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Estudo publicado nos Estados Unidos causa polêmica ao afirmar que a preservação das matas tropicais significa menor produtividade para o Brasil e mais espaço para o agronegócio norte-americano

Você certamente leu o título da matéria e pensou: “Florestas aqui, fazendas lá… lá aonde? Pode parecer esquisito, mas esta é uma tradução livre do título de um relatório publicado em maio deste ano por pesquisadores norte-americanos. Chamado “Farms here, forests there”, o documento com 48 páginas faz uma interessante relação entre a degradação da floresta tropical no Brasil, o crescimento do agronegócio brasileiro e as perdas que essa expansão acarreta para a economia dos Estados Unidos. “Os ganhos dos Estados Unidos não significam perdas para o Brasil”, adiantou Glenn Hurowitz em entrevista à DINHEIRO RURAL. Ele é jornalista, um dos autores do relatório e parceiro da ONG Avoided Deforestation Partners (Parceiros contra o desmatamento) e da National Farmers Union (União Nacional dos Fazendeiros), que encomendaram o estudo. Apesar da afirmação de Hurowitz, por aqui, o relatório recebeu críticas, como as do deputado federal Aldo Rebelo. “(…) Na cabeça deles não passamos de um fundo de quintal que precisa ser preservado para que eles possam destruir o resto do mundo com a consciência tranquila e, principalmente, com o bolso cheio”, escreveu ele em um artigo publicado em julho.

Entre os pontos polêmicos do relatório está a afirmação de que o fim do desmatamento no Brasil poderia gerar aos EUA uma receita agrícola estimada entre US$ 190 bilhões e US$ 270 bilhões entre 2012 e 2030. A explicação para este ganho é bastante simples: com a preservação das florestas, haveria uma redução na produtividade de soja, carne, madeira, óleo de palma e seus derivados, apontados pelo estudo como os produtos que contribuem para o desmatamento por aqui. E acrescenta: “A expansão de pastos e plantações em áreas de floresta em países como o Brasil vem contribuindo para que essas nações se tornem líderes exportadoras dessas commodities.” A afirmação soa absurda para José Goldemberg, professor do Instituto de Eletrotécnica e Energia da Universidade de São Paulo (IEE – USP), já que dados como estes mostram o desconhecimento dos autores sobre a agricultura brasileira. “A produção de alimentos em todo o mundo vem crescendo 20% pela expansão de áreas e 80% por melhora na tecnologia. Inclusive no Brasil” explica.

Para Hurowitz, as críticas são infundadas, já que o estudo mostra os ganhos que o Brasil terá com a preservação. “A floresta preservada vai gerar bilhões de dólares”, explica ele. Mas não é o que consta na conclusão do relatório, que reconhece os ganhos desse “espírito de preservação” para os EUA. Para Roberto Smeraldi, presidente da ONG Amigos da Terra, o relatório não deixa claro a que veio. “Parece uma produção feita para agradar aos fazendeiros norte-americanos.”Mesmo com a polêmica, o estudo não deve impactar na imagem do Brasil. É o que acredita Smeraldi. “Não é um relatório feito por instituições renomadas.” Mais do que isso, a grande competitividade do agronegócio brasileiro e ações que visam verticalizar a produção e reduzir os impactos ambientais vêm dando excelentes resultados. Goldemberg explica que mesmo se a preservação das florestas significasse perdas agrícolas para o Brasil, os EUA não teriam terras para suprir a demanda. “Não adianta, o verdadeiro celeiro do mundo é aqui.”

AQUI ESTÁ O DOCUMENTO QUE A ONG AMERICANA TENTA ESCONDER. SE TIRAREM DO AR, PUBLICO DE NOVO!

Se você  clicar aqui, terá acesso ao documento “Farms Here, Forests There”, que defende que os países ricos, especialmente aos EUA, devem desenvolver a agricultura, cabendo aos países tropicais, especialmente o Brasil, preservar as florestas. Essa seria a nossa missão.

Não só isso. O texto é rico em dados demonstrando como o desenvolvimento da agricultura nos países tropicais — que atribuem principalmente ao desmatamento — prejudica os agricultores americanos.

Reitero: tenho cópia do texto. Se derem sumiço, publico de novo! A “Union of Concerned Scientists”, ONG amiguinha de alguns de nossos mais notáveis “ecologistas”, divulgava esse documento até outro dia. Como denunciei o troço aqui, deram um jeito de  sumir com ele. Afinal, pegava mal revelar o que eles realmente pretendem… lá e aqui!

Por Reinaldo Azevedo

 

LEIA AQUI O TEXTO COMPLETO (INGLÊS)!

 

FONTE: Dinheiro Rural.

 


 

 

Uma porção de proteção
Numa área de 3 mil hectares, a ONG mineira Fundação Biodiversitas criou a Reserva Mata do Passarinho, onde trabalha para a conservação de mais de 300 espécies de aves, entre elas quase 40 ameaçadas de extinção, como o raríssimo entufado-baiano (Merulaxis stresemanni)

 

 

Araçari-banana (Pteroglossus bailloni) (Ciro Albano/Acervo Biodiversitas/Divulgação)
Araçari-banana (Pteroglossus bailloni)



Com 650 hectares, a Reserva Mata do Passarinho – localizada no Vale do Jequitinhonha, em Minas Gerais, – é um alento para os que se preocupam com a preservação não somente da flora, mas também da fauna brasileira. A área, protegida pela Fundação Biodiversitas, abriga 319 espécies de aves devidamente catalogadas, sendo que 38 dessas encontram-se à beira da extinção. Para divulgá-las, a organização não governamental acaba de tirar do prelo o livro Guia fotográfico da Reserva Mata do Passarinho, de autoria dos ecólogos Thais Aguilar e Alexandre Enout, e fotografias de Ciro Albano. 

“O objetivo (com esse guia) é divulgar o trabalho de conservação do remanescente florestal do Baixo Jequitinhonha e do grande número de espécies raras no local. Além disso, queremos mostrar a conservação do entufado-baiano (Merulaxis stresemanni) e estimular o ecoturismo na reserva, pois é um local de extrema importância para tal”, diz Enout. A ave citada pelo autor, o entufado-baiano, é exclusiva da Reserva Mata do Passarinho e oito indivíduos são monitorados constantemente. Estipula-se, porém, que cerca de 30 animais da espécie vivam na área. “Acreditamos que exista uma população maior, pois o entufado, além de raríssimo, é uma ave difícil de ser observada, pois fica nas áreas fechadas da floresta”, complementa Enout. 

Grande vedete do livro, o entufado-baiano foi redescoberto em 2005 pelo ornitólogo Rômulo Ribon, da Universidade Federal de Viçosa (UFV). A espécie fora descrita pelo ornitólogo alemão Helmut Sick em 1960, partindo de exemplares coletados em Salvador e Ilhéus, na Bahia, na década de 1830 e em 1945, respectivamente. Depois disso, o primeiro registro da ave viria somente em 1995, com o achado do francês Gerard Baudet na Fazenda Jueirana, localizada em Una, município baiano próximo do estado de Minas Gerais. Depois de inúmeras tentativas de tentar encontrá-lo novamente, o entufado só foi avistado 10 anos depois na cidade de Bandeira, situada às margens do rio de mesmo nome e do Rio Rubim, no Vale do Jequitinhonha. O programa de conservação da espécie então iniciou-se com a aquisição da Fazenda Sossego do Arrebol e a criação da Reserva Mata do Passarinho, iniciativa da Biodiversitas em parceria com a prestigiosa American Bird Conservancy (ABC) – instituição que mantém e apoia diversos programas de conservação de aves nos Estados Unidos e ao redor do mundo. 

A reserva faz parte de um ameaçado fragmento de floresta atlântica de apenas 3 mil hectares e tem como vizinhos fronteiriços propriedades particulares. O ecoturismo ainda não deslanchou na Mata do Passarinho, mas com determinadas ações a tendência é que se fortifique. “É uma reserva nova e estamos trabalhando nela desde 2007. Temos guarda-parques, guias, estradas, aceiros e um sistema de trilhas de 20 quilômetros de vários níveis de dificuldade”, especifica Alexandre Enout. “Estamos também construindo alojamentos que devem ser inaugurados no fim do ano. Chalés integrados com o ambiente. Ainda não estimulamos o ecoturismo, mas como o uso público ainda não foi implementado o número de visitantes é modesto”, completa. Estima-se que depois de todas as instalações prontas a reserva receba cerca de 1 mil turistas por ano. 

OBSERVAÇÃO O perfil dos visitantes da Reserva Mata do Passarinho é diverso, mas seus gostos convergem para uma só paixão: o amor pelas aves e a arte de observá-los. De acordo com Alexandre Enout, “são pessoas de profissões diversas que às vezes não têm nada a ver com a área da biologia, como advogados ou professores, mas que são verdadeiros entusiastas (da observação de aves)”. Noventa por cento dos turistas são estrangeiros e a maioria vem dos Estados Unidos e da Europa, locais onde a prática é corriqueira. Os japoneses também nutrem esse hábito. Vale destacar que não se pode influenciar o comportamento das aves e tampouco fustigar seu ambiente. O número de bird watchers no Brasil vem crescendo a cada dia e já há um site para o grupo, o Wiki Aves (www.wikiaves.com), que fornece dados e imagens interessantes para os adeptos da observação desses animais.

Entufado-baiano (Merulaxis stresemanni)  (Ciro Albano/Acervo Biodiversitas/Divulgação)
Entufado-baiano (Merulaxis stresemanni)
Tiriba-grande (Pyrrhura cruentata) (Ciro Albano/Acervo Biodiversitas/Divulgação)
Tiriba-grande (Pyrrhura cruentata)
Crejuá (Cotinga maculata) (Ciro Albano/Acervo Biodiversitas/Divulgação)
Crejuá (Cotinga maculata)
Benedito-de-testa-amarela (Melanerpes flavirons) (Ciro Albano/Acervo Biodiversitas/Divulgação)
Benedito-de-testa-amarela (Melanerpes flavirons)
Araponga (Procnias nudicollis) (Robson Silva & Silva/Divulgação)
Araponga (Procnias nudicollis)

FONTE: Estado de Minas.


 

Mulher divide casa com mais de 50 cães abandonados em Anápolis

Por causa do pouco espaço, ela luta para conseguir um imóvel adequado.
Animais são de todas as idades e raças

 

 

 

A dona de casa Rosadite Mota divide a casa em que mora em Anápolis, a 55 km de Goiânia, com 55 cães que foram abandonados. Apaixonada por animais, há vinte anos ela acolhe cachorros nesta situação. No entanto, com tantos cães, ela luta para se mudar para um local adequado. “Eles estão estressados. Seguro a barra em busca de uma solução”, afirma a dona de casa.

Mesmo com pouco espaço, Rosadite não tem coragem de rejeitar cachorros que são deixados na sua porta. Ela conta que muitas pessoas deixam os cães no portão ou os jogam por cima do muro. O abandono sempre ocorre durante a madrugada. “Essa daqui foi deixada dentro de uma caixa com seis filhotes há dois meses”, recorda-se a dona de casa.

Além da grande quantidade de animais, há os que precisam de mais cuidados, como uma cachorra da raça Beagle, de 2 anos. Ela é cega e tem crises de epilepsia.

Rosadite faz questão de cuidar pessoalmente de todos. A mulher depende de doações e da ajuda de veterinários com medicamentos e ração.

Muitos vizinhos também colaboram, como Maria Alves, que é dona de um restaurante ao lado do abrigo. “Ela merece ser ajudada porque ela necessita que alguém faça alguma coisa por ela porque a situação dela não é fácil”, afirma a empresária. Embora alguns vizinhos colaborem, há outros que se incomodam com a quantidade de animais na casa localizada no Centro de Anápolis.

A direção do Centro de Controle de Zoonoses de Anápolis disse que Rosadite nunca procurou o órgão em busca e apoio. Eles afirmaram que estão dispostos a ajudá-la.

Rosadite cuida de animais abandonados em Anápolis, Goiás (Foto: Reprodução/ TV Anhanguera)Rosadite cuida de animais abandonados em Anápolis, Goiás (Foto: Reprodução
FONTE: G1.

Eis o perigo de mexer com pessoas inteligentes….

O humorista Danilo Gentili postou a seguinte piada no seu twitter:

“King Kong, um macaco que, depois que vai para a cidade e fica famoso, pega uma loira. Quem ele acha que é? Jogador de futebol?”

danilo-gentili-vertical

A ONG Afrobras se posicionou contra: “Nos próximos dias devemos fazer uma carta de repúdio. Estamos avaliando ainda uma representação criminal”, diz José Vicente, presidente da ONG. “Isso foi indevido, inoportuno, de mau gosto e desrespeitoso. Desrespeitou todos os negros brasileiros e também a democracia. Democracia é você agir com responsabilidade” , avalia Vicente.

Alguns minutos após escrever seu primeiro “twitter” sobre King Kong, Gentili tentou se justificar no microblog:

“Alguém pode me dar uma explicação razoável por que posso chamar gay de veado, gordo de baleia, branco de lagartixa, mas nunca um negro de macaco?” (GENIAL) “Na piada do King Kong, não disse a cor do jogador. Disse que a loira saiu com o cara porque é famoso. A cabeça de vocês é que têm preconceito.”

Mas, calma! Essa não foi a tal resposta genial que está no título, e sim ESTA:

“Se você me disser que é da raça negra, preciso dizer que você também é racista, pois, assim como os criadores de cachorros, acredita que somos separados por raças. E se acredita nisso vai ter que confessar que uma raça é melhor ou pior que a outra, pois, se todas as raças são iguais, então a divisão por raça é estúpida e desnecessária. Pra que perder tempo separando algo se no fundo dá tudo no mesmo?

Quem propagou a ideia que “negro” é uma raça foram os escravagistas. Eles usaram isso como desculpa para vender os pretos como escravos: “Podemos tratá-los como animais, afinal eles são de uma outra raça que não é a nossa. Eles são da raça negra”.

Então quando vejo um cara dizendo que tem orgulho de ser da raça negra, eu juro que nem me passa pela cabeça chamá-lo de macaco, MAS SIM DE BURRO.

Falando em burro, cresci ouvindo que eu sou uma girafa. E também cresci chamando um dos meus melhores amigos de elefante. Já ouvi muita gente chamar loira caucasiana de burra, gay de v***** e ruivo de salsicha, que nada mais é do que ser chamado de restos de porco e boi misturados.

Mas se alguém chama um preto de macaco é crucificado. E isso pra mim não faz sentido. Qual o preconceito com o macaco? Imagina no zoológico como o macaco não deve se sentir triste quando ouve os outros animais comentando:
– O macaco é o pior de todos. Quando um humano se xinga de burro ou elefante dão risada. Mas quando xingam de macaco vão presos. Ser macaco é uma coisa terrível. Graças a Deus não somos macacos.

Prefiro ser chamado de macaco a ser chamado de girafa. Peça a um cientista que faça um teste de Q.I. com uma girafa e com um macaco. Veja quem tira a maior nota.

Quando queremos muito ofender e atacar alguém, por motivos desconhecidos, não xingamos diretamente a pessoa, e sim a mãe dela. Posso afirmar aqui então que Darwin foi o maior racista da história por dizer que eu vim do macaco?

Mas o que quero dizer é que na verdade não sei qual o problema em chamar um preto de preto. Esse é o nome da cor não é? Eu sou um ser humano da cor branca. O japonês da cor amarela. O índio da cor vermelha. O africano da cor preta. Se querem igualdade deveriam assumir o termo “preto” pois esse é o nome da cor. Não fica destoante isso: “Branco, Amarelo, Vermelho, Negro”?. O Darth Vader pra mim é negro. Mas o Bill Cosby, Richard Pryor e Eddie Murphy que inspiram meu trabalho, não. Mas se gostam tanto assim do termo negro, ok, eu uso, não vejo problemas. No fim das contas, é só uma palavra. E embora o dicionário seja um dos livros mais vendidos do mundo, penso que palavras não definem muitas coisas e sim atitudes.

Digo isso porque a patrulha do politicamente correto é tão imbecil e superficial que tenho absoluta certeza que serei censurado se um dia escutarem eu dizer: “E aí seu PRETO, senta aqui e toma uma comigo!”. Porém, se eu usar o tom correto e a postura certa ao dizer “Desculpe meu querido, mas já que é um afrodescendente, é melhor evitar sentar aqui. Mas eu arrumo uma outra mesa muito mais bonita pra você!” Sei que receberei elogios dessas mesmas pessoas; afinal eu usei os termos politicamente corretos e não a palavra “preto” ou “macaco”, que são palavras tão horríveis.

Os politicamente corretos acham que são como o Superman, o cara dotado de dons superiores, que vai defender os fracos, oprimidos e impotentes. E acredite: isso é racismo, pois transmite a ideia de superioridade que essas pessoas sentem de si em relação aos seus “defendidos”

Agora peço que não sejam racistas comigo, por favor. Não é só porque eu sou branco que eu escravizei um preto. Eu juro que nunca fiz nada parecido com isso, nem mesmo em pensamento. Não tenham esse preconceito comigo. Na verdade, SOU ÍTALO-DESCENDENTE. ITALIANOS NÃO ESCRAVIZARAM AFRICANOS NO BRASIL. VIERAM PRA CÁ E, ASSIM COMO OS PRETOS, TRABALHARAM NA LAVOURA. A DIFERENÇA É QUE ESCRAVA ISAURA FEZ MAIS SUCESSO QUE TERRA NOSTRA.

Ok. O que acabei de dizer foi uma piada de mau gosto porque eu não disse nela como os pretos sofreram mais que os italianos. Ok. Eu sei que os negros sofreram mais que qualquer raça no Brasil. Foram chicoteados. Torturados. Foi algo tão desumano que só um ser humano seria capaz de fazer igual. Brancos caçaram negros como animais. Mas também os compraram de outros negros. Sim. Ser dono de escravo nunca foi privilégio caucasiano, e sim da sociedade dominante.

Na África, uma tribo vencedora escravizava a outra e as vendia para os brancos sujos.

Lembra que eu disse que era ítalo-descendente? Então. Os italianos podem nunca ter escravizados os pretos, mas os romanos escravizaram os judeus. E eles já se vingaram de mim com juros e correção monetária, pois já fui escravo durante anos de um carnê das Casas Bahia.

Se é engraçado piada de gay e gordo, por que não é a de preto? Porque foram escravos no passado hoje são café com leite no mundo do humor? É isso? Eu posso fazer a piada com gay só porque seus ancestrais nunca foram escravos? Pense bem, talvez o gay na infância também tenha sofrido abusos de alguém mais velho com o chicote.

Se você acha que vai impor respeito me obrigando a usar o termo “negro” ou “afrodescendente” , tudo bem, eu posso fazer isso só pra agradar. Na minha cabeça, você será apenas preto e eu, branco, da mesma raça – a raça humana. E você nunca me verá por aí com uma camiseta escrita “100% humano”, pois não tenho orgulho nenhum de ser dessa raça que discute coisas idiotas de uma forma superficial e discrimina o próprio irmão.”

FONTE: Facebook.



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