Antequam noveris, a laudando et vituperando abstine. Tutum silentium praemium.

Arquivo da tag: sinal

BH tem 11 novos radares começando a funcionar nesta segunda, 06 Jun 2016

Maioria dos equipamentos está instalada no Barro Preto, Centro-Sul da capital mineira. Outros três fiscais eletrônicos tinham sido ligados semana passada

Paulo Filgueiras/EM/D.A PRESS

Os motoristas que transitam em Belo Horizonte devem ficar atentos. Dentro das duas licitações que vão levar o número de radares a 382 até o fim do ano na capital mineira, 14 novos equipamentos já estão funcionando na cidade, sendo 11 a partir de hoje e três desde a semana passada. Nove deles são de avanço de semáforo, dois fiscalizam as faixas exclusivas de ônibus, outros dois são do tipo conjugado, com capacidade para evitar excesso de velocidade e também para garantir a presença só dos ônibus nas pistas exclusivas, e mais um fiscaliza só os limites de velocidade.

Entre os equipamentos que obrigam os motoristas a respeitar a luz vermelha dos semáforos, a região mais contemplada é o Barro Preto, Centro-Sul de BH, com seis vigias em cruzamentos da Avenida do Contorno. O Centro da capital ganhou os outros dois, conforme a lista abaixo. O último radar de semáforo começou a funcionar semana passada e também está instalado em Venda Nova, na Avenida Vilarinho. Com o reforço, BH passa a contar com 189 controladores de semáforo.

Os motoristas de ônibus também ganham um apoio, já que quatro novos radares de faixa estão ativos, sendo três começando nesta segunda-feira e outro semana passada. Dos quatro, dois são do modelo conjugado, que também flagram excesso de velocidade.

A novidade é que um local de recorrente desrespeito de veículos de passeio até por desconhecimento e confusão da sinalização agora ganha um equipamento. É a entrada do Viaduto Nansen Araújo, na junção com a Avenida Oiapoque, no Hipercentro.

O elevado é exclusivo para coletivos, mas é comum a presença de carros no local, causando até acidentes. Em agosto do ano passado, duas pessoas ficaram feridas em uma batida de frente entre um carro e um coletivo do Move. Outra batida foi registrada em dezembro. Um ônibus do Move bateu em uma moto que seguia no viaduto, pela contramão, e o motorista ficou gravemente ferido.

Em janeiro do passado, outra batida deixou um rastro de destruição no mesmo elevado, onde uma caminhonete bateu de frente em um ônibus do Move. Agora, 57 radares fiscalizam faixas exclusivas em BH.

Dos 14 novos radares, o último equipamento registra apena os excessos de velocidade e está na Avenida Cristinao Machado.

Confira a localização dos novos equipamentos:

11 começaram a funcionar nesta segunda:

Avanço de semáforo

1) Avenida Carandaí esquina com Avenida Afonso Pena, sentido Bairro/Centro
2) Rua Mato Grosso esquina com Avenida do Contorno, sentido Barro Preto/Viaduto Leste
3) Rua Guaicurus esquina com Rua Espírito Santo, sentido Praça da Estação/Rodoviária
4) Avenida do Contorno esquina com Rua Mato Grosso, sentido Bairro/Centro
5) Avenida do Contorno esquina com Rua Paracatu (3 faixas), sentido Centro/Bairro
6) Avenida do Contorno esquina com Rua Paracatu (mais 3 faixas), sentido Centro/Bairro
7) Avenida do Contorno esquina com Rua Paracatu (3 faixas), sentido Bairro/Centro
8) Avenida do Contorno esquina com Rua Paracatu (mais 3 faixas), sentido Bairro/Centro

Invasão de faixa exclusiva de ônibus

9) Avenida Vilarinho, em frente ao número 1.840, sentido Centro/Bairro
10) Viaduto Nansen Araújo, na junção com a Avenida Oiapoque, sentido Centro/Bairro

Conjugado (Invasão de faixa + Excesso de velocidade)

11) Avenida Vilarinho, em frente ao número 1.300, sentido Centro/Bairro

Três começaram a funcionar semana passada, em 1º de junho

Conjugado (Invasão de faixa + Excesso de velocidade)

12) Avenida Vilarinho, em frente ao número 2.733, sentido Bairro/Centro

Excesso de velocidade

13) Avenida Cristiano Machado, em frente ao número 9.285, sentido Bairro/Centro

Avanço de semáforo

14) Avenida Vilarinho esquina com a Rua Cascalheira, sentido Bairro/Centro

.

FONTE: Estado de Minas.


Acidente entre dois ônibus deixa dois mortos e 14 feridos no Centro de BH

Colisão ocorreu na saída do Viaduto da Floresta e duas vítimas sofreram ferimentos graves

Acidente entre dois ônibus deixou dois idosos mortos e ao menos 14 pessoas feridas; duas em estado grave, na manhã desta quinta-feira em Belo Horizonte. Segundo a BHTrans, um coletivo do Move metropolitano da linha 512H (Terminal Vilarinho/Hospitais/via Cristiano Machado) e um da rota 8107 (Concórdia/São Pedro) colidiram na Avenida dos Andradas, próximo à Avenida do Contorno, no Centro da capital.

.
Jorge Luiz Vetoraz, de 64 anos, passageiro do coletivo 8107, morreu no local. Izza Atalla Azizi, 65 anos, foi socorrido, mas morreu no Hospital de Pronto-Socorro João XXIII. Aristides Soares, Francisco de Assis Filho, Edivaldo Oliveira, Euler da Fonseca e Reginaldo Lopes também foram encaminhados ao HPS.

O motorista do 8107, Reginaldo Lopes Martins, de 37, fraturou três costelas e teve escoriações no braço. A mulher dele, Márcia Gabriela Mendes, soube do acidente pela TV. Segundo ela, ele não se lembra de como foi o acidente. “Ele disse que o Move veio do nada. Ele tentou reagir, tirar, mas não deu tempo”, afirma.

A colisão ocorreu na saída do Viaduto da Floresta, quando o ônibus convencional atingiu a lateral do Move, que colidiu em um poste de sinalização. Devido ao impacto, a estrutura ficou inclinada e corre o risco de cair.

O trânsito na Andradas, no sentido Complexo da Lagoinha, ficou interditado e teve que ser desviado para a ruas Guaicurus e Espírito Santo. Na direção contrária, o tráfego flui com lentidão.
.

FONTE: Estado de Minas.


Com 106 equipamentos ativos, BH terá mais 6 radares de avanço de sinal
Implantação dos avanços ocorre em função do contrato da Concorrência Pública 04/2013, homologada em outubro 2014, há quase um ano
Radar

Com 106 equipamentos ativos, BH contará com mais seis avanços de sinalCom 106 equipamentos ativos, BH contará com mais seis avanços de sinal

.

Os motoristas belo-horizontinos que gostam de abusar da velocidade devem ficar atentos a partir desta quinta-feira (24). Além dos 106 equipamentos de avanço de semáforo já existentes na capital, outros seis entraram em funcionamento a partir desta quinta.

.

A implantação dos avanços ocorre em função do contrato da Concorrência Pública 04/2013, homologada em outubro 2014, há quase um ano.

.

A BHTrans informou que a escolha dos locais de implantação dos detectores de avanço do sinal vermelho segue critérios de estudos técnicos que consideraram os pontos com maior fluxo de pedestres e potencial para ocorrências de acidentes, entre outros.
.

Multas por invasão de faixa de ônibus sobem quase 5 vezes no semestreEm seis meses, Disque-Denúncia ajudou a prender 106 mil pessoasMotociclista morre após ajudar comparsa a roubar carro no Serra VerdeAudiência pública sobre radares não avança, mas vereador propõe CPIMulher é presa em flagrante por assalto no Move, no centro de BHMinas tem 19 escolas na lista das 100 melhores do país

.

A BHTrans instalou faixas de pano nos trechos para alertando sobre o início da fiscalização.

.

Locais que receberam equipamentos

Avenida Cristiano Machado, esquina com a rua Augito, no sentido Centro.

Rua Jacuí, próximo ao número 1.036, no sentido Concórdia.

Rua Jacuí, oposto ao número 1.138, no sentido Floresta.

Rua Jacuí, entre a rua Wilson Modesto Ribeiro e avenida Cristiano Machado, no sentido União.

Avenida Cristiano Machado, esquina rua Augito, no sentido Centro.

Avenida Cristiano Machado, na altura do número 500, no sentido bairro.

.

FONTE: O Tempo.


Justiça decide que usuário pode compartilhar sinal de internet

wireless

A 4ª Turma do TRF (Tribunal Regional Federal) negou nesta sexta-feira (13) recurso apresentado pelo MPF (Ministério Público Federal) que caracterizava o compartilhamento de sinal de internet como crime. Segundo a decisão do TRF, o compartilhamento e a retransmissão não configuram atividades clandestinas de telecomunicações.

A atividade seria um  “Serviço de Valor Adicionado” e, portanto, não está relacionada ao crime de ”desenvolver clandestinamente atividades de telecomunicação”, tipificado no artigo 183 da Lei n.º 9.472/1997.

Na apelação, o MPF sustenta que “na prestação de serviço de provedor de internet via ondas de rádio estão embutidos, na verdade, dois serviços, um de valor adicionado e outro de telecomunicações”. Dessa forma, argumenta o ente público que o Serviço de Comunicação Multimídia é atividade de telecomunicação, de modo que o recorrido deve ser condenado pela prática de exploração clandestina dessa atividade.

Os argumentos do MPF foram contestados pelo relator, juiz federal convocado Carlos D’Avila Teixeira. “Primeiro, porque a conduta narrada parece ser irrelevante jurídico-penalmente. No caso dos autos, bastou a simples instalação de uma antena e de um roteador wireless para que fosse possível a efetiva transmissão de sinal de internet por meio de radiofreqüência. Portanto, a conduta do réu resume-se à mera ampliação do serviço de internet banda larga regularmente contratado, o que não configura ilícito penal”, explicou.

Ainda segundo o magistrado, não ficou constatada nenhuma interferência radioelétrica efetiva que pudesse lesar o bem jurídico tutelado, equipamentos apreendidos, visto que não houve perícia nestes equipamentos. “O preceito típico-incriminador citado pela denúncia consiste na transmissão, emissão ou recepção, por fio, radioeletricidade, meios óptico ou qualquer outro processo eletromagnético de símbolos, caracteres, sinais, escritos, imagens, sons ou informações de qualquer natureza. Rigorosamente, em face da disciplina legal, não me parece ser adequada à hipótese o compartilhamento de sinal de internet”, ponderou o relator. A decisão foi unânime.

FONTE: UOL.


Transição onde não há fiscalização tem intervalo maior; BHTrans diz que margem de erro eleva intervalo

Na Via Expressa, semáforo que conta com radar leva dois segundos entre o verde e o vermelho

Na Via Expressa, semáforo que conta com radar leva dois segundos entre o verde e o vermelho
.
Uma diferença de segundos pode ser suficiente para que um motorista menos atento seja flagrado pelo detector de avanço de sinal. E a infração foi registrada, apenas nos três primeiros meses do ano, 31.886 vezes em Belo Horizonte, segundo o Departamento de Trânsito de Minas Gerais (Detran-MG).
.
No entanto, motoristas alegam que o número elevado de autuações não se deve apenas à imprudência. Em muitos casos, a explicação dada por eles está no tempo reduzido entre a iluminação verde e a vermelha.Não há lei que regulamente o tempo de permanência da luz amarela no semáforo. O Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), no entanto, recomenda, em um manual dirigido aos órgãos de trânsito de todo país, que em vias com velocidade permitida de até 60 km/h, o tempo seja de pelo menos quatro segundos.
.
A reportagem  percorreu ontem 12 dos 40 pontos onde radares de avanço de sinal foram instalados na capital. Em todos eles, o tempo de passagem entre uma sinalização e outra é de dois segundos, diferentemente dos três sinais cronometrados pela reportagem em que não havia radar, onde são quatro segundos.É o caso, por exemplo, do cruzamento entre as avenidas Amazonas e Barbacena, no bairro Santo Agostinho, na região Centro-Sul da cidade, onde os veículos que seguem em direção ao centro têm dois segundos para frear antes que a passagem se torne proibida. Já no sinal instalado na mesma avenida, mas no cruzamento com a Francisco Sá, na região Oeste, onde não há o aparelho, essa mudança na sinalização leva quatro segundos.
.
Margem.  Para a Empresa de Transportes e Trânsito de Belo Horizonte (BHTrans), a diferença pode ser justificada por um erro nos cronômetros utilizados pela reportagem – as medições foram feitas sempre por dois aparelhos, que apresentaram o mesmo resultado. A empresa garantiu, entretanto, que iria verificar a programação dos sinais nos locais visitados.
.
Ainda conforme a BHTrans, a duração da sinalização amarela no trecho da Amazonas é de três segundos, com mais dois segundos de vermelho total, uma espécie de margem de erro entre o fechamento de um sinal e abertura de outro, o que daria aos motoristas até cinco segundos para a travessia.
.

“A programação dos sinais não é feita apenas com base na velocidade permitida, mas em critérios como o comprimento da travessia para pedestres e a largura dos cruzamentos”, explicou o coordenador de operações da BHTrans, Fernando Pessoa.

.

FONTE: O Tempo.



%d blogueiros gostam disto: