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Canadá retira exigência de vistos no passaporte para brasileiros
Agora, visitantes, que já estiveram no país, poderão receber uma autorização online sem custo; objetivo é expandir o ETA (Autorização Eletrônica de Viagem)

O governo canadense resolveu facilitar as coisas para os brasileiros que pretendem visitar o seu país. A partir de março de 2016, o visitante, que já passou pelo Canadá nos últimos 10 anos ou teve um visto americano válido, poderá adquirir apenas uma pré-autorização que é feita inteiramente online antes de viajar.

Canadá

A decisão exclui a necessidade do visitante brasileiro portar um visto no passaporte. A medida só vale para visitantes que irão chegar ao país por via aérea. Além do Brasil, a nova medida também abrange nativos da Bulgaria, México e Romênia.

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Objetivo é expandir o programa chamado ETA (Autorização Eletrônica de Viagem). Por meio da plataforma, o visitante terá acesso ao serviço de forma rápida e sem custo.
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Clique no link e leia o comunicado oficial do governo canadense. http://www.cic.gc.ca/english/department/acts-regulations/forward-regulatory-plan/eta-expansion.asp

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FONTE: O Tempo.


Lobos-guarás, há 33 anos alimentados por padres no adro da Igreja de Nossa Senhora Mãe dos Homens, agora têm que dividir ‘bandejão’ com outros animais. Turistas comemoram

Caraça
No início, era apenas o lobo-guará, com sua elegância, que surgia no meio da noite para subir a escadaria e comer a carne de frango oferecida pelos padres do Santuário do Caraça, localizado entre Catas Altas e Santa Bárbara, na Região Central. Hoje, o adro da Igreja de Nossa Senhora Mãe dos Homens se tornou o “bandejão” mais concorrido do pedaço, atraindo outros animais silvestres, entre eles um casal de antas, bando de cachorros-do-mato, a jaratataca e até um gato-mourisco. Os turistas agradecem e a comunidade religiosa dá as boas-vindas. “De manhã cedo, ainda aparecem as aves, sobretudo os jacus, para comer os restos da festa”, diz o diretor do santuário, padre Lauro Palú.
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Com sorte e disposição, é bem possível que os turistas vejam os novos visitantes da noite. Padre Lauro conta que as antas – inicialmente um macho adulto, depois o casal – começaram a aparecer com frequência de janeiro a março, sempre de madrugada. “Agora, já apareceram até as 19h10. São animais herbívoros, mas um técnico me explicou que estão suprindo a carência de cálcio, o qual encontram nos ossos de frango, e de sal. Com seu faro apurado, cheiram longe os alimentos salgados”, diz o diretor do santuário fundado em 1774 e pertencente à Província Brasileira da Congregação da Missão.
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Já a família dos cachorros-do-mato aparece em grande número, e hóspedes e funcionários da instituição, que desde 1972 se transformou em hospedaria, sem perder o caráter religioso, já viram 10, entre pais e filhotes. “Chegam um pouco mais tarde, a partir das 19h, e, embora sejam duas vezes mais baixos do que os guarás, já atacaram sobretudo a loba. Curiosamente, uma noite, três cachorros-do-mato comeram junto com o lobo na mesma bandeja. Nossa esperança é de que um dia se entendam. Na natureza, vivem juntos no mesmo território, mas, aqui, estão disputando o ponto da comida”, afirma padre Lauro, sempre atento com sua câmera a flagrar os bichos.
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Na avaliação do diretor, o aparecimento dos bichos se deve, principalmente, à atividade minerária na região, que perfura o solo e explora minas. “Certamente, encontram refúgio no Caraça”, diz padre Lauro. Uma equipe da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) vem fazendo um levantamento na área para identificar os mamíferos, com foco especial na anta.
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VAI E VOLTA Com a pelagem preta e listra branca no dorso, a jaratataca também posou para as lentes do diretor do Caraça. Durante sete anos, o animal apareceu, depois deu uma sumida e agora surge de vez em quando no jardim e arredores. O gato-mourisco, por sua vez, foi visto na estrada que conduz ao santuário, rondando a área, e uma vez esteve comendo da bandeja do lobo. “A fauna está em paz por aqui e, graças a Deus, nenhum turista foi atacado. Na verdade, alguns animais vêm comer quando os visitantes estão dormindo”, conta padre Lauro.
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As aves são um capítulo à parte e, em 2014, figuraram numa exposição fotográfica para celebrar os 240 anos do Caraça. “Conseguimos registrar 17 espécies, incluindo jacu, carcará, gavião-carrapateiro, tico-tico, canários e sabiás”, diz o diretor. Além da exuberância da Reserva Natural do Patrimônio Natural (RPPN), diversidade do patrimônio histórico e beleza da paisagem, o lugar garante descanso, lazer e cultura para os 70 mil turistas que o procuram anualmente. “Este ano, já recebemos estrangeiros de 48 nacionalidades”, orgulha-se padre Lauro.

PIONEIROA tradição no Santuário do Caraça, que fica a 120 quilômetros de Belo Horizonte, começou em maio de 1982, quando algumas lixeiras externas apareceram reviradas e derrubadas. O irmão Thomaz alertou o então diretor da instituição, padre Tobias Zico, de que poderia ser obra de algum cachorro. Tobias achou muito difícil, porque cachorro não subiria a serra com tanta frequência. Começaram, então, a observar e descobriram que o responsável era o lobo-guará.

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FONTE: Estado de Minas.


Algumas recepcionistas de feiras e eventos são contratadas para prestar serviços sexuais para determinados clientes; o recrutamento das chamadas fichas rosa é feito nas redes sociais

 

ficha-rosa

Algumas das moças contratadas para feiras e eventos acabam prestando serviços sexuais

Nome, idade, telefone, endereço, altura, manequim, medidas do busto e do quadril. Tem tatuagem? Onde? Disponibilidade para viagens? Valor cobrado pelo período de uma a duas horas? Aceita homens mais velhos? E mais novos? Transa com casais? Topa anal? Dupla penetração? Oral finalizado ou sem camisinha (caso o cliente tenha higiene)? E beijo na boca? O longo e incomum questionário poderia ser o cadastro a ser preenchido por uma candidata a emprego em uma casa de prostituição. Mas, com a promessa de uso exclusivo pela agência e manutenção das informações em sigilo, trata-se de um recrutamento das chamadas modelos ficha rosa, ou seja: aquelas que além do trabalho em feiras e eventos topam esticar o expediente para acompanhar clientes.

Com um cachê que pode chegar a 1.000 reais por duas horas, as meninas ficha rosa participam de eventos pequenos – como despedidas de solteiro –, a grandes produções – como salões de carros, feiras de corridas automobilísticas e exposições voltadas à indústria agropecuária. O mercado se baseia na ideia tradicional de que um corpo bonito é capaz de atrair mais clientela.

Tudo começou, reza a lenda, em meados dos anos 1990, quando a Shell colocou em seu estande uma modelo vestida com um macacão branco colado ao corpo e notou um aumento expressivo de visitas a seu setor. Desde então, é comum ver em grandes eventos Brasil afora “gostosas” que têm o papel de atrair mais visitantes e potenciais consumidores do produto à venda. Para a modelo ali ser considerada ficha rosa, no entanto, ela tem de topar também acompanhar os empresários que visitam essas feiras, seja em festas pós-evento ou mesmo para oferecer “favores sexuais” em troca de um cachê maior do que o previsto para trabalhar no estande.

A partir de um falso perfil no Facebook, CartaCapital buscou se informar sobre os detalhes de um trabalho ficha rosa. Fazendo-se passar por uma garota de 24 anos interessada nesse tipo de atividade, muitas agências, agenciadores e comunidades explicaram os requisitos para uma mulher bonita vir a se tornar ficha rosa, assim como as condições de pagamento.

Em uma das respostas, o perfil de uma agência de fichas rosa contou que a demanda parte do contratante. “O cliente nos passa o perfil da garota que ele deseja para um atendimento VIP ou evento. Nós indicamos as meninas ao cliente, mostramos as fotos das garotas conforme o perfil solicitado. O cliente informa qual foi a modelo escolhida, e nós entramos em contato com você para confirmar a disponibilidade, cachê, data, local e detalhes dos trabalhos”, explicou.

Em relação às condições de pagamento, neste caso, a comissão que cabe à agência gira em torno de 10% sobre o total do cachê. “Nossa comissão nos é repassada por você. Em alguns casos, onde temos um acordo com o cliente, ele paga nossa comissão por fora quinzenalmente ou mensalmente”, acrescentou.

Em um anúncio feito no mural de um grupo aberto, uma outra agência seleciona meninas ficha branca e ficha rosa, ou seja, as interessadas em apenas trabalhar como recepcionista em eventos e também as dispostas a “acompanhar clientes VIPs” e “fazer atendimento em hotéis e pousadas”. Com o título “Job Campos do Jordão – 8 vagas ficha rosa e 10 vagas ficha branca”, a agência pede envio de material fotográfico sem maquiagem ou alterações feitas pelo photoshop e lembra que os cachês para fichas rosa começam em 1.500 reais.

Outros agenciadores pedem, ainda, modelos ficha rosa para um trabalho de dois dias com disponibilidade para viajar para o interior paulista, com passagem, alimentação e hospedagem pagas em troca de um cachê de 3.000 reais. Há quem ofereça também 1.000 reais por duas horas para um “novo cliente em São Paulo”, sem a necessidade de experiência prévia e sob a promessa de ser “tudo bem discreto, seguro e sigiloso”.

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Ficha rosa na tela da Globo

O assunto tomou fôlego recentemente com a novela Verdades Secretas, da Globo, na qual o autor Walcyr Carrasco aborda a prostituição de luxo no mundo da moda. O mundo das tops, por sua vez, está urrando com o enredo e quer traçar uma linha divisória entre o trabalho em passarelas e eventos e a atividade exercida por quem faz parte do famoso “book rosa”, cardápio de modelos que fazem as vezes de acompanhantes e garotas de programas.

As fichas rosa, no entanto, não se consideram prostitutas, mas, sim, modelos que prestam serviços VIPs. O termo ficha rosa parece, portanto, dar certo status ao trabalho da meretriz. Além disso, muitas são meninas com curso superior, que revelam em seus perfis do Facebook terem estudado em universidades, em geral particulares, de prestígio ou não.

 O mesmo vale para homens modelos, que quando topam fazer além de eventos e recepções são chamados de ficha azul e acabam compondo o “book azul”.

No Brasil, explica o promotor de justiça Everton Luiz Zanella, a prostituição não é crime, mas facilitá-la é. “A pessoa que pratica o comércio do corpo de forma habitual não comete crime. Comete quem induz, atrai ou submete alguém à prostituição, impedindo essa pessoa de abandonar a atividade e se beneficiando dela”, observou o coordenador do centro de apoio criminal do Ministério Público de São Paulo.

O Código Penal prevê pena de dois a cinco anos para quem induzir ou atrair alguém para a prostituição (artigo 228), um a quatro anos se uma pessoa tirar proveito da atividade de prostitutas (artigo 230), dois a cinco anos para quem mantiver um estabelecimento destinado à prostituição (artigo 229), dois a seis anos para quem promover o deslocamento de alguém com esses fins dentro do País ou uma punição de três a oito anos de prisão quando se tratar de um deslocamento internacional (artigo 231).

Assim, em uma situação onde uma modelo ficha rosa é recrutada por uma agência para realizar um trabalho em outra cidade ou estado e ainda é obrigada a repassar parte de seu cachê como comissão, o agenciador estará sujeito à soma das penas referentes aos três tipos de crime: induzir à prostituição, tirar proveito dela e promover o tráfico interno de pessoas.

Zanella explicou, no entanto, que a prostituta em si nunca é punida. “Essas modelos ficha rosa, por exemplo, são consideradas vítimas do crime, uma vez que são exploradas. O crime seria contra a dignidade sexual delas”, afirmou. “Não se pune autoprostituição. Portanto, se a própria prostituta anunciar seus serviços não estará cometendo crime.”

Apesar de se mostrarem facilitadores, ferramentas como o Facebook ou sites que recrutam e anunciam modelos ficha rosa, raramente são punidos. É preciso comprovar que os administradores ou responsáveis por esses meios têm ciência de que estão sendo negociados ali serviços envolvendo a prostituição de terceiros.

O mesmo vale para os responsáveis por ceder o espaço onde ocorrem grandes feiras e exposições com modelos fichas rosa. Questionada sobre fichas rosa nos eventos realizados no Anhembi, em São Paulo, a responsável SPTuris diz desconhecer o tema e deixa claro que “a organização deve ser feita pela empresa locatária”, responsável pela mão de obra contratada. Organizadores de eventos nacionais de renome, por sua vez, responsabilizam os expositores de cada estande pelas contratações – do buffet a garçons, atendentes e recepcionistas –, alegando não ter como interferir nelas.

FONTE: Carta Capital.


A SOLUÇÃO ESTÁ NA PLACA
PBH tem dificuldade para retirar capivaras da Pampulha e apela a cartazes para alertar visitantes sobre risco de febre maculosa, causada por carrapato que ataca o roedor e outros animais

 

 

Rafael Monteiro e Luma Sales observam as capivaras no parque e lembram que elas também se proliferam sem controle em Carangola, na Zona da Mata, onde eles moravam (FOTOS BETO MAGALHÃES/EM/D.A PRESS)
Rafael Monteiro e Luma Sales observam as capivaras no parque e lembram que elas também se proliferam sem controle em Carangola, na Zona da Mata, onde eles moravam

Enquanto não consegue retirar as cerca de 250 capivaras da orla da Lagoa da Pampulha, a Prefeitura de Belo Horizonte decidiu instalar chamativas placas em tom laranja, com o desenho estilizado de um carrapato, de 50 metros em 50 metros no interior do Parque Ecológico Promotor Francisco José Lins do Rego, mais conhecido como parque da Pampulha. Os roedores podem servir de reservatórios da bactéria causadora da febre maculosa ou febre do carrapato, transmitida ao homem pelo carrapato-estrela. 

No próximo fim de semana, os cerca de 5 mil visitantes do parque vão se deparar com o alerta de que a “área é sujeita à ocorrência de carrapatos”, conforme a placa alaranjada. Para se prevenir, ao chegar em casa as pessoas devem verificar as próprias roupas e o corpo, a cada três horas. Em caso de possível picada do carrapato, é melhor procurar um médico, avisam os dizeres das placas. 

O parque ficou fechado para visitantes ontem. Sem saber das placas, a cabeleireira Lídia e o vendedor Ronald Pereira tiraram a tarde de folga para passear com a filha Sara, de 2 anos. “Capivala!”, disse a menina, apontando para os cerca de 50 animais que transitavam do lado de fora do parque, às margens da água empoçada. Informados do risco, o casal ficou alarmado. “Venho aqui trazer o neném de três a quatro vezes no mês e nunca ouvi falar disso. Não gosto nem de imaginar o que poderia acontecer com minha filha”, protestou a mãe. “Não vamos chegar mais perto dos bichos”, afirmou o pai, assumindo que já tentou até fazer carinho nas capivaras. 

Dentro do parque, os cartazes estão bem posicionados para alertar os visitantes. Já na entrada, os visitantes são orientados sobre os riscos, bem como em toda a pista de terra bastante usada para corrida e até na área de equipamentos de ginástica e brinquedos de madeira. Mais no fundo, chegando mais perto da área de isolamento das capivaras, os visitantes recebem novos avisos, tais como: “Não alimente as capivaras”. “Já sabemos do risco. Em Carangola, ocorreu um caso de morte, depois que um menino de 15 anos foi acampar em um lugar onde havia muitos carrapatos. Lá, virou praga, as capivaras andam no meio da rua”, informou Rafael Monteiro, de 21 anos, autônomo, em companhia de Luma Sales, de 18. Eles estão de mudança para BH.

SURPRESA O vice-prefeito Délio Malheiros, que acumula o cargo de secretário municipal de Defesa do Meio Ambiente, garante ter sido pego de surpresa ao ser informado sobre as placas do parque. “Você ter certeza? Não é só um folheto?”, disse. Ele considera um exagero a colocação de placas de alerta. “É excesso de zelo. Mas você tem de perguntar à Saúde”, completou.

Já a Secretaria Municipal de Saúde informou, por meio da assessoria de imprensa, que a atribuição seria da Fundação Zoo-Botânica, responsável pela administração do parque. A fundação, por sua vez, já havia dito por telefone que “assuntos envolvendo capivara estariam centralizados em Délio Malheiros”. 

O vice informou que fará uma visita ao parque ecológico na sexta-feira para conferir as placas. De início, ele considera que a medida poderá criar alarde na população, já que não há nenhum caso comprovado de contaminação na capital. 

“Se tem risco, é preferível pecar por excesso do que por falta. É semelhante às placas alertando sobre risco de tubarão nas praias do Recife. Os tubarões pegaram cinco pessoas em 10 anos, a chance é pequena demais, mas existe”, compara ele. “Sempre fiquei absolutamente tranquilo. Nunca cheguei em casa e examinei minhas roupas para ver se tinha carrapato”, garantiu. 

A hipótese de fechar temporariamente o parque até a remoção das capivaras foi descartada por Malheiros. “Não tem jeito. Vamos cercar a Lagoa da Pampulha inteira? Os roedores estão por todo lado e inclusive voltaram a atacar os jardins de Burle Marx“, afirmou ele, lembrando do início da polêmica, em julho do ano passado, com a descoberta da proliferação das capivaras nas imediações do Museu de Arte da Pampulha (MAP). 

Segundo o vice-prefeito, o alarde criado em torno da questão das capivaras teria gerado problema para encontrar um lugar que receba os animais. “Nenhum prefeito quer as capivaras na cidade dele”, afirmou.

Em 31 de março, a prefeitura assinou contrato dando prazo de 180 dias para uma empresa vencedora de licitação remover as cerca de 250 capivaras da Pampulha, ao custo de R$ 182 mil. O serviço inclui apreensão, retirada, manejo e exames para verificar se os animais estão infectados. Segundo os últimos resultados de exames, não foi encontrada nenhuma capivara contaminada.

 (FOTOS BETO MAGALHÃES/EM/D.A PRESS)
Saiba mais

não há vacina
contra a doença

A febre maculosa é transmitida ao homem pelo carrapato-estrela depois que ele se alimenta de sangue contaminado de animais como capivaras, cavalos, cães e aves domésticas. Os sintomas começam repentinamente e se confundem com os de outras infecções: febre alta, dor no corpo, dor de cabeça, falta de apetite e desânimo, seguidos de surgimento de manchas avermelhadas na pele, que crescem e tornam-se salientes. Não há vacina. O tratamento, com antibióticos, precisa ser administrado no período inicial da doença.
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FONTE: Estado de Minas.

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