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Facebook é condenado a indenizar por difamação

Rede social pagará mais de R$ 7 mil a vereador que foi difamado em página de usuário da plataforma


A Facebook Serviços Online do Brasil foi condenada a pagar a um vereador a quantia de R$ 7.240 por danos morais porque ele foi vítima de calúnia e difamação, em página de um usuário da plataforma, e a rede social não excluiu de imediato o conteúdo, após denúncia. A decisão é da 11ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), que manteve sentença proferida pela comarca de Galileia (região Rio Doce).

 

O investigador de polícia e vereador de Galileia H.N.F. narrou nos autos que em 24 de março de 2014 foi informado de que uma página do Facebook, criada um dia antes por um estudante de Governador Valadares, difamava a imagem dos vereadores de Galileia. A página afirmava que eles eram pessoas que se vendiam e se esqueciam do povo e que o vereador H. tinha recebido R$ 20 mil para aprovar as contas do prefeito da cidade.

 

Usando a ferramenta de denúncia do próprio Facebook, o vereador informou a situação à rede social e pediu que a página fosse excluída e bloqueada. Outros amigos dele fizeram o mesmo. No entanto, segundo o vereador, o Facebook apenas excluiu o conteúdo depois de o político ter entrado com um pedido liminar na Justiça. Segundo H., as denúncias já haviam se espalhado pelas redes sociais e provocado grande repercussão na cidade.

 

Em sua defesa, o Facebook alegou que cumpriu a ordem da exclusão da página, logo após o deferimento da liminar e, entre outros pontos, afirmou que eventual responsabilidade deveria recair sobre o autor da página, passível de identificação. Disse ainda que a rede social não tem o dever de monitorar e/ou moderar o conteúdo disponibilizado por terceiros.

 

Normas jurídicas

 

Em Primeira Instância, o Facebook foi condenado a pagar ao autor R$ 7.240 por danos morais e recorreu. Reiterou suas alegações e afirmou que a entrada em vigor da Lei 12.965/14, conhecida como Marco Civil da Internet, indicava a necessidade “de juízo de valor prévio e decisão judicial específica para adoção de medidas”. E pediu a redução do valor da indenização, caso a condenação fosse mantida.

 

Ao analisar os autos, o desembargador relator, Marcos Lincoln, observou inicialmente que o Marco Civil da Internet não se aplica ao caso, uma vez que a regra de direito constitucional brasileiro é a da “irretroatividade das normas jurídicas”. Assim, como a lei entrou em vigor em 23 de junho de 2014 e a ação foi ajuizada em 07 de abril do mesmo ano, não seria possível aplicar suas disposições.

 

Na avaliação do relator, não restou dúvida de que as acusações na página do usuário afrontaram a honra e a imagem do vereador perante a coletividade, especialmente porque ele é investigador de polícia e vereador “de uma pequena cidade”. Assim, era incontestável a ocorrência do dano moral. Julgando adequado o valor fixado em Primeira Instância, manteve a sentença.

 

Os desembargadores Wanderley Paiva e Alexandre Santiago votaram de acordo com o relator.

 

Leia o acórdão e veja a movimentação processual.

FONTE: TJMG.


Mercado Central de BH comemora 85 anos neste domingo

Local recebe cerca de um um milhão e 300 mil visitantes por mês

Mercado

Com 410 lojas, mercado reúne os mais variados produtos

Um dos principais pontos turísticos de Belo Horizonte faz aniversário neste dia sete de setembro. O Mercado Central, que recebe cerca de um um milhão e 300 mil visitantes por mês, completa 85 anos.

No domingo (7) a celebração começa às 7h com uma missa. Em seguida será distribuído um bolo de 600 kg para os visitantes. A banda militar anima a festa a partir de 11h. A expectativa da direção do mercado é que cerca de 7.000 pessoas compareçam.

Para o diretor presidente do Mercado Central, José Agostinho Oliveira, o local já se consolidou como referência em turismo em Minas Gerais.

— O diferencial do mercado é o calor humano que não tem em espaço comercial nenhum. É onde o belo horizontino se sente em casa. Quando alguém recebe uma visita de fora sempre traz a pessoa aqui.

85 anos

Ainda dentro das comemorações de aniversário o local recebe a exposição Histórias e Memórias do Mercado Central que reúne objetos, fotografias e produtos que reproduzem o mercado de 1929, quando foi fundado. A exposição fica em cartaz no estacionamento, até o dia 6 de outubro, de segunda a sábado, de 9h às 17h, e aos domingos, de 9h às 13h. A entrada é gratuita.

Além disso, a Prefeitura de Belo Horizonte anunciou na última semana que irá digitalizar toda a documentação histórica do local, para que seja preservada e disponibilizada para a população.

História

Belo Horizonte tinha 31 anos, quando o então prefeito Cristiano Machado criou um lugar que centralizava os produtos voltados ao abastecimento alimentício da população, à época 47 mil habitantes. As duas grandes feiras da cidade, da Praça da Estação e a da praça da atual rodoviária, foram reunidas em um terreno de 14 mil metros quadrados, próximo à Praça Raul Soares. Assim nasceu o Mercado Central, em 7 de setembro de 1929.

O local funcionou até 1964 quando a prefeitura decidiu vender o terreno alegando impossibilidade de administrar a feira. Para impedir o fechamento do Mercado, os comerciantes do local se organizaram e compraram área e contruíram a estrutura atual, já que a condição da prefeitura era que a feira fosse fechada.

Atualmente o Mercado tem 410 dos mais diversos tipos de produtos: desde temperos que custam 60 mil por kg, lojas de móveis e salões de beleza. Diariamente, circulam no local 31 mil pessoas, entre segunda e sexta-feira. Aos sábados, o número de visitantes chega a 68 mil.

CLIQUE AQUI PARA IR À PÁGINA DO MERCADO CENTRAL!

Festa para os 85 anos do Mercado Central  de Belo Horizonte 

Atrativo reúne variedade de produtos, cores, sabores e cheiros

Projetado no centro de Belo Horizonte com o intuito de abastecer a cidade, o Mercado Central ganhou, ao longo dos anos, status de ponto turístico. Perto de completar 85 anos – a serem celebrados neste domingo –, o centro comercial é um local onde as pessoas encontram produtos típicos de Minas e vindos também de todo o mundo, além de vivenciar clima interiorano, com mais tempo para feirantes e clientes fazerem amizade.

O mercado conserva a tradição e a história da cidade, segundo Suely Mota, 50, que está à frente do Ponto do Queijo, loja especializada em queijos e outros derivados do leite, que o irmão herdou do pai. “As pessoas vêm por se sentirem mais à vontade. Elas querem tocar os produtos, estar em contato com os outros. É uma relação diferente. Ao contrário de um shopping, onde os clientes estão de passagem e vão com o intuito único de comprar, aqui, eles voltam para conversar”, conta a comerciante, entre interrupções para um habitual cumprimento aos cliente. Alguns vêm e compram um pedaço de queijo todos os dias, só para voltar”, diz.

Andar pelos corredores do mercado – que tem 400 lojas – sugere experimentar cores, sons, sabores e texturas. O local virou referência para quem procura produtos específicos, como artigos religiosos, ervas medicinais, açougue, aquários, artesanato, bebidas, condimentos, quitandas, plantas e laticínios.

Quem vive o cotidiano da capital mineira tem o mercado como um oásis. A pressa e confusão da cidade contrastam com o modo tranquilo de quem passeia pelo lugar, com olhos atentos a cada bazar. No Bar da Lora, a proprietária Eliza Fonseca já presenciou casais e amigos se conhecendo e conheceu turistas estrangeiros. Experiências que, para ela, tornaram-se grandes aprendizados.

“Faço amizades aqui. Fui madrinha de casamento de um casal que se conheceu no meu bar. Acho interessante essa multiplicidade de classes e de pessoas que passam pelo mercado todos os dias. Isso torna o meu trabalho mais divertido, e aprendo algo novo sempre”, diz.

Cachaça. A cada visita, há sempre algo novo a ser descoberto. O prédio octogenário é testemunha de histórias e causos. Na loja Cachaça de Minas, como relata a gerente Eny Borel, certa vez, um cliente levou uma garrafa de cada marca.

“Um rapaz chegou aqui extrovertido, perguntou quantas marcas tínhamos e disse que levaria todas. Encaramos a situação como brincadeira e começamos a sorrir. E, realmente, ele levou uma de cada – nove carrinhos de supermercado só de cachaça”, lembra a comerciante.

Festa vai distribuir 6.000 pedaços de bolo aos clientes

Uma grande festa está programada para nesta domingo, aniversário de 85 anos do Mercado Central. Às 7h, o bispo auxiliar da capital, dom João Justino, celebra missa na capela do local, no estacionamento.

Às 10h30, após os “parabéns”, cerca de 6.000 pedaços de bolos brownie serão distribuídos aos presentes. A típica festa de aniversário irá continuar com muita música, garantida pela banda “Universo em Desencanto”. O grupo se concentrará às 11h, na avenida Afonso Pena, no centro, e seguirá pela avenida Amazonas até chegar ao mercado.

Às 12h, clientes que participaram da promoção de aniversário concorrem ao sorteio de um carro-zero quilômetro. O vendedor do cupom sorteado vai receber três iPhones e uma moto.

Flash 1

Até 6 de outubro, a exposição “Histórias e Memórias do Mercado Central” exibe as origens do local. Objetos, fotografias e produtos estão à mostra no estacionamento, com entrada franca, no horário comercial.

Até 6 de outubro, a exposição “Histórias e Memórias do Mercado Central” exibe as origens do local. Objetos, fotografias e produtos estão à mostra no estacionamento, com entrada franca, no horário comercial.

Flash 2

A Costa Comércio e Frutas – com espécies exóticas e importadas – chama a atenção pelo simpático dono, Hermício Carvalho de Aguiar, 51. “A gente trabalha muito, ganha pouco, mas come o dia inteiro e faz amigos”, diz.

Bar da Lora

Eliza Fonseca, 45, a lora do Bar da Lora, assumiu o estabelecimento do pai após ele se aposentar. Então o local, que se chamava Lumapa Bar, adquiriu o apelido após as pessoas se referirem comumente ao local como o bar da Lora. A especialidade da casa é o jiló com fígado de boi.

Queijos e doces

Desde 1986 a Ponto do Queijo oferece derivados de leite, como queijos dos mesmos fornecedores e doce de leite mineiro. “Só aqui a gente encontra o clima de interior em plena cidade. Alguns clientes vêm aqui desde que o início da loja”, diz Suely Mota, 50, uma das gerentes do negócio familiar.

Pimentas e prosa

Silvio Martins Ferreira, 33, está há dez anos no Mercado Central. “Eu abri minha loja (com todo tipo de condimentos) aqui por causa da experiência do meu sogro. Eu gosto do que faço, do contato diário com as pessoas. E o meu trabalho proporciona isso. Tem dias que alguns clientes vêm para conversar, saber como estou e falar da vida, e não para comprar. A gente cria essas relações de amizade”, revela o comerciante.

História

O Mercado Central surgiu em 7 de setembro de 1929, quando as primeiras barracas foram montadas. Em 1964, o terreno foi comprado por comerciantes que formaram uma cooperativa. Em 1969, foi concluída a construção de um galpão coberto – uma imposição feita pela prefeitura.

ANIVERSÁRIO
É dia de festa no mercado

O passeio ao Mercado Central é obrigatório para a família Gomes Vieira, de Sabará, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Uma vez por mês, sempre aos sábados, o casal Geraldo e Antonina dá as mãos aos gêmeos Isac e Sofia, de 11 anos, e, juntos, pegam a estrada em direção ao patrimônio cultural, histórico e gastronômico que comemora hoje 85 anos. “Cumprimos um ritual com os filhos desde que eram pequenos. Almoçamos, comemos abacaxi e depois saboreamos algumas empadas. Isso é sagrado! Só então voltamos para casa”, contou ontem Antonina, técnica em patologia, ao visitar a exposição comemorativa do aniversário. O domingo começa com missa (veja programação) e terá o tradicional parabéns com distribuição de bolo.
Na mostra Histórias e memórias do Mercado Central, que vai até 6 de outubro, a família de Sabará observou a linha do tempo, com fotos e informações detalhadas, e deixou recado no espaço disponível para os visitantes. “Gosto muito dos doces daqui”, comentou Sofia, com um sorriso. Muito esperta, escreveu que o mercado é polo forte em economia e diversão. Enquanto isso, Isac aproveitava o rolo de papel para registrar a importância do comércio.
Acompanhando a movimentação nos corredores, o presidente do polo de compras, José Agostinho Oliveira Quadros, conhecido como Nem, resumiu a sua satisfação: “Não consigo enxergar Belo Horizonte sem o Mercado Central”. Comerciante há 50 anos no local, ele explicou que a história do mercado de Belo Horizonte começou, na verdade, em 1900. “Ele tem 114 anos, é quase da idade de BH. Os 85 anos se referem à instalação aqui na Avenida Augusto de Lima”, disse. 

PREFERÊNCIA Orgulhoso do espaço, José Agostinho lembrou que na Copa do Mundo passaram pelos corredores cerca de 160 mil turistas de vários países e estados brasileiros. O superintendente Luiz Carlos Braga contou que, atualmente, são 400 lojas e público diário de 31 mil pessoas, número que dobra nos sábados (68 mil). Entre os frequentadores, estão as irmãs Diva Carvalho, analista de sistemas e moradora do São Cristóvão, e Fátima Carvalho, professora, do Bairro Floresta. “O aroma do Mercado é inigualável. O lugar é ótimo para a cervejinha gelada e petiscos”, afirmou. Para Diva, nada se compara à hospitalidade.

 

 

PROGRAMAÇÃO DE HOJE

7h – Missa em ação de graças celebrada pelo bispo auxiliar da Arquidiocese de BH, 
dom João Justino

10h30 –Parabéns e 
distribuição do bolo

11h – Chegada da Banda Universo em Desencanto, com 250 integrantes desfilando pelos corredores do Mercado Central

12h – Sorteio da compra 
premiada (carro zero quilômetro e três iPhones 5S)

 

FONTE: Estado de Minas, O Tempo e R7.


Olá, pessoal.

Nesses novos tempos de grandes promessas e descobertas, de grandes mudanças de paradigmas, por vezes nos chegam notícias e convites tentadores.

Mude de vida, emagreça dormindo, fique rico em um mês, rejuveneça 20 anos, ganhe dinheiro sem sair de casa, descoberto o segredo das estrelas da TV, conquiste a mulher que você quiser, conquiste a independência financeira sem esforço, como ganhar na loteria, etc.

São muitas as promessas de ganhar algo que muito se quer sem muito esforço (às vezes sem nenhum – pode ser até dormindo… 😀 ), e a grande maioria nos chega pela internet, via e-mail.

Cautela e caldo de galinha não fazem mal a ninguém, já dizia minha avó (a sua também, provavelmente). E como disse Zé Ramalho, se fosse fácil, todo mundo era; se fosse muito, todo mundo tinha; se fosse raso, ninguém se afogava; se fosse perto, todo mundo vinha (Filhos do câncer).

Em suma: NADA EXISTE QUE NÃO EXIJA ESFORÇO.

Entenda, para emagrecer você precisa fazer algum sacrifício, alguma “força”.

Para ganhar dinheiro (honestamente) você precisa fazer por onde, precisa trabalhar, precisa produzir algo.

Para conquistar a mulher que você deseja é preciso que você seja interessante para ela, não existe isto de você usar certa fragrância e o mulherio todo cair aos seus pés. Uma carteira recheada costuma funcionar com algumas, mas isto é outra história… 😀

E a que está mais em voga atualmente: GANHAR MUITO DINHEIRO NA INTERNET. É tentador, né? Mas a grandessíssima maioria é FRAUDE. Não é apenas fraude na proposta, é fraude também e principalmente no pagamento (captura dos seus dados pessoais e do cartão de crédito).

Internet-lucros-falso-mentira

Como funciona? O gatuno constrói um site muito bem feito e chamativo, anuncia uma proposta tentadora (ganhar muito dinheiro sem fazer quase nada), coloca um preço baixo (todas as propostas que vi até hoje vendem ‘cursos’ ou ‘técnicas’ para ficar rico ou ganhar muito dinheiro sem esforço por algo entre R$ 50,00 e R$ 300,00).

Exemplo (e-mail que eu recebi – redirecionei os links para o Google para o caso de algum desavisado clicar neles):

O problema é que… existem muitas fraudes por aí e as chances de encontrar um programa legítimo que você pode ganhar dinheiro é quase impossível. Até agora …

Há pouco tempo atrás, você visitou o site Fazer Dinheiro Na Internet, um dos programas de trabalho em casa de crescimento mais rápidos do mundo. Mas, por um motivo ou outro, você decidiu não se inscrever.

Entendemos sua hesitação, é por isso que oferecemos uma garantia de reembolso de 365 dias. Basicamente, se você não ganhar dinheiro, você não paga! Então, o que você tem a perder?

Além disso, nós abaixamos o preço para R$49!

Arrisque R$49 para potencialmente mudar a sua vida? Eu acho que vale a pena o risco! E você?

Abaixo está o link para se inscrever e você terá acesso imediato:

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Boa sorte!

Fazer Dinheiro Na Internet
Equipe de suporte

Resumindo, a proposta é apenas um chamativo para que você, se interessando por ela, se descuide da segurança e, por sua própria vontade, sem violência ou grave ameaça, forneça aos golpistas o número do seu cartão, o código de segurança, sua senha e seus dados pessoais.

A isca é interessante, geralmente a vítima pensa: “Mas será que não é golpe? Ah, vou tentar, parece muito convincente, se não funcionar pelo menos perco pouco”.

Você perde o dinheiro da compra (relativamente pouco) e seus dados financeiros (isso é muito).

Abaixo um vídeo de um profissional que “vive da internet”, mas honestamente. E muita atenção: ESTE É SOMENTE UM DOS SITES DOS GOLPISTAS. Fuja de qualquer um que prometa “casa, comida e roupa lavada” sem pagar nada (ou pagando pouco demais).

Alguns outros pilantras já identificados como golpistas (desativei os links):

http://www.economicalerts.com

http://www.lucrosnarede.com

http://www.novi-negocio.com/6hl/

http://www.7webnews.com

http://www.noticias7web.com/artigo.html

http://qualityjobfinder.com/

http://onlinecareerdigest.com/

http://newsdaily7report.com/

http://ca.onlineconsumerlifestyle.com/money/

http://theglobalexaminer.com/

http://homestaffingjobs.com/

http://www.stayathomeincomes.com/moms.htm

http://stunninglifestyle.com/

http://sucessosdainternet.com

w3gamesformore.com

http://ganhelucrosemcasa.com/017/found.asp

http://reporterdoconsumidor.org/dinheiro/1m/index.html# i

Com informações dos blogs de Cleisson Ferreira e Maicon Rissi.

Marcelo Gerais – Belo Horizonte


O leitor Tarcísio entrou em contato com o UOL Tecnologia, pois está enfrentando problemas com seu navegador Internet Explorer 9. De acordo com ele, toda vez que tenta abrir algum link, a nova aba aparece em branco, sem exibir o conteúdo do site.

De acordo com o suporte técnico da Microsoft, o problema pode ter várias origens. A mais comum, entretanto, estaria ligada ao cache do navegador. Quando o usuário navega pela internet, seu browser vai registrando diversos dados, armazenando arquivos temporários. Todos esses dados ficam armazenados no cache – o qual, quando fica muito cheio ou repleto de informações inúteis, pode comprometer a navegação de diversas formas (inclusive, abrir abas em branco).

Por isso, a solução pode ser a limpeza do cache.

1. Ao abrir o navegador, clique no ícone que aparece como uma engrenagem, localizado no canto direito da tela. Depois selecione “Opções da Internet”.

2. Na nova janela, clique na opção “Excluir…” localizada ao lado de “Configurações”.

3. Agora marque as duas primeiras opções para fazer a limpeza do cache e também de cookies. São elas: “Arquivos de Internet Temporários e arquivos de site” e “Cookies e dados de sites”.

4. Agora clique em “Excluir” para poder confirmar a ação. Após fazer a limpeza do cache, o navegador avisará que efetuou a ação solicitada, e o usuário poderá voltar a utilizar o Explorer.

FONTE: UOL.



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