Antequam noveris, a laudando et vituperando abstine. Tutum silentium praemium.

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Metrô de BH adere à greve geral nacional e também irá parar na próxima sexta-feira

Divulgação/CBTU

O transporte público de Belo Horizonte vai parar na próxima sexta-feira. Em assembleia realizada nesta terça, na Praça da Estação, no Centro de Belo Horizonte, os metroviários da capital seguiram a decisão tomada nessa segunda pelos rodoviários e aderiram à greve geral nacional, convocada por várias centrais sindicais em protesto contra a Terceirização e as reformas da Previdência e Trabalhista propostas pelo governo Michel Temer.

De acordo com o Sindicato dos Empregados em Transportes Metroviários e Conexos de Minas Gerais (Sindimetro-MG) a paralisação irá começar a partir da meia-noite de sexta-feira e durará o dia inteiro.

A Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU) não se manifestou sobre a paralisação de sexta-feira.

Ônibus

Em assembleia realizada nessa segunda-feira, o Sindicato dos Trabalhadores em Transporte Rodoviário de Belo Horizonte e Região Metropolitana decidiu que os ônibus não irão circular na sexta-feira.

De acordo com a decisão do sindicato, nenhum ônibus deixará as garagens. A paralisação também deve afetar os coletivos de outras cidades da Região Metropolitana de BH.

Por conta das medidas do governo federal, oito centrais sindicais, que juntas representam 10 milhões de trabalhadores, prometem realizar a maior paralisação dos últimos 30 anos, que incluirá diversos setores da sociedade, como transporte público, servidores da saúde e da educação, além de bancários.

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FONTE: Itatiaia.


Motoristas e cobradores fazem paralisação nesta segunda-feira em Belo Horizonte

Protesto é contra Projeto de Lei que elimina a função de cobradores. Sindicato da categoria estima perda de 3 mil empregos

greve ônibus
Cobradores e motoristas do transporte público de Belo Horizonte vão paralisar as atividades a partir das 3h desta segunda-feira. O protesto, por tempo indeterminado, é contra um projeto de lei que está nas mãos do prefeito Marcio Lacerda, visto pela categoria como uma ameaça de extinção do cargo de cobrador. De acordo com o diretor do Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários de Belo Horizonte (STTR-BH), Denilson Dorneles, haverá mobilização nas garagens de todas as 48 empresas de ônibus da capital.

O movimento começará a partir das 3h nas portas das garagens. Às 14h, está previsto um ato na prefeitura, quando também haverá assembleia para definir os próximos passos do movimento, como a duração da paralisação. O protesto atinge todas as linhas convencionais que operam na capital, além do sistema BRT/Move.

De autoria do vereador Autair Gomes (PSC), o Projeto de Lei 1881, aprovado em segundo turno na Câmara dos Vereadores de BH no início da semana passada, autoriza a instalação de “mecanismos que facilitem o pagamento com créditos eletrônicos, em especial no que se refere aos procedimentos de aquisição de cartões e recarga de créditos”. A medida é válida para todas as linhas convencionais e do sistema BRT. A lei ainda revoga o artigo 3º da Lei 8224/2001, que garante que “cada veículo destinado ao transporte coletivo regular de passageiros será operado, em todo seu itinerário, no mínimo, por um motorista e um agente de bordo”, e ainda suprime outro artigo que previa a manutenção do emprego do cobrador quando nova tecnologia for implantada.

Na avaliação do diretor do sindicato dos rodoviários, a medida é uma ameaça ao emprego dos seis mil agentes de bordo que atuam nas 48 empresas da capital. Ele estima que ao menos três mil vagas devem ser extintas caso o prefeito sancione a lei. “Nós não concordamos com esta ideia. Já estamos vivendo uma crise econômica e colocar o emprego de mais de três mil pessoas em risco é inaceitável”, argumenta Denilson Dorneles.

Ainda segundo o sindicalista, o movimento deve ter adesão de 98% da categoria. Segundo Denilson, a expectativa de adesão é alta porque os motoristas também são contra o fim da presença do agente de bordo. “Além do problema do desemprego, este acúmulo de função prejudica o trabalho do motorista, que tem que prestar a atenção no embarque e desembarque dos passageiros”.

FONTE: Estado de Minas.

Servidores do TJMG e TJMMG entram em greve e fazem manifestação em BH
Entre as reivindicações, está a exigência de um reajuste de salário com inflação e o envio ao Poder Legislativo de Anteprojeto de Lei instituindo o Auxílio-Saúde para os servidores ativos e aposentados

tj

Os servidores do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) e do Tribunal de Justiça Militar (TJMMG) entraram em greve nesta quarta-feira (23). Para marcar a decisão, os profissionais realizaram uma manifestação em frente ao tribunal na avenida Raja Gabáglia, no bairro Luxemburgo, na região Centro-Sul da capital.

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Segundo informações do Sindicato dos Servidores da Justiça de 2ª Instância do Estado de Minas Gerais (Sinjus-MG), os profissionais exigem um reajuste de salário com a inflação e o envio ao Poder Legislativo de Anteprojeto de Lei instituindo o Auxílio-Saúde para os servidores ativos e aposentados.

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Além disso, a categoria também pede a formalização de acordo para compensação/anistia dos dias parados durante a greve de 2011, com a devolução dos valores descontados.
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Outra exigência dos grevistas é a suspensão dos processos administrativos contra os serventuários. A reportagem tentou contato com o TJMG, mas ninguém foi encontrado para falar sobre o assunto.

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FONTE: O Tempo.


ÚLTIMA ATUALIZAÇÃO: 10/06/2015, 18:20.

16:34

Segundo a assessoria dos rodoviários,  haverá uma reunião com o Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros de Belo Horizonte (Setra-BH)  às 16h nesta quinta-feira (11) para discutir impasse sobre o pagamento do valor integral relativo à Participação nos Lucros e Resultados (PLR).

16:31

A greve dos rodoviários será suspensa a partir das 00h desta quinta-feira (11), segundo a assessoria dos rodoviários.

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10/06/2015

07:44

Na Estação São Gabriel, os grevistas não estão deixando os ônibus saírem.

07:40

Estações Barreiro e Diamante estão paralisadas; as linhas do DER operam na parte externa dos terminais.

07:40

Manifestantes impedem a operação das linhas troncais na estação Pampulha. As linhas alimentadoras operam parcialmente e vão até a área central.

07:28

De acordo com a BHTrans, a Estação Venda Nova está paralisada. Os motoristas das linhas alimentadoras orientados a seguir a Vilarinho para que os passageiros consigam seguir para o centro de Belo Horizonte.

07:24

Move metropolitano e outras linhas gerenciadas pelo DER estão operando, mas do lado externo das estações.

07:04

Ainda não há confirmação sobre os números das linhas que não estão rodando em Belo Horizonte nesta quarta-feira.

Greve na quarta-feira pode ter cerca de 1 mil ônibus parados em Belo Horizonte

Nesta terça-feira, pelo menos 50 linhas de ônibus deixaram de circular durante a madrugada. Ao longo do dia, a paralisação perdeu força, e apenas a Estação São Gabriel ainda é afetada pela paralisação

 

Jair Amaral/Em/DA Press

Depois de encontro com a BHTrans, nesta terça-feira, e a manutenção do impasse na negociação com as empresa de ônibus, o Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários (STTR) pretende entrar em greve com indicativo de que pelo menos 1 mil ônibus deixem de circular em Belo Horizonte na quarta. Com paralisações localizadas, desde a segunda-feira, o protesto atingirá toda categoria. De acordo com o presidente do sindicato, Ronaldo Batista, 470 ônibus deixaram de circular na capital desde do início da manhã e esse número irá mais que dobrar amanhã.  
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Pela manhã, o presidente da BHTrans, Ramon Victor Cesar, se reuniu com o presidente do STTR para ouvir as reivindicações. O encontro aconteceu às 11h e terminou por volta das 12h30. Segundo Batista, foi uma reunião informal, visto que as negociações trabalhistas acontecem diretamente com as empresas. Cesar ouviu as reivindicações da categoria, que pediu uma intervenção da empresa junto ao sindicato patronal. Também pode haver uma mediação por parte do Tribunal Regional do Trabalho (TRT). 
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Os trabalhadores protestam contra o não pagamento da Participação nos Lucros e Resultado (PLR). De acordo com o STTR, até o momento não houve nenhuma manifestação do patronal. Já o Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros de Belo Horizonte (Setra-BH) afirma que o pagamento da PLR foi adiado, não cancelado, e que aguarda a definição da BHTrans sobre um relatório enviado na semana passada, onde demonstra, por meio de notas fiscais dos custos de operação do sistema, que as empresas estão operando no vermelho.
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Linhas voltam a circular
Nesta terça-feira, pelo menos 50 linhas de ônibus deixaram de circular durante a madrugada, o que retirou das ruas mais de 500 veículos. Ao longo do dia, a paralisação perdeu força e, às 16h, as estações Diamante, Barreiro, Venda Nova, Vilarinho e José Cândido já funcionavam normalmente. Apenas a Estação São Gabriel ainda é afetada pela greve, com as linhas 806 e 811 operando parcialmente..
16:05

Novo boletim: a BHTRANS informa que as Estações Diamante, Barreiro, Venda Nova, Vilarinho e José Cândido estão funcionando normalmente. Na Estação São Gabriel, apenas as linhas 806 e 811 operam parcialmente. As demais linhas da Estação São Gabriel operam normalmente. Agentes da BHTRANS estão orientando os usuários e monitorando as estações e o trânsito.

15:52
A BHTRANS emitiu nota no meio da tarde desta terça-feira (9), sobre a reunião realizada na manhã de hoje na sede da Empresa com o Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários.
“A BHTRANS informa que, em reunião realizada na manhã de hoje na sede da Empresa, solicitou ao Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários o fim da greve que atinge parte do sistema de transporte coletivo em Belo Horizonte. A BHTrans alega que uma questão interna – o não pagamento aos rodoviários da Participação nos Lucros e Resultados (PLR) de 2014 -, prevista no Acordo Coletivo de Trabalho vigente entre os trabalhadores e as concessionárias, não pode prejudicar os usuários do sistema de transporte urbano, bem como o funcionamento normal das atividades urbanas. Por outro lado, a BHTRANS confirma que recebeu da entidade patronal, o SETRA BH – Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros de Belo Horizonte – estudo técnico que busca demonstrar a necessidade imediata de revisão contratual. Considerando a complexidade dos estudos apresentados, a exigir avaliação aprofundada por parte do órgão regulador, não se justifica condicionar o pagamento da PLR às conclusões da referida avaliação.”
13:10

A reunião entre representantes da BHTrans e os trabalhadores do sistema rodoviário de Belo Horizonte, acabou agora há pouco. Em conversa entre o presidente do sindicato Ronaldo Batista, e o presidente do órgão municipal de trânsito Ramon César, ficou decido que o Tribunal Regional do Trabalho deve realizar uma audiência para intermediar as negociações entre a categoria e os patrões. Segundo a assessoria do sindicato, enquanto não houver uma decisão, a paralisação dos ônibus em Belo Horizonte vai continuar nesta quarta-feira (10).

11:47

Rodoviários querem que as empresas de ônibus paguem o valor referente à Participação nos Lucros e Resultados (PLR). O presidente do STTRBH está reunido com o presidente da BHTrans para falar sobre a reivindicação da categoria.

10:36

Em nota, a BHTrans informou que o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários de Belo Horizonte (STTRBH), Ronaldo Batista de Morais, será recebido pelo presidente da empresa que gerencia o trânsito na capital, Ramon Victor Cesar, em virtude da mudança de agenda do prefeito Marcio Lacerda. O encontro acontece às 11h e será fechado. “O presidente da BHTrans irá ouvir as motivações dos rodoviários para o movimento de paralisação parcial das linhas municipais”, diz o comunicado.

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FONTE: Estado de Minas e O Tempo.


ÚLTIMA ATUALIZAÇÃO: 09/06/2015, 19:40.
SINDICATO MANTÉM GREVE NA TERÇA E QUARTA
VEJA AQUI!
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09/06/2015
07:26

Na empresa Torres, 138 veículos não saíram. As linhas são:

5503A (Goiânia A), 5503B (Goiânia B), 9105 (Nova Vista/Sion), 9211 (Caetano Furquim/Havaí), 9214 (Caetano Furquim/Havaí via Alto Havaí), 9250 (Caetano Furquim/Nova Cintra via Savassi), 9208 (Taquaril/Conjunto Santa Maria), 8102(União/Carmo Sion), 815 (Estação São Gabriel/Conjunto Paulo VI), 85 (Estação São Gabriel/Centro via Floresta), 83P ((Estação São Gabriel/Centro – Paradora) e 5506A (Ribeiro de Abreu).

07:11

Na Turilessa, há 117 veículos parados. As linhas afetadas são:

9103 (Santa Teresa/Santo Antônio), 9210 (Santa Teresa/Prado), SC04A (Santa Casa/Savassi/Rodoviária A), SC04B (Santa Casa/Rodoviária/Savassi B), SC02B(Savassi/Praça 7 via Santa Casa – Praça da Liberdade), 9209 (Sagrada Família/Gutierrez), 9550 (Casa Branca/São Francisco via Estação José Cândido),9411 (Casa Branca/São José), 8501 (Maria Goretti/Engenho Nogueira via Ouro Preto), 806 (Estação São Gabriel/Vista do Sol via Nazaré), 811 (Estação São Gabriel/Vista do Sol via PUC), 705 (Estação São Gabriel/São Tomaz), 9410(Sagrada Família/Coração Eucarístico), 9501 (São Lucas Jaraguá) e 9204 (Santa Efigênia/Estoril)

06:42

A greve desta terça-feira afeta as garagens das empresas Turilessa, Torres, Sagrada Família e Jardins. De acordo com o STTRBH, 522 ônibus não estão rodando.

06:41

Nessa segunda-feira, 48 linhas foram afetadas pela paralisação.

06:28

O sindicato ainda não informou quais linhas foram afetadas pela paralisação desta terça-feira.

06:25

Na manhã desta terça-feira, três garagens que ficam próximas a Sabará, na região metropolitana de Belo Horizonte, e uma que fica em Venda Nova, estão paradas. De acordo com o Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários de Belo Horizonte e região (STTRBH), a paralisação afeta os coletivos que rodam na capital

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08/06/2015
23:17

Com o retorno dos rodoviários ao trabalho, no início da noite desta segunda-feira (8), a cobertura desse primeiro dia de paralisação é encerrada. Porém, o Sindiato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários de Belo Horizonte e região (STTRBH) informou que a categoria voltará a cruzar os braços no início dessa terça (8).

19:11

O funcionamento das estações do Barreiro e Diamante está normalizando no início da noite desta segunda (8), de acordo com a BHTrans.

17:30

A greve dos rodoviários será mantida nesta terça-feira (9), segundo o Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários de Belo Horizonte e região (STTRBH).

17:24

Greve de rodoviários afeta algumas linhas da estação Barreiro e Diamante, de acordo com a Bhtrans.

17:24

As estações Pampulha, São Gabriel, Venda Nova e Vilarinho estão funcionando normalmente na tarde desta segunda-feira (6), segundo a Bhtrans.

16:44

Manifestantes ocupam uma faixa da av. Amazona, próximo ao viaduto Silva Lobo. Ato acontece em protesto à morte de um motorista de ônibus, segundo as informações da Polícia Militar.

15:07

Segue parcial a paralisação dos Rodoviários em Belo Horizonte. Último boletim da BHTrans confirmava a volta das Estações Barreiro e Diamante somente com as linhas do DER

12:55

Linhas 607, 636 e 642 voltam a operar, segundo a BHTrans

12:43

A BHTRANS informa que as estações Venda Nova e Vilarinho estão funcionando normalmente. As Estação Pampulha e São Gabriel estão retomando a operação. As Estações Barreiro e Diamante continuam operando somente com as linhas do DER.

 

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BH terá greve de ônibus nesta segunda-feira

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Os ônibus que prestam transporte coletivo em Belo Horizonte estarão parados nesta segunda-feira. O Sindicato dos Rodoviários confirmou que, à 0h, começa uma greve da categoria sem previsão para acabar. “A ideia é segurar a paralisação até que os patrões efetuem o pagamento da PLR, ou que pelo menos entrem em um acordo para pagar rapidamente”, afirmou Carlos Henrique, diretor de comunicação do sindicato.
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A razão para a greve é o descumprimento dos patrões de um acordo firmado com os trabalhadores em março. Na época, ficou combinado que o pagamento de Participações nos Lucros e Resultados (PLR) seria pago integralmente até o quinto dia útil de junho. “Porém, o Sindicato foi surpreendido com um ofício do sindicato patronal (Setra-BH) informando o não pagamento do PLR na data prevista na Convenção”, afirma o presidente do STTRBH, Ronaldo Batista. No comunicado, os patrões alegam que não tem condições financeiras de cumprir com o acordo firmado há três meses. 
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A paralisação incluí todos os ônibus de empresas de Belo Horizonte, inclusive aqueles do Move, mas não os ônibus metropolitanos, já que em boa parte das cidades da Região Metropolitana a PLR foi paga aos funcionários regularmente.
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BH pode ter greve de ônibus na próxima segunda-feira, diz sindicato

Motivo para a paralisação seria o não pagamento da participação nos lucros aos funcionários por parte das empresas

Usuários do transporte público da capital devem se programar para uma possível paralisação de linhas de ônibus a partir da 0h de segunda-feira (8). O Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários de Belo Horizonte e região (STTRBH) informou que algumas empresas não cumpriram com o acordado na convenção da categoria.

“Durante a campanha salarial, foi acertado o pagamento de participações nos lucros e resultados aos trabalhadores de forma integral, até o quinto dia útil do mês de junho. Porém, na última quarta-feira (3), recebemos um ofício do sindicato patronal informando o não pagamento na data prevista”, explicou o presidente do STTRBH, Ronaldo Batista. Hoje haverá uma reunião para definir como será o protesto.

Na convenção realizada no início deste ano ficou acertado que os trabalhadores rodoviários com remuneração acima de R$ 1.188 deveriam receber, até o quinto dia útil de junho e em parcela única, R$ 347,52. Aqueles que recebem menos de R$ 1.188 têm direito a R$ 173,76.

Apesar de ainda não ter a definição de quais linhas ficarão paradas, a diretora da Associação dos Usuários de Transporte Coletivo de Belo Horizonte e região metropolitana, Gislene dos Reis, espera que a população não sofra com o ato. “Entendemos como justa a manifestação, mas esperamos que as pessoas consigam utilizar o transporte público”, defendeu.

A reportagem tentou contato com o sindicato patronal e com a prefeitura da capital, mas nenhuma das assessorias atendeu às ligações.

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FONTE: O Tempo.


ÚLTIMA ATUALIZAÇÃO: 29/05/2015, 06:15.

CONFIRMADO PELA REPORTAGEM AGORA, AO VIVO – o metrô não está funcionando, as estações estão fechadas. Preparem-se para a bagunça, com trabalhadores perdendo horário e dia de serviço.

ÚLTIMA ATUALIZAÇÃO: 28/05/2015, 18:15.

TRT determina escala mínima durante paralisação do metrô de BH, nesta sexta-feira

Decisão ainda obriga trabalhadores a cumprir o total da capacidade operacional durante os horários de pico. A multa em caso de descumprimento da liminar é de R$ 100 mil

 

Emerson Campos/Portal Uai/D A Press

O metrô de Belo Horizonte deverá funcionar normalmente nos horários de pico e com pelo menos 50% das operações nos demais horários, durante a greve desta sexta-feira. A determinação de escala mínima do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 3ª Região veio de uma decisão, em caráter liminar, acerca da ação cautelar ajuizada pela Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU) contra o Sindicato dos Empregados em Empresas de Transportes Metroviários e Conexos de Minas Gerais (Sindimetro).

O Sindimetro confirmou adesão a paralisação nacional convocada pelas centrais sindicais. O movimento é contra o Projeto de Lei da Terceirização (PL 4330/PLC 30) e o plano de ajustes fiscais que visa alterar a metodologia de benefícios como o seguro desemprego e a pensão por morte.Na decisão, o desembargador José Murilo de Morais, afirmou que, apesar de assegurada pela constituição, a greve também tem seus limites estabelecidos pelo texto. “Embora se trate de paralisação de 24 horas, não resta dúvida quanto às prováveis perturbações que acarretará nos serviços metroviários”, diz.

De acordo com o Sindimetro, o sindicato ainda não recebeu nenhuma notificação e não poderá se posicionar a respeito da decisão do tribunal.

Além da capacidade operacional estabelecida para os diferentes horários, o desembargador lembrou que o Sindicato não cumpriu decisões em outros casos e também estabeleceu multa diária de R$ 100 mil reais em caso de descumprimento da liminar. Quanto ao valor, Morais afirma “que se mostra adequado diante do caráter essencial da atividade a ser atingida pela paralisação e dos reiterados descumprimentos de ordens judiciais anteriores pelo Sindicato”.

 

Sindicato anuncia paralisação do metrô de Belo Horizonte para a próxima sexta-feira, 29/05/2015

Metroviários vão se juntar a paralisação nacional convocada pelas centrais sindicais que criticam a PEC da terceirização e ajustes fiscais

 
Sidney Lopes/EM/D.A Press

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O funcionamento do metrô de Belo Horizonte será paralisado na próxima sexta-feira. A informação foi confirmada nesta tarde pelo Sindicato dos Metroviários de Minas Gerais (Sindmetro/MG) que confirmou adesão a paralisação nacional convocada pelas centrais sindicais. O movimento é contra o Projeto de Lei da Terceirização (PL 4330/PLC 30) e o plano de ajustes fiscais que visa alterar a metodologia de benefícios como o seguro desemprego e a pensão por morte. O metrô deverá voltar ao seu funcionamento normal no sábado.
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Em nota, a Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU), disse que já ajuizou ação cautelar perante o Tribunal Regional do Trabalho requerendo que seja determinada a suspensão da paralisação programada ou o cumprimento do disposto legal que estabelece a manutenção de escala mínima para as atividades consideradas essenciais, como é o caso do sistema metroviário.
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Ainda conforme a CBTU, se confirmada a paralisação geral, o movimento prejudicará cerca de 220 mil usuários que utilizam o sistema de metrô diariamente, comprometendo o deslocamento das pessoas e gerando prejuízos à população.

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GREVE GERAL

Além do metrô, escolas, Correios e outros órgãos devem parar na sexta

Escolas estaduais e municipais de BH, Contagem e Betim, e órgãos até mesmo do governo federal deverão aderir ao movimento; Informação foi divulgada nesta quarta-feira (27) pelos sindicatos das categorias

greve geral

Veja a convocação para a greve geral

.Contra o Projeto de Lei 4.330 — que pretende alterar as regras para a terceirização — e as Medidas Provisórias 664 e 665, aprovadas no início do mês no Congresso Federal e que alteram alguns benefícios trabalhistas, diversos servidores públicos de Belo Horizonte no âmbito municipal, estadual e federal deverão aderir ao movimento da Greve Geral, que acontece nesta sexta-feira (29) em todo o país. Entre os serviços que deverão paralisar estão o metrô, escolas estaduais e municipais, os Correios, entre outros.

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De acordo com o Sindicato dos Empregados em Empresas de Processamento de Dados, Serviços de Informática e Similares do Estado de Minas Gerais (Sindados-MG), funcionários serviços de informática da Prefeitura de Belo Horizonte, do Estado e de órgãos federais paralisarão.

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Entre as entidades que participarão do ato estão a Empresa de Informática e Informação do Município de Belo Horizonte (Prodabel), Companhia de Tecnologia da Informação do Estado de Minas Gerais (Prodenge), Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência Social (Dataprev), do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) e da empresa Datamec. Ainda segundo o Sindados, funcionários de call center’s também deverá participar do protesto.

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Ainda conforme o sindicato, a previsão é de que os funcionários da saúde da PBH, que já estão em greve desde o início da semana, e da área de turismo também deverão aderir à greve geral. Professores estaduais e municipais da capital mineira e das cidades de Contagem e Betim, ambas na região metropolitana, também estão sendo convocados pelo Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação (Sind-UTE). Porém, ainda não há informações se, no dia, realmente não haverá aulas.

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Os servidores dos Correios também estão sendo convocados para a grande manifestação pelo Sindicato dos Trabalhadores nas Empresas de Correios, Telégrafos e Similares do Estado de Minas Gerais (Sintect-MG). Procurada pela reportagem, a assessoria da empresa federal confirmou que sabe da grande mobilização, mas ainda não tiveram a informação se os trabalhadores irão aderir. Apesar disso, por se tratar de um movimento de um único dia, a expectativa é de que os serviços à população não sejam prejudicados.

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Além disso, o Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) também estará presente em Belo Horizonte e integrará a manifestação. A previsão é de que o trânsito seja fechado nas avenidas Amazonas e Cristiano Machado no dia. A concentração do ato público terá início às 10h na praça Sete, no Centro da capital.

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UMEIs

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Além de engrossarem os protestos contra a terceirização e as medidas que alteram direitos trabalhistas da próxima sexta-feira, as professoras e professores das Unidades Unidades Municipais de Educação Infantil (UMEIs) também estarão em greve na tarde desta quinta-feira (28).

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A categoria participará de uma audiência pública às 13h30 na Câmara Municipal (CMBH) sobre a “Precarização do trabalho nas UMEIs com a criação do cargo de Auxiliar de Educação Infantil”. Após a audiência, os trabalhadores farão um ato na avenida dos Andradas.

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FONTE: Estado de Minas e O Tempo.


Trabalhadores de quatro hospitais do Estado decidem suspender a greve até segunda-feira

 

Hospital João XXIII -HPS - Eugênio Moraes/Arquivo Hoje em Dia
O HPS é mantido pela Fundação Hospitalar de Minas Gerais (Fhemig) e atende pacientes do SUS

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Os trabalhadores de quatro hospitais do Estado, vinculados à Fundação Hospitalar do Estado (Fhemig), decidiram, nesta quinta-feira (4), durante uma assembleia geral, que vão suspender a greve por quatro dias. Os servidores vão trabalhar normalmente nesta sexta-feira (5), sábado (6), domingo (7) e segunda-feira (8). Na terça-feira (9), a greve deverá ser retomada.
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Os funcionários do Hospital de Pronto-Socorro João XXIII, da Maternidade Odete Valadares, do Centro Psiquiátrico da Infância e Adolescência (Cepai) e do Hospital Infantil João Paulo II (antigo Centro Geral de Pediatria), começaram a paralisação na terça-feira (2). Eles reclamam de problemas estruturais, como a falta de equipamentos e medicamentos e a baixa remuneração oferecida pelos hospitais.
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A proposta de reajuste salarial dos servidores dos hospitais foi enviada para a Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) em 7 de novembro, mas ainda não foi votada. Segundo Carlos Martins, representante da Associação Sindical dos Trabalhadores em Hospitais de Minas Gerais (Asthemg), na próxima terça-feira (9), às 10h, será feita uma reunião na ALMG para negociar a votação do reajuste salarial. O presidente da ALMG, representantes de partidos políticos e da Asthemg foram chamados para participar da reunião.
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Conforme Martins, a suspensão da greve é válida somente até 8 de dezembro, porque, nos fins de semana e feriados, normalmente, o número de atendimentos em hospitais aumenta consideravelmente. “Achamos melhor trabalhar normalmente nesses dias para não prejudicar os pacientes”, reforçou.
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Na terça-feira, os trabalhadores retomarão a greve. Cerca de 30% dos funcionários vão trabalhar durante a greve para os atendimentos de urgência.
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Somente após a reunião na ALMG, será definido o rumo da greve.
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Denúncias
A representante da Associação Sindical dos Trabalhadores em Hospitais de Minas Gerais (Asthemg), Mônica Fernandes Abreu, disse que toda a Fhemig está abandonada pelo Governo do Estado.
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Conforme Mônica, várias cirurgias eletivas foram suspensas na Maternidade Odete Valadares. Segundo ela, pelo menos 14 cirurgias foram suspensas nos dias 20 e 21 deste mês “sem motivo aparente”. A situação, relatou Mônica, vem aumentando a fila de cirurgias para o ano que vem. Mônica afirmou ainda que, na maternidade, a sala de cirurgia está sem porta, há equipamentos enferrujados, rebocos de paredes em cima de macas com pacientes, entre outros problemas.
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No Cepai, Mônica disse que faltam medicamentos e que o horário de fechamento da farmácia prejudica os pacientes. “Se uma pessoa que vem do interior realiza um atendimento mais tarde, não consegue pegar o medicamento na farmácia, já que fecha muito cedo, às 17h”. O local, segundo ela, está com banheiros sem portas e vidros quebrados em espaço terapêutico frequentado por pacientes.
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De acordo com Mônica, no Centro de Terapia Intesiva (CTI) do Hospital João Paulo II, faltam materiais e medicamentos há cerca de 15 dias. Entre os materiais, estariam em falta: máscara laringeo (usada para entubar bebês), seringas e hidróxido de magnésio (usado para o controle de intestino). “Além disso, são 16 leitos de CTI e apenas quatro deles são isolados”, afirmou.
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Fhemig explica situação dos hospitais
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Segundo a Fhemig, o horário de fechamento da farmácia do Cepai não prejudica os pacientes, pois os medicamentos ficam à disposição a partir das 7h30 da manhã do dia seguinte. A fundação afirma também que os medicamentos não são padronizados pela rede Fhemig, porém, o Cepai disponibiliza medicamentos similares que fazem o mesmo efeito. Sobre o espaço terapêutico, a instituição disse que irá passar por reformas. Quanto aos vidros quebrados, a Fhemig afirmou existir um processo para a substituição de todos os vidros do espaço por vidros aramados.
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Em relação à Maternidade Odete Valadares, a Fhemig alegou que, neste ano, foram várias as exonerações feitas a pedido de profissionais médicos anestesistas, o que prejudicou a realização de cirurgias. De acordo com a fundação, a maternidade tem buscado em Belo Horizonte esse profissional e não tem tido sucesso. “Por isso, tem priorizado os atendimentos cirúrgicos às gestantes que demandam a unidade através da porta de Urgência”, disse, em nota.
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Conforme a Fhemig, no Hospital Infantil João Paulo II, a taxa de abastecimento de medicamentos oscila entre 94% e 95% e, por isso, faltas pontuais podem ocorrer. “A Fhemig trabalha em rede e na falta de um medicamento em uma unidade ele pode ser cedido por outra. Assim, o paciente não fica prejudicado. Não existe desabastecimento”. Sobre o isolamento do CTI do hospital, a Fhemig afirmou que a queixa parece não estar relacionada a estrutura física, mas ao fato de um técnico de enfermagem não atender exclusivamente ao isolado.
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“A RDC-7/2010, que dispõe sobre os Recursos Humanos em Unidades de Terapia Intensiva, regulamenta um técnico de enfermagem para até dois pacientes, o que é cumprido. A legislação não contempla técnico exclusivo para pacientes em isolamento, sendo orientados e cobrados destes os cuidados de precaução com lavagem das mãos e o uso de Equipamentos de Proteção Individual”, explicou a Fhemig, em nota.
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Servidores de Barbacena continuam de greve
Os funcionários do Hospital Regional de Barbacena estão em greve desde o dia 24 de novembro. Nesta sexta-feira (5), será definido se a greve irá continuar ou será suspensa. Segundo representantes da unidade, o estabelecimento atende centenas de municípios na região, não conta com estrutura suficiente e sofre com relações de trabalho irregulares.
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A técnica de enfermagem do hospital, Joselma de Araújo Fonseca, disse que o hospital está sucateado, não conta com aparelhamento mínimo para atender os pacientes e não possui profissionais especializados, como fonoaudiólogos, terapeutas ocupacionais e fisioterapeutas.
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A Fhemig nega as denúncias relatadas sobre o hospital e reforça que a unidade não está sucateada. A fundação disse ainda que a unidade está passando por obras de ampliação e que terapeutas ocupacionais não fazem parte do quadro de profissionais.

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Trabalhadores do HPS João XXIII e vários outros hospitais entram em greve na capital

 

Hospital João XXIII -HPS - Eugênio Moraes/Arquivo Hoje em Dia
O HPS é mantido pela Fundação Hospitalar de Minas Gerais (Fhemig) e atende pacientes do SUS
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Os trabalhadores do Hospital de Pronto-Socorro João XXIII, no bairro Santa Efigênia, região Leste de Belo Horizonte, além de vários outros hospitais da rede estadual de saúde, entram em greve a partir desta terça-feira (2). A decisão foi tomada após a entrega de um dossiê à Comissão de Direitos Humanos. O documento denuncia a falta de estrutura da Maternidade Odete Valadares, do Centro Psiquiátrico da Infância e Adolescência (Cepai) e do Hospital Infantil João Paulo II (antigo Centro Geral de de Pediatria). Todos são vinculados à Fhemig. A greve deve durar, pelo menos, até esta quinta-feira (4).
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Conforme a representante do Comando de Greve da Associação Sindical dos Trabalhadores em Hospitais do Estado de Minas Gerais (Asthemg), Mônica Abreu, várias cirurgias eletivas foram suspensas na Maternidade Odete Valadares. Segundo ela, pelo menos 14 cirurgias foram suspensas nos dias 20 e 21 deste mês “sem motivo aparente”. A situação, relatou Mônica, vem aumentando a fila de cirurgias para o ano que vem. Mônica afirmou ainda que, na maternidade, a sala de cirurgia está sem porta, há equipamentos enferrujados, rebocos de paredes em cima de macas com pacientes, entre outros problemas.
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No Cepai, Mônica disse que faltam medicamentos e que o horário de fechamento da farmácia prejudica os pacientes. “Se uma pessoa que vem do interior realiza um atendimento mais tarde, não consegue pegar o medicamento na farmácia, já que fecha muito cedo, às 17h”. O local, segundo ela, está com banheiros sem portas e vidros quebrados em espaço terapêutico frequentado por pacientes.
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De acordo com Mônica, no Centro de Terapia Intesiva (CTI) do Hospital João Paulo II, faltam materiais e medicamentos há cerca de 15 dias. Entre os materiais, estariam em falta: máscara laringeo (usada para entubar bebês), seringas e hidróxido de magnésio (usado para o controle de intestino). “Além disso, são 16 leitos de CTI e apenas quatro deles são isolados”, afirmou.
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Mônica disse que cerca de 30% dos funcionários vão trabalhar durante a greve para os atendimentos de urgência.
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Segundo a assessoria de imprensa do Hospital de Pronto-Socorro João XXIII, não há balanço sobre a adesão da paralisação. A respeito da falta de infraestutura, a unidade informou que está negociando com os médicos sobre os problemas. Já quanto a falta de profissionais,  dois concursos públicos foram realizados, sendo em 2009 e 2012. Um novo processo seletivo foi aberto, mas existe a falta, a nível nacional, de pediatras no mercado.
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Paralisação do Hospital Infantil João Paulo II
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Pediatras do Hospital Infantil João Paulo II, o antigo CGP, localizado no Centro de Belo Horizonte, paralisaram seus serviços às 7 horas da manhã desta segunda-feira (1º) em forma de protesto por melhores condições de trabalho. Os profissionais da área médica pretendem operar em escala reduzida por 24 horas. Apenas casos de urgência e emergência serão atendidos. Pacientes com outros perfis serão encaminhados para atendimento em Unidades de Pronto Atendimento (UPAs).
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Os médicos reclamam da sobrecarga de trabalho e do pequeno número de funcionários que compõem uma escala de plantão incompleta. Eles sugerem, para isso, que sejam realizados novos concursos para mais contratações. Em alguns dias, segundo nota do Sindicato dos Médicos de Minas Gerais (Sinmed-MG), o João Paulo II funciona com apenas um médico no plantão, sendo necessários, no mínimo sete profissionais para atender às demandas.
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Entre os motivos, segundo o sindicato, estão principalmente o grande número de demissões por falta de condições de trabalho, má remuneração, sobrecarga de atendimentos; e aposentadorias. Situação que se agrava a cada dia com a falta de reposições por concursos públicos.
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Os manifestantes lutam, ainda, por condições de trabalho, segurança, refrigeração adequada nas dependências do Pronto-Atendimento e, principalmente, nos consultórios; e troca de equipamentos, que alegam ser obsoletos.
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Uma próxima assembleia foi marcada para o dia 4 de dezembro, às 19 horas, para decidir os rumos do movimento. Caso as reivindicações não sejam atendidas, poderá haver novas paralisações.
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FONTE: Hoje Em Dia.


Multa para metroviários é mantida pela Justiça; paralisação é encerrada

Na audiência de conciliação, ficou definido que a Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU) terá que passar informações aos metroviários sobre a privatização do metrô

Metrô2
Todas as estações do metrô ficaram fechadas durante a paralisação da categoria nesta quarta

A Juíza da Primeira Instância do Tribunal Regional do Trabalho (TRT), Wilmeia da Costa Benevides , manteve a multa de R$ 50 mil para o Sindicato dos Empregados em Empresas de Transportes Metroviários e Conexos de Minas Gerais (Sindmetro-MG) por desrespeitar uma liminar concedida a Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU). Os metroviários tinham que manter uma escala mínima durante a paralisação desta quarta-feira, porém, as estações ficaram todas fechadas. O vice-presidente do Sindmetro, Romeu Machado Neto, diz que irá recorrer da decisão e garantiu que não haverá greve até 31 de março.

Na reunião de conciliação, ficou definido que a CBTU irá cobrar um parecer oficial sobre a privatização do metrô e irá repassar para os metroviários em novo encontro marcado para o dia 3 deste mês1. Em contrapartida, os metroviários não poderão paralisar as atividades até esta data. Para o Sindmetro, o encontro foi produtivo mesmo com a multa mantida. “Na verdade não estamos preocupados com a multa, pois acho que o objetivo foi atingido. Ainda não sabemos se vamos pagá-la, já que ainda cabe recurso. O fato positivo é que a Justiça determinou que a CBTU nos traga um posicionamento. Tentamos isso via reunião, via carta e administrativamente, mas não fomos atendidos”, comentou Romeu Neto.

Por causa da paralisação, todas estações ficaram fechadas nesta quarta-feira. Pela manhã, os ônibus do BRT/Move saíram lotados da Estação São Gabriel, na região nordeste, por causa da falta de trens. Os metroviários garantem que não vão mais paralisar as atividades. “Vamos cumprir a determinação da Justiça de não paralisar até 31 de março”, afirma Neto.

Metrô1
Grupo saiu em passeata pelas ruas do Centro da cidade

Mais cedo, em uma reunião na Procuradoria Regional do Trabalho da 3ª Região, nada ficou acertado. Conforme o Sindmetro, mesmo com a presença do advogado da CBTU, as informações sobre concessão trabalhista, possíveis demissões e aumento da passagem dos trens não foram confirmadas.

A CBTU informou que não sabe dar aos metroviários as informações solicitadas. A Secretaria de Estado de Transportes e Obras Públicas (Setop) disse que não participou do encontro porque não teria como dar as informações aos trabalhadores, pois está envolvida apenas na elaboração do projeto de revitalização do metrô.

FONTE: Estado de Minas.

Protesto de metroviários

ACABOU A GREVE, TRENS CIRCULAM HOJE, QUINTA-FEIRA, NORMALMENTE.

Mesmo com decisão limitando paralisação, estações de metrô estão fechadas em BH

A paralisação prejudica cerca de 230 mil passageiros que usam diariamente o sistema de transporte. Metroviários vão em passeata até a Procuradoria Regional do Trabalho da 3ª Região, na Avenida Bernardo Guimarães, onde haverá reunião

Mesmo com liminar concedida pelo Tribunal Regional do Trabalho (TRT) à Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU), determinando escala mínima na paralisação do metrô de Belo Horizonte, todas as estações amanheceram fechadas nesta quarta-feira e nenhum trem está circulando. O Sindicato dos Empregados em Empresas de Transportes Metroviários e Conexos de Minas Gerais (Sindmetro-MG) informou que a intenção é manter a mobilização dessa forma durante todo o dia. Conforme a CBTU, a paralisação prejudica cerca de 230 mil passageiros que usam diariamente o sistema de transporte. Ao todo, 295 viagens deixarão de ser operadas hoje.De acordo com o Sindmetro-MG, a liminar pode ser revogada na votação que ocorrerá no TRT às 14h, por isso a categoria está mantendo o protesto sem obedecer a decisão e disse que vai contestar a multa diária de R$ 50 mil fixada pela Justiça no caso de descumprimento. A determinação do TRT é de que 70 % dos trens devem circular de 5h30 às 9h e de 17h às 20h. Nos demais horários, o funcionamento deve ser de 50%.Os metroviários vão se reunir às 8h30 na Praça da Estação, no Centro de BH, e seguem em passeata até a sede da Procuradoria Regional do Trabalho da 3ª Região, na Avenida Bernardo Guimarães, no Bairro Funcionários, Região Centro-Sul da capital. Logo depois, os profissionais vão se reunir para definir rumos da paralisação, mas o Sindmetro-MG já adiantou que a intenção é de protesto apenas nesta quarta-feira.

A categoria está insatisfeita com a possível privatização do metrô e teme o aumento das passagens, além de uma demissão em massa. O Sindmetro-MG disse que, a exemplo de outros estados, a possível licitação do metrô visa o lucro de empresários. Os metroviários também alegam a falta de diálogo das autoridades e vão cobrar na Procuradoria Regional as explicações sobre planos futuros para o metrô da capital.

Assim que os metroviários anunciaram a paralisação, a Secretaria de Estado de Transportes e Obras Públicas (Setop) informou que, em fevereiro de 2011, o Governo Federal instituiu o processo de seleção de projetos para o PAC Mobilidade Grandes Cidades, com foco de prover investimentos aos sistemas de transporte público coletivo para melhorar a mobilidade urbana nas grandes cidades. O Governo de Minas Gerais submeteu ao processo de seleção, o Projeto de Revitalização e Ampliação da Rede de Metrô de Belo Horizonte, que foi aprovado dentro desse PAC. A proposta prevê recursos da União, governo estadual e prefeitura a serem executados por meio da METROMINAS, que é vinculada a Setop. A empresa fará a implantação, construção, operação, manutenção e exploração do transporte metroviário e ferroviário de passageiros da região metropolitana.

Movimento nas estações

Na Estação Eldorado, em Contagem, na Grande BH, alguns funcionários estão presentes, mas sem prestar serviços ao público porque as portas permanecer fechadas. O impacto nos ônibus da região foi pequeno, mas alguns coletivos da plataforma B p que vão para capital – tiveram aumento da demanda. Grande parte dos passageiros já sabia da paralisação, por isso apareceu no terminal. Na Estação São Gabriel, região nordeste da capital, os passageiros já chegaram direito procurando as plataformas do BRT/ Move, que ficaram lotadas. Apenas um ou outro desavisado foi até os portões do metrô e os encontrou fechados.

Reforço dos coletivos

Por causa da paralisação, a BHTrans programou um reforço de linhas do transporte coletivo que atendem algumas estações. Na Estação Vilarinho a linha 60 (Venda Nova/ Centro) vai operar com mais cinco veículos a partir das 5h. Já na São Gabriel serão disponibilizados mais 13 ônibus nas linhas 83D (Estação São Gabriel/ Centro – Direta) ou 83P (Estação São Gabriel/ Centro – Paradora), dependendo da demanda, a partir das 5h30.

GREVE NO METRÔ

FONTE: Estado de Minas.


CBTU aciona a Justiça para evitar paralisação total do metrô de BH nesta quarta-feira

ACABOU A GREVE, TRENS CIRCULAM HOJE, QUINTA-FEIRA, NORMALMENTE.


Metrô não deve funcionar nesta quarta-feira

A Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU) entrou com um pedido de liminar na Justiça  para garantir que o metrô funcione, pelo menos, em escala mínima nesta quarta-feira, quando os metroviários de Belo Horizonte prometem cruzar os braços por 24 horas. A categoria é contra o processo de estadualização do metrô da capital, pede garantias para os trabalhadores e cobra também melhorias nas estações e nas locomotivas. Por dia, o serviço transporta mais de 230 mil passageiros.

Por enquanto, a Justiça ainda não decidiu sobre a solicitação da CBTU e a “paralisação de advertência” está mantida. O ato desta quarta-feira começou a ser divulgado pelo Sindicato dos Metroviários e Conexões do Estado de Minas Gerais (Sindimetro-MG) na semana passada, quando faixas e cartazes foram afixados nas estações.

O sindicato alega que já tentou se reunir, sem sucesso, com representantes da Empresa Pública Trem Metropolitano de Belo Horizonte S/A (Metrominas), do governo estadual e da Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU).

Além da paralisação de emergência, o Sindimetro promete uma manifestação a partir das 17h30 desta terça-feira, no Centro da capital. Os metroviários vão participar de uma assembleia geral e depois seguem em passeata até o Ministério Público do Trabalho e Emprego, localizado na rua Curitiba.

 

Apesar de liminar, metroviários prometem paralisação total nesta quarta-feira

Mesmo com uma liminar obtida pela Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU) no Tribunal Regional do Trabalho (TRT), nesta terça-feira, que proíbe a paralisação total e determina uma escala mínima de funcionamento do metrô de Belo Horizonte, os funcionários prometem cruzar os braços nesta quarta-feira.

Segundo o Sindicato dos Metroviários e Conexões do Estado de Minas Gerais (Sindimetro-MG), a atitude de parar o atendimento à população por um dia é devido à privatização do metrô da capital, que deve passar a ser administrado pela Metrominas. Os metroviários reclamam de falta de informações e temem demissões de funcionários.

A liminar determina o funcionamento de 70% dos trens, no horário de 5h30 às 9h e das 17h às 20h, e de 50% nos demais horários, no mínimo. Em caso de descumprimento, o sindicato da categoria terá que pagar uma multa diária de R$ 50 mil. Mesmo assim, os metroviários avisaram que vão ficar parados por 24 horas.

De acordo com o TRT, uma audiência de conciliação está marcada para esta quarta-feira, às 14h30, na sede do órgão.

A paralisação, segundo a CBTU, atingirá cerca de 230 mil passageiros que utilizam o metrô diariamente.

Reforço nas linhas de ônibus

Por causa da paralisação, a Empresa de Transporte e Trânsito de Belo Horizonte (BHTrans), programou um reforço nas linhas de transporte coletivo que atendem algumas estações. Na Vilarinho, na Região de Venda Nova, a linha 60 (Venda Nova/ Centro), vai operar com mais cinco veículos a partir das 5h.

Já na São Gabriel, na Região Nordeste da capital, serão disponibilizados mais 13 ônibus nas linhas 83D (Estação São Gabriel/Centro – Direta) ou 83P (Estação São Gabriel/Centro – Paradora), dependendo da demanda, a partir das 5h30.

METRÔ: ameaça de greve.

FONTE: Itatiaia.


Metroviários prometem parar atividades em BH na próxima quarta-feira

 

ACABOU A GREVE, TRENS CIRCULAM HOJE, QUINTA, NORMALMENTE.

 

metrô em bh
Paralisação de advertência está prevista para durar 24 horas

Uma paralisação de advertência foi agendada para quarta-feira (19) pelos metroviários que trabalham em Belo Horizonte. Com isso, o metrô da capital pode não circular por 24 horas. A categoria reivindica informações sobre a privatização do setor e teme a demissão de pelo menos 1.100 funcionários da Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU).

“Já tentamos informações sobre a privatização com os governos federal e estadual, mas não obtivemos retorno de como ficaria a situação dos trabalhadores. O Ministério Público já convocou três audiências, mas ninguém apareceu. Diante disso, não nos resta outra alternativa para tentar conseguir as informações”, disse o vice-presidente Sindicato dos Metroviários e Conexões do Estado de Minas Gerais (Sindimetro-MG), Romeu Machado.
Conforme ele, uma assembleia está marcada para terça-feira (18) para discutir os rumos do movimento, mas por enquanto a categoria não programa greve geral. “Retornaremos ao trabalho normalmente na quinta-feira. Se não conseguirmos as informações que solicitamos, outras manifestações podem ocorrer mais para frente”, declarou.
A CBTU foi procurada pela reportagem, mas ainda não se manifestou sobre o caso.
FONTE: Hoje Em Dia.

ÚLTIMAS NOTÍCIAS – confirmado o término definitivo da greve (que estava apenas suspensa)

Rodoviários aceitam proposta e encerram greve na Grande BHA categoria aceitou reajuste salarial de 7,26%, redução da jornada de trabalho em 20 minutos e adicional de 15% para o motorista do BRT/Move

A greve dos motoristas de ônibus, que durou dois dias e causou transtornos em Belo Horizonte e na região metropolitana, está oficialmente encerrada. Em assembleia, realizada na tarde desta quarta-feira, os rodoviários aceitaram o acordo proposto pela juíza Wilmeia da Costa Benevides em audiência no Tribunal Regional do Trabalho (TRT). A informação foi confirmada pelo diretor financeiro do Sindicato dos Rodoviários de BH e Região Metropolitana, Denilson Dorneles.

A proposta foi decidida durante audiência realizada nessa terça-feira no Tribunal Regional do Trabalho (TRT). Foi proposto reajuste salarial de 7,26% e redução da jornada de trabalho em 20 minutos e adicional de 15% para o motorista do BRT/Move.

Os rodoviários reivindicavam reajuste salarial de 21,5%, jornada de trabalho de seis horas, ticket de alimentação com 30 folhas no valor de R$ 15 e piso salarial com valor 30% acima do motorista do transporte convencional para os condutores do BRT/Move.

Paralisação

Na segunda-feira, pela manhã, a greve chegou atingir num primeiro momento 53% da frota na capital, segundo dados da BHTrans. Muitos moradores deixaram de seguir para o trabalho e até escolas foram fechadas por falta de funcionários. O trânsito ficou complicado por causa do elevado número de carros que foram para as ruas em decorrência da falta de coletivos. A mobilização dos profissionais do transporte prejudicou o atendimento em restaurantes populares, que ficaram sem funcionários para cozinhar e servir as refeições nos dois dias.

As estações Barreiro, Diamante e Vilarinho, ficaram dois dias fechadas. Enquanto o terminal de Venda Nova, apenas operou, parcialmente, na terça-feira. Nos dois dias de paralisação, foram registrados atos de vandalismo. Na terça-feira, veículos das linhas 901, 9202 e 9407 foram depredados na região leste.

No primeiro dia de greve, pelo menos cinco coletivos foram depredados. Uma das ocorrências foi registrada no Bairro Floramar, Região Norte de Belo Horizonte, e outra no Bairro Céu Azul, Região da Pampulha.

FONTE: Estado de Minas

ACORDO

Greve dos rodoviários de Belo Horizonte e região é suspensa
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Decisão foi tomada em reunião na tarde desta terça-feira, no TRT

A greve dos rodoviários de Belo Horizonte e região está suspensa. A decisão foi tomada em reunião realizada na tarde desta terça-feira (25), no Tribunal Regional do Trabalho (TRT) entre os trabalhadores e o sindicato patronal, que concordaram com a suspensão da paralisação.

FONTE: O Tempo. AGUARDE MAIS INFORMAÇÕES EM INSTANTES – ATUALIZE A PÁGINA EM ALGUNS MINUTOS/HORAS.

ACORDO

Greve dos rodoviários de Belo Horizonte e região é suspensa

Decisão foi tomada em reunião na tarde desta terça-feira, no TRT; paralisação está suspensa até o dia 7 de março, quando trabalhadores e empresas devem anunciar se aceitam ou não as propostas feita pela juíza

Uarlen Valerio / O Tempo

Greve foi suspensa após reunião no Tribunal Regional do Trabalho
A greve dos rodoviários de Belo Horizonte e região está suspensa. A decisão foi tomada em reunião realizada na tarde desta terça-feira (25), no Tribunal Regional do Trabalho (TRT), entre os trabalhadores e o sindicato patronal, que concordaram com a suspensão da paralisação. As partes devem dizer se aceitam ou não o acordo até o dia 7 de março.Durante o encontro, que durou mais de três horas, a juíza Wilmeia da Costa Benevides apresentou uma lista de propostas às partes e determinou a suspensão imediata da greve para dar continuidade às negociações.Entre as medidas do acordo estão o reajuste salarial linear de 7,25% para motoristas, cobradores e demais empregados, jornadas de seis horas e 20 minutos com uma hora de descanso, totalizando sete horas e 20 minutos à disposição, e retirada da punição disciplinar das cláusulas dos contratos entre empresas e trabalhadores.Ainda de acordo com o que foi proposto pela juíza, os dias parados não devem ser descontados e os funcionários não devem ser punidos por terem aderido à greve.Tanto os trabalhadores quanto as empresas se comprometeram a levar as propostas até suas bases. Eles devem anunciar se aceitam ou não o acordo até o dia 7 de março.Cidade parada

O segundo dia de greve dos rodoviários de Belo Horizonte e região foi de transtorno para passageiros que dependem do transporte público e para os motoristas, por causa do trânsito.

Algumas empresas optaram por buscar os funcionários em casa para não prejudicar o dia de trabalho, mas ainda assim, segundo o presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL-BH), o comércio teve prejuízo estimado de R$ 38 milhões desde o início da paralisação.

De acordo com a BHTrans, o índice de coletivos circulando normalmente chegou a 57% às 15h30, mas caiu para 42% no horário de pico.

As estações São Gabriel e José Cândido da Silveira operaram normalmente, enquanto Barreiro, Diamante e Vilarinho permaneceram 100% paradas. Na estação Venda Nova, a operação foi de 70,66% das viagens programadas.

Por causa da greve, a Central de Relacionamento Presencial BH Resolve não funcionou nesta terça-feira. O motivo, segundo a Prefeitura de Belo Horizonte (PBH), foi o número insuficiente de funcionários para atendimento ao público.

O atendimento também foi prejudicado nos restaurantes populares da cidade. Segundo a PBH, foram servidos café da manhã e almoço nas quatro unidades, mas os funcionários foram liberados às 15h e, portanto, não será servido o jantar.

Atualizada às 21h37

Rodoviários suspendem greve após ouvirem proposta em audiência na Justiça do Trabalho

O acordo entre a categoria e os patrões será levado para votação em assembleia nesta quarta-feira

A greve de motoristas e cobradores dos ônibus da capital e metropolitano de Belo Horizonte está suspensa. Representantes dos trabalhadores do transporte coletivo e do sindicato patronal chegaram a uma proposta durante audiência de conciliação no Tribunal Regional do Trabalho (TRT), na Avenida Getúlio Vargas, no Bairro Funcionários, Região Centro-Sul de Belo Horizonte. A Juíza da Primeira Instância, Wilmeia da Costa Benevides, que atua no núcleo de conciliação de 2º grau, ouviu as duas partes e apresentou uma proposta. Os rodoviários suspenderam a greve, que começou na segunda-feira, para discutir, em assembleia, o acordo entre a categoria e os patrões.

A proposta de conciliação do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) prevê reajuste salarial de 7,26% e redução da jornada de trabalho em 20 minutos e adicional de 15% para o motorista do BRT/Move. O acordo será analisado na tarde desta quarta-feira pelos empregados. Caso o acordo seja acatado, a greve será encerrada oficialmente. Os patrões devem dar a resposta final no dia 7 de março. Após o encontro, o presidente do Sindicato dos Rodoviários de BH e Região Metropolitana, Ronaldo Batista, destacou que a greve está suspensa, mas não chegou ao fim. “Se a categoria não concordar, a paralisação será retomada”.Os rodoviários reivindicavam reajuste salarial de 21,5%, jornada de trabalho de seis horas, ticket de alimentação com 30 folhas no valor de R$ 15 e piso salarial com valor 30% acima do motorista do transporte convencional para os condutores do BRT/Move.. Na segunda-feira, pela manhã, a paralisação chegou atingir num primeiro momento 53% da frota na capital, segundo dados da BHTrans.

Paralisação em BH

No fim da noite desta terça-feira caiu de 57% para 42% o número de ônibus circulando nas ruas de Belo Horizonte. Segundo balanço da BHTrans, 35% das linhas operam normalmente, cumprindo 70% das viagens programadas.

A Estação São Gabriel, de acordo com o balanço, 100% das linhas estão operando normalmente. A situação é igual na Estação José Cândido. Já em Venda Nova 70,66% das linhas operam nesta noite. Ainda segundo a BHTrans, continuam fechadas apenas as estações Barreiro, Diamante e Vilarinho.

Nesta terça-feira, a Polícia Militar registrou casos de vandalismo com depredação de veículos das linhas 901, 9202 e 9407 na região leste. O trânsito também ficou complicado por causa do elevado número de carros que foram para as ruas em decorrência da falta de coletivos. Pelo segundo dia, a mobilização dos profissionais do transporte prejudicou o atendimento em restaurantes populares, que ficaram sem funcionários para cozinhar e servir as refeições.

FONTE: O Tempo e Estado de Minas.

Reunião acaba sem acordo e rodoviários mantêm greve nesta terça-feira na Grande BH
Um novo encontro, desta vez de conciliação, foi marcado para a tarde desta terça-feira no Tribunal Regional do Trabalho
A reunião entre representantes dos trabalhadores do transporte coletivo e do sindicato patronal na sede do Ministério Público do Trabalho (MPT), no Bairro Funcionários, na Região Centro-Sul de Belo Horizonte, terminou sem acordo. Um novo encontro, de conciliação, foi marcado pelo Tribunal Regional do Trabalho para esta terça-feira às 16h30. Como não houve acerto em patrões e empregados, a greve de ônibus vai continuar.greve2

O encontro de mediação, que foi pedido pelos patrões, começou por volta das 15h40. Durante mais de duas horas, os rodoviários expuseram ao procurador Helder Santos Amorim, que conduziu a audiência, as suas reivindicações. Eles querem reajuste salarial de 21,5%, jornada de trabalho de seis horas, ticket de alimentação com 30 folhas no valor de R$ 15 e piso salarial com valor 30% acima do motorista do transporte convencional para os condutores do BRT/Move. A última greve dos rodoviários aconteceu em 2012 e durou quatro dias.O presidente do Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros Metropolitano (Sintram), Rubens Lessa Carvalho, informou o que pesa nas reivindicações são as horas de trabalho e o aumento salarial. Conforme Carvalho, o reajuste de 21% está fora da realidade, pois o índice da inflação foi de 5,4%.Enquanto acontecia a reunião, patrões e empregados foram convocados pelo Tribunal Regional do Trabalho para um encontro de conciliação, na sede do órgão, às 16h30 desta terça-feira.Como não houve acordo, os rodoviários decidiram manter a paralisação. “Vamos participar da reunião de conciliação amanhã. Mas, como não se resolveu nada hoje, vamos continuar com a greve”, explica Marcelino Antônio Alexandre, presidente do Sindicato dos Rodoviários de Betim. A categoria informou que não foi notificada sobre a decisão judicial que determina a circulação de 70% da frota nos horários de pico e de 50% nos demais horários para todas as linhas do transporte coletivo. Em caso de descumprimento, a multa diária é de R$ 50 mil. “Não fomos notificados, mas vamos cumprir a decisão para não ter problema”, confirmou Marcelino.

A reportagem tentou contato com o presidente do Sindicato dos Rodoviários de Belo Horizonte, Denílson Dornelas, mas ele não atendeu as ligações.

 
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FONTE: Estado de Minas.

Confira as estações de ônibus que estão fechadas por causa da greve em BH
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FONTE: Estado de Minas.

2,5 milhões de passageiros ficam sem ônibus a partir de segunda-feira

Paralisação de rodoviários - Cristiano Couto/Arquivo Hoje em Dia
Rodoviários serão orientados, nas garagens das empresas, a voltarem para suas casas

Cerca de 2,5 milhões de usuários do transporte coletivo na Capital e região Metropolitana ficarão sem o serviço a partir da meia noite da próxima segunda-feira (24). Motoristas e cobradores decidiram entrar em greve por tempo indeterminado. Pelo menos mil trabalhadores participaram de duas assembleias realizadas nesta quinta-feira pelo Sindicato dos Rodoviários de BH e Região Metropolitana.

O presidente do sindicato, Ronaldo Batista, ressaltou que a decisão foi tomada após as cinco rodadas de negociação com os empresários, iniciadas em dezembro do ano passado. “Eles não apresentaram nenhuma proposta”, afirma.

O Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros de Belo Horizonte (SetraBH) afirma que as negociações sociais, como reivindicação de banheiros, estavam bem adiantadas. Nos próximos dias os patrões devem apresentar um índice de reajuste salarial.

Os trabalhadores reivindicam aumento de 21,5%, jornada de trabalho de seis horas e ticket alimentação com 30 folhas no valor de R$ 15 cada. Além disso, a categoria pede que os motoristas que atuarão no BRT/Move sejam remunerados com valores 30% a mais que o pago pelo transporte convencional. Hoje, o piso dos motoristas é de R$ 1.585 e de cobradores, R$ 790.

Ronaldo Batista garante que os trabalhadores não farão piquete. No entanto, sindicalistas estarão nas garagens das empresas de ônibus nas primeiras horas de segunda-feira, orientando os funcionários a voltarem para casa.

O SetraBH e a Secretaria de Estado de Transportes e Obras Públicas disseram que só vão se manifestar sobre a greve após serem comunicados oficialmente. Segundo Ronaldo Batista, isso deve acontecer ainda nesta sexta-feira.

 FONTE: Hoje Em Dia.


Metrô não vai circular nesta quinta em Belo Horizonte, diz sindicato
De acordo com entidade, haverá paralisação entre 5h e 23h.
Ruas da região central também podem ser fechadas em dia de protestos.
Metrô não vai circurlar em Belo Horizonte, informou sindicato (Foto: Reprodução/TV Globo)
Metrô não vai circular em Belo Horizonte,
informou sindicato

Os trens do metrô não vão circular durante o Dia Nacional de Lutas e Paralisações, em Belo Horizonte, de acordo com a assessoria do Sindicato dos Metroviários de Minas Gerais (Sindmetro). Em assembleia realizada na noite desta quarta-feira (10), foi decidido a realização de paralisação total entre as 5h e as 23h desta quinta-feira (11). Ainda de acordo com a entidade, o serviço estendido por causa da partida do Atlético-MG pela Libertadores, nesta quarta-feira, está mantido.

A decisão foi anunciada depois de a Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU) ter  entrado com uma medida cautelar na Justiça, que deferiu o cumprimento de escala mínima para o metrô da capital. O sindicato alega, entretanto, que não há tempo hábil para que se monte este esquema de trabalho.

Usuários de ônibus também podem ser afetados no dia de protestos. O Sindicato dos Trabalhadores  em Transporte Rodoviário de Belo Horizonte informou que vai participar da paralisação, mas adiantou que os motoristas que quiserem circular nesta quinta não serão impedidos, assim como não serão montados piquetes.

As manifestações podem alterar o trânsito em ruas e avenidas da região central da capital mineira. De acordo com a Empresa de Transportes e Trânsito de Belo Horizonte (BHTrans), um esquema especial vai ser montado. Agentes de trânsito, policiais militares e guardas municipais foram destacados para acompanhar os deslocamentos e garantir a segurança dos manifestantes. O trânsito será interditado à medida que a passeata avance.

Na cidade, os atos foram convocados por sete centrais sindicais e pela Assembleia Popular Horizontal, movimento que ocupou a Câmara Municipal durante mais de uma semana. A concentração dos protestos deve ocorrer ao longo do dia na Praça Sete, a partir das 8h. Serviços como atendimento de saúde, em agências bancárias e  aulas também podem ser afetados, de acordo com informações de sindicatos.

Saúde
O Sindicato Único dos Trabalhadores da Saúde de Minas Gerais (Sind-Saúde/MG) informou que os serviços da rede estadual, que inclui a Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig), funcionarão com escala mínima de 50% nesta quinta-feira. Já de acordo com o Sindicato dos Servidores Públicos de Belo Horizonte (Sindibel), os serviços municipais de saúde, como as Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), não devem ser afetados. O Sindicato dos Médicos de Minas Gerais (Sinmed) afirmou que não convocou os filiados para participar dos atos.

Educação
Na educação, há indicativo de paralisação em instituições federais, estaduais, municipais e particulares, de todos os níveis de ensino. O Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (Sind-UTE) fez convocação para paralisação total das atividades, assim como o Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Rede Pública Municipal de Belo Horizonte (Sindrede-BH) e o Sindicato dos Professores do Estado de Minas Gerais (Sinpro). As secretarias Municipal e de Estado de Educação dizem que as aulas estão mantidas.

Entre as instituições públicas de ensino superior, houve convocação para adesão ao movimento tanto na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) quanto no Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais (Cefet-MG).

Bancos
Os bancos da capital também poderão ser afetados. Segundo o Sindicato dos Bancários de BH e Região, a expectativa é de grande adesão. O Sindicato dos Vigilantes de Minas Gerais também promete paralisações, especialmente nas agências da região central.

 

MANIFESTAÇÃO

Metrô para, trânsito deve ser caótico, mas não haverá aula

Greve geral marcada para hoje tem adesão de várias categorias, inclusive de professores

As manifestações para o Dia Nacional de Luta, que acontecem hoje em todo o país, irão parar vários setores e atingir milhares de pessoas em Belo Horizonte e região metropolitana. O ato geral está marcado pelas centrais sindicais, entidades estudantis e movimentos sociais no centro da capital, com concentração a partir de 8h30.
Mas já desde as 5h o metrô da cidade não deve funcionar normalmente, após decisão tomada pelos metroviários em assembleia ontem no sindicato da categoria (Sindimetro-MG).

A Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU) chegou a conseguir uma liminar obrigando a garantia de escala mínima de 50% dos trens nos horários de pico (5h20 às 9h e 17h às 20h), sob pena de multa diária de R$ 5.000. Mesmo assim, até o fechamento desta edição, o posicionamento do sindicato, já notificado, era de não acatar a decisão, por “não ter tempo hábil para fazer a escala”.

Os ônibus da capital e da região metropolitana devem circular normalmente, mesmo com as atividades anunciadas pelo sindicato da categoria, como panfletagem e adesão ao protesto da praça Sete. Mesmo assim, deve haver impacto no trânsito, uma vez que há manifestações e passeatas previstas para diversos pontos da cidade, e em diferentes horários. “É possível que o movimento feche corredores de ônibus na capital. Aliás, muitas ações devem ser definidas durante o dia”, disse o presidente da Força Sindical em Minas Gerais, Luiz Carlos Miranda.

Ele ressalta que 150 sindicatos de Minas filiados à Força devem participar de manifestações em várias cidades do Estado. Além de bancários, metalúrgicos e eletricitários, entre outros, instituições de ensino da rede pública municipal e estadual também não irão funcionar na capital. E professores de escolas particulares cogitam parar não só hoje, mas estudam uma greve em agosto. “Iremos participar da concentração às 9h na praça Sete, mais tarde, às 15h, haverá assembleia, que pode resultar em greve”, diz o presidente do Sindicato dos Professores de Minas Gerais (Sinpro-MG), Gilson Reis.

Metalúrgicos. Na madrugada também estão previstas manifestações em 20 indústrias pelos metalúrgicos do Sindicato de Belo Horizonte e Contagem, que contempla ainda Sarzedo, Ibirité, Rio Acima, Nova Lima, Raposos e Ribeirão das Neves.

A presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT-MG), Beatriz Cerqueira, disse que estava programada paralisação na Regap, em Betim, a partir da 0h de hoje. Ela ressalta que as manifestações não são exclusivas da capital. “Vamos ocupar a Codevasf (Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba), em Montes Claros.” Segundo ela, o comércio pode funcionar parcialmente hoje. “Mas a intenção é de paralisação por 24 horas.”
Rodovias serão bloqueadas

Os protestos também devem interferir nas rodovias. Segundo o presidente da Força Sindical em Minas, Luiz Carlos Miranda, a BR–381 será fechada nos dois sentidos em Ipatinga, a partir das 5h30, por ao menos três horas, para impedir a entrada de funcionários da Usiminas. “Em Uberlândia, devemos parar próximo do rodoanel”, diz ele.

As seis centrais sindicais também devem ter encontros com líderes do executivo e legislativo. A presidente da CUT-MG, Beatriz Cerqueira, disse que elas se reúnem às 8h30 com o presidente da Assembleia, deputado Dinis Pinheiro (PSDB), e às 11h30 com o governador Antonio Anastasia – embora o encontro não constasse na agenda do governador.

FONTE: G1 e O Tempo.



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