Antequam noveris, a laudando et vituperando abstine. Tutum silentium praemium.

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Mineira vende churros em rodoviária de Brasília para pagar a faculdade de direito

Faltam apenas quatro matérias para Maria Odete se tornar bacharel em direito. As mensalidades são pagas com o lucro que o doce recheado lhe dá, num ponto da rodoviária

Jhonatan Vieira/Esp./CB/D.A.Press

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Há sete anos, Maria Odete Silva vende churros na rodoviária do Plano Piloto. O carrinho está sempre ali, na plataforma inferior, de domingo a domingo. Por dia, dezenas de pessoas, ou até mesmo centenas, dependendo do movimento, aproveitam o intervalo entre uma viagem e outra para experimentar o quitute da dona Maria, 46 anos, que pode ser recheado de doce de leite, goiabada, chocolate ou mais de um sabor. Contudo, poucos sabem que a sobremesa alimenta uma outra carreira de Maria: a de advogada.
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Maria Odete nasceu em Araçuaí (MG), que tem 36 mil habitantes. Morava com os dois irmãos mais novos e a mãe, Maura Pereira, em uma roça. O pai, nunca conheceu. Quando estava com 7 anos, acompanhou a família em uma empreitada rumo à cidade de São Paulo. Maura buscava emprego como trabalhadora doméstica e, para isso, deixou os filhos na casa de uma tia. Por lá, ficaram quatro anos, até que a mãe decidiu retornar ao estado de origem, levando os meninos. Maria ficou na capital paulista, a pedido da parente.

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A volta, no entanto, se tornou trágica para a família. No trajeto entre a cidade e a fazenda, a mãe caiu do caminhão que carregava boias-frias para a zona rural e faleceu. Maria sequer pôde dar adeus a ela, pois estava em São Paulo. A partir de então, a menina começou a trabalhar como doméstica em uma residência. Os irmãos foram “criados pelo mundo”, como ela mesma diz.
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Dos 12 aos 19 anos, Maria se dedicou a uma única casa. Apesar de ter uma boa relação com a antiga patroa — chega a considerá-la uma segunda mãe — não conseguia conciliar a rotina de estudos com a labuta. “Estudava, mas daquele jeito. Vivia cansada demais”, define. Pouco depois, ela se casou e abandonou o emprego e também a capital. Passou a viver com o marido no interior de São Paulo, onde permaneceu por três anos e meio, enquanto durou o matrimônio.
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Solteira, retornou a São Paulo para trabalhar como babá. Alguns anos mais tarde, conheceu Marcos, com quem se casou e teve dois filhos, Mayara e Junior. Nessa época, começou a vender doces. A enchente que um dia invadiu a casa dela deixou intactos os saquinhos de balas, pirulitos e chicletes – o suficiente para que montasse, com a porta do guarda-roupa destruído pela correnteza, uma barraquinha de guloseimas na calçada. “Pedi R$ 10 emprestados à minha tia para dar comida aos meus filhos. Com o que sobrou, comprei os docinhos de que eles gostavam. Quando a água destruiu tudo, decidi vender as balas e, dos R$ 10, eu fiz R$ 15”, comenta.
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Uma doença pulmonar do filho, Marcos Junior, fez com que a família migrasse para o Distrito Federal, na expectativa de encontrar no ar puro do Planalto Central um refúgio. Mas não foi apenas o endereço que mudou. Aos 39 anos, Maria decidiu voltar a estudar. Matriculou-se no programa de Educação de Jovens e Adultos do Sesc, para concluir o ensino médio, e passou a vender de churros na rodoviária, de onde sairia o sustento da família.
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Enquanto os churros conquistavam os paladares, alimentavam também a mensalidade de R$ 907 do curso de direito em uma faculdade particular da Asa Sul. A apenas quatro matérias para se tornar bacharel em direito, sonha passar em concurso público para promotora. “Já pensei em desistir, porque fiquei muito tempo afastada da sala de aula e, ao retornar, não sabia se daria conta do recado. Eu mesma fui me surpreendendo, porque vi que sou capaz sim e faço isso com o maior prazer”, conta.
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Ingrediente amargo
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Para Maria, harmonizar as funções não é tarefa fácil, afinal, tanto a vida acadêmica quanto a profissional exigem tempo e dedicação. “Não tenho tanto tempo para estudar, como queria. Aos domingos, quando o movimento é menor, trago os livros e leio aqui mesmo. Quantas vezes a chuva molhou os questionários que estava estudando! Nas horas vagas, sempre dou uma estudadinha”, revela.
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Por vezes, a falta de recursos financeiros se torna um ingrediente amargo na luta diária de Maria pelo conhecimento: “Não é fácil, não. Fiquei sem pagar durante um tempo, mas, graças a Deus, quitei tudo. Às vezes atraso, peço para retirarem os juros e a equipe da faculdade me ajuda porque sabe que trabalho na rodoviária”.

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FONTE: Estado de Minas.


PRF flagra boi sendo transportado em porta-malas de Chevette

 

PRF flagra boi sendo transportado em porta-malas de Chevette
Veículo só foi parado porque rodava na “banguela”

Um motorista foi flagrado na noite de segunda-feira (16) levando um boi dentro do porta-malas de um Chevette, na noite desta segunda-feira (16), na BR-386, em Lajeado, no Vale do Taquari (RS). De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o motorista e um passageiro do carro foram autuados por transporte irregular e liberados. O animal foi entregue ao Comando Ambiental da Brigada Militar.

O veículo só foi parado pois os agentes da PRF perceberam que ele estava rodando com o motor desligado, na chamada “banguela”.

Motorista e passageiro disseram à polícia que o boi seria levado para um sítio no bairro Olarias, em Lajeado, onde seria engordado para ser abatido no Natal. Como não apresentaram documento que comprovaria a propriedade, o animal foi apreendido.

FONTE: Hoje Em Dia.


VEJA TAMBÉM: funcionamento da rodoviária!

Veja o que abre e fecha durante o feriado de carnaval em BH

Unidades do Hemominas no interior do estado também têm horários especiais durante o feriadão

Os belo-horizontinos que vão ficar na cidade durante o feriado prolongado de carnaval precisam ficar atentos aos horários de funcionamento dos serviços públicos da capital. Entre segunda e quarta-feira, será ponto facultativo na prefeitura, mas alguns locais, considerados essenciais, vão funcionar durante estes dias.Veja o que abre e fecha entre os dias 16 e 18 de fevereiro:Abastecimento 
• Mercado do Cruzeiro (Rua Ouro Fino, 452, Cruzeiro) – Abre sábado, das 7h às 18h, e no domingo, das 7h às 13h. Fecha na segunda e na terça. Na quarta, o funcionamento será facultativo. 
• Central de Abastecimento Municipal (Rua Maria Pietra Machado, 125, bairro São Paulo) – Abre sábado, das 7h às 16h. Entre domingo e terça, abre das 7h às 13h. Na quarta, abre das 7h às 19h. 
• Feira Coberta do Padre Eustáquio (Rua Pará de Minas, 821, Padre Eustáquio) – Abre sábado e quarta, das 8h às 19h. Entre domingo e terça, abre das 8h às 13h. 
• Sacolões Abastecer – Abrem sábado, das 7h às 19h, e no domingo, das 7h às 13h. Entre segunda e quarta o funcionamento será facultativo. 
• Feiras livres – Funcionam sábado, domingo, terça e quarta, das 7h às 13h. Não funcionam na segunda. 
• Feira Modelo (Rua Araguari, Bairro Santo Agostinho) – Funciona na quarta, das 17h às 22h. 
• Feira de Orgânicos – Funcionamento facultativo sábado, segunda, terça e quarta. Não funciona no domingo.
• Banco de Alimentos (Rua Tuiutí, 888, Bairro Padre Eustáquio) – Não funcionam entre sábado e quarta. 
• Armazém da Roça (Rodoviária, 2º Piso, Centro, e Rua Maria Pietra Machado, 125, bairro São Paulo) – Fechados entre sábado e quarta. 
• Direto da Roça – Funcionamento facultativo entre sábado e quarta. 
• Mercado da Lagoinha (Avenida Antônio Carlos, 821, São Cristóvão) – Fechado entre sábado e quarta. 
• Restaurantes Populares I, III e IV e Refeitório Popular da Câmara Municipal (Avenida dos Andradas, 3.100) – Fechados entre sábado e quarta. Plantão de chuvas
• O plantão da Defesa Civil funciona 24 horas por dia, todos os dias da semana, inclusive aos domingos e feriados. Os telefones são o 199 e o 3277-8864. 

 Limpeza Urbana 
• Entre sábado e quarta todos os serviços de limpeza urbana serão realizados normalmente.

Equipamentos culturais 
• Museu Histórico Abílio Barreto (Avenida Prudente de Morais, 202, Cidade Jardim) – Abre sábado, domingo e terça, das 10h às 17h. Na quarta, abre das 10h às 21h. Fecha na segunda.
• Museu de Arte da Pampulha (Avenida Otacílio Negrão de Lima, 16.596, Pampulha) – Abre sábado, domingo, terça e quarta das 9h às 18h30. Fecha na segunda. 
• Casa do Baile (Avenida Otacílio Negrão de Lima, 751, Pampulha) – Abre sábado, domingo, terça e quarta das 9h às 18h. Não abre na segunda. 
• Centro de Referência da Moda (Rua da Bahia, 1.149, Centro) – Fechado entre sábado e quarta.
• Arquivo Público da Cidade (Rua Itambé, 227, Floresta) – Fechado entre sábado e quarta. 

Transporte 
• As linhas do sistema de transporte coletivo gerenciadas pela BHTrans circulam normalmente sábado e domingo. Na segunda, funcionam com quadro de horário especial. Na terça, com quadro de horários de domingos e feriados. Na quarta, funcionam com quadro de horário especial, com grande parte das linhas voltando a circular normalmente após às 11h. Consulte o site da BHTrans (www.bhtrans.pbh.gov.br) e veja o quadro de horários da sua linha. 

Parques e Zoológico 
• O Parque Municipal Américo Renné Giannetti (Avenida Afonso Pena, 1.377, Centro) abre entre sábado e terça, das 6h às 18h. Os demais parques funcionam, nos mesmos dias, das 8h às 18h. Não abrirão na quarta. 
• O Mirante do Mangabeiras (Rua Pedro José Pardo, 1.000, Mangabeiras) funciona normalmente entre sábado e quarta, das 10h às 22h. 
• O Jardim Zoológico, o Jardim Botânico, o Aquário do Rio São Francisco (Avenida Otacílio Negrão de Lima, 8.000, Pampulha) e o Parque Ecológico da Pampulha (Avenida Otacílio Negrão de Lima, 6.061, Pampulha) funcionam normalmente entre sábado e quarta. O Jardim Botânico e o Jardim Zoológico, das 8h30 às 16h, o Aquário, das 9h às 16h, e o Parque Ecológico, das 8h30 às 17h.

Postos de Informação turística 
• Centro de Referência Turística de Belo Horizonte Álvaro Hardy – Veveco (Avenida Otacílio Negrão de Lima, 855, São Luiz) – Funciona sábado, domingo, terça e quarta das 8h às 17h. Não funciona na segunda. 
• Posto de Informação – Mercado das Flores (Avenida Afonso Pena, 1.055, Centro) – Funciona sábado, domingo e na terça, das 8h às 15h. Na segunda e na quarta, funciona das 8h30 às 18h30. 
• Posto de Informação – Aeroporto Pampulha (Praça Bagatelli, 204, Aeroporto) – Funciona sábado, das 8h às 16h. No domingo, das 13h às 18h. Entre segunda e quarta funciona das 8h às 17h. 
• Posto de Informação – Aeroporto de Confins (Rodovia MG-10 – Confins) – Funciona sábado, domingo e terça, das 8h às 17h. Na segunda e na quarta funciona das 8h às 22h.
• Posto de Informação – Rodoviária (Praça Rio Branco, Centro) – Funciona entre sábado e quarta-feira, das 8h às 18h. 

BH Resolve 
• Não funcionará para atendimento ao público entre sábado e quarta. 

 Saúde 
• Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), Hospital Municipal Odilon Behrens, Central de Internação, Samu e Serviço de Urgência Psiquiátrica – Funcionam durante 24 horas por dia, todos os dias da semana. 
• Centros de saúde – Fechados sábado, domingo e terça. Abrem na segunda, das 7h às 17h. Na quarta abrem a partir das 13h.
• Cersams – Funcionamento normal sábado e domingo. Na segunda e na terça, funcionam conforme escala mínima no horário diurno e com equipe completa no plantão noturno. Na quarta, funciona com equipe de plantão no horário diurno e normalmente a partir das 13h.
• Centros de Convivência – Fechados sábado, domingo e terça. Funcionam na segunda-feira com escala por microrregião. Na quarta, funciona normalmente a partir das 13h. 

 Ceasa 
Durante o carnaval, o entreposto de Contagem vai funcionar em seus horários normais. A entrada está liberada a partir das 4h, a carga das mercadorias, a partir das 5h, e a saída dos veículos com mercadorias a partir das 6h. Na terça-feira, feriado (17/02), o funcionamento das lojas será facultativo, mas a CeasaMinas manterá equipes de plantão a fim de permitir o comércio. 

O banco de caixas também funciona em horário especial durante o período. No sábado (14/02) o atendimento será das 4h até as 12h. No domingo, o banco estará fechado. Na segunda-feira (16/02), o atendimento será das 4h até as 16h. Na terça, será de 4h às 14h e na quarta de 4h às 18h. 

Interior: Todas as unidades da CeasaMinas no interior (Uberlândia, Governador Valadares, Caratinga, Juiz de Fora e Barbacena) não terão nenhuma alteração de horário no período. Mais informações: Departamento de Comunicação- 3399-2011/2035 

Uais 
As Unidades de Atendimento Integrado (UAIs) da capital (Praça Sete, Barreiro, Barro Preto e Venda Nova) e de Betim, na Região Metropolitana, terão expediente normal no sábado de Carnaval (14/2). 

As UAIs do interior não funcionam nos finais de semana. Nos dias 16 e 17 de fevereiro, segunda e terça-feira de Carnaval, não haverá expediente nas unidades do estado. Já na Quarta-feira de Cinzas (18/2), as UAIs da capital e Região Metropolitana funcionarão a partir das 13h, e no interior a partir das 12h. 

Hemominas 
Algumas unidades da Fundação Hemominas vão funcionar para coleta de sangue, excepcionalmente, durante as festividades de carnaval. 
Os endereços das unidades que estarão disponíveis estão no site http://www.hemominas.mg.gov.br/doe. Atenção para os horários diferenciados abaixo durante o carnaval. 
Para doar sangue o candidato deve dormir bem na noite anterior à doação e não deve ingerir bebida alcoólica nas 12 horas que antecedem a doação. Clique aqui e conheça todas as condições para doar sangue. 
14/02/15 – sábado 
Hemocentro de Belo Horizonte – das 7h às 18h 
Posto de Coleta Júlia Kubitschek (Barreiro) – das 7h30 às 12h 
Hemocentro de Montes Claros – das 8h às 13h 
Hemocentro de Pouso Alegre – das 13h às 18h 
Hemocentro de Uberaba – das 7h30 às 11h30 
(Demais unidades não coletam sangue no sábado, 14/02) 

16/02/15 – Segunda-feira
Hemocentro de Belo Horizonte – das 7h às 18h 
Posto de Coleta Júlia Kubitschek (Barreiro) – das 7h30 às 12h 
Hemocentro de Uberlândia – das 7h às 11h30 e das 14h às 17h 
Unidade de Coleta de Poços de Caldas – 7h às 11h30 
(Demais unidades não coletam sangue na segunda-feira, 16/02) 

17/02 – terça-feira (de carnaval) 
Todas as unidades fechadas

18/02 – quarta-feira (de Cinzas)

Hemocentro de Belo Horizonte – das 7h às 18h 
Posto de Coleta Estação BH (Estação Vilarinho, Venda Nova, 4º piso, ao lado do cinema) – das 13h às 20h 
Posto de Coleta Júlia Kubitschek (Barreiro) – das 13h às 18h 
Unidade de Coleta de Poços de Caldas – das 7h às 11h30 e das 16h às 20h 
Hemocentro de Pouso Alegre – das 13h às 18h 
Hemocentro de Montes Claros – das 13h às 18h 
Hemocentro de Uberaba – das 14h às 17h30 
Hemocentro de Uberlândia – das 7h às 11h30 e das 14h às 17h 
Hemocentro de Governador Valadares – das 13h às 17h 
Hemocentro de Juiz de Fora – 7h às 18h 
Hemonúcleo de Divinópolis – 7h às 13h 
Hemonúcleo de Patos de Minas – Coleta noturna, das 17h às 19h30
(Demais unidades não coletam sangue na quarta-feira, 18/02) 

19 e 20 de fevereiro (quinta e sexta-feira) 
Todas as unidades vão funcionar no horário normal para coleta de sangue. 

21/02/15 – sábado pós-carnaval
O Hemocentro de Belo Horizonte e o Posto de Coleta Estação BH (Vilarinho, Venda Nova) não vão funcionar para coleta de sangue. Eles estarão fechados para implantação do sistema informatizado do ciclo do doador também na segunda-feira, dia 23 de fevereiro. 
Excepcionalmente o Posto de Coleta Júlia Kubitschek, na região do Barreiro, vai funcionar também à tarde para coleta de sangue no sábado (21/2), cumprindo o horário integral das 7h30 às 18h. As demais unidades da Fundação Hemominas no estado funcionarão para coleta de sangue no horário normal. Ver horários no portal Hemominas.

 

FONTE: Estado de Minas.

 


VEJA TAMBÉM: o que funciona ou não em BH!

Rodoviária e Estação José Cândido recebem operação especial para o Carnaval

 

rodoviária
Movimento intenso na rodoviária de Belo Horizonte
A partir desta quinta-feira (12), a Prefeitura de Belo Horizonte começa a operação especial na Rodoviária e na Estação de Integração José Cândido da Silveira, em função do Carnaval. São esperados 88 mil embarques nos dois terminais apenas entre a próxima sexta-feira (13) e sábado (14).
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Segundo a assessoria de imprensa da rodoviária de BH, estima-se que ao todo 75 mil pessoas embarquem pelo terminal no Centro de BH e 13 mil pela Estação José Cândido. Nesses dias serão disponibilizados 2700 ônibus pelas empresas de transporte rodoviário. Os destinos mais procurados são para o litoral capixaba e carioca e para cidades históricas de Minas, como Diamantina, Mariana, Ouro Preto, São João Del Rei, Tiradentes, entre outras.
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Estação de Integração José Cândido da Silveira
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O embarque e desembarque das viagens com destino ao Nordeste, Espírito Santo, Belém, Brasília, Campos dos Goytacazes (RJ) e São João da Barra (RJ) serão realizados pela Estação José Cândido da Silveira.
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O passageiro deverá ficar atento em relação ao terminal em que irá embarcar, pois o mesmo será informado na passagem que também terá anexado um folheto com todas as informações sobre como chegar à Estação José Cândido da Silveira. As passagens para quem embarca no terminal auxiliar podem ser adquiridas tanto na rodoviária quanto na Estação José Cândido.
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Mais informações estão disponíveis pelos telefones da rodoviária (31) 3271-3000 ou (31) 3271-8933 e também da BHTrans, pelo 156 da prefeitura.
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Confira as linhas que operam na Estação de Integração José Cândido: 
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– São Geraldo (Natal, Porto Seguro, Guarapari, Nova Almeida, Mossoró, Anchieta, Ilhéus, Marataízes, Prado e Eunápolis):
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– Gontijo (Natal, Recife, Salvador, Vitória da Conquista, Porto Seguro, Vitória, Fortaleza e Conceição da Barra);
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– Itapemirim (Natal, Recife, Mossoró, Guarapari, Nova Almeida, São João da Barra, Campos dos Goytacazes, Belém e Brasília);
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– Nacional (Salvador);
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– Penha União (Vitória e Brasília);
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– Águia Branca (Conceição da Barra).
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Dicas para o embarque:
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– Chegar com 40 minutos de antecedência;
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– Utilizar apenas os serviços de táxi e ônibus regulamentados pela BHTrans e DER, respectivamente;
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– Observe a sinalização de trânsito e as orientações dos agentes da BHTrans;
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– Não descuidar das bagagens, mantendo-as etiquetadas;
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– Estar de posse das passagens devidamente preenchidas, quando necessário;
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– Ficar atento às normas para a troca de passagens: empresas interestaduais – até 3 horas antes / empresas intermunicipais – até 12 horas antes.
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– Pais, parentes de primeiro grau ou responsável legal embarcam com crianças até 12 anos apenas portando a certidão de nascimento ou identidade das mesmas. Quando a situação não se enquadrar nesses casos, é necessária a autorização do Juizado da Infância e Juventude;
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– Despeça dos amigos e parentes no hall principal, deixando as plataformas de embarque somente para os passageiros;
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– Dirija-se às plataformas de embarque somente quando a partida for anunciada, evitando assim o acúmulo de pessoas;
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– Utilize os elevadores para acesso às plataformas de embarque.

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FONTE: Hoje Em Dia.


FIM DE ANO

BHTrans fará alterações no trânsito no entorno da Rodoviária

Mudanças acontecerão entre os dias 19 de dezembro e 5 de janeiro de 2015

mapa bhtrans

Veja o mapa com as alterações que serão feitas
Com objetivo de organizar o trânsito e garantir a fluidez de veículos e pedestres na região central de Belo Horizonte neste fim de ano, a BHTrans realizará entre os dias 19 de dezembro deste ano e 5 de janeiro de 2015 várias intervenções operacionais na região do Terminal Rodoviário Governador Israel Pinheiro, onde comumente é registrado um grande aumento do volume de pessoas trafegando.

O esquema especial será implantado para a chegada e saída das pessoas à rodoviária, além de proporcionar uma área de estocagem para os coletivos rodoviários ao longo da avenida do Contorno, por onde será regulado o acesso ao terminal.

O plano de saída será implantado entre os dias 19 e 31 de dezembro com as seguintes alterações:

– Os cruzamentos das ruas Paulo de Frontim e Saturnino de Brito (Praça Rio Branco), serão fechados para o trânsito de veículos

– Desde o dia 6/12/2013 foi liberado um trecho da avenida Santos Dumont, entre as ruas Curitiba e Saturnino de Brito, facilitando assim o acesso a Rodoviária

– Os passageiros originários das regiões Sul, Norte e Leste acessarão a área de embarque principal por meio da avenida Afonso Pena

– Os passageiros originários das regiões Noroeste e Oeste terão duas opções de acesso à rodoviária. A primeira opção é passando pela avenida do Contorno, rua Tupinambás, avenida Afonso Pena, rua Curitiba,  avenida Santos Dumont e rua Saturnino de Brito; já a segunda será passando pela avenida do Contorno, rua São Paulo, avenida Afonso Pena, rua Curitiba e rua Saturnino de Brito.

– Será permitido o embarque/desembarque de passageiros na rua Paulo de Frontim entre as ruas Acre e dos Guarani

– Na rua Acre será acomodada a fila de táxi

– A rua dos Guaranis, entre Paulo de Frontim e Caetés será viabilizada para a Saída do Estacionamento

– Os condutores devem ficar atentos aos trechos interditados para o tráfego de veículos de passeio na avenida Santos Dumont e Paraná.

Já o plano de chegada será colocado em prática a partir do dia 26 de dezembro, quando os cruzamentos das ruas Paulo de Frontim e Saturnino de Brito (Praça Rio Branco) serão fechados para o trânsito de veículos.

Os desvios serão indicados por faixas de pano e sinalização complementar para orientar os motoristas e garantir segurança aos passageiros, pedestres e condutores. A empresa alerta para a importância dos motoristas redobrarem a atenção à sinalização implantada. Agentes da Unidade Integrada de Trânsito irão operar (monitorar, fiscalizar, interferir e orientar) o tráfego na região e nos principais acessos à rodoviária.

Desvios para o transporte coletivo

– Não haverá alterações nos itinerários e pontos das linhas gerenciadas pela BHTRANS. As linhas do DER que operam na avenida do Contorno (atrás da Rodoviária) serão remanejadas para a avenida do Contorno, entre as ruas 21 de Abril e Curitiba

– O embarque para os ônibus de Sete Lagoas e Betim será pela rua dos Caetés, entre avenida Olegário Maciel e do Contorno.

Terminal de Apoio

Algumas viagens interestaduais que saíam do Terminal Rodoviário foram transferidas pela Prefeitura de Belo Horizonte, desde o dia 1º de dezembro, para a Estação de Integração José Cândido da Silveira

A mudança, que passa a ser permanente até que a nova rodoviária fique pronta, tem o objetivo de garantir mais conforto aos passageiros nas viagens e também minimizar os impactos no trânsito da Área Central.

Para ter acesso a mais informações sobre as alterações, clique AQUI.

Nas rodovias federaisA Polícia Rodoviária Federal inicia no dia 12 de dezembro a Operação Rodovida 2014, que tem o objetivo de reduzir as mortes no trânsito durante as festas de fim de ano e as férias escolares, período de maior movimento nas rodovias e estradas que cortam o país.A operação vai até o dia 31 de janeiro, quando terá uma pausa, e retornará no Carnaval – entre 6 e 22 de fevereiro de 2015.O trabalho realizado estará focado em quatro eixos: fiscalização de motocicletas e ciclomotores, ultrapassagens indevidas, velocidade e embriaguez.

FONTE: O Tempo.


Estacionamento da rodoviária vai abrigar centro administrativo da PBH

 

Anúncio foi feito por Marcio Lacerda no Museu Histórico Abílio Barreto.
Estrutura será construída por meio de PPP.

 

O prefeito de Belo Horizonte, Marcio Lacerda, divulgou nesta terça-feira (8), o local em que será construído o centro administrativo da prefeitura da capital. A área onde hoje funciona o estacionamento do terminal rodoviário da cidade, localizado no Centro, foi escolhida para abrigar a estrutura.

O anúncio foi feito durante coletiva de imprensa no Museu Histórico Abílio Barreto, no bairro Cidade Jardim, na Região Centro-Sul, quando também foi lançado o concurso para o projeto arquitetônico. As inscrições, restritas a profissionais de arquitetura, poderão ser feitas a partir desta quarta-feira (9) até 3 de julho.

A novo complexo da Prefeitura de Belo Horizonte vai reunir secretarias, fundações e autarquias, com capacidade para até 10 mil funcionários. De acordo com o prefeito, o centro deve custar R$ 450 milhões e será construído por meio de uma Parceira Público-Privada (PPP).

Um dos motivos apontados para a escolha do local é a mobilidade urbana. Além disso, com a concentração de toda estrutura da prefeitura em um só local, haverá economia com aluguéis, e redução de custos em R$ 70 milhões ao ano.

O projeto deve prever também a revitalização do entorno da rodoviária, que será transferida para o bairro São Gabriel, com obras em ruas e calçadas, na Praça Rio Branco e no quarteirão onde funciona a Região Integrada de Segurança Pública (Risp). O imóvel, que é tombado pelo patrimônio, será preservado. No prédio da rodoviária, que foi construído na década de 50 e também é tombado, vai funcionar um terminal de integração entre ônibus e metrô.

O processo de escolha do local provocou polêmica. No ano passado, a prefeitura apresentou proposta de construir o centro na região do bairro Lagoinha, o que não agradou moradores do entorno. Em outubro do ano passado, assunto chegou a ser debatido em audiência pública na Câmara Municipal da cidade.

Nova sede da PBH será construída no estacionamento da rodoviária

Estacionamento rodoviária
Estacionamento da rodoviária foi o local escolhido para ser a sede adiministrativa da PBH
O novo centro administrativo de Belo Horizonte será construído no estacionamento da rodoviária, que fica na região central da capital mineira. A mudança foi anunciada na tarde desta terça-feira (8), durante lançamento do concurso de arquitetura da sede.
O centro irá funcionar em área que deve abrigar até 10 mil servidores, gerando economia de R$ 44 milhões até R$ 70 milhões em relação a alugueis de prédios onde, atualmente, funcionam as secretarias. A área construída é de 100 mil metros quadrados e o projeto arquitetônico engloba a requalificação urbana do entorno da rodoviária, como a Praça Rio Branco e a quadra da 1ª Região Integrada de Segurança Publica (RISP). Os imóveis tombados serão preservados.
O resultado do projeto escolhido sai no dia 17 de julho deste ano e a previsão é que as obras só comecem daqui um ano e meio, quando a Rodoviária São Gabriel deve ficar pronta e o terminal do Centro ser fechado para os trabalhos.
A construção do prédio acontecerá por meio de uma Parceria Público- Privada (PPP). O valor teto é de R$ 450 milhões.

FONTE: G1 e Hoje Em Dia.


‘O empregado tem carro e anda de avião. E eu estudei pra quê?’

Se você, a exemplo dos professores que debocharam de passageiro “mal-vestido” no aeroporto, já se fez esta pergunta, parabéns: você não aprendeu nada
Por Matheus Pichonelli — via Tonhão.
PreconceitoProfessora universitária faz galhofa diante do rapaz que foi ao aeroporto sem roupa de gala. É o símbolo do país que vê a educação como fator de distinção, e não de transformação

O condômino é, antes de tudo, um especialista no tempo. Quando se encontra com seus pares, desanda a falar do calor, da seca, da chuva, do ano que passou voando e da semana que parece não ter fim. À primeira vista, é um sujeito civilizado e cordato em sua batalha contra os segundos insuportáveis de uma viagem sem assunto no elevador. Mas tente levantar qualquer questão que não seja a temperatura e você entende o que moveu todas as guerras de todas as sociedades em todos os períodos históricos. Experimente. Reúna dois ou mais condôminos diante de uma mesma questão e faça o teste. Pode ser sobre um vazamento. Uma goteira. Uma reforma inesperada. Uma festa. E sua reunião de condomínio será a prova de que a humanidade não deu certo.

Dia desses, um amigo voltou desolado de uma reunião do gênero e resolveu desabafar no Facebook: “Ontem, na assembleia de condomínio, tinha gente ‘revoltada’ porque a lavadeira comprou um carro. ‘Ganha muito’ e ‘pra quê eu fiz faculdade’ foram alguns dos comentários. Um dos condôminos queria proibir que ela estacionasse o carro dentro do prédio, mesmo informado que a funcionária paga aluguel da vaga a um dos proprietários”.

A cena parecia saída do filme O Som ao Redor, de Kleber Mendonça Filho, no qual a demissão de um veterano porteiro é discutida em uma espécie de “paredão” organizado pelos condôminos. No caso do prédio do meu amigo, a moça havia se transformado na peça central de um esforço fiscal. Seu carro-ostentação era a prova de que havia margem para cortar custos pela folha de pagamento, a começar por seu emprego. A ideia era baratear a taxa de condomínio em 20 reais por apartamento.

Sem que se perceba, reuniões como esta dizem mais sobre nossa tragédia humana do que se imagina. A do Brasil é enraizada, incolor e ofuscada por um senso comum segundo o qual tudo o que acontece de ruim no mundo está em Brasília, em seus políticos, em seus acordos e seus arranjos. Sentados neste discurso, de que a fonte do mal é sempre a figura distante, quase desmaterializada, reproduzimos uma indigência humana e moral da qual fazemos parte e nem nos damos conta.

Dias atrás, outro amigo, nascido na Colômbia, me contava um fato que lhe chamava a atenção ao chegar ao Brasil. Aqui, dizia ele, as pessoas fazem festa pelo fato de entrarem em uma faculdade. O que seria o começo da caminhada, em condições normais de pressão e temperatura, é tratado muitas vezes como fim da linha pela cultura local da distinção. O ritual de passagem, da festa dos bixos aos carros presenteados como prêmios aos filhos campeões, há uma mensagem quase cifrada: “você conseguiu: venceu a corrida principal, o funil social chamado vestibular, e não tem mais nada a provar para ninguém. Pode morrer em paz”.

Não importa se, muitas e tantas vezes, o curso é ruim. Se o professor é picareta. Se não há critério pedagógico. Se não é preciso ler duas linhas de texto para passar na prova. Ou se a prova é mera formalidade.

O sujeito tem motivos para comemorar quando entra em uma faculdade no Brasil porque, com um diploma debaixo do braço, passará automaticamente a pertencer a uma casta superior. Uma casta com privilégios inclusive se for preso. Por isso comemora, mesmo que saia do curso com a mesma bagagem que entrou e com a mesma condição que nasceu, a de indigente intelectual, insensível socialmente, sem uma visão minimamente crítica ou sofisticada sobre a sua realidade e seus conflitos. É por isso que existe tanto babeta com ensino superior e especialização. Tanto médico que não sabe operar. Tanto advogado que não sabe escrever. Tanto psicólogo que não conhece Freud. Tanto jornalista que não lê jornal.

Função social? Vocação? Autoconhecimento? Extensão? Responsabilidade sobre o meio? Conta outra. Com raras e honrosas exceções, o ensino superior no Brasil cumpre uma função social invisível: garantir um selo de distinção.

Por isso comemora-se também ao sair da faculdade. Já vi, por exemplo, coordenador de curso gritar, em dia de formatura, como líder de torcida em dia de jogo: “vocês, formandos, são privilegiados. Venceram na vida. Fazem parte de uma parcela minoritária e privilegiada da população”; em tempo: a formatura era de um curso de odontologia, e ninguém ali sequer levantou a possibilidade de que a batalha só seria vencida quando deixássemos de ser um país em que ter dente era (e é), por si, um privilégio.

Por trás desse discurso está uma lógica perversa de dominação. Uma lógica que permite colocar os trabalhadores braçais em seu devido lugar. Por aqui, não nos satisfazemos em contratar serviços que não queremos fazer, como lavar, passar, enxugar o chão, lavar a privada, pintar as unhas ou trocar a fralda e dar banho em nossos filhos: aproveitamos até a última ponta o gosto de dizer “estou te pagando e enquanto estou pagando eu mando e você obedece”. Para que chamar a atenção do garçom com discrição se eu posso fazer um escarcéu se pedi batata-fria e ele me entregou mandioca? Ao lembrá-lo de que é ele quem serve, me lembro, e lembro a todos, que estudei e trabalhei para sentar em uma mesa de restaurante e, portanto, MEREÇO ser servido. Não é só uma prestação de serviço: é um teatro sobre posições de domínio. Pobre o país cujo diploma serve, na maioria dos casos, para corroborar estas posições.

Por isso o discurso ouvido por meu amigo em seu condomínio é ainda uma praga: a praga da ignorância instruída. Por isso as pessoas se incomodam quando a lavadeira, ou o porteiro, ou o garçom, “invade” espaços antes cativos. Como uma vaga na garagem de prédio. Ou a universidade. Ou os aeroportos.

Neste caldo cultural, nada pode ser mais sintomático da nossa falência do que o episódio da professora que postou fotos de um “popular” no saguão do aeroporto e lançou no Facebook: “Viramos uma rodoviária? Cadê o glamour?”. (Sim, porque voar, no Brasil, também é, ou era, mais do que o ato de se deslocar ao ar de um local a outro: é lembrar os que rastejam por rodovias quem pode e quem não pode pagar para andar de avião).

Esses exemplos mostram que, por aqui, pobre pode até ocupar espaços cativos da elite (não sem nossos protestos), mas nosso diploma e nosso senso de distinção nos autorizam a galhofa: “lembre-se, você não é um de nós”. Triste que este discurso tenha sido absorvido por quem deveria ter como missão a detonação, pela base e pela educação, dos resquícios de uma tragédia histórica construída com o caldo da ignorância, do privilégio e da exclusão.

FONTE: Carta Capital.



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