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Jacaré no Parque das Águas em Cuiabá

Jacaré no Parque das Águas em Cuiabá

Um jacaré foi flagrado ‘atravessando’ a faixa de pedestre na Avenida Doutor Hélio Ribeiro, no Centro Político Administrativo, em frente ao Parque das Águas, em Cuiabá. O animal teria sido visto circulando a região nessa sexta-feira (16) depois da chuva que atingiu a capital mato-grossense.

O vídeo, que circula nas redes sociais, mostra o animal atravessando a avenida, entrando na faixa de pedestre, subindo na calçada e se aproximando do parque. O motorista que filma o jacaré liga o pisca alerta e espera que o animal termine a travessia.

Jacaré foi visto atravessando faixa de pedestre e entrando no Parque das Águas em Cuiabá — Foto: Arquivo pessoalJacaré foi visto atravessando faixa de pedestre e entrando no Parque das Águas em Cuiabá — Foto: Arquivo pessoal

Jacaré foi visto atravessando faixa de pedestre e entrando no Parque das Águas em Cuiabá

O Corpo de Bombeiros informou que nenhum chamado de resgate ou ligação sobre o jacaré foi feito para a corporação. Os bombeiros acreditam que o animal vive nos arredores do parque, que foi construído ao redor da Lagoa Paiaguás.

É comum ver a circulação de jacarés e capivaras que entram e saem do parque, principalmente no período da noite e madrugada.

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FONTE: G1.


 

Uma mulher que foi atropelada fora da faixa de pedestres no Centro de Belo Horizonte não terá direito a indenização por danos materiais e morais. A 14ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) negou o recurso da aposentada. O desembargador Rogério Medeiros, que julgou a ação, afirmou, na decisão, que “não há como imputar qualquer culpa ao condutor do veículo, eis que, de acordo com a prova testemunhal produzida, o acidente ocorreu em razão de a vítima ter feito a travessia da rua fora da faixa de pedestre”.

faixa

O acidente aconteceu em 10 de junho de 2005, na Avenida Augusto de Lima, entre as ruas Espírito Santo e Rio de Janeiro. A aposentada E.B.D, que tinha 71 anos quando o fato ocorreu, atravessava a avenida quando foi atingida pelo veículo conduzido pelo advogado A.P.G.
A mulher decidiu entrar com uma ação em janeiro de 2007, requerendo danos morais, além de materiais, para cobrir gastos com medicamentos. Também pediu lucros cessantes pelo período em que ficou impossibilitada de exercer a atividade de vendedora autônoma de roupas. Segundo a vítima, o motorista dirigia em velocidade incompatível com a via.
O juiz Richard Fernando da Silva, da 22ª Vara Cível de Belo Horizonte, decidiu pela improcedência da ação em outubro de 2012. Segundo o magistrado, ficou comprovado no processo que a aposentada atravessou a avenida fora da faixa de pedestre, tendo o atropelamento ocorrido por culpa exclusiva da vítima.
Inconformada, a aposentada recorreu ao Tribunal de Justiça, mas também não obteve êxito. O desembargador Rogério Medeiros negou o recurso e alegou que não há qualquer prova nos autos de que o condutor do veículo trafegava em alta velocidade. Os desembargadores Estevão Lucchesi e Valdez Leite Machado concordaram com o relator.

FONTE: aQui.



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