Antequam noveris, a laudando et vituperando abstine. Tutum silentium praemium.

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Aparelhos instalados em coletivos registram uso de faixas exclusivas por outros veículos; leitores poderão ser usados para aplicar multas

Um total de 1.757 invasões de faixas exclusivas de ônibus, prática classificada como infração gravíssima, foi flagrado por equipamentos de leitura de placas de veículos instalados em apenas quatro coletivos metropolitanos entre maio e outubro do ano passado. Conforme O TEMPO mostrou com exclusividade em 2018, as câmeras foram implantadas em fase de testes para a coleta de dados com fins estatísticos, mas podem ser usadas, no futuro, para a aplicação de multas. Os resultados da experiência foram apresentados pelo Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros Metropolitano (Sintram) ao Estado e aos municípios, que estão analisando a viabilidade da tecnologia.

Os veículos que receberam os equipamentos pertencem às linhas 3832 (Nova Lima/ Belo Horizonte), 411C (Terminal São Benedito/ Belo Horizonte), 2550 (Contagem/ Alvorada/ Belo Horizonte) e 2420 (Jardim do Lago Via Ressaca/ Belo Horizonte). Eles circulam em oito corredores da capital e da região metropolitana, como as avenidas Nossa Senhora do Carmo e Dom Pedro II, que possuem faixas exclusivas de ônibus.

Cada aparelho registrou, em média, 439 invasões nos seis meses. Em toda a capital, no primeiro semestre de 2018, 41.373 infrações foram registradas por 36 detectores de invasão instalados nos corredores que têm faixas exclusivas, sendo que 26.323 multas foram geradas. Em todo o ano, houve 49.813 multas.

Segundo o Sintram, os equipamentos foram instalados na parte dianteira dos coletivos e funcionam com os veículos em movimento. Os aparelhos fazem a transmissão das imagens captadas em tempo real e podem coletar informações de fluxo de trânsito para, por exemplo, controle de tráfego e monitoramento de infrações e crimes, como falta de licenciamento. Nos seis meses de testes, 57.265 placas foram lidas.

Para especialistas, os aparelhos nos coletivos poderiam diminuir o número de infrações, porque os radares estão instalados em pontos fixos. “Os ônibus circulam o tempo todo, em vários locais”, analisa o consultor em transporte e trânsito Silvestre Puty. “Todo instrumento para aumentar a fiscalização é bem-vindo”, pontua o especialista em transporte e trânsito Márcio Aguiar.

O Sintram informou que aguarda posicionamento dos gestores do transporte público sobre a possibilidade de implantar o sistema.
Ônibus
Multa. Transitar com o veículo em faixa ou em via exclusiva de ônibus de transporte público de passageiros é infração gravíssima, que prevê multa de R$ 293,47 e apreensão do veículo.

Respostas

Estado. A Secretaria de Estado de Transportes e Obras Públicas (Setop) informou que está tomando conhecimento de todas as propostas para avaliar a possibilidade de implantação dos projetos que venham a atender as demandas da população e dos municípios.

Municípios. A BHTrans afirmou que recebeu os resultados dos testes e que os técnicos analisam a viabilidade desse novo tipo de tecnologia na capital. A Transcon disse que, para a possível implantação do equipamento em Contagem, é necessário realizar testes nas linhas municipais.

Sistema pode melhorar transporte

O registro de infrações por meio de equipamentos nos ônibus pode contribuir para a melhoria do transporte público, na avaliação de especialistas.

“O sistema de ônibus busca uma velocidade comercial para definir melhor o quadro de horários e permitir que a população tenha confiabilidade”, considera o especialista em transporte e trânsito Márcio Aguiar. “Se um automóvel com uma média de 1,4 ocupante começa a circular nesses espaços, os ônibus que transportam cerca de 50 pessoas cada ficam prejudicados”, observa o consultor em transporte e trânsito Silvestre Puty.

Para o diretor do Sindicato dos Rodoviários de Belo Horizonte e motorista Sérgio Duarte, nem as multas têm inibido os motoristas. “Já enfrentamos a rotina estressante e temos que estar atentos o tempo todo, porque sempre tem um carro nas faixas exclusivas. Temos que ver agentes nas ruas e maior conscientização da população”, diz.

Saiba onde estão as faixas e as pistas exclusivas para coletivos e como funciona o sistema de leitura de placas instalado nos veículos:

Faixas exclusivas

Av. Augusto de Lima
Av. Professor Alfredo Balena
Av. João Pinheiro
Av. Vilarinho
Av. Cristiano Machado
Av. Nossa Senhora do Carmo
Av. Antônio Abrahão Caran
Av. Coronel Oscar Paschoal
Av. Carlos Luz
Av. Pedro II
Av. Risoleta Neves
R. Ceará
R. Goiás
R. Padre Belchior
Pr. Manoel Jacinto Coelho
Pr. Hugo Werneck
Vd. Leste
Vd. B
Vd. Sara Kubitscheck
Vd. Paulo Mendes Campos

Pistas exclusivas

Av. Paraná
Av. Santos Dumont
Av. Antônio Carlos
Av. Pedro I
Av. Cristiano Machado

Linhas metropolitanas que passaram pelos testes

3832: Nova Lima/ Belo Horizonte
411C: Terminal São Benedito/ Belo Horizonte – via Antônio Carlos
2550: Contagem/Alvorada/BeloHorizonte
2420: Jardim do Lago Via Ressaca/ Belo Horizonte

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FONTE: O Tempo.


Move Metropolitano terá tarifas reajustadas para R$ 5 a partir de segunda

O preço das passagens de ônibus metropolitano, que liga as demais cidades à Belo Horizonte será reajustado em 2018 e passará de R$ 4,85 para R$ 5. O novo valor começa a vigorar a partir da primeira hora de segunda-feira (1º).

O aumento de 3,09% é válido para todos os ônibus do sistema Move Metropolitano, que atende cerca de 6,8 milhões de passageiros por mês. A justificativa para o reajuste, previsto anualmente nos contratos de concessão, é o reajuste do preço do óleo diesel, segundo o governo do Estado. Para ver o valor detalhado das tarifas clique aqui.

A mudança afeta os valores das linhas que atendem os terimais Morro Alto, em Vespasiano, São Benedito, em Santa Luzia, Justinópolis, em Ribeirão das Neves, e São Gabriel, Bernardo Monteiro, Vilarinho e Aarão Reis, na capital.

No entanto, outras dez linhas que também atendem a Grande BH e regiões como Igarapé e São Joaquim de Bicas não terão valor reajustado. As passagens serão mantidas em R$ 10,10.

Belo Horizonte

Esta será a primeira vez em que as passagens de ônibus não sofrerão reajuste na capital a partir do primeiro dia do ano, desde que o contrato com as empresas fornecedoras foi firmado, há nove anos. O prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (PHS), destacou que só fará mudanças nas tarifas após a realização de uma auditoria para checar o cumprimento do contrato entre o município e as empresas de transporte.

O Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros (Setra-BH) pede que o valor atual, de R$ 4,05 seja acrescido de 6% no próximo ano, passando para R$ 4,30.

Ainda não há data prevista para que a auditoria ocorra. A licitação para contrato de uma empresa que realiza o procedimento foi suspensa judicialmente em outubro. Conforme o prefeito, um novo edital será aberto, mas a PBH não informou um prazo. O Setra-BH alega que, caso não haja alteração no valor, a frota de ônibus nas ruas pode ser reduzida e os veículos podem passar a circular com intervalos maiores de tempo.

As empresas de ônibus entraram na justiça pedindo a revisão tarifária e alegando que a mudança estava prevista em contrato. No entanto, a alteração foi negada duas vezes. Na última terça-feira (26) o desembargador Wander Marotta manteve a decisão do juiz Marco Aurélio Abrantes Rodrigues, da 2ª Vara dos Feitos da Fazenda Pública Municipal. que negou o aumento do preço das passagens na capital. Por ser de uma liminar de primeira instância, a decisão ainda é sujeita a recurso.

Preço da passagem subirá 3,09% para cobrir gastos com aumento do valor do óleo diesel

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FONTE: Hoje Em Dia.


Move: desastre dá sinal de alerta

Atropelamento de idosa é o segundo em menos de dois meses envolvendo veículos do novo sistema, que já mataram pelo menos 10 pessoas desde a implantação. BHTrans admite sinalização falha no local do acidente, na Região Centro-Sul, e diz que haverá correção

Mulher de 82 anos foi atingida por veículo articulado antes de alcançar a ilha de concreto no meio da travessia. Ponto tem semáforo para pedestre apenas de um lado e coletivos invadem área destinada a quem caminha (Cristina Horta/EM/D.A Press)Mulher de 82 anos foi atingida por veículo articulado antes de alcançar a ilha de concreto no meio da travessia. Ponto tem semáforo para pedestre apenas de um lado e coletivos invadem área destinada a quem caminha

O atropelamento de uma idosa por um coletivo da linha 82 do Move, no início da tarde de ontem, no Bairro Funcionários, Região Centro-Sul da capital, provocou apreensão em quem presenciou o acidente e disparou sinais de alerta no trânsito de Belo Horizonte. A sinalização ineficiente, que pode ter contribuído para o acidente, e o aumento do número de desastres envolvendo veículos do Move, implantado com pompa pela Prefeitura de Belo Horizonte em março de 2014, chamam a atenção para a necessidade de revisão do sistema pela BHTrans. Foram pelo menos 31 colisões ou atropelamentos envolvendo veículos do novo sistema desde sua implantação, segundo levantamento do Estado de Minas – o poder público não tem estatística de óbitos e desastres do tipo. Em dois anos, pelo menos 10 mortes foram confirmadas, sendo seis de motociclistas e garupas e quatro de pedestres. Neste ano, além da ocorrência de ontem, uma mulher teve as pernas esmagadas, em abril, na Avenida Paraná, por um coletivo da linha 50.

Já a vítima do atropelamento de ontem correu o mesmo risco. O pé direito da mulher ficou debaixo de uma das rodas do ônibus, o que obrigou o condutor do veículo a dar ré para que a vítima pudesse ser socorrida. A senhora, que tem 82 anos e mora em Diamantina, no Vale do Jequitinhonha, foi encaminhada por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) ao Hospital de Pronto-Socorro (HPS) João XXIII. No fim da tarde de ontem, a informação era de que a paciente estava fora de perigo, seu estado era estável e ela aguardava transferência para um hospital particular. O resgate comoveu quem passava pelo local e deixou o trânsito congestionado.

O acidente ocorreu quando a mulher tentou atravessar a Rua Professor Moraes, na esquina com a Avenida Getúlio Vargas, sentido Praça da Savassi. A travessia é feita em duas etapas, separadas por uma espécie de ilha de concreto na pista. A pedestre foi atingida pelo ônibus na primeira parte da transposição. O motorista do coletivo, Jorge Paulo Ribeiro, de 43 anos, contou aos policiais militares que registram a ocorrência que a vítima “atravessou a rua de uma vez” no momento em que ele saía da Getúlio Vargas para prosseguir na Rua Professor Moraes.

“A seta estava ligada, mas como o carro é muito grande, é preciso abrir o raio da curva. A senhora, mesmo acidentada, estava lúcida e disse que pensou que o ônibus seguiria reto e que, por isso, começou a atravessar”, contou Jorge, acrescentando que o ônibus estava com lotação média e que os passageiros presenciaram o ocorrido e se ofereceram como testemunhas.

A BHTrans não entende como errado o fato de que o coletivo faça a manobra de abrir o raio para fazer a curva. É bom lembrar que boa parte dos coletivos da linha 82 tem quase o dobro do comprimento dos ônibus comuns, sendo articulados e por isso apelidados de “sanfonas”. Apesar de a empresa municipal considerar normal a manobra, o local não tem sinalização eficiente para pedestres e motoristas.

Osias Baptista Neto, um dos principais especialistas em trânsito e transporte do país, observou que o número de semáforos para pedestres na ilha é insuficiente: “Há um equipamento, na ilha, virado para quem segue da Professor Moraes para a Getúlio Vargas. O ideal é que houvesse outro, virado para quem faz o percurso contrário”. O especialista acrescenta que, na falta desse segundo sinal, quem está na faixa de pedestres, entre a Getúlio Vargas e a ilha, tem preferência sobre o trânsito de veículos. Dessa forma, mesmo que o condutor do Move tenha sinalizado a conversão à direita com a seta, a preferência da travessia era da vítima.

A BHTrans reconhece que falta um equipamento para pedestre na ilha e garantiu que vai sanar o problema nos próximos dias. A empresa acrescentou ainda que aumentará o espaço físico da ilha – atualmente, os ônibus articulados passam por cima da área destinada ao pedestre para fazer a curva. Outras esquinas da capital nas quais a travessia de pedestres precisa ser feita em duas etapas reclamam melhor sinalização, o que aumenta o risco de acidentes.

FALTAM DADOS O poder público não tem informações detalhadas sobre desastres envolvendo o Move. No Hospital João XXIII, há levantamento relativo ao número de passageiros de ônibus (Move e linhas comuns) socorridos na instituição. Foram 288 entre janeiro e abril deste ano. Em 2015, no mesmo período, 311. Em 2014, 293.

Já levantamento do Sistema Único de Saúde (SUS) diz respeito ao total de óbitos por veículos pesados, o que inclui caminhões. Na capital mineira, foram 21 mortes entre janeiro e março de 2016. No mesmo período de 2015 e de 2014 não houve vítima. Em 2013, houve um óbito. Em 2012 foram três.

Tanto no caso do HPS quanto do SUS é importante destacar que as vítimas podem ter se envolvido em acidentes em outras cidades e encaminhadas às unidades de saúde da capital. O Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros de Belo Horizonte (Setra-BH) optou por não comentar o assunto.

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FONTE: Estado de Minas.


Acidente entre dois ônibus deixa dois mortos e 14 feridos no Centro de BH

Colisão ocorreu na saída do Viaduto da Floresta e duas vítimas sofreram ferimentos graves

Acidente entre dois ônibus deixou dois idosos mortos e ao menos 14 pessoas feridas; duas em estado grave, na manhã desta quinta-feira em Belo Horizonte. Segundo a BHTrans, um coletivo do Move metropolitano da linha 512H (Terminal Vilarinho/Hospitais/via Cristiano Machado) e um da rota 8107 (Concórdia/São Pedro) colidiram na Avenida dos Andradas, próximo à Avenida do Contorno, no Centro da capital.

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Jorge Luiz Vetoraz, de 64 anos, passageiro do coletivo 8107, morreu no local. Izza Atalla Azizi, 65 anos, foi socorrido, mas morreu no Hospital de Pronto-Socorro João XXIII. Aristides Soares, Francisco de Assis Filho, Edivaldo Oliveira, Euler da Fonseca e Reginaldo Lopes também foram encaminhados ao HPS.

O motorista do 8107, Reginaldo Lopes Martins, de 37, fraturou três costelas e teve escoriações no braço. A mulher dele, Márcia Gabriela Mendes, soube do acidente pela TV. Segundo ela, ele não se lembra de como foi o acidente. “Ele disse que o Move veio do nada. Ele tentou reagir, tirar, mas não deu tempo”, afirma.

A colisão ocorreu na saída do Viaduto da Floresta, quando o ônibus convencional atingiu a lateral do Move, que colidiu em um poste de sinalização. Devido ao impacto, a estrutura ficou inclinada e corre o risco de cair.

O trânsito na Andradas, no sentido Complexo da Lagoinha, ficou interditado e teve que ser desviado para a ruas Guaicurus e Espírito Santo. Na direção contrária, o tráfego flui com lentidão.
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FONTE: Estado de Minas.


Novos 11 radares de detecção de faixa exclusiva de ônibus entram em operação em BH

Motoristas de BH insistem em trafegar nas áreas exclusivas para ônibus
AVENIDA PEDRO II – Pista foi implantada em junho do ano passado

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Belo Horizonte conta com 11 novos radares de detecção de invasão de faixa exclusiva para ônibus a partir desta terça-feira (15). Os aparelhos estão instalados nas avenidas Vilarinho e Presidente Carlos Luz.
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Com os novos equipamentos, BH conta agora 25 equipamentos deste tipo. Faixas de pano foram implantadas orientando os motoristas sobre o início da operação dos equipamentos nos locais.
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Segundo a BHTrans, no 11º equipamento, na avenida Carlos Luz, na altura oposto ao nº 3.514, além da fiscalização de invasão de faixa de ônibus, o aparelho também irá atuar de modo conjugado com um controlador de excesso de velocidade.
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Os novos equipamentos entram em operação nos locais listados a seguir:

ENDEREÇO

SENTIDO

1 Av. Vilarinho, nº 1.777 Bairro / Centro
2 Av. Vilarinho, nº 1.590 Centro / Bairro
3 Av. Vilarinho, nº 2.223 Bairro / Centro
4 Av. Vilarinho, nº 1.461 Bairro / Centro
5 Av. Vilarinho, nº 2.010 Centro / Bairro
6 Av. Pres. Carlos Luz,  Oposto ao nº 1.155 Centro / Bairro
7 Av. Vilarinho, nº 1.271 Bairro / Centro
8 Av. Vilarinho entre Rua Maçom Ribeiro e Rua Dr. Álvaro Camargo (Pista Interna) Bairro / Centro
9 Av. Vilarinho, nº 1.000 Centro / Bairro
10 Av. Vilarinho, Oposto ao nº 1.030

 

Bairro / Centro
11 Av. Pres. Carlos Luz, Oposto ao nº 3.514 Centro / Bairro

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Objetivo
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Segundo a BHTrans, os equipamentos têm como principal objetivo, garantir a fluidez do transporte público, o tornando mais ágil e atrativo para a população, conforme premissa do Ministério das Cidades.
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Clique aqui e veja lista dos locais com detectores de invasão de faixa.
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Acesse aqui as vias com faixas/pistas exclusiva para ônibus na capital.

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FONTE: Hoje Em Dia.


BH tem esquema especial de transporte para clássico de domingo

Cruzeiro e Atlético-MG se enfrentam no Mineirão, na Região da Pampulha.
Linha 55 do Move não irá operar, de acordo com a BHTrans.

Galo-2

Um esquema de transporte para o clássico de domingo (13) entre Cruzeiro e Atlético-MG foi divulgado pela Empresa de Transportes e Trânsito de Belo Horizonte (BHTrans) nesta sexta-feira (11). De acordo com a autarquia, um serviço executivo e um serviço especial vão atender torcedores que irão ao Mineirão.

Os bilhetes para o serviço executivo são vendidos até as 17h desta sexta-feira, no Posto Transfácil, na Rua Professor Morais, 216, na Região Centro-Sul de Belo Horizonte. O valor é R$ 17,80 (ida e volta).

Já para o serviço especial, o preço é R$ 3,40 e nesse caso o pagamento é feito no local de embarque. Treze ônibus sairão das regiões de Venda Nova, do Barreiro e do Centro a partir das 13h.

Segundo a BHTrans, nas duas opções especiais de transporte, torcedores cruzeirenses e atleticanos terão locais de embarque e desembarque distintos. Confira os endereços no site da empresa.

A BHTrans informou que, por recomendação da Polícia Militar (PM), a linha 55 do Move (Mineirão) não irá operar no domingo.

Para chegar ao estádio, os torcedores contam ainda com as linhas regulares 51, 52, 63, 64, 67, 68, 5250, 5550, 6350, 5106 e 5401 do Move; os circulares 503, 504 e 506; e os suplementares 51, 53 e 54.

 

 

FONTE: G1.


Fiscalização eletrônica de invasão de faixa exclusiva começa a operar
Os equipamentos entraram em funcionamento nesta quinta-feira (23); a multa para o condutor que invade pista exclusiva de ônibus é de R$53,20, segundo o Código de Trânsito Brasileiro

Dois pontos da Avenida Cristiano Machado terão fiscalização eletrônica de invasão de faixa exclusiva para ônibus. Os equipamentos começaram a operar nesta quinta-feira (23), segundo a BHTrans. De acordo com o Artigo 184 do Código de Trânsito Brasileiro, a multa considerada de natureza leve é de R$53,20 e 3 pontos na carteira do condutor que cometer este tipo de infração.

Carros invadem faixa exclusiva de ônibus
Os radares fazem parte de licitação aberta em Setembro de 2009, mas estão mudando de local. De acordo com a BHTrans, o município conta com 14 equipamentos deste tipo.

Os dois equipamentos que começaram a operar na via, nesta quinta, estão instalados na Av. Cristiano Machado, esquina com Rua Sônia no sentido Centro/Bairro e na Av. Cristiano Machado, esquina com Av. Sebastião de Brito no sentido Bairro/Centro.

FONTE: O Tempo.



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