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Morador de rua que chutou e riscou carros no Sion é localizado e conduzido a abrigo

Segundo a PM, o homem só poderá responder formalmente pelo crime depois que o proprietário de algum dos veículos prestar queixa. O homem é dependente de crack e deve ser encaminhado para um tratamento

Vândado
Na última quarta-feira a TV Alterosa mostrou imagens de um homem chutando e riscando carros estacionados em uma rua do Bairro Sion, Região Centro-Sul de Belo Horizonte. No vídeo (VEJA AQUI!)é possível ver o homem riscar o teto de um carro vermelho e, dias depois, chutar um veículo branco, que ficou bastante amassado. Ao ver que foi filmado, o homem fez um gesto obsceno para a câmera. Nesta sexta-feira, o vândalo foi identificado como um morador de rua e conduzido a um abrigo da capital.
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Segundo a Polícia Militar, responsável pela operação, o morador de rua foi localizado depois de uma patrulha ostensiva, com agentes a paisana, de moto e bicicleta. Os militares fizeram pesquisa de campo, perguntando a comerciantes da região e outros moradores de rua os pontos onde o homem costumava passar e dormir. Um dos responsáveis pela operação, Capitão Jackson, do 22º Batalhão da Polícia Militar, disse que o morador de rua foi encontrado deitado, mas acordado, e não mostrou resistência. A corporação contou com a ajuda da prefeitura para conduzi-lo ao abrigo.
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Ainda de acordo com o Capitão Jackson, dano ao patrimônio é considerado crime de contravenção e, por lei, o morador de rua só poderá responder formalmente depois que o proprietário de algum dos veículos prestar queixa. “O trabalho da PM já foi feito, que foi a localização, captura e condução para o abrigo”, finalizou.
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A Prefeitura de Belo Horizonte se comprometeu com a Polícia Militar a encaminhar o morador de rua para um tratamento, já que o homem é dependente de crack e, por causa da droga, pode apresentar transtornos mentais.

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FONTE: Estado de Minas.


Câmeras flagram homem chutando e riscando carros no Bairro Cruzeiro, em Belo Horizonte.

 

 

FONTE: Youtube.


Corpo de homem é encontrado dentro de lago no Parque Municipal de BH

Homero Honorato da Silva, de 43 anos se jogou no lago

Um guarda municipal tentou salvar o homem

 

Edésio Ferreira/EM/DA Press

O corpo de um homem foi encontrado dentro de um lago no Parque Municipal de Belo Horizonte, na manhã deste domingo. A vítima já foi identificada como Homero Honorato da silva, 43 anos. O homem que seria morador de rua se jogou no lago. Bombeiros e equipes do Samu foram acionados.

O Guarda Municipal Iêdo Ribeiro Nunes presenciou a ocorrência e tentou impedir que Homero se jogasse na água. “As portas do parque tinha acabado de serem abertas, quando eu vi ele correndo e pulando na água. Ainda gritei, mas ele já tinha pulado” contou Nunes. O guarda foi quem retirou a vítima da água. “Peguei o barco e fui até onde ele estava. Meus colegas jogaram uma corda e retiramos ele desmaiado. Começamos a prestar os primeiros socorros até a chegada dos bombeiros e Samu”, disse.

A ação foi rápida e, segundo Iêdo, o homem ficou na água por sei minutos. Apesar do empenho dos guardas municipais e, logo depois, do bombeiros e equipe do Samu, não foi possível reanimar Homero. O Corpo foi encaminhado para o Instituto Médico Legal.

FONTE: Estado de Minas.


Denunciados por promover intolerância na internet e agredir integrantes de minorias, três skinheads de BH vão responder pelos crimes de racismo e formação de quadrilha

Antônio Donato, João Mateus Veter de Moura e Marcus Vinícius Garcia Cunha foram detidos sob suspeita de incentivar crimes de ódio (Paulo Filgueiras/EM/D.A Press %u2013 16/4/13)
Antônio Donato, João Mateus Veter de Moura e Marcus Vinícius Garcia Cunha foram detidos sob suspeita de incentivar crimes de ódio

Três acusados de promover o nazismo nas redes sociais e de agredir homossexuais, negros, moradores de rua e outras minorias que frequentam a Savassi, na Região Centro-Sul de Belo Horizonte, agora respondem pelos crimes na Justiça Federal. A juíza da 9ª Vara Federal, Raquel Vasconcelos Alves de Lima, aceitou a denúncia oferecida pelo Ministério Público Federal (MPF) contra Antônio Donato Baudson Peret, de 25 anos, e outros dois homens que se identificam como skinheads, por formação de quadrilha e de promoção do racismo. A juíza decretou sigilo do processo e o procurador federal que denunciou os réus não autorizou a divulgação do teor do documento e nem do seu nome, segundo a assessoria do MPF, que assumiu o caso por se tratar de crime relacionado à internet.

Antônio Donato foi preso preventivamente em abril, junto com Marcus Vinícius Garcia Cunha, de 26, e João Matheus Vetter de Moura, de 20. Esse último, o único que estava em prisão temporária, foi solto. Os outros dois estão presos no Complexo Penitenciário Nelson Hungria, em Contagem, Grande BH. O grupo foi indiciado por formação de quadrilha, cuja pena é de um a três anos de detenção, além de outros crimes.

João Matheus, que publicou nas redes sociais a foto de uma criança branca ao lado de um filhote de macaco, vai responder pelo crime de racismo. Antônio Donato e Marcus Cunha foram indiciados por promoção do nazismo, que também está previsto na lei de racismo. Ainda respondem por corrupção de menor, pois divulgaram fotos com o filho de um deles usando adornos nazistas. A delegada Paloma Boson Kairala concluiu o inquérito e o encaminhou à Justiça.

Em 16 de maio, o Juizado Especial Criminal marcou para 5 de julho a audiência de instrução e julgamento de Antônio Donato Baudson Peret. Ele foi capturado pela polícia em Americana (SP), onde foi se esconder na casa da namorada depois de postar uma foto em uma rede social, na qual ele aparece tentando enforcar um morador de rua na Savassi. Donato responde a várias acusações de crimes relacionados a intolerância contra homossexuais, negros, moradores de rua e outras minorias.

A audiência de julho se refere ao processo que tem como vítima o estudante A. A. M. C., de 18. Além de Donato, são acusados na ação Paulo Roberto Freitas, Kevin Shumaker Soares Martins e Iuri Silva de Gusmão, os três com 18 anos, que respondem ao processo em liberdade. O grupo é acusado de atacar a vítima em 15 de abril de 2011, na Avenida Getúlio Vargas com Rua Tomé de Souza, também na Savassi.

O garoto diz que até hoje não consegue esquecer os momentos de pavor ao ser cercado pelos quatro rapazes e espancado. O estudante conta que Iuri o atingiu primeiro com um soco na barriga e Antônio Donato e Keven continuaram os ataques. Os agressores usaram socos inglêses e deram vários chutes da vítima, que tinha 17 anos na época e teve um corte na boca em que levou oito pontos.

Relembre o caso CLICANDO AQUI!

FONTE: Estado de Minas.



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