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Dilma enfrenta uma situação nova: com a possibilidade de uma disputa em dois turnos mesmo estando hoje em vantagem nas pesquisas, a reeleição subiu no telhado

O Gato Subiu no Telhado 990

A candidatura à reeleição da presidente Dilma Rousseff enfrenta um momento crítico. Não é por causa do movimento “Volta, Lula!”, que entrou em convulsão com a CPI da Petrobras e a Operação Lava a Jato, mas por causa das pesquisas de opinião, que registram queda gradativa das intenções de voto da candidata petista (de 44% para 38%, segundo o Datafolha) e, mais ainda, da avaliação de seu desempenho no governo (63% dizem que Dilma fez menos do que esperavam, revelou a mesma pesquisa). Até recentemente considerada favorita absoluta nas eleições deste ano, Dilma enfrenta agora uma situação nova: com a possibilidade cada vez maior de uma disputa em dois turnos, por uma série de razões, mesmo estando hoje em vantagem nas pesquisas, a reeleição subiu no telhado. Vejamos as razões:


A economia vai mal Previsões de que a inflação deste ano deve ultrapassar 6,5%, acima do teto da meta, que é de 4,5%, tiram o sono de Dilma Rousseff. Especialmente porque a taxa de crescimento continua baixa, e elevar ainda mais os juros pode jogar o país numa recessão. A contenção de tarifas públicas – conta de luz e passagens de ônibus, além da gasolina – para segurar a inflação já é vista como uma bomba-relógio pelos analistas e começa a ser denunciada pelos candidatos adversários. Além disso, a condução da política econômica afasta grandes investidores de projetos de infraestrutura e outros negócios. A ponto de o Palácio do Planalto vazar a informação de que o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, está escalado para substituir o ministro da Fazenda, Guido Mantega, antes mesmo do pleito, se for preciso. Trata-se de uma tentativa de recuperar a confiança do mercado.

Petrobras no pelourinho A CPI da Petrobras é uma pedra no sapato do governo, com ingredientes explosivos por causa da sucessão de fatos que vinculam o doleiro preso Alberto Youssef ao ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, também em cana, e ao deputado André Vargas (sem partido-PR) e alguns petistas. O parlamentar se desfiliou do PT na sexta-feira, mas arrastou para o olho do furacão o candidato a governador de São Paulo Alexandre Padilha (PT), que é o principal palanque regional de Dilma. Como essas denúncias são resultados de vazamentos de investigações da Polícia Federal, mesmo que o governo consiga domar a CPI da Petrobras isso não significa que se verá livre de novos escândalos.

A violência nas ruas Por mais que o Planalto jogue o problema no colo dos governadores, aliados ou não, o tema da violência tende a desgastar o governo federal, quando nada pelo trabalho insuficiente para desmantelar as redes de tráfico de armas e de drogas. Nas cidades, além dos conflitos com o crime organizado, às vésperas da Copa do Mundo, a inquietação social também se ampliou, com a multiplicação de atos de vandalismo e confrontos violentos com policiais encarregados de garantir a ordem pública por causa de problemas nas áreas sociais: transportes, saúde, habitação. O governo prometeu soluções e não as entregou. Dilma tenta manter a bandeira da ordem em mãos, mas não se faz isso sem combater a violência.
Aliança com o PMDB Deve-se ao vice-presidente Michel Temer, principalmente, a manutenção da aliança do PMDB com o PT, o que garantirá à presidente Dilma, com os demais aliados, o dobro do tempo de televisão de que disporão os adversários do PSDB, o senador Aécio Neves (MG), e do PSB, o ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos. Entretanto, nos estados, a tensão entre PT e PMDB continua grande, principalmente no Rio de Janeiro e no Ceará, que sempre marcharam com o PT. O resultado disso é que as dissidências do PMDB estão fortalecendo os palanques de Aécio e de Eduardo na maioria dos estados.

A unidade do PSDB Aécio conseguiu unir o PSDB em torno da candidatura dele, isolando o ex-governador paulista José Serra, seu desafeto interno, com quem pode até vir a compor a chapa se depender das articulações do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Além de subir o tom dos ataques contra o governo, com auxílio de Armínio Fraga, ex-presidente do Banco Central , Aécio ampliou a interlocução com setores empresariais descontentes com a política econômica de Dilma. Simultaneamente, busca atrair partidos da base governista. Os estrategistas de Dilma contavam com a divisão do PSDB, principalmente em São Paulo, o que não ocorreu.

A terceira via  Outra pedra no sapato de Dilma Rousseff é Marina Silva, cuja candidatura presidencial conseguiu inviabilizar. A ex-petista se filiou ao PSB e acaba de consolidar a chapa de Eduardo Campos ao assumir a condição de vice, como havia anunciado. Além disso, Dilma empurrou o candidato pernambucano para o campo da oposição no segundo turno, mesmo que ele fique fora da disputa. A inclusão do Porto de Suape no espectro de investigações que o PT pretendia adicionar à CPI da Petrobras foi um erro estratégico do Planalto, provocado pela bancada petista de Pernambuco.

Diante desse quadro, as fichas de Dilma para reverter a queda nas pesquisas serão apostadas no pronunciamento em rede de tevê e rádio que ela pretende fazer para comemorar o Primeiro de Maio, e no programa de televisão do PT que vai ao ar no dia 15, quando, novamente, aparecerá ao lado do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Essas variáveis acima, porém, não serão alteradas somente no gogó.
Luiz Carlos Azedo, no Estado de Minas.

Anúncio foi feito pelo ministro Aloísio Mercadante na tarde desta segunda-feira e faz parte do conjunto de medidas para aumentar o número de médicos no país

Doctor

O curso de Medicina passará de 6 para 8 anos a partir de 2015. A mudança integra um pacote de medidas anunciado nesta segunda-feira, 8, pela presidente Dilma Rousseff para ampliar a oferta de médicos no País e melhorar a formação dos profissionais. Definida numa Medida Provisória, a ampliação deverá ser regulamentada pelo Conselho Nacional de Educação, num prazo de 180 dias.

O programa, batizado de Mais Médicos, inclui ainda o recrutamento de profissionais estrangeiros para trabalhar em áreas prioritárias, a abertura de 11.447 novas vagas para graduação e outros 12.376 postos de especialização em áreas consideradas prioritárias até 2017. O novo formato do curso de Medicina é inspirado no modelo existente em países como Inglaterra e Suécia, diz o Ministério da Saúde.Concluído o curso de seis anos, o estudante passa para um segundo ciclo, de dois anos, onde terá de atuar em serviços públicos de saúde. A exigência do segundo ciclo será universal: tanto para estudantes de instituições da rede pública quanto privada de ensino.

No período em que trabalharem nos serviços públicos de saúde, estudantes receberão uma bolsa, financiada pelo Ministério da Saúde. Os valores ainda não foram definidos. O governo calcula, no entanto, que ela ficará entre o que é concedido para as residências médicas (R$ 2,9 mil mensais) e o que é pago para profissionais inscritos no Provab (R$ 8 mil).

No primeiro ano, estudantes vão atuar na rede de atenção básica. No segundo ano, o trabalho será feito nos serviços de urgência e emergência. Os alunos continuarão vinculados à instituição de ensino onde foi feita a graduação e, assim como ocorre com a residência, serão avaliados. A carga horária ainda não foi definida.

Pela proposta, o segundo ciclo poderá ser aproveitado para abater um ano de curso de residência em especialidades básicas, como medicina de família, ginecologia, obstetrícia, pediatria e cirurgia geral. Há também a possibilidade de o período ser incluído na contagem para cursos de mestrado. A forma como isso será feito também está nas mãos do Conselho Nacional de Educação.

O formato de oito anos poderá ser revisto num curto prazo. Há a possibilidade de o primeiro ciclo, atualmente de seis anos, ser reduzido para cinco. O assunto, no entanto, ainda terá de ser debatido pelo Conselho Nacional de Educação. A intenção é se aproximar do modelo inglês, onde a duração do primeiro ciclo varia entre 4 a 6 anos, treinamento supervisionado dura outros dois anos e a especialidade médica, 3 a 8 anos.

Para atuar no segundo ciclo, os alunos receberão um registro provisório. A instituição de ensino deverá estar ligada a uma rede de serviços públicos de saúde, onde seus alunos vão desempenhar as atividades. Caberá à instituição definir o local de trabalho do estudante.

A ideia é que o aluno seja supervisionado por professores. A forma como isso será feito também será definida pelo Conselho Nacional de Educação. Também não está acertado como será feito o reembolso das instituições de ensino pelo trabalho de supervisão.

O aluno receberá o diploma somente depois de completar os oito anos de formação. Só aí receberá a inscrição permanente. De acordo com o Ministério da Saúde, o modelo proposto prevê que o profissional com registro provisório, mesmo sem diploma, responderá caso cometa uma infração ética ou erro no atendimento do paciente.

A criação do segundo ciclo não vai dispensar o internato, realizado atualmente no quinto e sexto ano. Nesta etapa, o estudante não tem autonomia. Durante o treinamento da segunda etapa, o estudante aos poucos ganha mais autonomia.

A expansão da duração do curso de medicina, de acordo com o governo, não tem como objetivo principal a ampliação da oferta de médicos. A meta, de acordo com ministérios da Saúde e da Educação, é ampliar a formação do profissional e driblar um problema que o governo julga enfrentar atualmente, que é a especialização precoce. Na avaliação do governo, a partir do 4º ano, estudantes concentram suas atenção nas áreas com que têm mais afinidade, deixando de lado pontos considerados essenciais para o atendimento do paciente.

Embora detalhes ainda não estejam definidos, o governo já decidiu que durante o ciclo de dois anos, o estudante terá permissão para atuar apenas nos locais indicados pela instituição de ensino a que ele está ligado. Não será permitida a realização de plantões ou atuação em outros serviços.

FONTE: Estado de Minas.

O funil do Enem: depois da batalha das provas, hora de brigar por uma das vagas nos cursos com entrada no segundo semestre (Euler Junior/EM/D.A Press %u2013 4/11/12)
O funil do Enem: depois da batalha das provas, hora de brigar por uma das vagas nos cursos com entrada no segundo semestre

Na segunda edição de 2013 do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), o curso de administração do Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais (Cefet-MG) aparece como o segundo mais concorrido do país, com 760 inscritos por vaga, perdendo apenas para o mesmo curso oferecido na Universidade do Estado da Bahia, com 1.027,8 inscritos por vaga. Na lista dos 10 cursos mais disputados, o Cefet mineiro aparece novamente, desta vez na oitava posição, com engenharia de produção civil (536,3). Apesar de a Universidade Federal de Minas Gerais ter anunciado a adesão ao sistema, o Cefet é a única instituição de ensino superior mineira a se destacar entre as mais disputadas nesta etapa do Sisu, que contou com 788.819 candidatos inscritos, segundo balanço final divulgado ontem pelo Ministério da Educação. O número de inscritos é 22,7% superior ao registrado no segundo semestre do ano passado, quando o balanço final fechou em 642.878 inscritos.

Já na lista dos 10 cursos com o maior número de candidatos inscritos, que não são os mais concorridos porque oferecem maior número de vagas, estão oito bacharelados de medicina, disparado o curso mais procurado do país. Nessa graduação, a instituição de ensino mais buscada pelos candidatos é a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), seguida pela Universidade Federal Fluminense (UFF) e pela Universidade Federal do Piauí. Na quinta posição aparece o curso de medicina oferecido pela Universidade Federal de São João del-Rei, com 11.528 candidatos disputando 30 vagas. Em sétimo lugar vem a Universidade Federal de Ouro Preto (Ufop), com 9.467 candidatos para 40 vagas. “O que atrai, primeiro, é a excelência das faculdades no Rio de Janeiro e, em segundo, a beleza do Rio”, disse o ministro Aloizio Mercadante.

A segunda etapa do Sisu contou com 788.819 candidatos inscritos, segundo balanço final divulgado ontem pelo Ministério da Educação. O número de inscritos é 22,7% superior ao registrado no segundo semestre do ano passado, quando o balanço final fechou em 642.878 inscritos. Como cada candidato pode concorrer em até duas opções de curso, o número de inscrições ultrapassou 1,522 milhão em todo o país. Cinquenta e quatro instituições já aderiram ao sistema, com 1.179 cursos e 39.724 vagas.

Segundo o ministro Mercadante, 42,40% dos inscritos são cotistas e estudam em escolas públicas. O ministro destacou que, em média, 13% dos candidatos aceitam cursar faculdade fora de seu estado. Os gaúchos são os que menos se dispõem a mudar de região.


PROGRAME-SE

Matrícula
Os convocados nesta primeira lista devem se matricular entre 21 e 25 de junho.

Segunda chamada
Será divulgada em 1º de julho, com matrículas em 5, 8 e 9 de julho.

Lista de espera

De 1º a 12 de julho é o prazo para que os candidatos manifestem interesse em participar da lista de espera. Podem participar os estudantes não selecionados em nenhuma de suas opções nas chamadas regulares e os candidatos selecionados em sua segunda opção, independentemente de terem feito a matrícula. A participação na lista de espera somente poderá ser feita na primeira opção de vaga do candidato.

FONTE: Estado de Minas.


ESTÁGIO

Empresa sólida no mercado no ramo de incorporação de loteamento, com um land bank (banco de terrenos) com mais de 40 terrenos. Atualmente considerada a maior loteadora de Minas Gerais e uma das cinco maiores do país – tem apresentado, desde 2008, um crescimento invejável de mais de 300%. A incorporadora de loteamentos faz parte do mais tradicional grupo empresarial de Minas Gerais (composto por 6 empresas) . É vista de modo importante e estratégico para os negócios do grupo, possuindo em seu portfólio 25 empreendimentos lançados em mais de 15 cidades mineiras.

Estagiário (v732409)

  • Código da vaga:v732409
  • Nível hierárquico:Estágio
  • Local:Belo Horizonte / MG / BR
  • Quantidade de vagas:1
  • Data de expiração:02 de Junho de 2013

Vaga: Estágio
Sexo: Masculino / Feminino
Curso: Administração / Direito. Cursando do 1º ao 5º período
Atividades a serem desempenhadas: Dar suporte ao setor de projetos nas questões relativas à regularização dos imóveis da empresa e demais questões burocráticas do setor de Produtos de forma a agilizar o desembaraço das documentações dos imóveis.

OBS: É necessário ter disponibilidade para estagiar na parte da manhã. Horário de estágio de 06 horas.

Valor da Bolsa à combinar + VT + VR R$18,00 por dia. Segunda a sexta.

Candidatar-se: Candidatar-se

 



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