Antequam noveris, a laudando et vituperando abstine. Tutum silentium praemium.

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Horário da coleta de lixo será alterado em 50 bairros da capital

Edésio Ferreira/EM/D.A Press

O horário da coleta de lixo vai mudar em ruas e avenidas de 50 bairros de Belo Horizonte a partir da próxima terça-feira, dia 26. As alterações serão em bairros das regiões Noroeste, Leste e Nordeste. O recolhimento dos resíduos passará a ocorrer à noite, com início às 20h. A Superintendência de Limpeza Urbana (SLU) orienta cidadãos a colocarem o lixo em local adequado para a coleta entre 19h e 20h.

Confira abaixo os bairros que terão mudanças.

No site www.consita.com.br, é possível verificar o roteiro da coleta.
Alto Caiçaras
Aparecida
Aparecida 7ª seção
Bom Jesus
Bonfim
Boa Vista (parte)
Cachoeirinha
Caiçara-Adelaide
Caiçaras
Canadá
Carlos Prates
Cidade Nova
Colégio Batista
Concórdia
Dom Joaquim (parte)
Ermelinda
Esplanada (parte)
Fernão Dias (parte)
Floresta (parte)
Graça
Horto
Ipiranga
Jardim Montanhês
Lagoinha
Maria Goretti (parte)
Maria Virgínia
Monsenhor Messias
Nova Cachoeirinha
Nova Esperança
Nova Floresta
Novo São Lucas (parte)
Ouro Minas (parte)
Padre Eustáquio (parte)
Palmares

Pirajá (parte)
Pompéia (parte)
Renascença
Sagrada Família
Santa Cruz
Santa Efigênia (parte)
Santa Tereza
Santo André
São Cristóvão
São Gabriel (parte)
São Paulo (parte)
Silveira
Sumaré
União (parte)
Vila São Paulo

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FONTE: Estado de Minas.


Lobos-guarás, há 33 anos alimentados por padres no adro da Igreja de Nossa Senhora Mãe dos Homens, agora têm que dividir ‘bandejão’ com outros animais. Turistas comemoram

Caraça
No início, era apenas o lobo-guará, com sua elegância, que surgia no meio da noite para subir a escadaria e comer a carne de frango oferecida pelos padres do Santuário do Caraça, localizado entre Catas Altas e Santa Bárbara, na Região Central. Hoje, o adro da Igreja de Nossa Senhora Mãe dos Homens se tornou o “bandejão” mais concorrido do pedaço, atraindo outros animais silvestres, entre eles um casal de antas, bando de cachorros-do-mato, a jaratataca e até um gato-mourisco. Os turistas agradecem e a comunidade religiosa dá as boas-vindas. “De manhã cedo, ainda aparecem as aves, sobretudo os jacus, para comer os restos da festa”, diz o diretor do santuário, padre Lauro Palú.
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Com sorte e disposição, é bem possível que os turistas vejam os novos visitantes da noite. Padre Lauro conta que as antas – inicialmente um macho adulto, depois o casal – começaram a aparecer com frequência de janeiro a março, sempre de madrugada. “Agora, já apareceram até as 19h10. São animais herbívoros, mas um técnico me explicou que estão suprindo a carência de cálcio, o qual encontram nos ossos de frango, e de sal. Com seu faro apurado, cheiram longe os alimentos salgados”, diz o diretor do santuário fundado em 1774 e pertencente à Província Brasileira da Congregação da Missão.
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Já a família dos cachorros-do-mato aparece em grande número, e hóspedes e funcionários da instituição, que desde 1972 se transformou em hospedaria, sem perder o caráter religioso, já viram 10, entre pais e filhotes. “Chegam um pouco mais tarde, a partir das 19h, e, embora sejam duas vezes mais baixos do que os guarás, já atacaram sobretudo a loba. Curiosamente, uma noite, três cachorros-do-mato comeram junto com o lobo na mesma bandeja. Nossa esperança é de que um dia se entendam. Na natureza, vivem juntos no mesmo território, mas, aqui, estão disputando o ponto da comida”, afirma padre Lauro, sempre atento com sua câmera a flagrar os bichos.
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Na avaliação do diretor, o aparecimento dos bichos se deve, principalmente, à atividade minerária na região, que perfura o solo e explora minas. “Certamente, encontram refúgio no Caraça”, diz padre Lauro. Uma equipe da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) vem fazendo um levantamento na área para identificar os mamíferos, com foco especial na anta.
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VAI E VOLTA Com a pelagem preta e listra branca no dorso, a jaratataca também posou para as lentes do diretor do Caraça. Durante sete anos, o animal apareceu, depois deu uma sumida e agora surge de vez em quando no jardim e arredores. O gato-mourisco, por sua vez, foi visto na estrada que conduz ao santuário, rondando a área, e uma vez esteve comendo da bandeja do lobo. “A fauna está em paz por aqui e, graças a Deus, nenhum turista foi atacado. Na verdade, alguns animais vêm comer quando os visitantes estão dormindo”, conta padre Lauro.
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As aves são um capítulo à parte e, em 2014, figuraram numa exposição fotográfica para celebrar os 240 anos do Caraça. “Conseguimos registrar 17 espécies, incluindo jacu, carcará, gavião-carrapateiro, tico-tico, canários e sabiás”, diz o diretor. Além da exuberância da Reserva Natural do Patrimônio Natural (RPPN), diversidade do patrimônio histórico e beleza da paisagem, o lugar garante descanso, lazer e cultura para os 70 mil turistas que o procuram anualmente. “Este ano, já recebemos estrangeiros de 48 nacionalidades”, orgulha-se padre Lauro.

PIONEIROA tradição no Santuário do Caraça, que fica a 120 quilômetros de Belo Horizonte, começou em maio de 1982, quando algumas lixeiras externas apareceram reviradas e derrubadas. O irmão Thomaz alertou o então diretor da instituição, padre Tobias Zico, de que poderia ser obra de algum cachorro. Tobias achou muito difícil, porque cachorro não subiria a serra com tanta frequência. Começaram, então, a observar e descobriram que o responsável era o lobo-guará.

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FONTE: Estado de Minas.


Dragão solto na balada

Pesquisa exclusiva para o Estado de Minas mostra que preços de bebidas e petiscos subiram muito além do IPCA em BH. Picanha na chapa ficou 38% mais cara em um ano, e a cerveja, 19,5%

Balada

 

Se você gosta de frequentar baladas ou bares em Belo Horizonte, é melhor preparar o bolso. Enquanto a inflação oficial do país chega a 9,52% nos últimos 12 meses, os preços nos bares ou casas noturnas subiram um bocado mais. A campeã, com 38,69% de alta em um ano, é a picanha na chapa, que em 2014 era vendida a R$ 42,70, em média, e, neste ano, passou para R$ 59,22. Os valores foram apurados pelo site Mercado Mineiro, em pesquisa feita com exclusividade para o Estado de Minas, em 49 estabelecimentos.
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Os aumentos não param por aí. A porção de contrafilé aumentou 21,25%, sendo que em 2014 custava R$ 29,51 e passou a custar R$35,78 em 2015. Já as cervejas, queridinhas dos consumidores e as bebidas mais vendidas nos dois tipos de estabelecimento, aumentaram até 19,50%. É o caso do preço médio da long neck Budweiser, que custava R$ 5,18 e subiu para R$ 6,19, sempre no preço médio. A Bohemia passou de R$ 7,71 para  R$ 8,39, alta de 8,82%. A caipivodca também não escapou e teve os preços reajustados em 15,34%, passando de R$ 10,30 para R$ 11,88.
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Segundo os proprietários dos estabelecimentos, os reajustes são justificados pela alta consecutiva dos insumos, mão de obra, além da fatura maior na energia elétrica. Com 25 anos de mercado, o sócio-proprietário do Alambique, Henrique Caetano, afirma que, nos últimos três anos, fez apenas dois ajustes nos preços dos produtos vendidos na casa, o último em março deste ano. “Estamos segurando o máximo que podemos para não aumentar os preços e perder clientes, mas os fornecedores repassam aumentos quase todas as semanas e chega a hora que não dá mais para segurar”, afirma. De acordo com Henrique, em março, apenas as bebidas alcoólicas foram reajustadas num percentual de cerca de 9,6%, como o caso da cerveja long neck, que passou de R$ 10,50 para R$ 11,50.
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A alta dos preços fez com que a médica Flávia Rocha Paes mudasse os hábitos de consumo. Ela afirma que, antes de sentir o peso da inflação no bolso, costumava sair cerca de três vezes por semana. Agora, sai apenas uma vez. No entanto, ela afirma que o valor total da despesa é o mesmo, apesar da frequência menor. “A conta num bar ou uma saída numa casa noturna nunca fica mais barata que R$ 100. Dependendo da festa, a gente chega a gastar cerca de R$ 300 na noite”, afirma. Ela afirma que, apesar de os preços aumentarem, a qualidade dos produtos ou serviços permanece ruim. “Os preços praticamente dobraram, mas qualidade é a mesma ou pior”, completa. Além de reduzir as saídas, a médica afirma que, para tentar economizar, os amigos passaram a promover encontros em casa.
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Entre os aumentos registrados na pesquisa estão a caipirinha, que teve variação no preço de 15,11% entre julho de 2014 e julho de 2015. No ano passado, a bebida era vendida a R$ 8,80, passando para R$ 10,13 neste ano. O refrigerante em lata também sofreu alteração, de 14,59%, passando de R$ 3,70 para R$ 4,24, em média. O presidente o presidente da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes de Minas Gerais (Abrasel-MG), Fernando Júnior, afirma que os aumentos são pontuais e que o setor tem evitado repassar os reajustes para os consumidores por conta do cenário econômico do país. “A maioria dos estabelecimentos não está conseguindo repassar esses aumentos para o consumidor final, com medo de que o movimento e o consumo caiam, já que o cenário não está favorável”, afirma. Ainda de acordo com Fernando, os empresários estão diminuindo a margem de lucro para suportar o arrocho.
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DIFERENÇAS A pesquisa feita com exclusividade para o Estado de Minas aponta ainda uma variação de preços entre um estabelecimento e outro. Entre as diferentes variedades de bebidas, como cerveja, caipirinha e caipivodka, os preços mais baratos são encontrados, invariavelmente, nos bares e, os mais caros, nas casas noturnas. A caipirinha, por exemplo, apresentou variação de 231,67%, com o menor preço encontrado, de R$6, no Bar do Tonho, na Região Central, e o maior de preço, de R$ 19,90, praticado na casa noturna Woods, no Bairro Vila da Serra e no Chalezinho, no Buritis. A Caipivodka foi encontrada com preços entre R$ 8 e R$ 19,90, diferença de 148,75%. Já o chopp de 300ml, que custa entre R$ 3,50 a R$ 9, pode variar 157,14%.
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De acordo com o diretor-executivo do site Mercado Mineiro, Feliciano Abreu, o consumidor deve levar em conta a região do bar e a qualidade dos produtos na hora de analisar os preços. “O produto varia muito de estabelecimento para estabelecimento. Os drinks também variam muito, pois os preços variam de acordo com a qualidade da cachaça com que se faz a caipirinha ou da vodka com que se faz a caipivodka, por exemplo”, afirma.
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Procurada pela reportagem, a casa noturna Chalezinho informou, por meio de nota, que a casa cobra valores compatíveis com a qualidade do serviço que presta. “Vale ressaltar que, ao longo de quase 13 anos de história e existência do Clube Chalezinho, nunca houve por parte do público frequentador e, mais especificamente, seu nicho de mercado, atuante contestação. Há, na verdade, uma boa aceitação dos valores praticados pela casa, até porque, se eventualmente fosse diferente, o Clube Chalezinho buscaria equivaler e atender de forma a satisfazer seus clientes.” A boate Woods e o Circuito do Rock, que administra três casas noturnas em Belo Horizonte, também foram procuradas pela reportagem, mas não se posicionaram.

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FONTE: Estado de Minas.


6 mitos sobre as melhores maneiras de carregar o celularQuais recomendações são verdadeiras e quais não passam de mitos?

  • Quais recomendações são verdadeiras e quais não passam de mitos?

Todo dono de celular já ouviu recomendações como “não deixe seu aparelho carregando a noite inteira”, “não use seu telefone enquanto ele estiver carregando” ou “só carregue o celular quando acabar a bateria”.

Mas, nos últimos anos, as baterias dos celulares evoluíram consideravelmente e alguns truques já são obsoletos.

A maioria das baterias de smartphones, como os da Samsung ou da Apple, é de íon de lítio. Elas carregam mais rápido, pesam menos e têm uma vida útil mais longa.

Então, quais recomendações são verdadeiras e quais não passam de mitos?

A BBC Mundo, o serviço em espanhol da BBC, fez uma pesquisa para desmascarar algumas dessas lendas. Confira.

1) É melhor esperar a bateria acabar para recarregar o celular

Falso. Carregar o celular frequentemente não prejudica as baterias.

A Apple diz: “Recarregue a sua bateria de íon de lítio a qualquer hora. Não há necessidade de usar 100% dela antes de recarregá-la.”

Há quase um consenso entre especialistas em tecnologia que a carga ideal para uma bateria de íon de lítio varia entre 20% a 80% de sua capacidade. Segundo eles, mantê-la dentro desses parâmetros é ideal para aumentar a vida da bateria.

Em outras palavras: não é recomendável manter seu celular 100% carregado ou deixá-lo chegar a zero.

Os especialistas também sugerem desligar ou reiniciar o aparelho pelo menos uma vez por semana para maximizar o potencial da bateria.

2) É errado deixar o telefone recarregando durante a noite toda

Falso. Os smartphones de hoje são suficientemente inteligentes para saber quando a bateria é recarregada por completo e deve parar de carregar, enquanto o aparelho ainda estiver conectado à fonte de energia.

3) Carregadores “não oficiais” são ruins e podem danificar a bateria

Os carregadores originais, da mesma marca do celular, são os mais adequados para recarregar o telefone.

Mas muitas das vezes eles são caros e os usuários acabam recorrendo a alternativas.

Carregadores menos conhecidos e de marcas mais baratas também funcionam.

O problema, na verdade, está nos carregadores “piratas”, de fornecedores desconhecidos, que não foram projetados especificamente para o telefone que o usuário quer recarregar.

Alguns nem sequer carregam os dispositivos de maneira adequada ou demoram muito tempo para fazê-lo.

Portanto, a dica é sempre suspeitar de carregadores ilegítimos e extremamente baratos.

4) É errado usar o telefone enquanto ele estiver recarregando

Em geral, não há nenhum problema em usar o telefone enquanto ele estiver recarregando.

Histórias assustadores vêm alimentando esse mito: em julho de 2013, a chinesa Ma Ailun, de 23 anos, foi eletrocutada ao responder a uma ligação em seu iPhone 5 enquanto o telefone estava recarregando.

Casos semelhantes foram amplamente divulgados pela imprensa internacional.

Na maioria dos incidentes, a culpa recaiu no uso de carregadores não originais e de má qualidade.

Se o usuário utiliza um carregador de qualidade, não deve ter nenhum problema de segurança.

A Apple recomenda “deixar o telefone recarregar por pelo menos 10 minutos antes de utilizá-lo”, quando a bateria de um iPhone está praticamente vazia e ao recarregá-lo aparece uma tela preta.

“Então você pode usar o telefone enquanto ele ainda estiver recarregando”, diz a empresa.

Por outro lado, usá-lo enquanto estiver recarregando não tem nenhum efeito negativo sobre o processo.

Pense que mesmo quando você não está ativamente usando o telefone durante o carregamento, o aparelho está trabalhando: ele pode estar conectado a uma rede sem fio e receber informações.

5) O telefone carrega mais rápido no modo avião?

Sim, mas a diferença é pequena. Se você colocar um celular para carregar no modo avião o processo será um pouco mais rápido do que o normal.

Isso porque o modo avião desativa as opções de acesso à rede 3G e ao Wi-Fi, e assim o telefone utiliza menos bateria durante o carregamento.

A desvantagem desse truque é que, enquanto o aparelho estiver no modo avião, não pode receber ligações ou acessar a internet.

A reportagem da BBC Mundo colocou o mito à prova e comprovou que carregar 10% do celular com o modo avião ativado é 1 minuto mais rápido do que pelo método tradicional.

6) Recarregar o celular no computador é mais demorado?

A velocidade com que um celular é carregado depende da potência elétrica dos acessórios usados nesse processo.

No caso da Apple e dos iPhones, por exemplo, essa potência varia de acordo com as especificações técnicas dos cabos e carregadores.

A energia elétrica ou potência define a velocidade à qual a energia é transferida, de modo que a potência mais, antes de recarregar a bateria.

A potência elétrica define a velocidade que a energia é transferida. Dessa forma, quanto maior for a potência, mais rápido a bateria será carregada.

Por exemplo, um carregador de iPhone tem 5 watts de potência enquanto que um cabo de USB ligado ao computador tem 2,5.

Nesse caso, usar o carregador é mais rápido.

FONTE: UOL.


Mudanças: A partir desta segunda, carteira de habilitação está mais cara.

Entre as modificações no processo, candidato terá que fazer mais aulas práticas de direção.

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A partir desta segunda, número de aulas de direção passa de 20 para 25

A partir desta segunda tirar a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) está mais caro no Brasil. Só para realizar as aulas práticas de direção, por exemplo, o candidato terá que desembolsar cerca de 25% a mais do que ele teria que pagar até o mês passado. Isso porque uma resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) aumentou o número mínimo de horas/aula que o candidato deve fazer antes de se submeter ao exame de prática de direção veicular.

O valor exato do acréscimo varia de acordo com a autoescola ou o serviço que for escolhida pelo aluno.

Segundo o texto da resolução 493, de 5 de julho deste ano, os alunos deverão fazer o mínimo de 25 horas/aula práticas para a categoria B – antes eram 20horas/aula. Dessas, cinco precisarão ser realizadas no período noturno. Além de ampliar a carga horária, o documento prevê o uso de simuladores à noite. Entretanto, não se trata de uma obrigatoriedade e sim de uma opção para autoescolas e alunos.

Aqueles que desejam adicionar à CNH a categoria A (moto) terão que fazer o mínimo de 15 horas/aulas práticas, sendo que três delas precisarão ser desempenhadas no período noturno. Já os motoristas que quiserem acrescentar a categoria B terão que completar 20 horas/aula. Quatro delas deverão ser ministradas à noite.

Responsabilidade. De acordo com o texto da resolução, o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) é responsável por fiscalizar de maneira direta e permanente os requisitos e exigências da resolução do Contran.

No entanto, os Centros de Formação de Condutores (CFCs) são responsáveis por comprovar a realização das aulas de prática veicular e aulas em simulado no período noturno.

As autoescolas tiveram quase cinco meses entre a publicação da resolução e a data de sua entrada em vigor para se adequar às novas exigências definidas pelo Contran.

 

FONTE: O Tempo.


Paliteiro 2

 

ATENÇÃO: o Anel Rodoviário será completamente interditado hoje, quinta, 09 de outubro, a partir das 21:00 horas, para a retirada da passarela improvisada atingida por um caminhão. A previsão de liberação do trânsito é somente a partir de 03:00 desta sexta-feira, 10.

 

Evitem o Anel.



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