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31 mil candidatos doaram mais do que possuem para campanhas eleitorais

“É é inevitável concluir que esses candidatos mentem à Justiça eleitoral”

“Não há notícia de que o Ministério Público Eleitoral tenha jamais tomado alguma providência a respeito desses casos gritantes de burla”

Plenãrio da Cãmara dos Deputados - LUIS MACEDO - AGÊNCIA CÂMARA
Muitos parlamentares foram eleitos doando recursos que não diziam ter no registro da candidatura
Em 2012, 31 mil candidatos doaram para a própria campanha mais dinheiro do que todo patrimônio declarado à Justiça eleitoral. A maior parte deles repassa até 10% acima de todos os bens que alegam ter. Em alguns casos o dinheiro “extra” chega a 50% do patrimônio.
São as chamadas “autodoações”, um dos mecanismos previstos na legislação eleitoral para abastecer oficialmente as campanhas. Em 2012, esse tipo de financiamento abasteceu 18,6% das receitas de campanha. É o que revela um estudo a organização Transparência Brasil.
“Como é materialmente impossível a alguém empenhar parcela tão alentada de seus bens de repente, é inevitável concluir que esses candidatos mentem à Justiça eleitoral – seja na declaração de bens, seja na origem dos recursos autodoados”, registrou o diretor executivo do Transparência Brasil, Cláudio Abramo.
Ele destaca também a falta de atuação do Ministério Público Eleitoral nesses casos, o que contribuiu para a falta de investigação ou aprimoramento da legislação eleitoral. “Não há notícia de que o Ministério Público Eleitoral tenha jamais tomado alguma providência a respeito desses casos gritantes de burla”, destacou Abramo.
O grande volume de autodoações, de acordo com Abramo, permite aos candidatos comprarem o “próprio sucesso”, como registrou em relatório.
Caixa preta
O levantamento tem como objetivo apurar o custo do voto no Brasil. O relatório aponta que é praticamente impossível saber quanto entra de dinheiro efetivamente em uma campanha no país. Além das autodoações, outro motivo são as “transferências atribuídas”, outro mecanismo de arrecadação.
Tratam-se de doações feitas à campanha por outros candidatos, comitês e diretórios. Porém, elas não significam necessariamente novos recursos, mas, sim, um tipo de realocação de recursos.
Além disso, essas doações que candidatos alegam ter recebido nem sempre batem com as despesas declaradas pelos candidatos doadores. Em 2012, foi registrada uma diferença de R$ 600 milhões entre uma informação e outra.
“Praticamente nenhuma conta fecha, o que leva a alguma imprecisão quanto às conclusões que se extraiam de sua análise. Em consequência, a pergunta ‘quanto entra em dinheiro nas eleições no Brasil?’ não encontra uma resposta contabilmente exata”, declarou Abramo.
Ainda assim, foi feita uma média do custo do voto por estado, levando-se em conta as receitas/despesas declaradas pelos candidatos em 2010 e 2012.
Apesar da extensão territorial, o custo do voto para governador em Minas Gerais é de R$ 7,44, bem abaixo de Tocantins onde cada voto para o governo custa R$ 49,00, em primeiro no lugar no ranking feito pela organização.
Regras para impedir doação de PJ só em 2018
As mudanças no sistema de financiamento eleitoral devem se consolidar somente nas eleições de 2018.
Um dos motivos, segundo o diretor da Transparência Brasil, Cláudio Abramo, é que a mudança no financiamento eleitoral acarreta consequências sobre a forma de votar. No caso de proibição de doação de pessoa jurídica, por exemplo, o voto passaria a ser em lista.
Soma-se a isso o fato de 2015 ser ano pré-eleitoral para deputados e senadores. Assim, não haverá tempo para que o Congresso discuta a matéria.
Atualmente, 80% das doações são feitas por pessoas jurídicas, o que coloca em xeque o caráter programático dos pleitos e pode influenciar nas administrações. No momento, o Supremo Tribunal Federal vota a constitucionalidade das doações de empresas para as campanhas eleitorais. A discussão gerou uma expectativa de que as mudanças já pudessem valer para as eleições desse ano, o que é praticamente impossível segundo revelou o estudo.
“São mudanças improváveis para 2014, pois se trata de ano eleitoral, quando o Congresso para de funcionar. Mesmo em 2015, é ano pré-eleitoral o que restringe o tempo útil para se discutir o tema”, registra o diretor da Transparência Brasil.
FONTE: Hoje Em Dia.

Aluguéis a preço de banana Denúncias de corrupção e enriquecimento ilícito levam Ministério Público a investigar mais de 200 contratos de locação de imóveis pertencentes à CBTU em Belo Horizonte

Metrô aluga seus imóveis a preços irrisóriosMetrô aluga seus imóveis a preços irrisórios

Além de ser obrigado a repassar R$ 54 milhões ao Recife e ter barrados R$ 800 milhões em investimentos pela União nos últimos anos, como vem mostrando a série do Estado de Minas, o metrô de BH ainda perde receitas que poderiam melhorar sua qualidade alugando terrenos e imóveis abaixo do preço de mercado, sem licitação. O Ministério Público investiga denúncias de corrupção em mais de 200 contratos da CBTU em Minas, entre os quais a locação de um terreno de 800 metros quadrados no Bairro Santa Inês por R$ 695,24 mensais. Garagem de 600m2 em Santa Tereza está alugada por R$ 1.266,46 Na Estação Eldorado, movimentada lanchonete paga R$ 713,76 por mês

Atrás do muro, quadra e uma área para festa construídos em terreno de 800m2, no Santa Inês, alugado pela bagatela de R$ 695,24 (Juarez Rodrigues/EM/D.A Press)
Atrás do muro, quadra e uma área para festa construídos em terreno de 800m2, no Santa Inês, alugado pela bagatela de R$ 695,24

Contratos de concessão de terrenos e imóveis que renderiam mais receitas para melhorar a qualidade do metrô de Belo Horizonte não geram os recursos que deveriam por suspeitas de má administração e corrupção. A reportagem do Estado de Minas teve acesso às tabelas de locação de lojas, lotes e outros imóveis pertencentes à superintendência mineira da Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU) e identificou pelo menos 12 empreendimentos nas estações da Linha 1 (Vilarinho-Eldorado) que pagam mensalmente valores abaixo dos de mercado (veja quadro abaixo) e outros oito terrenos em mesma situação, tudo sem licitação. O setor de contratos da companhia é alvo de investigação do Ministério Público (MP) estadual, que recebeu 25 denúncias de suspeitas de corrupção e enriquecimento ilícito, e agora promove uma devassa em mais de 200 contratos. Desde domingo, o EM mostra os tortos caminhos dos recursos que deveriam ser aplicados na melhoraria da qualidade e na ampliação do transporte metroviário da capital mineira. O metrô de BH é obrigado a repassar parte de sua receita para o do Recife, que recebeu remessas de R$ 54 milhões nos últimos cinco anos. O sistema pernambucano é maior que o de Minas e tem a tarifa mais barata, de R$ 1,60, contra R$ 1,80 pago pelos usuários mineiros. Fontes ligadas à CBTU e ao sindicato dos metroviários indicam que esses desvios comprometeram a modernização do sistema e envolveram interesses políticos. A CBTU justificou as transferências alegando que as verbas do metrô do Recife foram congeladas pela Justiça e por isso recorreu ao caixa de BH. Na edição de ontem, a reportagem revelou, ainda, um relatório inédito da CBTU que detalhou mais de R$ 800 milhões de recursos barrados pela União e que poderiam ter sido usados na ampliação do sistema de BH desde 2004. Metrô3 Além das estações, ao longo dos 28,2 quilômetros da única linha do metrô de BH há 18 terrenos pertencentes à CBTU, que recebe regularmente aluguel de particulares. Desses, pelo menos oito galpões e áreas amplas rendem valores irrisórios, somando R$ 7.514,29, uma média de R$ 939,28 por imóvel. De acordo com o MP, esses aluguéis estão entre os investigados, pois há denúncias de que funcionários do setor de contratos da CBTU tenham reduzido os valores oficiais para receber uma parcela indevidamente, lesando assim o patrimônio e desviando recursos do erário. O mais bizarro desses contratos foi firmado em 2011. A CBTU recebe apenas R$ 695,24 por mês pelo aluguel de um terreno de 800 metros quadrados no Bairro Santa Inês, na Região Leste de BH. O locatário, que mora num prédio vizinho, resolveu construir uma quadra esportiva, um pomar e uma área para festas e churrascos capaz de receber até 100 pessoas. A reportagem procurou o locatário em sua casa, mas apesar de os vizinhos dizerem que ele se encontrava no local, ninguém atendeu. Metrô Na Rua Conselheiro Rocha, no Bairro Santa Tereza, mesma região, um terreno de 700 metros quadrados usado por uma oficina mecânica de veículos de transporte e carga custa meros R$ 949,85 pelo aluguel, em contrato firmado em 2009. O locatário, José Joaquim Filho, disse que seu contrato é novo, mas que está no local há 13 anos. Ele nega que precise pagar ou que tenha sido coagido a pagar qualquer quantia a funcionários do setor investigado pelo MP. “Pago tudo direto para a CBTU”, garante. No imóvel vizinho, usado como garagem por uma empresa de transporte de passageiros custa R$ 1.266,46 por 600 metros quadrados. O filho do proprietário também garantiu que a empresa não repassa nenhuma diferença a funcionários da CBTU, como suspeitam os promotores.

Metrô2SE NECESSÁRIO, CLIQUE NA IMAGEM PARA AMPLIAR O TEXTO.

Migalha O governo federal acertou com a Metrominas – empresa formada pelo consórcio entre o governo do estado e prefeituras de BH e Contagem – o investimento de R$ 1,75 bilhão para ampliação da Linha 1 (Vilarinho/Eldorado) e construção das linhas 2 e 3. Segundo a Metrominas, apenas R$ 14 milhões, menos de 1%, desses recursos foram pagos até hoje.

Veja também:
FONTE: Estado de Minas.

Prato tradicional da cozinha parisiense, a sopa de cebolas gratinada chega à atualidade com a mesma popularidade de tempos atrás

Sopa de cebola-2
O friozinho começa a dar o ar da sua graça e com ele a temporada mais gostosa da cozinha. Tempo de vidraças embaçadas pelo calor das panelas. Tempo de andar de meias pela casa, de ver TV com mantinhas nos pés e terminar o dia com uma sopa quentinha que conforta o estômago e acalma as tensões do dia a dia. Particularmente, tenho o maior respeito por esse prato que resiste aos modismos e chega à atualidade com a mesma popularidade de outrora.
A tradicional sopa francesa de cebolas é capaz de surpreender tanto pela simplicidade quanto pela delicadeza da textura e dos sabores. O lendário cozinheiro francês Augusto Escoffier disse que a boa comida é a base da verdadeira felicidade.
Que me perdoem aqueles que torcem o nariz e separam pedaçinho por pedaçinho no canto do prato, mas cebola é fundamental. Se como base e tempero ela é indispensável, como ingrediente principal desse ícone da gastronomia francesa o resultado é melhor ainda.
Detectar a origem exata de preparos tão tradicionais quanto o da soupe l’oignon não é tarefa fácil, uma vez que a receita é preparada por toda a França. Boa parte dos estudiosos acredita que ela nasceu na região de Lyon, no Sudeste do país.
Mas a versão incrementada e gratinada da sopa certamente é parisiense. Na Cidade Luz, ela está em tudo quanto é cardápio, de bistrôs populares a requintados restaurantes. Entretanto, o endereço ideal para se provar a receita é certamente o Au Pied de Cochon, em Les Halles. Aberto 24 horas, mesmo aos domingos e feriados, o local é procurado, particularmente, durante toda a madrugada, no inverno frio parisisense, devido ao seu caldo gratinado fumegante capaz de curar desde ressaca até mau humor. A cebolas servidas ali ficam com um gosto meio adocicado e bem macias, enquanto o pão e o queijo vão se derretendo e se homogeneizando num casamento perfeito. Não há ressaca que resista.
É muito comum ouvir dizer que a popular sopa francesa teria sido inventada por um rei Luís, não se sabe se o 14 ou o 16, que na calada da noite percebeu que só tinha cebola, manteiga e queijo na cozinha. Fato totalmente improvável, pois os reis não se interessam em saber o que têm na despensa e nem sequer preparam sua própria comida.
A história pode ser simpática, mas não dá para imaginar um pomposo rei francês, com sua peruquinha branca encaracolada, picando cebolas num ataque de fome durante a madrugada.
O certo é que a cebola, que é nativa da Ásia Central, sempre foi um ingrediente barato e disponível para populações mais pobres. Para elas podemos direcionar, então, o crédito e o mérito da origem da tradicional receita.
Em tempos de reflexões e críticas apimentadas sobre os novos rumos da gastronomia mundial, tiro meu panelão do gancho, acendo o fogo e vou fazer o que mais gosto: cozinhar. Rendo-me a qualquer cozinha que me dê uma receita boa. Sou assim mesmo, deixo as causas e as bandeiras para aqueles que gostam do discurso. Eu gosto mesmo é das panelas.
Gosto de ver, pacientemente, a cebola dourar e caramelizar na manteiga, observar as reações dos ingredientes e ao final celebrar o paladar com o resultado. A receita que reproduzi nesta página é de autoria do americano Antony Bourdain, e está no cardápio de seu restaurante Les Halles em Nova York.
Surpreenda-se!
Para esta e outras receitas, CLIQUE AQUI!
FONTE: Estado de Minas (Degusta).

Votação do "Comida di Buteco" sob suspeita de fraude em BH
Denúncia aponta para irregularidade no acesso às cédulas de votação do evento

O festival gastronômico mais famoso de Minas, o Comida di Buteco, iniciou nesta segunda-feira (13) a apuração dos votos dos butequeiros que visitaram os 45 bares participantes deste ano. O domingo (12) foi o último dia para depositar as cédulas nas urnas dos estabelecimentos. A apuração é feita pelo instituto de pesquisa Vox Populi. No entanto, há quem questione a credibilidade da contagem e denuncie fraudes na votação.

Um internauta entrou em contato com a reportagem e revelou que no domingo, durante um almoço de comemoração pelo Dia das Mães, um parente levou cerca de 25 cédulas de um bar localizado no bairro Santa Tereza, região Leste de Belo Horizonte, e pediu que familiares preenchessem os itens valorizando o estabelecimento com pontuação máxima. “Eu não dei nota máxima em alguns pontos e fui questionado por esse parente. Daí, eu disse que não dei total nem para os que visitei”, afirmou o denunciante que preferiu não se identificar.

Em uma reunião realizada nesta segunda-feira (13), no Senac, para discutir a logística do “Saideira” – festa de encerramento do festival, que ocorre no próximo sábado (18), o assunto foi abordado com vários proprietários de estabelecimentos, sob a supervisão dos organizadores do Comida di Buteco.

Frederico Inácio Brescia, da Cantina da Ana, disse que acompanha a retirada da urna do bar e confia na credibilidade da apuração. Ele confessa, contudo, que é possível ocorrerem fraudes. “As cédulas ficam em uma bancada, pode acontecer de alguém pegar mais de uma, mas se vazar é pouca cédula”, afirmou. O peso do voto do corpo de jurados – formado por especialistas na área gastronômica – é de 50%, a outra metade é do público, Brescia afirma que alterações assim podem influenciar no campeão do evento. “Pode influenciar na tabela em torno do 20º e 30º classificado, mas não no campeão do festival”, disse.

No bar Estabelecimento, que há oito anos participa do Comida Di Buteco, Olívio Cardoso Filho, de 51 anos,  explica que algumas precauções são tomadas. “As cédulas geralmente ficam com o garçom e de tempo em tempo ele passa nas mesas com a urna para que o próprio cliente possa depositar o voto”, contou. Ele não descartou a possibilidade de fraudes, mas defendeu que, caso algo assim ocorra, seria uma ação de “má-fé”. “A pessoa entrar no bar e fazer isso já tem que ter a má-fé e se fizesse isso seria sim uma fraude”, afirmou.

Por telefone, um dos fundadores do evento admitiu à reportagem que irregularidades são passíveis de acontecer. “Qualquer pessoa pode pegar uma cédula”, disse Eduardo Maia. A analista de pesquisa Bárbara Crivellari, do Vox Populi, explicou que as coletas das cédulas são feitas cinco vezes durante o festival em Belo Horizonte. “Há três medidas de segurança, um lacre e dois adesivos. Um motoboy terceirizado e treinado faz a coleta e verifica esses itens. Nunca ocorreu dos três estarem violados” afirmou.

No Rio de Janeiro, segundo a analista do instituto de pesquisa, fraudes foram checadas por clientes ocultos – que auditam sem identificação todos os procedimentos do concurso. “Os participantes dos bares ficam cientes da ocorrência desses clientes ocultos, que são enviados para apurar boatos de denúncias de irregularidades. No Rio isso ocorreu há dois anos e os bares saíram do circuito”, contou.

Contactada, a organização do Comida di Buteco se manifestou à tarde por meio de nota. No texto, afirma que “ao longo dos 31 dias do evento em 2013 nenhuma fraude foi detectada em nenhum dos 45 botecos participantes do festival em Belo Horizonte”. Ainda segundo o Comida di Buteco: “quando a fraude é detectada pela própria organização do concurso, através dos mecanismos de avaliação, o boteco é desclassificado”.

Critérios e votação

O público e um corpo de jurados têm que visitar os botecos, degustar o petisco que participa do concurso e preencher todos os dados da ficha de votação. A média entre os quesitos avaliados garante o resultado da premiação. São avaliados de 1 a 10, a higiene, o atendimento, a temperatura da bebida e o petisco (que leva 70% do peso da nota). O vencedor da edição 2013 será conhecido no sábado (18), na festa Saideira, que ocorre na avenida Cristiano Machado, 3.450, bairro União, na região Nordeste, a partir das 12 horas.

O festival é realizado nas cidades mineiras de Belo Horizonte, Ipatinga, Juiz de Fora, Montes Claros, Poços de Caldas e Uberlândia. Rio de Janeiro (RJ), São Paulo (SP), Goiânia (GO), Salvador (BA), Campinas (SP), Ribeirão Preto (SP) e Rio Preto (SP), Belém (PA), Fortaleza (CE), Ipatinga (MG), Juiz de Fora (MG), Manaus (AM) também têm suas edições do evento gastronômico. A 14ª edição do Comida di Buteco ocorreu entre os dias 12 de abril e 12 de maio.

Outras matérias sobre o assunto:

RELAÇÃO DOS BARES PARTICIPANTES

DECEPÇÕES

FONTE: Hoje Em dia.


A PROTESTE – associação de consumidores, www.proteste.org.br – avaliou a dieta principal de 80 edições das revistas femininas AnaMaria, Boa Forma, Corpo a Corpo, Dieta Já, Malu, Sou+Eu e Viva.

Descobriu que algumas delas propõem dietas que podem ser prejudiciais à sua saúde. E mais: são fórmulas coletivas de emagrecimento, um erro grave, pois cada pessoa possui suas particularidades que devem ser respeitadas na hora de seguir uma dieta.

O estudo encontrou, ainda, sugestões de muitta perda de peso em pouco tempo, falta de incentivo para atividades físicas e sugestão de cardápios que não favorecem a reeducação alimentar, questões que ao comprar a revista você não tem como perceber ou desconfiar.

Estas revistas sugerem ser muito mais importante ficar “bonita” (magra) do que saudável. Veja.

OBS.: clicando nas fotos você pode abrí-las individualmente e aumentá-las, facilitando a leitura).

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FONTE: Proteste.


Renato Lobato mostra como fazer iguarias para o domingo de Páscoa.
Segundo ele, receitas são fáceis e deliciosas.

O chef Renato Lobato ensina a preparar, na coluna deste domingo (24), três opções para a mesa do domingo de Páscoa. São três receitas a base de bacalhau. Segundo o chef, o preparo é fácil e o resultado fica muito bom. A primeira – posta de bacalhau assada  – é servida com batata castelo e alho assado. Já a segunda é uma torta de bacalhau. “Um prato de entrada, leve, saudável e delicioso”.

A última receita é uma salada de bacalhau. “Bem fácil e rápida de fazer”, diz o chef. Segundo ele, em todas as receitas, o bacalhau pode ser substituído por qualquer peixe ou, até mesmo, a carne de frango.

Posta de bacalhau, servida com batata castelo e alho assado
Ingredientes:
– 1 posta de bacalhau
– Tomilho
– ½ cebola cortada em pétalas
– 1 batata inglesa
– ½ xícara de azeite
– 1 cabeça de alho
– Tomate cereja
– Sal e pimenta

Modo de preparo:
O bacalhau já foi dessalgado; saiba como fazer com as explicações no vídeo acima. Coloque o peixe no tabuleiro, tempere com uma pitada de sal, ramos de tomilho, pimenta do reino e coloque, sobre o bacalhau, a cebola em pétalas. Após isso, regue com azeite.

O segundo passo é a batata castelo. Retire as pontas do alimento e retire a casca. Coloque a batata no papel alumínio, tempere com sal, azeite e um pouco de pimenta do reino. Depois disso, cubra o legume com o papel e coloque na mesma bandeja do bacalhau.

Depois de preparar a batata, o terceiro alimento da receita é o alho. Retire a parte superior do alho e tire o excesso da casca. Coloque o alimento sobre o papel alumínio e tempere com sal e azeite.

Por fim, leve os três ao forno pré-aquecido por aproximadamente 15 minutos.

Torta de bacalhau
Ingredientes:
– 50g de bacalhau
– ¼ de cebola picada
– Azeite
– Abobrinha
-Salsinha
– 2 colheres de pimentão verde picado
– ¼ de tomate picado
– Sal e pimenta

Modo de preparo:
Coloque em uma panela quente o azeite, a cebola e deixe refogar. Enquanto isso, prepare a estrutura da torta; veja no vídeo acima.

Depois que a cebola dourar, acrescente a abobrinha, o pimentão, o tomate e, por fim, o bacalhau. Tempere com uma pitada de sal, mais azeite e salsinha picada. Por fim, coloque a mistura dentro da estrutura. Cubra com azeite e leve ao forno a 180 °C por sete minutos.

Salada de bacalhau
Ingredientes:
– 100g de bacalhau
– 100g de lentilha cozida
– ¼ de xícara de milho
– 2 colheres de maionese
– 3 colheres de azeitona
– Pimentão vermelho
– ¼ de cenoura picada
– Azeite
– Sal e pimenta

Modo de preparo:
Para começar, deixe o bacalhau cozinhar durante 15 minutos. Após isso, cozinhe a lentilha na mesma água em que o bacalhau foi cozinhado.

Em uma bandeja, misture todos os ingredientes. A receita serve duas pessoas.

FONTE: G1.



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