Antequam noveris, a laudando et vituperando abstine. Tutum silentium praemium.

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McDonald’s terá que indenizar cliente que achou barata no sanduíche

Inseto foi achado no queijo depois do cliente dar algumas mordidas

O McDonald’s terá que indenizar um cliente de Curitiba que encontrou uma barata em um Quarteirão com Queijo. Em decisão publicada nesta terça-feira, o Tribunal de Justiça do Paraná decidiu que a rede de fast food terá que pagar R$ 10 mil ao cliente, segundo o jornal Gazeta do Povo.

O caso ocorreu em 2013. Na ocasião, João Carlos de Lima comprou, para viagem, três lanches e relatou que os hambúrgueres estavam dentro de caixas lacradas, colocadas no interior de um saco de papelão.

Ao chegar ao seu carro, no estacionamento do local, consumiu aproximadamente metade de um Quarteirão e, após sentir um forte cheiro, constatou que havia um inseto grudado no queijo do sanduíche.

Cliente achou inseto em um dos sanduíches que ele comprou

Primeiramente, o jovem tentou resolver a situação por vias extrajudiciais. Após queixa, recebeu apenas os R$ 12 pagos pelo lanche. Mas laudo anexado ao processo demonstrou que o inseto aderiu ao queijo em momento próximo ou logo após o preparo.

Na decisão, a relatora do caso disse inexistir “outra explicação plausível, salientando que não há qualquer indício de que tal inseto tenha sido ali colocado pelo próprio autor”.

Procurado, o McDonald’s não havia se manifestado até a publicação da reportagem.

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FONTE: O Tempo.


Lanche criado há 46 dias é o mais pedido da casa, que fica em Betim: são cerca de 150 pedidos por noite; dono precisou contratar mais funcionários para dar conta da demanda

X-Cristão 2

Na onda dos hambúrgueres artesanais, uma lanchonete que abriu as portas há 46 dias em Betim, na região metropolitana de Belo Horizonte, faz sucesso nas redes sociais com o seu X-Cristão, lanche de quase 1kg. A página do estabelecimento no Facebook já ultrapassou 170 mil curtidas. O local recebe cerca de 150 pedidos do sanduíche por noite.

“Sinceridade, eu não esperava por este sucesso. A maionese, os nossos molhos, são os diferenciais. E compramos os produtos todos os dias, eu não estoco alimentos, uso tudo fresco”, garantiu o empresário Richard Costa dos Reis, 40.

O lanche é feito com pão, duas carnes, dois ovos, dois presuntos, duas mussarelas, o dobro de bacon, o dobro de frango, alface, tomate, milho, batata palha, molho rosé e molho especial. Este é o carro-chefe de um cardápio de dez opções de lanches, macarrão na chapa e porções de batatas-frita. O X-Cristão custa R$ 17,99, incluindo uma lata de refrigerante.
X-Cristão

“Este é um preço de inauguração, que estamos conseguindo manter, porque o lanche sai bastante. O valor dele mesmo seria em torno de R$ 25”.

Na noite dessa quarta-feira (27), o Espaço do Cristão vendeu 500 lanches. Com o aumento da demanda, o dono precisou contratar mais funcionários e agora dez pessoas trabalham no comércio. “Hoje vou levar mais duas pessoas para me ajudar a dar conta”, comemorou Reis.

O espaço possui mesas e também realiza entregas, apenas na cidade. Pelo Facebook, internautas pedem para que o lanche seja mandado para outras cidades.

X-Cristão 3

Clientes querem ampliação da entrega
Espaço Cristão
Endereço: Praça das Rosas, 47, bairro Alterosa – Betim
Aberto: 18h às 0h

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FONTE: O Tempo.


A iguaria feita com carne de vaca Wagyu, sal azul da pérsia e trufas brancas de Alba promete uma experiência gastronômica única

Sanduíche

O hambúrguer vem com 200g de carne bovina e sal azul extraído das minas ao norte da província de Semman, no Irã

Quanto você pagaria por um hambúrguer? Há quem diga que não há problema em gastar um pouco mais para desfrutar de boa comida. Então, que tal provar um hambúrguer que custa R$225. Este é o preço do Burger Lab Star, o hambúrguer mais caro da cidade de São Paulo.

Um conjunto de ingredientes pra lá de requintados compõem este que, em geral, é um lanche de preparo rápido e com componentes simples. Pra começar, o sanduíche criado por Jorge Boratto, gourmet que viveu na França antes de idealizar a rede Burger Lab, vem com 200g de carne bovina, mas não de qualquer vaca! A carne é de vacas do japão, da raça Wagyu, considerada a melhor e mais cara do mundo.

Para dar sabor, um pouco de sal azul da Pérsia, extraídos das minas ao norte da província de Semman, no Irã. O Burger Lab Star, vem acompanhado de um escalope de 90 gramas de foie gras fresco. Já o queijo, não poderia ser outro se não o “melhor queijo do mundo”, o Gruyère. De acordo com o site do restaurante, este queijo é produzido em condições bem controladas, que vão desde a quantidade de água e pasto ingeridos pelas vacas que produzirão o leite que dará origem ao queijo.

O toque final é dado pelas trufas brancas de Alba, Itália, um dos itens mais caros do prato. Não existe método de cultivo em cativeiro, por esse motivo o preço exorbitante, em que o quilo pode custar até 12 mil euros. As melhores safras ocorrem nos outonos chuvosos e úmidos. Ao que parece, a origem de cada ingrediente é o que confere ao hambúrguer o status de “celebridade”. Provar a iguaria promete ser uma experiência gastronômica única!

FONTE: Estado de Minas.


X-Lombada tem 40 centímetros de diâmetro e alimenta dez pessoas.
Sanduíche recheado com pastel e bolinho de carne atrai clientes desde 88.

Lanche gigante X Lombada
Carivaldo Martins Ramos criou o X-lombada, sanduíche de 5 kg, para atrair clientela
(Foto: Thais Kaniak / G1 PR)

Receitas inusitadas para salgados comuns agradam clientes e turistas no Paraná. Desde sanduíches recheados com bolinho de carne e pastel à milanesa até coxinhas de 3,5 kg. O tamanho diferenciado atrai grupos de amigos e famílias que confraternizam em volta dos lanches gigantes. Os criadores das receitas conversaram com o G1 sobre o preparo e a história dos salgados.

Em Curitiba, o X-lombada surgiu em razão de uma lombada que havia em frente à lanchonete de Carivaldo Martins Ramos, de 40 anos. Com 5 kg, o sanduíche foi criado para chamar a atenção da clientela, na época da inauguração, em 2006. “O pessoal experimenta quando é novidade e um fala para o outro”, afirma.
Carivaldo conta que trabalhou com lanches 15 anos antes de abrir o atual estabelecimento, que leva o nome dele. Antes do ‘Carivaldo Lanches’, ele já fazia cachorros-quentes gigantes, em uma barraca de rua. Uma das opções media 25 centímetros.

No início, para preparar a receita do X-lombada, ele encomendava dois pães de 40 cm de diâmetro. Carivaldo lembra que oferecia o lanche para todas as pessoas que iam à lanchonete, mas, mesmo assim, chegou a perder pão por falta de vendas.

O sanduíche custa R$ 40 e serve entre oito e dez pessoas, segundo ele, com bastante fome. No recheio do X-lombada, Carivaldo coloca seis hambúrgueres, seis salsichas, seis ovos fritos, frango desfiado, bacon, calabresa, quatro tipos de queijo (cheddar, catupiry, muçarela e provolone), presunto, tomate e alface. Em cinco minutos, o lanche está pronto. Porém, nas sextas-feiras e aos sábados, quando são vendidos cerca de 80 X-lombadas, a fila de espera pelo sanduíche pode chegar a uma hora e meia.
“É impossível comer sozinho”, garante. Consciente do tamanho do lanche, Carivaldo até arrisca um desafio para quem conseguir comer sozinho o X-lombada em uma hora. “Ganha o sanduíche e mais mil reais”.

A especialidade de Carivaldo já atravessou as divisas do Paraná e chegou a Minas Gerais. O motorista Gregório dos Reis Pires, de 33 anos, foi à lanchonete buscar um X-lombada para a esposa levar o sanduíche ao município mineiro de Cachoeira da Prata. “Ela vai levar para a família toda provar. Pai, mãe, sogro e sogra. Eles vieram para cá [Curitiba] no fim do ano, mas não deu tempo de trazê-los aqui no Carivaldo”, explica o motorista, que considera o sanduíche excepcional.

O bombeiro Márcio José Schincoviaki, de 36 anos, costuma levar para casa, pelo menos duas vezes ao mês, um X-lombada para jantar com a família. “Chamamos os vizinhos para comer com a gente. É um exagero. É bom, melhor do que pizza”.

X-Montanha

Com 34 anos de história, os sanduíches da Lanchonete Montesquieu, também em Curitiba, continuam sendo os preferidos de alunos e ex-alunos da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), cujo prédio é vizinho. O X-montanha – que tem como ingredientes pastel à milanesa, bolinho de carne, alface, tomate, queijo, presunto e maionese dentro de um pão de hambúrguer – é o mais vendido no horário do almoço.

Desde 1988, o lanche atrai estudantes e famílias no estabelecimento, que pertence a José Ota, de 83 anos de idade. São feitos cerca de 80 x-montanhas por dia.

Lanche gigante X Montanha
José Ota e a criação: X-montanha ainda atrai ex-alunos da UTFPR, em Curitiba (Foto: Thais Kaniak/G1)

Ota conta que a receita surgiu graças aos pedidos dos alunos. “Eles pediam para aumentar o tamanho do sanduíche”, relembra. Pouco antes, em 1987, o proprietário do estabelecimento inventou o lanche antecessor, o X-pastel. Ele explica que foi a necessidade que o fez criar a receita. “Na época, houve um racionamento e faltou carne. Como tinha pastel, oferecia pastel porque era o único recheio disponível”.

A receita agradou tanto que faz com que estudantes das décadas de 80 e 90 voltem à lanchonete para comerem os sanduíches. O hipnoterapeuta Luiz Eduardo Xavier, de 39 anos, frequenta o local desde 1987, quando cursava eletrotécnica, na UTFPR. “Vinha todos os dias. A cantina [da escola técnica] era ruim, eu preferia comer aqui. Sempre vinha um do grupo antes para garantir o lanche para todo mundo porque formava uma fila enorme”, lembra. Xavier ainda frequenta o estabelecimento, pelo menos, duas vezes ao mês para consumir um X-montanha. “Se não dá para comer aqui, levo para casa”, diz.

O advogado Marcos Trentini, de 40 anos, também é ex-aluno da UTFPR e não consegue ficar sem o sanduíche preferido, o X-monstro – que leva um bolinho de carne, salada, ovo e molho de tomate com cebola dentro do pão de hambúrguer. “Com suco de laranja, não tem erro”, garante. Trentini cursou, de 1991 a 1996, técnico em mecânica e ia todos os dias à lanchonete. “Era uma briga para conseguir pegar um X”. Para o advogado, o lanche tem sabor de nostalgia. “Não é só o sanduíche. Venho aqui para matar saudade”, conta. Ele já apresentou as especialidades de Ota para a esposa e o filho de 16 anos que, segundo Trentini, achou o X-montanha enorme.

A lanchonete Montesquieu é um negócio familiar. Ota e os três filhos, Álvaro, Geni e Emília, administram o local. Elas cuidam da cozinha e eles do atendimento. Ota continua indo diariamente à lanchonete. “Venho todo dia para fazer número”, brinca.

Pastel gigante

Em Toledo, no oeste do Paraná, um pastel gigante também chama a atenção. O lanche já recebeu do RankBrasil, em 2008, o prêmio de maior pastel do país. O salgado pesa 4,6 kg e tem milho, ervilha, calabresa, bacon, salsicha, carne moída, presunto, queijo, ovo cozido, catupiry, tomate seco, frango desfiado, palmito, azeitona e pepino em conserva como recheio.

Sheila Melo, chef de cozinha e dona da Pastelaria Bom Sabor, conta que o ‘pastelão’ surgiu com um desafio proposto pela sócia para que ela produzisse o maior pastel do Brasil. Sheila não só aceitou o desafio como ganhou a premiação e, ainda, garantiu, espaço fixo para a receita no cardápio da pastelaria.

Lanche gigante pastel
Chef preparou a receita do pastel gigante para vencer desafio proposto pela sócia (Foto: Foto: Lucas Araldi/Arquivo Pessoal)

“O pessoal vem em grupo para comer o pastel. Eles levam, em média, uma hora para comer tudo”, relata. Por semana, são vendidos cerca de 15 pastéis gigantes. O salgado, que leva 30 minutos para ficar pronto e serve entre seis e dez pessoas, sai bastante para festas de confraternização de empresas, segundo a chef.

A proprietária da pastelaria afirma que muitos turistas vão ao estabelecimento para conhecer o pastel. “As pessoas vem aqui [na pastelaria] curiosas para conhecer o pastel. É muito flash, tiram muitas fotos”, diz.

Um desafio foi lançado em 2008 para os fregueses e, até então, não foi vencido. Sheila explica que se alguém conseguir comer o pastel sozinho, não paga por ele ou ganha outro. “Os clientes, que já participaram do desafio, pararam na metade. Não conseguem terminar”, diz.

Coxinha gigante

Já atração em Rolândia, no norte do estado, é a coxinha gigante preparada pela cozinheira Maria Aparecida da Silva – Cida, como costuma ser chamada. O salgado de 3,5 kg também já foi premiado pelo RankBrasil como a maior coxinha produzida no país. Ela é 15 vezes maior do que o tamanho convencional, que é de 220 gramas.

A coxinha é feita com 1,3 kg de massa de mandioca e 2,2 kg de recheio: frango, calabresa, bacon e tempero com ervas. De acordo com Cida, a escolha do recheio é fundamental para que a consistência do salgado fique boa. “Eu não aconselho muito colocar queijo, porque daí ele não derrete totalmente, só em volta”. Porém, a decisão final fica ao gosto do cliente.

Cida conta que a coxinha gigante já foi dividida entre 20 pessoas, mas que a quantidade de pessoas alimentadas pelo salgado depende da fome de cada um no momento de fazer o lanche.

Lanche gigante coxinha
Maria Aparecida da Silva exibe a coxinha gigante, comparando com uma de tamanho normal, que tem aproximadamente 220 gramas (Foto: Divulgação)

FONTE: G1.



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