Antequam noveris, a laudando et vituperando abstine. Tutum silentium praemium.

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Empresas devem indenizar passageiro assaltado durante viagem

 

Uma agência de viagens e uma transportadora de Belo Horizonte deverão pagar solidariamente R$ 15 mil por danos morais a um passageiro que foi roubado em viagem. A decisão é da 18ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), que reformou a sentença de primeira instância.

Josy Turismo
Em novembro de 2010, o passageiro adquiriu um pacote de viagem na agência Josy Turismo, que, por sua vez, contratou a transportadora GS Turismo para o traslado de ida e volta de Belo Horizonte a São Paulo.

 
A empresa Josy Turismo oferta pacotes de viagens para São Paulo, com escolta armada, para que os passageiros façam compras no Brás. O passageiro tinha a intenção de adquirir mercadorias para revender.

 
Apesar da escolta armada, antes de chegar ao destino, na Rodovia Fernão Dias, o ônibus foi abordado por três indivíduos armados que roubaram todos os passageiros e levaram três folhas de cheque em branco do autor da ação.

 
Ele afirmou no processo que ficou impedido de comprar as mercadorias que pretendia revender e, por isso, sofreu prejuízo de R$ 2 mil. Segundo o passageiro, no momento do assalto, o serviço de escolta não estava mais sendo prestado.

 
Em primeira instância, a juíza julgou improcedentes os pedidos, alegando que não havia provas nos autos da conduta antijurídica praticada pelas empresas nem indícios de negligência. O passageiro então recorreu, pedindo indenização por danos morais e materiais, pois disse que tinha sido vítima de propaganda enganosa.

 
Em sua defesa, a transportadora alegou que não tinha conhecimento do serviço de escolta armada; e a Josy Turismo, que a existência da escolta não impede a ocorrência de assaltos.

 
Segundo o desembargador Arnaldo Maciel, relator do recurso, “tratando-se de relação de consumo, nos termos do art. 14 do Código de Defesa do Consumidor, os membros da cadeia de fornecimento de pacote turístico respondem solidariamente pelos danos decorrentes da falha na prestação dos produtos/serviços.” Ele entendeu que o fato gerou ao cliente enorme sofrimento, o que justifica a indenização pelos prejuízos morais vivenciados.

 
Quanto aos danos materiais, o magistrado julgou improcedente o pedido, pois o passageiro não apresentou nos autos provas dos prejuízos sofridos.

 
Os desembargadores João Cancio e Sérgio André da Fonseca Xavier votaram de acordo com o relator.

 
Veja o acórdão e acompanhe a movimentação processual.

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FONTE: TJMG.


Odebrecht pagou viagem de Lula por três países

Construtora teria bancado todos custos do deslocamento do ex-presidente para Cuba, República Dominicana e Estados Unidos, visita não teria relação com atividades da empresa nesses países

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O ex-presidente Luiz Inacio Lula da Silva participa da abertura da Expocatadores 2014 no Centro de Exposicoes do Anhembi em Sao Paulo


A construtora Odebrecht bancou uma viagem realizada pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em janeiro de 2013, que passou por Cuba, República Dominicana e Estados Unidos e que oficialmente não tinha qualquer relação com atividades da empresa nesses países.

Segundo reportagem de “O Globo” publicada neste domingo (12), Lula viajou acompanhado por pessoas próximas, como funcionários de seu instituto, o escritor Fernando Morais e o presidente do sindicato dos Metalúrgicos do ABC, Rafael Marques.

O único integrante da comitiva que não fazia parte do círculo do ex-presidente era Alexandrino Alencar, atual diretor de Relações Institucionais da Odebrecht. Alencar foi apontado por três delatores da Operação Lava Jato como o responsável por operar as propinas da empresa no exterior. Ele nega.

De acordo com o jornal, a empresa Líder Táxi Aéreo, responsável pelo voo, o classificou como “completamente sigiloso”. A viagem, que custou R$ 435 mil, foi paga pela DAG Construtora, da Bahia, uma das parceiras comerciais da Odebrecht.

Segundo a construtora, o traslado pelos três países foi pago em função da agenda do ex-presidente na República Dominicana. O Instituto Lula confirmou a realização de palestra no país.

Em anúncio publicado na edição desta segunda de “O Globo”, a Odebrecht afirmou ter pagado por palestra de Lula na República Dominicana e ressaltou que não há nada “ilegal ou sigiloso” no evento.

COMENTÁRIOS (7)

José<br />Vieira<br />Hermsdorf
José Vieira Hermsdorf
Alguma dúvida sobre a origem dessa promiscuidade entre o ex-presidente e as empreiteiras envolvidas na Operação Lava Jato? 
Responder  0  0  10:35 PM Apr 13, 2015
Nestor<br />Martins<br />Amaral<br />Júnior
Nestor Martins Amaral Júnior
O pior é que esse governo, para justificar o volume indecente de sua corrupção, afirma que isso é tão somente porque ele apura tudo, o que não acontecia nos tempos do FHC. Havia o Brindeiro gaveteiro. E o que dizer dessa enorme gaveta onde se arquivam as peripécias do nosso bravo ex-presidente? Mas, essa gaveta já está tão estufada que alguma coisa já começa a transbordar e vir à tona. 
Responder  0  0  9:52 PM Apr 13, 2015
Carlos<br />henrique
Carlos henrique
Uma empreiteira bancando viagem particular de Lula sem nenhum interesse eles acham que a população e palhaço,estou a procura de uma empreiteira para bancar minhas férias alguma empreiteira se interessar pode mandar um recado para este jornal kkkkkk
Responder  12  1  9:24 PM Apr 13, 2015
And<br />BH
AndBH
e não vai dar em nada.
Responder  6  3  8:42 PM Apr 13, 2015
Denise<br />Marquez
Denise Marquez
O MPF exigiu quebra do sigilo imposto no contrato Brasil-Cuba. A maior parte do Puerto de Mariel, em Cuba, foi bancada pelo BNDES. O BNDES financiou 682 milhões de dólares do projeto, cerca de dois terços do valor total estimado para o porto (957 milhões de dólares). Questionado sobre os benefícios para o Brasil dos empréstimos do BNDES ao governo cubano, o então ministro de Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Fernando Pimentel, disse que Cuba estava em fase de transição rumo a uma economia de mercado e que o Brasil poderia se beneficiar do apoio oferecido à ilha. Você, trabalhador brasileiro, imagine que o governo Dilma doou R$ 3 bilhões de reais para construir este porto, sabendo que no Brasil os portos estão velhos e obsoletos. Imagine ainda que, se esse dinheiro não tivesse sido doado, hoje não teríamos de passar pelas agruras desse arrocho imposto por Joaquim Levy. Imagine finalmente se Fernando Pimentel resolver fazer nos cofres do estado de MG o que fez no MDIC.
Responder  17  2  8:41 PM Apr 13, 2015
Denise<br />Marquez
Denise Marquez
Está chegando perto… Vamos cantar, dançar e comemorar dias e dias nas ruas… 
Responder  28  2  8:22 PM Apr 13, 2015
Thiago<br />Lobato
Thiago Lobato
Quem diria, um sr. usando um Armany numa festa de catadores de papel. Estilo da esquerda. Anda de jatinho e a população puxa carroça.
Responder  29  1  8:12 PM Apr 13, 2015
FONTE: O Tempo.

Viagem de MG ao ES de trem será feita em composição de luxo a partir de agostoMineradora Vale investiu US$ 80,2 milhões para aquisição da nova frota. Vagões são climatizados e obedecem a padrões europeus de qualidade

 

 

As pessoas que já viajaram de trem ou mesmo aquelas que tem curiosidade de embarcar em um transporte ferroviário, vão ter um novo motivo para utilizar este meio de transporte a partir da segunda quinzena de agosto, data em que entrará em circulação o novo Trem de Passageiros da Estrada de Ferro Vitória a Minas (EFVM). De acordo com a mineradora Vale, o investimento para a aquisição da nova frota foi de US$ 80,2 milhões, o que vai possibilitar aos passageiros o embarque e desembarque em 30 pontos ao longo da malha atendida pelo serviço.

Saiba mais…

No início deste ano, a Vale anunciou um investimento de US$ 80,2 milhões para a compra dos carros que irão operar na estrada de ferro. Fabricados na Romênia, as vagões obedecem a padrões europeus de qualidade. De acordo a empresa, serão 56 novos carros, sendo 10 executivos e 30 econômicos. Ainda dentro do investimento, estão novos carros para restaurante, lanchonete, gerador e cadeirantes foram integrados à frota. 

Cada carro executivo tem capacidade para transportar 57 passageiros e os econômicos vão poder trafegar com 75 pessoas. Porém, em ambas as classes, os carros são climatizados e contam com tomadas elétricas individuais nas poltronas para possibilitar o carregamento de notebooks e celulares. A área executiva custa R$ 91 para todo o percurso, e terá sistema de som e iluminação individualizados para dar maior conforto e comodidade aos viajantes. Os carros-restaurante, terão 72 lugares, aumento de 56% em relação às composições que operam atualmente. O setor econômico custa R$ 58.

O novo Trem de Passageiros da Estrada de Ferro Vitória a Minas ainda oferece banheiros modernos, com layout e tecnologias voltadas a priorizar o uso sustentável dos recursos naturais, como a substituição de papel toalha por ar quente para a secagem das mãos. Toda a composição ainda vai contar com detector de fumaça, para aumentar a segurança dos usuários. Os passageiros vão ter displays externos e internos que exibem informações gerais sobra a viagem.

O trajeto de Minas Gerais para Vitória (ES) tem extensão de 664 quilômetros e passa por 42 municípios. A mineradora informou ainda que mais de R$ 1 milhão de passageiros são transportados por ano.

FONTE: Estado de Minas.


PANE ELéTRICA Ônibus do Move pega fogo

 

Motoristas que passavam pela Avenida Pedro I, próximo ao Bairro Planalto, Região Norte de BH, e passageiros de um coletivo levaram um susto na noite de ontem. Um ônibus do BRT/Move pegou fogo na pista exclusiva do sistema. Uma falha mecânica provocou as chamas, que se espalharam rapidamente. Sete passageiros conseguiram sair ilesos. O Corpo de Bombeiros foi acionado.


O condutor Maurício Ferreira de Lima, da linha 61 (Venda Nova/Centro), informou que notou que havia algo errado no carro. “Percebi uma fumaça saindo de debaixo do ônibus. Encostei o carro e o pessoal desceu. O fogo se alastrou rapidamente”, contou. Os passageiros seguiram viagem em outro ônibus do Move.


O fogo começou na articulação do veículo, conhecido como sanfona. Em aproximadamente sete minutos, tomou conta de todo o carro. Segundo o aspirante do Corpo de Bombeiros Arthur dos Santos Ferreira, havia material inflamável que ajudou o fogo a se alastrar. “As janelas desses ônibus são vedadas. Até o vidro ser rompido, o calor fica comprimido lá dentro. Esse modelo tem muito plástico, borracha e materiais que ajudam na propagação das chamas”, disse.


O incêndio atraiu a atenção de curiosos e assustou as pessoas que passavam pelo local. Uma das bombas de combustível de um posto de gasolina próximo teve de ser interditada por causa do calor. “Ouvimos várias explosões, do motor, de alguns pneus e do ar-condicionado do veículo”, disse o frentista Alexandre de Souza, de 54. Conforme o Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros de Belo Horizonte (Setra/BH), o veículo que pegou fogo fazia a sua primeira viagem. E reiterou que é a primeira vez que ocorre um problema desse nos veículos do Move.

FONTE: Estado de Minas.


Trem de passageiros que circula entre MG e ES terá nova frota em 2014

Novas composições devem ser totalmente substituídas até o 2º semestre.
Vagões foram importados da Romênia.

Os trens de passageiros que circulam diariamente entre Minas Gerais e o Espírito Santo vão ganhar novos vagões em 2014. Segundo a Vale – administradora da linha –, os carros começam a ser substituídos no primeiro trimestre, e até o segundo semestre de 2014, as duas composições já devem ter sido trocadas.

Novos vagões do trem de passageiros da Vale foram importados da Romênia (Foto: Divulgação Astra/ Vale)Novos vagões do trem de passageiros da Vale foram importados da Romênia

Ainda de acordo com empresa, os vagões são fabricados na Romênia. São 56 unidades, sendo 10 executivos, 30 econômicos, vagões-restaurante, lanchonete, gerador e cadeirante – para pessoas com necessidades especiais. O investimento foi de 80,2 milhões de dólares.

VEJA AQUI A REPORTAGEM DE JULHO/2014!

Os novos vagões serão climatizados nas classes executiva e econômica e vão contar com tomadas individuais nos assentos. Os banheiros também serão modernizados e o restaurante ampliado.

Composições devem ser totalmente substituídas até o segundo sementre de 2014 (Foto: Divulgação Astra/ Vale)
Composições devem ser totalmente substituídas até o segundo sementre de 2014

Duas composições circulam diariamente na Ferrovia Vitória Minas. Uma delas segue de Belo Horizonte a Cariacica, na Grande Vitória, e a outra faz o sentido contrário. São 30 pontos de embarque e desembarque em 664 quilômetros do percurso do único trem de passageiros interestadual do Brasil.

FONTE: G1.


Ônibus Flecha Azul faz última viagem e vira peça de museu

Após rodar 24 mil quilômetros e transportar 2.561 passageiros, coletivo da Cometa é aposentado em grande estilo. Fãs guardam muitas histórias e até tatuagem do ônibus

Motoristas com uniforme de época e banda para receber os últimos passageiros (Viação Cometa/Divulgação)
Motoristas com uniforme de época e banda para receber os últimos passageiros

O último ônibus Flecha Azul concluiu nesta semana a derradeira viagem e agora vai ganhar aposentadoria em lugar de destaque na garagem da empresa. O trecho ida-e-volta entre São Paulo e Campinas foi o escolhido para a última das 65 viagens comemorativas do aniversário da Viação Cometa. O percurso inaugural foi entre São Paulo e Belo Horizonte, em agosto.

O Flecha Azul prefixo 7455, ano 1999, modelo 1976, foi o último fabricado pela Companhia Manufatureira Auxiliar (CMA), empresa criada pela Cometa para produzir os próprios veículos. Após ser vendida ao grupo JCA, os antigos “Dinossauros”, um dos apelidos dos ônibus, foram pouco a pouco sendo retirados da frota. Esse foi totalmente reformado, ganhou ar-condicionado, Wi-Fi e bancos de couro, mas manteve todo o charme e atração de um ônibus clássico, típico de filmes “On The Road” americanos. Os dois motoristas escolhidos para conduzir o Flecha Azul usavam uniforme de época, com direito a quepe e óculos Ray Ban.O veículo foi colocado em atividade normal, com passagens vendidas no mesmo valor de uma viagem em ônibus executivo equivalente. A cada partida, uma miniatura do Flecha Azul foi sorteada entre os passageiros. Para o trecho final, 15 pessoas com acompanhtes foram selecionadas num concurso cultural que recebeu 193 participações. Os “busólogos”, como são conhecidos os fãs de ônibus, e admiradores da empresa paulista contaram uma história de vida envolvendo o Cometa. O grupo ganhou uma passagem ida-e-volta com direito a almoço, além de muita história para contar.

André Accarini possui três tatuagens com relação à Cometa (Viação Cometa/Divulgação)
André Accarini possui três tatuagens com relação à Cometa

Segundo balanço feito da empresa, foram mais de 24.000 km rodados entre 24 de agosto e 23 de outubro, com 2.561 passageiros transportados em destinos nas regiões Sudeste e Sul do Brasil. Foram 19 cidades: São Paulo, Belo Horizonte, Juiz de Fora, Poços de Caldas, Caxambu, Rio de Janeiro, Volta Redonda, Curitiba, além dos municípios paulistas de São José do Rio Preto, Franca, Araraquara, Ribeirão Preto, Lorena, Itapetininga, Santos, Sorocaba, Jundiaí, Campinas e Praia Grande.

Um dos condutores do ônibus é Marcos Ernesto, com 11 anos de casa. Ele e Ricieri Antunes foram selecionados entre outros 1.200 motoristas da Cometa. De acordo com Ernesto, uma das viagens mais marcantes foi o primeira até Belo Horizonte. “O Flecha Azul praticamente fechou a rodoviária na capital mineira, com passageiros e busólogos abraçando e beijando a lateral e a frente do ônibus”, revela.

VEJA FOTOS DO FLECHA AZUL!

O veículo tem motor de seis cilindros em linha com injeçaõ direta de diesel e 360 cavalos de potência. “O bom de dirigir especificamente este ônibus é poder sentir a ‘pegada’ da troca de marchas e sintonia somente pelo ronco do motor”, conta orgulhoso o condutor.

Ar-condicionado, bancos de couro e Wi-Fi para os viajantes  (Viação Cometa/Divulgação)
Ar-condicionado, bancos de couro e Wi-Fi para os viajantes

O jornalista André Accarini, 43 anos, de São Paulo, foi um dos passageiros da última viagem do Flecha Azul. “Desde que me conheço por gente, já gostava dos onibus da Cometa. E o que me mais me marcou foi o patrimônio humano: os motoristas e funcionários sempre foram muito atenciosos”, conta. A paixão é tanta, que André possui três tatuagens com símbolos da empresa: um enorme cometa Halley no braço direito, o logotipo antigo no outro braço e um “estrelão”, outra marca clássica da Cometa.

Além do trecho final, André ainda viajou entre São Paulo e Araraquara (SP) e Campinas a Santos, relembrando bons tempos de infância e adolescência. “Eu acho interessante ver a reação das pessoas nas estradas. Ao viajar no lado esquerdo, é possível notar os carros passando com pessoas fotografando o ônibus”, diz. O jornalista, que não se define como “busólogo”, mas fã da empresa, filmou trechos da viagens e publicou na internet. Um dos vídeos já passou de duas mil visualizações. “Você fica maravilhado ao andar. Gosto muito do ronco do motor, dos bancos, da suspensão”, conta.

Desde os 8 anos de idade que o engenheiro Francisco Araújo admira ônibus clássicos (Arquivo Pessoal)
Desde os 8 anos de idade que o engenheiro Francisco Araújo admira ônibus clássicos

Outro passageiro que reviveu lembranças a bordo da última viagem do Flecha Azul é o engenheiro eletricista Francisco Carlos de Araújo, 58 anos, de São Paulo. Devido compromissos de trabalho, por quase trinta anos viajou pelo estado, quase sempre em ônibus da empresa. Mas a relação com os coletivos vem ainda de mais tempo e valeu uma das histórias escolhidas.

CLIQUE E VEJA FOTOS DA ÚLTIMA VIAGEM DO FLECHA AZUL! 

Aos oito anos, no então pacato bairro de Vila Guilherme, Francisco teve os primeiros contatos com os ônibus. Devido obras para construção da marginal, o trânsito foi desviado para a rua da família, num trajeto em que os ônibus iam da garagem da empresa até a antiga rodoviária de São Paulo, na Estação da Luz. Na época a Cometa operava o GM Coach PD-4104, importado dos Estados Unidos e apelidado de “Morubixaba”.

Vestido com uniforme da companhia, Rubens de Farias exibe ônibus tatuado (Viação Cometa/Divulgação)
Vestido com uniforme da companhia, Rubens de Farias exibe ônibus tatuado

“Posso dizer que foi uma das minhas felicidades da infância. Os ônibus passavam por ali, causavam um certo congestionamento e faziam um ronco forte do motor. Durante os quase dois anos do desvio, sempre pedia meu pai para andar naquele ônibus”, relembra. Mais tarde, quando teve um filho, a situação se repetiu e foi a vez de Francisco levar o rebento para um passeio de onibus.

VEJA FOTOS DO FLECHA AZUL EM BELO HORIZONTE!

O engenheiro fez uma viagem ida-e-volta de São Paulo a São José do Rio Preto a bordo do último Flecha Azul, ainda sem saber se seria um dos escolhidos para o passeio final. Além de ter sido selecionado, ainda ganhou a última miniatura do ônibus rumo a Campinas. “O mundo está hipertecnológico, mas perdeu muito do romantismo daquela época. Os motoristas tinham uniformes completos, com quepe. Existiam todos aqueles códigos entre os condutores nas estradas, com acenos e piscadas de faróis e setas. Com a pressa do dia-a-dia ninguém percebe mais a máquina, pensa apenas na chegada e partida. Existem ônibus modernos e confortáveis, como o Marcopolo G7. Ele é bonito, mas ninguém o admira”, analisa.

Destino do Flecha Azul

Após cumprir a jornada de 65 viagens e 24 mil quilômetros, o Flecha Azul 7455 será guardado no acervo histórico da Cometa, na capital paulista,  que conta inclusive com veículos mais antigos. Ainda não há informações para outras viagens, mas o modelo será exibido entre 9 e 10 de novembro na exposição Viver, Ver e Rever (VVR) de veículos antigos, no Memorial da América Latina, em São Paulo. A empresa não tem planos de comercializar as miniaturas que foram sorteadas nas viagens.

“É muito gratificante ver o reconhecimento e a afeição de nossos clientes, as publicações nas redes sociais, o entusiasmo a cada post na Fan Page. Nos aproximamos muito de nossos clientes com essa campanha, e este é um canal que pretendemos manter ativo”, afirma Carlos Otávio Antunes, presidente da Cometa e do grupo JCA.

Busólogos e admiradores da marca na última viagem (Viação Cometa/Divulgação)
Busólogos e admiradores da marca na última viagem

Veja mais:

https://universobh.wordpress.com/2013/08/24/cometa-flecha-azul-de-volta/

https://universobh.wordpress.com/2013/08/26/cometa-flecha-azul-faz-sucesso/

FONTE: Estado de Minas.


Família de BH será indenizada por agência de turismo por não conhecer o Taj Mahal

indenização

A Master Turismo Ltda foi condenada a indenizar uma família de Belo Horizonte por falhas em uma viagem realizada à África do Sul e a à Índia. O cancelamento de uma viagem de trem e de dois voos, que resultou na alteração do roteiro, levaram os turistas a receber indenização por danos morais no valor de R$ 10 mil, além de R$ 731 por danos materiais. A decisão é da 10ª CÂmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG).

Segundo o processo, o casal e o filho viajaram em janeiro de 2011, depois de comprar um pacote com a empresa. A intenção da família era fazer safáris na África do Sul e visitar o palácio Taj Mahal, na Índia. A viagem para a Índia seria realizada pela operadora Queensberry.
Segundo eles, a viagem de Nova Déli para Agra, cidade onde se localiza o Taj Mahal, estava marcada para 15 de janeiro. No entanto, na véspera, a família foi informada de que as viagens de ida e volta para Agra, incluindo trajetos de trem e avião, haviam sido canceladas.
A alternativa apresentada pela empresa Sita, parceira indiana da Queensberry, foi considerada inadmissível pelosturistas. Eles teriam de viajar de carro por mais de nove horas, permanecendo em Agra por apenas uma hora e meia e retornar no mesmo dia para Nova Déli, onde deveriam seguir para Mumbai às 18 horas.
Alegando que houve desorganização por parte da operadora Queensberry e que sofreram imensa decepção e frustração pela não realização do sonho de visitar o maior cartão postal da Índia, eles ajuizaram a ação contra a Master Turismo.
Condenada pelo juiz auxiliar Marcelo Augusto Lucas Pereira, a agência recorreu ao Tribunal de Justiça e alegou que o cancelamento da viagem pela operadora Queensberry ocorreu por causa de problemas climáticos.
A desembargadora Mariângela Meyer, relatora do recurso, afirmou em sua decisão que a família teve frustada suas expectativas. “Um dos principais pontos turísticos foi excluído do roteiro… ocasionando diversos transtornos e aborrecimentos, sem que fossem demonstrados elementos de prova no sentido de que o cancelamento se deu por força maior ou outro motivo justificável”.
A desembargadora confirmou a sentença, sendo acompanhada pelos desembargadores Paulo Roberto Pereira da Silva e Álvares Cabral da Silva.

 FONTE: TJMG.



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