Antequam noveris, a laudando et vituperando abstine. Tutum silentium praemium.

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Na edição deste blog procuramos divulgar notícias e fatos que tenham relação direta ou indireta com o DIREITO, principalmente, e também há espaço para notícias e fatos interessantes e de grande repercussão. Evitamos o “sangue” que jorra de alguns jornais. Por isto pedimos desculpas pela veiculação da notícia que segue, mas não podíamos fingir que não vimos. Mais médicos vão resolver este caso (e outros parecidos)? 😦

 

A polícia vai investigar a denúncia de uma família do Espírito Santo, que teria sido orientada por funcionários do Hospital Menino Jesus, na cidade de Itapemirim, a guardar o corpo de um recém-nascido na geladeira de casa até o enterro. A família contou que o parto foi prematuro e que o bebê ficou por oito horas no refrigerador até ser sepultado.

Segundo o hospital, foi formada uma comissão para investigar o caso. Já a Prefeitura de Itapemirim esclareceu que a unidade de saúde não acionou a assistência social após a morte da criança.

A mãe contou que estava grávida de um casal, e que um dos bebês morreu dez minutos após o nascimento. Ela foi transferida para outro hospital, para tentar dar à luz ao segundo filho, que também não resistiu. Ainda segundo a mulher, o bebê foi entregue ao pai em uma caixa de papelão, para ser levado para casa e colocado na geladeira.

FONTE: Itatiaia.


Na falta de um computador, vale a criatividade mesmo! Um mendigo canadense, identificado como “Ganjdalf The Green”, usou e abusou dela pra criar o seu perfil no Facebook. Usando o bom humor, um pedaço de papelão e uma caneta hidrocor, esse morador de rua fez a sua “timeline”, identificando quantos amigos tem, quantos inimigos e quais são os seus demônios.

Nas postagens mais recentes, ele mostra que tem sua fazendinha de maconha, no app Potfarmville, e e ainda conta que seus amigos estão jogando Prisonville. Além disso, na timeline de Ganjdalf ainda tem um espaço destinado aos grupos de que ele faz parte e, claro, um pedido de dinheiro bem no topo, com um baldinho pra recolher os donativos na parte de baixo.

 

FONTE: O Tempo.


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