Antequam noveris, a laudando et vituperando abstine. Tutum silentium praemium.

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Noiva que ganhou banho de tinta no casamento diz que desculparia rival

Mulher foi atacada pela ex do companheiro na porta da igreja, minutos antes da cerimônia começar; agressora foi encaminhada à delegacia, ouvida e liberada


casamento

Noiva após ser atacada por rival no dia do casamento

“Dependendo do jeito que ela viesse conversar comigo, eu desculparia”. A frase é da dona de casa Adiliane de Faria Mattos, de 27 anos, que, vestida de noiva, tomou um banho de tinta rosa na porta de uma igreja de Pirapetinga, na Zona da Mata mineira, minutos antes do casamento começar. A autora da agressão é a ex-namorada do seu, agora, marido. Em entrevista à reportagem de O TEMPO nesta sexta-feira (22), a jovem disse que não tem nada contra a mulher que a atacou.

A confusão, que movimentou a pequena cidade, aconteceu no último sábado (16). Adiliane estava com o casamento marcado para as 11h na Paróquia Santana. “Não me atrasei. Cheguei e comecei a tirar algumas fotos dentro do carro. Não hora que saí, bati a cabeça e o meu cabeleireiro disse que precisaria consertar o penteado”, contou.

Nesse momento, a mulher surgiu com um balde de tinta e, sem dizer nada, jogou o líquido contra a noiva. “Foi tudo muito rápido. Ela jogou e saiu correndo. O cabeleireiro foi atrás e conseguiu segurá-la até a chegada da polícia. Eu fiquei lá na porta chorando. Os convidados começaram a sair da igreja”, disse a recém-casada.

Ao ficar sabendo o que a ex fez, o noivo quis ir para fora na igreja, mas foi contido pela mãe. Nervosa, Adiliane foi levada para a sacristia. Amigas e parentes tentaram limpar o vestido, mas as manchas não saíram. “Já estava ali, era o meu sonho casar e não ia desistir por isso. Fui incentivada por todos e resolvi que o casamento aconteceria de qualquer jeito”, explicou.

Sensibilizado com a situação, o padre que realizou a cerimônia resolveu tirar o manto da Nossa Senhora de Santana e deu para que a jovem colocasse nas costas, um dos locais mais atingido pela tinta. O casamento aconteceu com cerca de 30 minutos de atraso.

“Os convidados tentaram me animar, mas fiquei um pouco triste. Não tinha como ser diferente, né? Já estava nervosa por causa da situação e ainda aconteceu todo esse transtorno. Mas depois fomos para o sítio onde fizemos a festa e aproveitei até as 20h. Deus foi maior e o importante é que estou casada”, afirmou a mulher.

Apesar de tudo o barraco que a rival promoveu, Adiliane afirma que não guarda mágoas e diz que poderia, sim, desculpar a jovem. “Não vou alimentar raiva. Se ela quiser conversar, vou ouvi-la. Comecei uma nova fase da minha vida com o meu marido. Estou feliz e isso basta. Bola pra frente”, disse.

Após sujeira, noiva teve que comprar vestido

Depois da confusão no sábado, a jovem foi conversar com a dona da loja em que havia alugado o vestido de noiva por R$ 600. “Ela disse que sentia muito, mas não tinha como aceitar a roupa, que ainda está manchada. Era o segundo uso e já tinha uma outra noiva para usá-lo no próximo dia 26. Não teve outro jeito: paguei mais R$ 1.600 e fiquei com o vestido”, disse.

Ainda conforme a dona de casa, ela nunca teve problemas com a ex do marido. “Eles se relacionaram e têm um filho. Meu marido paga pensão todos os meses e nunca deixou faltar nada para a criança. Até então, ela nunca havia me procurado para criar problemas. Não sei o que a levou a chegar nesse ponto”.

A atitude da rival revoltou os convidados do casamento. “Eu era madrinha e, quando vi a situação, não quis sair da igreja. Se fosse lá fora, daria um tapa na cara dela. Minha irmã é muito corajosa. Acho que não conseguiria entrar na igreja e me casa naquele dia”, disse Elaine Mattos.

Depois da confusão, a agressora foi encaminhada à delegacia, onde foi ouvida e liberada. De acordo com a assessoria de imprensa da Polícia Civil, a delegada vai ouvir Adiliane para saber se ela vai querer representar contra a rival.

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FONTE: O Tempo.


Look de Dilma para a posse foi feito às pressas

A estilista gaúcha Juliana Pereira, 38, autora do conjunto de saia e blusa usado por Dilma na cerimônia de posse, em 1º de janeiro, recebeu com um misto de ânimo e desagrado os comentários sobre a criação (veja matéria abaixo) após a presidente mostrá-la em cadeia nacional.

“Cada um tem uma opinião e gostos diferentes, mas acho de extremo mal gosto e deselegância a comparação que fizeram [da roupa rendada com uma capa de botijão de gás]. Senti orgulho e empolgação, mas também vários sentimentos dos quais não gostei e até prefiro não comentar”, diz Pereira.

A estilista Juliana Pereira em seu ateliê, em Porto Alegre (RS). Crédito: Tiago Trindade

Comedida após a exposição do seu nome, a estilista não fala de valores nem faz comparações de sua criação com os looks usados por outras mulheres presentes na posse, como a senadora Kátia Abreu (PMDB-TO), criticada nas redes sociais por usar um vestido verde. Segundo internautas, a roupa era similar a uma pamonha enrolada.

“Voltei a trabalhar há apenas três dias e o telefone não para. Não sei se houve aumento da procura por minhas peças, não dá pra mensurar”, diz a estilista, que também desenhou o look vermelho da filha de Dilma, Paula Rousseff.

A cor do vestido da acompanhante, vermelho PT, não teria sido premeditada.

“Eu amo vermelho e Paula também. Foi por meio dela que cheguei à presidente. Ela perguntou se eu faria o look em um espaço curto de tempo, nos dias da passagem da presidente em Porto Alegre, à época do seu aniversário [comemorado em 14 d de dezembro]”, conta.

Dilma discursa na cerimônia de posse em 1º de janeiro, em Brasília. O look é da estilista Juliana Pereira. Sergio Lima/Folhapress

Às pressas, a estilista teve apenas 12 dias para confeccionar o modelo. Ao todo foram precisas quatro provas de roupa, sendo duas delas para ajustes e correções.

“Ela [Dilma] queria algo neutro, clássico, sem cinto e com rendas. A cor da veste escolhi café com leite, e as rendas, todas francesas, eram de tom nude com pigmento rosé.”

Segundo Juliana, a modelagem “aconteceu” a partir das provas. “Ela pediu manda ¾, aí sugeri mais aberta, com movimento. Sempre procuro valorizar o que elas [as mulheres] têm de legal. Não queria uma roupa volumosa na presidente.”

A imagem final da roupa, de acordo com a estilista, agradou cliente e criadora. O look seguiu o estilo da estilista, “jovial, leve, charmoso e elegante, que respeite a opinião e o corpo da mulher.”

 

Look de Dilma na posse divide estilistas famosos

Reinaldo Lourenço gostou; Walério Araújo acha que ela ficou ‘fofa demais’

O conjunto de blusa e saia usado por Dilma Rousseff na cerimônia de posse, em 1º de janeiro, dividiu opiniões de estilistas consagrados da indústria da moda nacional.

O look todo feito em renda, encomendado à designer de noivas gaúcha Juliana Pereira, chegou a ser comparado nas redes sociais a uma capa de botijão de gás -mas também foi elogiado por alguns.

“A presidente estava ‘fofa’ demais”, afirma o estilista pernambucano Walério Araújo, que considerou um erro o tom entre o rosa chá e o off-white. Para ele, “as medidas maiores [da presidente] não permitem cores muito claras pois mostram todas as imperfeições do corpo”. “Se fizesse o look, optaria por um vinho de tom bem fechado.”

Dilma Rousseff na posse em 2011 (esq.) e em 2015
Dilma Rousseff na posse em 2011 (esq.) e em 2015

O vermelho, cor do PT de Dilma, foi usado pela filha, Paula Rousseff, em um modelo decotado.

O paulistano Reinaldo Lourenço, no entanto, acredita que Dilma acertou ao mostrar “uma fragilidade e feminilidade que não tem”. “Tirar a imagem austera foi uma boa escolha. A roupa era apropriada para o momento e para o corpo dela, que não é magro”, diz o estilista, que participa da São Paulo Fashion Week. “Foi um dos melhores looks que ela já usou.”

As medidas do look de Dilma, segundo o cearense Lino Villaventura, deveriam ter sido pensadas com mais esmero por Juliana Pereira.

“Apesar de ter sido uma escolha feminina, a silhueta em “A” achatou a presidente. A manga parecia apertada, a modelagem estava muito feia, não tinha harmonia nenhuma”, diz Villaventura, que tem um ateliê de roupas sob medida disputado por socialites em Fortaleza.

“Ela tem ombros pequenos, por exemplo. Era preciso dar um pouco de estrutura nessa área. Temos mil recursos para trabalhar melhor as medidas. Já vesti uma noiva de 130 kg e ficou ótimo.”

A escolha do tecido não passou despercebida pela designer carioca Isabela Capeto, especialista em produzir roupas com rendas como a usada por Dilma na posse do seu segundo mandato.

“Não gostei do efeito das rendas. Elas não parecem ter sido feitas no Brasil e acho que, como presidente, ela deveria escolher materiais produzidos no país, que tem um trabalho rico em rendas”, declara Capeto, que teria sido cotada para vestir a candidata Marina Silva, caso não tivesse sido derrotada no primeiro turno da eleição do ano passado. “Terrível [o look] não estava, mas também não estava bom.”

O mineiro Ronaldo Fraga, declaradamente contrário à eleição de Dilma, considera que a roupa, nesse momento, é o de menos. Criticou as comparações dos internautas com o botijão de gás. “Errada ou não, Dilma poderia estar nua que não faria diferença. Tenho tias da idade dela que se vestem assim”, diz. “Ela tem 67 anos e ocupa um cargo decisivo para o Brasil. Não dá pra entrar na ‘pequenez’ de falar de moda.”

“Sinceramente, essa relação com as medidas e o look prova o momento sórdido de inversão de valores que vivemos no país. Ela vai ter problemas muito mais sérios pra resolver a partir de agora do que a roupa que veste.”

FONTE: Folha.


 

Justiça ampara noivas com reparação de danos

 

 

Tive de escutar deles que eu só teria direito a 60% do valor, pois alegaram que eu havia desistido do vestido. Eu não desisti – Letícia Barbosa Novais, comerciante
Marcelo Barbosa, do Procon Assembleia, orienta a cliente a pesquisar o histórico das empresas contratadas, para se antecipar a eventuais problemas, mas a medida não é garantia




A comerciante Letícia Barbosa Novais, de 32 anos, subiu ao altar no sábado, seguindo a tradição dos casamentos de maio, conhecido como o mês das noivas. Ao final da cerimônia, emocionada, ela recebeu os abraços de familiares e amigos, mas a alegria foi precedida de muita tensão, nervosismo, chateação e lágrimas causados pela prestação de serviços de duas lojas que ela contratou. Letícia teve problemas com o vestido que usaria na cerimônia e com os pares de chinelos que seriam distribuídos aos convidados durante a festa. Passado o aborrecimento, pretende ajuizar ações na Justiça para reparar o dano material e o moral.

A loja em que a empresária comprou o vestido não conseguiu entregá-lo da forma como as duas partes haviam combinado, antes do casamento. Já a empresa que recebeu a encomenda de quase 200 pares de chinelos fechou as portas. Resultado: Letícia precisou comprar um vestido em outra confecção a menos de uma semana da cerimônia, mas não conseguiu adquirir a quantidade de sandálias pretendida para a festa. Em ambos os casos a empresária já havia pago pelos produtos. 

Problemas como os que Letícia enfrentou não são raros no Brasil. Não há números oficiais sobre as reclamações envolvendo noivos e empresas especializadas neste mercado, que movimenta bilhões de reais a cada ano. A Associação dos Profissionais, Serviços para Casamentos e Eventos Sociais (Abrafesta) estimou o faturamento desse mercado em R$ 16 bilhões no ano passado, o que representou avanço de 8% no confronto com 2012. 

Outro estudo feito pela mesma entidade em parceria com o Data Popular, instituto especializado na chamada nova classe média, apurou que o número de empreendimentos atuando no setor soma 8,3 mil. Eles empregam cerca de 45 mil funcionários formais. Os dados impressionam. Da mesma forma, preocupa o desabafo de consumidores que tiveram o casamento prejudicado por empresas que não cumprem o acordo firmado com os noivos.

O advogado e coordenador do Procon Assembleia Marcelo Barbosa alerta que o consumidor que se sentir prejudicado pelo descumprimento do contrato por parte da empresa tem direito à reparação do dano material e do moral. No caso de Letícia, segundo o especialista, ela encontra amparo nos artigos 28 e 35 do Código de Defesa do Consumidor (CDC). Este último trata do imbróglio envolvendo o vestido.

Letícia conta que comprou o vestido alguns meses antes do casamento, mas a empresa não conseguiu entregá-lo a tempo da cerimônia. Ela teve problemas ao cancelar a compra, pois, em princípio, a loja não quis devolver todo o dinheiro pago. “Tive de escutar deles que eu só teria direito a 60% do valor, pois alegaram que eu havia desistido do vestido. Eu não desisti. Depois, alguém da empresa me telefonou dizendo que me daria todo o valor. Eu disse, então, que eles teriam de me devolver o que paguei e ainda arcar com o preço do vestido novo”, desabafou Letícia.

O coordenador do Procon Assembléia concorda com a noiva e acrescenta que, no caso dos chinelos, ela encontra amparo no artigo 28 do CDC. Para isso, porém, terá de recorrer a um instrumento conhecido no meio jurídico como a despersonificação da pessoa jurídica. Na prática, a dívida migra da empresa para o dono.

O referido artigo diz que “o juiz poderá desconsiderar a personalidade jurídica da sociedade quando, em detrimento do consumidor, houver abuso de direito, excesso de poder, infração da lei, fato ou ato ilícito ou violação dos estatutos ou contrato social. A desconsideração também será efetivada quando houver falência, estado de insolvência, encerramento ou inatividade da pessoa jurídica provocados por má administração”. O quinto parágrafo do mesmo artigo assegura que “(a desconsideração da pessoa jurídica) também poderá ser desconsiderada a pessoa jurídica sempre que sua personalidade for, de alguma forma, obstáculo ao ressarcimento de prejuízos causados aos consumidores”.

A melhor maneira de evitar prejuízos é pesquisar o histórico das empresas contratadas, mas nem sempre isso é garantia de que o consumidor não passará por aborrecimentos. Letícia, por exemplo, pesquisou bastante o histórico das lojas. “Não havia nada contra as empresas”, diz. Além de procurar o Procon e a Justiça, ela poderá registrar reclamação na Delegacia do Consumidor.

FONTE: Estado de Minas.


Vestido de noiva é bem durável e prazo para reclamar de defeitos é de 90 dias

STJ entende que vestido de noiva, como o vestuário em geral, enquadra-se na categoria de bem durável e, portanto, conforme o CDC, é de 90 dias o prazo decadencial para reclamação de defeitos aparentes. Decisão unânime é da 3ª turma da Corte Superior.

A ação foi ajuizada por uma consumidora que comprou o vestido para seu casamento e, mesmo notando vícios na última prova, nenhum reparo foi feito pela empresa. Após a negativa da loja que confeccinou o vestido em realizar os ajustes,  a peça foi reformada às pressas por estilista contratado de última hora. Após 16 dias do casamento, então, a compradora notificou formalmente a empresa, que voltou a negar o alegado vício no produto.

O juiz de 1ª instância extinguiu o feito sem resolução do mérito por julgar que o direito da autora teria sido atingido pelo prazo decadencial de 30 dias previsto no CDC para a reclamação relacionada a bens não duráveis. O TJ/DF confirmou a sentença por entender que peças de roupa seriam produtos não duradouros, principalmente um vestido de noiva, “cujo uso se extingue com a realização da cerimônia”.

Bem durável

O ministro Villas Bôas Cueva, relator do recurso interposto no STJ, esclareceu que o produto durável é aquele que “não se extingue pelo uso, levando algum tempo para se desgastar“. Salientou que “nenhum produto é eterno, pois, de um modo ou de outro, todos os bens tendem a um fim material em algum momento, já que sua existência está atrelada à sua vida útil”. Para o ministro, o aspecto de durabilidade do bem inclui a noção de que, um dia, ele perderá sua função.

Valor sentimental

Para o relator, o vestido de noiva é um bem de uso especial, um artigo de luxo, com valor sentimental e características singulares, que desperta desejos e pode ser, inclusive, resultado de esforço especial para a aquisição. “É notório que, por seu valor sentimental, há quem o guarde para a posteridade, muitas vezes com a finalidade de vê-lo reutilizado em cerimônias de casamento por familiares (filhas, netas e bisnetas) de uma mesma estirpe”, acrescentou.

CDC

Segundo Cueva, incide o prazo decadencial de 90 dias, previsto pelo CDC, aplicável às reclamações relativas a vícios aparentes ou de fácil constatação em produtos definidos como bens duráveis, contado da data de entrega efetiva do produto. O ministro explicou que o bem entregue não estava em perfeito estado e não correspondia ao modelo previamente combinado entre a consumidora e a empresa que o confeccionou. Tal tipo de vício é perceptível pelo “consumidor médio”, e dispensa conhecimento especializado, por decorrer de análise superficial do produto (simples visualização ou uso), cuja constatação é verificável de plano.

Além disso, o relator ressaltou a frustração das expectativas às vésperas da cerimônia e o transtorno pela necessidade de buscar um profissional às pressas que realizasse os consertos indispensáveis para utilização da roupa no casamento. Para o ministro, as circunstâncias do caso demonstram claramente a angústia e a frustração da pessoa que comprou o vestido para uma ocasião tão especial.

Interrupção do prazo

Segundo o ministro, quando a consumidora apresentou notificação extrajudicial à empresa houve interrupção do prazo decadencial. Ele explicou que a reclamação pode ser apresentada verbalmente, pessoalmente, por telefone ou ainda por escrito.  Conforme lembrou, a jurisprudência do STJ admite que a simples reclamação verbal é suficiente para interromper a decadência, desde que efetivamente comprovada e direcionada a quem interessa.

Quanto à expressão “obstam a decadência” prevista no artigo 26, parágrafo 2º, do CDC, o ministro afirmou versar uma modalidade de interrupção do prazo decadencial, já que “a melhor doutrina assegura maior amplitude à tutela dos consumidores, cuja hipossuficiência, em regra, norteia as opções do legislador”. É que tal interpretação beneficia sobremaneira o consumidor, que dispõe novamente do prazo completo para exercitar seu direito a partir da resposta negativa do fornecedor.

Veja a íntegra da decisão.

FONTE: Migalhas.



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