Antequam noveris, a laudando et vituperando abstine. Tutum silentium praemium.

Arquivo da tag: ovos

McDonald’s usará apenas ovos de ‘galinhas felizes’ nos EUA

Aves que botam os ovos são criadas em espaços livres, fora da gaiola.
Rede vai utilizar ovos em suas 16 mil unidades pelos próximos 10 anos.

McDonald's anuncia que mudará a sua politica sobre consumo de ovos em seus restaurantes nos EUA e no Canadá (Foto: Divulgação)
McDonald’s anuncia que mudará a sua politica sobre consumo de ovos em seus restaurantes nos EUA e no Canadá

A rede de fast food McDonald’s anunciou nesta quarta-feira (09) que vai utilizar apenas ovos de galinhas que vivem fora da gaiola – as “galinhas felizes” – em seus cerca de 16 mil restaurantes nos Estados Unidos e Canadá pelos próximos 10 anos. O termo “galinha feliz” é usado para definir a criação desses animais sem confinamento.

Em comunicado, o presidente da rede nos EUA, Mike Andres, justificou que os clientes estão cada vez mais interessados em saber mais sobre a comida e de onde ela vem.

“Nossa decisão de utilizar apenas este tipo de ovo reforça o foco na qualidade de nossa comida e nosso cardápio para agradar e surpreender as expectativas de nossos clientes”.

Outras companhias, como General Mills e Nestlé, já anunciaram planos de não comprar mais ovos de galinhas criadas em gaiolas.

Segundo o McDonald’s, a rede de restaurantes compra em torno de dois bilhões de ovos nos EUA e 120 milhões no Canadá para servir pratos de café da manhã, como sanduíches populares. A empresa compra mais de 13 milhões de ovos de “galinhas felizes” todos os anos desde 2011.

McDonald's anuncia que mudará a sua politica sobre consumo de ovos em seus restaurantes nos EUA e no Canadá (Foto: Reprodução/McDonald´s/Twitter)
Rede de fast food anuncia que só usará ovos de galinhas criadas fora da gaiola nos restaurantes dos EUA e Canadá

“O bem estar dos animais sempre foi muito importante para nós e nossos clientes”, acrescentou a vice presidente da rede na América do Norte, Marion Gross, para quem o anúncio representa um grande passo para “melhorar o tratamento dos animais”.

No ano 2000, o McDonald’s dos EUA foi a primeira rede de fast food a adotar um sistema de criação de galinhas, com mais espaço por pássaro do que a indústria padrão.

Este ano, a empresa anunciou a meta de usar apenas frangos criados sem antibióticos importantes para a medicina humana até 2017 e oferecer leite com baixo teor de gordura de vacas que não foram tratadas com rbST, um hormônio artificial de crescimento.

Brasil
Ao G1, a Arcos Dorados, que opera a rede no Brasil e na América Latina, disse em nota cumprir  normas recomendadas por especialistas internacionais, priorizando espaço adequado para as aves. “No Brasil, os ovos que o público compra em supermercados, bem como os consumidos em restaurantes, vêm de granjas com jaulas que asseguram que cada galinha tenha espaço suficiente”, afirmou a rede.

 

FONTE: G1.


Mulher tenta entrar em presídio com ovos ‘recheados’ de cachaça, em GO

Segundo agentes, ela confessou que entregaria bebida ao marido preso.
Ela furos ovos, injetou a aguardente, colou e depois pintou com corretivo.

Uma mulher foi flagrada nesta segunda-feira (15) tentando entrar no Presídio de Catalão, no sudeste de Goiás, com cerca de 20 ovos de galinha “recheados” com cachaça. O material seria entregue ao marido dela, que está preso no local. A direção do presídio acredita que a bebida seria para consumo do próprio detento.

Segundo os agentes penitenciários, a mulher confessou que fez um furo em cada um dos ovos, retirou a clara e a gema e injetou a aguardente. Em seguida, para evitar que o disfarce fosse descoberto, ela colou a abertura com cola e depois pintou com corretivo para caneta.

O material foi apreendido. Apesar de não ter sido presa, a mulher foi punida e vai ficar seis meses sem poder visitar o marido.

Outros casos
Neste mês, a fiscalização da cadeia flagrou outros casos curiosos. Na última quinta-feira (11), três celulares foram apreendidos dentro de um pote de lasanha. Já no domingo (14), outros dois aparelhos foram encontrados em um recipiente com feijão.

Nas duas situações, os telefones foram levados pelas companheiras dos presos. Elas foram conduzidas à delegacia para assinar Termos Circunstanciados de Ocorrências (TCOs) e depois liberadas.

Na última semana, durante uma vistoria nas celas, foram encontrados ainda 15 celulares.

Mulher tenta entrar em presídio com ovos 'recheados' de cachaça, em Catalão, Goiás (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)Mulher furou ovos, colocou cachaça e depois pintou com corretivo

FONTE: G1.


Nova fórmula para levar à mesa

Pirâmide alimentar é redesenhada com o objetivo de melhorar a qualidade da dieta dos brasileiros. Nutrólogo mineiro, Enio Cardillo Vieira questiona valor dado ao feijão, que deveria estar na base

Nutrólogo Enio Cardillo alerta para consumo excessivo de batata e carne  (Beto Novaes/EM/D.A Press )
Nutrólogo Enio Cardillo alerta para consumo excessivo de batata e carne

Arroz, feijão, carne e salada. O prato presente na mesa de milhões de brasileiros é alardeado por especialistas há anos como uma combinação das mais saudáveis à mesa. Mas esse cardápio tem mudado, e para pior. A população está obesa, ainda que não seja responsabilidade só do que se consome (incluem-se aí o sedentarismo, o estilo de vida, o hábito alimentar e a atividade física), e o fast food assume importância indesejável.

.
No Brasil, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) publicou, em 2010,  dados da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF 2008/2009) indicando que o peso dos brasileiros aumentou nos últimos anos, devido à alimentação inadequada.
.
O excesso de peso em homens adultos saltou de 18,5% para 50,1% – ou seja, metade dos homens já estava acima do peso – e ultrapassou o excesso em mulheres, que foi de 28,7% para 48%.  Para resgatar a importância da boa alimentação e na tentativa de aproximar a informação, a pirâmide alimentar adaptada à população brasileira publicada em 1999 foi redesenhada para o modelo atual com 2.000 quilocalorias (kcal), atendendo a recomendação energética média diária para o brasileiro estabelecida pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
.
Assim, no desenho atual, os alimentos estão distribuídos em oito grupos e em quatro níveis, de acordo com o nutriente que mais se destaca na sua composição. Para cada grupo são estabelecidos valores energéticos, fixados em função da dieta e das quantidades dos alimentos, permitindo estabelecer os equivalentes em energia (kcal). Outra orientação é o planejamento das refeições conforme os grupos de alimentos. A alimentação deve ser composta por quatro a seis refeições diárias, distribuídas em três principais (café da manhã, almoço, jantar), com 15% a 35% das recomendações diárias de energia, e em até três lanches intermediários (manhã, tarde e noite), com 5% a 15% das recomendações diárias de energia.

Nova.-pirâmidealimentar.Dsaude

A pirâmide alimentar foi redesenhada com o objetivo de melhorar a qualidade da dieta dos brasileiros, já que ela é o instrumento mais usado no país para nortear qualitativa e quantitativamente o padrão alimentar da população. A pesquisadora Sonia Tucunduva Philippi, do Departamento de Nutrição da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo, elaborou e publicou o primeiro trabalho sobre essa pirâmide adaptada e colaborou com o Ministério da Saúde no desenvolvimento do Guia alimentar brasileiro com os cálculos do número de porções e valor energético médio de cada uma delas, para todos os grupos alimentares e para uma dieta de 2.000 kcal. O trabalho foi apresentado no V Congresso Brasileiro de Nutrição Integrada (CBNI). “A refeição é um momento de prazer e as boas escolhas alimentares devem ser levadas em conta. Não basta falar, é preciso orientar, auxiliar e levar a informação para a população.”

.

REGIONAL VALORIZADO

.

Sonia Philippi explica que nessa mudança a preocupação foi destacar os alimentos integrais e regionais. A proposta é que sejam mais  aproveitados. “Como o hábito regional não muda rapidamente, o esforço é resgatar o bom hábito alimentar. É preciso valorizá-lo a todo momento e, por isso, é interessante torná-lo mais próximo. Então, valoriza-se, por exemplo, as frutas do Nordeste, ou o maior consumo de leite, iogurte e queijo nas regiões que têm problema de cálcio entre seus habitantes. Ou sugere-se o consumo dos doces de Minas em menor quantidade”, explica.

.
Na nova pirâmide podem-se valorizar alimentos como iogurte, leite e queijo, ricos na culinária mineira e fonte de cálcio. Segundo o Ministério da Saúde, o brasileiro deve ingerir diariamente três porções de lácteos ao dia para obter a recomendação diária desse nutriente. Dados da Secretaria de Estado de Saúde de Minas mostram que, na faixa de 10 a 19 anos, 13,8% dos mineiros tinham o índice de massa corporal (IMC) acima do recomendado. Em 2012, eram 15,1%. No Brasil, de acordo com o último Vigitel – pesquisa do Ministério da Saúde feita por inquérito telefônico –, 21,7% dos meninos e 19% das meninas estavam acima do peso em 2008/2009.

.

“Quanto mais capim comemos, melhor”

.

Com experiência de sobra, o nutrólogo mineiro Enio Cardillo Vieira usa com seus pacientes a pirâmide alimentar do laboratório americano Mayo, um dos mais respeitados do mundo. Em relação à brasileira redesenhada, ele destaca a inversão do carboidrato (arroz, pão, massa, batata, mandioca) com as frutas e hortaliças (legumes e verduras). “Quanto mais capim comemos, melhor. A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda cinco porções de uma combinação de frutas e hortaliças. E é importante saber que uma porção é um punho cerrado ou uma mão cheia. Uma laranja, uma maçã, uma mão cheia de couve. O que não se deve é abusar do produto animal. Mas a pirâmide brasileira está correta, não tem grande novidade, a não ser nos detalhes”, diz.

.

Com o carboidrato na base da pirâmide brasileira, Cardillo lembra que é preciso ter cuidado com o consumo da batata. “Ela tem o índice glicêmico elevado porque a absorção da glicose é mais rápida que qualquer outro alimento. É contraindicada para quem tem diabetes. Walter Willett, da Universidade de Harvard, desenvolveu um estudo provando que grande parte da obesidade na população é pelo consumo em excesso da batata”, aponta.

.
O médico gosta da ideia de regionalização, mas faz uma ressalva: “É importante e lúcido incentivar o consumo de cupuaçu e graviola no Amazonas ou do feijão-de-corda no Nordeste. Mas não se pode perder o óbvio de vista, que o espírito da pirâmide é atender o ser humano, que é um só”.

.
Em acordo está o perigo da gordura, que precisa ser consumida cada vez menos. Ela é o maior vilão da alimentação. “Os alimentos que mais contribuem com as calorias são carboidratos, carnes e laticínios, além dos doces e do óleo. A gordura é a mais calórica, tem 9 calorias por grama. Deve ser evitada. É epidemiológica por acarretar alto índice de obesidade”, alerta Cardillo.

.

SUBSIDIAR

.

Apesar de achar a pirâmide alimentar brasileira sensata, o nutrólogo discorda de um ponto importante. “O feijão no terceiro andar tinha de estar na base. Cereais como arroz, centeio e trigo têm deficiência de aminoácido essencial ao organismo e que precisa ser obtido da dieta. As leguminosas, como feijão, ervilha, lentilha, são ricas em lisina. Portanto, arroz com feijão é a complementação perfeita, um ajuda o outro”.

.

Ele reforça que essa combinação, consagrada no Brasil, tem sua versão espalhada pelo mundo. “No México e na América Central é o milho com feijão. Na África, lentilha mais o sorgo. Em determinados países árabes, o trigo mais o grão de bico. No extremo Oriente, o arroz se junta à soja. Essa mistura é das mais saudáveis. Inclusive, o professor Dutra Oliveira, um pesquisador em nutrição, médico e professor aposentado da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, autoridade máxima em nutrição no Brasil, propôs ao governo brasileiro subsidiar o arroz e o feijão. Os produtos ficariam mais baratos e o povo mais nutrido. Mas ninguém se interessou”, lamenta Cardillo.

.

FONTES: Estado de Minas e Dieta e Saúde.


Cake design Dani Sanfront ensina que é possível personalizar guloseima.
Ovo de chocolate de 500g é vendido a R$ 25; em março, lucro é de R$ 700.

 

Ovos de chocolate sabor prestígio (Foto: Ruan Melo/ G1)
Ovos de chocolate sabor prestígio são produzidos dentro de residência em Salvador (Foto: Ruan Melo/ G1)

A comemoração da Páscoa acontece no domingo (31) e com a proximidade da data festiva, as pessoas correm contra o tempo para comprar o tradicional ovo de chocolate. A guloseima pode ser adquirida em supermercados e lojas de confeitaria, mas quem pretende fazer algo especial pode produzir sozinho, e de forma rápida, o ovo e personalizar o presente.

A cake design Dani Sanfront produz e comercializa ovos de chocolate dentro da residência onde mora, em Salvador, há um ano. Segundo ela, o processo não é simples, mas muito prazeroso. Dani compra o chocolate usado nos ovos em lojas de confeitaria, mas parte do material, como o recheio de prestígio e as formas, pode ser adquirida em supermercados.

Segundo Dani, matéria-prima de qualidade é fundamental para que o ovo de chocolate seja mais saboroso. “O chocolate que eu uso é temperado. Eu prefiro comprar barras de 1kg, que é melhor para guardar. Eu corto em pedaços, não ralo. Eu uso micro-ondas, potência média, paira derreter. Abaixo de 300g de chocolate, você coloca 30 segundos até derreter. Acima disso, um minuto. Nunca deixe derreter demais porque fica muito fluido, muito liquido e não serve. Tem que ficar meio pastoso”, explica.

Ingredientes que para a produção do ovo de chocolate (Foto: Ruan Melo/ G1)
Ingredientes para a produção do ovo de chocolate
(Foto: Ruan Melo/ G1)

Após derretido, o chocolate é colocado em formas e levado à geladeira em um período entre cinco e dez minutos. “Depois é rechear. Coloca uma camada generosa do recheio em cada casca, leva pra geladeira de novo, por uns 15 minutos, e depois dá outra camada de recheio. Uma camada de chocolate, uma de um recheio. No total são três camadas. No caso do ovo de prestígio, eu coloco o prestígio e uma base de chocolate em cada camada”.

Assim que o ovo estiver recheado, ele pode ser personalizado com chococalete branco ou modelagem de pasta americana. Dani explica que nesta fase podem ser escritos nomes, poemas, declarações de amor e até frases “picantes”. “Podem mandar mensagens, recados picantes, amorosos. Os recadinhos picantes saem bastante. Os mais comuns também como ‘feliz Páscoa, eu te amo, o nome da pessoa'”, conta.

Com o fim da personalização, ovo é deixado para esfriar em um local fresco. Em seguida ele é embalado e pode ser conservado na geladeira. Todo o processo de produção dura em média 30, 40 minutos. Dani conta que produz ovos de chocolate dos mais diversos tipos: amargo, meio amargo, ao leite e até diet.

“Eu comecei a fazer para presentear professores, amigo, família. Porque o que a gente encontrava no mercado era muito caro. O valor era muito alto para presentear todo mundo. Como eu já trabalhava com questão de alimentação, eu comecei a fazer”, diz a cake design.

Dani com a filha, a pequena Nailah, de quatro anos (Foto: Ruan Melo/ G1)
Dani com a filha, a pequena Nailah, de quatro anos
(Foto: Ruan Melo/ G1)

Como também trabalha como professora de língua inglesa fora de Salvador, Dani precisa conciliar a atividade com a outra profissão. Além disso, ela tem a tarefa de cuidar da pequena Nailah, sua filha de quatro anos. “Durmo muito pouco. Durmo três horas por noite, quatro. Eu trabalho cinco dias com isso, com alimentação, e dois dias trabalho como professora de língua inglesa em São Sebastião do Passé, na região metropolitana de Salvador”, conta.

A professora relata que só produz ovos de chocolate de 500 g. Segundo ela, cada unidade é vendida por R$ 25. Com a grande demanda por ovos com a proximidade do Páscoa, Dani conta que o lucro dela no mês de março deverá ser de R$ 700. “Meu lucro é 30% do valor do ovo porque os outros 70% são gastos com matéria prima”, acrescenta.

Apaixonada por chocolate, Dani diz que não come quando está cozinhando. O problema é controlar a filha e o marido. “Eu acabo enjoando do cheiro. Já ela [Nailah] é difícil controlar. Ela e o esposo. Eu faço a conta certa, tento evitar exageros para não ficar sobrando. Ela diz [para convencer]: ‘mamãe você faz o melhor chocolate do mundo’”.

Para a cake design, o diferencial do ovo caseiro é o preço e a personalização. O problema, segundo ela, é a desvalorização do trabalho. “O ovo caseiro, apesar de ser mal visto, por conta de profissionais não usarem matéria-prima de primeira, ainda está um pouquinho em baixa. O que não deveria acontecer porque é um produto que pode ser personalizado. O ovo industrial não. É aquilo lá e pronto. Mas vale muito a pena fazer [ovo caseiro], é muito prazeroso. É gostoso ver uma pessoa feliz quando ganha um presente desses”, opina.

Passo-a-passo da receita
– Corte a barra de chocolate em pedaços;
– Derreta no micro-ondas (abaixo de 300g de chocolate, você coloca 30 segundos até derreter. Acima disso, um minuto).
–  Após derretido, coloque o chocolate em formas e leve à geladeira em um período entre cinco e dez minutos.
– Depois, vem o recheio: coloque uma camada generosa do recheio em cada casca, leva pra geladeira de novo, por uns 15 minutos, e depois dá outra camada de recheio. Uma camada de chocolate, uma de um recheio. No total, são três camadas.

Dani também produz ovo de chocolate cremoso (Foto: Ruan Melo/ G1)
Dani também produz ovo de chocolate cremoso (Foto: Ruan Melo/ G1)
Processo de produção dos ovos dura, em média, 30 minutos (Foto: Ruan Melo/ G1)
Processo de produção dos ovos dura, em média, 30 minutos (Foto: Ruan Melo/ G1)

FONTE: G1.



%d blogueiros gostam disto: