Antequam noveris, a laudando et vituperando abstine. Tutum silentium praemium.

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Marina Silva declara apoio a Aécio Neves no segundo turno das eleições presidenciais

Marina Aécio

Ao lado de seu candidato a vice-presidente, Beto Albuquerque (PSB), Marina disse que o documento divulgado nesse sábado (11) por Aécio é “carta-compromisso” com brasileiros. O candidato tucano anunciou no Recife quais compromissos propostos pela terceira colocada na disputa vai assumir neste segundo turno. Entram questões ambientais e indígenas, mas a principal divergência entre eles – a discussão sobre maioridade penal – ficou de fora.”Doze anos depois, temos um passo adiante, uma segunda carta aos brasileiros”, disse Marina. Segundo ela, “Aécio retoma o fio da meada virtuoso e corretamente manifesta-se na forma de um compromisso forte, a exemplo de Lula em 2002, que assumiu compromissos com a manutenção do Plano Real, abrindo diálogo com os setores produtivos”.

“Rejeito a interpretação de que o documento seja dirigido a mim em busca de apoio”, afirmou a ex-candidata. “Votarei em Aécio e o apoiarei, votando nesses compromissos, dando um crédito de confiança à sinceridade de propósitos do candidato e de seu partido e, principalmente, entregando à sociedade brasileira a tarefa de exigir que sejam cumpridos”, acrescentou.

FONTE: Itatiaia.


Renata Campos agradece força de Pernambuco e reforça apoio a Aécio Neves

Viúva do ex-governador de Pernambuco, Eduardo Campos, se pronunciou por meio de uma carta, lida pelo filho João durante encontro com lideranças políticas

Aécio se compromete com bandeiras de Marina em PEAécio Neves e a filha, Gabriela, participaram de almoço com a família Campos

 

O segundo compromisso de campanha na disputa do segundo turno do candidato do PSDB nas eleições presidencias, o senador mineiro Aécio Neves, em Pernambuco, neste sábado, foi marcado por um pedido da viúva do ex-governador do estado, Eduardo Campos. Em um encontro com lideranças políticas e aliados da coligação que tenta levar Aécio ao Palácio do Planalto, realizado no Clube Internacional do Recife, um dos filhos de Campos, João, leu uma carta de apoio, escrita por Renata, na qual a ex-primeira-dama lembrou os sonhos que Eduardo havia traçado para o Brasil.Além de agradecer todo o apoio recebido pelos pernambucanos durante a campanha presidencial, desde o fatídico acidente aéreo que vitimou Eduardo Campos, Renata reforçou o incentivo e pediu a união de forças para eleger Aécio Neves presidente da república, no próximo dia 26, após o candidato ter derrotado Marina Silva na disputa do pleito que o garantiu no segundo turno. 

Pela manhã, durante um encontro com representantes e liderenças de movientos sociais, Aécio Neves afirmou mais uma vez que defende o legado político deixado pelo Eduardo Campos. Ele classificou a visita à capital pernambucana neste fim de semana como um dos atos “mais importantes para vencer as eleições no próximo dia 26”. No evento, que ocorreu no Recife Praia Hotel, no Pina, Aécio apresentou e defendeu parte do seu programa de governo, agora sujeito ao apoio de outras alianças para tentar evitar mais quatro anos de gestão petista, caso Dilma Rousseff vença a disputa no fim deste mês.

O prefeito do Recife, Geraldo Júlio, que abriu a solenidade, reafirmou que a aliança com o tucano segue o projeto político do ex-governador Eduardo Campos. Segundo Geraldo Júlio, a união entre socialistas e tucanos “tem o compromisso com os que mais precisam, conforme desejo do ex-governador Eduardo Campos”. O discurso foi reafirmado pelo governador eleito de Pernambuco, Paulo Câmara.

Aécio, que estava acompanhado por uma das filhas, Gabriela, também leu e distribuiu uma síntese de um documento no qual reafirma compromissos de campanha e um novo projeto de gestão. De acordo com ele, o documento incorpora propostas de partidos da base de apoio do tucano, como o compromisso com o projeto de extinguir a reeleição presidencial, o fortalecimento das políticas de meio ambiente e sustentabilidade (defendidas por Marina Silva, derrotada no primeiro turno e que ainda não declarou oficialmente o apoio ao tucano), reforma agrária, violência e o Programa Dez Mais, relativo à classe médica (proposta de Eduardo Campos).

Durante o discurso, Aécio Neves acusou o governo federal de ser “negligente com a reforma agrária, já que não houve nenhum avanço na questão da demarcação das terras indígenas”. O senador mineiro contou, ainda, com o apoio de três filhos de Eduardo Campos, João, Pedro e Maria Eduarda, além de muitos correligionários, como os deputados federais eleitos Bruno Araújo, Mendonça Filho e Daniel Coelho. Aécio Neves também estava acompanhado de Beto Albuquerque, candidato a vice-presidente na chapa de Marina Silva, do governador de Pernambuco, João Lyra Neto, de Sileno Guedes, presidente estadual do PSB, entre outros representantes de partidos que compõem a coligação de apoio ao PSDB.

Após o fim do encontro no Internacional, a comitiva do candidato tucano seguiu para um almoço na casa de Renata Campos, em Dois Irmãos, Zona Norte do Recife. Será um encontro reservado para, no máximo, 15 pessoas. Depois, o senador segue para Sirinhaém, onde participará de uma caminhada e um comício. O município foi escolhido pelo tucano por que foi o local onde Marina Silva teve no primeiro turno sua maior votação (74,19%).

O presidente do PSDB pernambucano, deputado federal Bruno Araújo, e o atual coordenador da campanha tucana no estado, prefeito Elias Gomes, fecharam os detalhes da agenda com o governador eleito Paulo Câmara (PSB) e o prefeito do Recife, Geraldo Júlio (PSB). Bruno Araújo considerou que, dada a importância do apoio do PSB a Aécio Neves, o governador eleito Paulo Câmara terá papel significativo na agenda e, principalmente, na campanha. O governador eleito assumiria a coordenação da campanha de Aécio Neves no estado, mas preferiu permanecer na articulação política de coligações para tentar a vitória de Aécio nas urnas no fim deste mês.

FONTE: Estado de Minas.


 

 

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Eleições6Muito parecido com a votação no Brasil…

 

FONTE: G1.


Dilma e Aécio vão disputar a presidência no segundo turno

 

Dilma e Aécio vão disputar a presidência no segundo turno
Pela 4ª vez seguida, PT e PSDB disputarão 2º turno da eleição presidencial

Dilma Rousseff (PT) confirmou a preferência dos brasileiros apontada nas pesquisas de intenção de votos. Neste domingo (5) de eleições, a petista ficou em primeiro lugar com 43,2 milhões (41,58%) dos votos e vai para o segundo turno. As urnas apuradas somam 99,91%, ou seja, 428.506 seções. Portanto, o resultado já é oficial.

A virada de Aécio Neves (PSDB) mostrada nas últimas pesquisas também se confirmou. O tucano teve 34,8 milhões (33,56%) dos votos e está no segundo turno ao lado de Dilma.

Marina Silva (PSB) ficou em terceiro lugar com 22,1 milhões (21,32%) dos votos. Luciana Genro (PSOL) teve 1,55%, pastor Everaldo (PSC) 0,75%, Eduardo Jorge (PV) teve 0,61% e Levy Fidelix (PRTB) teve 0,43%. Os outros candidatos somaram menos de 1% juntos.

O segundo turno ocorrerá em 26 de outubro, quando será conhecido o presidente do Brasil do mandato 2015-2018.

 

Dilma e Aécio em disputa acirrada
Candidato do PSDB avança nas urnas e diferença para a petista é menos de 8 pontos percentuais
O Brasil só vai saber quem será o próximo presidente da República no dia 26: totalizadas 99,99% das urnas, a presidente Dilma Rousseff (PT) e o senador Aécio Neves (PSDB) garantiram a disputa no segundo turno das eleições. A petista saiu na frente, com 41,59% dos votos válidos (43.259.243), insuficientes para ser reeleita ontem. O tucano, que até as vésperas das eleições estava na terceira colocação, passou à frente de Marina Silva (PSB) e terminou a disputa com 33,55% dos votos válidos, ou 34.893.915, 12 pontos percentuais a mais que a socialista, escolhida por 21,32% (22.174.664) dos 115,1 milhões de eleitores que foram às urnas e escolheram algum candidato. Os demais oito candidatos somaram pouco menos de 4% dos votos. Brancos e nulos totalizaram 9,64%. 

Dilma ganhou em 15 estados, incluindo Minas Gerais, e Aécio em nove, além do Distrito Federal. Marina venceu no Acre e Pernambuco. O crescimento da candidatura tucana a poucos dias das eleições e a diferença entre os dois primeiros colocados – 8,04 pontos percentuais – mostram que as próximas três semanas devem ser marcadas por uma disputa acirrada. Neste segundo turno, a petista e o tucano deverão contar com reforços de peso em suas campanhas: Fernando Pimentel (PT) e Geraldo Alckmin (PSDB), eleitos ontem governadores de Minas Gerais e São Paulo, respectivamente, os dois maiores colégios eleitorais do país. 

Apuradas todas as urnas, Pimentel venceu o ex-ministro das Comunicações Pimenta da Veiga por 52,98% dos votos válidos (5.362.870) a 41,89% (4.240.706). Na contagem geral, brancos e nulos somaram mais de 2 milhões de votos, ou 16,93% dos 12,1 milhões de eleitores que foram às urnas em Minas. Em São Paulo, com 89,75% dos votos apurados, Geraldo Alckmin garantia sua vitória com folga no primeiro turno: 57,44% dos eleitores escolheram o candidato. Outros 16,96%, ou 4 milhões de pessoas, anularam ou votaram em branco. 

Além de Minas e São Paulo, em 12 estados a disputa terminou ontem: Alagoas, Bahia, Espírito Santo, Maranhão, Mato Grosso, Paraná, Pernambuco, Piauí, Roraima, Santa Catarina, Sergipe e Tocantins. O PT foi o partido que elegeu mais governadores (4), seguido do PMDB (3), PSB e PSDB (com 2 cada), PCdoB e PDT com um cada. Já os eleitores de outros 12 estados e do Distrito Federal terão que voltar às urnas no dia 26: Acre, Amapá, Amazonas, Ceará, Goiás, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul e Rondônia. 

CONGRESSO O ex-governador Antonio Anastasia (PSDB) é o novo senador de Minas Gerais, eleito com 56% dos votos válidos. O seu partido elegeu outros três parlamentares, mas não foi o maior vitorioso das urnas: o PMDB conquistou cinco cadeiras e pelos próximos quatro anos continuará sendo a maior bancada do Senado, com 18 representantes. O PSB, que não tinha nenhum senador, terá agora três. 

Na Câmara dos Deputados, a renovação mineira foi de 28,3%, ou 15 parlamentares novatos. Índice pouco maior foi registrado na Assembleia Legislativa de Minas, que terá no ano que vem 25 estreantes, ou 32,47%. A coligação encabeçada pelo PT foi a que elegeu mais parlamentares, 22, seguida do grupo liderado pelo PSDB, que elegeu 21 candidatos. 

SELFIES A sétima eleição direta realizada no Brasil depois de 21 anos de ditadura militar (1964/1985) foi marcada pela tranquilidade em todo o país, embora tenham sido registrados vários casos de desrespeito à legislação eleitoral. O volume de santinhos espalhados nas ruas levou duas mulheres ao chão – sendo que uma delas teve um ferimento na cabeça e a outra desmaiou. Foram várias as imagens de internautas divulgando seus votos nas redes sociais. A prática é considerada crime eleitoral e pode ser punida com até dois anos de prisão. 

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Ricardo Dias Toffoli, mostrou-se preocupado com as selfies. “Analisaremos e aprimoraremos essa fiscalização. Não fazemos revista dos eleitores e não há condições de colocar detector de metal em cada seção. A principal preocupação com as selfies é a venda do foto. O eleitor pode levar esse registro ao ‘comprador’ e confirmar que votou naquele candidato”, explicou. Entre os “contraventores” estão o humorista Hélio de la Peña e a empresária Paula Lavigne, ex-mulher do cantor Caetano Veloso. Os dois deletaram as imagens depois de alertados por seguidores.

Segundo o TSE, 80 candidatos foram presos por crime eleitoral em todo o país, a maioria deles no Rio de Janeiro. Em Minas, apenas um foi levado à prisão. O número de ocorrências registradas que não envolveram prisão no Brasil foi de 392, sendo 134 em Minas, estado que registrou o maior número de ocorrências de crime eleitoral envolvendo candidatos. 

Dilma Rousseff (PT), presidente e candidata à reeleição:
“A luta continua e será mais uma vez vitoriosa. Porque é luta da maioria do povo”

“O povo dirá que não quer os fantasmas do passado, como recessão, arrocho e desemprego”

“Todos os integrantes do povo brasileiro têm que levar em conta que o voto dá poder ao mais pobre. O voto torna todos iguais perante a urna”

Aécio neves (Psdb),  senador e candidato a presidente:
“O sentimento de mudança amplamente presente em todo país já foi vitorioso no primeiro turno”

“Todos aqueles que puderem e quiserem contribuir com seu projeto de mudança serão muito bem-vindos”

“O que temos que fazer é reverenciar uma frase dita 30 anos atrás pelo meu avô Tancredo Neves (…): ‘estamos apenas na metade da travessia, portanto, não vamos nos dispersar’”

FONTE: Hoje Em Dia e Estado de Minas.


Fernando Pimentel (PT) é eleito governador de Minas Gerais

Ex-ministro e ex-prefeito de BH venceu Pimenta da Veiga (PSDB).
Pimentel teve 52,98% dos votos e decidiu a eleição no primeiro turno.

Fernando Pimentel, o novo governador de Minas, comemora vitória no comitê central da campanha em Belo Horizonte (Foto: Humberto Trajano / G1)
Fernando Pimentel, o novo governador de Minas, comemora vitória no comitê central da campanha em Belo Horizonte

Fernando Pimentel, do PT, foi eleito neste domingo (5) governador de Minas Gerais para os próximos quatro anos. Com 100% das urnas apuradas, o petista obteve 5.362.870 votos, o que equivale a 52,98% do total. Pimenta da Veiga (PSDB) é o segundo colocado com 4.240.706, isto é, 41,89%.

Esta é a primeira vez que o PT elege um governador em Minas Gerais desde a criação da legenda. Ele substitui Alberto Pinto Coelho (PP), que assumiu o governo do estado em abril, após renúncia de Antonio Anastasia – que deixou o cargo para se candidatar ao Senado, sendo eleito.

Após a vitória no pleito, Pimentel afirmou que o resultado aponta a vontade do povo em mudar o modo de governar o estado. “Nós temos um enorme senso de responsabilidade que Minas depositou agora na nossa coligação, na nossa chapa, na esperança de uma mudança no modo de governar o estado. Minas disse em alto e bom som, pela voz das urnas, que quer um governo mais próxima das pessoas”, afirmou, cercado de candidatos a deputado pelo partido e coligação. O clima era de festa pela vitória.

“Este resultado das urnas mostra aquilo que a gente dizia desde o início da campanha. Minas não tem dono, não tem rei, não tem imperador. Aqui, soberano é o povo de Minas. O povo de Minas deu uma lição naqueles que pretendiam ser soberanos, donos do voto e da vontade alheia”, disse Pimentel durante coletiva no prédio do comitê central da campanha.

Lideranças políticas comemoram vitória de Pimentel (Foto: Humberto Trajano / G1)Lideranças políticas comemoram vitória de
Pimentel

Pimentel listou algumas providências que vai tomar como prioritárias ao assumir o posto de governador em 1º de janeiro de 2015. “Primeiro nós vamos construir rapidamente um mecanismo de participação popular que a gente apresentou na campanha, ao longo da campanha. Que são os conselhos regionais de governo (…) Logo no primeiro mês de governo, constituir estes conselhos e rapidamente definir as prioridades.”, disse.

Ele ainda citou temas prioritários na educação, saúde e segurança. “É claro que nós temos que considerar as disponibilidades orçamentárias, mas nos temos que começar a enfrentar as questões urgentes da educação, da saúde, da segurança né. Aumentar o efetivo da polícia, recuperar a carreira da Policia Civil, que está muito desestimulada, reequipar a polícia”, prometeu.

Pimentel também citou a questão do piso nacional dos professores e de reforma das escolas estaduais. Sobre a saúde ele destacou a viabilização dos hospitais regionais.

O novo governador ainda ressaltou a coligação e os deputados estaduais e federais eleitos. “Este governo não é um governo do PT, é um governo de uma coligação de partidos, um governo do povo de Minas” afirmou.

 

Mapa eleições de MInas Gerais (Foto: Arte/G1)Mapa eleições de MInas Gerais (Foto: Arte/G1)

Pimenta da Veiga
O candidato do PSDB Pimenta da Veigafalou, em Belo Horizonte, sobre a eleição do Pimentel, reconhecendo o resultado. Primeiro, ele agradeceu aos eleitores mineiros que o apoiaram. Pimenta disse que a eleição foi muito positiva porque ele conseguiu uma votação muito grande. “Conseguimos expor nossas ideias, foi uma campanha digna. Deixo meu agradecimento sincero aos mineiros”, disse.

Pimenta ainda disse que deseja que Pimentel tenha “muito sucesso nessa missão que o povo mineiro a ele delegou”. E completou, dizendo que está “inteiramente à disposição dele para o que ele precisar”.

Pimenta da Veiga disse que agora vai seguir a vida, mas sem desejo de ter alguma candidatura por enquanto.

Biografia
Fernando Pimentel é natural de Belo Horizonte e tem 63 anos. Economista, foi secretário municipal de Planejamento da capital, vice-prefeito de Célio de Castro e prefeito por duas vezes, sendo que na primeira assumiu a prefeitura quando Castro adoeceu. Em fevereiro, deixou o cargo de ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior do governo Dilma para concorrer neste pleito.

Propostas
Entre as propostas apresentadas pelo então candidato do PT para o governo estão o investimento na educação infantil e na escola integral, aumentar o número de hospitais regionais, ampliar o efetivo da Polícia Militar, ampliar coleta de água e esgosto, estimular o transporte elétrico e sobre trilhos, universalizar o ensino profissionalizante, implementar nova política fiscal, facilitar o crédito para moradia, construção do eixo-rodoviário entre Belo Horizonte e cidades-polo, estimular o uso do gás natural como política ambiental.

Campanha
A campanha eleitoral em Minas Gerais foi marcada pela tranquilidade. Fernando Pimentel liderou as pesquisas eleitorais desde o início.

Os embates entre os principais concorrentes, Pimentel e Pimenta, giraram sobre denúncias de corrupção no governo da presidente Dilma Rousseff, do mesmo partido do governador eleito, e, do outro lado, sobre o distanciamento de Pimenta do estado. Pimentel disse que o candidato do PSDBnão mora mais no estado há 20 anos, e, portanto, está distante da vida dos mineiros.

Resultado final
Sete candidatos concorreram ao governo de Minas Gerais. Veja o resultado abaixo com 100% das urnas apuradas.

Fernando Pimentel (PT) – 52,98% dos votos
Pimenta da Veiga (PSDB) – 41,89%
Tarcísio Delgado (PSB) – 3,90%
Fidélis (PSOL) – 0,67%
Professor Túlio Lopes (PCB) – 0,26%
Eduardo Ferreira (PSDC) – 0,23%
Cleide Donária (PCO) – 0,07%

FONTE: G1.


Pesquisas mostram Aécio à frente de Marina
Candidato do PSDB sustenta tendência de alta e socialista continua em queda
Dilma lidera

eleições

 

Nas últimas pesquisas divulgadas antes das eleições, o senador mineiro Aécio Neves (PSDB) aparece, pela primeira vez, numericamente à frente da ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva (PSB). O candidato tucano sustenta tendência de alta, enquanto a curva da socialista é de queda. Levando-se em conta a margem de erro dos levantamentos, ambos estão tecnicamente empatados e não é possível definir quem vai para o segundo turno da disputa presidencial contra a presidente Dilma Rousseff (PT), que tenta a reeleição.
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A petista mantém a liderança na preferência do eleitorado na sondagem dos três institutos que divulgaram resultados ontem, mas terá que passar novamente pelo crivo dos 142,8 milhões de brasileiros aptos a escolher o próximo presidente da República em 26 de outubro. Dados do DataFolha apontam Dilma com 44% dos votos válidos, seguida pelo tucano, com 26% da preferência do eleitorado, e pela socialista, escolhida por 24% dos 18.116 entrevistados entre sexta-feira e ontem em 468 municípios brasileiros. Como a margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, Aécio e Marina estariam tecnicamente empatados. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número BR 01037/2014. 

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Levando-se em conta a pesquisa anterior, divulgada na sexta-feira, Dilma  teve uma oscilação negativa de um ponto percentual, enquanto Marina teve um recuo de 27% para 24% e Aécio, uma oscilação positiva de 24% para 26%. Para calcular os votos válidos, são excluídos os brancos, os nulos e os eleitores que se declararam indecisos – mesmo critério usado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial de uma eleição. 

Na pesquisa do Ibope, Dilma aparece com 46% dos votos válidos, seguida de Aécio (27%) e Marina (24%).  Com a margem de erro de três pontos percentuais para mais ou para menos, o tucano e a socialista estão tecnicamente empatados. Considerando os votos totais, Dilma tem 40%, Aécio fica com 24% e Marina com 21%. Pastor Everaldo (PSC), Luciana Genro (Psol) e Eduardo Jorge (PV) têm 1% cada um. Brancos e nulos somam 7% e 5% dos entrevistados não sabem ou não responderam. O Ibope ouviu 3.010 eleitores entre quinta-feira e ontem e a pesquisa recebeu o registro BR-1.021/2014 no TSE.

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O levantamento CNT/MDA também divulgado ontem apresentou Dilma Rousseff com 45,6% dos votos válidos, seguida por Aécio, com 27%, e Marina, com 24,1%. Foram entrevistadas 2.002 pessoas de 137 cidades na quinta e sexta-feira. A margem de erro da pesquisa é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos, e o número de registro no TSE é BR-01032/2014. 

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Segundo turno Para a disputa terminar hoje, o primeiro colocado precisa ter 50% dos votos válidos mais um. Como nenhum candidato atingiu esse índice, o DataFolha, Ibope e MDA fizeram simulações de segundo turno. No primeiro, o levantamento indica a vitória de Dilma nos dois cenários propostos, e os números divulgados são os completos, incluindo brancos, nulos e eleitores indecisos . 

Em uma disputa contra Marina Silva, a petista aparece na pesquisa DataFolha com 49% das intenções de votos e a socialista com 39%. Nos dados anteriores, o placar era 48% a 41% para a petista. No cenário entre Dilma e Aécio, ela vence por 48% a 42%, diferença pouco menor, mas dentro da margem de erro, em relação à pesquisa divulgada na sexta, quanto ela vencia por 48% a 41%. 

Já o Ibope simulou três cenários de um segundo turno e também divulgou os números totais. Na primeira hipótese, Dilma vence Aécio por 45% a 37%, enquanto brancos, nulos e indecisos somaram 18%. Contra Marina, a petista atingiu os mesmos 45%, à frente dos 37% da socialista. Brancos, nulos e indecisos somam 19%. 

O terceiro cenário traz a disputa entre Aécio Neves e Marina Silva. O tucano aparece na frente de Marina por 39% a 36%, mas levando-se em conta a margem de erro de três pontos percentuais, eles estão tecnicamente empatados. Brancos, nulos e indecisos somaram 26%. 

A pesquisa CNT/MDA também simulou três cenários de segundo turno entre os presidenciáveis. Com Dilma e Aécio, a petista aparece com 46% dos votos, enquanto o tucano tem 40,8%. Brancos e nulos totalizam 9,7% e outros 3,5% dos entrevistados não sabem ou não responderam. 

Na segunda disputa, Dilma tem 47,6%, enquanto Marina Silva aparece com 37,9%. Brancos e nulos são 11,1%, e 3,4% não sabem ou não responderam. A terceira simulação, entre Aécio e Marina, mostra o tucano com 43% e a socialista com 37,1%. Votariam branco ou nulo 15,7%, e 4,2% não sabem ou não responderam.

FONTE: Estado de Minas.


Aécio empata com Marina; Dilma segue na liderança

O levantamento tem margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos

Eleições4

Pesquisa divulgada nesta quinta-feira pelo Datafolha sobre intenções de voto para a Presidência da República mostra Dilma Rousseff, que disputa a reeleição pelo PT, à frente, com 40% das preferências do eleitorado, Marina tem 24% das intenções de voto e Aécio, 21%. Como a margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, o levantamento mostra Aécio e Marina tecnicamente empatados.

Ainda conforme a pesquisa, Pastor Everaldo (PSC) e Luciana Genro (PSOL) e Eduardo Jorge tem 1% das intenções de voto. Já Rui Costa Pimenta (PCO), Eymael (PSDC), Levy Fidelix (PRTB), Zé Maria (PSTU) e Mauro Iasi (PCB) não pontuaram. Os que pretendem votar branco ou nulo somam 5%, mesmo número dos que não sabem.

Nas pesquisas sobre um provável segundo turno, a vantagem de Dilma sobre Marina aumentou. Agora são 7 pontos de diferença: a petista está com 48% e a candidata do PSB, com 41%. Em uma simulação entre Dilma e Aécio no segundo turno, a candidata do PT também fica à frente, com 48% das intenções de voto, enquanto Aécio fica com 41%.

O Datafolha ouviu 12.022 eleitores em 433 municípios ontem (1) e nesta quinta-feira. Com margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, a pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral com o número BR-00933/2014.

Ataques cara a cara esquentam último debate entre os candidatos à Presidência

Denúncias de desvios na Petrobras e o suposto uso dos Correios pela campanha petista provocaram os momentos mais tensos

No último debate entre os candidatos à Presidência, que ficaram cara a cara em um púlpito, realizado nessa quinta-feira pela TV Globo, os principais embates trataram das denúncias de corrupção envolvendo o governo da presidente Dilma Rousseff (PT), candidata à reeleição. Os desvios na Petrobras e o vídeo que aponta um suposto uso dos Correios pela campanha petista em Minas Gerais e no Brasil provocaram os momentos mais tensos. Líder nas pesquisas, Dilma foi o principal alvo dos ataques, principalmente de Marina Silva (PSB) e Aécio Neves (PSDB), que disputam uma vaga no segundo turno. Assim como nos últimos debates, Dilma e Aécio protagonizaram os momentos mais quentes.



Logo na primeira pergunta, quando a audiência é maior, a candidata Luciana Genro (PSOL) questionou a petista se o escândalo da Petrobras é resultado das relações do PT com os partidos de direita. Em sua resposta, Dilma destacou medidas que adotou para combater a corrupção e disse que demitiu o diretor da estatal, Paulo Roberto Costa. “Não tem ninguém acima da corrupção, todo mundo pode cometer, as instituições é que devem investigar”, afirmou a petista.
O tema da corrupção seguiu na vez do Pastor Everaldo (PSC), que perguntou a Aécio sobre as denúncias de uso da máquina pública envolvendo o PT e os Correios. O tucano atacou: “É vergonhoso o que vem acontecendo no governo. A Petrobras deixou as páginas de economia para as páginas policiais. Os Correios, centenários, estão a serviço da candidatura do PT em Minas Gerais. Quem disse isso foi uma liderança do PT. Boa parte da correspondência enviada por nós não chegou aos destinatários”.

No segundo bloco, Dilma e Aécio trocaram acusações quando o assunto foi o papel das estatais. Aécio lembrou que a petista nomeou o diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, que está preso, e disse que ela o demitiu, como havia dito no início do debate, foi ele que renunciou. “Candidata, a senhora acaba de dizer que o seu ministro de Minas e Energia chamou o Paulo e pediu a ele para pedir demissão?”, questinou. Já Dilma disse que o governo tucano no Palácio do Planalto foi o das privatizações e que Aécio sempre as defendeu. A petista afirmou ainda que há pessoas que combatem a corrupção da Petrobras com a intenção de enfraquecê-la para privatizá-la. Aécio rebateu, dizendo que os tucanos privatizaram o que era preciso, como a Embraer e o setor de telefonia, e insinuou que estão melhores do que estariam se estivessem nas mãos do PT.

BANCO CENTRAL Já o embate entre Marina e Dilma foi sobre a proposta da candidata do PSB de dar autonomia ao Banco Central. Marina questionou a petista, dizendo que ela defendeu a mesma autonomia em 2010. “Qual Dilma fala agora?”, questionou. A presidente rebateu, afirmando que Marina está confundindo autonomia e independência. “No seu programa está escrito de forma clara, independência do BC. Respeito autonomia. Só não acho que tenha de ser legalizada”, afirmou, emendando que independência só dos três poderes. A petista atacou mais uma vez, dizendo que Marina devia ler o que escreveram no programa de governo dela.

Marina citou o fato de Dilma, ao ser eleita presidente, não ter ocupado antes mandatos eletivos, nem mesmo de vereadora, e disse que quem fala agora é a presidente candidata e não a das convicções. “Ela acha que autonomia do Banco Central é ser independente. A autonomia é para combater a inflação alta do seu governo”, rebateu a socialista. Dilma se mostrou indignada e perguntou a adversária onde está escrito que é preciso ter sido vereadora para ser presidente.

Marina e Dilma voltaram a bater boca quando a candidata do PSB questionou a petista pelo fato de ela não ter apresentado seu programa de governo. Disse ainda que ela não cumpriu promessas de campanha como reduzir juros e combater corrupção. “Eu apresentei (programa). Você e Aécio não”, afirmou Marina. Dilma disse acreditar ter cumprido todos os compromissos. “Hoje, o Brasil pratica a menor taxa de juros da história e nunca houve um governo que combateu tanto a corrupção, não varri para debaixo do tapete nem engavetei”, rebateu.

FONTE: Estado de Minas.


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