Antequam noveris, a laudando et vituperando abstine. Tutum silentium praemium.

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Alerta: não faça o teste do sexo oposto do Facebook; entenda

Alguns sites que fazem quiz e brincadeiras podem armazenar algumas informações para fins lucrativos

Testes no Facebook são atraentes e costumam viralizar muito rápido. Apesar de serem divertidos e mexer com a curiosidade das pessoas, eles trazem alguns perigos aos usuários. O que pouca gente sabe, ou não prestam atenção na hora de aceitar os termos, é que esse tipo de site se apropria de muitas informações a repeito do internauta, como data de nascimento, origem, onde mora, fotos que tirou e que foi marcado, lugares que visitou, entre outros.

Há alguns meses, o Facebook criou um recurso que permite filtrar quais dados o usuário cede a esse tipo de site ou aplicativo. Alguns deles aceitam esta quantidade limitada de informações, outros não.

No teste “Qual seria a sua aparência se você fosse do gênero oposto?”, do site Kueez, que se popularizou muito nos últimos dias, em sua política de privacidade há alguns tópicos, como:

“Nós podemos compartilhar informações agregadas dos nossos usuários, após excluir as partes identificáiveis, com determinadas empresas que tiverem o interesse em oferecer a você certos conteúdos promocionais que possamos achar relevantes para você”.

“Nós podemos compartilhar suas informações pessoais parcial ou integralmente com nossas subsidiárias, outros sites operados por nós, joint ventures e outros afiliados confiáveis que nós temos ou possamos vir a ter no futuro”.

“De acordo com o nosso Termo de Serviços, podemos usar o conteúdo enviado por você (incluindo suas fotos e de outras pessoas vinculadas à sua conta no Facebook) para aparecer como parte integral de partes dos serviços que oferecemos (por exemplo, sua foto pode aparecer em alguns quizzes ou games até mesmo para pessoas que você não conheça)”.

Isso significa que o site pode utilizar suas informações pessoais para fins comerciais, principalmente propagandas que aparecem em páginas que você visita.

Ao site Olhar Digital, o Kueez informou que ele não armazena nenhuma informação pessoal do usuário. Apenas o ID de usuário, email, nome e resultado da foto, para “oferecer uma experiência melhor de usuário”, diz.

sexo oposto

O teste “Qual seria a sua aparência se você fosse do gênero oposto?”, do site Kueez, se popularizou muito nos últimos dias

Se você é uma das pessoas que concedeu acesso a seus dados do Facebook a algum site, calma, você ainda pode amenizar esta situação. Clique neste link, ou vá até a aba de aplicativos da rede social e remova os sites da aba “Conectado com o Facebook”.

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FONTE: O Tempo.


Quatro azeites adulterados em teste da PROTESTE

25 agosto 2016

Quatro azeites adulterados em teste da PROTESTE

Além disso, outros quatro produtos dizem ser extravirgens, mas não são! Confira a avaliação completa das vinte marcas testadas.

De vinte marcas de azeite, quatro estão adicionados de outros óleos vegetais e sete não são o que dizem ser. Essa é a conclusão de nosso mais recente teste desse alimento, que continua a revelar problemas para o consumidor.

Os produtos que não podem ser considerado azeites são Pramesa, Figueira da Foz, Tradição e Quinta d’Aldeia. Eles foram eliminados do teste após nossa análise em laboratório comprovar adulteração.

• Este teste foi produzido graças ao apoio de mais de 250 mil associados em todo o Brasil. Junte-se a esta luta para termos produtos de qualidade! Associe-se agora a PROTESTE!

Na prática, isso significa que ao azeite (proveniente da azeitona) foram adicionados outros óleos vegetais, o que não é permitido por lei. Dessa forma, ao adquirir um desses produtos, você e sua família vão consumir uma mistura de óleos longe de oferecer ao organismo as mesmas vantagens que o verdadeiro extravirgem é capaz de fornecer.

Parecem azeites, mas não são: fuja destas marcas
Infelizmente, esse não foi o único problema que encontramos. Pois além disso, sete marcas não podem ser classificadas como extravirgem. São elas: Qualitá, Beirão, Carrefour Discount, Filippo Berio, Figueira da Foz, Tradição e Quinta d’Aldeia.

Extravirgens? Só no rótulo.

As quatro primeiras foram consideradas virgens. As outras três, que, como já mencionado, apresentaram fraude, possuem características sensoriais de azeite lampante, o qual nem poderia ser levado à mesa, devido a sua acidez intensa, só devendo ser destinado para uso industrial.

• Descubra quais testes foram utilizados para eliminar ou determinar a qualidade dos azeites.

Com exceção dos eliminados, todos os produtos foram bem ou muito bem avaliados no quesito estado de conservação, o que indica que eles vêm sendo armazenados corretamente.

Quais são os tipos de azeite?

Campeão nas vantagens para a saúde, o extravirgem é ideal para a finalização de pratos e saladas. Já o virgem é mais apropriado para o preparo de alimentos quentes – como refogados e cozidos –, enquanto o lampante não deve ser consumido diretamente em sua casa.

Quando você compra um azeite adulterado, acaba comprando gato por lebre: paga o equivalente a um produto mais caro, mas leva outro para casa.

• Saiba quais providências a PROTESTE está tomando para que você não seja prejudicado pelos azeites adulterados.

A alteração sensorial pode não ser percebida pelo consumidor leigo, é que, em algumas situações, o óleo de sementes bem refinado não tem cheiro ou sabor. Assim, quando misturado ao extravirgem, prevalecem o cheiro e o sabor do segundo, o que impede o óleo de ser detectado facilmente durante o consumo.

Cinco marcas mudaram para melhor

Frente a tantos problemas, uma excelente notícia: percebemos a melhora de algumas marcas. Em nosso último teste, La Española, Carbonell, Serrata, Gallo e Borges foram tidos como virgens. Desta vez, contudo, eles provaram ser extravirgens.

Rótulos e embalagens podem melhorar

Embora de vidro, a embalagem do Qualitá é transparente. Esse tipo de recipiente é inadequado. Para melhor conservação do produto, o ideal é que ele seja armazenado em embalagem preferencialmente de vidro escuro. Vale lembrar que, além desse problema, esse azeite foi apontado como virgem em nossa análise sensorial. Por isso, não aconselhamos sua compra.

No geral, os produtos se saíram bem em relação aos rótulos. No entanto, encontramos alguns problemas. A maioria deles não traz o prazo de conservação após a abertura da embalagem e alguns pecam quando o assunto é estreitar e facilitar a interação entre o consumidor e a empresa: falta e-mail e telefone para contato. Além disso, alguns itens obrigatórios por lei foram desconsiderados: o Cocinero deixa de informar a data de envase e nem todos os importados possuem o país de origem estampado na embalagem.

Qual é o melhor azeite?

O Cocinero foi escolhido como O Melhor do Teste e A Escolha Certa. Autêntico azeite extravirgem, apresentou qualidade excelente, além do melhor custo-benefício entre os produtos avaliados em nosso teste.

Porém, embora não tenha pecado no quesito estado de conservação, o fato de sua embalagem ser de plástico pode ser apontado como ponto negativo, pois garrafas de vidro escuro tendem a conservar melhor o alimento. O rótulo precisa de adequações, uma vez que não informa a data de envase do produto.

Você pode encontrar o azeite Cocinero por preços que variam entre R$ 10,15 e R$ 21,49.

Resultados completos do teste,Clique aqui

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FONTE: Proteste.


Teste com ônibus elétrico em BH começa nesta terça-feira

Ônibus Elétrico
Veículo sairá do ponto final da linha Goiânia A (5503A); teste começaria no sábado, mas precisou ser cancelado

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Está previsto para começar na manhã desta terça-feira (22), o teste com ônibus elétrico chinês BYD K9 em Belo Horizonte. Às 6h, o veículo sairá do ponto final localizado na rua Tiziu, 160, no bairro Goiânia, região Nordeste da capital mineira.

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De acordo com o Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros de Belo Horizonte (Setra-BH), a primeira linha a usar o ônibus será a Goiânia A (5503A). Após 15 dias, o ônibus vai rodar na linha Nova Vista/Sion (9105).

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O ônibus elétrico, que será colocado em teste pela Viação Torres, promete reduzir o consumo energético, eliminação da emissão de CO2, baixa emissão de ruídos e conforto e segurança para seus usuários.

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FONTE: O Tempo.


Faltam ações públicas para facilitar a vida dos daltônicos

Com dificuldade para perceber os tons de determinada cor, daltônicos acabam confundindo uma com outra. Situação traz constrangimento, especialmente quando o assunto é trabalho, mas pode ser superada

'A maior dificuldade que sinto é no trabalho, quando o atendimento é dividido por cor. No caso de um hospital, o grau de emergência é identificado pelas cores azul, branco, verde e amarelo. Muitas vezes, confundo as cores, as tonalidades. Aí preciso pedir ajuda', Felipe Lopes, 30 anos, enfermeiro (com esposa e filho) (Arquivo pessoal)

“A maior dificuldade que sinto é no trabalho, quando o atendimento é dividido por cor. No caso de um hospital, o grau de emergência é identificado pelas cores azul, branco, verde e amarelo. Muitas vezes, confundo as cores, as tonalidades. Aí preciso pedir ajuda”, Felipe Lopes, 30 anos, enfermeiro (com esposa e filho)
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A recente implantação de políticas públicas de acessibilidade no país tem tornado menos difícil a vida daqueles que não podem ver, ouvir, falar ou andar. Neste quadro, uma parcela significativa da população parece, ainda, ser ignorada. Visto menos como deficiência e mais como condição, o daltonismo atinge cerca de 8% da população mundial, sendo a maioria homens.

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Quem tem o problema, lida constantemente com a dificuldade em distinguir as cores do semáforo, o embaraço na hora de escolher um assento no cinema, no ônibus ou avião, se atrapalha ao preencher formulários online (que destacam campos em vermelho) ou ao optar por qualquer coisa que tenha cor. E, apesar da maioria dos problemas indicarem uma solução simples, não existe ainda nenhum tipo de ação pública com objetivo de facilitar a vida dos daltônicos.
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Em 2013, a senadora Ana Amélia (PP-RS) propôs um projeto de lei que estabelece formatos diferentes para os focos luminosos dos semáforos. Se aprovado, a luz vermelha dos sinais terá o formato quadrado, a amarela triangular e a verde circular. O que poderia ser uma boa notícia para os portadores da condição é, na realidade, um desalento. O projeto da senadora é muito parecido com outro, proposto em 2009 pelo então deputado Fernando Gabeira, que acabou arquivado.
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Mas as dificuldades do daltônico vão além da distinção das cores do semáforo. Muitas vezes, a discromatopsia influencia diretamente a profissão e a rotina do portador. É o caso do enfermeiro Filipe Lopes, de 30 anos, que teve que se adaptar ao seu modo à condição.
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Fernando Gentil, de 25 anos, tem daltonismo leve, nunca diagnosticado por um oftalmologista (Fernando Gentil: Arquivo pessoal<br />
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Fernando Gentil, de 25 anos, tem daltonismo leve, nunca diagnosticado por um oftalmologista

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Filipe descobriu o daltonismo quando tinha cerca de 6 anos e, na escola, coloria as árvores de laranja e a grama de vermelho. “Lembro-me também da primeira vez em que viajei sozinho. Tinha uns 17, comprei uma camisa azul e era rosa, uma cinza e era rosa, uma rosa e achei que era cinza”, conta, rindo. Para essas situações ele acha graça, como no dia em que escolheu um cortador de unhas para o filho, Mauro, recém-nascido, e comprou rosa achando que era azul. .
O quadro muda quando o assunto é trabalho. Filipe é enfermeiro e em alguns hospitais os pacientes usam uma pulseira colorida, que identifica o tipo de atendimento que deve ser dado pelo profissional de saúde.
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ATENDIMENTO 
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“A maior dificuldade que sinto é no trabalho, quando o atendimento é dividido por cor. No caso de um hospital, o grau de emergência é identificado pelas cores azul, branco, verde e amarelo. Muitas vezes confundo as cores, as tonalidades. Aí preciso pedir ajuda”, revela. Na maioria das vezes, Filipe conta com a solidariedade e a boa vontade dos colegas de trabalho e do próprio paciente, já que, por enquanto, a diferenciação por cor é a única alternativa encontrada pelos hospitais para identificar as pulseiras.
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Segundo o oftalmologista e vice-presidente do Departamento de Oftalmologia da Associação Médica de Minas Gerais, Luiz Carlos Molinari, não existe, de fato, qualquer tipo de política pública de saúde ou educação no Brasil para a discromatopsia ou daltonismo. Para o médico, o defeito pode ter implicações diretas no processo de ensino-aprendizagem e, por isso, espera-se que professores do ensino fundamental sejam capacitados para identificar prováveis alunos com defeito de visão cromática. Estudo publicado na revista Physis, em 2014, mostrou relatos de desconforto, vergonha e ansiedade no ambiente escolar por parte de portadores de discromatopsia.

Ana Furtado: 'Tomei muita bomba nos desenhos e nas aulas de geografia' (Ana Furtado: Reprodução/Facebook<br />
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Ana Furtado: “Tomei muita bomba nos desenhos e nas aulas de geografia”

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Recentemente, a apresentadora Ana Furtado disse, em um programa de entrevistas, que na escola tomou “muita bomba nos desenhos e nas aulas de geografia”. Ela relatou que, até descobrir o daltonismo, tinha de ouvir das pessoas que “sofria de doença psicológica”. “Quando era pequena, coloria a maçã de rosa, a folha de marrom, o caule de verde, e diziam que eu tinha problema psicológico. Por acaso, descobri (o daltonismo) em uma visita ao oftalmologista”, conta.
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Para Luiz Carlos Molinari, a falta de preparo dos professores pode gerar situações vexatórias, assim como ocorreu com a apresentadora na infância. Para agravar o quadro, Ana faz parte de uma população ainda mais restrita, já que o daltonismo acomete cerca de 0,4% a 0,7% de todas as mulheres do mundo, enquanto nos homens o índice da condição é de 8%.
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Ausência de cones na retina
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Discromatopsia é um termo usado para designar qualquer tipo de defeito de visão de cores. A expressão daltonismo é popularmente usada como sinônimo de discromatopsia, em referência ao químico John Dalton, o primeiro cientista a estudar a anomalia de que ele mesmo era portador. Dalton tinha protanopia, quando há ausência na retina de cones vermelhos. Há ainda a deuteranopia (ausência de cones verdes) e a tritanopia (ausência de cones azuis). O que ocorre nos três tipos, geralmente, não é uma deficiência total.
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O coordenador de projetos sociais e direitos humanos, Fernando Gentil, de 25 anos, tem daltonismo leve, nunca diagnosticado por um oftalmologista, mas diz que, desde que se entende por gente, tem dificuldade em identificar cores. Apesar disso, diz sofrer pouco com o problema.

Wilkins Delmaschio: 'Confundo as cores de tom para tom. Como cinza com verde, roxo com marinho, verde com marrom...' (Wilkins Delmaschio: Reprodução/Facebook)

Wilkins Delmaschio: “Confundo as cores de tom para tom. Como cinza com verde, roxo com marinho, verde com marrom…”

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“Quando tenho que criar uma arte de um convite ou banner, às vezes a escolha de cores não fica legal. Na combinação de roupas também, mas nunca confundi as luzes do semáforo, por exemplo. Então, não são coisas muito graves ou problemáticas. É algo que você resolve rapidamente pedindo a opinião de outrem”, explica.

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O bancário Wilkins Delmaschio, de 50, também mistura algumas tonalidades, mas não acha que o problema interfira muito em sua vida. “O meu grau é baixo. Confundo as cores de tom para tom. Como cinza com verde, roxo com marinho, verde com marrom…”, diz.
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TESTE 
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Independentemente do grau e do tipo de daltonismo, a indicação dos oftalmologistas é que o problema seja identificado ainda na infância, a fim de que o portador entenda, desde cedo, sua dificuldade e crie os próprios meios para conviver com a condição. Um dos testes mais comuns utilizados para fazer o diagnóstico do daltonismo é o de Ishihara, que consiste numa sequência de cartões com ruído de fundo, em múltiplas tonalidades, dentro das quais há uma figura, normalmente uma letra ou algarismo, facilmente reconhecido por uma pessoa normal, mas não por um daltônico. Atualmente, não existe nenhum tipo de tratamento para o daltonismo.

Teste Ishihara (Teste Ishihara: Reprodução/Internet<br />
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Teste Ishihara
Teste Ishihara (Ishihara_9: Wikimedia/Reprodução<br />
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Teste Ishihara

FONTE: Estado de Minas.


 

Elevado encara prova de carga
 
Interditado desde que estrutura teve deslocamento de quase 30cm, Viaduto Montese é submetido a testes com caminhões

Carga pesada

Seis caminhões carregados com areia, pesando 24 toneladas cada um. A carga de 144 mil quilos foi colocada ontem sobre o Viaduto Montese, que liga os bairros Santa Branca e Itapoã, na Região da Pampulha, com o objetivo de testar a estrutura do elevado antes da abertura ao tráfego de veículos. A Prefeitura de BH prometeu informar hoje o resultado das análises feitas durante todo o domingo, mas não adiantou uma data para inaugurar o viaduto. Mês passado, a Secretaria Municipal de Obras e Infraestrutura havia marcado a liberação da estrutura para a primeira semana deste mês. Em fevereiro deste ano, o elevado foi interditado depois de verificado um deslocamento lateral de 27 centímetros na estrutura. Desde então, nada foi informado sobre novos problemas e a indefinição já dura mais de nove meses. O Viaduto Monte Castelo, que fica próximo ao Montese, vem recebendo o trânsito em mão dupla, garantindo a travessia da Pedro I nos dois sentidos. Em julho, quando uma das alças do Viaduto Batalha dos Guararapes desabou, matando duas pessoas e ferindo outras 23, o prefeito Marcio Lacerda prometeu que, antes de abrir o Montese, a PBH faria testes de carga.

Ontem, os trabalhos começaram cedo, segundo a assessoria da PBH. Um a um, os seis caminhões basculantes cheios de areia foram posicionados sobre o elevado. Frequentador do Bairro Santa Branca, o administrador Túlio Pedrosa Gomes, de 27 anos, achou estranha a forma como a prefeitura resolveu testar o viaduto. “Imagina a sensação do motorista do sexto caminhão… E se o viaduto cai no momento que ele está entrando?”, indagou. 

Segundo a assessoria da PBH, o peso somado dos seis veículos usados no teste é maior do que aquele ao qual o viaduto será submetido durante a operação normal do trânsito. Um andaime foi montado em frente ao elevado para posicionar um equipamento de medição das posições. De 30 em 30 minutos, os dados eram colhidos para análise dos técnicos responsáveis. A obra é de responsabilidade da empresa Cowan, a mesma que construiu o Batalha dos Guararapes. 

Se o resultado dos testes indicar que não há problemas estruturais, o trânsito deve ser aberto nos próximos dias. Antes, porém, são necessárias adequações viárias em ruas do entorno. A rua lateral ao viaduto, do lado do Bairro Santa Branca, também precisa de ajustes. A obra na adutora da Copasa que era mencionada em todos os comunicados da PBH como um dos motivos que travavam a liberação já está concluída. Os postes de iluminação também já estão posicionados no elevado. 

FILAS Para viabilizar o teste de carga, o trânsito foi fechado na Pedro I e desviado para os bairros Santa Branca e Itapoã, o que causou retenção, devido ao afunilamento. Ônibus articulados do Move tiveram que fazer o mesmo trajeto dos carros pequenos. No sentido Venda Nova, a retenção no trânsito, que foi desviado para a Rua Sãozinha Baggio Coutinho, chegou até a barragem da Pampulha. Em direção ao Centro, o tráfego teve retenções a partir da Rua João Samaha, mas não foram registradas grandes filas. A previsão para reabertura do tráfego na Pedro I é hoje, a partir das 5h da manhã.

 

FONTE: Estado de Minas.


Sem divulgar, McDonald’s vende arroz e feijão no Brasil

Prato tradicional é oferecido nas lojas próprias da rede desde 2010.

Segundo rede, prato não é anunciado por não fazer parte da ‘estratégia’.

 

Prato com arroz e feijão vem acompanhado de farofa, hambúrguer, salada e fruta (Foto: Anne Barbosa/G1)Prato com arroz e feijão vem acompanhado de farofa,
hambúrguer, salada e fruta

Praticamente ninguém sabia, mas é possível comer arroz e feijão nas lojas McDonald’s do Brasil desde 2010, informou nesta terça-feira (13) a Arcos Dorados, controladora dos restaurantes da rede no Brasil e na América Latina.

O “item secreto” do cardápio foi confirmado pela empresa após reportagem da “Bloomberg” revelar que a rede possui uma lista de pratos executivos com arroz e feijão que fica escondida embaixo do balcão somente para os clientes que solicitarem.

Procurado pelo G1, o McDonald’s informou que os pratos executivos com arroz e feijão são comercializados desde 2010 nos restaurantes próprios da rede, desde que solicitados pelo cliente.

“Servimos para o cliente o que servimos internamente e vice-versa. O prato, no entanto, não é e nem deve ser anunciado pela loja, já que não faz parte da ‘estratégia de marketing’ e nem é a especialidade do McDonald’s”, disse, em comunicado, Ana Apolaro, diretora de recursos humanos do McDonald’s.

Com o título “O lanche feliz brasileiro que o McDonald’s não quer mostrar”, a reportagem da Bloomberg afirma que o McDonald’s passou a fornecer o prato depois que funcionários rejeitaram o cardápio regular de hambúrgueres e batata frita nos intervalos do expediente e apresentaram uma denúncia ao Ministério Público do Trabalho.

Segundo a agência de notícia, ainda que os pratos executivos sejam mantidos em segredo, eles estão à venda para evitar as críticas de que a rede esteja servindo refeições especiais aos funcionários que os clientes não podem comprar.

Além do arroz com feijão, cada prato executivo vem com a opção dos hambúrgueres de frango, peixe ou carne bovina servidos no cardápio regular e uma salada. Segundo o McDonald’s, a refeição custa R$ 23.

A reportagem da Bloomberg lembra que, em 2012, um termo de ajuste de conduta com o Ministério Público do Trabalho exigiu que a operadora Arcos Dorados fornecesse refeições tradicionais sem custo a seus funcionários para solicitar a redução do imposto de renda.

Presente em mais de 100 países, o McDonald’s tem procurado oferecer comida adaptada aos gostos locais. Na China, por exemplo, são oferecidos pratos com arroz. Em Hong Kong, o cardápio inclui bolo de feijão vermelho. Veja exemplos

Como patrocinadora da Copa do Mundo, o McDonald’s lançou neste mês uma linha de sanduíches com ingredientes para homenagear 7 países participantes: Brasil, Argentina, Espanha, França, Itália, Alemanha e Estados Unidos.

VEJA AQUI A ORIGEM (COMO NASCEU O PRATO)!

FONTE: G1.

Vídeo: testamos o pê-efe do McDonald’s

Repórter  foi a uma unidade da rede de fast food para comprar e experimentar o desconhecido (mas existente) prato feito; veja o que nós achamos da refeição

 

Se a mão pesa no sal das clássicas batatas fritas, carecem de tempero, cozimento ideal e sabor o tão misterioso prato de arroz com feijão do McDonald’s. Missão dada, nossa reportagem foi à unidade da rede na avenida General David Sarnoff, na Cidade Industrial, em Contagem – bem pertinho da sede do jornal, para testar o produto. Se o atendimento é bom e ‘rápido’, o produto é caro e peca no sabor.

A compra
Pedi o pê-efe à primeira atendente de caixa que vi. Ela não conhecia (me indicou um McDonald’s Premium Salad Grill) e eu insisti no prato simples. A moça chamou um moço, que chamou um gerente. Esse sim deu andamento ao pedido, que se chama Break e é composto, além do arroz e feijão, por farofa, batata frita, salada e carne (varia; na quarta é Fish – o peixe empanado). Para compensar a ausência de acompanhamento de refrigerante ou suco, a refeição vem com uma banana. Saudável, né?

O preparo
Durante a espera entre o pedido e a entrega (exatos nove minutos; a loja estava vazia às 14h30), fiz algumas perguntas, sem me identificar como jornalista. Descobri que em um ano e sete meses de funcionamento daquela franquia, apenas cinco ou seis pessoas pediram a comidinha. É pouquíssimo para uma empresa que quase não fecha as portas e ainda tem drive-thru. Enquanto preparavam o prato, no fundo da loja, os outros atendentes me olhavam como se eu fosse um ET: afinal, quem é esse cara que pede um pê-efe no McDonald’s?

O mistério
O desconhecimento do prato executivo (como ele é chamado pelos funcionários) não é por acaso: nem no site oficial da rede há a informação sobre a existência do tal Break. O preparo, aliás, só pode ser feito pela gerente geral, seja para clientes ou para os funcionários. Esse, inclusive, é o motivo para a existência da refeição: ele passou a existir, em 2010, porque os colaboradores reclamaram na Justiça que não queriam almoçar ou fazer lanches com hambúrgueres.

O McDonald’s afirmou, em nota, que não divulga e nem divulgará o prato pois não “faz parte da ‘estratégia de marketing’ e nem é a especialidade” da empresa.

A entrega e a conclusão
Com o prato pronto, trouxe para a redação para experimentar. O peso da refeição nenhum funcionário soube informar, mas é pesadinho. O preço, salgado: R$ 23,00. E o sabor? Assista ao vídeo!

Por esse preço, eu realmente preferiria comprar um pê-efe em outros lugares. No Mixido, na Savassi, na região Centro-Sul de BH, o ‘mineiro’ sai por R$ 19,00, com lombo, linguiça, ovo, arroz, feijão e couve com alho. Já no Chopp da Fábrica, o ‘mixidão’ vem com arroz, feijão, couve, ovo, carne desfiada, linguiça especial e torresmo e é vendido por R$ 16,30. Outra opção é o Bolão, em Santa Tereza, na região Leste: o pê-efe lá vem com arroz, feijão, macarrão (espaguete), carne (à escolha) e ovo. O valor? R$ 18,50.

Serviço

McDonald’s (filial visitada)
Avenida General David Sarnoff, 1000, Cidade Industrial – Contagem

Mixido Bar e Restaurante
Avenida do Contorno, 5602, Savassi – (31) 3221-0886

Chopp da Fábrica
Avenida do Contorno, 2736, Santa Efigênia – (31) 3241-1766

Bolão de Santa Tereza
Praça Duque de Caxias, 288, Santa Tereza – (31) 3482-4433

FONTE: O Tempo.


MOVE » Um teste de alerta
Para fugir de pane no metrô, milhares de passageiros correram para os ônibus do novo sistema, que não conseguiu absorver a grande demanda e precisou ser reforçado com cinco veículos articulados
Move
Veículo articulado deixou de embarcar muitos passageiros e houve empurra-empurra, por causa da superlotação na Estação São Gabriel no início da manhã de ontem (FOTOS EDÉSIO FERREIRA/EM/D.A PRESS)
Veículo articulado deixou de embarcar muitos passageiros e houve empurra-empurra, por causa da superlotação na Estação São Gabriel no início da manhã de ontem

Uma pane no sistema de informações do metrô de Belo Horizonte acabou servindo como um teste de fogo para o BRT/Move no segundo dia útil de operação do novo sistema. Mais do que cruzamentos invadidos por veículos e pedestres ou confusão por falta de sinalização e orientação comuns no dia anterior, bastou a velocidade dos trens do metrô ser reduzida de 60km/h para 25km/h na Linha 1 (Vilarinho/Eldorado) para que milhares de passageiros migrassem pela passarela da estação de integração São Gabriel das plataformas do metrô para as de ônibus. O sistema ficou saturado, com empurra-empurra nos embarques e passageiros deixados para trás por falta de lugar nos coletivos. Ontem, a reportagem do EM testou o desempenho de uma linha de bairro a bairro e de uma que leva até o corredor exclusivo do Move e constatou que o percurso sem baldeação é mais rápido.

Por causa da pane no metrô, a BHTrans teve de disponibilizar mais cinco veículos articulados para que as linhas 82 (São Gabriel/Savassi) e 83 (São Gabriel/Centro), Paradora e Direta, não entrassem em colapso. Segundo um especialista consultado pelo EM, nem se o Move estivesse operando com as todas as linhas troncais previstas conseguiria absorver o número de passageiros do metrô.

O defeito no sistema de sinalização do metrô ocorreu em pleno horário de pico, das 7h30 às 9h15, no trecho entre as estações Waldomiro Lobo e São Gabriel, informou a Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU). Por causa da dificuldade de orientação, os maquinistas tiveram de reduzir a velocidade das composições por segurança.

Irritados com os atrasos e incomodados pelo abafamento gerado pela redução do sistema de ventilação, que funciona conforme a movimentação dos carros, os passageiros que chegaram à Estação São Gabriel viram no Move uma solução. Muitos encontraram a Estação Vilarinho com catracas fechadas por correntes, para que mais pessoas não entrassem nos trens, e também recorreram ao Move.

“Tenho de chegar à fábrica onde trabalho às 8h, mas acho que não vou conseguir”, lamentou a operária de confecção Eliane Aparecida Militão, de 38 anos, que aguardava a vez de embarcar no Move. “Aqui está tão tumultuado como no metrô. É mais uma opção, mas não está atendendo”, constatou. Normalmente, ela usaria o metrô pela Estação São Gabriel para ir de sua casa, no Bairro Nazaré, para o local de trabalho, no Funcionários, Centro-Sul da capital.

Por volta das 7h30, a partida de um veículo da linha 83D chegou a ser atrasada em cerca de dois minutos porque o excesso de passageiros impedia o fechamento de uma das quatro portas. “Se não apertar direito, não sai”, avisou um funcionário da BHTrans. Coletivos das linhas 82 (Estação São Gabriel à Savassi, passando pela área hospitalar) e 83P (mesmo trajeto da 83D, só que parando em oito estações na Avenida Cristiano Machado) também saíam com pessoas até encostadas nas portas. Filas extensas se formaram nas catracas.

RISCOS  O número de passageiros aglomerados nas plataformas foi muito superior ao registrado na segunda-feira e causou riscos, já que a multidão acabou se precipitando para a beirada da estrutura, muito perto de onde os ônibus articulados param. O problema é que não havia agentes de embarque ou avisos postados antes da linha amarela de segurança ao longo da plataforma, que foi ultrapassada como se não existisse.

Das janelas dos veículos passageiros reclamaram da superlotação fazendo gestos com os dedos. A grande quantidade de usuários, acima do esperado para as três linhas em operação, fez com que mais espaços fossem ocupados nas instalações ainda em obras, com movimentação de maquinário pesado, material de construção e operários.

Para o especialista em transporte e trânsito e professor da Fumec Márcio Aguiar, mesmo que o Move estivesse em pleno funcionamento, transportando as cerca de 700 mil pessoas por dia, não seria capaz de absorver a demanda do metrô. “O BRT é um sistema de média capacidade, que transporta uma quantidade razoável de passageiros (cerca de 150), enquanto cada vagão do metrô chega a transportar 250 pessoas, ou seja, até 1 mil quando estiver cheio”, calcula.

Mas o teste não programado teria servido para conhecer as limitações do sistema, avaliar a capacidade de resposta operacional e de introduzir mais ônibus em casos extremos. Os cinco carros adicionados pela BHTrans rodaram apenas durante o problema no metrô, segundo a empresa. Logo depois de a situação se contornada, a frota voltou a 18 coletivos.

Além dos passageiros que não haviam conseguido pegar o metrô, o BRT foi procurado por gente que queria ver se o sistema era boa alternativa aos ônibus BHBus.

Tumulto no Move foi provocado por falha no sistema de informação do metrô
Tumulto no Move foi provocado por falha no sistema de informação do metrô
 
FONTE: Estado de Minas.


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