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6 mitos sobre as melhores maneiras de carregar o celularQuais recomendações são verdadeiras e quais não passam de mitos?

  • Quais recomendações são verdadeiras e quais não passam de mitos?

Todo dono de celular já ouviu recomendações como “não deixe seu aparelho carregando a noite inteira”, “não use seu telefone enquanto ele estiver carregando” ou “só carregue o celular quando acabar a bateria”.

Mas, nos últimos anos, as baterias dos celulares evoluíram consideravelmente e alguns truques já são obsoletos.

A maioria das baterias de smartphones, como os da Samsung ou da Apple, é de íon de lítio. Elas carregam mais rápido, pesam menos e têm uma vida útil mais longa.

Então, quais recomendações são verdadeiras e quais não passam de mitos?

A BBC Mundo, o serviço em espanhol da BBC, fez uma pesquisa para desmascarar algumas dessas lendas. Confira.

1) É melhor esperar a bateria acabar para recarregar o celular

Falso. Carregar o celular frequentemente não prejudica as baterias.

A Apple diz: “Recarregue a sua bateria de íon de lítio a qualquer hora. Não há necessidade de usar 100% dela antes de recarregá-la.”

Há quase um consenso entre especialistas em tecnologia que a carga ideal para uma bateria de íon de lítio varia entre 20% a 80% de sua capacidade. Segundo eles, mantê-la dentro desses parâmetros é ideal para aumentar a vida da bateria.

Em outras palavras: não é recomendável manter seu celular 100% carregado ou deixá-lo chegar a zero.

Os especialistas também sugerem desligar ou reiniciar o aparelho pelo menos uma vez por semana para maximizar o potencial da bateria.

2) É errado deixar o telefone recarregando durante a noite toda

Falso. Os smartphones de hoje são suficientemente inteligentes para saber quando a bateria é recarregada por completo e deve parar de carregar, enquanto o aparelho ainda estiver conectado à fonte de energia.

3) Carregadores “não oficiais” são ruins e podem danificar a bateria

Os carregadores originais, da mesma marca do celular, são os mais adequados para recarregar o telefone.

Mas muitas das vezes eles são caros e os usuários acabam recorrendo a alternativas.

Carregadores menos conhecidos e de marcas mais baratas também funcionam.

O problema, na verdade, está nos carregadores “piratas”, de fornecedores desconhecidos, que não foram projetados especificamente para o telefone que o usuário quer recarregar.

Alguns nem sequer carregam os dispositivos de maneira adequada ou demoram muito tempo para fazê-lo.

Portanto, a dica é sempre suspeitar de carregadores ilegítimos e extremamente baratos.

4) É errado usar o telefone enquanto ele estiver recarregando

Em geral, não há nenhum problema em usar o telefone enquanto ele estiver recarregando.

Histórias assustadores vêm alimentando esse mito: em julho de 2013, a chinesa Ma Ailun, de 23 anos, foi eletrocutada ao responder a uma ligação em seu iPhone 5 enquanto o telefone estava recarregando.

Casos semelhantes foram amplamente divulgados pela imprensa internacional.

Na maioria dos incidentes, a culpa recaiu no uso de carregadores não originais e de má qualidade.

Se o usuário utiliza um carregador de qualidade, não deve ter nenhum problema de segurança.

A Apple recomenda “deixar o telefone recarregar por pelo menos 10 minutos antes de utilizá-lo”, quando a bateria de um iPhone está praticamente vazia e ao recarregá-lo aparece uma tela preta.

“Então você pode usar o telefone enquanto ele ainda estiver recarregando”, diz a empresa.

Por outro lado, usá-lo enquanto estiver recarregando não tem nenhum efeito negativo sobre o processo.

Pense que mesmo quando você não está ativamente usando o telefone durante o carregamento, o aparelho está trabalhando: ele pode estar conectado a uma rede sem fio e receber informações.

5) O telefone carrega mais rápido no modo avião?

Sim, mas a diferença é pequena. Se você colocar um celular para carregar no modo avião o processo será um pouco mais rápido do que o normal.

Isso porque o modo avião desativa as opções de acesso à rede 3G e ao Wi-Fi, e assim o telefone utiliza menos bateria durante o carregamento.

A desvantagem desse truque é que, enquanto o aparelho estiver no modo avião, não pode receber ligações ou acessar a internet.

A reportagem da BBC Mundo colocou o mito à prova e comprovou que carregar 10% do celular com o modo avião ativado é 1 minuto mais rápido do que pelo método tradicional.

6) Recarregar o celular no computador é mais demorado?

A velocidade com que um celular é carregado depende da potência elétrica dos acessórios usados nesse processo.

No caso da Apple e dos iPhones, por exemplo, essa potência varia de acordo com as especificações técnicas dos cabos e carregadores.

A energia elétrica ou potência define a velocidade à qual a energia é transferida, de modo que a potência mais, antes de recarregar a bateria.

A potência elétrica define a velocidade que a energia é transferida. Dessa forma, quanto maior for a potência, mais rápido a bateria será carregada.

Por exemplo, um carregador de iPhone tem 5 watts de potência enquanto que um cabo de USB ligado ao computador tem 2,5.

Nesse caso, usar o carregador é mais rápido.

FONTE: UOL.


A batalha pelo passageiro
Dividindo o mercado com transportadores clandestinos e agora com aplicativos de celular, taxistas denunciam concorrência desleal, acusam queda de 30% nas corridas e pedem providências. Inovação é condenada por autoridades, mas defensores destacam comodidade

 

Adepto do Uber, Walter Borges de Oliveira enfatiza a possibilidade de avaliar motoristas (Ramon Lisboa/ EM/D.A PRESS)

Adepto do Uber, Walter Borges de Oliveira enfatiza a possibilidade de avaliar motoristas

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Menos viagens nos táxis, mais opções para deslocamentos e uma concorrência cheia de polêmica nas ruas de Belo Horizonte. Sentindo-se prejudicado de um lado pelos transportadores clandestinos – os chamados “piolhos” – e de outro pelo aplicativo Uber, ferramenta que oferece viagens remuneradas na capital com carros luxuosos, o Sindicato dos Taxistas da Região Metropolitana de BH acusa uma queda de 30% nas corridas feitas por integrantes da categoria.
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A queixa encontra apoio nas posturas da Polícia Militar, do Departamento de Estradas de Rodagem (DER/MG) e da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), que colocam a oferta de serviço de plataformas como o Uber no mesmo nível dos piolhos, classificando todos como clandestinos, portanto sujeitos a ações de fiscalização. O Ministério Público abriu inquérito civil para investigar o transporte baseado no aplicativo, mas ainda não divulgou sua posição a respeito.
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O Batalhão de Polícia de Trânsito (BPTran) informa ter aplicado 321 multas por transporte clandestino desde janeiro de 2013, apenas em BH. Já o DER/MG afirma que foram quase 20 mil multas de janeiro de 2013 até abril deste ano na Grande BH.
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Em ambos os casos, não há distinção entre piolhos e motoristas que usam o Uber. Considerando que a fiscalização não vem sendo suficiente, taxistas prometem se reunir hoje, às 8h, no Mineirão e seguir em carreata até a Cidade Administrativa, no Bairro Serra Verde, Região de Venda Nova, em protesto contra o que classificam como concorrência desleal e ilegal. O objetivo é conseguir apoio do governador Fernando Pimentel (PT), no intuito de conseguir barrar, judicial ou administrativamente o avanço de aplicativos como o Uber.
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O presidente do sindicato da categoria, Ricardo Faedda, acredita que o maior impacto para os táxis vem do serviço ofertado pelo programa para smartphones.
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“Esse aplicativo veio dos Estados Unidos e se colocou como novo no mercado, mas explora o mesmo público que o táxi. Estão pegando pessoas com poder aquisitivo maior e se estabelecendo, mas a sociedade vai acabar perdendo, porque não tem respaldo para algumas questões”, diz Ricardo Faedda. Ele aponta que não há o que fazer em caso de constrangimento ou falta de segurança dos passageiros, por exemplo. “Uma pessoa pode se cadastrar em um determinado veículo e amanhã prestar serviço com outro. Em contrapartida, o táxi tem autorização de tráfego, registro de condutor e fiscalização da BHTrans dentro do município”, acrescenta.
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Porém, adeptos do Uber, como o analista de sistemas Walter Borges de Oliveira Silva, de 36 anos, avaliam bem o serviço de transporte contratado pelo aplicativo. Na lista de vantagens sobre o táxi, Walter destaca a pontualidade no tempo de chegada, a vantagem de pagar sempre com cartão de crédito e a estimativa de quanto se vai gastar. A postura dos condutores com o cliente é outro diferencial, na avaliação do usuário. “Os motoristas são atenciosos, abrem a porta do carro, oferecem água e são sempre muito educados. Os carros também são novos e confortáveis, tipo executivo”, contou, destacando que é possível ver a avaliação que o condutor recebeu em outras corridas.
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Porém, legalmente o poder público detém a exclusividade do transporte de passageiros e delega a atividade, criando regras para o credenciamento de quem vai atuar, segundo o presidente da Comissão de Informática e Direito Eletrônico da OAB/Minas, Luis Felipe Silva Freire. “Nesse sentido, a lei diz que é exclusividade do taxista o transporte individual remunerado de passageiros. Porém, o Uber argumenta que não oferece um serviço ao público em geral: atua apenas quando um particular entra em contato e funciona como se você estivesse contratando um motorista para dirigir seu carro”, afirma.
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O advogado avalia que o tipo de inovação tecnológica trazida pelo Uber é interessante para modernizar os serviços e motivar uma evolução natural comandada pelos empreendedores, contra a estagnação natural do serviço regulado pelo setor público. “Acho que é necessária uma atualização da legislação, para deixar claras essas possibilidades e, consequentemente, melhorar a vida da população. Afinal, a concorrência significa aumento de qualidade e queda nos preços”, afirma.
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CONTRÁRIOS Para a ANTT, práticas como a carona solidária, sem aferir lucro, são formas de minimizar a rotina pesada do tráfego, mas aplicativos para transporte remunerado são ilegais. “Para esse tipo de operação, é necessário que o transportador preencha uma série de requisitos legais e que tenha a devida autorização do poder público”, diz a agência. O DER/MG diz que avalia a legalidade do transporte, “que é questionada não só por Minas Gerais, mas por outros estados e prefeituras”. O BPTran diz que “o condutor que faz o transporte de passageiros sem estar devidamente licenciado pelo órgão executivo de trânsito estará infringindo a lei, sendo considerado clandestino e sujeito às penalidades pertinentes”. A BHTrans não se manifestou a respeito.
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Por meio de sua assessoria de imprensa, a empresa Uber se pronunciou dizendo que não oferta um serviço público, mas privado, que só entra em ação com o chamado de um cliente. “O modelo de negócios da companhia também é previsto e incentivado pela Política Nacional de Mobilidade Urbana (Lei Federal 12.587/2012), cujos objetivos são a inclusão social e um uso mais eficaz e equitativo do espaço público, formalizando a inserção do transporte individual privado no sistema nacional de mobilidade urbana”, informa, em nota.
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O texto também diz que os motoristas parceiros e os usuários fazem avaliações recíprocas e, em um intervalo de 1 a 5, se a nota média do motorista ficar abaixo de 4,6, automaticamente ele é desconectado da plataforma. Por fim, a companhia acredita que a inovação e os avanços da sociedade sempre precedem as regulações e a empresa quer ser regulamentada no Brasil.

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FONTE: Estado de Minas.


Cuidado com o ‘papo’ em frente a TVs conectadas, diz Samsung

A Samsung está alertando usuários para ficarem atentos quando estiverem conversando em frente a uma das TVs inteligentes da companhia.

O sistema de reconhecimento de voz dos aparelhos, que possibilita controlá-los por meio da fala, pode capturar informações pessoais do que for dito pelos usuários em frente ao televisor.

A notícia repercutiu na mídia especializada após ser levantada pelo site “The Daily Beast”.

Nova TV conectada apresentada pela Samsung na feira CES 2015
Nova TV conectada apresentada pela Samsung na feira CES 2015

“Estejam cientes de que, se as palavras ditas incluírem informações pessoais, essas informações poderão estar entre os dados capturados e transmitidos para uma empresa parceira”, diz a política de privacidade para Smart TVs da sul-coreana.

Segundo o texto, a TV coleta dados sobre comandos de voz e “textos associados” com o objetivo de melhorar este mecanismo.

A empresa parceira citada, que não foi nomeada, converte discursos falados para “o formato necessário” que possibilita o funcionamento do sistema.

RESPOSTA

Em um comunicado enviado à imprensa, a Samsung disse que leva a privacidade dos usuários “muito a sério” e que não vende dados de áudio para outras companhias.

“Os dados de voz consistem apenas em comandos de TV e frases de busca”, disse a empresa.

A Samsung diz também que para saber se o reconhecimento de voz está ativado, basta ver se um ícone com microfone aparece na tela, e que é possível desativar o mecanismo a qualquer momento.

FONTE: UOL.


 

Empresa cria bateria de smartphone que pode ser carregada em 30 segundos

Em vídeo divulgado, companhia israelense demonstra o produto que já é chamado de bateria da próxima geração

 
Reprodução/Youtube

Usando a nanotecnologia para sintetizar moléculas artificiais, a empresa israelense Tel Aviv StoreDot afirma ter criado uma bateria que pode revolucionar o uso dos eletrônicos. Chamadas de “next-generation batteries”, ou baterias da nova geração, a invenção promete que um smartphone carregado em apenas 30 segundos pode funcionar durante um dia inteiro. O segredo estaria na velocidade com que a bateria absorve a potência e na sua capacidade de armazenamento

A empresa afirma que o produto será capaz de substituir as baterias de íons de lítio, que são usadas em larga escala nos smartphones e na maioria dos equipamentos eletrônicos. O produto ainda está sendo desenvolvido e a empresa acredita que ele estará disponível no mercado em 2016.

“São materiais nunca desenvolvidos antes”, disse Doron Myersdorf, fundador e presidente-executivo da StoreDot, cujos investidores incluem o bilionário russo e dono do clube Chelsea Roman Abramovich. A empresa divulgou um vídeo demonstrando o processo de recarga da bateria. O protótipo ainda tem um tamanho inviável para o mercado, mas a companhia afirma que esse problema será solucionado antes da invenção chegar às lojas.

FONTE: Estado de Minas.

Sistema que trava e destrava carros usando um celular com Android e um aplicativo que facilita o trabalho de motoristas de vans confirmam o talento inovador de jovens alunos

 

Chaves

Quem tem carro sabe que é mais do que comum perder as chaves, quebrá-las ou esquecê-las no seu interior. Justamente pensando nesse problema foi que um grupo de alunos do Colégio Padre de Man, em Coronel Fabriciano, no Vale do Aço, desenvolveu um dispositivo capaz de trancar ou destrancar as portas do veículo de forma segura, de modo que o proprietário possa acessar seu interior sempre que necessário, mesmo sem as chaves em mãos. Líder e criador do projeto, chamado T&D Móvel (ou Trava e Destrava Móvel), o estudante Gabriel Barros Marendino, do curso técnico em automação industrial, explica que o aparelho permite ao proprietário ou ao portador do código/senha previamente armazenado poder abrir sem problemas as portas, usando simplesmente um celular – com sistema operacional Android e com recursos Bluetooth –, conectado à central de alarme do veículo.

Segundo Marendino, com o celular o sistema aciona a placa de desenvolvimento microcontrolada Arduíno Uno R3, que envia comandos para o controle do alarme que, então, passa a funcionar como se fosse um mecanismo trava e destrava. “Um caso típico do problema ocorre quando uma pessoa sai do veículo deixando a chave na ignição e, quando retorna segundos depois, as travas das portas foram acionadas automaticamente pelo fato de esse acionamento estar programado na central do alarme.

Para resolver isso, a pessoa vai perder tempo, pois será necessário chamar um chaveiro ou localizar a chave reserva. E caso o chaveiro seja chamado, em média R$ 100 serão gastos para a abertura do veículo”, diz Gabriel Marendino. O aparelho foi apresentado no mês passado na Fetec, uma feira técnica do Colégio Padre de Man, realizada de dois em dois anos e dirigida a alunos do ensino médio técnico.

Ideia prática Ele ressalta que em conversas diárias com amigos e familiares sempre o assunto gira em torno da necessidade de sistemas e tecnologias que possam facilitar e agilizar o dia a dia, trazendo maior produtividade e aproveitamento do tempo. “Certo dia, o professor de economia Ivo Ribeiro, que acabou se tornando o grande incentivador do projeto, me contou que ligou seu carro para resfriar o ambiente com o ar-condicionado enquanto guardava algumas compras no porta-malas. Devido ao acionamento automático da central de alarme, as portas foram travadas sem que ele percebesse. Ao fechar o porta-malas, ficou do lado de fora, sem ter como entrar no veículo, que estava funcionando e com o ar ligado. Teve de chamar um chaveiro, pagar pelo serviço e ver o carro queimar gasolina desnecessariamente. Foi daí que nasceu a ideia do dispositivo.”

O garoto, pensando então no assunto, aproveitou o conteúdo das aulas de banco de dados e de introdução à programação lógica do curso que frequenta na escola e resolveu aplicar o conhecimento no projeto, utilizando a programação no Arduíno Uno R3, que é uma espécie de microcontrolador capaz de transmitir informações constantemente a um circuito, tornando-o sempre ativo. “O projeto, que teve orientação do professor Alcebíades Fernando de Oliveira Trindade, traz praticidade e agilidade aos motoristas, permitindo acesso seguro ao veículo de maneira rápida e econômica em qualquer situação”, diz o estudante, revelando que o aparelho utiliza os seguintes componentes: uma placa Arduíno Uno R3, um dispositivo Bluetooth Shield, controle de alarme da Sistec, um kit conexão para Arduíno, uma fonte externa para Arduíno e uma placa de cobre para montagem de circuito. Na montagem do projeto, que já foi apresentado à montadora Fiat, segundo ele, foi utilizado um veículo Fiorino com alarme e trava elétrica e um celular com Android e Bluetooth.

 

TECNOFEIRA 
A 21ª edição da Tecnofeira ocorrerá nos dias 28 e 29 de novembro, no Minascentro, tradicional evento promovido pelo Cotemig para alunos da 3ª série do curso técnico em informática. Este ano serão apresentados 59 projetos de conclusão de curso, realizados por equipes, que se caracterizam pelo desenvolvimento ou personalização de ferramentas tecnológicas, sejam sites, aplicativos ou softwares. “Essa exposição apresenta ao mercado de trabalho uma mão de obra com experiência prática em programação e variadas possibilidades de soluções em informática a baixo custo. Muitos projetos são aproveitados imediatamente pelo mercado, pois sempre surgem boas ideias na feira”, diz Victor Lopes, acreditando que o Van chegando pode ser um deles, por ser muito útil e por não ter nada parecido por aí como concorrente.

 

Transporte mais ágil

 

Outro projeto criado por jovens estudantes e que usa veículos para mostrar sua utilidade é o Van chegando, aplicativo em desenvolvimento por um grupo de seis alunos da terceira série do ensino médio do Colégio Cotemig. O app busca tornar mais prático e objetivo aos motoristas de vans o transporte de passageiros, especialmente estudantes dos vários colégios da cidade. “Trata-se de um programa direcionado exclusivamente ao condutor que trabalha com transporte escolar, que vai encontrar muito mais facilidade em exercer seu trabalho sem perder tempo”, afirma Victor Lopes Marques Pereira, um dos desenvolvedores e responsável pelo trabalho visual e de marketing do aplicativo.

De acordo com ele, para usar da melhor maneira o aplicativo o motorista deve cadastrar no sistema todos os passageiros contratantes do serviço. Os estudantes, por sua vez, devem confirmar diariamente a presença na van. Assim, com a confirmação dos passageiros daquele dia, o aplicativo traça a rota das residências pelas quais o motorista tem de passar, facilitando ao máximo o trajeto. “O condutor, se quiser, pode ainda enviar uma notificação ao passageiro informando que já está chegando à residência, de forma a agilizar o embarque. 

Da mesma forma, o estudante que por algum motivo não for à aula naquele dia deve fazer sua notificação no programa, evitando, assim, que a van passe desnecessariamente em sua casa”, explica o jovem, destacando que o programa também fornece informações sobre as condições de trânsito para que o motorista possa optar pelos trajetos mais adequados. 

Inspiração Victor Lopes revela que o app foi inspirado no já conhecido Way Taxi, que é mais do que um aplicativo para chamar táxi, e sim uma plataforma de comunicação para passageiros e taxistas com o princípio da colaboração dos usuários. Como linguagens de programação, usaram a PHP, que é uma das mais procuradas no mercado para o desenvolvimento de aplicações para web – além de ser de fácil aprendizado e de código aberto (livre para uso) –, e JavaScript, que é uma linguagem leve, interpretada e baseada em objetos, também própria para páginas web.

O projeto Van chegando está sendo desenvolvido desde fevereiro e vai ser apresentado na Tecnofeira, nos dias 28 e 29 de novembro, em BH. “Estamos em fase final de desenvolvimento do app, que vai estar à disposição para todas as plataformas por ser um produto webview, ou seja, o programa vai direcionar o usuários para um site onde todos poderão acessá-lo”, explica, ressaltando que, para uso em smartphones, inicialmente está sendo feita uma versão para Android, mas que a plataforma iOS também receberá o produto. “Nosso propósito é expandir o aplicativo para o máximo da sua usabilidade, para só depois tentarmos algo comercialmente”, assegura o estudante.

 

FONTE: Estado de Minas.


E não é que ele também fala?
Mercado recebe tablet intermediário, com capacidade para fazer ligações, que deve chegar ao Brasil em um mês. Conheça também um novo celular com supercâmera de 20.7 pixels

 

 

Opção bem mais barata em relação aos modelos tops, o Iconia Tab 7 atende bem às necessidades, apesar da configuração modesta

A Acer, uma das principais fabricantes de PCs do mundo, com sede em Taiwan, anunciou dois novos modelos de tablets com Android: o Iconia One 7 e o Iconia Tab 7 – ambos apresentam apenas características de modelos intermediários, ou seja, voltados para quem não quer gastar muito para ter a sua prancheta digital. Até aí, nada de mais. Ocorre, entretanto, que o Tab 7 oferece um recurso interessante que o diferencia dos seus concorrentes e que aos poucos vai sendo introduzido em equipamentos do gênero: ele pode fazer ligações.

Dessa forma, o Tab 7 consegue unir em um só aparelho as funções e recursos mais usados atualmente pelos adeptos de smartphones e de tablets. Entre as especificações do Iconia Tab 7 destacam-se seu sistema operacional Android 4.4, processador quad-core, slot para cartão microSD e sua tela de sete polegadas com resolução de 800 x 1.280 pixels. O misto de tablet e telefone conta ainda com internet 3G, câmeras frontal e traseira (cujos detalhes não foram repassados pela fabricante) e promete até seis horas de autonomia de bateria.

Já o modelo Iconia One 7 tem como diferencial o layout. Conta igualmente com tela de sete polegadas de 800 x 1.280 pixels, mas o processador é um dual-core de 1,6GHz, e o sistema operacional é um Android 4.2. Oferece ainda 1GB de memória RAM, slot micro SD, câmera traseira de 5MP e também promete autonomia de bateria de sete horas. De acordo com a Acer, trata-se de um aparelho mais econômico e que estará disponível nas cores preto, vermelho, branco, azul e rosa. 

Por enquanto, os dois modelos vão estar disponíveis primeiramente na Europa, no Oriente Médio e na África, ainda neste mês, mas até o fim de junho chegam aos outros países (previsão também para o Brasil). O Iconia Tab 7 é um pouco mais caro, tendo um preço estipulado de 149 euros (em torno de R$ 470). Já o Iconia One 7 deve ser vendido por cerca 140 euros (por volta de R$ 440).

Modelos concorrentes

Os tablets que permitem fazer e receber ligações são popularmente chamados de foblets. O mercado já conta com alguns modelos, embora poucos disponíveis no Brasil. Confira os principais já lançados:

» MediaPad 7 Vogue –  da Huawei, com tela de 7 polegadas
Preço sugerido: US$ 300 –  ainda não disponível no Brasil

» Galaxy Tab 3 – da Samsung, com tela de sete polegadas
Preço sugerido: R$ 600 – disponível no Brasil

» Galaxy Note 8.0 – da Samsung, com tela de oito polegadas
Preço sugerido: R$ 1 mil – disponível no Brasil

» FonePad 7 – da Asus, com tela de sete polegadas
Preço sugerido: 250 euros – não disponível no Brasil

» FonePad – da Asus, com tela de sete plegadas
Preço sugerido: R$ 699 – disponível no Brasil

» HP 10 Tablet – da HP, com tela de 10 polegadas 
Sem preço sugerido e disponível apenas no mercado indiano

» Freepad F704 – da Freecel, com tela de sete polegadas
Preço sugerido: R$ 500 – disponível no Brasil

A valorização da imagem

Quem também acaba de anunciar um equipamento híbrido é a Samsung: o Galaxy K Zoom, um aparelho que mistura as funções e design de um smartphone com câmera fotográfica. Equipado com sistema Android 4.4.2 (também conhecido por KitKat), o K Zoom é o sucessor do bem aceito pelos consumidores S4 Zoom e vem com uma supercâmera de 20,7 megapixels com flash xenon, zoom óptico de 10x e estabilização OIS. Muito provavelmente, o novo modelo vai apresentar capturas de imagens de excelente qualidade, sendo no mínimo suficiente para competir com dois modelos já existentes no mercado que primam por seus recursos fotográficos: o Xperia Z2 (da Sony) e o Lumia 1020 (da Nokia).


Nem é necessário dizer que o K Zoom é um smartphone totalmente voltado para fotografias e, por isso mesmo, promete fazer aproximações de imagens com qualidade superior à dos seus concorrentes. E isso poderá ocorrer graças ao seu zoom óptico de 10x. Além disso, seu sensor BSI CMOS de 20,7MP terá condições de criar fotos mais nítidas e com melhor resultado em ambientes de pouca luminosidade. E mais: o Flash Xenon é capaz de oferecer iluminação melhor do que o LED. Para completar, o híbrido da Samsung vem com vários recursos de software que conseguem equilibrar a luminosidade das imagens, como filtros, e a possibilidade de separação dos modos Foco e Exposição Automática (AF/AE). E para quem curte selfie (uma espécie de autorretrato que já tomou conta da internet e das redes sociais, o smartphone conta ainda com um recurso específico para fazer autofotografias cronometradas.

O Galaxy K Zoom grava vídeos em Full HD (1.080p) e com estabilização óptica de imagens OIS, o que deixa as imagens menos tremidas. Sua tela é de 4,8 polegadas HD (720p) e o processador é de seis núcleos, sendo um quad-core de 1,3GHz e outro dual-core de 1,7GHz. Vem com 2GB de RAM e 8GB de armazenamento, com suporte microSD de até 64GB e com bateria de 2.430 mAh. Oferece conectividade Wi-Fi, Bluetooth, NFC, 3G e 4G (compatível com o padrão brasileiro). A Samsung fez o anúncio, mas ainda não definiu a data em que o equipamento chega ao Brasil (disse apenas que será em breve), nem seu preço.

FONTE: Estado de Minas.


Aplicativo WhatsApp passa a permitir mensagens de voz

whatsapp - Divulgação
Atualmente há 300 milhões de usuários ativos do WhatsApp, anunciou a empresa

SÃO PAULO – O WhatsApp lançou nesta quarta-feira (7) uma atualização para seu aplicativo de mensagens que inclui a função de gravar e enviar áudio. A novidade é valida para todos os sistemas de celular para os quais está disponível o app: Android, BlackBerry, iOS, Symbian e Windows Phone.

O “update” deve estar disponível ao longo do dia nas respectivas lojas virtuais de cada plataforma. Para alguns usuários, a atualização já havia sido liberada na terça-feira. “Sabemos que não há um substituto para ouvir o som da voz de um amigo ou a de um membro da família”, escreveu a empresa em seu blog.

O atalho para usar as mensagens fica na própria caixa de texto. Um ícone de microfone deve ser tocado para o início da gravação, que não tem limite de duração.

O arquivo de áudio recebido pelo interlocutor aparece da mesma maneira que uma mensagem de texto, com um botão de “play”.

Não há transmissão simultânea do áudio – ou seja, o aplicativo segue não servindo como um substituto para chamadas telefônicas ou serviços dedicados a voz sobre IP, como o Skype.

Quando o áudio enviado é reproduzido pelo outro lado da conversa, o autor da gravação poderá verificar isso por meio da cor do ícone do áudio, que fica azul.

Anteriormente, o serviço permitia o envio de áudio gravado, mas somente como um anexo de mídia. A novainterface facilita o acesso à gravação e identifica o autor da mensagem de voz com sua imagem de perfil.

A empresa divulgou um vídeo em que demonstra o funcionamento da ferramenta. Na página de ajuda, também há uma explicação mais detalhada, em português. Há 300 milhões de usuários ativos do WhatsApp, anunciou a empresa.

 

FONTE: Hoje Em Dia.



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