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Mulher tenta entrar em presídio com ovos ‘recheados’ de cachaça, em GO

Segundo agentes, ela confessou que entregaria bebida ao marido preso.
Ela furos ovos, injetou a aguardente, colou e depois pintou com corretivo.

Uma mulher foi flagrada nesta segunda-feira (15) tentando entrar no Presídio de Catalão, no sudeste de Goiás, com cerca de 20 ovos de galinha “recheados” com cachaça. O material seria entregue ao marido dela, que está preso no local. A direção do presídio acredita que a bebida seria para consumo do próprio detento.

Segundo os agentes penitenciários, a mulher confessou que fez um furo em cada um dos ovos, retirou a clara e a gema e injetou a aguardente. Em seguida, para evitar que o disfarce fosse descoberto, ela colou a abertura com cola e depois pintou com corretivo para caneta.

O material foi apreendido. Apesar de não ter sido presa, a mulher foi punida e vai ficar seis meses sem poder visitar o marido.

Outros casos
Neste mês, a fiscalização da cadeia flagrou outros casos curiosos. Na última quinta-feira (11), três celulares foram apreendidos dentro de um pote de lasanha. Já no domingo (14), outros dois aparelhos foram encontrados em um recipiente com feijão.

Nas duas situações, os telefones foram levados pelas companheiras dos presos. Elas foram conduzidas à delegacia para assinar Termos Circunstanciados de Ocorrências (TCOs) e depois liberadas.

Na última semana, durante uma vistoria nas celas, foram encontrados ainda 15 celulares.

Mulher tenta entrar em presídio com ovos 'recheados' de cachaça, em Catalão, Goiás (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)Mulher furou ovos, colocou cachaça e depois pintou com corretivo

FONTE: G1.


RIO — Cinco das dez marcas de cachaças e aguardentes avaliadas pela Proteste — Associação de Consumidores, em um estudo realizado no segundo semestre do ano passado, foram reprovadas por conter uma substância nociva à saúde acima dos níveis aceitáveis. Não passaram no teste as bebidas 7 Campos de Piracicaba, Pedra 90, Ypióca Prata, Pitú e Salinas. São cachaças que ganharam mais notoriedade em 2012, após o reconhecimento da bebida como produto exclusivo e genuinamente brasileiro pelo governo dos EUA.

Pinga

As cinco marcas apresentaram entre 165µg/l (microgramas por litro) e 755µg/l de carbamato de etila, composto químico classificado como possível agente causador de câncer pela Agência Internacional de Pesquisa sobre o Câncer (Iarc), da Organização Mundial da Saúde (OMS). No Brasil, o valor aceitável estipulado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) é de até 150µg/l. Mas as empresas têm até 2014 para se adequarem à norma. Segundo a Proteste, o limite é o mesmo aplicado por outros países, como Estados Unidos, Canadá, França, República Tcheca e Alemanha. No entanto, não há um parâmetro internacional neste caso.

SACAROSE DISFARÇA

Segundo a legislação brasileira, cachaças e aguardentes devem conter de 6 a 30 gramas de sacarose por litro para designar-se “adoçada”. A adição de sacarose pode disfarçar imperfeições da bebida decorrentes de sua produção e torna o produto mais suave.

Entre as bebidas que estampam em seu rótulo que são adoçadas, apenas a cachaça Pirassununca 51 recebeu o conceito “fraco” por denominar-se “cachaça adoçada”. O problema é que, em nossas análises, não detectamos qualquer teor de açúcar no produto. Isso, no entanto, não afeta a segurança dessa bebida.

Quanto à graduação alcoólica, todas foram consideradas muito boas, já que não encontramos diferença entre o valor informado no rótulo e o que medimos em laboratório.

ALDEÍDOS

Quanto menor o grau de aldeídos, melhor, já que eles são associados à intoxicação e a sintomas de ressaca.

CONSUMIDORES NÃO APONTARAM DIFERENÇAS

Para analisar o aroma e o sabor das bebidas, convidamos um grupo de apreciadores de cachaças e aguardentes puras para degustá-las. Todas, em geral, agradaram aos participantes, que não apontaram diferenças significativas entre elas.

FONTE: PROTESTE e O Globo.



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