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Menino tem o coração perfurado por espeto de churrasco e sobrevive

A explicação para o menino ter sobrevivido foi que o o próprio objeto o salvou, estancando o sangramento

Um menino de 11 anos teve o coração atravessado por um espeto de churrasco em Toritama, Pernambuco. O acidente aconteceu quando a criança caiu de uma escada em cima de um tonel onde estavam equipamentos de fazer churrasco. Ele segue internado mas não corre risco de morte. As informações são do site G1.

O acidente aconteceu na última quinta-feira (18). A equipe médica que atendeu o garoto classificou o acontecimento como um milagre. Uma médica disse ao site que em casos assim, o paciente chega em estado gravíssimo, ou então, nem chega.

A explicação para o menino ter sobrevivido foi que o o próprio espeto o salvou, estancando o sangramento. De acordo com a cirurgiã vascular, o objeto vibrava com as próprias batidas do coração.

Ainda segundo a equipe médica, o fato de ninguém ter mexido ou tentado retirar o espeto foi primordial. Caso contrário, ele teria morrido. O garoto já recebeu alta da Unidade de Terapia Intensiva (UTI), mas segue internado no Hospital de Restauração, em Recife.

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O menino passou por cirurgia e não corre risco de morte

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FONTE: O Tempo.


Desafios de Atlético e Cruzeiro restritos a apenas 1% de chance
Vitória corintiana praticamente selou hexacampeonato, enquanto empate celeste com o Avaí deixou Raposa muito distante do G4
Galo e Cruzeiro 3Willian e Leonardo Silva Rivais mineiros não tiveram boa sorte na 33ª rodada do Brasileiro

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O Campeonato Brasileiro tem virtualmente um campeão após a 33ª rodada. Só mesmo uma catástrofe para tirar o título das mãos do Corinthians, que venceu o vice-líder Atlético neste domingo, no Independência, por 3 a 0, e abriu 11 pontos de frente. Necessitando de apenas uma vitória e uma simples derrota do Galo na próxima rodada para comemorar o hexa, o Timão chegou a 99% de chances de erguer a taça, segundo análise do administrador esportivo Alexandre Siqueira.
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O Atlético, por sua vez, tem irrisório 1%. A luta da equipe alvinegra agora se concentra na Libertadores. Restando cinco rodadas para o fim, o clube possui 99% de chances de classificação ao torneio já que a diferença para o Santos, quarto colocado é de nove pontos.
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O Grêmio, terceiro colocado, e a três pontos do Galo, aparece com 94% de chances de selar sua vaga na competição internacional.
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A briga segue quente mesmo é pela quarta vaga. A probabilidade do Peixe é de 44%, seguido pelo São Paulo, com 30%; Internacional, com 11%; Ponte Preta, com 8%; Sport, com 6%; Palmeiras, com 4% e o Cruzeiro, com 1%, dados segundo o site ‘Infobola’.
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Na parte de baixo da tabela, o lanterna Vasco está a um passo da queda, com uma chance de descenso calculada em 98,7%. A lista segue com o Joinville, vice lanterna, com 94,1%; Coritiba, 77,1%; Goiás, 44,9%; Avaí, 64,4%; Figueirense, 19,3; Chapecoense, 1,4% e Atlético-PR, com 0,01%, de acordo com números do site “Chance de Gol”.

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FONTE: O Tempo.


Mulher morre após emagrecer 45 quilos com dieta radical 

Ingestão de 400 calorias por dia levou a anemia profunda e infecções


B-G

Cintia Cunha, que morava na zona leste de São Paulo, morreu no último domingo


Em busca do emagrecimento rápido e em nome da beleza, muitas mulheres acabam cometendo algumas loucuras que colocam a própria vida em risco. Uma das apostas radicais mais usadas são as dietas ditas milagrosas, que, sem acompanhamento médico, podem extrapolar os limites da segurança e da saúde. No último domingo, a consultora Cintia Cunha, 37, não resistiu a uma série de problemas de saúde após iniciar uma dieta rigorosa em fevereiro, na qual ingeria apenas 400 calorias por dia.

Propostas de alimentação com menos de 1.200 calorias diárias são arriscadas e raramente indicadas por especialistas, segundo o diretor da regional Minas Gerais da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), Paulo Augusto Carvalho Miranda. “Qualquer tratamento para a obesidade que ofereça algum tipo de proposta de perda de peso rápido é duvidoso”, alerta.

Mais do que eliminar quilos na balança, a rápida perda de peso pode sobretudo levar a quadros de desnutrição e desidratação. “Dietas de baixo valor calórico são incapazes de oferecer os nutrientes necessários às funções corporais. Então, o organismo entra em um processo de perda de massa muscular e alterações metabólicas que culminam nas disfunções de órgãos vitais, como rins e fígado, levando à morte”, afirma Miranda.

De acordo com o jornal “Extra”, Cintia, moradora de São Paulo, morreu após meses de internações em hospitais por conta de anemia profunda e infecções. Amigas próximas a Cintia também contaram ao veículo que a obsessão em emagrecer foi impulsionada após ela ouvir de um rapaz que “era gorda e não conseguiria nada na vida dessa forma”. Diabética e hipertensa, na época, a consultora pesava cerca de 115 kg.

Segundo os relatos das amigas, Cintia “só tomava suco, não comia mais nada, dizia que era para desintoxicar o organismo”. Ela chegou a perder 45 quilos em menos de seis meses.

Segundo a nutricionista do Programa Dieta e Saúde, Ana Carolina Icó, a “detoxificação” já é feita de forma natural pelo corpo. “Quando se tem um consumo de frutas, legumes, verduras e água, e há diminuição do consumo de industrializados, já existe o processo de detoxificação”.

Ana Carolina também ressalta que, para emagrecer, não é preciso fechar a boca. “O processo de reeducação alimentar envolve muito mais a adaptação da qualidade dos alimentos e a correção de alguns hábitos”, afirma a nutricionista.

Flash

ModaDietas extremamente rigorosas, como a utilizada por Cintia, já levaram outras pessoas à morte. “Kits dietéticos com alimentos e suplementos que atingiam um total de 350 calorias eram vendidos na década de 70”, diz Paulo Augusto.

FONTE: O Tempo.


Cowan sustenta que seguiu orientações do projeto, mas Consol contesta e diz que queda do viaduto teve outros motivos.
Segundo especialistas falhas poderiam ter sido percebidas

 

 

 VEJA AQUI A MATÉRIA COMPLETA SOBRE O VIADUTO QUE DESABOU!
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Enquanto um laudo oficial não define as causas da queda do Viaduto Batalha dos Guararapes, a Cowan, responsável pelas obras, continua trocando acusações com a Consol Engenheiros Consultores, autora do projeto executivo. A construtora sustenta que seguiu à risca as orientações do projeto e que ele continha erros de cálculo. A outra parte nega que tenha cometido equívocos e defende que o desabamento teve outros motivos. Especialistas ouvidos pelo Estado de Minas afirmam que a Cowan não tinha obrigação de perceber as supostas falhas, mas que podia tê-las notado, se tiverem sido tão grosseiras quanto a empresa afirma
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.O diretor presidente da Consol, Maurício de Lanna, disse ontem que considera impossível a empresa ter cometido os erros denunciados pela Cowan. Ele diz que a Consol acompanhou as obras por mais de dois anos, entre 2011 e março de 2013. “Falhas dessa magnitude teriam que ser percebidas por qualquer profissional. Mesmo porque, durante o período em que acompanhamos a execução da obra, toda e qualquer dúvida ou divergência apresentada pela construtora era objeto de análise. Faz parte do processo executivo as chamadas revisões de projeto. Tínhamos ao menos uma reunião por semana para discutir as questões técnicas”, relata.

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Ele nega que o projeto apresentasse erros e evita apontar o que causou o desabamento. “As causas são uma questão que a perícia (coordenada pela Polícia Civil) vai observar. Não se pode de forma simplista atribuir uma única causa, a não ser que seja extremamente evidente, o que não ocorreu nesse caso. Diversos fatores contribuíram”, afirma. Lanna questiona a recomendação feita na terça-feira pela Cowan para que seja demolida também a alça norte do viaduto, que continua de pé com sua estrutura de sustentação reforçada por escoras. “Se o problema, como diz a construtora, está no bloco de fundação, e nenhum outro problema foi apontado, o resto está ótimo. Então, por que demolir? Por que não consertar apenas o que está errado?”, questiona, referindo-se ao fato de o parecer técnico contratado pela construtora, sem validade legal ou oficial, ter apontado que as supostas falhas do projeto executivo atingiram as bases de pilares das duas alças da edificação.

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DEMOLIÇÃO A hipótese de manter de pé a alça norte, no entanto, é descartada pelo diretor da unidade construtora da Cowan, José Paulo Toller Motta. Segundo ele, não dá para saber o nível de comprometimento da estrutura. O relatório parcialmente divulgado ontem apontou que as 10 estacas fincadas no bloco de concreto sob um pilar da alça sul não tinham capacidade para sustentar o peso a que estavam submetidas.

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Além disso, o bloco não tinha armações de aço suficientes para evitar se romper. Ao se quebrar, a estrutura concentrou a carga inteira nas duas estacas centrais, o que fez o pilar afundar. Os erros de cálculo estariam no projeto executivo.

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A mesma falha teria ocorrido na fundação de um pilar da alça norte. Segundo Motta, essa estrutura de fundação também deve ter sofrido avarias, embora não se saiba em que grau. O escoramento feito após o desabamento poderia garantir que a alça continuasse de pé, caso ela fosse reta, diz o diretor. “O escoramento hoje aguenta boa parte de todos os esforços (forças) verticais (feitas de cima para baixo), mas esse viaduto é inclinado, em curva e rampa. Ele tem esforço lateral e longitudinal”, explica. “Esse pilar pode cair para o lado, para frente ou para trás. Esse movimento bateria no escoramento e geraria um efeito dominó”, acrescenta.

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Motta afirma que a construtora não tinha condições de perceber as supostas falhas no projeto executivo. “Para verificá-las, eu teria que refazer o projeto. Tenho que recalcular toda a geometria do viaduto, verificar as cargas. Só assim eu conseguiria em um programa computacional verificar se a quantidade de aço seria suficiente ou não”, disse. “Não somos contratados para fazer isso. Não é rotina”, prosseguiu.

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RESPONSABILIDADES Ainda que o contrato firmado com a construtora não a obrigue a tomar essa medidas, os equívocos apontados pelo parecer técnico poderiam ter sido notados, já que são muito graves. É o que defende o vice-presidente do Instituto Brasileiro de Avaliações e Perícias de Engenharia de Minas Gerais (Ibape-MG), Clemenceau Chiabi. “Diante de erro tão grotesco, o engenheiro de obra poderia ter consultado o calculista. Ele poderia ter feito um questionamento, mas na praxe da engenharia o projeto não é conferido”, explicou. 

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A avaliação é reforçada pelo engenheiro Alberico Alves Teixeira, especializado em engenharia de estrutura de concreto e aço. “Normalmente, a construtora só executa, mas as falhas poderiam ter sido percebidas se o engenheiro responsável pela obra tivesse conhecimento de engenharia de estrutura”, analisa. “Erros dessa dimensão não são comuns. Foi muito descuido, se eles tiverem de fato ocorrido, o que ainda não foi oficialmente comprovado”, afirma.

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Erros no projeto executivo são “de inteira responsabilidade” da empresa autora, afirma a Prefeitura de Belo Horizonte, em nota. “A contratada assumirá, ao assinar o contrato, a responsabilidade civil exclusiva por danos ao município ou a terceiros, por acidentes e mortes, devido a falha na elaboração dos projetos”, acrescentou o texto. Apesar disso, o órgão informa que a Superintendência de Desenvolvimento da Capital (Sudecap) tem a incumbência de “avaliar, reprovar ou aprovar os projetos”.

 

 

 

FONTE: Estado de Minas.


 

A alça do Viaduto Batalha dos Guararapes, na Avenida Pedro I, Região de Venda Nova, que ainda está de pé, corre risco de desabar. A informação foi confirmada na tarde desta terça-feira em entrevista coletiva de engenheiros e calculistas contratados pela Cowan para fazer estudos sobre a queda do elevado. A estrutura foi construída com um décimo da ferragem necessária. A empresa afirma que o erro foi do projeto executivo entregue pela Superintendência de Desenvolvimento da Capital (Sudecap) que era de responsabilidade da Consol. 

O calculista Catão Francisco Ribeiro, que participou do estudo sobre a queda do elevado, informou que a tragédia poderia ter acontecido anteriormente. “Acho que foi um milagre não ter caído antes. Inclusive a outra alça oferece risco de cair a qualquer momento. Os trabalhadores também correm riscos”, afirmou em coletiva.

Por causa da situação, a empresa determinou a paralisação do escoramento que era feito na alça. Também sugeriu que a Prefeitura de Belo Horizonte que não libere o trânsito na Avenida Pedro I antes da situação ser normalizada. 

A Cowan informou na coletiva que entregou uma carta para o prefeito Marcio Lacerda recomendando a demolição da alça que ainda está de pé. 

O em.com.br entrou em contato com a Prefeitura de Belo Horizonte que ficou de se manifestar sobre o caso.

Confira vídeo da Cowan com a explicação da queda do viaduto, em BH:

FONTE: Estado de Minas.



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