Antequam noveris, a laudando et vituperando abstine. Tutum silentium praemium.

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ÚLTIMA ATUALIZAÇÃO: 28/08/2014, 05:10.

“Não tínhamos informações sobre ilegalidade”, diz Marina sobre jato

 

Marina Silva em entrevista ao Jornal Nacional
Marina Silva em entrevista ao Jornal Nacional

A candidata à Presidência pelo PSB, Marina Silva, disse nesta quarta-feira (27) que, enquanto candidata a vice de Eduardo Campos, não tinha informação de qualquer irregularidade envolvendo a contratação da aeronave utilizada na campanha. “Nós tínhamos informação de que era um empréstimo e que seria feito o ressarcimento no prazo legal”, disse Marina, na entrevista ao Jornal Nacional, da TV Globo. Segundo Marina, o ressarcimento seria feito ao fim da campanha, pelo comitê financeiro do então candidato.

Marina afirmou respeitar o trabalho da imprensa, mas disse ter “compromisso com a verdade”. A questão será apurada pelas investigações da Polícia Federal. “O nosso interesse e a nossa determinação é de que essas investigações sejam feitas com todo o rigor para que não se faça injustiça com a memória de Eduardo.”

Questionada se a postura não contraria seu discurso de rigor ético, Marina disse que não. “Não uso dois pesos e duas medidas, a métrica que uso com meus adversários é a mesma que uso comigo”, disse, ao argumentar que não pretende “tangenciar ou se livrar do problema” e sim enfrentar para que a sociedade possa ter acesso a todas as informações envolvendo o caso. Ela disse esperar que o possível uso de empresários como laranjas seja investigado com rigor.

Pouco antes da entrevista, o Jornal Nacional exibiu uma reportagem que mostrou evidências do suposto uso de empresas de fachada para viabilizar o financiamento do jatinho, usado por Campos na campanha e no qual ele e outras seis pessoas morreram, em 13 de agosto. A reportagem trouxe imagens tanto de Campos como de Marina utilizando a aeronave.

ÚLTIMA ATUALIZAÇÃO: 28/08/2014, 05:00.

Empresa dona de jato teria sido beneficiada por decreto de Campos

 

Eduardo Campos

Uma das empresas apontadas como a compradora do jato Cessna usado pela campanha do PSB à Presidência da República foi beneficiada por um decreto assinado por Eduardo Campos. Como governador de Pernambuco, Campos ampliou incentivos fiscais concedidos à Bandeirantes Companhia de Pneus LTDA, na época Bandeirantes Renovação de Pneus. O ato de Campos retirou limites de importação de pneus à empresa que haviam sido definidos pelo governo anterior ao dele.

O jato Cessna caiu em Santos no início deste mês matando Campos e outras seis pessoas. Nas últimas semanas, a AF Andrade, oficialmente dona da aeronave, informou ao órgão regulador da aviação que vendeu o jato para um grupo de empresários de Pernambuco. Com a ajuda da Polícia Federal, a Anac tenta descobrir quem são os verdadeiros donos da aeronave.

O decreto assinado por Campos foi publicado em 24 de setembro de 2011 e altera incentivo concedido à empresa pelo governador José Mendonça Filho em 2006 que impôs limites para a empresa importar pneus para veículos e máquinas industriais (até 4.000 unidades); pneus para máquinas agrícolas ou florestais (4.000 unidades) e pneus para veículos diversos (até 5.000 unidades). O decreto de Eduardo Campos retirou todos os limites. O governo de Pernambuco foi procurado nesta quarta-feira pela reportagem e afirmou que irá se manifestar sobre o tema amanhã.

A Bandeirantes Companhia de Pneus LTDA está em nome de Apolo Santa Vieira. Ele teria comprado a aeronave em sociedade com o empresário pernambucano João Carlos Lyra de Melo Filho que, em maio do ano passado, assinou compromisso de compra da aeronave e indicou as empresas Bandeirantes e BR Par para assumir dívidas junto à Cessna.

O jornal O Estado de S. Paulo revelou que Viera é réu em um processo por sonegação fiscal na importação de pneus, via porto de Suape (PE), que gerou um prejuízo de R$ 100 milhões aos cofres públicos. Sua antiga empresa, a Alpha Pneus, e outras, recorrem em segunda instância. A Bandeirantes foi criada em 2004, em Jaboatão dos Guararapes (PE), e funciona em um galpão de médio porte. A reportagem localizou uma movimentação de importação financiada registrada pelo Banco Central, em dezembro de 2010, de 1,4 milhão de dólares, via banco Ilhas Cayman e Banco Safra. O PSB afirmou, em nota, que o avião foi emprestado para a campanha de Eduardo Campos. O partido não se manifestou sobre suspeitas de que o avião foi comprado com caixa dois.

 

ÚLTIMA ATUALIZAÇÃO: 27/08/2014, 04:00.

Firmas fantasmas pagaram empresa dona do avião de Eduardo Campos

Uma das firmas que fizeram depósito funciona numa casa abandonada.

PSB disse que contabilidade do avião será entregue no final da campanha.

 

Documentos obtidos pelo Jornal Nacional mostram que empresas fantasmas pagaram a empresa dona do avião em que morreu, no dia 13 de agosto, o então candidato à Presidência pelo PSB, Eduardo Campos. Extratos bancários mostram que a empresa AF Andrade, que segundo a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) é a proprietária da aeronave, recebeu R$ 1.710.297,03 supostamente pagos para comprar o jato.

As transferências vieram de 6 pessoas físicas e jurídicas, e entre estas, há empresas mantidas em endereços onde funcionam uma peixaria, uma residência, uma sala vazia e uma casa abandonada em Pernambuco. A AF Andrade diz que já havia repassado o avião para outro empresário, que o emprestou para a campanha de Campos.

Uma das empresas, a Geovane Pescados, que fez uma transferência de R$ 12.500. No endereço da firma mora Geovane, que negou ter uma empresa de pescados. “Acha que se eu tivesse uma empresa de pescados estaria numa situação dessas?

Outra empresa, a RM Construções, fez 11 transferências, cinco em 1º de julho e outras seis em 30 de julho, que somam R$ 290.090. O endereço da empresa fica numa casa no bairro Imbiribeira, no Recife, mas empresa, em nome de Carlos Alberto Macedo, não funciona no local. “Tinha um escritório. Às vezes, guardava o material o outro”, disse ao JN.

Questionado por telefone se havia depositando dinheiro para comprar de um avião, Macedo disse: “Tem certeza disso?”.

Outra empresa, Câmara & Vasconcelos, que fez um depósito de R$ 159.910, tem como endereço uma sala vazia em um prédio e uma casa abandonada. Os dois lugares ficam em Nazaré da Mata, distante 60 quilômetros do Recife.

A maior transferência feita para a AF Andrade foi de R$ 727 mil, no dia 15 de maio, pela Leite Imobiliária, de Eduardo Freire Bezerra Leite. Completam a lista de transferências João Carlos Pessoa de Mello Filho, com R$ 195 mil, e Luiz Piauhylino de Mello Monteiro Filho, advogado com escritórios em Brasília, Recife e São Paulo, com uma transferência de R$ 325 mil.

Luiz Piauhylino de Mello Monteiro Filho disse que o valor, transferido em junho, é referente a um empréstimo firmado com o empresário João Carlos Lyra Pessoa de Mello Filho.

João Carlos Lyra, por sua vez, declarou que, para honrar compromissos com a empresa AF Andrade, fez vários empréstimos, com o objetivo de pagar parcelas atrasadas do financiamento do avão usado por Campos.

A Leite Imobiliária confirmou que transferiu quase R$ 730 mil para a AF Andrade  como um empréstimo a João Carlos Lyra.

Já o PSB declarou, nesta terça-feira (26), que o uso do avião foi autorizado pelos empresários João Carlos Lyra Pessoa de Mello Filho e Apolo Santana Vieira. E que o recibo eleitoral, com a contabilidade do uso do Cessna, seria emitido ao fim da campanha de Eduardo Campos.

O PSB afirmou que o acidente, em que morreram assessores do candidato, criou dificuldades para o levantamento de todas informações

 

PF investiga fraude na compra de jato de Eduardo Campos

Aquisição da aeronave só foi informada à Anac após o acidente em Santos

Jato de Eduardo Campos que caiu em Santos era um Cessna Citation

VEJA AQUI A COBERTURA COMPLETA!

A Polícia Federal investiga três empresários de Pernambuco suspeitos de terem participado da compra irregular do jato que caiu em Santos, no litoral de São Paulo, na semana passada, matando o candidato à Presidência da República pelo PSB, Eduardo Campos, e outras seis pessoas, de acordo com informações publicadas pelo jornal O Estado de S. Paulo.

João Carlos Lyra Pessoa Monteiro de Mello Filho, Apolo Santana Vieira e Eduardo Freire Bezerra Leite teriam adquirido o jato Cessna Citation 560 XL, prefixo PR-AFA, mas a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) desconhecia a compra da aeronave.

Oficialmente, o jato pertence à empresa AF Andrade, que está em recuperação judicial. Dessa maneira, o Cessna usado por Campos não poderia ser vendido. Somente após acidente é que a empresa informou a Anac sobre a venda do jato.

João Carlos é usineiro, dono da JCL Fomento Mercantil. Eduardo Leite, conhecido como Eduardo Ventola, é dona da Cerâmica Câmboa e de uma construtora.

Apolo é dono da Alpha Trading Comércio, Importação e Exportação, uma importadora de pneus. O empresário foi alvo de denúncia do Ministério Público Federal em 2009 por um esquema que teria sonegado R$ 100 milhões à Receita Federal.

Marina Silva diz que partido explicará até terça uso de avião pela campanha

Segundo jornal, PF suspeita de irregularidade no pagamento pelo avião.

Eduardo Campos morreu após queda do avião, usado durante a campanha.

 

Marina Silva e Beto Albuquerque posam para foto com estudante na Bienal do Livro de São Paulo (Foto: Roney Domnigos / G1)Marina Silva e Beto Albuquerque posam para foto com estudante na Bienal do Livro de São Paulo

A candidata do PSB à Presidência da República, Marina Silva, disse nesta segunda-feira (25), em São Paulo, que tem a preocupação de que as informações sobre a situação legal do avião em que morreu Eduardo Campos, no último dia 13, sejam apresentadas o mais rapidamente possível. Segundo ela, essas informações devem ser divulgadas pelo partido até esta terça-feira (26).

Reportagem publicada na edição deste domingo (24) do jornal “Folha de S.Paulo” informou que a PF suspeita de caixa dois na aquisição da aeronave. Conforme o jornal, agentes constataram que a empresa dona do avião está em recuperação judicial e que teria sido feito um compromisso de compra da aeronave por uma empresa que aparentemente é de fachada. Além disso, segundo o jornal “O Globo”, há suspeita de irregularidade na cessão da aeronave para a campanha.

“Nós temos a preocupação de que todos os esclarecimentos sejam dados, tanto quanto [em relação] às razões do acidente quanto do ponto de vista legal. Esse é um esforço que o partido está fazendo com senso de responsabilidade que temos que ter em uma situação como essa”, disse Marina.

Segundo a candidata, o partido está juntando as informações para dar as explicações. “No momento oportuno, entre hoje e amanhã, [o PSB} estará dando as explicações à sociedade. Nós queremos que sejam dadas explicações de acordo com a materialidade dos fatos e, para termos a materialidade dos fatos, é preciso que se tenha o tempo necessário para que essas informações tenham base legal”, afirmou.

Pouco antes de Marina Silva responder, o candidato a vice, deputado Beto Albuquerque (PSB-RS), tentou chamar para si a responsabilidade pelas explicações.

“Eu prefiro responder pela Marina. Isso é uma responsabilidade nossa, da direção nacional do PSB. Entre hoje e amanhã, eu espero, através do escritório de advocacia que
contratamos, poder dar ao Brasil e a vocês todos os esclarecimentos. Estamos juntando as informações para que não deixe qualquer dúvida. Isso será feito entre hoje e amanhã. Esta semana não deve passar sem se fazer as declarações devidas e os esclarecimentos”, declarou.

Marina e Beto Albuquerque visitaram nesta terça-feira a 23ª Bienal do Livro, em São Paulo. A candidata posou para fotos com dezenas de estudantes.

FONTE: Terra, Hoje Em Dia e G1.


Sem divulgar, McDonald’s vende arroz e feijão no Brasil

Prato tradicional é oferecido nas lojas próprias da rede desde 2010.

Segundo rede, prato não é anunciado por não fazer parte da ‘estratégia’.

 

Prato com arroz e feijão vem acompanhado de farofa, hambúrguer, salada e fruta (Foto: Anne Barbosa/G1)Prato com arroz e feijão vem acompanhado de farofa,
hambúrguer, salada e fruta

Praticamente ninguém sabia, mas é possível comer arroz e feijão nas lojas McDonald’s do Brasil desde 2010, informou nesta terça-feira (13) a Arcos Dorados, controladora dos restaurantes da rede no Brasil e na América Latina.

O “item secreto” do cardápio foi confirmado pela empresa após reportagem da “Bloomberg” revelar que a rede possui uma lista de pratos executivos com arroz e feijão que fica escondida embaixo do balcão somente para os clientes que solicitarem.

Procurado pelo G1, o McDonald’s informou que os pratos executivos com arroz e feijão são comercializados desde 2010 nos restaurantes próprios da rede, desde que solicitados pelo cliente.

“Servimos para o cliente o que servimos internamente e vice-versa. O prato, no entanto, não é e nem deve ser anunciado pela loja, já que não faz parte da ‘estratégia de marketing’ e nem é a especialidade do McDonald’s”, disse, em comunicado, Ana Apolaro, diretora de recursos humanos do McDonald’s.

Com o título “O lanche feliz brasileiro que o McDonald’s não quer mostrar”, a reportagem da Bloomberg afirma que o McDonald’s passou a fornecer o prato depois que funcionários rejeitaram o cardápio regular de hambúrgueres e batata frita nos intervalos do expediente e apresentaram uma denúncia ao Ministério Público do Trabalho.

Segundo a agência de notícia, ainda que os pratos executivos sejam mantidos em segredo, eles estão à venda para evitar as críticas de que a rede esteja servindo refeições especiais aos funcionários que os clientes não podem comprar.

Além do arroz com feijão, cada prato executivo vem com a opção dos hambúrgueres de frango, peixe ou carne bovina servidos no cardápio regular e uma salada. Segundo o McDonald’s, a refeição custa R$ 23.

A reportagem da Bloomberg lembra que, em 2012, um termo de ajuste de conduta com o Ministério Público do Trabalho exigiu que a operadora Arcos Dorados fornecesse refeições tradicionais sem custo a seus funcionários para solicitar a redução do imposto de renda.

Presente em mais de 100 países, o McDonald’s tem procurado oferecer comida adaptada aos gostos locais. Na China, por exemplo, são oferecidos pratos com arroz. Em Hong Kong, o cardápio inclui bolo de feijão vermelho. Veja exemplos

Como patrocinadora da Copa do Mundo, o McDonald’s lançou neste mês uma linha de sanduíches com ingredientes para homenagear 7 países participantes: Brasil, Argentina, Espanha, França, Itália, Alemanha e Estados Unidos.

VEJA AQUI A ORIGEM (COMO NASCEU O PRATO)!

FONTE: G1.

Vídeo: testamos o pê-efe do McDonald’s

Repórter  foi a uma unidade da rede de fast food para comprar e experimentar o desconhecido (mas existente) prato feito; veja o que nós achamos da refeição

 

Se a mão pesa no sal das clássicas batatas fritas, carecem de tempero, cozimento ideal e sabor o tão misterioso prato de arroz com feijão do McDonald’s. Missão dada, nossa reportagem foi à unidade da rede na avenida General David Sarnoff, na Cidade Industrial, em Contagem – bem pertinho da sede do jornal, para testar o produto. Se o atendimento é bom e ‘rápido’, o produto é caro e peca no sabor.

A compra
Pedi o pê-efe à primeira atendente de caixa que vi. Ela não conhecia (me indicou um McDonald’s Premium Salad Grill) e eu insisti no prato simples. A moça chamou um moço, que chamou um gerente. Esse sim deu andamento ao pedido, que se chama Break e é composto, além do arroz e feijão, por farofa, batata frita, salada e carne (varia; na quarta é Fish – o peixe empanado). Para compensar a ausência de acompanhamento de refrigerante ou suco, a refeição vem com uma banana. Saudável, né?

O preparo
Durante a espera entre o pedido e a entrega (exatos nove minutos; a loja estava vazia às 14h30), fiz algumas perguntas, sem me identificar como jornalista. Descobri que em um ano e sete meses de funcionamento daquela franquia, apenas cinco ou seis pessoas pediram a comidinha. É pouquíssimo para uma empresa que quase não fecha as portas e ainda tem drive-thru. Enquanto preparavam o prato, no fundo da loja, os outros atendentes me olhavam como se eu fosse um ET: afinal, quem é esse cara que pede um pê-efe no McDonald’s?

O mistério
O desconhecimento do prato executivo (como ele é chamado pelos funcionários) não é por acaso: nem no site oficial da rede há a informação sobre a existência do tal Break. O preparo, aliás, só pode ser feito pela gerente geral, seja para clientes ou para os funcionários. Esse, inclusive, é o motivo para a existência da refeição: ele passou a existir, em 2010, porque os colaboradores reclamaram na Justiça que não queriam almoçar ou fazer lanches com hambúrgueres.

O McDonald’s afirmou, em nota, que não divulga e nem divulgará o prato pois não “faz parte da ‘estratégia de marketing’ e nem é a especialidade” da empresa.

A entrega e a conclusão
Com o prato pronto, trouxe para a redação para experimentar. O peso da refeição nenhum funcionário soube informar, mas é pesadinho. O preço, salgado: R$ 23,00. E o sabor? Assista ao vídeo!

Por esse preço, eu realmente preferiria comprar um pê-efe em outros lugares. No Mixido, na Savassi, na região Centro-Sul de BH, o ‘mineiro’ sai por R$ 19,00, com lombo, linguiça, ovo, arroz, feijão e couve com alho. Já no Chopp da Fábrica, o ‘mixidão’ vem com arroz, feijão, couve, ovo, carne desfiada, linguiça especial e torresmo e é vendido por R$ 16,30. Outra opção é o Bolão, em Santa Tereza, na região Leste: o pê-efe lá vem com arroz, feijão, macarrão (espaguete), carne (à escolha) e ovo. O valor? R$ 18,50.

Serviço

McDonald’s (filial visitada)
Avenida General David Sarnoff, 1000, Cidade Industrial – Contagem

Mixido Bar e Restaurante
Avenida do Contorno, 5602, Savassi – (31) 3221-0886

Chopp da Fábrica
Avenida do Contorno, 2736, Santa Efigênia – (31) 3241-1766

Bolão de Santa Tereza
Praça Duque de Caxias, 288, Santa Tereza – (31) 3482-4433

FONTE: O Tempo.



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