Antequam noveris, a laudando et vituperando abstine. Tutum silentium praemium.

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Execução e pânico em HPS
Assassinato a tiros de traficante internado espalha medo e expõe insegurança no Hospital de Pronto-Socorro Risoleta Neves, onde mulheres estavam em trabalho de parto na hora do crime

Por volta das 2h, o porteiro e o vigia foram dominados pelos criminosos, que foram direto ao 4º andar, onde a vítima estava internada (RAMON LISBOA/EM/D.A PRESS)
A execução com oito tiros de um paciente dentro do Hospital de Pronto-Socorro Risoleta Neves, em Venda Nova, em Belo Horizonte, expôs a insegurança de centenas de pessoas internadas e dos funcionários. Por volta das 2h de ontem, quatro homens fortemente armados invadiram a unidade de saúde pela entrada social e renderam o porteiro e o vigia de plantão. Dois subiram ao quarto andar e foram direto ao leito 13, onde estava o traficante Jackson Douglas Santos Ferreira, de 29 anos, que foi morto com sete tiros na cabeça e um no ombro. Os assassinos fugiram. A invasão e o crime espalharam pânico no hospital, segundo testemunhas, principalmente das mulheres que estavam na maternidade, algumas, inclusive, em trabalho de parto.
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A dona de casa Maria Antônia de Almeida Félix, de 58 anos, conta que no momento dos tiros acompanhava a filha, que estava dando à luz. “Um total desespero. As enfermeiras correram para o quarto onde a gente estava, fechando as portas e gritando para chamar a polícia. Fiquei assustada também”, lembra Maria Antônia. “Nem dentro do hospital temos segurança. Fiquei com muito medo. Minha filha estava em trabalho de parto e meu neto nasceu 15 minutos depois”, comentou a dona de casa.
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O açougueiro Jaime Carlos da Silva, de 45, estava no segundo andar do prédio, cochilando ao lado da mulher, que havia ganhado bebê, e foi acordado por ela aos gritos. “É tiro, é tiro, é tiro, minha mulher gritava”, disse o açougueiro. “Graças a Deus os bandidos não foram ao segundo andar. Havia um tanto de recém-nascidos e várias mães com pontos na barriga, sem defesa nenhuma”, disse Jaime.
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O autônomo Marcelo Augusto dos Santos, de 30, que também acompanhava a mulher, é amigo de um enfermeiro do hospital e soube por ele que os criminosos já sabiam onde a vítima estava. “Renderam o vigia e o porteiro e foram direto ao quarto andar, onde estava o rapaz que foi morto. Não demorou mais do que dois minutos. Já sabiam o que iriam fazer, inclusive viraram a câmara da recepção”, disse Marcelo.
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Funcionários do hospital também estão assustados e com medo de trabalhar até durante o dia. “O risco que a gente corre lá fora é o mesmo aqui dentro. A gente entra para trabalhar e entrega a vida a Deus”, disse uma funcionária do laboratório, que pediu para não ser identificada.
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De acordo com o boletim de ocorrência da PM, dois criminosos permaneceram na portaria, próximo aos elevadores, mantendo reféns o vigia e o porteiro. Outros dois subiram pelas escadas. Os criminosos disseram para ficarem tranquilos, pois eles estavam ali para resolver uma “rixa entre bandidos”.
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Uma testemunha informou à PM que ouviu um dos bandidos conversando ao telefone. “Tá dominado”, teria dito. Em seguida, os outros que haviam subido as escadas desceram correndo. Os funcionários não souberam descrever os criminosos, alegando que foram mantidos de cabeça baixa o tempo todo. Um deles estava com uma faca e uma pistola. Celulares, blusas e um boné do vigia e do porteiro foram roubados. O rádio de comunicação do vigilante, que teve a bateria levada, foi jogado numa lixeira.
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No quarto do hospital onde ocorreu o crime estavam mais dois pacientes, mas eles disseram à polícia que dormiam e não viram nada.
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Jackson Douglas deu entrada no hospital na segunda-feira com cinco tiros. Ele deixava a casa da sua mãe, no Bairro Dona Clarice, em Ribeirão das Neves, na Grande BH, acompanhado de uma mulher, um garoto de 8 anos e um homem identificado por Pablo Hernandes Vieira da Costa. O carro dele, um Honda Fit prata, foi alvejado com vários tiros disparados de dentro de um carro branco. Pablo tentou fugir e foi morto com nove tiros. Jackson levou um tiro no pé, um na coxa, dois no abdome e um no joelho e levado para o Risoleta Neves.
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INSEGURANÇA O Hospital Risoleta Neves repassou as imagens das câmaras de segurança à Polícia Civil. Segundo a assessoria da instituição, no momento da invasão, apenas o vigia e o porteiro estavam na portaria social. O movimento maior é na portaria de emergência, onde há plantão da Polícia Civil. Os vigilantes do hospital não trabalham armados e esse seria o primeiro caso de homicídio dentro da unidade.
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A diretoria do hospital informou que pretende se reunir esta semana com a Polícia Militar para reforço no policiamento externo. A instituição recebe pacientes de outros municípios, muitos envolvidos com crimes. “Há um posto de atendimento da Polícia Civil na portaria de emergência e a segurança será reforçada na outra portaria, que fica mais deserta de madrugada”, informou o hospital. Não há revista pessoal ou detectores de metal.
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Ainda de acordo com o hospital, o paciente morto estava sem escolta por ter sido levado pela mulher. “Nesse caso específico, o hospital não tem obrigação de acionar a polícia para garantir o sigilo médico do paciente, conforme regras estabelecidas pelo Conselho Médico”, informou o Risoleta Neves.

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FONTE: Estado de Minas.


Parte do teto do Hospital João XXIII desaba e setor de politraumatizados é interditado

Bombeiros e Samu foram orientados a encaminhar pacientes que não estejam em estado grave para outras unidades de pronto atendimento da capital

Hospital

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Uma parte do teto do setor de atendimento a politraumatizados do Hospital de Pronto Socorro João XXIII, em Belo Horizonte, desabou no fim da tarde deste sábado. Segundo informações da assessoria de comunicação da unidade de saúde, o dano à estrutura foi provocado pelo rompimento de um cano, que não aguentou a vazão da água devido à chuva forte que caiu na Região Central de BH. 
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Duas das 100 placas que formam o teto foram arrancadas com a força da água. Apesar do susto, nenhum dos 16 pacientes que aguardavam atendimento médico se feriu. Segundo o diretor geral do HPS, Adebal de Andrade Filho, a área onde ocorreu o incidente foi isolada para que uma equipe possa fazer os reparos na sala e não há previsão de liberação. As pessoas que ocupavam a ala foram transferidas para outros leitos do hospital. 
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O diretor pede que enquanto o uso do espaço não é liberado, a população procure outros hospitais da cidade para receber atendimento. Profissionais do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e do Corpo de Bombeiros também foram orientados a encaminhar pacientes que não estejam em estado grave para outras unidades de pronto atendimento da capital. Apenas casos de emergências serão atendidos no João XXIII.

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FONTE: Estado de Minas.


Trabalhadores de quatro hospitais do Estado decidem suspender a greve até segunda-feira

 

Hospital João XXIII -HPS - Eugênio Moraes/Arquivo Hoje em Dia
O HPS é mantido pela Fundação Hospitalar de Minas Gerais (Fhemig) e atende pacientes do SUS

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Os trabalhadores de quatro hospitais do Estado, vinculados à Fundação Hospitalar do Estado (Fhemig), decidiram, nesta quinta-feira (4), durante uma assembleia geral, que vão suspender a greve por quatro dias. Os servidores vão trabalhar normalmente nesta sexta-feira (5), sábado (6), domingo (7) e segunda-feira (8). Na terça-feira (9), a greve deverá ser retomada.
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Os funcionários do Hospital de Pronto-Socorro João XXIII, da Maternidade Odete Valadares, do Centro Psiquiátrico da Infância e Adolescência (Cepai) e do Hospital Infantil João Paulo II (antigo Centro Geral de Pediatria), começaram a paralisação na terça-feira (2). Eles reclamam de problemas estruturais, como a falta de equipamentos e medicamentos e a baixa remuneração oferecida pelos hospitais.
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A proposta de reajuste salarial dos servidores dos hospitais foi enviada para a Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) em 7 de novembro, mas ainda não foi votada. Segundo Carlos Martins, representante da Associação Sindical dos Trabalhadores em Hospitais de Minas Gerais (Asthemg), na próxima terça-feira (9), às 10h, será feita uma reunião na ALMG para negociar a votação do reajuste salarial. O presidente da ALMG, representantes de partidos políticos e da Asthemg foram chamados para participar da reunião.
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Conforme Martins, a suspensão da greve é válida somente até 8 de dezembro, porque, nos fins de semana e feriados, normalmente, o número de atendimentos em hospitais aumenta consideravelmente. “Achamos melhor trabalhar normalmente nesses dias para não prejudicar os pacientes”, reforçou.
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Na terça-feira, os trabalhadores retomarão a greve. Cerca de 30% dos funcionários vão trabalhar durante a greve para os atendimentos de urgência.
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Somente após a reunião na ALMG, será definido o rumo da greve.
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Denúncias
A representante da Associação Sindical dos Trabalhadores em Hospitais de Minas Gerais (Asthemg), Mônica Fernandes Abreu, disse que toda a Fhemig está abandonada pelo Governo do Estado.
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Conforme Mônica, várias cirurgias eletivas foram suspensas na Maternidade Odete Valadares. Segundo ela, pelo menos 14 cirurgias foram suspensas nos dias 20 e 21 deste mês “sem motivo aparente”. A situação, relatou Mônica, vem aumentando a fila de cirurgias para o ano que vem. Mônica afirmou ainda que, na maternidade, a sala de cirurgia está sem porta, há equipamentos enferrujados, rebocos de paredes em cima de macas com pacientes, entre outros problemas.
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No Cepai, Mônica disse que faltam medicamentos e que o horário de fechamento da farmácia prejudica os pacientes. “Se uma pessoa que vem do interior realiza um atendimento mais tarde, não consegue pegar o medicamento na farmácia, já que fecha muito cedo, às 17h”. O local, segundo ela, está com banheiros sem portas e vidros quebrados em espaço terapêutico frequentado por pacientes.
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De acordo com Mônica, no Centro de Terapia Intesiva (CTI) do Hospital João Paulo II, faltam materiais e medicamentos há cerca de 15 dias. Entre os materiais, estariam em falta: máscara laringeo (usada para entubar bebês), seringas e hidróxido de magnésio (usado para o controle de intestino). “Além disso, são 16 leitos de CTI e apenas quatro deles são isolados”, afirmou.
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Fhemig explica situação dos hospitais
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Segundo a Fhemig, o horário de fechamento da farmácia do Cepai não prejudica os pacientes, pois os medicamentos ficam à disposição a partir das 7h30 da manhã do dia seguinte. A fundação afirma também que os medicamentos não são padronizados pela rede Fhemig, porém, o Cepai disponibiliza medicamentos similares que fazem o mesmo efeito. Sobre o espaço terapêutico, a instituição disse que irá passar por reformas. Quanto aos vidros quebrados, a Fhemig afirmou existir um processo para a substituição de todos os vidros do espaço por vidros aramados.
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Em relação à Maternidade Odete Valadares, a Fhemig alegou que, neste ano, foram várias as exonerações feitas a pedido de profissionais médicos anestesistas, o que prejudicou a realização de cirurgias. De acordo com a fundação, a maternidade tem buscado em Belo Horizonte esse profissional e não tem tido sucesso. “Por isso, tem priorizado os atendimentos cirúrgicos às gestantes que demandam a unidade através da porta de Urgência”, disse, em nota.
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Conforme a Fhemig, no Hospital Infantil João Paulo II, a taxa de abastecimento de medicamentos oscila entre 94% e 95% e, por isso, faltas pontuais podem ocorrer. “A Fhemig trabalha em rede e na falta de um medicamento em uma unidade ele pode ser cedido por outra. Assim, o paciente não fica prejudicado. Não existe desabastecimento”. Sobre o isolamento do CTI do hospital, a Fhemig afirmou que a queixa parece não estar relacionada a estrutura física, mas ao fato de um técnico de enfermagem não atender exclusivamente ao isolado.
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“A RDC-7/2010, que dispõe sobre os Recursos Humanos em Unidades de Terapia Intensiva, regulamenta um técnico de enfermagem para até dois pacientes, o que é cumprido. A legislação não contempla técnico exclusivo para pacientes em isolamento, sendo orientados e cobrados destes os cuidados de precaução com lavagem das mãos e o uso de Equipamentos de Proteção Individual”, explicou a Fhemig, em nota.
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Servidores de Barbacena continuam de greve
Os funcionários do Hospital Regional de Barbacena estão em greve desde o dia 24 de novembro. Nesta sexta-feira (5), será definido se a greve irá continuar ou será suspensa. Segundo representantes da unidade, o estabelecimento atende centenas de municípios na região, não conta com estrutura suficiente e sofre com relações de trabalho irregulares.
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A técnica de enfermagem do hospital, Joselma de Araújo Fonseca, disse que o hospital está sucateado, não conta com aparelhamento mínimo para atender os pacientes e não possui profissionais especializados, como fonoaudiólogos, terapeutas ocupacionais e fisioterapeutas.
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A Fhemig nega as denúncias relatadas sobre o hospital e reforça que a unidade não está sucateada. A fundação disse ainda que a unidade está passando por obras de ampliação e que terapeutas ocupacionais não fazem parte do quadro de profissionais.

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Trabalhadores do HPS João XXIII e vários outros hospitais entram em greve na capital

 

Hospital João XXIII -HPS - Eugênio Moraes/Arquivo Hoje em Dia
O HPS é mantido pela Fundação Hospitalar de Minas Gerais (Fhemig) e atende pacientes do SUS
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Os trabalhadores do Hospital de Pronto-Socorro João XXIII, no bairro Santa Efigênia, região Leste de Belo Horizonte, além de vários outros hospitais da rede estadual de saúde, entram em greve a partir desta terça-feira (2). A decisão foi tomada após a entrega de um dossiê à Comissão de Direitos Humanos. O documento denuncia a falta de estrutura da Maternidade Odete Valadares, do Centro Psiquiátrico da Infância e Adolescência (Cepai) e do Hospital Infantil João Paulo II (antigo Centro Geral de de Pediatria). Todos são vinculados à Fhemig. A greve deve durar, pelo menos, até esta quinta-feira (4).
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Conforme a representante do Comando de Greve da Associação Sindical dos Trabalhadores em Hospitais do Estado de Minas Gerais (Asthemg), Mônica Abreu, várias cirurgias eletivas foram suspensas na Maternidade Odete Valadares. Segundo ela, pelo menos 14 cirurgias foram suspensas nos dias 20 e 21 deste mês “sem motivo aparente”. A situação, relatou Mônica, vem aumentando a fila de cirurgias para o ano que vem. Mônica afirmou ainda que, na maternidade, a sala de cirurgia está sem porta, há equipamentos enferrujados, rebocos de paredes em cima de macas com pacientes, entre outros problemas.
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No Cepai, Mônica disse que faltam medicamentos e que o horário de fechamento da farmácia prejudica os pacientes. “Se uma pessoa que vem do interior realiza um atendimento mais tarde, não consegue pegar o medicamento na farmácia, já que fecha muito cedo, às 17h”. O local, segundo ela, está com banheiros sem portas e vidros quebrados em espaço terapêutico frequentado por pacientes.
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De acordo com Mônica, no Centro de Terapia Intesiva (CTI) do Hospital João Paulo II, faltam materiais e medicamentos há cerca de 15 dias. Entre os materiais, estariam em falta: máscara laringeo (usada para entubar bebês), seringas e hidróxido de magnésio (usado para o controle de intestino). “Além disso, são 16 leitos de CTI e apenas quatro deles são isolados”, afirmou.
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Mônica disse que cerca de 30% dos funcionários vão trabalhar durante a greve para os atendimentos de urgência.
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Segundo a assessoria de imprensa do Hospital de Pronto-Socorro João XXIII, não há balanço sobre a adesão da paralisação. A respeito da falta de infraestutura, a unidade informou que está negociando com os médicos sobre os problemas. Já quanto a falta de profissionais,  dois concursos públicos foram realizados, sendo em 2009 e 2012. Um novo processo seletivo foi aberto, mas existe a falta, a nível nacional, de pediatras no mercado.
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Paralisação do Hospital Infantil João Paulo II
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Pediatras do Hospital Infantil João Paulo II, o antigo CGP, localizado no Centro de Belo Horizonte, paralisaram seus serviços às 7 horas da manhã desta segunda-feira (1º) em forma de protesto por melhores condições de trabalho. Os profissionais da área médica pretendem operar em escala reduzida por 24 horas. Apenas casos de urgência e emergência serão atendidos. Pacientes com outros perfis serão encaminhados para atendimento em Unidades de Pronto Atendimento (UPAs).
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Os médicos reclamam da sobrecarga de trabalho e do pequeno número de funcionários que compõem uma escala de plantão incompleta. Eles sugerem, para isso, que sejam realizados novos concursos para mais contratações. Em alguns dias, segundo nota do Sindicato dos Médicos de Minas Gerais (Sinmed-MG), o João Paulo II funciona com apenas um médico no plantão, sendo necessários, no mínimo sete profissionais para atender às demandas.
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Entre os motivos, segundo o sindicato, estão principalmente o grande número de demissões por falta de condições de trabalho, má remuneração, sobrecarga de atendimentos; e aposentadorias. Situação que se agrava a cada dia com a falta de reposições por concursos públicos.
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Os manifestantes lutam, ainda, por condições de trabalho, segurança, refrigeração adequada nas dependências do Pronto-Atendimento e, principalmente, nos consultórios; e troca de equipamentos, que alegam ser obsoletos.
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Uma próxima assembleia foi marcada para o dia 4 de dezembro, às 19 horas, para decidir os rumos do movimento. Caso as reivindicações não sejam atendidas, poderá haver novas paralisações.
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FONTE: Hoje Em Dia.


Dezenas de funcionários do Hospital Risoleta Neves estão com intoxicação alimentar

 

hospital risoleta neves
Hospital é a principal unidade de referência hospitalar do Vetor Norte
Cerca de 50 funcionários do Hospital Risoleta Tolentino Neves, na região de Venda Nova de Belo Horizonte, relataram ter tido intoxicação alimentar, na manhã desta sexta-feira (24). De acordo com a assessoria de imprensa do hospital, a suspeita é que algum alimento ingerido na noite dessa quinta-feira (23) tenha feito mal aos funcionários. A Comissão de Controle de Infecção Hospitalar da instituição irá investigar o caso.
Conforme o hospital, os sintomas são brandos, sendo que a maioria apresentou diarreia.
A assessoria informou também que as pessoas que apresentaram intoxicação procuraram a Medicina do Trabalho do local. Após responder a um questionário, os funcionários receberam orientações sobre hidratação e foi avaliado se têm condições de retornar às funções. “A maioria está aqui ainda, mas quem não está bem para continuar no trabalho está sendo liberado”, afirmou a assessoria.
O hospital informou que, somente após a conclusão da investigação, será possível saber qual alimento provocou o surto. Segundo a instituição, durante o expediente, são oferecidas refeições como almoço, lanche e janta.

FONTE: Hoje Em Dia.


Chuva alaga parte do Pronto-Socorro João XXIII e prejudica atendimento de urgênciaSala de raio-X e tomografia, de reanimação e corredores foram atingido pela água. Problema pode ter sido causado pela incapacidade de escoamento das calhas

 

 

 

A sala de raio-X e de tomografia foi tomada pela água após a chuva em BH
A sala de raio-X e de tomografia foi tomada pela água após a chuva em BH


Parte do Hospital de Pronto-Socorro João XXIII, em Belo Horizonte, ficou alagada após a chuva que caiu no início da noite desta terça-feira na capital. Por causa de infiltrações no telhado, a água invadiu vários setores do HPS. Na sala de raio-X e de tomografia, no primeiro andar, um grande volume de água atingiu vários aparelhos usados para realização de exames. Segundo informações de funcionários do hospital que pediram anonimato, alguns aparelhos foram danificados e o atendimento de urgência a pacientes foi prejudicado. Um vídeo feito por uma fonte do jornalmostra o momento em que o local foi tomado pela água.

 
 

 

A chuva também provocou estragos na sala de reanimação, onde parte do teto caiu. O vazamento de água ocorreu ainda em alguns corredores e na sala de observação, segundo informou a fonte dentro do hospital. Funcionários do HPS disseram que o problema foi causado pelo acúmulo de folhas nas calhas, que impediu o escoamento da água. Com isso, ela ficou acumulada e vazou para vários setores do HPS.

A reportagem esteve na porta do HPS no fim da noite dessa terça-feira e constatou que pacientes não estavam sendo recebidos na unidade. As viaturas que chegavam ao local eram orientadas a seguir para a Unidade de Pronto-Antendimento (UPA) Centro ou para o Hospital Municipal Odilon Behrens, já que não era possível realizar exames de raio-X. A reportagem também recebeu informações de que funcionários da portaria foram acionados para desobstruir as calhas.

A assessoria de imprensa do HPS confirmou o incidente e disse que está apurando o que provocou o vazamento. Ainda segundo o hospital, o problema afetou somente a sala de raio-X e de tomografia, e foi contornado após ação da equipe de engenharia da unidade. A assessoria afirma também que o atendimento a pacientes não chegou a ser interrompido.


A chuva na noite dessa terça-feira não trouxe problemas somente parao HPS. O prédio do Serviço de Urgência Psiquiátrica da Santa Casa, na Região Hospitalar, também inundou.

ESTRAGOS »Chuva provoca transtornos em BHCarros foram arrastados e famílias ficaram desalojadas perto do Anel. Vazamento na urgência do HPS prejudicou pacientes

 

Rua São Gregório, no São Gabriel, ficou debaixo d`água. Moradores dizem que lixo impede escoamento (Marcos Michelin/EM/D.A Press)
Rua São Gregório, no São Gabriel, ficou debaixo d`água. Moradores dizem que lixo impede escoamento



A chuva de ontem à noite em Belo Horizonte causou alagamentos, deixando pelo menos oito famílias desalojadas e carros foram arrastados pelas enchentes. Houve queda de árvores e faltou energia elétrica em vários pontos da cidade e, na área central, o trânsito ficou praticamente parado, com semáforos desligados. Até o fim da noite, o Corpo de Bombeiros não tinha um balanço dos estragos. No Hospital de Pronto-Socorro João XXIII, parte do teto da sala de raio-X caiu e o espaço ficou alagado. Outros vazamentos prejudicaram o atendimento na área de urgência. 

Na Rua São Gregório, no Bairro São Gabriel, Região Nordeste da capital, famílias tiveram que abandonar suas casas depois que a água subiu cerca de um metro. A diarista Irene Pereira Neves, de 46 anos, moradora do local há 13 anos, disse que foi a primeira vez que ocorreu o alagamento na rua. “Depois que iniciaram as obras da nova rodoviária, com a retirada de parte dos moradores, o serviço de coleta de lixo foi suspenso. Muita gente passou a jogar o lixo no espaço entre a rua e o Anel Rodoviário, impedindo o escoamento da água”, explicou.

Uma equipe do Corpo de Bombeiros esteve no local. Os militares conseguiram desobstruir o acesso à rede pluvial para que a água abaixasse. No mesmo local, do outro lado do Anel Rodoviário, houve alagamento na Rua Lídia, que dá acesso ao Bairro São Paulo, e cerca de 10 carros ficaram retidos depois de levados pela correnteza. Ainda na via, parte do telhado de um galpão foi arrancada pelo vento. Na Rua Angola, na Vila São Paulo, três pessoas ficaram ilhadas numa casa.

A Região Leste de BH também foi castigada. Na Avenida Conceição do Pará, a rede pluvial que fica sob o viaduto do metrô, no Boa Vista, não deu conta de escoar o volume de água. Pelo menos três carros que passavam pela avenida foram arrastados e os ocupantes ficaram ilhados. No Nova Vista, bairro vizinho, bombeiros atenderam ocorrência na Rua Honório Bicalho, em que uma família ficou ilhada num imóvel alagado.

O trânsito na área central  ficou caótico. Houve lentidão na Avenida Amazonas próximo a Praça Raul Soares. O tráfego ficou lento nas avenidas Contorno com Raja Gabaglia e na esquina com Prudente de Morais. A Cemig confirmou que alguns bairros ficaram sem luz por causa de problema em subestação no Bairro Palmares, mas por volta das 20h a situação estava controlada.

 

Em estado de emergênciaMaior pronto-socorro da América Latina, Hospital João XXIII sofre com chuvas, apesar da reforma recente. Infiltração de água destruiu forro, interditou salas e ameaçou aparelhos

 

 

A principal unidade de atendimento de urgência de Belo Horizonte passou por obras que foram concluídas em 2012. Fhemig diz que os últimos problemas ocorreram devido a entupimento em calhas (Marcos Michelin/EM/D.a Press</p>
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A principal unidade de atendimento de urgência de Belo Horizonte passou por obras que foram concluídas em 2012. Fhemig diz que os últimos problemas ocorreram devido a entupimento em calhas

Os temporais desta semana deixaram evidentes problemas no maior pronto-socorro da América Latina, o Hospital João XXIII, em Belo Horizonte. O último deles ocorreu na cobertura do prédio da Avenida Alfredo Balena, na região hospitalar da capital, e resultou na inundação de pelo menos quatro salas da unidade. Os setores de politraumatizados, reanimação, raio-x e tomografia foram invadidos pela água, que se infiltrou e causou o comprometimento das placas de revestimento térmico e acústico do teto, feitas com fibras de vidro. Ontem houve vistoria no telhado para atestar as condições da estrutura. A assessoria da Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig) garantiu que os pacientes estão sendo atendidos normalmente, mas funcionários sustentam que alguns transtornos persistiam e que falhas, principalmente estruturais e hidráulicas, vêm sendo registradas há pelo menos três anos.

No episódio desta semana, dois tomógrafos foram atingidos e precisaram secar antes de serem usados novamente. A expectativa é de que até amanhã a situação esteja normalizada. Enquanto isso, pacientes que precisam fazer tomografia estão sendo levados de ambulância a outros quatro hospitais de BH e, depois do exame, retornam ao HPS. Um vídeo gravado na unidade durante o temporal de terça-feira mostra a água jorrando do teto. Fotos também revelam a infiltração em salas como a de tomografia e de reanimação, onde partes do forro cederam. A Fhemig informou que houve entupimento nas calhas, fazendo com que a água ficasse represada. A pressão sobre o telhado teria contribuído para que algumas placas que cobrem as salas não suportassem o peso e cedessem, abrindo buracos e fazendo com que as salas fossem alagadas. 

Na manhã de ontem as salas foram higienizadas e placas foram repostas para recompor a cobertura do setor de exames de imagem e do atendimento de urgência. A Fhemig informou que a chuva da tarde não causou novos transtornos, mas enfermeiros garantiram que a água voltou a pingar do teto.

Na sala de reanimação, panos foram usados na tentativa de secar o piso (Fotos: Anônimo/divulgação)
Na sala de reanimação, panos foram usados na tentativa de secar o piso

O diretor do Sindicato dos Trabalhadores em Hospitais do Estado de Minas Gerais (Asthemg)  Carlos Augusto dos Passos Martins informou que trabalhava no João XXIII no momento do incidente, anteontem. “A sorte é que não havia pacientes. Para nós ficou evidente que não há um programa de contingência. Não temos como acionar um determinado setor para tomar providências e evitar o agravamento da situação. Ficamos sem saber o que fazer, com medo de curto-circuito”, sustenta. 

Martins afirma que em 2012 o teto cedeu na sala de emergência clínica. No fim do ano passado, no ambulatório 6, diz, também houve infiltração na parede. O sindicalista alega que são constantes também interdições em banheiros, devido a entupimentos, e que pisos trocados recentemente precisaram ser repostos algumas vezes. 

A última grande reforma do HPS foi concluída em 2012, depois de oito anos de obra. Foi a maior intervenção desde a inauguração da unidade, em 1973, e custou R$ 51 milhões. A Fhemig negou que a equipe de engenharia tenha demorado a chegar ao HPS após o incidente relatado pelos funcionários. A assessoria informou que os profissionais saíram imediatamente da sede da fundação, na Avenida Álvaro Celso, também na região hospitalar, acompanhados de integrantes de toda a direção do hospital. Acrescentou que, em relação aos banheiros, estão em constante manutenção, por causa do grande número de pessoas que frequenta a unidade. Disse ainda que as reclamações sobre o piso não procedem. 

Sobre o episódio de 2012, a fundação confirmou que houve rompimento de um cano de água, mas sem atingir pacientes, que foram removidos para outra sala. Em relação ao episódio do ano passado, a assessoria relatou que os doentes foram levados para outro setor. Houve interdição do local durante um dia, pois foram necessários reparos em um encanamento que passa pelo posto de enfermagem.

Na tomografia, cascata desceu das luminárias
Na tomografia, cascata desceu das luminárias

ELEVADOR Um dos principais recursos para apressar o atendimento a pacientes graves está parado no HPS: um elevador construído especialmente para transportar quem chega de helicóptero ao hospital, no quarto andar, direto até a sala de politraumatizados. Segundo o sindicato dos trabalhadores, o equipamento está parado por não atender a normas técnicas que exigiriam saídas em todos os andares, para serem usadas em caso de pane. Segundo a entidade, no segundo e no terceiro pavimentos não há portas. 

A Fhemig rebateu a informação, dizendo que não é obrigatório haver saída em todos os andares. Sem esclarecer os motivos, a fundação informou que o elevador não está sendo usado porque foi feita opção por outro equipamento que faz o atendimento regular no hospital. Quando uma vítima chega ao heliponto, a aparelhagem é reservada exclusivamente para atendê-la.

FONTE: Estado de Minas.


Hospital Risoleta Neves entra para a estrutura de ensino da UFMGGoverno do estado vai oficializar transferência por meio de projeto de lei

 


'O Risoleta Neves complementa o que é feito no HC. Na prática, pleiteamos ao governo do estado que ele seja doado para a UFMG' - Clélio Campolina, reitor da UFMG<br /><br />
 (Cristina Horta/EM/D.A Press)
‘O Risoleta Neves complementa o que é feito no HC. Na prática, pleiteamos ao governo do estado que ele seja doado para a UFMG’ – Clélio Campolina, reitor da UFMG

A Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) terá mais um hospital de referência. O Pronto-Socorro Risoleta Neves, localizado na Região Norte de Belo Horizonte, deverá ser repassado para a instituição. Um acordo foi firmado entre o governador Antonio Anastasia e o reitor Clélio Campolina, mas, para oficializar a transferência, o Executivo estadual deverá enviar projeto de lei para a Assembleia Legislativa. O Risoleta já é integralmente administrado pela universidade, que usa a unidade de saúde como hospital de ensino, a exemplo do que ocorre no Hospital das Clínicas (HC), no Bairro Santa Efigênia, na Região Leste de BH. Eles servem para a formação de alunos dos cursos como medicina, enfermagem, farmácia, odontologia e fisioterapia. 

“Temos a maior escola de medicina do Brasil, com 320 vagas por ano. Só no HC, são 505 leitos, mas ele é uma unidade de alta complexidade e um hospital de ensino precisa de um de média complexidade também. O Risoleta Neves complementa o que é feito nas Clínicas”, afirma Clélio Campolina. Ele explica que pouco mudará com o repasse. “Na prática, o que pleiteamos ao governo do estado é que o Risoleta seja doado para a universidade”, diz. Segundo Campolina, já há a concordância do Ministério da Educação (MEC) para que o Risoleta Neves seja também incorporado à Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), a exemplo do que ocorrerá com o HC e os outros 45 hospitais universitários do país. 

A Ebserh, vinculada ao MEC, foi criada pelo governo federal para contratar funcionários nos hospitais universitários. Por meio do Programa Nacional de Reestruturação dos Hospitais Universitários Federais (Rehuf), instituído por decreto em 2010, foram empreendidas ações para garantir a reestruturação física e tecnológica, além de solucionar questões relacionadas a recursos humanos. Depois de assinado o contrato entre as federais e a Ebserh, uma seleção pública é feita para a contratação sob o regime da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). O superintendente do hospital é indicado pelo reitor da instituição de ensino.

Em dezembro, a UFMG assinou contrato com a empresa repassando para ela a gestão do Hospital das Clínicas, hoje sob responsabilidade da Fundação de Desenvolvimento da Pesquisa (Fundep). De acordo com o reitor, a decisão, uma das mais controversas da gestão de Campolina, que deixa o cargo em 17 de março, vai “equacionar um problema financeiro e de pessoal”. Os 1,4 mil funcionários do HC, contratados pela Fundep, estão sob vínculo empregatício irregular no entendimento do Tribunal de Contas da União (TCU), para o qual se exige a abertura de concurso público. Por causa disso, a UFMG foi multada no fim de 2013 em mais de R$ 4 milhões. 

Para resolver o problema e se livrar da autuação, a UFMG assinou com o Ministério Público Federal um termo de ajustamento de conduta (TAC), se comprometendo a tirar a gestão das mãos da Fundep, com um tempo de transição de, no máximo, um ano, o que implica troca do quadro de funcionários. Ainda este mês, serão abertas as inscrições para o concurso de servidores e profissionais de saúde para o HC. “A tendência no mundo todo é separar a gestão dos hospitais. Na Europa, todos os hospitais universitários passaram para a rede pública”, compara o reitor da federal. 


Expansão também no interior do estado

Em Minas Gerais, além da UFMG, a Federal do Triângulo Mineiro (UFTM), em Uberaba, também é administrada pela Ebserh. O contrato foi firmado em 17 de janeiro de 2013, para recuperar a infraestrutura física e tecnológica do Hospital das Clínicas da instituição, além de permitir a recomposição do quadro de pessoal. Nesse HC, o concurso público já está em andamento. A escolha da banca que organizará a segunda etapa da seleção, o Instituto AOCP, foi publicada na segunda-feira no Diário Oficial da União (DOU). A Ebserh informou que vai definir, em conjunto com as superintendências do hospital, os perfis dos cargos e o número de vagas que serão oferecidas. A previsão é publicar o edital com as regras do concurso ainda este mês. O instituto também vai organizar o concurso público dos HCs das universidades de Brasília (UnB), do Maranhão (UFMA), Piauí (UFPI) e de Santa Maria (UFSM). 

De acordo com a nota publicada pela Ebserh, com o ingresso dos aprovados, será possível criar novos leitos e reativar aqueles atualmente sem uso, por causa da falta de profissionais. A recomposição do quadro de pessoal é uma das medidas dos planos de reestruturação dos hospitais propostos pela empresa às universidades durante a adesão ao novo modelo de gestão. No caso da UFTM, a capacidade de atendimento, que poderia ser maior, está comprometida por deficiência de pessoal.

FONTE: Estado de Minas.

Veja o que abre e fecha no feriado de carnaval
Saiba como ficam os serviços públicos, comércio e bancos em Belo Horizonte de sábado até quarta-feira
Feriadão

Durante o Carnaval, entre segunda e quarta, dias 3 e 5, será ponto facultativo na Prefeitura de Belo Horizonte. No entanto, os serviços considerados essenciais funcionarão. Confira como será o funcionamento dos diversos órgãos e equipamentos da administração municipal. Veja também o funcionamento do comércio e bancos.

Abastecimento
• Mercado do Cruzeiro (rua Ouro Fino, 452, Cruzeiro) – Abre no sábado, dia 1, das 7h às 18h, no domingo, das 7h às 13h. Fecha na segunda e na terça e na quarta o funcionamento será facultativo.
• Central de Abastecimento Municipal (rua Maria Pietra Machado, 125, bairro São Paulo) – Abre sábado, dia 1, das 7h às 19h, de domingo a terça, das 7h às 13h, e na quarta, das 7h às 19h.
• Feira Coberta do Padre Eustáquio (rua Pará de Minas, 821, Padre Eustáquio) – Abre sábado, das 8h às 19h, no domingo, das 8h às 13h, na segunda e na quarta, das 8h às 19h. Fecha na terça, dia 3.
• Sacolões Abastecer – Abrem sábado, das 7h às 19h, e no domingo, das 7h às 13h. Na segunda e na terça, os sacolões Serra Verde e Santa Terezinha estarão fechados e os demais têm funcionamento facultativo. Na quarta o funcionamento será facultativo.
• Feiras livres – Funcionamento entre sábado e quarta, das 7h às 13h.
• Feiras Modelo – Não abrem na quarta.
• Feira de Orgânicos – Não funciona entre sábado e quarta.
• Banco de Alimentos (rua Tuiutí, 888, bairro Padre Eustáquio) – Fechado entre sábado e quarta.
• Armazém da Roça (Rodoviária, 2º Piso, Centro, e tua Maria Pietra Machado, 125, bairro São Paulo) – Fechados entre sábado e quarta.
• Direto da Roça – Funcionamento facultativo entre sábado e quarta, das 7h às 14h.
• Mercado da Lagoinha (avenida Antônio Carlos, 821, São Cristóvão) – Fechado entre sábado e quarta.
• Restaurantes Populares I, III e IV e Refeitório Popular da Câmara Municipal (avenida dos Andradas, 3.100) – Fechados entre sábado e quarta.

Plantão de chuvas

• O plantão da Defesa Civil funciona 24 horas por dia, todos os dias da semana, inclusive aos domingos e feriados. Os telefones são o 199 e o 3277-8864.Limpeza Urbana
• No sábado, dia 1, as coletas acontecerão normalmente. No domingo, dia 2, há plantões de varrição nas áreas central e hospitalar e na Savassi. Entre segunda e quarta os serviços de limpeza urbana serão realizados normalmente.Equipamentos culturais
• Museu Histórico Abílio Barreto (avenida Prudente de Morais, 202, Cidade Jardim) – Aberto de terça a domingo, das 10h às 17h, e na quarta e na quinta, das 10h às 21h. Fechado na segunda.
• Museu de Arte da Pampulha (avenida Otacílio Negrão de Lima, 16.596, Pampulha) – Abre normalmente de terça a domingo, das 9h às 19h. Fechado na segunda.
• Casa do Baile (avenida Otacílio Negrão de Lima, 751, Pampulha) – Aberto normalmente de terça a domingo, das 9h às 18h. Não abre na segunda.
• Centro de Referência da Moda (rua da Bahia, 1.149, Centro) – Fechado de sábado a quarta.
• Arquivo Público da Cidade (rua Itambé, 227, Floresta) – Fechado de sábado a quarta.
– Museu de Artes e Ofícios não funcionará durante o período de Carnaval, dos dias 01 a 05 de março de 2014, sábado a quarta-feira de Cinzas, em função dos eventos que serão realizados na Praça da Estação. A partir do dia 06 de março, quinta-feira, o funcionamento será normal.
– Palácio das Artes no carnaval 2014: nos dias 1º e 2 de março (sábado e domingo), os espaços geridos pela Fundação Clóvis Salgado funcionam normalmente. Já nos dias 3 e 4 de março, ficarão fechados, em virtude da programação de carnaval de Belo Horizonte.Transporte
• As linhas do sistema de transporte coletivo gerenciadas pela BHTrans circulam normalmente no sábado e no domingo. Na segunda, dia 3, com quadro de horário especial, na terça, com quadro de horários de domingos e feriados e, na quarta com quadro de horário especial, com grande parte das linhas voltando a circular normalmente após às 12h.Parques e Zoológico
• O Parque Municipal Américo Renné Giannetti (avenida Afonso Pena, 1.377, Centro) abre no sábado, domingo e na terça, das 6h às 18h. Os demais parques funcionam, nos mesmos dias, das 8h às 18h. Na segunda e na quarta-feira eles não abrirão.
• O Mirante do Mangabeiras (Rua Pedro José Pardo, 1.000, Mangabeiras) funciona normalmente de sábado a quarta-feira, das 10h às 22h.
• O Jardim Zoológico, o Jardim Botânico e o Aquário (avenida Otacílio Negrão de Lima, 8.000, Pampulha) abrem no sábado, domingo, na terça e na quarta, das 8h30 às 14h. Na segunda, ficam fechados.
• O Parque Ecológico da Pampulha (avenida Otacílio Negrão de Lima, 6.061, Pampulha) abre no sábado, no domingo, na terça e na quarta, das 8h30 às 17h. Na segunda fica fechado.Postos de Informação turística
• Centro de Referência Turística de Belo Horizonte Álvaro Hardy – Veveco (avenida Otacílio Negrão de Lima, 855, São Luiz) – Funciona no sábado, domingo, terça e quarta, das 8h às 17h. Não funciona na segunda.
• Posto de Informação – Mercado das Flores (avenida Afonso Pena, 1.055, Centro) – Aberto no sábado, no domingo, e na terça das 8h às 15h. Na segunda e na quarta, das 8h30 às 18h30.
• Posto de Informação – Aeroporto Pampulha (Praça Bagatelli, 204, Aeroporto) – Funciona sábado, das 8h às 16h, e no domingo, das 13h às 18h. Entre segunda e quarta o funcionamento é das 8h às 17h.
• Posto de Informação – Aeroporto de Confins (Rodovia MG-10 – Confins) – Funciona sábado, domingo e terça, das 8h às 17h, e na segunda e na quarta, das 8h às 22h.
• Posto de Informação – Rodoviária (Praça Rio Branco, Centro) – Funciona de sábado a quarta-feira, das 8h às 18h.

BH Resolve
• Não funcionará para atendimento ao público entre sábado e quarta.

Saúde
• Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), Hospital Municipal Odilon Behrens, Central de Internação e Samu – Funcionam durante 24 horas por dia entre sábado e quarta-feira.
• Centros de saúde – Fechados sábado, domingo e na terça. Abrem na segunda, das 7h às 17 h, com escala mínima da equipe. Funcionam na quarta após às 13h.
• Cersams – Funcionamento normal no sábado e no domingo. Na segunda, dia 3, funcionam com equipe de plantão no horário diurno e com equipe completa no horário noturno. Na terça, funcionam conforme escala mínima no horário diurno e com equipe completa no plantão noturno. Na quarta-feira abre em horário normal.
• Centros de Convivência – Funcionam na segunda-feira com escala por microrregião.
• Serviço de Urgência Psiquiátrica (Noturno) – Funcionamento normal entre sábado e quarta-feira.

Justiça Eleitoral 

Nos dias 3, 4 e 5 de março (segunda e terça-feira de Carnaval e na Quarta-Feira de Cinzas) não haverá expediente na Secretaria de Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais e nos cartórios eleitorais, conforme determina a Lei 5010/66 e a Portaria 50/2014 do TRE-MG. Na quinta-feira (6), os setores do TRE e os cartórios eleitorais voltam a funcionar normalmente. Disque-Eleitor: (31) 3291-0004 ou 148.

Correios 

Dia 01/03 (sábado): funcionamento normal. No domingo (02/03), na segunda-feira (03/03) e na terça-feira (04/03) as agências estarão fechadas, retornando às suas atividades no dia 05/3 (quarta-feira) a partir do meio dia.

Bancos
A Federação Brasileira dos Bancos (Febraban) informou que nos próximos dias 3 e 4 de março não haverá atendimento nas agências bancárias em função do feriado de Carnaval. Na quarta-feira de cinzas dia 5, as agências abrem para atendimento ao público às 12 horas.

As contas de consumo (água, energia, telefone e etc.) e carnês que tiverem marcados essas datas para o vencimento poderão ser pagas no primeiro dia útil após o feriado, sem acréscimo. A população ainda pode utilizar os meios alternativos de atendimento, como os caixas eletrônicos, Internet Banking, Mobile Banking e banco por telefone. Normalmente, os tributos já vêm com datas ajustadas ao calendário de feriados (federais, estaduais e municipais).

“Mesmo durante o feriado os canais como Internet Banking e caixas eletrônicos funcionarão normalmente. Os canais alternativos para transações bancárias facilitam a vida do consumidor”, diz o diretor-adjunto de Operações da Febraban, Walter Tadeu Pinto de Faria.

Os clientes também podem agendar nos bancos os pagamentos das contas de consumo ou pagá-las (as que têm código de barras) nos próprios caixas automáticos, ou em correspondentes. Já os boletos bancários de clientes cadastrados como sacados eletrônicos poderão ser agendados ou pagos por meio do DDA (Débito Direto Autorizado).
Comércio

Segundo acordo previsto na Convenção Coletiva do Comércio 2013/2014, o comércio de BH funcionará normalmente no sábado e domingo de Carnaval. O dia 3 de março, segunda-feira, não é considerado feriado, mas não haverá funcionamento do comércio, conforme previsto na cláusula 43ª da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), que transfere a comemoração do Dia do Comerciário/2013 em outubro para a segunda-feira de carnaval.

Na terça-feira, o comércio também fecha, de acordo com a Lei nº. 5.913 de 21/06/91 e na quarta-feira abre após às 12 horas. O funcionamento de lojas em shopping centers é definido por suas administrações, desde que não contrariem o que está previsto em lei.

Estacionamento rotativo 

Será liberada a utilização da folha nas áreas de estacionamento rotativo em Belo Horizonte no sábado, dia 1, na segunda, dia 3, em função do baixo volume de veículos que circula pelas ruas da capital no período da folia de momo.

Maria-Fumaça entre São João del-Rei e Tiradentes terá horários especiais

Sexta-feira – 28/02
São João del-Rei: 10h e 15h
Tiradentes: 13h e 17h
Sábado – 01/03
São João del-Rei: 10h, 12h, 14h e 16h
Tiradentes: 11h, 13h, 15h e 17h

Domingo – 02/03
São João del-Rei: 10h, 12h, 14h e 16h
Tiradentes: 11h, 13h, 15h e 17h
Segunda-feira – 03/03
São João del-Rei: 10h, 12h, 14h e 16h
Tiradentes: 11h, 13h, 15h e 17h
Terça-feira – 04/03
São João del-Rei: 10h, 13h e 15h30
Tiradentes: 11h, 14h e 17h

 
FONTE: Estado de Minas.


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