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Natura Musical leva shows a três praças de BH: confira a programação

Ney Matogrosso, Elba Ramalho, Arnaldo Antunes e Karina Buhr falam da preparação antes de subir ao palco na capital mineira; organização estima público de 50 mil pessoas

Última atração confirmada para o Natura Musical, Arnaldo Antunes, em show com a participação de Marisa Monte neste domingo, 14, na Praça da Estação, só veio referendar o tom da quarta edição do evento. São muitos os encontros que vão ocorrer nas três praças do festival. A expectativa é que 50 mil pessoas assistam aos shows, que começam de manhã, em programação dedicada às crianças na Praça da Liberdade e tem sequência nas praças da Estação e JK.

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”O que mais gosto em fazer shows assim é ver a reação do público, coisa que não ocorre no teatro”
Começando pelo fim, Arnaldo Antunes comenta que não se lembra da última vez que esteve com Marisa Monte em show. Mas nunca se esquece da primeira, quando eles não se conheciam pessoalmente. No fim dos anos 1980, o então vocalista dos Titãs foi ao Aeroanta, casa noturna que fez época em São Paulo, para ver de perto a cantora de quem todos falavam.
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Marisa fazia temporada de seu primeiro show. No repertório, ‘Comida’, dos Titãs. “Ela me chamou para o palco e cantamos juntos”, lembra Arnaldo.A partir desse primeiro encontro, sucederam-se vários outros, tanto em estúdio quanto em palco. No domingo, dois dos três integrantes do projeto Tribalistas devem interpretar juntos cinco canções. ‘Já sei namorar’ e ‘Passe em casa’, que gravaram com Carlinhos Brown no dito projeto, além de ‘Ainda bem’ (será a primeira vez que vão cantá-la juntos), ‘Dizem’ e ‘Sem você’. Como ela mora no Rio e ele em São Paulo, o único ensaio será neste sábado, já em BH.
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A banda que vem acompanhá-los é formada por Curumin na bateria, Betão Aguiar no baixo, Chico Salém no violão e guitarra, Danilo Morais na guitarra e André Lima nos teclados.Alguns músicos da banda de Arnaldo vão fazer outros shows. Curumin comemora amanhã, em festa na Spasso Escola de Circo, os cinco anos da Vinyl Land Records, selo mineiro dedicado à bolacha. Além dele, o evento vai contar com discotecagem de vários DJs, incluindo os integrantes do coletivo Vinil é Arte, que participa do Natura tocando nos intervalos dos shows principais. Outro músico que se desdobra no fim de semana é o mineiro André Lima. O tecladista, antes de tocar com Arnaldo, apresenta-se com Karina Buhr no palco da Praça JK.
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Elba Ramalho faz show na Praça da Estação com participação de Mariana Aydar
Este, por sinal, será o único desencontro de artistas do festival. Karina vem a BH apresentar o show Secos e Molhados.
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No repertório estão canções do antológico álbum lançado em 1973 – ‘O vira’, ‘Sangue latino’, ‘Amor’, ‘Fala’ e tantas outras. A cantora baiana está fazendo esse show desde o ano passado, quando houve um projeto em São Paulo em que artistas releram álbuns importantes que estavam completando quatro décadas em 2013.
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Deu tão certo que hoje em dia tem feito mais este do que seu próprio show.Perto do público Karina só lamentou que sua apresentação seja em palco diferente de Ney Matogrosso – ela na JK, ele na Estação. Por isso, o cantor não poderá vê-la interpretar, de maneira bem pessoal, as canções que o lançaram. “Ele ainda não viu o show, queria muito que visse. Só espero que quando o Ney for, me avise só depois”, comenta ela, para evitar qualquer nervosismo anterior. Com dois álbuns lançados, Karina está começado a pensar no terceiro.
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“As ideias estão guardadas esperando para que lado ir. Já tenho algumas coisas, outras só virão durante o processo mesmo. Preciso botar a mão na massa, pois quero lançar o disco no primeiro semestre do ano que vem.”

Já o encontro de Ney não será com um convidado, mas com seu público. O cantor apresentou em teatro seu mais recente show, Atento aos sinais, por duas ocasiões em BH. Agora, com a praça cheia, o sentimento será outro. “O que mais gosto ao fazer shows assim é ver a reação do público, coisa que não ocorre em teatro. A praça permite que as pessoas dancem, por exemplo”, conta Ney, que a despeito da mudança de espaço, não vai mudar absolutamente nada do que é visto em um espaço fechado.

E é um trabalho e tanto para que o show chegue na praça. Atento aos sinais não tem cenário – o único objeto em cena é uma cadeira espelhada. Toda a parte cenográfica é feita com a iluminação, assinada pelo próprio Ney. “É a maior iluminação que já fiz. E isso me causa alguns problemas. Como o equipamento é muito pesado, passamos a usar dois caminhões (para o transporte). Quando colocamos tudo num só, fomos multados por excesso de peso.” Show de seu álbum mais recente, ele traz no repertório canções de Arnaldo Antunes e Lenine, Paulinho da Viola, Pedro Luís, Criolo e Itamar Assumpção. Com o DVD já gravado, Ney deve lançá-lo em outubro.

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Karina Buhr apresenta releitura do Secos & Molhados e lamenta não estar no mesmo palco de Ney

Chips trocadosOutros encontros que marcarão o domingo são de Fernanda Takai e Samuel Rosa (ele gravou com ela ‘Pra curar essa dor’, versão de Heal the pain, de George Michael); Nação Zumbi com BNegão; Felipe Cordeiro com Luê e Dona Jandira; Siba com Chico Lobo; Marcella Bellas e Juliana Sinumbu e Elba Ramalho e Mariana Aydar. As duas últimas se encontraram tantas vezes no palco que Elba já perdeu a conta. “Não foi uma nem duas vezes, acho que desde que ela começou a cantar. A Mariana tem casa em Trancoso, eu também, então sempre nos encontramos no verão. Como temos intimidade, quando chegar a hora a gente idealiza o que vai cantar”, diz Elba.

A cantora não para, traz na manga diferentes formatos de show. Além do seu próprio, que pode vir com formação de quatro até 12 músicos, ela faz apresentações com Geraldo Azevedo e com o projeto Cordas, Gonzaga e afins, em que relê a obra de Gonzagão ao lado do armorial SaGRAMA, das cordas do Encore, do baterista Tostão Queiroga e dos sanfoneiros Beto Hortis e Marcelo Caldi. “Tenho que trocar chip para tudo”, brinca a cantora, que também está envolvida com as gravações de seu próximo álbum. Os produtores serão Yuri Queiroga (sobrinho de Lula) e Luã, o primogênito de 26 anos, que se formou recentemente em música na prestigiosa Berklee.
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Marisa Monte e Arnaldo Antunes selam reencontro ao fim do festival, na Praça da Estação

“É sempre um aprendizado, tanto para mim quanto para ele. Música é experiência, você até corre o risco de errar. Sou muito moderna, mas quando você é cantora, colocam rótulos que limitam. Mas esse disco vai trazer uma variedade de compositores e sonoridades ousadas”, adianta Elba, que está gravando canções de Chico Science, Zeca Pagodinho, Lenine, Arlindo Cruz, Siba. Há ainda duas inéditas de Dominguinhos.

NATURA MUSICAL
Domingo, 14 de setembro, a partir das 10h. Praças da Estação, Liberdade e JK, com entrada franca. Para as apresentações nas praças da Estação e JK é necessário ingresso, para a da Liberdade a entrada é livre. Informações: naturamusical.com.br/festival.

• Programa de domingo

» Praça da Estação
• 14h – Marcela Bellas convida Juliana Sinimbu
• 15h – 5 a Seco
• 16h30 – Fernanda Takai convida Samuel Rosa
• 18h – Elba Ramalho convida Mariana Aydar
• 19h30 – Ney Matogrosso
• 21h15 –Arnaldo Antunes convida Marisa Monte
Nos intervalos, Vinil é Arte

» Praça da Liberdade
• 10h – Érika Machado
• 11h15 – Giramundo/Oficina de percussão e atividades lúdicas
• 14h30 – Disco Baby com Anderson e Yan Noise e Daniel Cozta
• 16h30 – Pequeno Cidadão

» Praça JK
• 15h – Siba com Chico Lobo
• 16h30 – Felipe Cordeiro com Luê e Dona Jandira
• 18h – Karina Buhr canta Secos e Molhados
• 19h30 – Nação Zumbi com BNegão
Nos intervalos, Vinil é Arte

 

FONTE: Estado de Minas.

 


À medida que aumentam os megapixels e novos recursos são introduzidos, o celular vai ocupando, cada vez mais, o espaço das antes tão úteis câmeras digitais compactas

 

Andar pela rua, ver um fato interessante e capturar na hora uma boa imagem era, alguns anos atrás, uma questão de sorte: estar no lugar certo, na hora certa e, principalmente, com uma câmera na mão. Hoje, obter isso está muito mais fácil, pois praticamente todo mundo carrega no bolso uma câmera fotográfica, e quase sempre de alta qualidade.

 
Elas estão nos celulares, oferecem alta resolução e ainda vêm cheias de aplicativos com várias opções de filtros e outros recursos que tornam os aparelhos uma opção melhor do que boa parte das câmeras compactas existentes no mercado. Alguns telefones móveis já trazem embutidas câmeras de 14MP de resolução, além de oferecer aplicativos que chegam a criar até fotos em 360 graus.

Mas até que ponto os celulares substituem as câmeras fotográficas? Para o escritor, fotógrafo e especialista em tecnologia José Antônio Ramalho, autor da coluna Atalho, do Informatic@,os smartphones topo de linha produzidos atualmente são melhores equipamentos fotográficos do que a maioria das câmeras amadoras de cinco anos atrás. Mas o fato é que, ainda por um bom tempo, os dois modos de capturar imagens vão caminhar juntos, cada um com sua função, seus efeitos e sua mobilidade. Haverá espaço para a câmera profissional com suas poderosas lentes, para as câmeras compactas com seus zooms e para os smartphones com seus filtros e sua praticidade. “Todos os equipamentos vão continuar tendo sua importância de acordo com a necessidade. Mas os celulares vão conquistar ainda mais o espaço ocupado pelos outros equipamentos”, afirma Joe Takata, gerente de Produtos da Sony Mobile Brasil.

Nesta edição, você vai conhecer ainda alguns truques para tirar o melhor do filtro Instagram, consolidado como o principal aplicativo de fotos para celular e conhecer aplicativos que são alternativa para o campeão. Há um verdadeiro mar de clones e, garimpando, dá para encontrar opções interessantes para conseguir fotos melhores no celular, além dos softwares que podem ser usados para complementar o serviço, como manipulações diferentes de câmera ou ferramentas de edição, que não estão disponíveis diretamente pelo Instagram.

As melhores imagens

Sabendo tirar o melhor partido de seus recursos, smartphones subtituem até com vantagens as câmeras amadoras. Experts dão dicas para arrasar nos cliques por aí

Para o fotógrafo Bob Wolfenson, a melhor dica para tirar boas fotos com um telefone é usar o recurso o máximo possível, experimentando sempre e sem medo de errar (Motorola/Divulgação)  
Para o fotógrafo Bob Wolfenson, a melhor dica para tirar boas fotos com um telefone é usar o recurso o máximo possível, experimentando sempre e sem medo de errar

O premiado fotógrafo paulista Bob Wolfenson, autor de exposições de fotos capturadas com telefones móveis, diz que os celulares substituem muito bem as tradicionais câmeras pequenas geralmente usadas em viagens. “O nível de qualidade das imagens alcançado por esses aparelhos é impressionante. Comparar as antigas câmeras de filmes com as atuais dos celulares chega a ser engraçado”, brinca o fotógrafo.

Tempos atrás, quando viajava, Wolfenson levava um equipamento para fazer imagens mais pretensiosas e uma câmera portátil para capturar cenas de momentos que interessassem. “Hoje nem me lembro mais que tenho uma câmera assim. Meu celular a substituiu completamente. E ele ainda nos garante a possibilidade real de verdadeiros furos jornalísticos”, afirma, ressaltando, entretanto, que os celulares estão ainda muito distantes de uma comparação com as câmeras profissionais.

Junto com a Motorola, que havia lançado dois modelos de celulares com bom enfoque para imagens, Bob Wolfenson fez recentemente uma exposição em São Paulo. O foco foi o cotidiano. Entre centenas de fotos feitas em cinco dias, ele selecionou 24, uma para cada hora. “Tentei sintetizar o que ocorre num dia, buscando capturar a melhor imagem que representasse o horário em que ela foi feita. O celular se mostrou bem prático: por ser tão portátil, me propiciou fazer fotos de momentos em que a rapidez era necessária, como de dentro do carro e em movimento. Levantar e poder fazer despretensiosamente uma foto do café da manhã, sem precisar preparar uma câmera, foi tudo de bom.”

USE, USE, USE
 A melhor dica de Bob Wolfenson para fazer boas fotos com um celular é simples: “Use bastante, até mesmo como um caderno de notas, pois é assim que você vai entender melhor o aparelho e seus recursos. Faça fotos sem a intenção de ficar postando na internet, mas como uma forma de se exercitar. Se você pretende seguir rumos mais profissionais, as fotos feitas com celular são bom aprendizado.”

O fotógrafo revela que não usa nada além dos recursos próprios da câmera. Filtros, como os do Instagram, devem ser usados posteriormente, se a situação pedir algo diferente. E procure fazer fotos com o celular em situações que haja bastante luz. “Imagens capturadas contra a luz terão qualidade questionável. Por outro lado, fotos feitas assim podem apresentar resultados bem bonitos. Às vezes vale a pena perder em qualidade e ganhar em criatividade”, ensina.

AS MANHAS DO INSTAGRAM

O repórter fotográfico do EM Alexandre Guzanshe (@guzanshe) é viciado em Instagram. Ninguém melhor, portanto, para dar algumas dicas a quem pretende fazer fotos mais bonitas e criativas usando o aplicativo: 

1) Com certeza, para fazer fotografias bonitas usando um celular, escolher um aparelho que ofereça alta resolução e melhor definição é o início de tudo
2) Procure fotografar em lugares e ambientes que tenham mais luz
3) Arrisque enquadramentos e cortes diferentes. Lembre-se que o formato do Instagram é quadrado
4) Fotografe com um aplicativo específico para fotos (existem opções gratuitas e pagas) e só depois importe a imagem para o Instagram
5) Use e abuse dos filtros. Aplique uns em cima de outros. Teste o foco seletivo
6) Siga alguns fotógrafos no Instagram e veja seus trabalhos. Aprender também é ver
7) E lembre-se de que quem fotografa é o seu olhar e não a câmera

VITRINE

HTC One
» Tela: 4,7 polegadas
» Processador: Qualcomm Snapdragon 600
» Sistema operacional: Android 4.1 (Jelly Bean)
» Câmera: 8MP
» Armazenamento: de 32GB a 64GB

Samsung Galaxy S4
» Tela: 5 polegadas
» Processador: Qualcomm Snapdragon 800
» Sistema operacional: Android 4.2.2 (Jelly Bean)
» Câmera: 13MP
» Armazenamento: de 16GB a 64GB

iPhone 5
» Tela: 4 polegadas
» Processador: A6 Dual-core
» Sistema operacional: iOS 5
» Câmera: 8MP
» Armazenamento: de 16GB a 64GB

Nokia Lumia 920
» Tela: 4,5 polegadas
» Processador: Qualcomm Snapdragon S4
» Sistema operacional: Windows Phone 8
» Câmera: 8,7MP
» Armazenamento: 32GB

Sony Xperia SP
» Tela: 4,6 polegadas
» Processador: Qualcomm Snapdragon Dual-core
» Sistema operacional: Android 4.1 (Jelly Bean)
» Câmera: 8MP
» Armazenamento: 8GB

Olhares do mundo

Na esteira do Instagram, principal aplicativo de fotos para celular, surgem opções que vão de programas de edição a compartilhamento, como o de imagens em tempo real de cidades

O quarteto responsável pelo Pictastik: aplicativo já é sucesso no sistema iOs e deve chegar também para Android  (Bruno Peres/CB/D.A Press)  
O quarteto responsável pelo Pictastik: aplicativo já é sucesso no sistema iOs e deve chegar também para Android

Uma pesquisa pela palavra “Instagram” na App Store do iOS retorna 460 aplicativos, além do original. Não são poucos os programas que tentam pegar carona no sucesso de Mike Krieger e Kevin Systrom. Entre o mar de clones, há várias opções interessantes para conseguir fotos melhores no celular, além dos softwares que podem ser usados para complementar o serviço, como manipulações diferentes de câmera ou ferramentas de edição, que não estão disponíveis diretamente pelo Instagram. Outros tentam apresentar a ideia geral de tirar e compartilhar fotos de maneira criativa.

Um dos programas que pegaram a fórmula do Instagram e a transformaram em um produto inovador foi criado em Brasília (DF). É o Pictastik, desenvolvido por um grupo de amigos da cidade e lançado na App Store do iOS no mês passado. O software segue o padrão: filtros, usuários, compartilhamento… Mas com um diferencial: você tem que tirar a foto na hora – não dá para escolher alguma que está no arquivo do celular. A restrição faz do aplicativo um feed em tempo real de imagens de várias cidades do planeta.

A ideia surgiu no início do ano passado, quando, em uma conversa, os irmãos Pedro Henrique e Daniel Marques se perguntaram: o que estaria acontecendo em um determinado lugar do mundo? “Não achávamos um lugar que mostrasse essas imagens em tempo real. Eu posso procurar uma hashtag de uma cidade no Instagram, mas, como o programa permite imagens de arquivo, não tenho como saber se a foto foi tirada naquele momento”, conta Pedro.

Nascia aí o projeto de criar um aplicativo com essa funcionalidade. No início, Pedro contratou uma empresa indiana para escrever o código. “Seis meses depois, o desenvolvimento não ia muito bem, mas já tinha um produto que poderia mostrar para possíveis sócios”, diz Pedro. Aí, ele entrou em contato com Alex, um colega do ensino médio, que o indicou para outro desenvolvedor, Paulo, fechando o quarteto que, hoje, está à frente do aplicativo.

Nas duas primeiras semanas na App Store, o Pictastik teve cerca de 4,5 mil downloads – 80% deles do Brasil. As imagens são separadas por cidade e também por categorias: restaurantes, hotéis, baladas, shows, paisagens, shoppings, monumentos turísticos e por aí vai. O local é registrado pelo GPS do celular e as fotografias são sempre exibidas de acordo com a data de publicação, respeitando o horário local. Se, por exemplo, você olhar São Paulo durante a parte da manhã, poderá encontrar muitas fotos de café da manhã ou caminho para o trabalho, enquanto o feed de Sydney deve mostrar a vida noturna do local.

Para futuras atualizações, a intenção do grupo é refinar a ideia de imagens em tempo real com um toque de guia turístico, permitindo que os usuários classifiquem os locais que visitam. “Queremos colocar elementos de descoberta social e recomendação, de observar o mundo através dos olhos de outras pessoas”, explica Pedro Henrique. Tudo está em inglês – a ideia é ser um aplicativo de alcance global. Entretanto, versões em português e espanhol estão planejadas para os próximos meses e, mais para a frente, uma adaptação do app para Android.

Pictastik
» Preço: gratuito
» Plataforma: iOS
» O que faz: o aplicativo organiza as fotos tiradas pelos usuários por cidades e países. Além disso, há categorias, como “lugares famosos para beber”, o que facilita a busca de quem utiliza o app.

Super Camera
» Preço: gratuito
» Plataforma: Windows Phone
» O que faz: o aplicativo exclusivo para a plataforma da Microsoft traz efeitos, filtros, leiautes e bordas para as fotos. Há a possibilidade de compartilhar com as principais redes sociais.

Flickr
» Preço: gratuito (todas as plataformas)
» Plataforma: iOS, Android e Windows Phone
» O que faz: além da possibilidade de enviar as fotos direto para o Flickr, o usuário pode personalizar as imagens com novos filtros, recursos de edição e geotags.

Shot Control
» Preço: US$ 2,99
» Plataforma: Android
» O que faz: o programa permite controlar as funções da câmera, desde o flash até o balanço do branco. Oferece a opção Instant Upload, o que faz com que as fotos sejam enviadas direto para o Google+.

Camera Plus
» Preço: gratuito
» Plataforma: iOS
» O que faz: o software traz funções interessantes para fotógrafos profissionais e amadores, como estabilizador de imagem, compartilhamento nas principais redes sociais e recorte de determinados elementos.

Sense the Color
» Preço: gratuito
» Plataforma: Windows Phone
» O que faz: é um aplicativo de edição de fotos para a plataforma da Microsoft. Com ele, é possível cortar, alterar cores e aplicar alguns efeitos.

Vignette
» Preço: R$ 5,30
» Plataforma: Android
» O que faz: usa mais de 70 filtros personalizáveis e 50 molduras em qualquer combinação para criar muitos efeitos de fotos. Tem ainda inúmeras funções, como zoom digital.

Diptic
» Preço: US$ 0,99 (iOS) e R$ 2,04 (Android)
» Plataforma: iOS e Android
» O que faz: o aplicativo oferece 56 leiautes para que o usuário combine as várias fotos. É possível ainda ajustar brilho, saturação e cor das imagens e exportá-las para o Instagram.

TurnMe Panorama
» Preço: gratuito (todas as plataformas)
» Plataforma: Android e Windows Phone
» O que faz: tira fotos panorâmicas. Ele utiliza o compasso, o giroscópio e o acelerômetro do telefone para que as imagens ganhem profundidade.

Picture Effect Magic
» Preço: gratuito
» Plataforma: iOS
» O que faz: com uma grande quantidade de efeitos, como sépia, preto e branco, espelho, arco-íris, história em quadrinhos, o aplicativo garante diversão durante horas.

Photo Editor
» Preço: gratuito (todas as plataformas)
» Plataforma: iOS e Android
» O que faz: o programa, além dos ajustes básicos, permite  clarear dentes, remover
espinhas, passar blush, batom e adicionar perucas.

Photo Funia
» Preço: gratuito
» Plataforma: Android
» O que faz: você tira a foto do amigo e a insere em várias situações, com vários filtros. A foto pode ir parar num outdoor em Times Square, por exemplo, ou estampar um cartaz de “Procurado”.

Photo Crop
» Preço: gratuito
» Plataforma: Android
» O que faz: para recortar as pessoas indesejadas ou mesmo para focar em um detalhe, o aplicativo oferece uma ferramenta precisa e garante que não há perda na qualidade da imagem.

PhotoShop Express
» Preço: gratuito (todas as plataformas)
» Plataforma: iOS e Android
» O que faz: a versão para smartphone do programa da Adobe traz as funções básicas, como clareamento, correção de olho vermelho e redução de ruídos.

Hair MakeOver
» Preço: US$ 1,99
» Plataforma: iOS
» O que faz: quer cortar o cabelo, mas acha que não vai ficar bom? O aplicativo reúne uma série de looks para você experimentar antes de ir ao cabeleireiro. Serve ainda para fazer graça com fotos de amigos.

FONTE: Estado de Minas.



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