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Tarifas de ônibus em Belo Horizonte aumentam a partir desta segunda-feira

Reajuste também atinge os táxis-lotação e pode chegar a mais de 8%. Passagem mais cara aumentou R$0,25 e passa a custar R$3,10.

Na Grande BH, tarifas também sobem na próxima semana

 

Euler Junior/EM/D.A.Press

Usuários do transporte coletivo em Belo Horizonte devem se preparar para pagar mais caro pelo serviço ainda neste fim de ano. O preço das tarifas de ônibus e táxis-lotação sofrerão reajuste de até 8% a partir da zero hora desta segunda-feira, 29. Segundo portaria publicada pela BHTrans no Diário Oficial do Município (DOM), com a mudança, a passagem mais cara – que custava R$ 2,85 – passará para R$ 3,10, um acréscimo de R$0,25. 

Nos ônibus em que a tarifa custava R$2,05, os usuários terão de desembolsar R$0,15 a mais a partir desta segunda. No caso dos coletivos em que vigorava a tarifa de R$2,35, o preço passa para R$2,50. A justificativa para o aumento das tarifas, segundo a BHTrans, é a necessidade de cobrir custos operaçionais e de insumos, como o óleo diesel e o salário dos funcionários das empresas de transporte coletivo da capital. 

Quem utiliza os táxis-lotação que circulam pelas avenidas Afonso Pena e Contorno também sentirão no bolso o peso do reajuste. A passagem, que atualmente custa R$3,15 passará para R$3,40 a partir de segunda-feira. Segundo a portaria da BHTrans, a atualização do preço acompanha as alterações de valores dos ônibus, para “manter o equilíbrio operacional entre os dois serviços”.

Confira as novas tarifas dos ônibus em BH

Ônibus da Grande BH também têm reajuste

As tarifas dos ônibus que atendem 34 municípios da Região Metropolitana de Belo Horizonte terão reajuste de 12,78% a partir desta segunda-feira (29). Segundo a Secretaria de Estado de Transporte e Obras Públicas (Setop), serão afetados os preços das passagens de 745 linhas, que transportam uma média diária de 823 mil passageiros em toda a Grande BH. De acordo com o órgão, também haverá reajuste nas tarifas de táxis metropolitanos, que ficarão 8,21% mais caras.

Segundo comunicado divulgado pela Setop, a atualização dos preços das passagens dos coletivos metropolitanos leva em conta o aumento dos custos no período de novembro de 2013 a outubro de 2014. Entre os fatores que pesaram no reajuste, estão gastos com combustível, custo com pessoal e com a manutenção da frota de veículos.

Do total do reajuste, a secretaria informa que 1,92% corresponde à modernização da frota, que passou a contar com 116 novos ônibus articulados e outros 145 do tipo padron. Outros 2,21% foram acrescidos em função da operação dos Terminais Metropolitanos de Morro Alto, Vilarinho, São Gabriel, Sarzedo e Ibirité; das estações de São Benedito e Justinópolis, das 28 estações de transferência na Av. Antônio Carlos, Av. Cristiano Machado e Av. Pedro I, de duas estações na Av. Paraná e na Av. Santos Dumont, das 7 estações na MG10, 4 na Av. Brasília e 2 na Av. Civilização, uma na Av. Pedro I (Risoleta Neves) e uma na Praça Aarão Reis.

Os ônibus vão circular com cartazes para informar aos passageiros os novos valores das tarifas. Para informações e reclamações os usuários podem utilizar o telefone 155 opção 6 ou o email do DER/MG: atendimento@der.mg.gov.br.

Táxis especiais

Os usuários dos táxis metropolitanos também devem se preparar para pagar mais caro pelas viagens em toda a Grande BH. O custo quilométrico I, passa de R$2,63 para R$2,85 e a bandeirada passa de R$4,78 para R$5,17.

A cobrança do custo quilométrico rodado II será de R$3,42 e será permitida somente em corridas aferidas pelo taxímetro, no horário noturno, no período compreendido de 22 às 6 horas, de segunda a sexta feira. Aos domingos e feriados e aos sábados o início do período é antecipado para às 14 horas. Não poderá haver cobrança de taxa de retorno, de volumes transportados e de transporte por carrinho de supermercado.

Confira o preço de alguns serviços

Preço Mínimo: R$2,60 (16 linhas com esta tarifa)
Preço Médio: R$3,95. (tarifa preponderante do sistema, 30 % das linhas em operação).
No total, o sistema metropolitano possui 57 grupos tarifários.

Algumas linhas metropolitanas:

Igarapé – Nossa Senhora da Paz, Capim Branco – Matozinhos, Ribeirão das Neves – Estação Vilarinho – R$2,60;
Linhas troncais do MOVE Metropolitano (Terminal São Gabriel e Vilarinho e Estações de Justinópolis e São Benedito) – R$ 3,95;
Integração Metrô Ônibus – são oito valores que variam de R$ 3,70 a R$ 5,10;
Aeroporto Internacional Tancredo Neves (Confins) / BH – Centro – R$ 23,70;
Aeroporto Internacional Tancredo Neves (Confins) / Betim – R$ 36,05;
Aeroporto Internacional Tancredo Neves (Confins) / Contagem – R$ 35,00.

FONTE: Estado de Minas.


Tarifas dos ônibus metropolitanos da Grande BH serão reajustadas

Novos valores entram em vigor na segunda-feira (29).
O aumento médio da tarifa é de 12,78%.

As passagens dos ônibus e táxis metropolitanos da Região Metropolitana de Belo Horizonte serão reajustadas a partir de segunda-feira (29). Segundo a Secretaria de Estado de Transportes e Obras Públicas (Setop), as tarifas terão aumento médio de 12,78% para os ônibus e as dos táxis, de 8,21%.

aumento

De acordo com a Setop, o reajuste corresponde ao aumento dos custos, de novembro de 2013 a outubro de 2014, como combustível, manutenção e modernização da frota e folha de pagamento.

O início da operação do Move Metropolitano, que é o BRT nas 34 cidades da Grande BH, também influenciou no aumento da tarifa. A Setop explica que 116 ônibus articulados foram comprados, além de 145 novos veículos, além da operação dos terminais do sistema Move.

Com o reajuste, a tarifa preponderante (que corresponde a 30% das linhas), passa de R$ 3,50 para R$ 3,95. A menor tarifa, que hoje é de R$ 2,30, vai para R$ 2,60. A de R$ 3,30 vai a R$ 3,50. A passagem mais cara, que corresponde à linha Aeroporto de Confins – Betim, passa de R$ 31,95 a R$ 36,05. Ao todo, são 57 grupos tarifários. Para saber o valor de cada linha, o usuário deve ligar para 155.

Táxis metropolitanos
Para os táxis especiais metropolitanos, o custo do quilômetro I passa de R$ 2,63 para R$ 2,85, e a bandeirada vai de R$ 4,78 para R$ 5,17. Na bandeira II, o custo do quilômetro será de 3,42.

FONTE: G1.


 

BRT/MOVE
Um lado livre e outro sufocado
Proibição de circulação de ônibus convencionais e táxis em faixa exclusiva na Avenida Antônio Carlos provoca reclamações de motoristas, transtornos e congestionamento

 

 

Novas linhas começam a operar hoje na Antônio Carlos, mas desde ontem os ônibus comuns estão proibidos no corredor exclusivo




Motoristas e passageiros do transporte coletivo que passaram ontem pela Avenida Antônio Carlos começaram a perceber o que adiantou na terça-feira o presidente da BHTrans, Ramon Victor Cesar: “a passagem no purgatório para chegar ao paraíso”. No primeiro dia de fechamento do corredor exclusivo, que ontem recebeu os últimos ajustes para a entrada em operação do Move hoje, táxis e ônibus comuns circularam entre os carros particulares nas faixas mistas, com atraso nas viagens. E assim deve permanecer nas próximas três semanas, na avaliação do próprio dirigente da BHTrans. Houve também muitas reclamações, devido à falta de informações sobre os novos pontos de ônibus, já que muitas linhas que ainda rodavam pela busway voltaram ontem para as faixas comuns. 

Dois pontos de ônibus da Antônio Carlos, na altura do Bairro São Francisco, Região da Pampulha, concentraram muitos passageiros perdidos, que precisaram da ajuda de outros usuários para encontrar os locais corretos. O marceneiro Daniel Pereira da Cruz, de 56, foi para o ponto em frente à concessionária Forlan, perto do cruzamento com a Avenida Major Delfino de Paula, onde a linha 2210C (Piratininga Via Rio Branco) deveria parar. “Ele passou direto, nem os motoristas estão sabendo direito. Desse jeito, o trabalhador fica na mão”, afirmou. 

BRT AC

O supervisor de almoxarifado Eder Luiz Dias, de 44, esperava a linha 2211B (Planalto) na busway, quando percebeu algo errado. “Não vi movimento nenhum e estranhei. Como o outro ponto estava lotado, imaginei que seria ali, mas não vi circular nenhum tipo de informação sobre mudança nos pontos”, diz.

Ontem, apesar de o trânsito ainda não ter apresentado filas quilométricas, o fechamento da pista exclusiva significou a entrada de 191 ônibus dividindo espaço com os carros no horário de pico. O vendedor Júlio Cesar Evangelista, de 43, é morador do Bairro Colégio Batista, Nordeste, e gasta, de carro, normalmente cinco minutos de casa até a loja em que trabalha, no Bairro São Francisco, Pampulha: “Está bem agarrado. Gastei 25 minutos por conta dessas mudanças”.

Segundo ele, alguns funcionários da empresa de galvanização que usam ônibus para trabalhar se atrasaram ainda mais. “Gente que mora em Venda Nova e precisava estar aqui às 8h, chegou às 9h30”, completa. O auxiliar administrativo Maicon Ribeiro, 28, sai normalmente às 7h40 do Bairro Betânia, Oeste de BH, para chegar ao serviço, no Bairro Jaraguá, Pampulha, pouco antes das 9h. “Cheguei às 9h35. Se for continuar assim, vou precisar pegar o ônibus mais cedo”, lembrou. 

Na primeira fase do Move na Antônio Carlos, 40 mil passageiros serão beneficiados com a entrada em operação de três novas linhas troncais. A frota de 50 novos ônibus articulados e padroon sai da Estação Pampulha em direção ao Centro, à Lagoinha e aos hospitais. Mas 85 mil motoristas serão prejudicados ao dividir espaço com os ônibus e táxis. A expectativa da BHTrans é de que a situação melhore em três semanas, com a mudança gradativa do sistema atual para o Move e a substituição de linhas e extinção de outras. 

SINALIZAÇÃO e orientação  A BHTrans informou  que a retirada das linhas convencionais do corredor exclusivo, entre o Viaduto São Francisco e a barragem da Pampulha, vai minimizar os impactos do primeiro dia de operação do Move, além de finalizar a preparação da via com reforço de operações como limpeza e sinalização. 

Ainda segundo a BHTrans, os pontos de embarque e desembarque na pista exclusiva foram sinalizados com a informação “desativado” e com a indicação do novo local na pista mista. “Os novos pontos da pista externa foram implantados com a indicação das linhas. Alguns ainda não estão com a sinalização definitiva, mas contam com a provisória com todas as informações”, explica a nota. A empresa acrescentou que agentes da empresa estão orientado usuários no novos locais de embarque e desembarque e em todos os pontos desativados.

“É importante lembrar que é natural que exista um período de adaptação, especialmente nos primeiros dias de alterações. Com o início da operação da primeira fase do Move na Antônio Carlos e a transformação de linhas expressas em alimentadoras, oito linhas deixarão de circular na pista mista da avenida”, justificou a empresa.

FONTE: Estado de Minas.



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