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6 mitos sobre as melhores maneiras de carregar o celularQuais recomendações são verdadeiras e quais não passam de mitos?

  • Quais recomendações são verdadeiras e quais não passam de mitos?

Todo dono de celular já ouviu recomendações como “não deixe seu aparelho carregando a noite inteira”, “não use seu telefone enquanto ele estiver carregando” ou “só carregue o celular quando acabar a bateria”.

Mas, nos últimos anos, as baterias dos celulares evoluíram consideravelmente e alguns truques já são obsoletos.

A maioria das baterias de smartphones, como os da Samsung ou da Apple, é de íon de lítio. Elas carregam mais rápido, pesam menos e têm uma vida útil mais longa.

Então, quais recomendações são verdadeiras e quais não passam de mitos?

A BBC Mundo, o serviço em espanhol da BBC, fez uma pesquisa para desmascarar algumas dessas lendas. Confira.

1) É melhor esperar a bateria acabar para recarregar o celular

Falso. Carregar o celular frequentemente não prejudica as baterias.

A Apple diz: “Recarregue a sua bateria de íon de lítio a qualquer hora. Não há necessidade de usar 100% dela antes de recarregá-la.”

Há quase um consenso entre especialistas em tecnologia que a carga ideal para uma bateria de íon de lítio varia entre 20% a 80% de sua capacidade. Segundo eles, mantê-la dentro desses parâmetros é ideal para aumentar a vida da bateria.

Em outras palavras: não é recomendável manter seu celular 100% carregado ou deixá-lo chegar a zero.

Os especialistas também sugerem desligar ou reiniciar o aparelho pelo menos uma vez por semana para maximizar o potencial da bateria.

2) É errado deixar o telefone recarregando durante a noite toda

Falso. Os smartphones de hoje são suficientemente inteligentes para saber quando a bateria é recarregada por completo e deve parar de carregar, enquanto o aparelho ainda estiver conectado à fonte de energia.

3) Carregadores “não oficiais” são ruins e podem danificar a bateria

Os carregadores originais, da mesma marca do celular, são os mais adequados para recarregar o telefone.

Mas muitas das vezes eles são caros e os usuários acabam recorrendo a alternativas.

Carregadores menos conhecidos e de marcas mais baratas também funcionam.

O problema, na verdade, está nos carregadores “piratas”, de fornecedores desconhecidos, que não foram projetados especificamente para o telefone que o usuário quer recarregar.

Alguns nem sequer carregam os dispositivos de maneira adequada ou demoram muito tempo para fazê-lo.

Portanto, a dica é sempre suspeitar de carregadores ilegítimos e extremamente baratos.

4) É errado usar o telefone enquanto ele estiver recarregando

Em geral, não há nenhum problema em usar o telefone enquanto ele estiver recarregando.

Histórias assustadores vêm alimentando esse mito: em julho de 2013, a chinesa Ma Ailun, de 23 anos, foi eletrocutada ao responder a uma ligação em seu iPhone 5 enquanto o telefone estava recarregando.

Casos semelhantes foram amplamente divulgados pela imprensa internacional.

Na maioria dos incidentes, a culpa recaiu no uso de carregadores não originais e de má qualidade.

Se o usuário utiliza um carregador de qualidade, não deve ter nenhum problema de segurança.

A Apple recomenda “deixar o telefone recarregar por pelo menos 10 minutos antes de utilizá-lo”, quando a bateria de um iPhone está praticamente vazia e ao recarregá-lo aparece uma tela preta.

“Então você pode usar o telefone enquanto ele ainda estiver recarregando”, diz a empresa.

Por outro lado, usá-lo enquanto estiver recarregando não tem nenhum efeito negativo sobre o processo.

Pense que mesmo quando você não está ativamente usando o telefone durante o carregamento, o aparelho está trabalhando: ele pode estar conectado a uma rede sem fio e receber informações.

5) O telefone carrega mais rápido no modo avião?

Sim, mas a diferença é pequena. Se você colocar um celular para carregar no modo avião o processo será um pouco mais rápido do que o normal.

Isso porque o modo avião desativa as opções de acesso à rede 3G e ao Wi-Fi, e assim o telefone utiliza menos bateria durante o carregamento.

A desvantagem desse truque é que, enquanto o aparelho estiver no modo avião, não pode receber ligações ou acessar a internet.

A reportagem da BBC Mundo colocou o mito à prova e comprovou que carregar 10% do celular com o modo avião ativado é 1 minuto mais rápido do que pelo método tradicional.

6) Recarregar o celular no computador é mais demorado?

A velocidade com que um celular é carregado depende da potência elétrica dos acessórios usados nesse processo.

No caso da Apple e dos iPhones, por exemplo, essa potência varia de acordo com as especificações técnicas dos cabos e carregadores.

A energia elétrica ou potência define a velocidade à qual a energia é transferida, de modo que a potência mais, antes de recarregar a bateria.

A potência elétrica define a velocidade que a energia é transferida. Dessa forma, quanto maior for a potência, mais rápido a bateria será carregada.

Por exemplo, um carregador de iPhone tem 5 watts de potência enquanto que um cabo de USB ligado ao computador tem 2,5.

Nesse caso, usar o carregador é mais rápido.

FONTE: UOL.


 

Empresa cria bateria de smartphone que pode ser carregada em 30 segundos

Em vídeo divulgado, companhia israelense demonstra o produto que já é chamado de bateria da próxima geração

 
Reprodução/Youtube

Usando a nanotecnologia para sintetizar moléculas artificiais, a empresa israelense Tel Aviv StoreDot afirma ter criado uma bateria que pode revolucionar o uso dos eletrônicos. Chamadas de “next-generation batteries”, ou baterias da nova geração, a invenção promete que um smartphone carregado em apenas 30 segundos pode funcionar durante um dia inteiro. O segredo estaria na velocidade com que a bateria absorve a potência e na sua capacidade de armazenamento

A empresa afirma que o produto será capaz de substituir as baterias de íons de lítio, que são usadas em larga escala nos smartphones e na maioria dos equipamentos eletrônicos. O produto ainda está sendo desenvolvido e a empresa acredita que ele estará disponível no mercado em 2016.

“São materiais nunca desenvolvidos antes”, disse Doron Myersdorf, fundador e presidente-executivo da StoreDot, cujos investidores incluem o bilionário russo e dono do clube Chelsea Roman Abramovich. A empresa divulgou um vídeo demonstrando o processo de recarga da bateria. O protótipo ainda tem um tamanho inviável para o mercado, mas a companhia afirma que esse problema será solucionado antes da invenção chegar às lojas.

FONTE: Estado de Minas.

Aplicativo WhatsApp passa a permitir mensagens de voz

whatsapp - Divulgação
Atualmente há 300 milhões de usuários ativos do WhatsApp, anunciou a empresa

SÃO PAULO – O WhatsApp lançou nesta quarta-feira (7) uma atualização para seu aplicativo de mensagens que inclui a função de gravar e enviar áudio. A novidade é valida para todos os sistemas de celular para os quais está disponível o app: Android, BlackBerry, iOS, Symbian e Windows Phone.

O “update” deve estar disponível ao longo do dia nas respectivas lojas virtuais de cada plataforma. Para alguns usuários, a atualização já havia sido liberada na terça-feira. “Sabemos que não há um substituto para ouvir o som da voz de um amigo ou a de um membro da família”, escreveu a empresa em seu blog.

O atalho para usar as mensagens fica na própria caixa de texto. Um ícone de microfone deve ser tocado para o início da gravação, que não tem limite de duração.

O arquivo de áudio recebido pelo interlocutor aparece da mesma maneira que uma mensagem de texto, com um botão de “play”.

Não há transmissão simultânea do áudio – ou seja, o aplicativo segue não servindo como um substituto para chamadas telefônicas ou serviços dedicados a voz sobre IP, como o Skype.

Quando o áudio enviado é reproduzido pelo outro lado da conversa, o autor da gravação poderá verificar isso por meio da cor do ícone do áudio, que fica azul.

Anteriormente, o serviço permitia o envio de áudio gravado, mas somente como um anexo de mídia. A novainterface facilita o acesso à gravação e identifica o autor da mensagem de voz com sua imagem de perfil.

A empresa divulgou um vídeo em que demonstra o funcionamento da ferramenta. Na página de ajuda, também há uma explicação mais detalhada, em português. Há 300 milhões de usuários ativos do WhatsApp, anunciou a empresa.

 

FONTE: Hoje Em Dia.


À medida que aumentam os megapixels e novos recursos são introduzidos, o celular vai ocupando, cada vez mais, o espaço das antes tão úteis câmeras digitais compactas

 

Andar pela rua, ver um fato interessante e capturar na hora uma boa imagem era, alguns anos atrás, uma questão de sorte: estar no lugar certo, na hora certa e, principalmente, com uma câmera na mão. Hoje, obter isso está muito mais fácil, pois praticamente todo mundo carrega no bolso uma câmera fotográfica, e quase sempre de alta qualidade.

 
Elas estão nos celulares, oferecem alta resolução e ainda vêm cheias de aplicativos com várias opções de filtros e outros recursos que tornam os aparelhos uma opção melhor do que boa parte das câmeras compactas existentes no mercado. Alguns telefones móveis já trazem embutidas câmeras de 14MP de resolução, além de oferecer aplicativos que chegam a criar até fotos em 360 graus.

Mas até que ponto os celulares substituem as câmeras fotográficas? Para o escritor, fotógrafo e especialista em tecnologia José Antônio Ramalho, autor da coluna Atalho, do Informatic@,os smartphones topo de linha produzidos atualmente são melhores equipamentos fotográficos do que a maioria das câmeras amadoras de cinco anos atrás. Mas o fato é que, ainda por um bom tempo, os dois modos de capturar imagens vão caminhar juntos, cada um com sua função, seus efeitos e sua mobilidade. Haverá espaço para a câmera profissional com suas poderosas lentes, para as câmeras compactas com seus zooms e para os smartphones com seus filtros e sua praticidade. “Todos os equipamentos vão continuar tendo sua importância de acordo com a necessidade. Mas os celulares vão conquistar ainda mais o espaço ocupado pelos outros equipamentos”, afirma Joe Takata, gerente de Produtos da Sony Mobile Brasil.

Nesta edição, você vai conhecer ainda alguns truques para tirar o melhor do filtro Instagram, consolidado como o principal aplicativo de fotos para celular e conhecer aplicativos que são alternativa para o campeão. Há um verdadeiro mar de clones e, garimpando, dá para encontrar opções interessantes para conseguir fotos melhores no celular, além dos softwares que podem ser usados para complementar o serviço, como manipulações diferentes de câmera ou ferramentas de edição, que não estão disponíveis diretamente pelo Instagram.

As melhores imagens

Sabendo tirar o melhor partido de seus recursos, smartphones subtituem até com vantagens as câmeras amadoras. Experts dão dicas para arrasar nos cliques por aí

Para o fotógrafo Bob Wolfenson, a melhor dica para tirar boas fotos com um telefone é usar o recurso o máximo possível, experimentando sempre e sem medo de errar (Motorola/Divulgação)  
Para o fotógrafo Bob Wolfenson, a melhor dica para tirar boas fotos com um telefone é usar o recurso o máximo possível, experimentando sempre e sem medo de errar

O premiado fotógrafo paulista Bob Wolfenson, autor de exposições de fotos capturadas com telefones móveis, diz que os celulares substituem muito bem as tradicionais câmeras pequenas geralmente usadas em viagens. “O nível de qualidade das imagens alcançado por esses aparelhos é impressionante. Comparar as antigas câmeras de filmes com as atuais dos celulares chega a ser engraçado”, brinca o fotógrafo.

Tempos atrás, quando viajava, Wolfenson levava um equipamento para fazer imagens mais pretensiosas e uma câmera portátil para capturar cenas de momentos que interessassem. “Hoje nem me lembro mais que tenho uma câmera assim. Meu celular a substituiu completamente. E ele ainda nos garante a possibilidade real de verdadeiros furos jornalísticos”, afirma, ressaltando, entretanto, que os celulares estão ainda muito distantes de uma comparação com as câmeras profissionais.

Junto com a Motorola, que havia lançado dois modelos de celulares com bom enfoque para imagens, Bob Wolfenson fez recentemente uma exposição em São Paulo. O foco foi o cotidiano. Entre centenas de fotos feitas em cinco dias, ele selecionou 24, uma para cada hora. “Tentei sintetizar o que ocorre num dia, buscando capturar a melhor imagem que representasse o horário em que ela foi feita. O celular se mostrou bem prático: por ser tão portátil, me propiciou fazer fotos de momentos em que a rapidez era necessária, como de dentro do carro e em movimento. Levantar e poder fazer despretensiosamente uma foto do café da manhã, sem precisar preparar uma câmera, foi tudo de bom.”

USE, USE, USE
 A melhor dica de Bob Wolfenson para fazer boas fotos com um celular é simples: “Use bastante, até mesmo como um caderno de notas, pois é assim que você vai entender melhor o aparelho e seus recursos. Faça fotos sem a intenção de ficar postando na internet, mas como uma forma de se exercitar. Se você pretende seguir rumos mais profissionais, as fotos feitas com celular são bom aprendizado.”

O fotógrafo revela que não usa nada além dos recursos próprios da câmera. Filtros, como os do Instagram, devem ser usados posteriormente, se a situação pedir algo diferente. E procure fazer fotos com o celular em situações que haja bastante luz. “Imagens capturadas contra a luz terão qualidade questionável. Por outro lado, fotos feitas assim podem apresentar resultados bem bonitos. Às vezes vale a pena perder em qualidade e ganhar em criatividade”, ensina.

AS MANHAS DO INSTAGRAM

O repórter fotográfico do EM Alexandre Guzanshe (@guzanshe) é viciado em Instagram. Ninguém melhor, portanto, para dar algumas dicas a quem pretende fazer fotos mais bonitas e criativas usando o aplicativo: 

1) Com certeza, para fazer fotografias bonitas usando um celular, escolher um aparelho que ofereça alta resolução e melhor definição é o início de tudo
2) Procure fotografar em lugares e ambientes que tenham mais luz
3) Arrisque enquadramentos e cortes diferentes. Lembre-se que o formato do Instagram é quadrado
4) Fotografe com um aplicativo específico para fotos (existem opções gratuitas e pagas) e só depois importe a imagem para o Instagram
5) Use e abuse dos filtros. Aplique uns em cima de outros. Teste o foco seletivo
6) Siga alguns fotógrafos no Instagram e veja seus trabalhos. Aprender também é ver
7) E lembre-se de que quem fotografa é o seu olhar e não a câmera

VITRINE

HTC One
» Tela: 4,7 polegadas
» Processador: Qualcomm Snapdragon 600
» Sistema operacional: Android 4.1 (Jelly Bean)
» Câmera: 8MP
» Armazenamento: de 32GB a 64GB

Samsung Galaxy S4
» Tela: 5 polegadas
» Processador: Qualcomm Snapdragon 800
» Sistema operacional: Android 4.2.2 (Jelly Bean)
» Câmera: 13MP
» Armazenamento: de 16GB a 64GB

iPhone 5
» Tela: 4 polegadas
» Processador: A6 Dual-core
» Sistema operacional: iOS 5
» Câmera: 8MP
» Armazenamento: de 16GB a 64GB

Nokia Lumia 920
» Tela: 4,5 polegadas
» Processador: Qualcomm Snapdragon S4
» Sistema operacional: Windows Phone 8
» Câmera: 8,7MP
» Armazenamento: 32GB

Sony Xperia SP
» Tela: 4,6 polegadas
» Processador: Qualcomm Snapdragon Dual-core
» Sistema operacional: Android 4.1 (Jelly Bean)
» Câmera: 8MP
» Armazenamento: 8GB

Olhares do mundo

Na esteira do Instagram, principal aplicativo de fotos para celular, surgem opções que vão de programas de edição a compartilhamento, como o de imagens em tempo real de cidades

O quarteto responsável pelo Pictastik: aplicativo já é sucesso no sistema iOs e deve chegar também para Android  (Bruno Peres/CB/D.A Press)  
O quarteto responsável pelo Pictastik: aplicativo já é sucesso no sistema iOs e deve chegar também para Android

Uma pesquisa pela palavra “Instagram” na App Store do iOS retorna 460 aplicativos, além do original. Não são poucos os programas que tentam pegar carona no sucesso de Mike Krieger e Kevin Systrom. Entre o mar de clones, há várias opções interessantes para conseguir fotos melhores no celular, além dos softwares que podem ser usados para complementar o serviço, como manipulações diferentes de câmera ou ferramentas de edição, que não estão disponíveis diretamente pelo Instagram. Outros tentam apresentar a ideia geral de tirar e compartilhar fotos de maneira criativa.

Um dos programas que pegaram a fórmula do Instagram e a transformaram em um produto inovador foi criado em Brasília (DF). É o Pictastik, desenvolvido por um grupo de amigos da cidade e lançado na App Store do iOS no mês passado. O software segue o padrão: filtros, usuários, compartilhamento… Mas com um diferencial: você tem que tirar a foto na hora – não dá para escolher alguma que está no arquivo do celular. A restrição faz do aplicativo um feed em tempo real de imagens de várias cidades do planeta.

A ideia surgiu no início do ano passado, quando, em uma conversa, os irmãos Pedro Henrique e Daniel Marques se perguntaram: o que estaria acontecendo em um determinado lugar do mundo? “Não achávamos um lugar que mostrasse essas imagens em tempo real. Eu posso procurar uma hashtag de uma cidade no Instagram, mas, como o programa permite imagens de arquivo, não tenho como saber se a foto foi tirada naquele momento”, conta Pedro.

Nascia aí o projeto de criar um aplicativo com essa funcionalidade. No início, Pedro contratou uma empresa indiana para escrever o código. “Seis meses depois, o desenvolvimento não ia muito bem, mas já tinha um produto que poderia mostrar para possíveis sócios”, diz Pedro. Aí, ele entrou em contato com Alex, um colega do ensino médio, que o indicou para outro desenvolvedor, Paulo, fechando o quarteto que, hoje, está à frente do aplicativo.

Nas duas primeiras semanas na App Store, o Pictastik teve cerca de 4,5 mil downloads – 80% deles do Brasil. As imagens são separadas por cidade e também por categorias: restaurantes, hotéis, baladas, shows, paisagens, shoppings, monumentos turísticos e por aí vai. O local é registrado pelo GPS do celular e as fotografias são sempre exibidas de acordo com a data de publicação, respeitando o horário local. Se, por exemplo, você olhar São Paulo durante a parte da manhã, poderá encontrar muitas fotos de café da manhã ou caminho para o trabalho, enquanto o feed de Sydney deve mostrar a vida noturna do local.

Para futuras atualizações, a intenção do grupo é refinar a ideia de imagens em tempo real com um toque de guia turístico, permitindo que os usuários classifiquem os locais que visitam. “Queremos colocar elementos de descoberta social e recomendação, de observar o mundo através dos olhos de outras pessoas”, explica Pedro Henrique. Tudo está em inglês – a ideia é ser um aplicativo de alcance global. Entretanto, versões em português e espanhol estão planejadas para os próximos meses e, mais para a frente, uma adaptação do app para Android.

Pictastik
» Preço: gratuito
» Plataforma: iOS
» O que faz: o aplicativo organiza as fotos tiradas pelos usuários por cidades e países. Além disso, há categorias, como “lugares famosos para beber”, o que facilita a busca de quem utiliza o app.

Super Camera
» Preço: gratuito
» Plataforma: Windows Phone
» O que faz: o aplicativo exclusivo para a plataforma da Microsoft traz efeitos, filtros, leiautes e bordas para as fotos. Há a possibilidade de compartilhar com as principais redes sociais.

Flickr
» Preço: gratuito (todas as plataformas)
» Plataforma: iOS, Android e Windows Phone
» O que faz: além da possibilidade de enviar as fotos direto para o Flickr, o usuário pode personalizar as imagens com novos filtros, recursos de edição e geotags.

Shot Control
» Preço: US$ 2,99
» Plataforma: Android
» O que faz: o programa permite controlar as funções da câmera, desde o flash até o balanço do branco. Oferece a opção Instant Upload, o que faz com que as fotos sejam enviadas direto para o Google+.

Camera Plus
» Preço: gratuito
» Plataforma: iOS
» O que faz: o software traz funções interessantes para fotógrafos profissionais e amadores, como estabilizador de imagem, compartilhamento nas principais redes sociais e recorte de determinados elementos.

Sense the Color
» Preço: gratuito
» Plataforma: Windows Phone
» O que faz: é um aplicativo de edição de fotos para a plataforma da Microsoft. Com ele, é possível cortar, alterar cores e aplicar alguns efeitos.

Vignette
» Preço: R$ 5,30
» Plataforma: Android
» O que faz: usa mais de 70 filtros personalizáveis e 50 molduras em qualquer combinação para criar muitos efeitos de fotos. Tem ainda inúmeras funções, como zoom digital.

Diptic
» Preço: US$ 0,99 (iOS) e R$ 2,04 (Android)
» Plataforma: iOS e Android
» O que faz: o aplicativo oferece 56 leiautes para que o usuário combine as várias fotos. É possível ainda ajustar brilho, saturação e cor das imagens e exportá-las para o Instagram.

TurnMe Panorama
» Preço: gratuito (todas as plataformas)
» Plataforma: Android e Windows Phone
» O que faz: tira fotos panorâmicas. Ele utiliza o compasso, o giroscópio e o acelerômetro do telefone para que as imagens ganhem profundidade.

Picture Effect Magic
» Preço: gratuito
» Plataforma: iOS
» O que faz: com uma grande quantidade de efeitos, como sépia, preto e branco, espelho, arco-íris, história em quadrinhos, o aplicativo garante diversão durante horas.

Photo Editor
» Preço: gratuito (todas as plataformas)
» Plataforma: iOS e Android
» O que faz: o programa, além dos ajustes básicos, permite  clarear dentes, remover
espinhas, passar blush, batom e adicionar perucas.

Photo Funia
» Preço: gratuito
» Plataforma: Android
» O que faz: você tira a foto do amigo e a insere em várias situações, com vários filtros. A foto pode ir parar num outdoor em Times Square, por exemplo, ou estampar um cartaz de “Procurado”.

Photo Crop
» Preço: gratuito
» Plataforma: Android
» O que faz: para recortar as pessoas indesejadas ou mesmo para focar em um detalhe, o aplicativo oferece uma ferramenta precisa e garante que não há perda na qualidade da imagem.

PhotoShop Express
» Preço: gratuito (todas as plataformas)
» Plataforma: iOS e Android
» O que faz: a versão para smartphone do programa da Adobe traz as funções básicas, como clareamento, correção de olho vermelho e redução de ruídos.

Hair MakeOver
» Preço: US$ 1,99
» Plataforma: iOS
» O que faz: quer cortar o cabelo, mas acha que não vai ficar bom? O aplicativo reúne uma série de looks para você experimentar antes de ir ao cabeleireiro. Serve ainda para fazer graça com fotos de amigos.

FONTE: Estado de Minas.


Eles ficaram mais rápidos e são multifuncionais mas baterias descarregam rápido. Saiba como fazer para economizar energia

Bateria

Gabriel Gontijo, de 21 anos, é publicitário e usa smartphone praticamente o dia todo para trabalhar e conversar com os amigos. “Comecei com um Blackberry e já achava que a bateria acabava rápido, mas com o iPhone 4S que uso agora, vi que pode ser bem pior”, conta. Para o publicitário, isso acontece devido à quantidade de aplicativos, música, internet, e claro, ligações que ele faz. Gabriel até experimentou um case que recarrega o smartphone sem a necessidade de tomada, mas não se adaptou ao produto. Quando a bateria começa a diminuir, o publicitário usa técnicas para diminuir a ansiedade de ficar sem o celular. “Quando a bateria está acabando e eu não tenho onde carregar, tiro o brilho da tela e não deixo a porcentagem de energia restante aparecer, que é para não sofrer por antecipação”, brinca. “Tenho carregadores em casa, no carro, na agência e durmo com ele carregando do meu lado”, conta.O fato é que fabricantes de smartphones, dispositivos cada vez mais potentes e capazes de executar uma enormidade de funções, não conseguiram ainda vencer o desafio de desenvolver baterias com maior durabilidade. Pelo contrário, elas duram menos que as dos celulares comuns, ainda que com vantagens sobre eles. “As baterias de hoje são de íon de lítio, e antes eram de lítio. Tínhamos que esperar o celular descarregar para fazer uma nova recarga e não viciar o aparelho. Hoje ela é uma bateria inteligente que possibilita carregar o celular a qualquer momento sem viciá-lo”, explica o professor do projeto Informática e Tecnologia da UFMG César Adriano Mendonça de Oliveira.

Ele explica que, por outro lado, quanto mais poderoso o processador, quanto mais núcleos ele tem, mais consome energia. O tamanho da tela também influencia no gasto. “A bateria de um tablet, por exemplo, quase não dura”, compara Oliveira. Mas há procedimentos que podem ser adotados para a bateria durar mais tempo. A primeira, ressalta o professor, é desligar as redes bluetooth, wi-fi e 3G quando não são utilizadas. Em locais fechados e bem iluminados, a dica é diminuir o brilho, o que reduz consideravelmente o consumo de energia. Veja abaixo dicas e aplicativos para economizar bateria (Marcella Brafman ).

MODO ECONOMIA
Desligue o wi-fi

Se o wi-fi está ligado sem necessidade, o aparelho gastará muita bateria listando todas as redes encontradas no local onde estiver. Isso é pior no trânsito, pois como o sinal das redes fica muito variável, o telefone tem que usar mais potência para transmitir os sinais de rádio. O mesmo vale para bluetooth, 3G e GPS. Desative as redes não utilizadas e torne a ligá-las apenas quando necessário.

Diminua o brilho
Deixar a tela com o mínimo de brilho não vai fazer muita diferença na hora de utilizar o aparelho em locais fechados. Em ambientes mais claros, vale procurar um meio-termo para iluminar a tela.

Encerre ou desinstale aplicativos não usados 
Se você não está mais usando um aplicativo, não há necessidade de ele permanecer ligado. Em Androids e IOS é possível encerrar qualquer um que esteja na ativa, ajudando a poupar bateria. Outra tática é deletar do sistema programas ociosos.

Sem notificações e sincronização automática
Facebook, Twitter, Gmail e Instagram são apenas alguns dos aplicativos que contam com função de notificação automática. Eles sempre baixam dados da web para o aparelho para avisar sobre novidade ou sincronizar informações, exigindo hardware e gastando mais energia. Desativar as notificações ou sincronização no menu de configuração do celular é a melhor maneira de economizar.

Ative o modo avião se não precisar de receber ou fazer chamadas
Muitas vezes é preciso trabalhar no telefone mas não são necessárias conexões externas. Ative o modo avião nesses momentos e a bateria durará mais.

Desligue o aparelho quando não puder usá-lo
Em cinemas, voos ou reuniões, deixe-o desligado. Caso cheguem ligações ou mensagens nesse período, será possível saber pelas mensagens de texto da operadora quando ligar o telefone novamente.

Evite os recursos de multimídia
Ouvir música, entrar no YouTube, jogar ou assistir a filmes estão na lista de ações que gastam muita bateria nos smartphones. Se não tem como carregar o telefone e a bateria já está no fim, evite gastá-la com esses recursos.

Bloqueie o aparelho
Parece óbvio, mas é importante bloquear o aparelho quando não estiver sendo usado. Mesmo com ele bloqueado, será possível receber chamadas e mensagens de texto, mas nada acontecerá quando houver um toque na tela. Você pode também configurar o intervalo de bloqueio automático para que o celular desligue mais rápido após um período de inatividade.

APLICATIVOS CAMARADAS
Depois de baixar aplicativos e jogos para o smartphone, uma boa dica é tomar mais cuidado com a duração da bateria do aparelho. Os usuários do Android podem contar com aplicativos que ajudam a prolongar a vida da bateria.

Juice Defender 
O aplicativo economiza o consumo da bateria controlando a APN (conexão de dados). Quando o dispositivo está no modo sleep, o aplicativo desativa todas as conexões de dados, não sincronizando e-mails, contatos e calendários. Aplicativo gratuito, em inglês.

Easy Battery Saver
Gerencia as conexões de rede (wi-fi e 3G), brilho da tela e tempo de hibernação do dispositivo para prolongar a vida da bateria. É possível personalizar ou acessar diretamente os modos General Saving, Saving e Super Power Saving. Aplicativo gratuito, em inglês.

Deep Sleep Battery Saver 
Permite ao usuário definir o horário que o aplicativo deverá desativar funções como wi-fi, bluetooth e 3G. Aplicativo gratuito, em inglês.

Advanced Task Killer 
Economiza a bateria do dispositivo ao fechar todos os programas que rodam em segundo plano. O usuário pode personalizar o aplicativo, selecionando quais deles podem ou não ser desativados. Aplicativo gratuito, em inglês.

FONTE: Estado de Minas.

 

Facebook
O grupo convidou a mídia para um evento no dia 4 de abril

SAN FRANCISCO – Facebook alimentou os boatos sobre o lançamento de seu smartphone ao convocar nesta sexta-feira (29) uma entrevista coletiva para a próxima semana.

O grupo convidou a mídia para um evento no dia 4 de abril, quando apresentará uma versão modificada do sistema Android – desenvolvido para o Google – que terá ‘funções mais adaptadas ao Facebook’, segundo o site TechCrunch.

O site 9to5Google afirma que o Facebook trabalha no sistema de seu smartphone, que seria fabricado pelaempresa HTC, de Taiwan.

Facebook afirmou durante muito tempo que não tem a intenção de fabricar seu próprio smartphone, mas sim abrir caminho para que a rede social opere aplicações em todo o mercado de telefones celulares.

Um estudo encomendado pelo Facebook e realizado pela consultoria IDC revela que os smartphones se tornaram “o melhor amigo” dos americanos, que ficam conectados da hora que acordam até o momento de dormir.


Usuários de dispositivos como smartphones e tablets cada vez mais usam os aparelhos para suas atividades diárias de manipulação de documentos. Muitas vezes, precisamos imprimir algum arquivo que está no dispositivo, como uma foto ou um documento qualquer, e ai o único recurso é enviá-lo por e-mail e fazer sua impressão a partir de um micro conectado a uma impressora.

imprimir

Isso já é coisa do passado. Com o serviço Google Cloud Print é possível imprimir diretamente do dispositivo numa impressora previamente configurada pelo usuário. Você pode estar de férias e imprimir uma foto que acabou de tirar a milhares de quilômetros da impressora, que está em sua casa ou escritório. Para usar esse recurso, você precisa ter uma conta no serviço Google Cloud Print e utilizar o navegador Google Chrome. Se você usar qualquer serviço do Google, como Gmail, YouTube ou outro qualquer, pode usar essa mesma conta. Aí, basta se registrar no serviço Cloud. Para tal, faça o seguinte: abra o navegador Chrome e clique no ícone do menu, no canto direito superior da tela. Selecione o item Configurações.

Na página que se abre, clique no link “Mostrar configurações avançadas” no final da página. Serão exibidas mais opções na tela. Procure pelo item Google Cloud Print. Clique no botão Adicionar Impressoras.

Se você não estiver logado no Google, será exibida uma tela para você fornecer seu nome de usuário e senha. Depois de informar, clique no botão Adicionar impressoras e em seguida Gerenciar impressoras.

Na tela que é exibida você tem que escolher se a impressora que será usada é tradicional, ou seja, conectada a um micro, ou uma impressora Wi-fi, que pode ser conectada diretamente à internet.

Nesse tutorial, vamos escolher impressora tradicional. Para isso, clique no botão Adicionar impressora tradicional. Na tela seguinte, o programa avisa para você clicar no botão adicionar impressoras para associar todas as impressoras conectadas ao computador atual ao serviço Cloud Print. Clicando nesse botão, uma mensagem aparece dizendo que você está pronto para começar. Clique no link Gerenciar impressoras e você verá uma lista das impressoras conectadas. Isso encerra a configuração no micro. Agora, pegue o seu dispositivo, celular ou tablet, e baixe o aplicativo Cloud Print. Para tal, entre na loja de aplicativos e busque “Cloud Print”. Depois de instalado, execute-o e siga as instruções para selecionar a conta do Google que você usou para configurar o serviço. Na sequência, você deve escolher a impressora padrão. A etapa final imprime uma página de teste. Pronto, a partir de agora, quando quiser imprimir qualquer arquivo que esteja no telefone, basta acessar o aplicativo, escolher o tipo de arquivo e pressionar o botão imprimir.

FONTE: Estado de Minas.



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