Antequam noveris, a laudando et vituperando abstine. Tutum silentium praemium.

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Vereadores nomeiam suspeitos de crimes como assessores na Câmara de Belo Horizonte

preso

Vereadores da Câmara Municipal de Belo Horizonte nomearam, nessa quinta-feira (12), como assessores parlamentares de gabinete, dois homens que são investigados e suspeitos de ter cometido crimes graves. Apesar de ambos terem sido presos em flagrante, nenhum deles foi condenado, o que possibilitou a nomeação a um cargo comissionado na Casa.
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Nomeado como assessor no gabinete de Bim da Ambulância (PSDB), A. P. M. foi preso no ano passado por envolvimento em crime de receptação. Ele é suspeito de estar ligado a um esquema de roubo de veículos que atua na região metropolitana e na capital. Em 2007, ele já havia sido preso por supostamente ter ameaçado um ladrão de carros. A vítima, na época, afirmou à Polícia Militar que “trabalhava” para A. P. M. roubando veículos e que fora ameaçado por estar tendo um caso com a esposa do homem.
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Em contato com o Aparte, o vereador Bim da Ambulância disse desconhecer o histórico do novo assessor e garantiu que iria desfazer a nomeação. “Não sabia mesmo, estou até assustado com essa informação. Vamos tomar providências agora mesmo e desfazer a nomeação”, argumentou o tucano. Ainda nessa quinta-feira (12), o parlamentar enviou à coluna o pedido de exoneração de A.P.M. O suspeito trabalhou na campanha de reeleição de Bim.
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Quem também abrigou um suspeito em seu gabinete foi o vereador Eduardo da Ambulância (PTN), que assume seu primeiro mandato na Casa. O novato nomeou D. G. M., que, em 2015, foi preso em flagrante pelo crime de estelionato. Segundo relatório da Polícia Civil na época, o homem tentava aplicar um golpe em duas pessoas dentro do Departamento de Trânsito de Minas Gerais (Detran-MG), em Belo Horizonte.
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D. G. M. cobrava das vítimas valores entre R$ 1.500 e R$ 2.100 para “facilitar a realização de exames médicos e de legislação” durante a renovação da carteira de motorista. Na ocasião, ele acabou sendo reconhecido por funcionários do Detran, que já sabiam de outros golpes dados pelo homem. A coluna tentou contato com o vereador Eduardo da Ambulância, mas nenhuma ligação foi atendida. A assessoria de imprensa do parlamentar também foi acionada, mas, até o fechamento desta edição, não havia tido resposta.
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Os dois suspeitos foram nomeados para os cargos de assessores parlamentares, que têm vencimentos entre R$ 3.000 e R$ 8.000. Para este tipo de cargo comissionado, o servidor também não é obrigado a registrar presença na Casa.

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FONTE: O Tempo.


Suspeito de matar estudante de direito em Belo Horizonte é preso

Ele teria sido morto após oferecer serviços de advocacia para um preso.
Crime aconteceu em novembro do ano passado, na Região Leste da capital.

Prisão

Um rapaz, de 19 anos, está preso por suspeita de matar um estudante de direito, de 42 anos, em Belo Horizonte. O jovem foi apresentado nesta quinta-feira (19) pela Polícia Civil. O crime aconteceu no dia 29 de novembro do ano passado, na Avenida Silviano Brandão, no bairro Horto, na Região Leste da capital.

Segundo a polícia, o estudante de direito foi morto após oferecer serviços de advocacia para um preso. De acordo com a delegada responsável pelo caso, a vítima ficava em delegacias e se apresentava aos detidos como advogado.

Três dias antes de ser assassinado, o homem abordou a família de um dos comparsas do homem apresentado nesta quinta. Para liberar o preso, ele teria cobrado o valor de R$ 5 mil Segundo a polícia, parentes chegaram a pagar R$ 1,3 mil antecipados, mas, depois, o estudante não fez qualquer contato.

No dia do crime, o suspeito do assassinato, com ajuda de um adolescente de 17 anos, ligou marcando um encontro com a vítima e prometeu quitar o restante do valor acordado anteriormente para liberação do comparsa. O estudante foi até o local indicado em companhia do cunhado, mas foi embora sem receber o dinheiro. Depois de ser seguido por alguns quilômetros, ele foi atingido por diversos disparos.

FONTE: G1.


Suspeito de tentar matar policial civil é preso com arma israelense em Pedro Leopoldo

PM

Homem de 32 anos, que já tem passagens por tráfico de drogas e porte ilegal de arma, foi detido depois de bater o carro enquanto tentava fugir da polícia

A Polícia Milita (PM) prendeu na madrugada deste sábado um homem de 32 anos que fugiu de uma abordagem em Pedro Leopoldo, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Com ele foi apreendidas um arma de fabricação israelense e drogas. Ainda segundo a PM, ele é suspeito de uma tentativa de homicídio contra um policial civil.
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Os militares patrulhavam o Bairro São Geraldo, por volta das 6h, quando encontraram com o suspeito na direção de um Fox vermelho, com placa de Belo Horizonte. Havia um passageiro no veículo. Ao tentarem abordar os ocupantes do carro, o motorista fugiu em alta velocidade e a polícia o seguiu.

A perseguição só terminou quando ele perdeu o controle da direção e bateu em um carro estacionado. Ele e o passageiro saíram correndo, mas apenas o comparsa conseguiu escapar. O homem detido foi identificado pela polícia como Wagner Júnior Gomes. “Ele foi alcançado, tirou uma arma da cintura e jogou na rua. Era uma pistola 9 milímetros de fabricação israelense, carregada com 12 munições”, explica o sargento Moisés da Silva, da 11ª Companhia Independe de Pedro Leopoldo.

Dentro do carro foram encontrados 12 pinos de cocaína e R$ 390 em dinheiro. Conforme o sargento, enquanto falavam com Wagner, os policiais descobriram que ele tem um mandado de prisão em aberto por ter tentando matar um policial civil. O homem contou que o crime aconteceu em meados de setembro de 2014 em um sítio de Vespasiano, onde eles brigaram. “Ele alega ser só suspeito, que não foi nada confirmado contra ele”.

Ainda de acordo com o sargento Silva, questionado, Wagner disse ter comprado a arma por R$ 7 mil na Praça Sete, no Centro de Belo Horizonte. O suspeito já tem passagens por porte ilegal de arma e tráfico de drogas. Como feriu um dos braços ao tentar fugir da polícia pulando um muro, ele será levado para o pronto atendimento da cidade e, em seguida, para a Delegacia de Plantão de Vespasiano.

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FONTE: Estado de Minas.


CNJ impede juiz de julgar caso que tenha parente como advogado

Decisão abrange proibição a parentes que atuam sem assinar processo.
Medida foi pedida pela OAB para dar igualdade aos defensores na Justiça.

Juiz

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ), órgão de controle do Judiciário, aprovou nesta terça-feira (3) uma resolução que impede juízes de atuarem em casos cujos advogados sejam parentes, cônjuge ou companheiro. Embora já prevista em lei, a proibição até agora não abrangia os profissionais que atuam de forma “oculta” nos processos, isto é, advogados que colaboram no caso, mas não assinam as peças justamente para evitar o afastamento do juiz.

Conforme o texto da nova norma, “o impedimento se configura não só quando o advogado está constituído nos autos, mas também quando integra ou exerce suas atividades no mesmo escritório de advocacia do respectivo patrono, como sócio, associado, colaborador ou empregado, ou mantenha vínculo profissional, ainda que esporadicamente, com a pessoa física ou jurídica prestadora de serviços advocatícios”.

A medida foi pedida pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) em 18 de novembro do ano passado. A Ordem argumentou que a advocacia exercida por parentes de juízes do caso feria a isonomia em relação a outros defensores. A proposta para estender a proibição a advogados “ocultos” foi aceita no mesmo dia pelo CNJ, mas faltava formular a redação final da resolução, o que ocorreu só nesta terça.

Durante a sessão, no entanto, os conselheiros se dividiram entre três propostas. Uma delas foi redigida pela corregedora-nacional de Justiça, Nancy Andrighi, e acabou retirada da votação final. A outra, do conselheiro Saulo Bahia, foi derrotada com minoria dos votos. A terceira, da conselheira Maria Cristina Peduzzi, foi aprovada pela maioria dos integrantes.

As propostas de Andrighi e Bahia eram mais abrangentes. A primeira, por exemplo, ia além do parentesco, para proibir juízes de atuar em casos cujos advogados ocultos se enquadrassem em diversas outras situações que comprometessem a imparcialidade do juiz, como o de ser “amigo íntimo ou inimigo capital”, devedor ou credor, herdeiro, entre outros casos.

Durante a sessão, chegou-se a discutir se haveria também impedimento para juiz em casos em que os advogados tivessem clientes que fossem parentes do magistrado.

Mesmo com o texto mais enxuto aprovado, o presidente do CNJ, ministro Ricardo Lewandowski, considerou que houve grande avanço para dar mais moralidade a atuação dos juízes. “Avançamos bastante no sentido da moralização, de prestigiar o princípio da moralidade administrativa”, afirmou após ao proclamar a aprovação da norma.

Após a aprovação, Peduzzi destacou que a nova norma vale para todo tipo de caso em que decide. “Essa resolução alcança o processo civil, o processo penal e o administrativo. Esse impedimento alcança na função jurisdicional e administrativo”.

Andrighi, por sua vez, saudou a iniciativa da OAB. “O CNJ dá um passo significativo, juntamente com a OAB, relembrando os limites éticos que todo juiz deve ter quando conduz um processo, afastando-se dos processos quando houver qualquer tipo de parentesco”.

FONTE: G1.


A escolha de Aldemir Bendine para a presidência da Petrobras pegou petistas de surpresa.
Ele ocupava a presidência do Banco do Brasil desde 2009.

Merda

Reunidos para encontro do Diretório Nacional, que antecede festa dos 35 anos do PT, em Belo Horizonte, dirigentes diziam mais cedo que esperavam a nomeação de Luciano Coutinho (BNDES) para a vaga de Graça Foster.

“Por essa eu não esperava. Surpresa”, disse Marcelo Sereno, ex-assessor de José Dirceu e candidato a deputado federal em 2014.

Nos bastidores, petistas avaliam que a indicação de Bendine pode “reascender” o “tiroteio” contra ele.
“Não tem perfil para gerenciar uma crise dessa dimensão. Ficou desestabilizado só com as porrada que tomou no banco”, avaliou, reservadamente, um dirigente da alta cúpula do PT, referindo-se às denúncias de corrupção da estatal.

A indicação não agradou ao mercado; as ações da Petrobras desabaram mais de 6% após a indicação do novo presidente. O Banco do Brasil foi acusado de driblar a regra do banco para conceder um empréstimo a uma amiga de Bendine, Val Marchiori.

COMENTÁRIOS (1)

Nestor<br />Martins<br />Amaral<br />Júnior
Nestor Martins Amaral Júnior
É aquela história: “quem não tem pão coça com garfo”… Que está cheirando à improvisação, isso está. E trazendo esse histórico de favorecimento a uma amiga, poderá favorecer também aos que o indicaram. Atolados que estão nesse mar de lama. 
Responder  2  0  5 horas atrás

FONTE: O Tempo.


Morre suspeito envolvido em tiroteio no Túnel da Lagoinha, em BH

Rapaz de 18 anos teria participado de assalto no bairro Floresta, diz PM.

Ele fugiu e houve troca de tiros com pessoas que estavam em um carro.

 

Morreu na manhã desta terça-feira (7) um dos suspeitos envolvidos em um tiroteio no Túnel da Lagoinha, em Belo Horizonte, na noite desta segunda-feira (6).

O rapaz de 18 anos teria participado de um assalto no bairro Floresta e fugiu para o local, junto com outro suspeito, segundo a Polícia Militar (PM). Ao chegarem ao túnel, os dois trocaram tiros com homens que estavam dentro de um carro.

Durante o tiroteio, o jovem foi baleado e socorrido para o Hospital Odilon Behrens, mas não resistiu aos ferimentos. O outro suspeito que estava com ele fugiu em uma motocicleta. A polícia não soube dizer quem eram os homens que estavam no carro.

Um motociclista de 50 anos, que passava pelo túnel, também foi atingido e encaminhado para o mesmo hospital. Nesta manhã, a unidade de saúde informou que o homem estava em estado grave.

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FONTE: G1.


INFELIZMENTE É NA FRANÇA…

Sarkozy é detido em investigação por suposto tráfico de influência

 

Polícia investiga se ex-presidente prometeu cargo em troca de informações.

Ele deve ficar detido por 24 horas para prestar esclarecimentos no caso.

 

Ex-presidente chega à Assembleia Nacional, em Paris, durante evento no último dia 25 de junho (Foto: Gonzalo Fuentes/Reuters)Ex-presidente chega à Assembleia Nacional, em Paris, durante evento no último dia 25 de junho

O ex-presidente da França, Nicolas Sarkozy, foi intimado para um interrogatório nesta terça-feira (1º) e colocado sob custódia da Polícia Judiciária de Nanterre, cidade próxima a Paris, pelas suspeitas de sua relação em um caso de tráfico de influências e violação do sigilo da investigação.

Segundo a imprensa francesa, os agentes o colocaram em regime de ‘garde à vue’ (prisão preventiva), uma medida inédita para um ex-presidente e durante a qual ficará detido pela Polícia Judiciária, com direito à assistência jurídica, o que permite que seja interrogado em até 48 horas.

Os investigadores tentam determinar se o ex-chefe de Estado e algumas pessoas de seu entorno criaram uma “rede” de informações que o deixava a par da evolução dos processos judiciais que o envolviam entre 2007 e 2012.

Sarkozy chegou à sede policial pouco depois das 8h locais (3h de Brasília) e um dia depois que foram interrogados seu advogado, Thierry Herzog, e dois juízes do alto escalão da Corte de Apelação francesa, Gilbert Azibert e Patrick Sassoust, que permanecem em regime de prisão preventiva.

Azibert, que é ligado ao advogado do ex-presidente, é suspeito de receber informações de conselheiros do Supremo Tribunal francês sobre os avanços na investigação do suposto financiamento ilegal da campanha que levou Sarkozy à Presidência.

De acordo com essa tese, o defensor de Sarkozy prometeu ao magistrado, em contrapartida, que o ex-presidente o ajudaria a conseguir um cargo na administração de Mônaco.

O caso investiga, entre outros assuntos, se Sarkozy recebeu financiamento ilegal para sua campanha presidencial por parte da multimilionária herdeira do grupo de cosméticos L’Oréal, Liliane Bettencourt, e do deposto ditador líbio Muammar Kadafi.

A investigação estava relacionada, originalmente, com as averiguações iniciadas em abril de 2013 para determinar se parte da campanha que levou Sarkozy à Presidência foi financiada pelo regime líbio.

Os grampos aos quais Sarkozy foi submetido posteriormente levaram à abertura, em fevereiro, de uma investigação judicial pelas acusações de “violação do sigilo da investigação” e de “tráfico de influências”.

FONTE: G1.



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