Antequam noveris, a laudando et vituperando abstine. Tutum silentium praemium.

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Veja o vídeo e leia o texto logo abaixo…

“Ambev, fabricante das cervejas Brahma, Antartica, Skol e outras, moendo cevada em sua principal fábrica em São Paulo. Os pombos são atraídos p/ cevada e acabam moídos junto. Tudo vai na cerveja. Funcionário filmou escondido e disse que não adianta denunciar porque nada é feito contra os gigante das cervejas.
“Tudo é proteína”, dizem os diretores.”

 

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FONTE: boatos.org


Sexta Turma do Superior Tribunal de Justiça afasta punição de preso que mantinha pombos embaixo da cama

A Sexta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) anulou punição imposta a um preso que mantinha três pombos em sua cela, em penitenciária no interior de São Paulo. A ordem de habeas corpus foi concedida pelo STJ tendo em vista a flagrante ilegalidade do ato judicial que puniu o detento.

Depois que agentes penitenciários encontraram três pombos embaixo da cama do preso, foi instaurado procedimento administrativo disciplinar que resultou no reconhecimento de falta grave por infringência do artigo 50, inciso VI, da Lei de Execução Penal (LEP). Esse dispositivo considera que desobediência, desrespeito e recusa a executar tarefas ou ordens constituem falta grave.

Em consequência do procedimento disciplinar, o juiz da Vara de Execuções Criminais determinou a perda de um terço dos dias remidos e o reinício da contagem do prazo para progressão de regime prisional. A decisão foi mantida pelo Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP).

Conforme o processo, as autoridades ficaram preocupadas com a possibilidade de que as aves fossem utilizadas como pombos-correio para transportar objetos ilícitos para dentro ou fora do presídio.

No STJ, a defesa do preso afirmou que ele não portava nenhum objeto ou substância ilícita e que o uso dos pombos para a prática de falta disciplinar seria apenas uma suposição das autoridades. Alegou “atipicidade da conduta”, já que não haveria vedação legal à presença dos pombos, e disse ainda que o preso não incorreu em desobediência, pois não chegou a receber ordem para retirar as aves da cela.

Conduta não prevista

De acordo com o relator do habeas corpus, ministro Rogerio Schietti Cruz, a presença das aves na cela não autoriza presumir que elas serviriam a algum propósito ilegal, mesmo tendo o preso admitido que era dono de uma delas.

O voto noticia situação similar ocorrida com outro preso, que teria se valido de pombos treinados para transportar objetos para dentro do presídio, mas destacou que, no caso julgado pela Sexta Turma, não houve, no processo administrativo disciplinar, nenhuma comprovação de que as aves apreendidas na cela estariam sendo utilizadas para fins ilícitos.

“As faltas graves estão previstas no artigo 50 da LEP e, consoante entendimento pacífico desta corte, não possibilitam interpretação extensiva ou complementar a fim de acrescer condutas que lá não estão previstas”, afirmou Schietti.

Quanto à suposta violação do artigo 50, inciso VI, da LEP, o ministro disse que as instâncias ordinárias não apontaram especificamente “qual teria sido a desobediência a servidor ou o desrespeito a qualquer pessoa, tampouco a eventual inexecução de trabalho, de tarefa de que se tenha incumbido ou que lhe tenha sido atribuída, nem desobediência a ordem direta emanada de agente público responsável pela fiscalização interna”.

O acórdão do julgamento foi publicado na última segunda-feira (3).

 

FONTE: STJ.


Especialista mostra quais doenças podem ser transmitidas por essas aves, e como se prevenir

 

pombos

 

Eles estão em todo lugar, especialmente nas praças públicas. Os pombos que vivem no ambiente urbano são, em sua maioria, nativos da Europa, e se adaptaram muito bem ao Brasil, por encontrarem aqui abrigo e alimentação em grande quantidade. No entanto, a proximidade desses animais com a população pode trazer sérios riscos à saúde humana. Quando contaminados, os pombos são transmissores de diversas doenças, como salmonelose, clamidiose, criptococose, toxoplasmose e histoplasmose.

A salmonelose é a doença mais perigosa entre as transmitidas pelos pombos. Sua contaminação pode ocorrer através do contato com mucosas, pela inalação ou mesmo ingestão de fezes das aves. Quando contaminada, a pessoa pode apresentar febre súbita, dores de cabeça, náuseas, vômitos, dores abdominais e diarreias. Esse tipo de infecção, em adultos, não costuma trazer grandes problemas, apresentando maiores riscos em crianças e idosos.

Já a criptococose é uma doença que progride lentamente, e pode ser fatal. Ela atinge principalmente o cérebro humano, mas pode lesionar também o pulmão e outros órgãos. A contaminação ocorre através do ar contaminado. Portanto, para evitar os problemas provocados por essas aves, a principal medida é a higiene do ambiente, como explica o professor Nelson Rodrigo da Silva Martins, do curso de Medicina Veterinária da UFMG. “Não é correto deixar que as fezes desses animais se acumulem. Também não se pode fazer sua varrição, já que pode levar à inalação das mesmas. O mais correto é lavá-las com detergente e, após esse processo, aplicar desinfetante”, esclarece.

Um hábito muito comum nas grandes cidades é alimentar os pombos nas ruas ou em praças. Isso também pode trazer problemas. “Essas aves comem de tudo, inclusive carne. A grande disponibilidade de alimento e abrigo favorece o aumento da população desses animais nas grandes cidades. Por isso, não é recomendado alimentá-los”, afirma o professor.

Grande parte da população já reconhece o perigo inerente a essas aves, e as consideram verdadeiros “ratos” que voam. Mas o professor Nelson Martins explica que a culpa não é dos pombos: “Não vejo necessariamente um mal nessas aves, e sim, o resultado da presença deles nas cidades. Da mesma forma, seria um problema se houvessem milhares de cachorros soltos por aí”. A melhor atitude, então, é a prevenção, ou seja, manter o ambiente limpo, para não atrair os pombos.

FONTE: Encontro BH.



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