Antequam noveris, a laudando et vituperando abstine. Tutum silentium praemium.

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Em fevereiro de 2011 vocês ingressaram no curso de Direito da Universo, campus de Belo Horizonte, com tantos sonhos e desejos!!

Participaram da Aula Inaugural com a Gestora, do Tribunal do Júri Interdisciplinar, do Julgamento de Nuremberg, da Visita técnica ao Sistema Carcerário, das Semanas Jurídicas, dos Seminários Temáticos, dos Julgamentos Itinerantes do Conselho de Contribuintes, do Dia do Advogado, da Universo de Amigos, das Visitas Técnicas às Aldeias Indígenas, criaram o blog do curso de Direito, das Capacitações Discentes, participaram do estágio extracurricular do Juizado Especial Federal, apresentaram o Trabalho de Conclusão do Curso, participaram do ENADE 2015, muitos já aprovados no Exame de Ordem e encerraram o curso com a apresentação da metodologia ativa Role Play na aula do prof. Igor!!!

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Confiaram no nosso trabalho!! Lembrando de cada ingressante, de como vocês iniciaram o percurso ansiosos pelo conhecimento, pelo aprendizado, acreditamos no potencial de cada um de vocês!! Obrigada pela oportunidade de dividir estes cinco anos da vida de vocês!!

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Agora, no final de 2015, o tapete vermelho desfez a última dobra para que vocês possam por ele passar e brilhar na profissão!! Fazer a diferença no mercado de trabalho, com competência, ética, respeito e honestidade!! Parabéns!!! Sucesso!! Deus os abençoe e proteja sempre!!!!

Professora Inês Campolina, gestora.

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Mineira de 81 anos realiza sonho e ingressa em universidade federal

Aposentada passou pelo Enem e faz Filosofia na UFU em Uberlândia.
‘Foi a melhor coisa que aconteceu, ela está mais feliz e realizada’, diz filha.

Aurora Faculdade UFU Uberlândia (Foto: Márcia Cristina/Arquivo Pessoal)
Sorriso de Aurora é sinônimo de sonho realizado

Vencer preconceitos, superar limites e acreditar que sonhos podem ser adiados, mas não descartados. Foi assim que a aposentada Aurora Ferreira de Melo Breves conseguiu chegar à universidade aos 81 anos para estudar o que sempre quis: Filosofia.

A mineira participou do Enem e com a nota obtida conseguiu ingressar na Universidade Federal de Uberlândia (UFU), por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu). Hoje, ela está no 2º período do curso.

O caminho enfrentado por Aurora demandou dedicação. Ela sempre quis estudar, mas devido às dificuldades financeiras teve que optar por trabalhar, a fim de conseguir sustentar e oferecer uma vida melhor aos três filhos. “Eu morava em Ituiutaba e há 48 anos mudei para Uberlândia em busca de melhores condições. Aqui eu virei costureira e tive o prazer de ver todos os meus filhos estudarem e se formarem na Federal. Minha filha até se tornou juíza. Na época achei que meu sonho havia sido realizado por eles”, disse.

O tempo passou e quando a família achava que era hora de Aurora descansar e aproveitar a vida, ela se matriculou para fazer o ensino fundamental, aos 75 anos.

É claro que tem preconceito e que muitos me criticam pela minha escolha, mas isso faz parte da vida.
Aurora Ferreira, estudante da UFU

“Eu sempre li muito, cerca de um livro por semana, e me adaptei rápido a todo o processo. Resolvi voltar a estudar depois que vi uma placa colada de frente a uma instituição de ensino dizendo: ‘Venha estudar com a gente, não importa sua idade’. E eu, fui”, explicou.

Depois do fundamental, ela focou no Ensino Médio. “Foram mais dois anos estudando e quando terminei a sensação era de felicidade, de realização”, afirmou.

Mesmo com o diploma nas mãos, a vontade de Aurora era continuar estudando. Ela contou que na época chegou a procurar uma faculdade particular, pois estava disposta a investir as economias no sonho de cursar Filosofia, mas por causa da idade ela não foi aceita. “A atendente me disse que era para eu viajar, dançar, descansar, pois a época de estudar já havia passado para mim”, relembrou.

Ufu (Foto: Divulgação)
Aurora está no 2º período de Filosofia da UFU

O “não” que Aurora levou não foi suficiente para fazê-la desistir. No ano passado, aproveitou que os netos fariam o Enem e também se inscreveu. Dois dos filhos até tentaram convencê-la a não fazer a prova, mas foi em vão. “Eu queria saber o que era o Enem e fui lá descobrir. Não lembro a minha nota, mas sei que fui a primeira a entregar a prova no dia. Resolvi todas as questões com uma hora e meia. O tema da redação me agradou e acredito que essa nota me ajudou muito na hora da seleção”, disse.

Para a mineira, só não estuda quem não quer. “No meu primeiro dia de aula senti que havia realizado um sonho que por muito tempo ficou guardado. Todo mundo me olhava e me achava diferente. É claro que tem preconceito e que muitos me criticam pela minha escolha, mas isso faz parte da vida. Tudo que eu consegui foi com muita alegria e esse mérito é meu, independentemente de questionamentos”, ressaltou.

Aurora acrescentou que está indo bem na faculdade e que já virou uma apaixonada pela filosofia de Aristóteles. “Eu estou entusiasmada com essa nova fase. Meu intuito agora é tirar os medos e anseios das pessoas, pois isso atrapalha o retorno aos estudos. Na minha sala, por exemplo, havia uma mulher de 47 anos que passou, mas não estava indo à faculdade por se achar velha demais para aquele ambiente. Quando soube da minha história, retornou”, lembrou.

Ela concluiu dizendo que mesmo com 81 anos, viúva e universitária, ainda está aprendendo a viver. “Eu ainda não sei de nada”, garantiu.

Apoiadora

Aurora Ferreira Enem Uberlândia (Foto: Márcia Cristina/Arquivo Pessoal)
Aurora espalha felicidade e realização por onde passa

A filha de Aurora, Márcia Cristina de Melo Breves, é uma das grandes apoiadoras da mãe. “Eu acompanhei por toda a minha vida a vontade dela estudar. Ela tentava fazer o supletivo, mas nunca ia para frente porque tinha que trabalhar e as provas, na época, só eram feitas em Belo Horizonte. Como não tínhamos condições, ela não fazia. Foi recentemente que conseguiu voltar a estudar”, disse.

Foi Márcia que inscreveu a mãe no Enem e depois no Sisu. “Eu acho que todo mundo tem o direito de buscar o estudo. No começo, meus irmãos falavam que ela não iria conseguir. Hoje já pensam que foi a melhor coisa que aconteceu, pois ela está mais feliz e realizada”, comentou.

FONTE: G1.


Treze são mortos em tiroteio em universidade do Oregon
O tiroteio ocorreu em uma das salas de aula da faculdade de ciências de Umpqua, em uma zona rural deste estado do noroeste dos Estados Unidos, de acordo com as autoridades
Oregon

Pelo menos 13 pessoas teriam morrido, e mais de 20 ficaram feridas, em um tiroteio nesta quinta-feira em uma universidade do estado americano do Oregon – informaram as autoridades e a imprensa locais.

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De acordo com o xerife local, John Hanlin, o atirador foi abatido pela polícia e está morto. A identidade do agressor e o número oficial de vítimas ainda não foram divulgados.

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O tiroteio aconteceu em uma das salas de aula da Faculdade de Ciência de Umpqua, em Roseburg, uma zona rural desse estado do noroeste dos Estados Unidos, de acordo com as autoridades.
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Entre sete e 13 pessoas morreram, e 20 ficaram feridas, informou o canal local KATU News, que cita uma autoridade da Polícia de Oregon, Bill Fugate.

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Um policial do gabinete do xerife do condado de Douglas, identificado como Aaron Dunbar em entrevista à CNN, não confirmou o número de vítimas. Segundo a rede americana, 20 feridos se encontrariam em estado grave, incluindo uma mulher que foi atingida no peito.

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O campus universitário, onde estudam 3.000 pessoas, foi evacuado e fechado.

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O bombeiro Ray Shoufler disse que 11 feridos foram retirados, mas dois não resistiram e morreram. Segundo ele, na instituição, “havia vários feridos em muitas salas de aula” e, por isso, as equipes de emergência improvisaram uma unidade de atendimento de urgência para os casos mais graves.

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Nessa pequena localidade, afirmou Shoufler, “praticamente todos nós temos parentes que estudam ali. É um cenário típico, no qual todo mundo conhece todo mundo”. Por isso, “uma coisa dessas afeta muita, muita, muita gente”, lamentou.

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A polícia já havia detido o atirador, quando os bombeiros chegaram no local.

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O atirador teria postado uma mensagem nas redes sociais antes do ataque, segundo vários meios de comunicação. De acordo com relatos, ele teria agido de forma bastante metódica, indo de uma sala para outra.

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A polícia do condado de Douglas confirmou que o tiroteio ocorreu às 10h30 local (14h30 de Brasília).

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“Enviamos agentes após informações sobre um tiroteio na universidade local, e a situação segue em curso”, declarou à AFP Dwes Hutson, do gabinete do xerife do condado de Douglas.

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Marilyn Kittelman, mãe de um dos alunos, relatou à imprensa que seu filho conseguiu se esconder em um anexo do prédio e lhe mandou uma mensagem por celular, contando o que estava acontecendo. De acordo com Marilyn, seu filho disse ter ouvido mais de 30 disparos.

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Já Lorie Andrews, que mora perto da universidade, disse aos jornalistas ter ouvido disparos e chegou a pensar que fossem fogos de artifício. Tudo durou cerca de um minuto, completou ela, acrescentando que, depois, chegaram viaturas policiais e ambulâncias. Andrews contou que viu as equipes de socorro retirando um estudante banhado em sangue.

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Segundo a imprensa local, o autor do ataque teria pouco mais de 20 anos.

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Todos os estudantes que tentavam fugir do prédio eram revistados pela polícia, que também parou vários ônibus escolares. Além disso, agentes fortemente armados faziam uma batida em todas as instalações do complexo, incluindo os estacionamentos.

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Tiroteios são muito comuns em escolas e universidades nos Estados Unidos. Um deles ocorreu em uma escola na Dakota do Sul, na quarta-feira, deixando um ferido, enquanto um outro, no início de setembro, em uma universidade em Sacramento, fez um morto e dois feridos.

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Um jovem de 20 anos assassinou 26 pessoas, incluindo 20 crianças, na escola Sandy Hook em Newtown (Connecticut), em 14 de dezembro de 2012. Em 16 de abril de 2007, um estudante de 23 anos, de origem coreana, matou 32 pessoas antes de cometer suicídio no campus da universidade de Virginia Tech, Blacksburg (Virgínia). Este foi o pior massacre na história do país em tempos de paz.

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FONTE: O Tempo.


Técnica criada por pesquisador engana as estruturas de defesa para combater tumores.

Paciente reage como se estivesse sendo infectado por um vírus e aumenta o arsenal que vai conter a doença

“Aos olhos do sistema imune, o câncer é uma célula normal. Então, ele não vai ser atacado”, Daniel de Carvalho, pesquisador do Princess Margaret Cancer Centre, da Universidade de Toronto

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A mais recente esperança no tratamento contra o câncer promete trocar os quimioterápicos e os seus violentos efeitos colaterais por uma terapia que tira a força do próprio sistema imunológico do paciente. A imunoterapia, no entanto, ainda não é uma opção universal e desafia médicos e cientistas a descobrirem os melhores caminhos para ativar a defesa inata do organismo humano. Uma nova linha de pesquisa desenvolvida por um cientista brasiliense parece ter encontrado a solução para esse problema: a estratégia “engana” as células de defesa, fazendo com que o sistema imune ataque o tumor como se estivesse combatendo um vírus. Testes em laboratório indicam que a simples resposta antiviral do organismo é capaz de enfraquecer o carcinoma e melhorar significativamente o resultado da imunoterapia.
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O principal obstáculo dos médicos que administram a imunoterapia é uma estratégia de ataque bastante eficiente usada pelos tumores. Por meio de pequenos compostos químicos, as células cancerosas são capazes de “desligar” os genes responsáveis pela defesa do paciente e conseguem passar desapercebidas. “Aos olhos do sistema imune, o câncer é uma célula normal. Então, ele não vai ser atacado”, explica Daniel de Carvalho, brasileiro que lidera um grupo de pesquisa no Princess Margaret Cancer Centre, afiliado à Universidade de Toronto, no Canadá.
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Há três anos, o ex-aluno da Universidade de Brasília (UnB) investiga o uso de drogas epigenéticas para combater o sistema silenciador do câncer. Esse tipo de medicamento serve como um meio de contra-ataque, reativando os códigos genéticos que foram inutilizados pelas células tumorais. “Notamos que, quando usávamos as drogas epigenéticas, induzíamos uma reação que é muito semelhante a uma resposta antiviral”, descreve Carvalho. Em tecidos afetados pelo câncer, o medicamento faz com que o sistema de defesa veja o tumor como células infectadas por um vírus, atacando-o e contendo o crescimento dele.
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O trabalho recebeu destaque na revista especializada Cell, que publicou dois artigos que colocam o novo tipo de terapia à prova. Enquanto o grupo liderado por Daniel de Carvalho tratou modelos de câncer de cólon com a falsa infecção viral, um grupo de cientistas do Johns Hopkins Kimmel Cancer Center, nos Estados Unidos, trabalhou com células cancerosas de ovário e pele, além de amostras de tumores de cólon. O tratamento epigenético fez com que as células liberassem proteínas sinalizadoras chamadas interferons, que “despertam” as estruturas de defesa, matando as estruturas doentes.
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“Quando uma célula é infectada por um vírus, ela envia sinais ao sistema de defesa para que as estruturas imunes possam vir e destruí-lo”, ensina Katherine Chiappinelli, pesquisadora da Escola de Medicina da Universidade Johns Hopkins e autora do outro artigo que investiga a terapia promissora. “Ao tratarmos células tumorais com essas drogas epigenéticas, notamos uma maior resposta antiviral. Acreditamos que isso esteja aumentando o número de células imunes do ambiente celular do tumor e faça com que os cânceres fiquem mais suscetíveis à imunoterapia”, ressalta Chiappinelli.
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MELHORA SIGNIFICATIVA O método, que combina o medicamento epigenético com a imunoterapia, foi testado em ratos de laboratório que haviam recebido injeções de amostras de tumores humanos. Os animais doentes receberam a droga que ativa a resposta antiviral combinada com doses dos medicamentos tradicionalmente usados no combate aos carcinomas. Se comparados com as cobaias que receberam apenas a imunoterapia, os tumores dos roedores que contaram com o estímulo extra foram muito mais afetados pelo tratamento e reduziram significativamente.
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O grupo liderado pelo pesquisador brasileiro se prepara agora para testar o método em um estudo clínico, com pacientes que sofrem de câncer de cólon, de ovário ou de mama. Os estudiosos acreditam que o tratamento combinado possa aumentar significativamente o número de pacientes que respondem à imunoterapia, evitando as complicações dos efeitos colaterais da quimioterapia, estendendo a expectativa de vida dos pacientes que sofrem com o câncer e reduzindo o número de casos de retorno da doença. O câncer de cólon, por exemplo, um dos modelos usados para o estudo da nova intervenção, tem uma taxa de reincidência de 50% e uma baixa resposta à terapia que estimula o sistema imune.

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FONTE: Estado de Minas.


Dívida do Fies não é motivo para universidade barrar aluno, diz tribunal

Juiz sentenciou que Unip deveria recorrer a outras formas de cobrança.
Aluna foi impedida de fazer rematrícula e realizar provas.

 Unip

A 3ª Turma Cível do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) decidiu que um estudante não pode ser barrado em rematrícula ou provas se o Ministério da Educação (MEC) e a universidade na qual o aluno está matriculado tiverem divergências sobre o pagamento do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

A decisão unânime e em caráter liminar foi tomada em ação movida por uma estudante de administração da Universidade Paulista (UNIP). Ela alegava ser barrada pela universidade porque a instituição alegava não ter recebido do MEC. O G1 busca contato com a universidade.

Neste ano, MEC e universidades que aderiram ao Fies tiveram divergências sobre o pagamento de alguns contratos. Inicialmente, o ministério limitou o aumento das mensalidades em 6,4%. Universidades com altas acima desse valor tiveram repasses congelados e precisaram se justificar.

Em agosto, Fundo Nacional para o Desenvolvimento da Educação (FNDE) permitiu que o limite de reajuste chegasse a 8,5%. Cerca de 300 mil contratos podem ter sido afetados por causa dos reajustes acima do limite inicialmente criado pelo MEC. Entidades que representam as mantenedoras criticavam a trava e ainda buscam sua extinção para 2016.

O processo
Na ação, a estudante diz que é aluna do terceiro semestre de administração, e que se encontraria impedida de realizar as avaliações e trabalhos acadêmicos, uma vez que a ré não teria inserido seu nome em lista de chamada, sob o fundamento de que o Fies não teria repassado à instituição o valor relativo ao pagamento do semestre anterior.

Em sua decisão, o desembargador relator desaprova a postura da universidade. “Apresenta-se desarrazoado que a instituição de ensino impeça a autora de efetuar a sua matrícula no curso, continuar a frequentar as aulas e realizar trabalhos e provas, com o intuito de reaver o seu crédito, considerando-se que a requerente encontra-se com financiamento estudantil de 100% (cem por cento) dos valores devidos semestralmente, assegurando-se o pagamento dos créditos”.

O desembargador aponta ainda que “a instituição de ensino poderá buscar as vias apropriadas para a satisfação do seu crédito”.

Pendências do Fies
Em agosto, o Fundo Nacional para o Desenvolvimento da Educação (FNDE) aumentou para 8,5% o limite de reajuste na mensalidade dos cursos durante a renovação de contratos de financiamentos já firmados com o Fies. Antes, o teto de reajuste determinado pelo Ministério da Educação (MEC) para autorizar a renovação dos contratos do programa era de 6,4%.

A mudança já vale para os contratos que estão pendentes desde o primeiro semestre de ano.
De acordo com o FNDE, cerca de 300 mil contratos estão nesta condição e, com a alteração, a expectativa do governo federal é de que estas pendências possam ser resolvidas ainda durante esta semana.

Apesar de ter fixado o limite de reajuste em 6,4% no semestre passado, o Ministério da Educação (MEC) estava aceitando todos os pedidos de renovação, independente dos valores das mensalidades.

No entanto, os estudantes de cursos com aumentos acima do teto recebiam um aviso de que a instituição de ensino deveria explicar o reajuste ao FNDE.

Ao todo, 2,1 milhões de estudantes brasileiros são beneficiados pelo Fies. Segundo o FNDE, 500 mil destes contratos já foram aditados e a renovação do restante está assegurada. As renovações do programa para o segundo semestre de 2015 estão abertas e vão até o dia 31 de outubro.

Os candidatos deverão realizar os aditamentos no site: http://sisfies.mec.gov.br/. nova

 

 

FONTE: G1.


Estudante embriagado provoca acidente ao tentar sair de calourada dirigindo

Bafômetro registrou 1,19 miligramas de álcool por litro de ar expelido, mais de três vezes o índice de 0,34 mg/l, em que se considera crime de trânsito

Marcos Vieira/EM/D.A. Press

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O estudante A.B.N.C., de 19 anos, que participava de uma calourada de estudantes da PUC Minas provocou uma série de batidas, ao dirigir embriagado no início da noite desta sexta-feira. Ele se submeteu ao teste do bafômetro, que registrou o índice de 1,19 miligramas de álcool por litro de ar expelido, mais de três vezes o índice de 0,34 mg/l, em que se considera crime de trânsito. O jovem cursa Ciências Contábeis e tinha carteira de habilitação provisória, emitida em fevereiro deste ano.
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O acidente aconteceu na Alameda Guajará, no Bairro Coração Eucarístico, Região Oeste de Belo Horizonte. A via é paralela à Avenida Trinta e Um de Março, que dá acesso ao campus da universidade, e onde milhares de jovens realizam os rituais e festas de iniciação do semestre letivo nos bares locais. Na primeira semana de aulas e, principalmente, nesta sexta-feira, as festas se estendem ao longo de todo o dia. A PUC Minas não participa, em nenhuma instância, dos eventos.
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O veículo do estudante, um Volkswagen Gol, atingiu outros cinco carros que estavam estacionados. Por sorte, ninguém se feriu no acidente. De acordo com a tenente Átila Ferreira, o Gol saiu raspando nos primeiros veículos e parou quando colidiu com um Fiat Siena, que pertence a uma moradora local. O Gol teve a roda quebrada e o estudante foi detido, ainda no local.
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Após ser realizado o teste do bafômetro, o jovem foi levado para a 9ª Cia, do 34º Batalhão de Polícia Militar (PM). Segundo militares que atuaram na ocorrência, o estudante chegou a vomitar dentro da viatura, no caminho até a companhia da PM. A. B. N. C. foi encaminhado para a delegacia de plantão do Detran, por crime de trânsito. O Gol foi liberado para ser levado pela mãe e pelo irmão do estudante.

Marcos Vieira/EM/D.A. Press

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FONTE: Estado de Minas.


Estudantes da UFU serão indiciados por invadir sistema e alterar notas

Alunos confessaram esquema e deram detalhes para a Polícia Federal.
UFU irá tomar medidas administrativas contra a fraude.

UFU Uberlândia (Foto: Vanessa Pires/G1)Alunos da UFU foram detidos e vão responder pelo crime

Um grupo de sete estudantes da Universidade Federal de Uberlândia (UFU) é investigado sob a suspeita de invadir o sistema interno da instituição para alterar notas. Segundo as informações da Polícia Federal (PF), quatro dos suspeitos iriam completar o tempo limite da graduação e não poderiam mais continuar no curso caso não concluíssem as disciplinas neste ano.

Os universitários têm entre 20 a 25 anos e são dos cursos de Educação Física, Ciência da Computação, Direito e Engenharia Elétrica. Eles foram ouvidos, confessaram o crime e foram liberados. A UFU informou que medidas administrativas serão tomadas e que poderá haver advertência e expulsão.

De acordo com o delegado-chefe da PF, Carlos Henrique Cotta D’Ângelo, as investigações duraram cerca de dois meses após a instituição desconfiar da fraude. Nesta terça-feira (2), foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão e seis mandados de condução coercitiva em Uberlândia e Uberaba. “Eles foram interrogados e revelaram como era feita a fraude. Um deles admitiu que era quem fazia a alteração de notas para os demais, sem pedir nada em troca”, contou.

Estudantes da UFU são suspeitos de invadir sistema e alterar notas  (Foto: Reprodução/TV Integração)Estudante de Direito alterou nota de Ética Geral

A polícia identificou que os suspeitos são amigos. O estudante do curso de Ciência da Computação descobriu uma brecha no sistema e há cerca de um ano estava fraudando as notas. Conforme informou o delegado-chefe, o computador pessoal dele foi apreendido para auxiliar a polícia nas investigações.

Um dos estudantes chegou a alterar 14 notas. Entre elas, o estudante de Direito modificou a da disciplina de Ética Geral. O delegado informou, ainda, que a falha no sistema já foi detectada e corrigida pela instituição. “Em posse do material levantado pela polícia, a UFU provavelmente deve promover um processo administrativo que pode culminar na expulsão dos alunos”.

Depois de serem ouvidos na presença de uma advogada, o grupo foi liberado e será indiciado pelos crimes de invasão de sistemas informatizados e formação de quadrilha, cuja pena pode chegar até quatro anos de prisão.

Punição da Universidade
Em nota, a UFU informou que tomou conhecimento do ataque de hackers ao sistema eletrônico de notas da instituição no início do ano, final do segundo semestre de 2014. Após fazer todos os levantamentos, a instituição informou à Polícia Federal o nome de sete alunos.

Ao ser deflagrada a operação que constatou a fraude, na manhã desta terça-feira (2), a gestão da UFU se reuniu com os coordenadores dos cursos para tomar os procedimentos administrativos cabíveis. Nesta reunião, uma das medidas tomadas será reprovar os respectivos alunos, em todas as disciplinas cujas notas foram alteradas.

Ainda, no âmbito administrativo, a Comissão Permanente de Sindicância e Inquérito Administrativo (COPSIA) da universidade vai abrir um procedimento para detectar o grau de envolvimento de cada  estudante, o que pode gerar de advertência até expulsão.

FONTE: G1.



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