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Chuck Norris infarta duas vezes, sobrevive e passa bem

Ícone das artes marciais teve duas paradas cardíacas em menos de uma hora

Conhecido por ser um ícone das artes marciais, o ator Chuck Norris, inspiração de memes e lendas sobre sua quase imortalidade, chegou, mais uma vez, muito próximo da morte, mas, desta vez, na vida real.

Segundo informações divulgadas nesta semana pelo site americano Radar Online, no último dia 16, Norris, de 77 anos, sofreu, em menos de uma hora, dois infartos, quando ele e sua família voltavam de carro de uma viagem à Las Vegas.
Chuck Norris
O ator foi à cidade para participar de um Campeonato Mundial de Artes Marciais, e, de madrugada, no hotel onde resolveram passar a noite, sofreu a primeira parada cardíaca. Ao chegar no hospital, veio o segundo ataque. Norris foi reanimado e, em alguns dias foi liberado para ir para casa.

A lenda permanece viva!

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FONTE: O Tempo.


Ela fez história
Hilda Furacão se tornou ícone da memória de BH
A saga da mulher que inspirou a personagem, localizada pelo EM na Argentina, emociona jornalistas, ex-craque e a viúva de Roberto Drummond

 

Desde domingo, o Estado de Minas conta a história de Hilda Maia Valentim, de 83 anos, que mora no asilo Hogar Guillermo Rawson, no Bairro Barracas, em Buenos Aires. Viúva de Paulo Valentim, craque do Boca Juniors, ela inspirou Hilda Furacão, protagonista do livro de Roberto Drummond.
Beatriz Drummond
Recordar a história da Belo Horizonte dos anos 1950, onde se passa a trama de Hilda Furacão, romance de Roberto Drummond (1933-2002), emocionou amigos, contemporâneos e familiares do escritor. Os jornalistas José Maria Rabelo e Guy de Almeida, o ex-jogador de futebol Vaduca, o teatrólogo Marcelo Andrade e Beatriz Drummond, viúva de Roberto, fizeram uma viagem no tempo ao deparar com a história de Hilda Maia Valentim, fonte de inspiração para a personagem interpretada por Ana Paula Arósio na TV.
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VEJA AQUI A REPORTAGEM INICIAL DA HISTÓRIA!
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Um dos donos do jornal Binômio, José Maria Rabelo disse ter conhecido Hilda pessoalmente. “A moça fazia parte da vida noturna daquela época. Fiquei emocionado ao tomar conhecimento da história de que ela vive num asilo. Estudante e jornalista, eu vivia na região dos bares Polo Norte e Mocó da Iaiá. Eram dois os grandes hotéis da noite: Maravilhoso e Magnífico. A Hilda era do Maravilhoso. Lá não havia mulheres grã-finas, pois essas ficavam em outros pontos da cidade, na Rua Uberaba e na Avenida Francisco Sales, onde era a Zezé. Certa vez, fizemos matéria no Binômio mostrando que havia 500 rendez-vous em BH”, conta ele.Rabelo diz que Drummond se inspirou também em frequentadoras do Minas Tênis Clube para escrever Hilda Furacão. “Lá havia gêmeas que jogavam vôlei. Curiosamente, as duas se tornaram amantes de Antônio Luciano Pereira Filho, o grande vilão da história. Hilda nunca foi da Zona Sul.
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Provavelmente, foi por isso que ele criou essa situação na literatura”, afirma. O jornalista se refere ao fato de a personagem, moça bem-nascida, ter trocado locais elegantes de BH pela zona boêmia.

José Maria Rabelo

Bela B 

A reportagem do EM trouxe alegria para Beatriz, viúva de Roberto Drummond, e Ana Beatriz, filha do escritor. Inclusive, Beatriz é a verdadeira Bela B, personagem de Hilda Furacão. “Estou maravilhada, pois relembraram aquela história. Fiquei espantada em saber que a Hilda verdadeira não conhece a Belo Horizonte que está no romance”, diz.

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Relembrando os tempos de juventude, Beatriz confirma: ela e Roberto se casaram como está narrado no livro. “Ele foi mesmo me buscar em Ferros. Meu pai não queria o casamento, porque ele, Vinícius Moreira e o pai dele, Francis Drummond, eram inimigos políticos – uma briga de família. E olha que éramos parentes, pois sou Drummond também: minha mãe se chamava Emília Drummond Moreira”.

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Guy de Almeida, jornalista que trabalhou no Binômio, não conheceu Hilda pessoalmente, mas diz que a fama dela corria longe. “Conheci o Paulo Valentim. Meu pai, Arthur Nogueira de Almeida, era conselheiro do Atlético e me levava aos jogos. Era realmente um fenômeno, um goleador”, lembra, referindo-se ao craque com quem Hilda Maia se casou após deixar a zona boêmia. “Quanto a ela, a gente ouvia falar. A impressão que tenho é de que saiu da vida para viver o luxo e o glamour em Buenos Aires”, diz. 

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O atacante Vaduca, famoso por ter marcado o gol que deu ao Villa Nova o título de campeão mineiro de 1951, jogou contra Paulo Valentim. Quando Vaduca foi para o Galo, o craque já estava de saída. “Artilheiro nato, Paulo marcava muitos gols. A gente, que era do ataque, dizia para os beques e o lateral para marcar em cima, para não dar chance. Senão, ele marcava.” Vaduca não conheceu Hilda. “Só ouvi falar dela e de suas peripécias.” 

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No início da década de 2000, o romance chegou aos palcos graças a Marcelo Andrade. “Tudo começou com o Roberto. Adaptei O grande mentecapto e ele me pediu para fazer o mesmo com Hilda Furacão. A peça ficou um ano e meio em cartaz. Esse sucesso levou à minissérie”, lembra Andrade, referindo-se à trama exibida pela TV Globo em 1998, estrelada por Ana Paula Arósio e Rodrigo Santoro.

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Marcelo revela que Drummond acompanhou todo o processo de adaptação. “Empolgado, ele punha fogo para a gente andar depressa. Uma vez, ligou às 3h, quase na estreia da peça, perguntando se eu conseguia dormir. Ele estava ansioso. Depois, viajamos o Brasil inteiro e o Roberto, que tinha medo de avião, levava uma imagem de Santa Rita de Cássia. Tornou-se devoto, mas tão devoto que, em Viçosa, lançou o livro O cheiro de Deus na matriz dedicada a ela”, conclui o teatrólogo.

Vaduca jogou contra Paulo Valentim
Vaduca jogou contra Paulo Valentim

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FONTE: Estado de Minas.



‘É um renascimento’, diz mulher que sobreviveu a 2º acidente com ônibus

Maria Nilza é uma das ocupantes de veículo atingido por viaduto em BH.

Ela conta que estava em coletivo que caiu no Ribeirão Arrudas há 15 anos.

VEJA AQUI A MATÉRIA COMPLETA SOBRE O DESABAMENTO DO VIADUTO GUARARAPES!

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“Cada acidente que você tem é um renascimento”, disse a vendedora Maria Nilza Loiola, de 54 anos, uma das pessoas que estavam no micro-ônibus que foi atingido na queda do Viaduto Guararapes, em Belo Horizonte. Ela conta que esta é a segunda vez que sobrevive a um acidente envolvendo um veículo do transporte coletivo na capital mineira. Maria Nilza era uma das passageiras de um ônibus que caiu no Ribeirão Arrudas, em 1999.

A queda do elevado nesta quinta-feira (3) provocou a morte de duas pessoas e deixou 23 feridas. Já no acidente ocorrido na década de 1990, nove pessoas morreram na hora.

A vendedora fazia todos os dias o trajeto passando pela Avenida Dom Pedro I, via sobre a qual desabou o viaduto. “Eu lembro da cortina de concreto caindo. Eu lembro das pessoas pedindo ajuda, socorro, porque estavam assustadas. Um filme que a gente não quer ver na vida real”, lamenta. Ela recebeu cuidados médicos e foi liberada.

Ela conta que, após o primeiro acidente, perdeu parte dos dentes, machucou a perna e ficou mais de 20 dias sem trabalhar. A vendedora relembra que foi resgatada com a ajuda de uma corda.

Segundo Maria Nilza, nos dois casos, ela teve a certeza de que iria morrer. Questionada se tem medo da morte, ela diz que não. “Eu peço muito a Deus para me proteger. O que tenho mais medo não é morrer, é deixar meu filho sozinho no mundo”, diz, referindo-se a Marcelo, de 26 anos, com quem mora no bairro Tupi, na Região Norte da capital.

“Agora eu tenho três datas de aniversário”, diz aliviada. Maria Nilza conta que as pessoas da família dela já brincam que terão que dar três presentes por ano. Na rua, ela afirma ter ouvido o apelido de “sete vidas”.

Mapa do local da queda do viaduto em Belo Horizonte (Foto: Arte/G1)

Desabamento
O viaduto, que saía da Rua Olímpio Mourão e passava sobre a Avenida Pedro I, estava em construção e, segundo a Secretaria Municipal de Obras e Infraestrutura, seria inaugurado neste mês. O acidente aconteceu na Região da Pampulha, onde está o estádio Mineirão, que vai receber uma partida da semifinal da Copa do Mundo na próxima terça-feira (8). A Avenida Pedro I é uma das vias de acesso ao Aeroporto Internacional Tancredo Neves, em Confins.

O prefeito de Belo Horizonte, Marcio Lacerda, esteve no local do desabamento e disse que ainda é prematuro apurar responsabilidades. “Não sabemos se é falha de projeto ou de construção”, disse o chefe do Executivo, que afirmou ainda que a administração está empenhada em prestar assistência às vítimas. O prefeito decretou luto oficial de três dias na cidade.

Um segundo viaduto também está sendo construído ao lado do que desabou. Segundo o Corpo de Bombeiros, uma vistoria verificou que a estrutura deste segundo elevado foi abalada com a queda do primeiro. Partes do viaduto foram escoradas para evitar novos desabamentos.

A Construtora Cowan, responsável pela obra, lamentou o acidente em nota e disse que iria prestar apoio às vítimas. “A Cowan lamenta profundamente o ocorrido com o viaduto sobre a Avenida Pedro I. Neste momento, a prioridade é o apoio às vitimas e aos familiares. A empresa informa que já enviou ao local a equipe técnica para iniciar as investigações”, informa a nota.

A obra faz parte da meta 2 do Plano de Mobilidade do BRT, que seria usada durante a Copa do Mundo. Segundo a Secretaria Extraordinária da Copa, a Secopa, a construção tem verba federal, mas era executada pela Prefeitura de Belo Horizonte. O valor desta etapa da obra é de R$ 460 milhões, e, até agora, já foram executados R$ 445 milhões.

Vítimas e testemunhas
A motorista do ônibus era Hanna Cristina Santos, de 25 anos. Ela tinha uma filha de cinco anos, que estava dentro do veículo no momento do acidente (Veja ao lado flagrante do momento do resgate). O ex-marido de Hanna, Ederson Elisiano, esteve no Hospital Risoleta Neves para ver a filha. Ele contou que a criança faz aniversário na próxima semana. “Eu não sei como vou fazer, pois ela é muito apegada a mãe”, disse. A menina não se feriu com gravidade.

Viaduto desaba na Avenida Pedro I (Foto: reprodução GloboNews)Viaduto desabou na Avenida Pedro I matando motorista de coletivo

FONTE: G1.

1999 – Ônibus urbano (linha 1505) cai no ribeirão arrudas

Em 16 de julho de 1999 é registrado um grave acidente envolvendo um ônibus urbano (linha 1505) que caiu no ribeirão arrudas, centro da capital. O trabalho de resgate das vítimas, realizado pelos militares do Corpo de Bombeiros, foi feito em meio a muitas adversidades, tendo em vista o grande volume d’água do ribeirão, a posição em que o veículo caiu e o número de pessoas a serem socorridas. Várias guarnições de bombeiros foram empenhadas nessa operação de salvamento que exigiu muita cautela e agilidade. Infelizmente houve o registro de nove vítimas fatais e cinquenta e dois feridos.

Queda de ônibus no arrudas

 

veja o vídeo do momento da queda: http://www.dzai.com.br/jornaldaalterosa/video/playvideo?tv_vid_id=21133

FONTE: Corpo de Bombeiros.


Comissão de Direitos Humanos vai debater o Vila Viva

 

Denúncias de moradores de vilas e favelas de Belo Horizonte são tema de audiência na quarta-feira (7/5).

vila

Debater o Programa de Intervenção em Vilas e Favelas de Belo Horizonte, conhecido por Vila Viva, especialmente no que se refere a violações de direitos humanos, a remoção de moradores e a grande quantidade de entulhos deixados nas obras. Esse é o propósito da audiência pública da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) que acontece nesta quarta-feira (7/5/14), às 9 horas, no Auditório. A reunião foi requerida pelo deputado Durval Ângelo (PT).

A reunião tem o objetivo de avaliar o programa e apurar supostos casos de violência por parte da Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) nos processos de reintegração de posse. “Estamos recebendo muitas denúncias da forma com as reintegrações de posses estão sendo feitos”, afirma Durval Ângelo. O parlamentar acrescenta que, de acordo com denúncias apresentadas pela Defensoria Pública, há subjetividade nos critérios do programa. 

O Vila Viva é um programa de intervenção urbanística estruturante e integrada em vilas e favelas. Segundo a PBH, suas ações alcançam 12 assentamentos, como o Aglomerado da Serra, Taquaril e Pedreira Prado Lopes, Nesses locais residem cerca de 165 mil pessoas, o equivalente a 35% do total da população de vilas, favelas e conjuntos habitacionais populares.

Foram convidados para a audiência o procurador regional dos Direitos do Cidadão, Edmundo Antônio Dias Netto Junior; o defensor público federal Estevão Ferreira Couto; o coordenador dos Conflitos Fundiários do Ministério das Cidades, Jorge Martins; o procurador-geral do município de Belo Horizonte, Rúsvel Beltrame Rocha; o superintendente de Desenvolvimento da Capital, José Lauro Nogueira Terror; o diretor-presidente da Companhia Urbanizadora e de Habitação de Belo Horizonte (Urbel), coronel Genedempsey Bicalho Cruz; o secretário municipal adjunto de Planejamento Urbano, Leonardo Amaral Castro; as promotoras Cláudia Ferreira de Souza e Cláudia Spranger e Silva Luiz Motta; o gerente de apoio ao Desenvolvimento Urbano da Caixa Econômica Federal, Herberth Pércope Seabra; e o sociólogo Ronald de Oliveira Rocha.

FONTE: ALEMG.



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