SITIADA.
  • Bira Da Quadra Vá agora a praça ver. Estão todos la e foi acertado que o transito so vai ser aberto as 22 horas para que ã turma fique a vontade na Praça. Até defenso bateria ate as 22 horas, mas tem que haver decisão da maioria. Não se esqueça que o bairro tem muito idoso e que muitas vezes em dias comuns a baderna ia até de manha. Logo temos que entender que se sentindo incomodados se e mobilizaram. Temos que respeitar e conversar com todos para acharmos o BOM para todos. É assim que se constroi a democracia. É mesmo difícil. Tem que ter paciência e tolerância para chegarmos ao objetivo comum. Com respeito, organização e participação de todos, chegaremos lá. Temos que ser parceiros inclusive das questões de segurança do Bairro. Muitos reclamam mas poucos ajudam ou se envolvem. É como o ponto de ônibus. Todos querem ônibus passando na porta de sua casa mas não querem o ponto debaixo de sua janela.
  • Leonardo Augusto Eu so nao entendo como cidades históricas tem carnaval organizado tais como diamantina, sabara e tem mais idosos do aqui no bairro. Antigamente quando tinha banda santa era sensacional, pergunte a todos os moradores. Sao 4 dias dentre 365 que existe o carnaval, será que nao pode haver compreensão de meia duzia ? Amanhã farei de tudo para resgatar o melhor carnaval na praça duque de caxias, vou convocar a todos para que possamos fazer um excelente carnaval. E vou fazer de tudo para ano que vem , o carnaval de santa tereza seja igual 2013, mais nao sozinho .
  • Patrício Junior Estou com tigo e não abro.
  • Leonardo Augusto As vezes temos que pensar: será que esta todo mundo errado e so eu que estou certo? Tomar decisões em que estraga a diversão das pessoas pode ter um resultado bastante negativo
  • Bira Da Quadra A banda santa acabou porque saiu do controle.De tanta gente. Estamos vivendo um momento de comunicação. Mobilizam 30 mil pessoas em 30 minutos.Não podemos ser radicais. As coisas vão se ajustando com calma, respeito e entendimento. Temos que defender o de melhor para todos. E vamos continuar trabalhando. As regras foram estabelecidas anteriormente e devem ser cumpridas O bom senso fez com que hoje houvesse uma flexibilização que ocorreu com tranquilidade. Não podemos radicalizar. Vamos ajustando com tranquilidade Leo.
  • Vivian Ramos Santa Tereza tá morto.
  • Leonardo Augusto Respeito , mais nao concordo, eu e 95% dos moradores e comerciantes do bairro
  • Leonardo Augusto É so você olhar os comentários acima que verá tamanha indignação .
  • Bira Da Quadra to vendo e continuo vendo e trabalhando para todos
  • Leonardo Augusto Bira Da Quadra acho que nao vamos chegar a lugar algum, acho melhor você continuar fazendo o que você acha melhor , que eu vou fazer o que acho melhor para resgatar a tradição do bairro, antes que seja tarde . Um abraço.
  • Patrício Junior Leonardo, pode contar comigo.
  • Marcio Honorio A galera do “Pavão Misterioso” agradece a presença de todos e convoca todo mundo para amanhã novamente vir comemorar com a gente.Segunda e terça também tem.

    Foto de Marcio Honorio.
  • Cássio Sena Penso da seguinte forma do jeito que estava não podia continuar, aquela baderna na porta da casa das pessoas, mijando e tudo, mais melhorou na questão tranquilidade e segurança, mais concordo uma meia dúzia não dá, a população do bairro, na sua maioria do bairro naõ envolve para protestar, não vai votar em dia de eleição para presidente de associação, reunião no oásis , movimento salve Santa Tereza, não vai as reuniões tá aí o resultado não adianta reclamar e chorar o leite derramado.
  • Cássio Sena Temos que criar o movimento salve a Conselheiro Rocha, cegonheira o caramba
  • Bira Da Quadra o negocio é participar mais
  • Marcio Honorio Quando o povo se une em torno de um objetivo, ele consegue discutir e até mesmo impor a sua vontade. ” 1 + 1 é sempre + que 2″ ,já dizia o poeta do clube da esquina .

    Foto de Marcio Honorio.
  • Marcio Honorio Para mim, não importa a religião, a política , os promotores, ajudadores, apoiadores, etc. importa é que conseguiram “colocar esse bloco na rua”.
  • Flávia Alcântara Leonardo, Giovanne e comerciantes podem contar com meu apoio, temos que voltar a tradicao do bairro.
  • Jairo Inacio Engraçado… o Prefeitura faz da praça Duque de Caxias um canteiro de eventos o ano inteiro… uma única confusão que deu, diga-se de passagem que sem culpados pois não foi nada programado, cortam o carnaval do bairro… Aliás, nem confusão absurda foi, eu mesmo já cansei de ver coisa muito pior, como por exemplo gente tomando tiro na perna em plena rua mármore num domingo – sem carnaval nem nada… e isso em 199x… Enfim, na minha opinião, seja lá quem defendeu isso não conhece Santa Tereza e a mística que envole o bairro…
  • Elias Brito A boa tradição foi perdida a tempos, o que vemos agora é uma mistura de Funck, drogas, roubos, desordem, o bairro de charmoso estava se transformando em lugar perigoso. Como morador posso afirmar, segurança não tem preço, é o bem estar de nossas famílias que está em jogo. Não podemos colocar interesse financeiro a frente de tudo o tempo todo não, temos que pensar em um bem maior que é a comunidade que vivemos. Fico muito impressionado com o capitalismo selvagem de algumas pessoas, são capazes de tudo, passam por cima de todos para venderem latinhas de cerveja, o bem estar dos idosos, crianças e suas famílias não vale nada para eles, o negócio deles é vender bebidas, nada além! Melhor termos menos pessoas no carnaval, desde que sejam respeitosas, do que encher o bairro de pessoas que não respeitam nosso ambiente. Tb sou comerciante e não vou funcionar durante o carnaval, terei prejuízo financeiro neste momento, em contra partida acredito que com esta atitude estaremos contribuindo para resgatar a segurança e o charme do bairro, e durante o ano nós e nossos clientes poderemos desfrutar dos resultados.
  • Elias Brito Outro ponto que gostaria de abordar, a mais de três anos atrás tivemos uma alteração na lei de uso e ocupação de solo, todos os bares e restaurantes do bairro que mantinham suas mesas e cadeiras nas calçadas perderam seu direito de uso, seus alvarás simplesmente foram cassados. Estes são os estabelecimentos, Bolao , Bartiquim, Temático, Santa Pizza, Bar do Orlando, Bar do Pedro Lima, Baianeira , Parada do Cardoso, La Crepe, Petiscaldos, e Bar do Walmir. Fundamos a Associação dos Bares e Restaurantes para defender nossos interesses e conseguimos o direito de permanência, somos o único bairro de BH que ainda matem suas mesas e cadeiras em passeios com menos de 3 metros. Conseguimos o direito depois de muito luta e sacrifício, lembro que neste momento convidamos os donos de distribuidoras de bebidas do bairro para participar e nos apoiar, isso nunca aconteceu, nunca estiveram presentes em nada que realizamos para dar nem que fosse um apoio moral, agora quando a pipoca estoura para o lado deles e não vendem latinhas ficam revoltados. Pimenta nos olhos dos outros não dói! Boa noite para todos!
  • Pedro Lima É VERO
  • Pedro Lima o q nos do IMPRESTA 10 é poder brincar aqui no alto dos pihos,pode iu nao

FONTE: Estado de Minas e Facebook.

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Parabens aos DONOS do bairro, o carnaval ta sensacional!!!
  • 9 pessoas curtiram isso.
  • Luciana Coelho Onde vc está que tá bom?
  • Ana Lucia Rodrigues É verdade os donos do bairro conseguiram acabar com a festa . Uma pena ….. Vamos ver se amanhã melhorar
  • Fabiola Cerqueira Do Patrocinio Cheguei no bairro e achei q estava na quaresma!!!!! Triste
  • Regina Maria Duarte Sem comentários!
  • Renata Andrade Oq aconteceu gente?
  • Bira Da Quadra a partir de amanha vai melhora. O ano que vem poderá ser maravilhoso. O que precisamos é de nos envolver mais com as coisas do Bairro e participar mais. Eu pessoalmente gosto de carnaval e de festa. Organizada e respeitosa. Podemos ter tudo isto.
  • Fabiano Teixeira UMA BOSTA!!!!!!
  • Regina Maria Duarte Para quem mora no bairro e se envolve no dia a dia, os DONOS Do bairro estão fazendo à maneira deles.
  • Leonardo Augusto Giovanni Chantal, acabando o carnaval vamos fazer a associação dos comerciantes do bairro e resgatar a tradição do bairro. Pode ser?????
  • Leonardo Augusto Associação essa organizada e voltada para os comerciantes e moradores, faremos a vontade de todos e nao de meia duzia , se quizer ja temos 38 comerciantes revoltados com o que fizeram, e querem fazer o melhor . Estamos juntos ?????
  • Patrício Junior Pior carnaval de todos, isso que vocês queriam?
  • Simone Chantal Machado Chantal Machado Concordo Léo …não. tenho comércio. Mas zelo pelo bairro…um absurdo o que fizeram com o povo e o comércio …indignação
    ..
    .
  • Leonardo Augusto O bom é que todo mundo sabe uem fez isso , e na verdade 95% queria e 5% so que não mais foi bom, pois assim descobrimos quem é quem.
  • Ana Lucia Rodrigues Acabar com a música no alto dos piolhos às 18:00 foi um absurdo. Organização é uma coisa, acabar com a festa é outra .
  • Bira Da Quadra Leo é o que começamos a falar hoje. Conversar será o melhor caminho. Acho que temos que reunir todos para chegarmos ao equilibrio. Voce sabe que enquanto alguns queriam abrir totalmente o bairro outros queriam fecha-lo totalmente. E ai……..
  • Leonardo Augusto E ai que como falei 95% queria o caenaval e 5% nao queria , ai prevaleceu a minoria, ridiculo, o bar do Orlando Siqueira, nao poder abrir e ganhar seu dinheiro honesto por causa de meia duzia
  • Bira Da Quadra Leo – Nas tres reuniões tinham mais de 150 pessoas e em todas as tres reuniões, pediram a mesma coisa.Vamos esperar terminar o carnaval para podermos avaliar e imediatamente todos juntos começarem a planejar. Uma coisa é certa. Esta sendo uma tranquilidade com muita gente bonita na praça.
  • Leonardo Augusto Fazer o carnaval acabar as 19horas , alguns levando para o lado politico etc…. sinceramente Bira Da Quadra, estou decepcionado, tomara que melhore amanhã, e que o bar mais tradicional de santa tereza possa trabalhar , pois assim nao precisamos de nenhuma associação existente hoje. Sinceramente vcs nao tem ideia da revolta que criaram .
  • Fabiola Cerqueira Do Patrocinio Estou pensando aqui, só que eu conheço, tem 4 blocos que não vão sair em Santa Tereza, foram para outros bairros! Triste!
  • Rogério Roque Estamos juntos leonardo Augusto.Temos que entrarmos em acordo comum para que não percamos a boa tradição de bairro de bom carnaval e alegria!!!Estava muito além do esperado hoje.
  • Patrício Junior Santa teresa está SITIADA.
  • Bira Da Quadra Vá agora a praça ver. Estão todos la e foi acertado que o transito so vai ser aberto as 22 horas para que ã turma fique a vontade na Praça. Até defenso bateria ate as 22 horas, mas tem que haver decisão da maioria. Não se esqueça que o bairro tem muito idoso e que muitas vezes em dias comuns a baderna ia até de manha. Logo temos que entender que se sentindo incomodados se e mobilizaram. Temos que respeitar e conversar com todos para acharmos o BOM para todos. É assim que se constroi a democracia. É mesmo difícil. Tem que ter paciência e tolerância para chegarmos ao objetivo comum. Com respeito, organização e participação de todos, chegaremos lá. Temos que ser parceiros inclusive das questões de segurança do Bairro. Muitos reclamam mas poucos ajudam ou se envolvem. É como o ponto de ônibus. Todos querem ônibus passando na porta de sua casa mas não querem o ponto debaixo de sua janela.
  • Leonardo Augusto Eu so nao entendo como cidades históricas tem carnaval organizado tais como diamantina, sabara e tem mais idosos do aqui no bairro. Antigamente quando tinha banda santa era sensacional, pergunte a todos os moradores. Sao 4 dias dentre 365 que existe o carnaval, será que nao pode haver compreensão de meia duzia ? Amanhã farei de tudo para resgatar o melhor carnaval na praça duque de caxias, vou convocar a todos para que possamos fazer um excelente carnaval. E vou fazer de tudo para ano que vem , o carnaval de santa tereza seja igual 2013, mais nao sozinho .
  • Patrício Junior Estou com tigo e não abro.
  • Leonardo Augusto As vezes temos que pensar: será que esta todo mundo errado e so eu que estou certo? Tomar decisões em que estraga a diversão das pessoas pode ter um resultado bastante negativo
  • Bira Da Quadra A banda santa acabou porque saiu do controle.De tanta gente. Estamos vivendo um momento de comunicação. Mobilizam 30 mil pessoas em 30 minutos.Não podemos ser radicais. As coisas vão se ajustando com calma, respeito e entendimento. Temos que defender o de melhor para todos. E vamos continuar trabalhando. As regras foram estabelecidas anteriormente e devem ser cumpridas O bom senso fez com que hoje houvesse uma flexibilização que ocorreu com tranquilidade. Não podemos radicalizar. Vamos ajustando com tranquilidade Leo.
  • Vivian Ramos Santa Tereza tá morto.
  • Leonardo Augusto Respeito , mais nao concordo, eu e 95% dos moradores e comerciantes do bairro
  • Leonardo Augusto É so você olhar os comentários acima que verá tamanha indignação .
  • Bira Da Quadra to vendo e continuo vendo e trabalhando para todos
  • Leonardo Augusto Bira Da Quadra acho que nao vamos chegar a lugar algum, acho melhor você continuar fazendo o que você acha melhor , que eu vou fazer o que acho melhor para resgatar a tradição do bairro, antes que seja tarde . Um abraço.
  • Patrício Junior Leonardo, pode contar comigo.
  • Marcio Honorio A galera do “Pavão Misterioso” agradece a presença de todos e convoca todo mundo para amanhã novamente vir comemorar com a gente.Segunda e terça também tem.

    Foto de Marcio Honorio.
  • Cássio Sena Penso da seguinte forma do jeito que estava não podia continuar, aquela baderna na porta da casa das pessoas, mijando e tudo, mais melhorou na questão tranquilidade e segurança, mais concordo uma meia dúzia não dá, a população do bairro, na sua maioria do bairro naõ envolve para protestar, não vai votar em dia de eleição para presidente de associação, reunião no oásis , movimento salve Santa Tereza, não vai as reuniões tá aí o resultado não adianta reclamar e chorar o leite derramado.
  • Cássio Sena Temos que criar o movimento salve a Conselheiro Rocha, cegonheira o caramba
  • Bira Da Quadra o negocio é participar mais
  • Marcio Honorio Quando o povo se une em torno de um objetivo, ele consegue discutir e até mesmo impor a sua vontade. ” 1 + 1 é sempre + que 2″ ,já dizia o poeta do clube da esquina .

    Foto de Marcio Honorio.
  • Marcio Honorio Para mim, não importa a religião, a política , os promotores, ajudadores, apoiadores, etc. importa é que conseguiram “colocar esse bloco na rua”.
  • Flávia Alcântara Leonardo, Giovanne e comerciantes podem contar com meu apoio, temos que voltar a tradicao do bairro.
  • Jairo Inacio Engraçado… o Prefeitura faz da praça Duque de Caxias um canteiro de eventos o ano inteiro… uma única confusão que deu, diga-se de passagem que sem culpados pois não foi nada programado, cortam o carnaval do bairro… Aliás, nem confusão absurda foi, eu mesmo já cansei de ver coisa muito pior, como por exemplo gente tomando tiro na perna em plena rua mármore num domingo – sem carnaval nem nada… e isso em 199x… Enfim, na minha opinião, seja lá quem defendeu isso não conhece Santa Tereza e a mística que envole o bairro…
  • Elias Brito A boa tradição foi perdida a tempos, o que vemos agora é uma mistura de Funck, drogas, roubos, desordem, o bairro de charmoso estava se transformando em lugar perigoso. Como morador posso afirmar, segurança não tem preço, é o bem estar de nossas famílias que está em jogo. Não podemos colocar interesse financeiro a frente de tudo o tempo todo não, temos que pensar em um bem maior que é a comunidade que vivemos. Fico muito impressionado com o capitalismo selvagem de algumas pessoas, são capazes de tudo, passam por cima de todos para venderem latinhas de cerveja, o bem estar dos idosos, crianças e suas famílias não vale nada para eles, o negócio deles é vender bebidas, nada além! Melhor termos menos pessoas no carnaval, desde que sejam respeitosas, do que encher o bairro de pessoas que não respeitam nosso ambiente. Tb sou comerciante e não vou funcionar durante o carnaval, terei prejuízo financeiro neste momento, em contra partida acredito que com esta atitude estaremos contribuindo para resgatar a segurança e o charme do bairro, e durante o ano nós e nossos clientes poderemos desfrutar dos resultados.
  • Elias Brito Outro ponto que gostaria de abordar, a mais de três anos atrás tivemos uma alteração na lei de uso e ocupação de solo, todos os bares e restaurantes do bairro que mantinham suas mesas e cadeiras nas calçadas perderam seu direito de uso, seus alvarás siVer mais
  • Pedro Lima É VERO
  • Pedro Lima o q nos do IMPRESTA 10 é poder brincar aqui no alto dos pihos,pode iu nao
    • Sinara Cerqueira Patrocinio Neves Achei interessante um comentário: “porque Sabará, Ouro Preto, Mariana, …..
      conseguem ter carnaval organizado e nós de Santa Tereza não?”
    • Leonardo Augusto Estavamos no bolao como uma musica totalmente agradável quando as 19h me vem um fiscal e fala,
      agora ja deu tem que desligar pois o carnavak aqui tem que acabar as 19h , mais por que fiscal?
      Eu não sei te responder vc tem que perguntar as associações que tem no seu bairro. Por isso estou com essa indignação ,
      e nao me venha falar de idosos, pois as 21h o que mais tinha na praça era idoso
    BLOCO DO EU SOZINHO »Matando a sede da GALERA
     (RENAN DAMASCENO/EM/D.A PRESS<br /><br /><br /><br />
)

    Eles são tão essenciais quanto o trio elétrico, a bateria e as meninas de shortinho curto. Carregam, muitas vezes, mais de 100kg, desbravando a multidão com a destreza de bailarino e força de estivador. Empurram o carrinho com o corpo, com um tufo de notas entre os dedos de uma mão e latas e garrafas na outra. Passam pedindo “licença” e gritando quase em coro: “um é três, dois é cinco” ou “um é cinco, três é dez real” – as duas únicas faixas de preço e promoção, que servem para vender de água mineral a uísque nacional, de cachaça com mel a copo de catuaba.

    O vendedor ambulante, equipado com um bem munido isopor – daqueles todo encapados com fita adesiva e isolante, encardidos e gotejando – é uma espécie de Messias para a sedenta multidão. É a ele que os foliões recorrem quando a pior das pragas se manifesta: a seca da cerveja. Ninguém o engana: “É R$ 4, né, moço?”. “Não, R$ 5”. É a lei de mercado: se a demanda é maior que a oferta, não há pechincha. E a procura é grande, garante Danilo, que estava com a família trabalhando a todo vapor no Bloco Então, Brilha, na região boêmia da capital, sonhando vender 40 fardos de latinhas apenas ontem.

    A cotação da cevada está tão em alta que o cantor Tiago Delegado, ao fazer a propaganda do CD com as marchinhas do Bloco da Calixto, no Santo Antônio, apelou para o câmbio: “Comprem o CD, gente. Custa o mesmo que dois latões”, argumentou. Na sexta-feira, quem chegou mais cedo ao Bloco Carna Velvet, na Savassi, teve uma regalia: “É meu personal ambulante”, me explicou uma garota, brincando com o número de vendedores, àquela hora maior que o de foliões.

    Mas se engana quem pensa que o lucro vem sem suor. O ambulante do isopor chega antes de todo mundo para estacionar a Kombi ou a Brasília – quando não chega de ônibus, suplicando a boa vontade do motorista para abrir a porta traseira para subir com a mercadoria. Também precisa lidar com a modernização: as famigeradas Fiorinos equipadas, que oferecem de cachorro-quente a macarrão na chapa, além de cerveja gelada.

    Não bastasse, o ambulante do isopor tem a concorrência dos vendedores de ocasião, como o estudante de engenharia civil Fabrício Soares, que comprou 3 mil latões para vender até quarta-feira. Ou ainda dos foliões que não querem gastar além da conta, que levam o próprio isopor – ou até carrinho de supermercado, dependendo da sede, como fez uma dupla de amigos do Bairro São Lucas, que desceu ziguezagueando até a Praça da Estação.

    A vida do ambulante do isopor é dura, mas tem seus refrescos. Solange, uma simpática vendedora no Bloco da Calixto, explica: “Tem uns malas, mas tem uns bonitinhos que adoram abraçar a gente”.

    FONTE: Estado de Minas e Facebook.

Acerca da Reforma, disse Rosseau: “A Reforma foi intolerante desde o seu berço e os seus autores são contados entre os grandes repressores da Humanidade”.

Muitos falam da Inquisição Católica, mas poucos sabem sobre a Inquisição Protestante.

Esta matéria não visa justificar erros e crimes cometidos em nome da Igreja Católica, nem demonizar ou atribuir maldades e excessos apenas aos protestantes. Visa mostrar que estes também cometeram barbaridades e crimes contra a humanidade. Longe de justificar uns ou outros.

Benedict5

Alemanha

Bandos protestantes esfolaram os monges da abadia de São Bernardo, em Bremen, passaram sal em suas carnes vivas e depois os penduraram no campanário.

Em Augsburgo, em 1528, cerca de 170 anabatistas foram aprisionados por ordem do Poder Público. Muitos foram queimados vivos; outros foram marcados com ferro em brasa nas bochechas ou tiveram a língua cortada.

Em 1537, o Conselho Municipal publicou um decreto que proibia o culto católico e estabelecia o prazo de oito dias para que os católicos abandonassem a cidade. Ao término desse prazo, soldados passaram a perseguir os que não aceitaram a nova fé. Igrejas e mosteiros foram profanados, imagens foram derrubadas, altares e o patrimônio artístico-cultural foram saqueados, queimados e destruídos. Também em Frankfurt, a lei determinou a total suspensão do culto católico e a estendeu a todos os estados alemães.

O teólogo protestante Meyfart descreveu uma tortura que ele mesmo presenciou: “Um espanhol e um italiano foram os que sofreram esta bestialidade e brutalidade. Nos países católicos não se condena um assassino, um incestuoso ou um adúltero a mais de uma hora de tortura (sic). Porém, na Alemanha, a tortura é mantida por um dia e uma noite inteira; às vezes, até por dois dias; outras vezes, até por quatro dias e, após isto, é novamente iniciada. Esta é uma história exata e horrível, que não pude presenciar sem também me estremecer. “

Inglaterra 

Seis monges Cartuxos e o bispo de Rochester foram sumariamente enforcados. Na época da imperadora Isabel, cerca de 800 católicos eram assassinados por ano e Jesuítas foram assassinados ou torturados. Um ato do Parlamento inglês, em 1562, decretou que “cada sacerdote romano deve ser pendurado, decapitado e esquartejado; a seguir, deve ser queimado e sua cabeça exposta num poste em local público”.

Suíça

O descobridor da circulação do sangue foi queimado em Genebra, por ordem de Calvino. No distrito de Thorgau, um missionário zwingliano liderou um bando protestante que saqueou, massacrou e destruiu o mosteiro local, inclusive a biblioteca e o acervo artístico-cultural.

Em Zurique, foi ordenada a retirada de todas as imagens religiosas, relíquias e enfeites das igrejas; até mesmo os órgãos foram proibidos. A catedral ficou vazia, como continua até hoje. Os católicos foram proibidos de ocupar cargos públicos; o comparecimento aos sermões católicos implicava em penas e castigos físicos e, sob a ordem de “severas penas”, era proibido ao povo possuir imagens e quadros religiosos em suas casas.

Ainda em Zurique, a Missa foi prescrita em 1525. A isto, seguiu-se a queima dos mosteiros e a destruição em massa de templos. Os bispos de Constança, Basiléia, Lausana e Genebra foram obrigados a abandonar suas cidades e o território. Um observador contemporâneo, Willian Farel, escreveu: “Ao sermão de João Calvino na antiga igreja de São Pedro, seguiram-se desordens em que se destruíram imagens, quadros e tesouros antigos das igrejas”.

Irlanda

Quando Henrique VIII iniciou a perseguição protestante contra os católicos, existiam mais de mil monges dominicanos no país, dos quais apenas dois sobreviveram à perseguição.

Escócia

Durante um período de seis anos, John Knox, pai do presbiteranismo, mandou queimar na fogueira cerca de 1.000 mulheres, acusadas de bruxaria.

O saque de Roma 

O Saque de Roma foi um dos episódios mais sangrentos da Reforma Protestante.

No dia 6 de maio de 1527, legiões luteranas do exército imperial de Carlos V invadiram a cidade. Um texto veneziano, daquela época, afirma que: “o inferno não é nada quando comparado com a visão da Roma atual”. Os soldados luteranos nomearam Lutero “papa de Roma”. Todos os doentes do Hospital do Espírito Santo foram massacrados em seus leitos.

Os palácios foram destruídos por tiros de canhões, com seus habitantes dentro. Os crânios dos Apóstolos São João e Santo André serviram para os jogos esportivos das tropas. Centenas de cadáveres de religiosas, leigas e crianças violentadas – muitas com lanças incrustadas na região genital – foram atirados no rio Tibre. As igrejas, inclusive a Basílica de São Pedro, foram convertidas em estábulos e celebraram-se missas profanas.

Gregóribo afirma a respeito: “Alguns soldados embriagados colocaram ornamentos sacerdotais em um asno e obrigaram um sacerdote a conferir-lhe a comunhão. O sacerdote engoliu a forma e seus algozes o mataram mediante terríveis tormentos”.

Conta o Padre. Mexia: “Depois disso, sem diferenciar o sagrado e o profano, toda a cidade foi roubada e saqueada, inexistindo qualquer casa ou templo que não foi roubado ou algum homem que não foi preso e solto apenas após o resgate”. O butim foi de 10 milhões de ducados, uma soma astronômica para a época.

Dos 55.000 habitantes de Roma, sobreviveram apenas 19.000.

Os “Grandes Reformadores Protestantes” e o emprego da violência:

Benedict3Lutero 

Em 1520, escreveu em seu “Epítome”: (…) francamente declaro que o verdadeiro anticristo encontra-se entronizado no templo de Deus e governa em Roma (a empurpurada Babilônia), sendo a Cúria a sinagoga de Satanás (…) Se a fúria dos romanistas não cessar, não restará outro remédio senão os imperadores, reis e príncipes reunidos com forças e armas atacarem a essa praga mundial, resolvendo o assunto não mais com palavras, mas com a espada (…) Se castigamos os ladrões com a forca, os assaltantes com a espada, os hereges com a fogueira; por que não atacamos com armas, com maior razão, a esses mestres da perdição, a esses cardeais, a esses papas, a todo esse ápice da Sodoma romana, que tem perpetuamente corrompido a Igreja de Deus, lavando assim as nossas mãos em seu sangue?”

Em um folheto intitulado “Contra a Falsamente Chamada Ordem Espiritual do Papa e dos Bispos”, de julho de 1522, ele declarou: “Seria melhor que se assassinassem todos os bispos e se arrasassem todas as fundações e claustros para que não se destruísse uma só alma, para não falar já de todas as almas perdidas para salvar os seus indignos fraudadores e idólatras. Que utilidade tem os que assim vivem na luxúria, alimentando-se com o suor e o sangue dos demais?”

Em outro folheto, “Contra a Horda dos Camponeses que Roubam e Assassinam”, ele dizia aos príncipes: “Empunhai rapidamente a espada, pois um príncipe ou senhor deve lembrar neste caso que é ministro de Deus e servidor da Sua ira (Romanos 13) e que recebeu a espada para empregá-la contra tais homens (…) Se pode castigar e não o faz – mesmo que o castigo consista em tirar a vida e derramar sangue – é culpável de todos os assassinatos e todo o mal que esses homens cometerem”.

Em julho de 1525, Lutero escrevia em sua “Carta Aberta sobre o Livro contra os Camponeses”:

“Se acreditam que esta resposta é demasiadamente dura e que seu único fim e fazer-vos calar pela violência, respondo que isto é verdade. Um rebelde não merece ser contestado pela razão porque não a aceita. Aquele que não quer escutar a Palavra de Deus, que lhe fala com bondade, deve ouvir o algoz quando este chega com o seu machado (…) Não quero ouvir nem saber nada sobre misericórdia”.

Sobre os judeus, assim dizia em suas famosas “Cartas sobre a Mesa”: “Quem puder que atire-lhes enxofre e alcatrão; se alguém puder lançá-los no fogo do inferno, tanto que melhor (…) E isto deve ser feito em honra de Nosso Senhor e do Cristianismo. Sejam suas casas despedaçadas e destruídas (…) Sejam-lhes confiscados seus livros de orações e talmudes, bem como toda a sua Bíblia. Proíba-se seus rabinos de ensinar, sob pena de morte, de agora em diante. E se tudo isso for pouco, que sejam expulsos do país como cães raivosos”.

Em seus “Comentários ao Salmo 80?, Lutero aconselhava aos governantes que aplicassem a pena de morte a todos os hereges.

Melanchton, o teólogo luterano da Reforma, aceitou ser o presidente da inquisição protestante, com sede na Saxônia. Ele apresentou um documento, em 1530, no qual defendia o direito de repressão à espada contra os anabatistas. Lutero acrescentou de próprio punho uma nota em que dizia: “Isto é de meu agrado”. Convencido de que os anabatistas arderiam no fogo do inferno, Melanchton os perseguia com a justificativa de que “por que precisamos ter mais piedade com essas pessoas do que Deus?”

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Calvino 

Em seus “Institutos”, declarou: “Pessoas que persistem nas superstições do anticristo romano devem ser reprimidas pela espada”. Em 1547, James Gruet publicou uma nota criticando Calvino e foi preso, torturado no potro duas vezes por dia durante um mês e, finalmente, sentenciado à morte por blasfêmia. Seus pés foram pregados a uma estaca e sua cabeça foi cortada. Em 1555, os irmãos Comparet foram acusados de libertinagem, executados e esquartejados. Seus restos mortais foram exibidos em diferentes partes de Genebra.

Zwínglio

Em 1525, começou a perseguir os anabatistas de Zurique. As penas iam desde o afogamento no lago ou em rios, até a fogueira.

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Protestantes versus Protestantes 

Os reformadores também lutavam entre si…

Lutero disse: “Ecolampaio, Calvino e outros hereges semelhantes possuem demônios sobre demônios, têm corações corrompidos e bocas mentirosas”. Por ocasião da morte de Zwínglio, afirmou: “Que bom que Zwínglio morreu em campo de batalha! A que classe de triunfo e a que bem Deus conduziu os seus negócios!”, e também: “Zwínglio está morto e condenado por ser ladrão, rebelde e levar outros a seguir os seus erros”.

Zwínglio também atacava Lutero: “O demônio apoderou-se de Lutero de tal modo que até nos faz crer que o possui por completo. Quando é visto entre os seus seguidores, parece realmente que uma legião o possui”.

Acerca da Reforma, disse Rosseau: “A Reforma foi intolerante desde o seu berço e os seus autores são contados entre os grandes repressores da Humanidade”.

A INFÂNCIA NEGRA DO PROTESTANTISMO (primeira parte)
COMO SE EXPANDIU A “REFORMA” NO SÉCULO XVI E XVII

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A “reforma protestante” se expandiu rapidamente porque foi imposta de cima para baixo sem exceção em todos os países em que logrou vingar. O povo foi obrigado a “engolir” as novas doutrinas porque os reis e príncipes cobiçavam as terras e bens materiais da Igreja Católica. Infelizmente nesta época a Igreja era rica de bens materiais e pobre de bens espirituais.

Foi com os olhos postos nesta riqueza mundana que os soberanos “escolheram” para si e para seu povo as doutrinas dos novos evangelistas, esquecidos de que todo ouro, terra ou prata se enferruja e fenece conforme ensina a escritura: “O vosso ouro e a vossa prata estão enferrujados e a sua ferrugem testemunhará contra vós e devorará as vossas carnes” ( Tg 5, 2-3 ).

Prova isto o fato de que as primeiras providências eram recolher ao fisco real tudo o que da Igreja Católica poderia se converter em dinheiro.

INGLATERRA: foi “convertida” na marra porque o rei Henrique VIII queria se divorciar de Ana Bolena. Como a Igreja não consentiu, ele fundou a “sua” igreja obrigando o parlamento a aprovar o “ato de supremacia do rei sobre os assuntos religiosos”. Padres e bispos foram presos e decapitados, igrejas e mosteiros arrasados, católicos aos milhares foram mortos. Qualquer aproveitador era alçado ao posto de bispo ou pastor. Tribunais religiosos (inquisições) foram montados em todo o país. ( Macaulay. A História da Inglaterra. Leipzig, tomo I, pgna 54 ).

Os camponeses da Irlanda pegaram em armas para defender o catolicismo. Foram trucidados impiedosamente pelos exércitos de Cromwell. Ao fim da guerra, as melhores terras irlandesas foram entregues aos ingleses protestantes e os católicos forçados à migrar para o sul do continente. Cerca de 1.000.000 de pessoas morreram de fome no primeiro ano do forçado exílio.

Esta guerra criou uma rivalidade entre ingleses protestantes e irlandeses católicos que dura até hoje, e volta e meia aparecem nos noticiários.

ESCÓCIA: o poder civil aboliu por lei o catolicismo e obrigou todos a aderir à igreja “calvinista presbiteriana”. Os padres permaneceram, mas tinham de escolher outra profissão. Quem era encontrado celebrando missa era condenado à morte. Católicos recalcitrantes foram perseguidos e mortos, igrejas e mosteiros arrasados, livros católicos queimados.

Tribunais religiosos (inquisições) foram criados para condenar os católicos clandestinos. ( Westminster Review, Tomo LIV, p. 453 )

DINAMARCA: o protestantismo foi introduzido por obra e graça de Cristiano II, por suas crueldades apelidado de ” o Nero do Norte”. Encarcerou bispos, confiscou bens, expulsou religiosos e proclamou-se chefe absoluto da Igreja Evangélica Dinamarquesa.

Em 1569 publicou os 25 artigos que todos os cidadãos e estrangeiros eram obrigados a assinar aderindo à doutrina luterana.

Ainda em 1789 se decretava pena de morte ao sacerdote católico que ousasse por os pés em solo dinamarquês. (Origem e Progresso da Reforma, pgna 204, Editora Agir, 1923, em IRC )

SUÉCIA: Gustavo Wasa suprimiu por lei o Catolicismo. Jacopson e Knut, os dois mais heróicos bispos católicos foram decapitados. Os outros obrigados a fugir junto com padres, diáconos e religiosos. Os seminários foram fechados, igrejas e mosteiros reduzidos a pó.

O povo indignado com tamanha prepotência pegou em armas para defender a religião de seus antepassados. Os Exércitos do “evangélico” rei afogaram em sangue estas reivindicações. (A Reforma Protestante, Pgna 203, 7ª edição, em IRC. 1958 )

SUIÇA: o Senado coagido pelo rei aprovou a proibição do catolicismo e proclamou o protestantismo religião oficial. A mesma maldade e vileza ocorreram. Os mártires foram inumeráveis. ( J. B. Galiffe. Notices génealogiques, etc., tomo III. Pgna 403 )

HOLANDA: aqui foram as câmaras dos Estados Gerais a proibir o catolicismo. Com afã miserável tomaram posse dos bens da Igreja. Martirizaram inúmeros sacerdotes, religiosos e leigos. Fecharam igrejas e mosteiros. A fama e a marca destes fanáticos chegou até ao Brasil.

Em 1645 nos municípios de Canguaretama e São Gonçalo do Amarante ambos no atual Rio Grande do Norte cerca de 100 católicos foram mortos entre eles dois padres, mulheres, velhos e crianças simplesmente porque não queriam se “batizar” na religião dos invasores holandeses. Foram beatificados como mártires.

Em 1570 foram enviados para o Brasil para evangelizar os índios o Pe Inácio de Azevedo e mais 40 jesuítas. Vinham a bordo da nau “S. Tiago” quando em alto mar os interceptou o “piedoso” calvinista Jacques Sourie. Como prova de seu “evangélico” zêlo mandou degolar friamente todos os padres e irmãos e jogar os corpos aos tubarões (Luigi Giovannini e M. Sgarbossa in Il santo del giorno, 4ª ed. E.P, pg 224, 1978).

ALEMANHA: na época era dividida em Principados. Como havia muito conflito entre eles, chegaram no acordo que cada Príncipe escolhesse para os seus súditos a religião que mais lhe conviesse. Princípio administrativo do “cujus regio illius religio”.

Os príncipes não se fizeram rogar. Além da administração mundana, passaram também a formular e inventar doutrinas. A opressão sangrenta ao catolicismo pela força armada foi a consequência de semelhante princípio.

Cada vez que se trocava um soberano o povo era avisado que também se trocavam as “doutrinas evangélicas” (Confessio Helvetica posterior ( 1562 ) artigo XXX ). Relata o famoso historiador Pfanneri: “uma cidade do Palatinado desde a Reforma, já tinha mudado 10 vezes de religião, conforme seus governantes eram calvinistas ou luteranos” (Pfanneri. Hist. Pacis Westph. Tomo I e seguintes, 42 apud Doellinger Kirche und Kirchen, p. 55)

ESTADOS UNIDOS: para a jovem terra recém descoberta fugiram os puritanos e outros protestantes que negavam a autoridade do rei da Inglaterra ou da Igreja Episcopal Anglicana. Fugiram para não serem mortos. Ao chegarem na América repetiram com os indígenas a carnificina que condenavam.

O “escalpe” do índio era premiado pelo poder público com preços que variavam conforme fossem de homem maduro, velho, mulher, criança ou recém-nascido. Os “pastores” puritanos negavam que os peles vermelhas tivessem alma e consideravam um grande bem o extermínio da nobre raça.

EM RESUMO, em nenhum país cuja maioria hoje é protestante foi convertida com a bíblia na mão. Foram “convertidos” a fogo e ferro, graças à ambição dos reis e príncipes. Exceção é feita no presente século onde a tática mudou. Agora o que ocorre é uma invasão maciça de seitas de todos os matizes, cores e sabores financiados pelos EUA.

Pregam um cristianismo fácil, recheado de promessas de sucessos financeiros instantâneos ou quando não, promovem como saltimbancos irresponsáveis shows de exorcismos e curas às talargadas. Antes matava-se o corpo. Hoje estraçalha-se a razão e o bom senso. Dificilmente se conhece um “evangélico” que não seja de todo um ignorante nas Sagradas Escrituras ou tenha para com a Igreja de Cristo um ódio mortal e uma ignorância lamentável.

Cursinhos de “teologia” ou “Apologética” onde pouco ou nada se estuda sobre a Bíblia, os escritos dos primeiros cristãos ou história séria são ministrados aqui e ali para fisgar os incautos que abandonam a Igreja duas vezes milenar fundada por Cristo e herdeira de suas promessas para seguir opiniões de aventureiros fundadores de igrejolas e seitas.

Falsos profetas que se enganam e enganam. Cegos condutores de cegos ( MT 15, 14 ). Que rodeiam o mar e a terra, para fazer um discípulo, e quando o fazem o tornam duas vezes mais digno do inferno do que eles ( MT 23, 15 ).

A INFÂNCIA NEGRA DO PROTESTANTISMO ( PARTE II )
LUTERO E OS PRIMEIROS “REFORMADORES” PREGARAM A POLIGAMIA

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Filipe, o landgrave de Hesse, era um príncipe de costumes depravados. Não contente com sua legítima esposa, resolveu casar-se também com Margarida de la Salle, criada de sua irmã Isabel. Como bom “evangélico” porém o landgrave queria a autorização de seus “diretores espirituais” quais sejam LUTERO E MELANCHTON, dois dos mais célebres patriarcas do protestantismo.

Filipe portanto enviou uma carta a BUCERO discípulo direto de Lutero e Melanchton onde solicitava a autorização bem como o envio de um “ministro” para a celebração religiosa. Na dita carta, confessava o príncipe que “não podia nem queria mudar de vida”. Mas como bom cristão “evangélico” nada pretendia fazer contra a Escritura ou contra os ensinamentos de seus diretores espirituais.

O landgrave estava bem informado. Numa carta de 27.08.1531 escreveu Melanchton: “Se o rei quer prover à sucessão do trono é melhor fazê-lo (…) conseguindo sem perigo para a consciência ou da fama (…) por meio da poligamia” ( Corpus Reform. Tomo II, 526 ).

Lutero afinava pelo mesmo diapasão: “pode-se casar com outra rainha a exemplo dos patriarcas que tiveram várias esposas” ( Enders, Tomo IX, pgna 88 ). Mesmo que quisesse Lutero não poderia negar nada à este príncipe, que havia se tornado um poderoso aliado de Lutero e de outros reformadores contra os católicos na Alemanha.

Numa longa consulta assinada por LUTERO, MELANCHTON, BUCERO e mais 6 “teólogos” evangélicos e endereçada ao “Sereníssimo Príncipe e Senhor”, concluem os arautos do puro evangelho: “Se sua Alteza está resolvido a tomar segunda mulher, julgamos que o deve fazer em segredo” .

O 2º casamento se deu em 4 de março daquele ano. Realizou a cerimônia sacrílega e diabólica o pastor luterano Dyonisius Melandro que já estava valorosamente na sua 3ª esposa, estando vivas as 2 primeiras. Assistiu a cerimônia religiosa, piedosamente compungidos os reformadores BUCERO, MELANCHTON, os “teólogos” consultados, e os conselheiros da corte.

Faltou o tio de Margarida, Ernesto Miltiz, “porque era papista e como tal não suficientemente versado nas Escrituras para aceitar diante de Deus a legitimidade de um duplo casamento” ( LENS, Briefwechsel Landgraf Philipps des GrossmÜthigen von Hessen mit Bucer, Leipzig, 1880-1887, Tomo I, pp. 330-332).

Quando a questão era agradar os poderosos os “reformadores evangélicos” não mediam esforços. Concederam os chefes “evangélicos” dos primeiros tempos, portanto, o direito à poligamia inclusive com cerimônia religiosa aos soberanos: JORGE IV (m. 1694), príncipe eleitor da Saxônia; FREDERICO II (m. 1797 ) rei da Prússia; EBERARDO LUIS (m. 1793 ) duque de Wittemberg; CARLOS LUIS (m. 1680 ), eleitor palatino e FREDERICO IV (m. 1730 ) rei da Dinamarca. ( Lutero e o Sr F. Hansen, pgna 312, in PB, 1952, Rio de Janeiro, LAE )

Eis a diferença abissal que separam a Igreja das seitas. A primeira preferiu perder, dolorosamente, toda a Inglaterra para os “reformadores” para não satisfazer os caprichos de um rei, e ser fiel ao Evangelho, que proíbe o divórcio.

Lutero & CIA movem céus e terras, esquecem os princípios mais elementares da moral e da doutrina e sancionam sem escrúpulos a bigamia para os poderosos que “financiavam” a obra da “evangelização”.

Exatamente como em nosso país e em toda a América Latina nos tempos das ditaduras militares, onde padres, religiosos e católicos enganjados eram presos, torturados e mortos por defenderem profeticamente os pobres, enquanto a CIA e o governo dos EUA importavam em atacado seitas e mais seitas para fazer “adormecer” a consciência do povo.

No Brasil os estadunidenses tiveram a colaboração ardente do protestante presbiteriano Ernesto Geisel. É desta época que inicia o “boom” pentecostal no Brasil (década de 70/80 ). Hoje as seitas em geral não condenam o divórcio, concedem-no por qualquer motivo. De justiça social ou de mudança de mentalidade para a libertação não se fala um til.

De Lutero até os seus filhos atuais nada mudou em matéria de seriedade no casamento ou política, infelizmente.

Benedict

FONTES: Deldebbio, Slacerdaf, internet.



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