Antequam noveris, a laudando et vituperando abstine. Tutum silentium praemium.

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Jacaré no Parque das Águas em Cuiabá

Jacaré no Parque das Águas em Cuiabá

Um jacaré foi flagrado ‘atravessando’ a faixa de pedestre na Avenida Doutor Hélio Ribeiro, no Centro Político Administrativo, em frente ao Parque das Águas, em Cuiabá. O animal teria sido visto circulando a região nessa sexta-feira (16) depois da chuva que atingiu a capital mato-grossense.

O vídeo, que circula nas redes sociais, mostra o animal atravessando a avenida, entrando na faixa de pedestre, subindo na calçada e se aproximando do parque. O motorista que filma o jacaré liga o pisca alerta e espera que o animal termine a travessia.

Jacaré foi visto atravessando faixa de pedestre e entrando no Parque das Águas em Cuiabá — Foto: Arquivo pessoalJacaré foi visto atravessando faixa de pedestre e entrando no Parque das Águas em Cuiabá — Foto: Arquivo pessoal

Jacaré foi visto atravessando faixa de pedestre e entrando no Parque das Águas em Cuiabá

O Corpo de Bombeiros informou que nenhum chamado de resgate ou ligação sobre o jacaré foi feito para a corporação. Os bombeiros acreditam que o animal vive nos arredores do parque, que foi construído ao redor da Lagoa Paiaguás.

É comum ver a circulação de jacarés e capivaras que entram e saem do parque, principalmente no período da noite e madrugada.

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FONTE: G1.


 

Moradores protestam após queda de pedestre em passarela do Anel Rodoviário
O homem de 38 anos caiu de uma altura de quase 7 metros. Moradores dizem que passarela não tem corrimão
 (Tulio Santos/EM DA Press)



Famílias que moram no entorno do Anel Rodoviário de Belo Horizonte fizeram uma manifestação na noite deste sábado depois que um homem de 38 anos caiu da passarela sobre o Viaduto São Francisco, na Região da Pampulha. Cerca de 200 pessoas queimaram pneus e interditaram totalmente o trânsito nos dois sentidos da rodovia, por quase uma hora. Os bombeiros foram acionados para combater as chamas. 

Os manifestantes pedem providências sobre a passarela, construída com uma estrutura metálica e que segundo moradores, não tem corrimão em um trecho. O grupo reclama da insegurança ao atravessar a via usando essa passagem que segundo eles, parece improvisada. 

Passarela em cima do Viaduto São Francisco, onde aconteceu o acidente neste sábado  (Alexandre Guzanshe/EM/D.A Press)
Passarela em cima do Viaduto São Francisco, onde aconteceu o acidente neste sábado



O pedestre Agnaldo Vilacio caiu na tarde deste sábado de uma altura de quase 7 metros. Ele foi levado em estrado grave para o Hospital João XXIII, onde permanece internado. De acordo com a Fundação Hospitalar de Minas Gerais (Fhemig), a vítima passou por cirurgia, tem está grave e respira com a ajuda de aparelhos. 

Veja detalhes sobre o acidente na reportagem do Jornal da Alterosa:

FONTE: Estado de Minas e Alterosa.


Pedestre que caiu em buraco na Cristiano Machado recebe indenização de R$ 8,5 mil

A Prefeitura de Belo Horizonte foi condenada a indenizar em R$ 8.568,34 uma pedestre que caiu em umburaco da Avenida Cristiano Machado, no Bairro Floramar, Região Norte de Belo Horizonte, em julho de 2012. A decisão é do juiz Manoel dos Reis Morais, da 6ª Vara da Fazenda Pública Estadual e Autarquias.

A autora da ação afirma que caiu em um bueiro destampado, foi levada para o Hospital Pronto Socorro João XXIII e precisou passar por cirurgia no tornozelo direito e aplicação de prótese. Ela alegou que passou por fisioterapia e se afastou do trabalho. A mulher ressaltou que o bueiro era de responsabilidade da Copasa e do município, e pediu indenização por danos materiais, estéticos e morais.

Em sua defesa, a prefeitura alegou não haver irregularidade na via, se isentando de culpa em relação ao acidente, e disse que qualquer caixa na avenida seria de responsabilidade da Copasa ou da Cemig.

A Copasa contestou a pedestre dizendo ser responsável apenas pelo funcionamento de água e esgoto sanitário e que fez vistoria no local do acidente, onde identificou o buraco com um caixa de registro de incêndio destampada, sendo a responsabilidade da fiscalização ou manutenção a cargo da prefeitura.

O juiz considerou válido o pedido de indenização. Ele citou a vistoria da Copasa, que tinha fotografias e descrição da caixa de registro de incêndio, o que o levou a concluir que a causa “nada tem a ver com os serviços de água e esgoto”. Manoel dos Reis Morais constatou que o município foi o responsável pela indenização.

Fonte: TJMG


 

Uma mulher que foi atropelada fora da faixa de pedestres no Centro de Belo Horizonte não terá direito a indenização por danos materiais e morais. A 14ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) negou o recurso da aposentada. O desembargador Rogério Medeiros, que julgou a ação, afirmou, na decisão, que “não há como imputar qualquer culpa ao condutor do veículo, eis que, de acordo com a prova testemunhal produzida, o acidente ocorreu em razão de a vítima ter feito a travessia da rua fora da faixa de pedestre”.

faixa

O acidente aconteceu em 10 de junho de 2005, na Avenida Augusto de Lima, entre as ruas Espírito Santo e Rio de Janeiro. A aposentada E.B.D, que tinha 71 anos quando o fato ocorreu, atravessava a avenida quando foi atingida pelo veículo conduzido pelo advogado A.P.G.
A mulher decidiu entrar com uma ação em janeiro de 2007, requerendo danos morais, além de materiais, para cobrir gastos com medicamentos. Também pediu lucros cessantes pelo período em que ficou impossibilitada de exercer a atividade de vendedora autônoma de roupas. Segundo a vítima, o motorista dirigia em velocidade incompatível com a via.
O juiz Richard Fernando da Silva, da 22ª Vara Cível de Belo Horizonte, decidiu pela improcedência da ação em outubro de 2012. Segundo o magistrado, ficou comprovado no processo que a aposentada atravessou a avenida fora da faixa de pedestre, tendo o atropelamento ocorrido por culpa exclusiva da vítima.
Inconformada, a aposentada recorreu ao Tribunal de Justiça, mas também não obteve êxito. O desembargador Rogério Medeiros negou o recurso e alegou que não há qualquer prova nos autos de que o condutor do veículo trafegava em alta velocidade. Os desembargadores Estevão Lucchesi e Valdez Leite Machado concordaram com o relator.

FONTE: aQui.



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