Antequam noveris, a laudando et vituperando abstine. Tutum silentium praemium.

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Galo e Cruzeiro 2

Sim, ainda é possível. Mostrando toda a gana e toda a raça de um time que almeja o título, o Atlético bateu o forte Internacional, no Horto, por 2 a 1, diminuindo para dois pontos a diferença para o líder Corinthians. Nunca o Goiás, adversário do time paulista, nesta quinta, no Itaquerão, contará com tanta torcida a favor.

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O triunfo alvinegro fez o Galo saltar para os 59 pontos. O Timão tem 61 e, no máximo, vai retomar a diferença para os anteriores cinco pontos. Restam oito rodadas para o fim do Campeonato Brasileiro, reserva um Atlético e Corinthians, no Independência, dia 1º de novembro.

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Há quase um mês, o Galo não jogava no Horto. O torcedor estava com saudade e já tratou de gritar o famoso “eu acredito” assim que os jogadores pisaram no gramado. Era para pilhar a equipe. E funcionou. A pressão inicial lembrou a velha máxima de caldeirão do estádio. Só mesmo uma certa afogação atrapalhava o time.

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Bola no chão e tranquilidade eram a fórmula. Numa dessas, Rodrigo Dourado se atrapalhou e cortou a bola com a mão na área. Pênalti e arremate perfeito de Lucas Pratto, seu 12º gol no campeonato, o 22º na temporada, o terceiro seguido em cobrança de penalidade.

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Com prejuízo no placar, o Colorado teve que sair para o jogo, mas o Galo manteve a toada. Impressionou a disposição dos atleticanos para se atirar nos carrinhos e nas divididas. Em um desses lances de raça, Giovanni Augusto recebeu na área, limpou o marcador e perdeu um daqueles gols incríveis.

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O jogo parecia controlado, o goleiro Victor não tinha feito sequer uma defesa. Mas na cobrança de escanteio, Paulão pregou uma cabeçada certeira para empatar no fim da primeira etapa. Erro de posicionamento, um vacilo. “Jogo como esse, não se pode dar ao luxo de perder tantas chances”, resumiu o camisa 1 alvinegro.

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Para o segundo tempo, o Atlético se mandou para cima sob a batuta da Massa. Mas, novamente, a ansiedade atrapalhava. Em lances de paciência, os jogadores do Galo preferiam o disparo de longe, sem rumo. Por causa da baixa margem de erros com relação a briga pelo título, o relógio também se tornava um inimigo.

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Mas o time estava bem, era intenso, acuava o time gaúcho. Para dar nova movimentação, Levir colocou Patric em campo. Correria também pode ser sinônimo de qualidade. E foi pelo lado esquerdo, após arremate de Douglas Santos e rebote de Muriel, Marcos Rocha desempatou. Ufa!

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Daí para o fim, o Inter precisou avançar mais, abrindo o jogo para os contra-golpes do Galo. Numa delas, Muriel evitou o primeiro gol de Cárdenas pelo Galo. Em outra, Patric se embolou com a bola. E em mais outra, o colombiano perderia na marca do pênalti. O Colorado ainda assustaria, como na bela defesa de falta de Victor. Mas prevaleceu quem correu mais, quem tem objetivos maiores.
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ATLÉTICO 2 x 1 INTERNACIONAL
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Estádio: Independência, em Belo Horizonte
Árbitro: André Luiz de Freitas Castro (GO)
Gols: Lucas Pratto e Marcos Rocha (A); Paulão (I)
Cartões amarelos: Leandro Donizete e Luan (A); Rodrigo Dourado, Alex Vitinho (I)
Público: 19.023 pagantes
Renda: R$ 866.390
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Atlético
Victor, Marcos Rocha, Edcarlos, Jemerson e Douglas Santos (Pedro Botelho); Leandro Donizete, Rafael Carioca, Luan, Giovanni Augusto (Cárdenas), Thiago Ribeiro (Patric); Lucas Pratto. Técnico: Levir Culpi

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Internacional
Muriel, Leo, Réver, Paulão e Ernando; Rodrigo Dourado, Nilton, Anderson (Vitinho) e Alex (Rafael Moura); Valdívia (Alisson Faria) e Lisandro López. Técnico: Argel Fucks

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CRUZEIRO

Ele voltou endiabrado da seleção uruguaia. Com a Celeste Olímpica na ponta das Eliminatórias Sul-Americanas para a Copa do Mundo, Arrascaeta era pura motivação quando desembarcou em Curitiba, nesta quarta-feira, pronto para ajudar o Cruzeiro contra o Atlético-PR. E foi graças ao meia-atacante que a Raposa obteve um empate heroico, por 2 a 2, na Arena da Baixada. Por pouco, o time azul não venceu. No entanto, a ótima atuação do gringo pode, enfim, representar o início da volta por cima do atleta.

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Quando foi confirmado como reforço cruzeirense para a temporada, Arrascaeta chegou com status de um craque a ser lapidado. No entanto, alternou altos e baixo, e perdeu titularidade. O ex-técnico da Raposa, Vanderlei Luxemburgo, disse certa vez, que o uruguaio ‘não era atleta’ para aguentar a bateria de desafios do futebol brasileiro. Porém, o jogador nunca abaixou a cabeça e trabalhou forte para tentar reconquistar seu espaço.

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Nessa quarta-feira, ele deixou o banco de suplentes para incendiar o confronto. O Atlético-PR vencia por 1 a 0, com gol de Ewandro. Mas o Cruzeiro empatou com Fabrício, de falta. Bruno Pereirinha recolocou o Furacão em vantagem. Só que o destino conspirava para Arrascaeta, que, de tanto insistir, balançou as redes e garantiu o empate em 2 a 2.

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No domingo, às 11h, no Mineirão, a Raposa encara o Fluminense, pela 31ª rodada do Brasileirão.

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O jogo
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Há tempos não se via um primeiro tempo tão insosso por parte do Cruzeiro. Erros de passe, falta de competência na ligação do meio-campo ao ataque e ineficiência nas raras oportunidades para finalizar foram a tônica do time celeste nos 45 minutos iniciais. Para piorar, uma desatenção de todo o sistema defensivo resultou no gol de Ewandro, aos 36 min.

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Sem inspiração alguma, Marinho deixou o campo de jogo no intervalo para a entrada de Arrascaeta. E o uruguaio deu uma nova dinâmica ao time celeste. Explorando sua velocidade e abusando dos dribles, o meia-atacante criou boas situações de gol aos azuis. De tanto insistir, o Cruzeiro empatou com Fabrício. Bruno Pereirinha recolocou o Furacão em vantagem. Mas Arrascaeta, em noite iluminada, empatou novamente.

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FONTE: O Tempo.


Réus são condenados por morte de torcedor atingido por vaso sanitário

Os três acusados foram condenados a mais de 20 anos de reclusão.
Júri popular foi realizado nesta quarta-feira (2) e durou mais de 12 horas.

Luiz Cabral de Araujo Neto, Waldir Pessoa Firmo Júnior e Everton Filipe Santiago, acusados de arremessar um vaso sanitário do Estádio do Arruda, no Recife (PE), e matar um torcedor durante briga em maio de 2014, comparecem a sessão do júri popular (Foto: Sérgio Bernardo/JC Imagem/Estadão Conteúdo)Luiz Cabral de Araujo Neto, Waldir Pessoa Firmo Júnior e Everton Filipe Santiago foram condenados pela morte de um torcedor em maio de 2014

Waldir Pessoa Firmo Júnior, 34 anos, Luiz Cabral de Araújo Neto, 30, e Everton Filipe Santiago Santana, 23, foram condenados pelo homicídio do torcedor Paulo Ricardo Gomes da Silva, de 26 anos, morto ao ser atingido por um vaso sanitário no entorno do estádio do Arruda, na Zona Norte do Recife, em maio de 2014. Outras três pessoas ficaram feridas.

Os três foram condenados por homicídio doloso duplamente qualificado, sem chance de defesa à vitima e por motivo fútil, e por três tentativas de homicídios. Waldir pegou 22 anos e seis meses de reclusão; Luiz foi condenado a 25 anos, 7 meses e 15 dias de reclusão; e Everton a 28 anos e 9 meses de reclusão.

“A gente sai mais aliviado daqui porque a justiça foi feita. A dor permanece, mas a gente caminha”, afirmou o pai de Paulo Ricardo, José Paulo Gomes. A promotora Dalva Cabral acredita que, com essa decisão, as famílias vão poder voltar a frequentar os estádios. “Esse julgamento marca um novo tempo. O conselho de sentença põe fim à incitação da violência. Acho que a gente dorme mais tranquilo esta noite”, afirmou a promotora.

A defesa de Everton Santana, que recebeu a maior pena entre os três por possuir antecedentes criminais, vai recorrer da decisão. “Nossa tese não foi aceita pelo júri. Com certeza vamos recorrer”, afirmou o advogado Adelson da Silva. O advogado Paulo Sales, que defendeu Luiz Cabral, também afirmou que vai recorrer. “Ele não agiu com dolo, mas culpa consciente. O resultado não é o pretendido e já registramos em ata que pretendemos recorrer”, apontou.

Já o defensor de Waldir Firmo, Rômulo Alencar, explicou que ainda vai avaliar se vai recorrer. “Reconhecemos a soberania do conselho de sentença. Iremos ainda analisar se vamos entrar com recurso”, ponderou.

Os réus foram condenados no júri popular realizado nesta quarta-feira (2). O julgamento foi presidido pelo juiz Jorge Luiz dos Santos Henriques, na 2ª Vara do Tribunal do Júri do Recife, no Fórum Desembargador Rodolfo Aureliano.

O júri popular começou por volta das 9h40 desta quarta-feira (2), com o sorteio dos jurados que compõem o Conselho de Sentença: cinco homens e duas mulheres. Em seguida, houve a leitura da denúncia e haveria a ouvida dos réus, que preferiram não se pronunciar. A defesa e a acusação realizaram os debates, que duraram mais de três horas. A sentença foi lida por volta das 22h15.

A acusação defendeu a culpa dos três acusados, com a promotora Dalva Cabral ressaltando a intenção que eles tinham de matar alguém da torcida rival. A defesa negou essa vontade, defendendo que nenhum deles tinha essa intenção. Durante o embate entre defesa e acusação, a promotora Dalva Cabral lembrou que a distância de cem metros entre o local de onde foram arrancados e o local de onde foram jogados os vasos sanitários prova que havia uma motivação.

Entenda o caso
Na noite do dia 2 de maio de 2014, Luiz e Waldir, contando com a participação direta de Everton, arremessaram dois vasos sanitários do alto da arquibancada do estádio do Arruda, onde tinha ocorrido uma partida entre Paraná e Santa Cruz, pela Série B do Brasileirão. Os vasos foram jogados na área externa do estádio e atingiram o torcedor Paulo Ricardo, que morreu na hora.

No dia do crime, a partida era entre Santa Cruz e Paraná, no entanto, a torcida do Sport, da qual a vítima fazia parte, também acompanhava o jogo. O motivo dos crimes seria a rivalidade entre as torcidas organizadas do Santa Cruz e do Sport. Outros três torcedores também ficaram feridos por estilhaços dos sanitários.

Os objetos foram arremessados de uma altura de 24 metros, de acordo com o Instituto de Criminalística (IC). O professor de física Beraldo Neto avaliou a altura e calculou que os vasos chegaram ao chão com um peso de 350 quilos, cada um.

Os suspeitos foram presos dias após a morte. No dia 12 de maio, eles participaram da reconstituição do crime, que esclareceu detalhes da ação dentro do estádio. Desde então, eles estão detidos no Centro de Triagem (Cotel), em Abreu e Lima, Grande Recife.

FONTE: G1.


Veja a localização de todos os aparelhos em Belo Horizonte
Novos equipamentos foram instalados nas avenidas Paraná e Presidente Carlos Luz

Radar

Equipamentos foram colocados em duas avenidas da capital

A Empresa de Transportes e Trânsito de Belo Horizonte (BHTrans) informa o início da operação de três novos equipamentos fixos de fiscalização eletrônica de controle de velocidade a partir desta terça-feira (1º). A implantação dos equipamentos ocorre em função do contrato da Concorrência Pública 04/2013, homologada em 10/2014.

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Assim, o município passará a contar com 87 equipamentos do tipo “Controlador Fixo de Velocidade”. Segundo a BHTrans, estes equipamentos se consolidaram como um importante instrumento para o aumento das condições de segurança na circulação dos usuários das vias da capital.

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Os equipamentos foram instalados nos seguintes locais:
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  • avenida Paraná (entre as ruas dos Tamoios e dos Tupis), no sentido rodoviária/avenida Amazonas;

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  • avenida Presidente Carlos Luz, entre o Anel Rodoviário e a rua 14, no sentido centro/bairro;

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  • avenida Presidente Carlos Luz, oposto ao nº 4.845, no sentido bairro/centro.

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A escolha dos locais para instalação, leva em consideração o número de acidentes com vitimas, fatores técnicos e o potencial risco de novos acidentes. Os locais foram devidamente sinalizados com placas de velocidade máxima permitida conjugadas com placas indicativas de “Fiscalização Eletrônica”. Faixas de pano serão implantadas nos locais informando a população sobre o início da operação dos equipamentos.

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Na avenida Paraná a velocidade máxima regulamentada é de 30 km/h e na avenida Presidente Carlos Luz é de 60 km/h. Os equipamentos foram verificados e aprovados pelo Instituto de Pesos e Medidas do Estado de MG (IPEM/MG).

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Confira a lista com a localização dos equipamentos de Fiscalização Eletrônica em Funcionamento (1/9/2015), clicando aqui.

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FONTE: O Tempo.


Homem estaciona em vaga para deficientes e tem carro coberto de papeis

Até o momento cerca de oito mil pessoas compartilharam a publicação

Reprodução

Homem para em vaga de deficiente e tem carro coberto com sinalização que indica vaga de deficiente


Um vídeo compartilhado nas redes sociais mostra um motorista, em Maringá (PR), que, ao estacionar no local reservado para pessoas com deficiência, teve seu carro coberto com uma sinalização comumente usada para identificar a restrição da vaga.

No vídeo, ele demonstra uma certa irritação com o ocorrido. Até o fim da tarde esta quarta-feira (24), cerca de 8.000 pessoas já tinham compartilhado a publicação.

Veja o vídeo:

FONTE: O Tempo.


17 heróis: policiais se negam a bater em professor, são presos e dão lição

Assim a PM trata os professores no Paraná - Foto Joka Madruga/Futura Press/Estadão Conteúdo

 

Quem disse que os porteiros de Auschwitz não tinham escolha?

Que os médicos de salas de tortura não poderiam se recusar a estar ali?

Que soldados não têm chance de recorrer a objeções de consciência para não massacrar os mais fracos?

Que taxista carece do direito de se negar a rodar com o taxímetro adulterado pelo dono da frota?

Que funcionário de empresa privada e funcionário de companhia pública devem fingir que não veem assaltos ao patrimônio público?

Que jornalistas não têm como se rebelar contra a manipulação inescrupulosa de informações?

Sim, é possível dizer não.

Eis a lição dos pelo menos 17 policiais militares do Paraná que ontem disseram não à ordem de atacar milhares de professores que protestavam contra a iminente retirada de direitos seus pela Assembleia Legislativa.

A Polícia Militar informou que esses policiais foram presos por se recusar a participar do “cerco” contra os mestres em greve.

“Cerco” é eufemismo. Não se tratava de cercar, bem sabiam os 17.

A PM avançou contra os professores empregando cão pitbull. Um dos cachorros mordeu um cinegrafista da Band.

Quais são os valores de uma corporação que lança pitbull contra professor e jornalista?

Atiraram com bala de borracha mirando a cabeça.

Bala de borracha pode matar, ferir gravemente, deixar sequelas.

Um chefe mandou bater com o cassetete por baixo, para evitar imagens.

Os professores só queriam assistir à sessão da Assembleia que tornaria ainda mais difícil a vida dos trabalhadores da educação.

Os PMs jogaram bombas de gás que afetaram até crianças em uma creche vizinha.

Saber que há creche ao lado e lançar gás configura selvageria imoral.

É mais digna a retirada do que maltratar criança.

Os 17 do Paraná disseram não a tudo isso.

Pobre do país que precisa de heróis é uma boa tirada, mas circunscrita a circunstâncias.

Miserável é a nação que ergue monumentos para heróis de fancaria.

Como disse noutra quadra um grande cronista, o povo urina nos heróis de pedestal.

Os 17 PMs honraram a promessa de proteger os cidadãos.

E periga serem os mais atingidos pela truculência do governo Beto Richa.

A quarta-feira sangrenta deixou centenas de professores feridos em Curitiba.

Mas também legou a lição de 17 policiais que são heróis brasileiros.

P.S.: o post acima foi baseado em reportagem do “Estadão Conteúdo”. Tal reportagem foi reproduzida ou noticiada pelo UOL, “Veja”, “Gazeta do Povo” e outros portais e publicações. De acordo com o “Estadão Conteúdo”, a origem do relato sobre a prisão de policiais que se recusaram a participar do “cerco” aos professores foi a própria Polícia Militar do Paraná. Nesta quarta-feira, uma porta-voz da PM afirmou que não procede a informação sobre prisão de policiais. E que nenhum deles teria se negado a participar da operação contra os manifestantes. Quando houver mais informações sobre as versões da PM e o que realmente ocorreu, o blog voltará ao assunto (quarta-feira, 30/04/2015, às 16h04).

FONTE: Blog do Mário Magalhães – UOL.


Cidade do Paraná aprova lei contra doutrinação política na escola

doutrinação

Santa Cruz do Monte Castelo, no Paraná, será o primeiro município do País a adotar a Lei Contra Doutrinação Política e Ideológica nas escolas se o prefeito a sancionar.

A Câmara de Vereadores aprovou semana passada, por unanimidade, o Projeto de Lei Complementar nº 2/14, do Vereador Armando Meira Garcia.

O movimento é uma blindagem contra possíveis intervenções de secretarias municipais, estaduais ou até mesmo do Ministério da Educação que possam sugerir a ideologia de gênero ou política (socialismo, comunismo, bolivarianismo, contam os envolvidos) na grade curricular.

O pontapé surgiu no Rio com um PL (2974/14) do deputado Flávio Bolsonaro – filho do federal Jair Bolsonaro – que proíbe a ideologização em materiais didáticos. A tutela é da ONG Escola sem Partido, e há meses a minuta é oferecida a centenas de prefeituras do Brasil.

Na esteira, o grupo quer barrar a volta do polêmico ‘Kit Gay’, um projeto do MEC que esbarrou na força da bancada cristã e fez a presidente Dilma enquadrar o ministério.

 

FONTE: UOL.

 


ÚLTIMA ATUALIZAÇÃO: 27/08/2014, 04:00.

Sete presos estão desaparecidos após rebelião, diz Secretaria de Justiça

Motim durou 45 horas e acabou às 3h30 desta terça (26), em Cascavel.

Presos podem estar mortos ou terem conseguido fugir, segundo a Seju.

 

A Secretaria da Justiça, Direitos Humanos e Cidadania (Seju) confirmou que sete presos da Penitenciária Estadual de Cascavel, no oeste do Paraná, estão desaparecidos. O número foi divulgado na tarde desta terça-feira (26), após um levantamento feito pela Seju. A unidade foi palco de uma rebelião de presos, que durou 45 horas e só terminou na madrugada desta terça-feira.

Conforme o balanço divulgado pela Seju, cinco detentos foram mortos e 25 ficaram feridos. Desses, seis ainda continuam internados no Hospital Universitário (HU). Os dois agentes penitenciários, que eram mantidos reféns desde o início do motim, foram libertados. Eles precisaram de atendimento médico, mas já foram liberados.

Ainda de acordo com a secretaria, os presos que estão desaparecidos podem estar mortos ou terem conseguido fugir. Nesta terça-feira, equipes começaram a fazer uma perícia na unidade para tentar encontrar outros corpos, além de checar toda a estrutura da penitenciária. Os rebelados causaram danos em 80% da unidade, segundo o Depen. Das 24 alas da unidade, pelo menos 20 ficaram destruídas.

Após as transferências que ocorreram desde o domingo, 222 presos ainda ficaram na unidade. São presos com bom comportamento e que estão quase no fim da pena. Outros 797 detentos foram transferidos para penitenciárias do estado.

O Departamento Penitenciário do Paraná (Depen) confirmou que dois dos detentos mortos pelos rebelados foram decapitados. Outros dois morreram após serem atirados de cima do telhado da unidade e o quinto morto foi carbonizado. Todos os corpos estão no Instituto Médico-Legal (IML) de Cascavel e ainda não foram identificados.

Negociação
As negociações para o fim da rebelião foram interrompidas às 20h de domingo e retomadas apenas às 7h55 da segunda-feira (25). A comissão foi formada pela secretária de Justiça do Paraná, Maria Tereza Uillie Gomes, pelo diretor do Depen, Cezinando Paredes, pelo comandante do Batalhão de Choque da Polícia Militar, Cícero Tenório, e pelo Juiz Paulo Damas.

Segundo o Depen, entre as exigências dos rebelados estavam o relaxamento nas visitas, mais diálogo com a direção da unidade e refeições melhores.

Rebelião
De acordo com o advogado dos agentes penitenciários, Jairo Ferreira, a rebelião teve início no momento em que o café da manhã era entregue aos detentos. O trinco de uma das grades estava serrado, o que permitiu aos presos puxarem o agente para dentro e iniciarem a rebelião. Ainda segundo o advogado, apenas dez agentes estavam de plantão no presídio que é ocupado por mais de mil presos.

Os detentos invadiram o telhado da penitenciária, queimaram colchões e hastearam a bandeira de uma facção criminosa que atua dentro e fora dos presídios no país.

Familiares dos presos fecharam a BR-277 por três vezes desde o domingo, de acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF). As duas pistas da rodovia ficaram bloqueadas no km 579, próximo ao trevo de acesso à penitenciária. Filas de veículos se formaram nos dois sentidos.

Destruição
Pelos corredores da prisão o que se observa é a destruição causada pelos presos. Para sair da primeira cela, durante a madrugada, os presos serraram uma das trancas e, em seguida, abriram as demais celas. Quando os agentes penitenciários chegaram ao local, pela manhã, foram surpreendidos pelo grupo.

A sala da chefia de segurança e da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) foram depredadas. Os presos quebraram equipamentos eletrônicos, atearam fogo a colchões e outros materiais inflamáveis. Os vidros de janelas quebradas foram usados como armas, além de facões e barras de ferro que foram improvisados como armamentos.

Para chegar ao teto do presídio, eles quebraram vigas de concreto e entortaram barras de ferro. Em cima da unidade, dois dos detentos mortos foram jogados de uma altura de 15 metros.

Detentos reclamam da alimentação, higiene e estrutura da unidade (Foto: Argeu Almeida/ RPCTV)Detentos reclamavam da alimentação, higiene e estrutura da unidade
ÚLTIMA ATUALIZAÇÃO: 26 Ago 2014, 05:00.

Rebelião em presídio do Paraná chegou ao fim, diz juiz

Secretaria de Justiça do estado confirma que o acordo foi feito, mas espera a libertação dos reféns e o acesso ao local para declarar o encerramento

Uma reunião na tarde dessa segunda-feira selou o acordo que encerra a rebelião de presos na Penitenciária Estadual de Cascavel, no Paraná. A entrada no local será liberada para que a polícia e o governo façam uma verificação após a divulgação do resultado de cadastramento e tranferência de mais de 600 presos para outras unidades, o que pode acontecer a qualquer momento.

Segundo a Secretaria de Justiça do estado, somente após a liberação dos dois agentes que foram feitos reféns e a verificação do local, o governo poderá precisar em definitivo o número de feridos, mortos e os danos à unidade. Ainda conforme o órgão, as ações hoje foram mais tranquilas e civilizadas ao contrário de ontem, que foram consideradas “barbárie”.Em entrevista na tarde desta segunda-feira, 25, o juiz da Vara de Execuções Penais, Paulo Damas, confirmou que a rebelião chegou ao fim na PEC (Penitenciária Estadual de Cascavel), no Oeste do Paraná – o motim começou por volta das 6 horas deste domingo, 24.

Damas informou que entre 15 e 20 pessoas morreram na rebelião. No entanto, esse número também não foi confirmado oficialmente pela Secretaria de Justiça – até agora foram confirmadas quatro mortes, sendo duas pessoas decapitadas.

A expectativa é de que os dados oficiais sejam divulgados nas próximas horas numa entrevista coletiva da secretária de Justiça Maria Teresa Gomes, que está acompanhado as negociações entre a Polícia Militar e os líderes dos detentos. Os dados dos detentos cadastrados e transferidos serão disponibilizados para as famílias no site da Secretaria de Justiça, Cidadania e Direitos Humanos do Paraná.

Os jornalistas receberam informação de que o acordo feito prevê a retirada dos rebelados por grupo. Um grande efetivo de policiais militares, civis e de viaturas policiais está de prontidão no local para a eventual transferência dos presos e dos feridos aos hospitais de Cascavel.

A Secretaria de Justiça só considera o fim da rebelião com a libertação de todos os reféns, incluindo dois agentes penitenciários e o acesso total ao interior do complexo penitenciário.

Dois presos são decapitados em rebelião no oeste do PR, diz Depen

Ação começou na manhã de domingo (24), na Penitenciária de Cascavel.

Vários presos estão feridos e dois agentes penitenciários são feitos reféns.

 

Presos reclamam da estrutura, alimentação e higiene da unidade (Foto: Reprodução RPC TV)Presos reclamam da estrutura, alimentação e higiene da
unidade

O Departamento Penitenciário do Paraná (Depen) informou que dois presos da Penitenciária Estadual de Cascavel (PEC), no oeste do Paraná, foram decapitados durante a rebelião que começou por volta das 6h30 deste domingo (24). Ainda conforme o Depen, vários presos estão feridos e dois agentes penitenciários são feitos reféns. O Depen e a polícia negociam com os presos, mas não há previsão de término da rebelião até a publicação desta reportagem.

De acordo com o advogado dos agentes penitenciários, Jairo Ferreira, os presos reclamam da estrutura, alimentação e higiene da penitenciária.

Conforme o Depen, um dos mortos é o ex-policial civil suspeito de encabeçar um esquema de furto e desvio de peças de veículos apreendidos que ficavam no pátio 15ª Subdivisão Policial, descoberto no dia 2 de julho. O Corpo de Bombeiros também confirmou que atendeu uma vítima com ferimentos graves. O homem, de 23 anos, foi levado para o Hospital Universitário.

O diretor do Depen, Cezinando Paredes, está na peninteciária para negociar com os detentos. A secretária de Justiça, Maria Tereza Uille Gomes, também a caminho de Cascavel para tentar uma negociação com os presos, conforme o Depen. Equipes da Polícia Militar também estão no local.

Rebelião

Presos subiram no telhado da penitenciária com os reféns (Foto: Reprodução RPC TV)
Presos subiram no telhado da penitenciária com os reféns

Segundo Ferreira, a rebelião teve início no momento em que um agente foi entregar o café da manhã aos detentos. O trinco da grade estava serrado, o que permitiu aos presos puxarem o agente para dentro e darem início à rebelião. Ainda segundo o advogado, apenas dez agentes estavam de plantão no presídio que é ocupado por mais de mil presos.

Os detentos invadiram o telhado da penitenciária, queimaram colchões e hastearam bandeira de uma facção criminosa que atua dentro e fora dos presídios no país. Na confusão, eles chegaram a jogar outros detentos do alto do telhado.

Conforme Ferreira, cerca de 80% da unidade está destruída.

De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), por volta das 16h da tarde familiares dos presos fecharam as duas pistas da BR-277, no Km 579, próximo ao trevo de acesso a penitenciária. Filas de veículos se formaram nos dois sentidos. A PRF está no local.

FONTE: G1 e Estado de Minas.


 

Vaca é encontrada em cima de árvore no Paraná

 

Vaca foi carregada pela correnteza e fico presa entre os galhos


Uma vaca foi encontrada em uma árvore de mais de dois metros de altura na zona rural de Quedas do Iguaçu, no Paraná. O animal foi carregado por uma enchente que atingiu a região e já estava morto quando foi localizado. A imagem inusitada foi registrada pelo Portal Quedas, que também informou que o proprietário do animal não foi identificado.

A cidade de pouco mais de 40 mil habitantes foi uma das mais prejudicas pelas fortes chuvas que castigaram o estado, com pontes destruídas e casas soterradas. No município foi registrada uma morte e três pessoas feridas. O número de pessoas desabrigadas ainda não foi contabilizado, já que algumas comunidades ficaram isoladas durante a cheia

A chuva que atingiu o Paraná deixou nove mortos e afetou 55.659 pessoas em todo o estado, segundo boletim divulgado pela Defesa Civil Estadual nesta segunda-feira. De acordo com o órgão, 70 cidades estão em situação de emergência. Rodovias estaduais e federais foram interditadas devido a quedas de barreiras e alagamentos.

 (Reprodução Internet / www.portalquedas.com.br)

FONTE: Estado de Minas.


Leão que foi sequestrado em São Paulo é encontrado em Maringá

Animal estava no criadouro do ex-dono; um funcionário chegou a ser preso.

Chamado de Rawell, o leão foi doado para criadouro no interior paulista.

Leão sequestrado em São Paulo foi encontrado em Maringá (Foto: RPC TV Maringá/Reprodução)Leão sequestrado em São Paulo foi encontrado em Maringá (Foto: RPC TV Maringá/Reprodução)

O leão Rawell, sequestrado em Monte Azul Paulista (SP), foi localizado em Maringá, no norte do Paraná, neste sábado (3). A Polícia Civil cumpriu o mandado de busca e apreensão do animal, expedido pela Justiça paranaense, no criadouro do ex-dono do leão, Ary Marcos, que abriga mais de dez tigres.

Leão sequestrado no interior de São Paulo foi encontrado em Maringá (Foto: Erick Gimenes/G1)Donos de criadouros se desentenderam e leão foi
retirado de Monte Azul Paulista, em São Paulo
(Foto: Erick Gimenes/G1)

O leão, de 9 anos e 300 quilos, foi furtado na madrugada de quinta-feira (1º). O médico Oswaldo Garcia Junior, dono do criadouro onde o animal estava, diz que homens arrombaram o portão do centro de reabilitação, abriram a jaula e sequestraram o felino.

Neste sábado, um funcionário do criadouro de Maringá foi preso por desobediência porque não permitiu que os policiais entrassem no local.

“Teve uma discussão entre os donos dos criadouros do Paraná e de São Paulo. O Ary apresentou um documento do Ibama que diz que ele é o fiel depositário do animal. Eles tentaram entrar em acordo, mas não conseguiram. Foi aí que o Ary decidiu agir com as próprias mãos”, diz o delegado Leandro Roque, que afirmou, ainda, que o leão vai seguir no criadouro de Maringá já que não tem para onde ser levado.

Segundo o delegado, Ary Marcos não está na cidade e vai ter de comprovar a posse de Rawell na delegacia de Monte Azul Paulista. Se os documentos forem ilegais, ele pode ser indiciado por furto.

O advogado de Ary Marcos não quis falar com a imprensa.

Polícia cumpre o mandado de busca e apreensão em canil de Maringá (Foto: Erick Gimenes/G1)Polícia cumpre o mandado de busca e apreensão em canil de Maringá (Foto: Erick Gimenes/G1)

Câmeras de segurança
Imagens de câmeras de segurança de uma chácara vizinha mostram uma caminhonete invadindo o criadouro com um objeto parecido com uma jaula na carroceria. Nas gravações também aparecem dois homens andando pela rua que dá acesso ao local com um objeto que, segundo a polícia, pode ter sido usado para sedá-lo. Os homens saem em marcha a ré e vão embora carregando o felino, ainda conforme a polícia.

Rawell, segundo Junior, foi doado pelo dono do criadouro de Maringá. O médico disse que um dos homens que aparecem nas imagens das câmeras de segurança é o ex-dono do leão.

Perícia
Uma perícia feita no local do crime apontou que o leão provavelmente foi dopado e arrastado antes de ser sequestrado. Segundo o perito criminal Nilceu Fortunato, os criminosos sabiam bem como lidar com o animal.

Criadouro em Maringá
No ano passado, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) informou que o mantenedouro de Ary Marcos não tem autorização para reproduzir felinos em cativeiro.

A informação foi divulgada após a Justiça de determinar a vasectomia em 12 tigres do local. Segundo o Ibama, Marcos não pode reproduzir nem vender os felinos, tem apenas a autorização para mantê-los em cativeiro.

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FONTE: G1.


Torcedor morre

 

atingido por privada atirada

 

da arquibancada do Arruda

Incidente aconteceu logo após a partida entre Santa Cruz e Paraná, pela Série B

Paulo Ricardo torcedor morto no arruda no jogo santa cruz x Paraná (Foto: DHPP/Divulgação)Reprodução da foto de Paulo Ricardo durante
o jogo no Arruda (Foto: DHPP/Divulgação)

Um torcedor morreu de forma trágica logo após o jogo entre Santa Cruz e Paraná, pela Série B do Campeonato Brasileiro, na noite desta sexta-feira. Ele passava próximo ao portão seis do Arruda, destinado à torcida adversária, quando foi atingido por um vaso sanitário arremessado da arquibancada. Paulo Ricardo Gomes da Silva é o nome da vítima. O agressor não foi identificado. Não houve um detido sequer.

Ao fim da partida, a torcida do Santa Cruz foi orientada pela Polícia Militar a sair do estádio antes da torcida visitante. No entanto, uma uniformizada coral armou a emboscada para os rivais. Ao deixarem o estádio, 15 minutos depois, os torcedores do Paraná foram “recepcionados” por três bombas e recuaram. Neste momento, dois vasos sanitários arrancados dos banheiros do anel superior do estádio foram atirados.

Além da vítima fatal, outras três ficaram feridas. Uma em estado grave. Vanderson Wilderlan Gomes, nascido em 1992, sofreu cortes na cabeça e nas pernas e foi encaminhado para o Hospital da Restauração, zona central do Recife. O quadro dele inspira cuidados, mas não corre risco de morte. José e Adrien Ferreira de Lima, nascido em 1993, e Tarkini Kauã Gonçalves de Araújo, nascido em 1994, machucaram as pernas e seguiram para o Hospital Getúlio Vargas.

Torcedor do Sport e morador do bairro do Pina, zona sul do Recife, Paulo Ricardo, 26 anos, trabalhava como soldador na indústria naval do Cabo de Santo Agostinho, Região Metropolitana do Recife. Integrante de uma torcida uniformizada do Sport, saiu de casa com uma missão: tirar fotos da uniformizada do Paraná – uma prática comum entre torcidas aliadas em diferentes estados. Na câmera encontrada pelos bombeiros dentro da bolsa da vítima, havia vários registros do jogo.

Torcedor morre atingido (Foto: Thiago Augustto)Corpo da vítima coberto por um lençol ainda no local, logo após a morte (Foto: Thiago Augustto)

– Ele estava assistindo ao jogo com a torcida do Paraná. Já sabemos que era um torcedor do Sport, inclusive tinha tatuagens do clube, e que estava no local onde começou a briga logo após o jogo. As informações são que os outros dois feridos estavam com ele. Vamos ao hospital para escutá-los. Ainda não podemos precisar exatamente de onde partiu o vaso sanitário. Os depoimentos desses dois que estão no hospital devem ajudar a esclarecer muitos fatos que ainda estão em branco para nós. Ainda temos uma câmera da SDS (Secretaria de Defesa Social) para analisar as imagens. Uma coisa é certa: quem atira um vaso sanitário em outra pessoa tem sim intenção de matar, explicou a delegada Gleide Ângelo

Mapa Arruda (Foto: Infográfico)Tragédia no Arruda: local onde o torcedor foi morto (Foto: Infográfico)

Pedra cantada

As depredações nos banheiros nos estádios de Pernambuco têm sido uma prática constante dos vândalos. Nas mãos deles, privadas viram armas. Este ano mesmo, membros de uma uniformizada do Santa Cruz quebraram banheiros da Ilha do Retiro após um clássico entre Sport e Santa. Na ocasião, a direção rubro-negra pediu a conta à Federação Pernambucana de Futebol (FPF). 

 

FONTE: G1.


Depois de prender Arnold Schwazenegger, Polícia Militar de Minas também manda o Capeta e o Tiririca para trás das grades

TRIÂNGULO

Na hora da morte, jovem revela o nome de seu assassino à companheira em Uberlândia – Foi o Capeta

Suspeito usou uma criança como escudo para tentar evitar prisão, mas foi detido; ele teria matado a vítima, de 18 anos, por vingança

uberlândia

Suposto assassino, Capeta foi preso depois de usar uma criança como escudo
Antes de morrer, um jovem de 18 anos contou para sua companheira o nome do homem que atirou contra ele, na tarde dessa terça-feira (16), em Uberlândia, no Triângulo Mineiro. O suposto assassino, que teria agido a mando de um criminoso que queria se vingar da vítima, foi preso, na manhã desta quarta-feira (17), depois de fazer uma criança refém em uma chácara da mesma cidade.

Segundo a Polícia Militar (PM), Luiz Henrique Rodrigues Costa foi baleado na rua Paschoal Bruno – no bairro Santa Luzia – e voltou correndo para dentro de casa, abraçou a companheira e disse: “o Marquinho Capeta acabou de atirar em mim. Se eu morrer, foi ele quem me matou”. Depois de atirar, o suspeito fugiu em um Palio preto. O ferido foi levado para a Unidade de Atendimento Integrado (UAI) Pampulha, entretanto, morreu na unidade de saúde.

Uma testemunha informou à polícia que o mandante do crime seria um homem conhecido como Bidú e que o motivo seria um furto realizado pela vítima. Segundo a testemunha, que teve a identidade preservada, a vítima havia assaltado a casa do assassino, que prometeu vingança.

A PM conseguiu prender o suspeito, Marcus Vinícius Nascimento de Oliveira, de 32 anos, conhecido como Marquinho Capeta, na chácara Miranda 4, próximo à usina de Miranda. De acordo com a corporação, no momento da prisão, Oliveira se escondeu debaixo de uma cama e usou uma criança como escudo. Os militares conversaram com o homem e conseguiram que ele soltasse a criança.

Ele foi preso e encaminhado para a delegacia da cidade.

LONGA FICHA CRIMINAL – Tiririca em cana

Líder de quadrilha de roubos a bancos e um dos mais procurados pela polícia é preso

“Tiririca” já havia fugido de dois presídios e foi encontrado pela última vez em Londrina, no Paraná, onde mantinha uma vida luxuosa com a mulher e a filha

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Apos anos foragido, Tiririca é preso no Paraná

Um homem conhecido como Tiririca, apontado como um dos suspeitos mais procurados pela polícia e líder de uma quadrilha de roubo a bancos, foi apresentado na Divisão de Operações Especiais da Polícia Civil na manhã desta quarta-feira (17). Gilcimar da Silva, de 33 anos, tem um histórico preocupante: já fugiu duas vezes da prisão em Minas. Porém, na última vez em que foi preso, foi em Londrina, no Paraná, onde estava detido desde o dia 1º de julho e levava uma vida luxuosa com a mulher e uma filha pequena.

Segundo o delegado Antônio Júnior Dutra, do Grupo de Combate às Organizações Criminosas, eles iniciaram a caçada pelos suspeito em janeiro, após investigações acerca de sua ficha criminal. Gilcimar é apontado como sendo o líder de uma quadrilha que já assaltou bancos em todo o país. “Em 2004, ele e parte da quadrilha foi presa em um assalto na avenida Antônio Carlos. Em 2006 ele fugiu da penitenciária Dutra Ladeira”, contou o delegado.

Já em 2011, ele foi capturado novamente, desta vez em São Paulo. “Nessa data ele estava com três fuzis M-16, avaliados em R$60 mil cada, e uma escopeta”, lembrou o delegado. Ainda no mesmo ano, o suspeito conseguiu fugir novamente, de outra penitenciária: a Nelson Hungria. “Ele conseguiu uma transferência fraudulenta para o Piauí e foi solto no caminho pelos policiais militares daquele estado, que receberam cerca de R$300 mil”, lembrou. Agora, com a nova prisão, Tiririca foi encaminhado novamente para a Nelson Hungria.

Com ele, foram apreendidos vários documentos falsos, dois carros avaliados em R$100 mil e 5 celulares. Ainda de acordo com a investigação, existe a suspeita de o suspeito também seria um dos maiores traficantes do Espírito Santo.

Segurança

Atualmente, Gilcimar da Silva tem oito mandados de prisão preventiva em aberto, quatro de condenação e um total de 31 mandados registrados, entre já cumpridos e expirados.

Para o procurador do Ministério Público André Ubaldino, o êxito na captura pode ser comemorado apenas parcialmente. Para ele, após a recaptura em 2011, o Estado deveria ter tido um cuidado maior com o preso. “Ele já tinha sido preso durante um assalto e fugiu. Depois com armamento pesado. Esperamos que, agora, o Governo se preocupe em mantê-lo preso, pois o dinheiro público que gastamos para recapturá-lo é bem investido, mas poderia ter sido evitado”, protestou.

Dias antes a PM havia prendido o Arnold Schwazenegger.

FONTE: Super Notícia e O Tempo.


Ato normativo foi publicado no Diário da Justiça do Paraná na terça (2).
Agora não será mais necessária autorização de juiz da comarca local.

A Corregedoria do Tribunal de Justiça do Paraná autorizou o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo no estado, assim como a conversão da união estável em casamento civil. O ato normativo foi publicado no Diário da Justiça na terça-feira (2).

Segundo a associação dos Notários e Registradores do Estado do Paraná (Anoreg), todos os cartórios do estado já foram notificados e estão habilitados a realizar o casamento civil homoafetivo. A entidade explicou que, na prática, o que irá mudar será a não dependência da autorização do juiz da comarca local para a realização do casamento.

O ato normativo foi assinado pelo corregedor Eugênio Achille Grandinetti. A autorização foi baseada no artigo 1.525 da Lei Federal nº 10.406/2002, o mesmo que  baseou o Supremo Tribunal Federal (STF) noreconhecimento da união estável homoafetiva em maio de 2011.

Os documentos necessários para o casamento civil homoafetivo são os mesmo pedidos para o casamento civil entre pessoas do sexo oposto: carteira de identidade e certidão de nascimento, além de duas testemunhas.
FONTE: G1.


X-Lombada tem 40 centímetros de diâmetro e alimenta dez pessoas.
Sanduíche recheado com pastel e bolinho de carne atrai clientes desde 88.

Lanche gigante X Lombada
Carivaldo Martins Ramos criou o X-lombada, sanduíche de 5 kg, para atrair clientela
(Foto: Thais Kaniak / G1 PR)

Receitas inusitadas para salgados comuns agradam clientes e turistas no Paraná. Desde sanduíches recheados com bolinho de carne e pastel à milanesa até coxinhas de 3,5 kg. O tamanho diferenciado atrai grupos de amigos e famílias que confraternizam em volta dos lanches gigantes. Os criadores das receitas conversaram com o G1 sobre o preparo e a história dos salgados.

Em Curitiba, o X-lombada surgiu em razão de uma lombada que havia em frente à lanchonete de Carivaldo Martins Ramos, de 40 anos. Com 5 kg, o sanduíche foi criado para chamar a atenção da clientela, na época da inauguração, em 2006. “O pessoal experimenta quando é novidade e um fala para o outro”, afirma.
Carivaldo conta que trabalhou com lanches 15 anos antes de abrir o atual estabelecimento, que leva o nome dele. Antes do ‘Carivaldo Lanches’, ele já fazia cachorros-quentes gigantes, em uma barraca de rua. Uma das opções media 25 centímetros.

No início, para preparar a receita do X-lombada, ele encomendava dois pães de 40 cm de diâmetro. Carivaldo lembra que oferecia o lanche para todas as pessoas que iam à lanchonete, mas, mesmo assim, chegou a perder pão por falta de vendas.

O sanduíche custa R$ 40 e serve entre oito e dez pessoas, segundo ele, com bastante fome. No recheio do X-lombada, Carivaldo coloca seis hambúrgueres, seis salsichas, seis ovos fritos, frango desfiado, bacon, calabresa, quatro tipos de queijo (cheddar, catupiry, muçarela e provolone), presunto, tomate e alface. Em cinco minutos, o lanche está pronto. Porém, nas sextas-feiras e aos sábados, quando são vendidos cerca de 80 X-lombadas, a fila de espera pelo sanduíche pode chegar a uma hora e meia.
“É impossível comer sozinho”, garante. Consciente do tamanho do lanche, Carivaldo até arrisca um desafio para quem conseguir comer sozinho o X-lombada em uma hora. “Ganha o sanduíche e mais mil reais”.

A especialidade de Carivaldo já atravessou as divisas do Paraná e chegou a Minas Gerais. O motorista Gregório dos Reis Pires, de 33 anos, foi à lanchonete buscar um X-lombada para a esposa levar o sanduíche ao município mineiro de Cachoeira da Prata. “Ela vai levar para a família toda provar. Pai, mãe, sogro e sogra. Eles vieram para cá [Curitiba] no fim do ano, mas não deu tempo de trazê-los aqui no Carivaldo”, explica o motorista, que considera o sanduíche excepcional.

O bombeiro Márcio José Schincoviaki, de 36 anos, costuma levar para casa, pelo menos duas vezes ao mês, um X-lombada para jantar com a família. “Chamamos os vizinhos para comer com a gente. É um exagero. É bom, melhor do que pizza”.

X-Montanha

Com 34 anos de história, os sanduíches da Lanchonete Montesquieu, também em Curitiba, continuam sendo os preferidos de alunos e ex-alunos da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), cujo prédio é vizinho. O X-montanha – que tem como ingredientes pastel à milanesa, bolinho de carne, alface, tomate, queijo, presunto e maionese dentro de um pão de hambúrguer – é o mais vendido no horário do almoço.

Desde 1988, o lanche atrai estudantes e famílias no estabelecimento, que pertence a José Ota, de 83 anos de idade. São feitos cerca de 80 x-montanhas por dia.

Lanche gigante X Montanha
José Ota e a criação: X-montanha ainda atrai ex-alunos da UTFPR, em Curitiba (Foto: Thais Kaniak/G1)

Ota conta que a receita surgiu graças aos pedidos dos alunos. “Eles pediam para aumentar o tamanho do sanduíche”, relembra. Pouco antes, em 1987, o proprietário do estabelecimento inventou o lanche antecessor, o X-pastel. Ele explica que foi a necessidade que o fez criar a receita. “Na época, houve um racionamento e faltou carne. Como tinha pastel, oferecia pastel porque era o único recheio disponível”.

A receita agradou tanto que faz com que estudantes das décadas de 80 e 90 voltem à lanchonete para comerem os sanduíches. O hipnoterapeuta Luiz Eduardo Xavier, de 39 anos, frequenta o local desde 1987, quando cursava eletrotécnica, na UTFPR. “Vinha todos os dias. A cantina [da escola técnica] era ruim, eu preferia comer aqui. Sempre vinha um do grupo antes para garantir o lanche para todo mundo porque formava uma fila enorme”, lembra. Xavier ainda frequenta o estabelecimento, pelo menos, duas vezes ao mês para consumir um X-montanha. “Se não dá para comer aqui, levo para casa”, diz.

O advogado Marcos Trentini, de 40 anos, também é ex-aluno da UTFPR e não consegue ficar sem o sanduíche preferido, o X-monstro – que leva um bolinho de carne, salada, ovo e molho de tomate com cebola dentro do pão de hambúrguer. “Com suco de laranja, não tem erro”, garante. Trentini cursou, de 1991 a 1996, técnico em mecânica e ia todos os dias à lanchonete. “Era uma briga para conseguir pegar um X”. Para o advogado, o lanche tem sabor de nostalgia. “Não é só o sanduíche. Venho aqui para matar saudade”, conta. Ele já apresentou as especialidades de Ota para a esposa e o filho de 16 anos que, segundo Trentini, achou o X-montanha enorme.

A lanchonete Montesquieu é um negócio familiar. Ota e os três filhos, Álvaro, Geni e Emília, administram o local. Elas cuidam da cozinha e eles do atendimento. Ota continua indo diariamente à lanchonete. “Venho todo dia para fazer número”, brinca.

Pastel gigante

Em Toledo, no oeste do Paraná, um pastel gigante também chama a atenção. O lanche já recebeu do RankBrasil, em 2008, o prêmio de maior pastel do país. O salgado pesa 4,6 kg e tem milho, ervilha, calabresa, bacon, salsicha, carne moída, presunto, queijo, ovo cozido, catupiry, tomate seco, frango desfiado, palmito, azeitona e pepino em conserva como recheio.

Sheila Melo, chef de cozinha e dona da Pastelaria Bom Sabor, conta que o ‘pastelão’ surgiu com um desafio proposto pela sócia para que ela produzisse o maior pastel do Brasil. Sheila não só aceitou o desafio como ganhou a premiação e, ainda, garantiu, espaço fixo para a receita no cardápio da pastelaria.

Lanche gigante pastel
Chef preparou a receita do pastel gigante para vencer desafio proposto pela sócia (Foto: Foto: Lucas Araldi/Arquivo Pessoal)

“O pessoal vem em grupo para comer o pastel. Eles levam, em média, uma hora para comer tudo”, relata. Por semana, são vendidos cerca de 15 pastéis gigantes. O salgado, que leva 30 minutos para ficar pronto e serve entre seis e dez pessoas, sai bastante para festas de confraternização de empresas, segundo a chef.

A proprietária da pastelaria afirma que muitos turistas vão ao estabelecimento para conhecer o pastel. “As pessoas vem aqui [na pastelaria] curiosas para conhecer o pastel. É muito flash, tiram muitas fotos”, diz.

Um desafio foi lançado em 2008 para os fregueses e, até então, não foi vencido. Sheila explica que se alguém conseguir comer o pastel sozinho, não paga por ele ou ganha outro. “Os clientes, que já participaram do desafio, pararam na metade. Não conseguem terminar”, diz.

Coxinha gigante

Já atração em Rolândia, no norte do estado, é a coxinha gigante preparada pela cozinheira Maria Aparecida da Silva – Cida, como costuma ser chamada. O salgado de 3,5 kg também já foi premiado pelo RankBrasil como a maior coxinha produzida no país. Ela é 15 vezes maior do que o tamanho convencional, que é de 220 gramas.

A coxinha é feita com 1,3 kg de massa de mandioca e 2,2 kg de recheio: frango, calabresa, bacon e tempero com ervas. De acordo com Cida, a escolha do recheio é fundamental para que a consistência do salgado fique boa. “Eu não aconselho muito colocar queijo, porque daí ele não derrete totalmente, só em volta”. Porém, a decisão final fica ao gosto do cliente.

Cida conta que a coxinha gigante já foi dividida entre 20 pessoas, mas que a quantidade de pessoas alimentadas pelo salgado depende da fome de cada um no momento de fazer o lanche.

Lanche gigante coxinha
Maria Aparecida da Silva exibe a coxinha gigante, comparando com uma de tamanho normal, que tem aproximadamente 220 gramas (Foto: Divulgação)

FONTE: G1.



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